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Software Livre

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April 3, 2011 21:00 , by Unknown - | 1 person following this article.

Consegi realiza sua 6ª edição em agosto

July 24, 2013 10:07, by Unknown - 0no comments yet

Tenda Jovem no Consegi em 2009Entre as atividades paralelas do Consegi, está a Tenda Jovem, que apresenta o universo de possibilidades do Software Livre para alunos de escolas públicas do DF.


De 13 a 15 de agosto, Brasília será a sede do VI Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico, o Consegi. Com o tema Portabilidade, Colaboração e Integração, o evento será realizado na ESAF e tem inscrições gratuitas. Com mais de 2 mil inscritos já confirmados, o evento é mais uma oportunidade que a comunidade Software Livre tem de se reunir e debater os rumos do conhecimento e da internet livres no país.

Serão três dias de debates, palestras, oficinas e atividades paralelas no maior evento de tecnologia do governo federal e que tem como foco a integração, cooperação e avanço tecnológico do governo e sociedade a partir do uso de software livre.

Entre as diversas tecnologias que serão abordadas, a coordenadora Ana Amorim, destaca o Ubuntu, cujo nome deriva do conceito sul africano traduzido como "humanidade com os outros" ou "sou o que sou pelo que nós somos". "Ubuntu é uma ética/ideologia da África, baseada no compartilhamento e colaboração", acrescenta Amorim.

África do Sul no centro das atenções 

Thomas Fogwill, um dos criadores do Ubuntu, é um dos convidados especiais da sexta edição do evento, que tem como país focal a África do Sul. Thomas participa do Consegi 2013 com a palestra "Ecossistemas de software Ubuntu no mundo". Além dele, participam também outros dois sulafricanos: Karl Fischer, um dos principais responsáveis pelo FLOSS.Pro, rede de microblogging livre e uma das principais autoridades da África do Sul no quesito programas com código aberto, e Derek Keats, fundador da Kenga Solutions e cientista chefe da Thumbzup Innovations, também conhecido pelos seus esforços no sentido de facilitar pesquisas sobre aprendizado on-line.

Comunidades e jovens do Ensino Médio são público das atividades paralelas

Tradicionalmente, o Consegi é uma oportunidade para a realização de diversos eventos paralelos à grade principal, já que o evento é mais um momento importante de encontro da comunidade Software Livre nacional.

Este ano, estão previstos o I Encontro Nacional do LibreOffice, um Festival de Instalação de Software Livre, um Encontro de Empreendedorismo, as Jornadas Demoiselle e Expresso, além da Tenda Jovem Cultural, espaço que já está se tornando tradição no Consegi, com programação cultural e de introdução ao universo do Software e da Cultura Livre voltada a jovens secundaristas das escolas públicas do DF e entorno, com apoio do Projeto Serpro de Inclusão Digital (PSID). A Tenda apresentará atividades formativas, como oficinas de HTML e PHP, criação gráfica e de vídeos, ferramentas para DJs, entre outras, com o objetivo de fomentar a cultura do software livre, promovendo o contato dos jovens com tecnologia, inovação, desenvolvimento, portabilidade, colaboração e integração.

Ainda há vagas para as oficinas

Ao todo, quase 50 oficinas totalmente gratuitas serão oferecidas durante o Consegi, totalizando mais de 1000 vagas. A maioria está com as vagas esgotadas, mas ainda é possível se inscrever nas oficinas  “The Technical Infrastructure of Tine 2.0”, que será apresentada em inglês, Introdução do ZimbraLibre Office Calc IntermediárioLibre Office Draw e no Coding Dojo com o Framework Demoiselle, ou inscrever-se em lista de espera nas oficinas Libre Office Impress e Mixagem em Software Livre com o Mix.

Para inscrever-se nas oficinas é necessário inscrever-se antes no Consegi.



Software livre é a alternativa contra espionagem eletrônica

July 21, 2013 14:44, by Bertoni - 0no comments yet

O software livre pode ser usado por todosO software livre pode ser usado por todos

A utilização de softwares livres, ou seja, programas de internet com códigos abertos, que podem ser copiados e modificados por qualquer pessoa, pode ser uma opção para evitar problemas de espionagem como os que foram denunciados recentemente. A avaliação é do diretor-presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Marcos Mazoni.

– O mundo do software livre é uma belíssima resposta a tudo isso que está acontecendo no mundo hoje. Se nós trabalhamos com códigos fechados, que não nos permitem saber o que estão fazendo, é muito mais propício a uma decisão desse fornecedor se vai nos espionar ou não. No mundo do software livre, a decisão passa para nós, muda de lado, passa para o mundo do usuário – explica. Mazoni lembra que a implementação do software livre em plataformas de governos sempre teve como foco aumentar a segurança dos dados dos países.

Para debater essas e outras questões, o Serpro promove, de 13 a 15 de agosto, a sexta edição do Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico (Consegi), em Brasília. O tema deste ano é Portabilidade, Colaboração e Integração. “São temas muito atuais: estamos trabalhando com a lógica de que o mundo da tecnologia vai ter que suportar mobilidade, rede social, grandes quantidades de informações”, disse Mazoni.

O evento terá 50 oficinas e 150 palestras, com a participação de representantes de diversos países, entre agentes públicos, movimentos sociais, hackativistas, pesquisadores e estudantes para debater tecnologias que podem ampliar o acesso à informação e agilizar a prestação de serviços públicos. O Consegi também irá prestar uma homenagem ao ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela.

– Especialmente pela questão do respeito à individualidade e às diferenças. Associando a tecnologia à razão mais importante do ser humano que é o respeito. E colaboração só acontece com respeito – diz Mazoni.

No ano passado, o evento reuniu cerca de 5 mil participantes, e a expectativa é que esse número se amplie para até 6 mil participantes neste ano. O evento é gratuito e as inscrições podem ser feitas pelo site da organização . Entre as oficinas oferecidas estão edição de músicas e vídeos ou criação de aplicativos móveis e robôs com softwares livres.

Fonte: Correio do Brasil



Relato do Encontro Comunitário do Noosfero no FISL 14

July 20, 2013 16:12, by Unknown - 0no comments yet

Quem não foi, perdeu! Contudo, segue abaixo uma síntese de tudo que rolou no encontro comunitário do Noosfero no FISL 14, em Porto Alegre.

O encontro foi no dia 06/07/2013 no FISL 14 em POA

Presentes

  • Afonso Rech
  • Alan Tygel
  • Ana Luisa Losnak
  • Daniel Bucher
  • Daniela Feitosa
  • Felipe Vencato
  • Flávio Pazatto
  • José Honorato
  • Nicholas Santos
  • Nitai Bezerra
  • Paulo Santana
  • Pedro Belasco
  • Ricardo Poppi
  • Rodrigo Souto
  • Sérgio Bertoni
  • Vicente Aguiar

Relatos dos projetos e funcionalidades no Noosfero

UNB (Daniel)

Lá ainda está num estágio inicial do projeto de utilização do Noosfero como rede da universidade. Já tem uma instância online . A rede foi criada usando como referência a rede da USP. Está na fase de checar com o cpd para checar uma forma de autenticação integrada (rede social e moodle). O Daniel Bucher está fazendo o TCC orientado pelo Paulo Meirelles de levantar as necessidades da comunidade em relação a funcionalidades que precisam ser desenvolvidas. Uma dessas funcionalidades seria integrar a base de dados do Noosfero com o Moodle.

Estimativa de usuários: 35 mil Estimativa de comunidades: ??? URL: comunidade.unb.br

 

USP (Ana)

Na Usp existia uma rede social usando o Elgg, mas estava abandonado e ninguém usava. A Ana entrou em Março no projeto Stoa, está se adaptando ao grupo e conversando com pessoas para descobrir as demandas dela. A maioria das pessoas que estão usando o Stoa atualmente estão fazendo TCC ou fazem parte de alguma disciplina que o professou indicou para eles usarem. Ela ainda está aprendendo a desenvolver no Noosfero resolvendo bugs e também planeja fazer a integração do Noosfero com o Moodle.

URL: social.stoa.usp.br Número de suários: 58 mil Número de comunidades: 880

 

Fundação Pensamento Digital (Flávio Pazatto)

Foi projeto em POA na periferia que usou o Noosfero realizado por uma professora. ??? acredita que é necessário entrar em contato com o governo para obter investimento do governo para realizar mais projetos nesse sentido. O projeto foi descontinuado por falta de desenvolvimento.

 

Kiron (Afonso)

O orientador delO plano era colocar o Noosfero na universidade, mas acabou por falta de pessoas para da prosseguimento ao processo. Atualmente só tem ele e uma pedagoga. Tem chance de voltar a surgir com um novo estágiario que está entrando. Eles tentaram começar a usar a funcionalidade de empreendiemntos, porém poucas pessoas criaram empreendimentos e além disso não deram continuidade. Ele acredita que o chat é muito importante para o Noosfero.

Número de usuários: 14 Número de comunidades: 7 Número de empreendimentos: 1 URL: kiron.unesc.net:22223

 

Cirandas (Alan)

O Cirandas está desde o ínicio do Noosfero. É fianciado pelo FBES. Eles estão no processo de inserir novos empreendimentos atráves do novo mapeamento dos empreendimentos. O Cirandas tem seu foco principal na linha econômica. Eles usam bastante as funcionalidades de empreendimentos, categoria de produtos, vitrine, etc. Eles pretedem avançar nas funcionalidades de inteligência economica. Já tem desenvolvidas, o farejador, coletivo de consumo, carrinho de compras, moeda coletiva, vitrine de produtos e serviços, ???.

Número de usuários: 8 mil Número de comunidades: 500 Número de empreendimentos: 22 mil URL: cirandas.net

 

Escambo (Alan)

O Escambo é voltado para os pontos de cultura e fomentação de trocas. O principal ponto dele é estimular os pontos de cultura a funcionarem como fornecedores de produtos. Já existe implementada a funcionalidade de saberes, interesses, etc. Eles fizeram várias funcionalidades novas através de plugins, criaram interfaces (design, arquitetura de informações, etc) novas com a Preface. O Escambo funciona como uma espécie de "distribuição" do Noosfero. Eles tiveram que fazer muitas coisas além do core e agora inciarão o processo de integração com o core. A ideia é ter diversas distribuições que resolvam subcategorias de redes sociais específicas, como rede econômica ou educacional, com um conjunto de plugins e temas.

Número de usuários: Número de comunidades: Estimativa de usuários: Estimativa de comunidades: URL: escambo.org.br

 

Portal de Participação Social (Ricardo)

Está na versão de testes. Existe um plano de se contratar consultores para desenvolver novas funcionalidades em par com o pessoal de lá como uma forma de preparar a rede e capacitar pessoal.

Número de usuários: Número de comunidades: Estimativa de usuários: Estimativa de comunidades: URL: psocial.sg.gov.br Funcionalidades:

 

Noosfero (Vicente)

Em questão de novas funcionaliddes estamos trabalhando em:

  • Migração do Rails 2.3 para o Rails 3.2 e ruby 1.8.7 para 1.9.2.
  • Correção do Chat (0.43.0)
  • Chat integrado com outras ferramentas XMPP.
  • Performance
  • Customização de tema e layout para os usuários pela interface
  • API
  • Documentação
  • Federação
    • Proposta de iniciar essa discussão com outras organizações interessadas no Latinoware.
  • GUI

 

Blogoosfero (Bertoni)

O Blogoosfero surge em 2011 após uma demanda da blogosfera progressista em ter um servidor de blogs e rede social seguro, soberano e autônomo, a fim de evitar que servidores comerciais retirassem blogs do ar por conta de pedidos de políticos ou empresas que perseguiam e queriam censurar @s blogueir@s.

É uma tentativa de aproximação da comunidade de software livre com a comunidade de blogueir@s e midialivristas.

Para nós o Blogoosfero é mais que uma rede social ou um provedor de blogs. É uma plataforma de comunicação livre e soberana.

É a plataforma que está mais em contato com o grande público formado apenas por usuários finais, assim como, o futuro Portal de Participação Social.  Neste aspecto estas duas redes se diferem um pouco das demais redes baseadas em noosfero que tem um caráter mais corporativo e voltadas para o desenvolvimento da plataforma.

Realizamos uma pesquisa com nossos usuários e notamos que a maioria absoluta gostaria de poder mexer mais com o layout e criar identidades próprias para seus blogs, sites ou comunidades.

A facilidade de uso e configuração é fundamental para o sucesso do Blogoosfero.

Nossa proposta é que tenhamos duas frentes de desenvolvimento, trabalhando concomitantemente:
a) Blogoosfero e Portal da Participação Social devem investir na usabilidade da plataforma. Seriam uma espécie de "Ubuntu" do Noosfero, ou seja, focadas no conceito "User Friendly", fazendo com que os usuários realmente sintam-se donos da plataforma e possam participar do processo de desenvolvimento e dela se apropriar.
b) As demais redes seguiriam no trabalho desenvolvido com maestria até o momento, ou seja, focados em novas funcionalidades, estabilidade e segurança do software e da plataforma noosfero. Diríamos que seriam o Debian do Noosfero.

Dentro da proposta de usabilidade, implantar um sistema de streaming e gerenciamento de vídeos é fundamental. Muitos de nossos usuários demandam esta funcionalidade. Ela também é fundamental para integrar TVs Comunitárias à nossa plataforma.

Outro ponto que é preciso investir é na popularização da plataforma, na disseminação da mesma entre usuários e programadores.

Desenvolver os protocolos de Redes Sociais Federadas e fazer as redes noosfero conversar entre si são de extrema importância para o desenvolvimento do noosfero e do Blogoosfero como plataforma de comunicação livre, aberta e soberana.

Estamos montando uma equipe de aprendizado e desenvolvimento do Blogoosfero em Curitiba.

 

Planos para o gerenciamento da comunidade

 

  • (Continuação do encontro no estande do fisl)

 

Reuniões periódicas da comunidade:

 

  • Objetivo: Manter o conhecimento de tudo o que está sendo feito na comunidade
  • Frequencia: Quinzenal, via hangout e IRC (chat)
  • Metodologia: Cada projeto traz pontualmente o resultado/trabalho da quinzena e o planejamento da próxima (“actions itens” criados)
  • Relatoria: Na Wiki da comunidade
  • Issue/bug tracker: Na wiki da comunidade
    • (em inglês na wiki da comunidade (foswiki) e em seguida traduzido em português no github? - sim, aí o github vira esse espaço aberto em que os parceiros e cidadãos abrem os tickets ligados ao esforço do portal de participação social)
  • Segundas-feiras, a cada 15 dias, começando a 15 de julho às 17h (link do hangout será divulgado no IRC)
  • Definir o cronograma de desenvolvimento do release do momento.

 

Ampliar o time de release manager

 

  • O processo hoje está envolvendo apenas uma organização (a Colivre) e seria muito importante para Colivre e para comunidade que esse processo seja compartilhado com outros desenvolvedores. Isto porque o processo de RM é um investimento que a Colivre assume sozinha, além de ser importante compartilhar a expertise de RM com outros desenvolvedores.

 

  • O Alan Tygel sugeriu que fosse incluído, em futuros projetos de captação de recursos de todas as organizações envolvidas no Noosfero, uma rubrica financeira para o processo de RM do projeto geral.


Relato do Encontro Comunitário do Noosfero no FISL 14

July 20, 2013 16:12, by Unknown - 0no comments yet

Quem não foi, perdeu! Contudo, segue abaixo uma síntese de tudo que rolou no encontro comunitário do Noosfero no FISL 14, em Porto Alegre.

O encontro foi no dia 06/07/2013 no FISL 14 em POA

Presentes

  • Afonso Rech
  • Alan Tygel
  • Ana Luisa Losnak
  • Daniel Bucher
  • Daniela Feitosa
  • Felipe Vencato
  • Flávio Pazatto
  • José Honorato
  • Nicholas Santos
  • Nitai Bezerra
  • Paulo Santana
  • Pedro Belasco
  • Ricardo Poppi
  • Rodrigo Souto
  • Sérgio Bertoni
  • Vicente Aguiar

Relatos dos projetos e funcionalidades no Noosfero

UNB (Daniel)

Lá ainda está num estágio inicial do projeto de utilização do Noosfero como rede da universidade. Já tem uma instância online . A rede foi criada usando como referência a rede da USP. Está na fase de checar com o cpd para checar uma forma de autenticação integrada (rede social e moodle). O Daniel Bucher está fazendo o TCC orientado pelo Paulo Meirelles de levantar as necessidades da comunidade em relação a funcionalidades que precisam ser desenvolvidas. Uma dessas funcionalidades seria integrar a base de dados do Noosfero com o Moodle.

Estimativa de usuários: 35 mil Estimativa de comunidades: ??? URL: comunidade.unb.br

 

USP (Ana)

Na Usp existia uma rede social usando o Elgg, mas estava abandonado e ninguém usava. A Ana entrou em Março no projeto Stoa, está se adaptando ao grupo e conversando com pessoas para descobrir as demandas dela. A maioria das pessoas que estão usando o Stoa atualmente estão fazendo TCC ou fazem parte de alguma disciplina que o professou indicou para eles usarem. Ela ainda está aprendendo a desenvolver no Noosfero resolvendo bugs e também planeja fazer a integração do Noosfero com o Moodle.

URL: social.stoa.usp.br Número de suários: 58 mil Número de comunidades: 880

 

Fundação Pensamento Digital (Flávio Pazatto)

Foi projeto em POA na periferia que usou o Noosfero realizado por uma professora. ??? acredita que é necessário entrar em contato com o governo para obter investimento do governo para realizar mais projetos nesse sentido. O projeto foi descontinuado por falta de desenvolvimento.

 

Kiron (Afonso)

O orientador delO plano era colocar o Noosfero na universidade, mas acabou por falta de pessoas para da prosseguimento ao processo. Atualmente só tem ele e uma pedagoga. Tem chance de voltar a surgir com um novo estágiario que está entrando. Eles tentaram começar a usar a funcionalidade de empreendiemntos, porém poucas pessoas criaram empreendimentos e além disso não deram continuidade. Ele acredita que o chat é muito importante para o Noosfero.

Número de usuários: 14 Número de comunidades: 7 Número de empreendimentos: 1 URL: kiron.unesc.net:22223

 

Cirandas (Alan)

O Cirandas está desde o ínicio do Noosfero. É fianciado pelo FBES. Eles estão no processo de inserir novos empreendimentos atráves do novo mapeamento dos empreendimentos. O Cirandas tem seu foco principal na linha econômica. Eles usam bastante as funcionalidades de empreendimentos, categoria de produtos, vitrine, etc. Eles pretedem avançar nas funcionalidades de inteligência economica. Já tem desenvolvidas, o farejador, coletivo de consumo, carrinho de compras, moeda coletiva, vitrine de produtos e serviços, ???.

Número de usuários: 8 mil Número de comunidades: 500 Número de empreendimentos: 22 mil URL: cirandas.net

 

Escambo (Alan)

O Escambo é voltado para os pontos de cultura e fomentação de trocas. O principal ponto dele é estimular os pontos de cultura a funcionarem como fornecedores de produtos. Já existe implementada a funcionalidade de saberes, interesses, etc. Eles fizeram várias funcionalidades novas através de plugins, criaram interfaces (design, arquitetura de informações, etc) novas com a Preface. O Escambo funciona como uma espécie de "distribuição" do Noosfero. Eles tiveram que fazer muitas coisas além do core e agora inciarão o processo de integração com o core. A ideia é ter diversas distribuições que resolvam subcategorias de redes sociais específicas, como rede econômica ou educacional, com um conjunto de plugins e temas.

Número de usuários: Número de comunidades: Estimativa de usuários: Estimativa de comunidades: URL: escambo.org.br

 

Portal de Participação Social (Ricardo)

Está na versão de testes. Existe um plano de se contratar consultores para desenvolver novas funcionalidades em par com o pessoal de lá como uma forma de preparar a rede e capacitar pessoal.

Número de usuários: Número de comunidades: Estimativa de usuários: Estimativa de comunidades: URL: psocial.sg.gov.br Funcionalidades:

 

Noosfero (Vicente)

Em questão de novas funcionaliddes estamos trabalhando em:

  • Migração do Rails 2.3 para o Rails 3.2 e ruby 1.8.7 para 1.9.2.
  • Correção do Chat (0.43.0)
  • Chat integrado com outras ferramentas XMPP.
  • Performance
  • Customização de tema e layout para os usuários pela interface
  • API
  • Documentação
  • Federação
    • Proposta de iniciar essa discussão com outras organizações interessadas no Latinoware.
  • GUI

 

Blogoosfero (Bertoni)

O Blogoosfero surge em 2011 após uma demanda da blogosfera progressista em ter um servidor de blogs e rede social seguro, soberano e autônomo, a fim de evitar que servidores comerciais retirassem blogs do ar por conta de pedidos de políticos ou empresas que perseguiam e queriam censurar @s blogueir@s.

É uma tentativa de aproximação da comunidade de software livre com a comunidade de blogueir@s e midialivristas.

Para nós o Blogoosfero é mais que uma rede social ou um provedor de blogs. É uma plataforma de comunicação livre e soberana.

É a plataforma que está mais em contato com o grande público formado apenas por usuários finais, assim como, o futuro Portal de Participação Social.  Neste aspecto estas duas redes se diferem um pouco das demais redes baseadas em noosfero que tem um caráter mais corporativo e voltadas para o desenvolvimento da plataforma.

Realizamos uma pesquisa com nossos usuários e notamos que a maioria absoluta gostaria de poder mexer mais com o layout e criar identidades próprias para seus blogs, sites ou comunidades.

A facilidade de uso e configuração é fundamental para o sucesso do Blogoosfero.

Nossa proposta é que tenhamos duas frentes de desenvolvimento, trabalhando concomitantemente:
a) Blogoosfero e Portal da Participação Social devem investir na usabilidade da plataforma. Seriam uma espécie de "Ubuntu" do Noosfero, ou seja, focadas no conceito "User Friendly", fazendo com que os usuários realmente sintam-se donos da plataforma e possam participar do processo de desenvolvimento e dela se apropriar.
b) As demais redes seguiriam no trabalho desenvolvido com maestria até o momento, ou seja, focados em novas funcionalidades, estabilidade e segurança do software e da plataforma noosfero. Diríamos que seriam o Debian do Noosfero.

Dentro da proposta de usabilidade, implantar um sistema de streaming e gerenciamento de vídeos é fundamental. Muitos de nossos usuários demandam esta funcionalidade. Ela também é fundamental para integrar TVs Comunitárias à nossa plataforma.

Outro ponto que é preciso investir é na popularização da plataforma, na disseminação da mesma entre usuários e programadores.

Desenvolver os protocolos de Redes Sociais Federadas e fazer as redes noosfero conversar entre si são de extrema importância para o desenvolvimento do noosfero e do Blogoosfero como plataforma de comunicação livre, aberta e soberana.

Estamos montando uma equipe de aprendizado e desenvolvimento do Blogoosfero em Curitiba.

 

Planos para o gerenciamento da comunidade

 

  • (Continuação do encontro no estande do fisl)

 

Reuniões periódicas da comunidade:

 

  • Objetivo: Manter o conhecimento de tudo o que está sendo feito na comunidade
  • Frequencia: Quinzenal, via hangout e IRC (chat)
  • Metodologia: Cada projeto traz pontualmente o resultado/trabalho da quinzena e o planejamento da próxima (“actions itens” criados)
  • Relatoria: Na Wiki da comunidade
  • Issue/bug tracker: Na wiki da comunidade
    • (em inglês na wiki da comunidade (foswiki) e em seguida traduzido em português no github? - sim, aí o github vira esse espaço aberto em que os parceiros e cidadãos abrem os tickets ligados ao esforço do portal de participação social)
  • Segundas-feiras, a cada 15 dias, começando a 15 de julho às 17h (link do hangout será divulgado no IRC)
  • Definir o cronograma de desenvolvimento do release do momento.

 

Ampliar o time de release manager

 

  • O processo hoje está envolvendo apenas uma organização (a Colivre) e seria muito importante para Colivre e para comunidade que esse processo seja compartilhado com outros desenvolvedores. Isto porque o processo de RM é um investimento que a Colivre assume sozinha, além de ser importante compartilhar a expertise de RM com outros desenvolvedores.

 

  • O Alan Tygel sugeriu que fosse incluído, em futuros projetos de captação de recursos de todas as organizações envolvidas no Noosfero, uma rubrica financeira para o processo de RM do projeto geral.


Hardware livre: um supercomputador por $99

July 20, 2013 16:12, by Unknown - 0no comments yet

Enviado por Sérgio de Oliveira Ramos

Computador mais barato do mundo poderá ter fábrica no Brasil

Com informações da BBC - 18/07/2013

Computador mais barato do mundo pode ter fábrica no Brasil

O Raspberry Pi, o computador mais barato do mundo, poderá ser fabricado no Brasil para baratear o preço do produto no país.

O RasberryPi é vendido por US$ 35 (R$ 78) no Reino Unido, mas chega ao Brasil custando US$ 85, cerca de R$ 189.

"As taxas de importação do Brasil são quase proibitivas", disse Eben Upton, diretor-executivo do Raspberry Pi Foundation. "Por isso, se conseguirmos produzir o Pi por lá, tornaremos o produto muito mais acessível e poderemos também facilitar a distribuição para toda a América Latina."

Upton diz considerar a região como um mercado prioritário para a distribuição do computador.

Sem fornecer números precisos, Upton disse que atualmente vende "algumas milhares" de unidades do computador no Brasil, o que ele considera pouco diante do tamanho da população, renda média e "entusiasmo dos brasileiros por tecnologia."

Ele afirma que ainda está no estágio de reconhecimento do mercado e que ainda não negociou com possíveis parceiros a fabricação do Pi no Brasil.

Raspberry PI

O Raspberry PI é um computador de uma placa só, do tamanho de um cartão de crédito, que não possui teclado, mouse, ou monitor.

O Pi, como é carinhosamente conhecido, tem um sistema operacional baseado em Linux, que pode ser trocado por outro software de código aberto.

Segundo Upton, a ideia principal por trás do Raspberry Pi é fomentar a educação.

"Não estamos produzindo engenheiros de computação suficiente no Reino Unido, ou no planeta. Por isso pensamos que poderíamos criar um novo dispositivo para produzir uma nova geração de entusiastas de programação," disse Upton.

Upton diz que o software da placa é atualizado em média a cada dois meses e que não haverá uma nova versão do computador nos próximos dois anos. "Não queremos que as pessoas invistam dinheiro e esforços em um produto que irá expirar em breve. Ainda há espaço suficiente para crescer com o modelo atual, e desafios para serem superados."

Ao nomear sua criação como Raspberry Pi (ou "Framboesa Pi" em português), os fundadores buscaram continuar a tradição de empresas de informática que usam frutas como um nome, como Apple (Maçã) e BlackBerry (Amora).

"Raspberry (framboesa) parecia uma fruta divertida, e projetava a imagem que queríamos. E Pi (além de sua referência ao número) foi uma homenagem à linguagem de programação Python, uma das mais educativas que existe," explicou Upton.

"Espero que em cinco anos ela se torne uma plataforma verdadeiramente útil para que as pessoas façam o que quiser com ela. E espero que o Raspberry Pi esteja presente em muitas casas em países em desenvolvimento," completou.

Caridade tecnológica

Mas apesar de seu tamanho, é um sucesso de vendas para a organização sem fins lucrativos que o criou.

"Até pouco antes do lançamento, nossa ambição era vender mil unidades," disse Upton. "Mas logo antes de lançar, suspeitamos que não seria suficiente, e que teríamos uma demanda maior do que esperávamos."

O maior problema da organização era que eles não estavam preparados para atender uma grande demanda, nem teriam a capacidade de fabricar milhões de unidades em pouco tempo.

"Nós somos uma organização de caridade, não temos muito dinheiro. Não podemos pegar investimento privado, nem vender ações na bolsa de valores", diz Upton. "Por isso mudamos o modelo operacional e nos tornamos uma empresa que licencia o uso da criação."

Assim, com parceiros a bordo, o projeto foi capaz de receber uma boa notícia: 100 mil unidades vendidas no primeiro dia de lançamento, 29 de fevereiro de 2012, e mais de um milhão até o momento. Curiosamente, contou o fundador, 70% das vendas foram fora do Reino Unido, principalmente nos Estados Unidos.

Cérebro para robôs

Duas coisas surpreenderam Upton desde o lançamento do aparelho. Uma delas é o fato de que as pessoas estão usando o Raspberry Pi como uma parte central de novos equipamentos, principalmente de robôs. "Achávamos que as inovações viriam mais do lado de software."

A segunda surpresa foi que, apesar de ter sido criado pensando na educação de jovens e crianças, outras pessoas estão usando o computador. "Pessoas estão se juntando e estão fazendo coisas muito engraçadas com ele".

"Isso pode ser explicado porque, no Reino Unido, há uma longa tradição de ver a computação como algo divertido, algo que você pode usar para inovar e criar coisas incríveis", concluiu Upton. Escolas

O projeto para levar o Raspberry Pi às escolas também está progredindo. O escritório do Google no Reino Unido, por exemplo, concedeu um subsídio de US$ 1 milhão para distribuir o computador em milhares de escolas.

Ao contrário do projeto One Laptop Per Child ("Um computador por criança" em tradução livre), criado por duas ONGs norte-americanas para supervisionar a facilitação de dispositivos educacionais para países em desenvolvimento, o Raspberry não trabalha com governos, mas com as comunidades e escolas que vêm a eles, criando uma rede de entusiastas que acreditam no produto.



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