Ir al contenido

Software Livre

Full screen Sugerir un artículo

Blog

abril 3, 2011 21:00 , por Desconocido - | 1 person following this article.

Pesquisa da UFRGS mapeia software educacional livre

febrero 13, 2015 9:30, por Desconocido


Um projeto da Faculdade de Educação da UFRGS disponibiliza à comunidade o resultado de um trabalho de coleta e sistematização de dados de mais de 300 programas destinados ao ensino. A ideia é a de que professores da Educação Básica acessem a Tabela Dinâmica Software Educacional Livreonline, e consultem os programas que podem ser empregados em sala de aula, para aprendizagem de diversas matérias, como Biologia, Física, Geografia, Matemática, Química, entre outras.

A iniciativa é coordenada pelo professor Paulo Francisco Slomp, que explica que a ferramenta está organizada para que os usuários possam encontrar facilmente o que necessitam. “A tabela está configurada para que seja exibido o ordenamento alfabético das áreas do conhecimento. Assim, professores de uma determinada disciplina poderão facilmente visualizar o objeto de seu interesse através da diferenciação das áreas através de cores”, completa. Além disso, os interessados também podem reordenar os dados conforme a faixa etária dos alunos, de acordo com o nível de ensino – Educação Infantil, Anos Iniciais e Finais do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Ensino Superior.

Todos as ferramentas mapeadas pelo projeto são do tipo software livre, que tem como característica fundamental o fato de a licença disponibilizar o código fonte para que possa ser modificado pelos usuários. “Assim, o conhecimento utilizado para produzir o programa se torna público, o pensamento e o raciocínio utilizados em sua produção passam a fazer parte do acervo de conhecimentos da humanidade”, ressalta Slomp. Outra vantagem é que 99% softwares de código aberto são gratuitos, o que também contribui para a democratização desses recursos.

Colaboração social

Para possibilitar a colaboração direta da comunidade, a Tabela Dinâmica Software Educacional Livre tem uma versão wiki na web. Deste modo, qualquer usuário que queira contribuir com o projeto pode adicionar novos programas à lista sem necessidade de pedir autorização aos idealizadores. “Professores, alunos e demais internautas podem consultar as informações disponibilizadas na tabela e podem também alterar seu conteúdo sem a necessidade de solicitar permissão, corrigindo diretamente eventuais erros e imprecisões e adicionando conteúdo”, ressalta o pesquisador.

Outras línguas

Para expandir o trabalho a comunidades de outros países, versões da tabela em outras línguas estão sendo disponibilizadas. Acesse em inglês, em espanhol, em francês, em italiano e em alemão.

Muito boa iniciativa! 



Assista o vídeo comemorativo aos 30 anos da FSF: Libertação do Usuário

febrero 11, 2015 20:14, por Desconocido

 

Tradução do site da FSF. Texto original em https://www.fsf.org/blogs/community/user-liberation-watch-and-share-our-new-video

A maioria das pessoas interagem com software livre todos os dias, mas muitas delas não sabem o que o software livre é ou porque eles deveriam mudar sua rotina para usá-lo. Queremos corrigir isso (e nós achamos que você também), por isso, nós encomendamos um pequeno vídeo que faz com que o software livre seja fácil para todos entenderem:

Por favor, ajude-nos a espalhar a consciência software livre assistindo este vídeo e compartilhando com os amigos por e-mail e mídias sociais.

Fizemos uma parceria com a Urchin para fazer essa introdução animada para o software livre.  Urchin fez o vídeo utilizando software livre. As pessoas tem procurado a FSF por 30 anos para obter explicações sobre a importância do software livre. Queremos fazer mais vídeos como este, e outros materiais, mas eles custam dinheiro. Se conseguirmos o nosso objetivo de angariação de fundos anual de 525 mil dólares até 31 de janeiro, você pode ter certeza que mais projetos grandes como este virão em 2015.

Esta é a maior semana de angariação de fundos do ano, e ainda temos um caminho a percorrer se quisermos atingir nossa meta até o dia 31 de janeiro. Por favor, mostre seu amor por este vídeo, fazendo uma doação ou se tornando um membro hoje.

Baixe este vídeo:

Full resolution | 1080p | 360p | 240p | Arquivos de produção

Legenda - traduzida para o português por Bruno Buys:

FSF_30_pt_BR.srt

Youtube com legenda:



Microsoft Libera o código da máquina Virtual do .NET como OpenSource

febrero 11, 2015 19:48, por Desconocido

Microsoft da mais um passo em direção ao OpenSource liberando o código da runtime do .NET que é sua máquina virtual do .NET. O Runtime é responsável por executar seu aplicativo .NET . O código está publicado no gihub  https://github.com/dotnet/coreclr e já está sendo testado no linux. O time do Projeto Mono já está trabalhando para integrar o fonte da runtime ao código fonte do mono. Nós do MonoBrasil (www.monobrasil.com.br) estamos atentos as novidades e colocando a novidades em nosso portal e em nossa fanpage do facebook para que quizer acompanhar. Resta saber saber se a oracle vai seguir o exemplo da Microsoft e libera o código fonte da rutime do Java. 

 

Link:

http://blogs.msdn.com/b/dotnet/archive/2015/02/03/coreclr-is-now-open-source.aspx

 

https://github.com/dotnet/coreclr



Comunidade Ubuntu: volte para o Software Livre

febrero 11, 2015 19:48, por Desconocido

Se foram um pouco mais de dois anos desde que a Canonical decidiu enganar todos seus usuários instalando um programa pernicioso, invasivo e espião, sem dizer nada a ninguém, em seu sistema operacional batizado de Ubuntu. O programa em questão monitora suas pesquisas e entrega para a Amazon. Parou de fazer isso? Não faz a menor diferença.

Eu costumava provocar meus amigos Debianers que Ubuntu é uma palavra africana que significa "Debian bem feito". A resposta era imediata, me corrigindo: "Ubuntu significa não sei instalar Debian". Piadas e provocações a parte, Ubuntu significa "Sou o que sou pelo que nós somos". O sentido poético é inspirador, afinal de contas, Ubuntu, eu e você deveríamos ser uma simbiose. Um conjunto. Um círculo, sem inicio nem fim, onde todos tomos o que somos pero que todos somos.

Mas o que somos? Antes de existir a Canonical ou Ubuntu, já éramos uma comunidade de Software Livre, do Movimento Software Libre. Compartilhamento, amizade, camaradagem, liberdade, honestidade, era isso o que éramos. No Brasil fomos um dos grupos mais bem estruturados e unidos. Os laços tem haver com a cultura, a fé, a pobreza financeira, a riqueza de espírito, a humanidade e especialmente o desejo que querer o melhor para nossos semelhantes. Essa é a essência do Movimento social e político do Software Livre.

Ao longo do tempo aconteceu uma relação inversamente proporcional: quanto mais o Ubuntu evoluía como sistema operacional, menor era o compromisso da comunidade com os princípios do Software Livre. Ubuntu ficou mais fácil de instalar graças a seus drivers proprietários: a comunidade aceitou. A FSF denunciou o comportamento antiético e amoral da Canonical e a comunidade decidiu demonizar o Stallman. O kernel do Ubuntu é o que mais tem códigos não livres e a comunidade parece gostar cada vez mais.

Em 2012, depois das denúncias da FSF eu deixei de usar Ubuntu. Convidei e continuo convidando muitos a fazerem o mesmo, afinal o conjunto Software Privativo + Spyware + Comportamento de Microsoft, não coaduna com os princípios do Software Livre. Até escrevi um outro artigo dando os detalhes chamado "A Microsoftização da Canonical". Tenho alertado, pedido, conversado, escrito e palestrado. Mas parece que quanto mais eu falo, menos efeito tem. Até mesmo mega eventos de Software Livre como o FISL e o Latinoware insistem em fazer amplo uso e propaganda da distribuição. É como se não usar Ubuntu fosse feio, impossível ou improvável. Percebo esse mesmo sentimento nos usuários dos produtos da Apple: sabem que não é correto, mas insistem em usar.

É claro que se pode esperar comportamento antiético e amoral das empresas. Elas foram criadas para isso. Em uma economia capitalista não devemos ser ingênuos, certo? Então porque a comunidade Ubuntu não reage? Como é possível que a maior comunidade defensora de Software Livre do Brasil não defenda mais Software Livre? Porque os milhares de ativistas que se esforçaram tanto para mostrar a seus amigos e parentes que usar GNU era melhor. Segurança, estabilidade, liberdade!

Liberdade de código. Aquela que garante e perpetua a liberdade através da GPL. Aquela que transforma a relação entre os fabricantes e os consumidores, empoderando os usuários, finalmente. Liberdade de código que tornou restrições de área em DVD's obsoleta, que fez engenharia reversa em diversas placas Wifi. Liberdade que leva ao compartilhamento, que leva à excelência, que transforma software em serviço e não em produto. Liberdade que abalou as colunas dos grandes monopólios.

A Comunidade Ubuntu  mudou? Claro que sim! Muito mais adeptos, muito mais usuários, muito mais computadores instalados. Então o saldo é positivo, pois mais pessoas entendem que a liberdade do software lhes garante qualidade computacional, lhes dão mais poder nas relações comerciais e assim promovemos uma sociedade mais justa, certo? Infelizmente o resultado não foi bem esse. É fato que o número de usuários cresceu geometricamente, mas a grande maioria não faz ideia do que usa, nem do benefícios do Software Livre. E todos os usuários de Ubuntu, sem exceção, estão usando Software Privativo.

Pode-se argumentar que os usuários comuns não devem saber dos detalhes. Eles não entenderiam. Ele querem que "a coisa" funcione e nada mais. Pode ser, mas o risco de não educar as massas, é que quando o perigo se apresentar, elas não saberão distinguir entre o que é realmente certo, parcialmente certo, parcialmente errado ou realmente errado. Elas continuarão a querer apenas que " a coisa" funcione. Esse é o "Calcanhar de Aquiles" da massificação de usuários.

Será que a Comunidade Ubuntu tem isso bem claro? Vocês estão distribuindo código fechado. Em vez de ajudar a libertar as pessoas, estão ajudando a aprisioná-las. Será que está claro que a complacência ao aceitar a presença de código privativo e do comportamento amoral da Canonical, terminam enfraquecendo todo o Movimento Software Livre me escala mundial?

Sejam honestos com vocês mesmos. Será que não perceberam que "aberto" virou sinônimo de livre? É open isso, open aquilo. Open, aberto não é o mesmo que livre. Algo aberto não muda a forma das pessoas pensarem, apenas ajusta a forma de resolver problemas. Afinal de contas com acesso ao código e produzindo colaborativamente os negócios gastam menos e obtém melhores resultados. Mas desde quando a Comunidade Ubuntu passou a priorizar o desempenho das empresas em detrimento dos respeito às liberdades do usuários? Desde quando a ideia era facilitar a instalação do sistema operacional GNU, em detrimento do entendimento de seus princípios éticos e filosóficos?

Este é um apelo a toda a Comunidade Ubuntu para que usem sua tenacidade, capacidade de mobilização, perseverança, doação e espírito, para mudar de distribuição. Mostrem a Canonical que a Comunidade Software Livre é muito maior e mais poderosa do que ela. Mostrem que o que vale é o Software Livre e tudo que ele representa e não "um rosto bonito", que nos engana, maltrata e desrespeita. Escolham uma outra distribuição realmente comprometida.

Não somos ingênuos. Sabemos que o caminho é árduo. A batalha é sangrenta. O esforço é hercúleo. Mas podemos sim resgatar quele sentimento, aquela convicção de que se esta fazendo a coisa certa e não o mais fácil. Este é um convite para subirmos o Monte Everest mais uma vez. Desta vez do jeito certo.

Já imaginaram o recado que a Comunidade Ubuntu se intitulasse Comunidade GNU?

Saudações Livres!



A contrabalança contra a contrarrevolução

febrero 11, 2015 19:48, por Desconocido

O tempo cura todas as feridas, mas deixa marcas. As cicatrizes são recordatórios irremovíveis das duras experiências e das lambadas levadas no árduo caminho da militância contra o status quo. Depois de quase duas décadas carrego as minhas com certo orgulho, afinal de contas quem não tem cicatrizes não lutou e portanto não tem inimigos. Li em algum lugar que "a pessoa pode ser medida pelo tamanho de seus inimigos". Acho que faz sentido.

Mas não podemos ignorar as lições aprendidas em cada batalha. O que mais tenho percebido é que o sistema mercantilista e o individualismo são implacáveis. Se supunha que o Movimento Software Livre fosse um polo de resistência ao modelo tradicional de exploração do homem pelo homem, afinal, contribuir, compartilhar, somar, agregar, distribuir são todos adjetivos usados para descrever o bem coletivo. Mas fomos minados, distorcidos, vendidos, canibalizados, enganados e persuadidos a acreditar que esses adjetivos deveriam servir ao bom e velho modelo onde um irmão explora o outro. A ideologia virou modelo de negócio. Essa é a contribuição irreversível da OSI para o Software Livre.

Termos como FOSS ou Linux que servem para suprimir os termos Free Software e GNU, palestras sobre como fazer dinheiro com Software Livre, exposição ao ridículo dos defensores ideológicos, mercantilização das marcas mais conhecidas, recrutamento dos melhores desenvolvedores e ativistas, são algumas das técnicas usadas para levar a cabo a contrarrevolução da OSI para descaracterizar o movimento social e político do Software Livre, mudando seu contexto e importância ideológica para tornar os adjetivos acima em meios de produção, modelo de negócio e agradar ao deus mercado.

Software Livre não é um modelo de negócio e, portanto, tem princípios éticos e ideológicos que se sobrepõem a qualquer tentativa de conciliação com ações que se coloquem de encontro a esses princípios. Já a OSI é volúvel, condescendente, ardilosa, esperta, simbiótica e letal. Transformar o Open Source em sinônimo de Free Software é a artimanha mais nefasta de todas, levada a cabo e praticamente consumada no imaginário coletivo.

O argumento de que é necessário popularizar o acesso ao Software Livre é irresistível. Todos caíram nele. Mas como esse nunca foi o verdadeiro ponto, foram feitos alguns ajustes no método: demonizar o Stallman, remover o GNU da jogada, fortalecer o termo Código Aberto - Open Source, e especialmente justificar a presença de código não livre, não aberto, nos principais programas a serem usados, em especial o kernel Linux. Assim abriram-se as portas para a invasão de drivers proprietários que aliviaram a pressão sobre os fabricantes de hardware. Não por coincidência esses são os maiores financiadores da OSI e da própria Linux Foundation. Até mesmo a demonizada Microsoft financia os principais projetos OSI do mundo. A cereja do bolo foi o impulso dado a uma distribuição que coadunasse com essas ideias e da mesma falta de comprometimento com o Software Livre e que estivesse disposta a assumir a relevância como distribuição padrão para as pessoas comuns, pois seria fácil de usar, compatível com todos os equipamentos, apoiadora dos grupos de usuários, focada no desktop e prova cabal de que um modelo de negócios baseado nos princípios do Software Livre era possível e viável: Ubuntu.

Mas talvez a maior de todas as armadilhas da contrarrevolução da OSI tenha sido a criação da complacência coletiva para justificar o uso de Software Proprietário, em nome de algo maior. É o caso dos drivers embutidos no Linux, mas é também o uso de ferramentas de comunicação social como o Google, Skype e Facebook. Se for para criar e manter uma lista de discussão de grupos ou desenvolvedores de FOSS, qual o problema se ela for hospedada e mantida pelo Google Groups? E as páginas dos projetos ou dos grupos de usuários podem ser no Facebook, qual é o problema? Afinal de contas, apesar de serem ferramentas absolutamente proprietárias, cerceantes, que não respeitam a privacidade, elas facilitam a vida das pessoas promovendo uma maior disseminação do FOSS. Como já expliquei antes, isso é um meio para colocar em prática a contrarrevolução que destrói os valores e princípios ideológicos do Software Livre. Porque não pode haver nenhuma concessão na liberdade para tentar garanti-la. Não faz sentido defender a liberdade do software usando software privativo, da mesma forma que não faz sentido defender a privacidade usando redes sociais devassas.

Mas não há nenhuma dúvida que os apelos mercadológicos da OSI prevaleceram. Ubuntu é a distribuição mais usada, as redes sociais devassas estão entupidas de ativistas, e a  maioria das pessoas não sabe a diferença entre Código Aberto e Software Livre. Então, se não reagirmos de alguma forma, vamos sucumbir até o último homem. Dentro de mais uma década não haverá mais nenhuma chance de reverter o quadro e o Movimento Software Livre será enterrado no caixão do Stallman.

Reagir como? Contrabalançando. A ação contra as empresas de Software Proprietário, os dinossauros como a Microsoft e IBM foi de enfrentamento direto. Não estávamos no mesmo "playground", até porque para eles isso nunca foi diversão, foram negócios, certo?

Neste caso o inimigo não parece inimigo, e se apresenta como de alta confiança e completamente alinhado com os princípios do movimento, então temos que ser tão esquivos quanto eles. É hora de reagir de forma silenciosa, mas firme em diversas áreas de atuação:

  • Não compre mais computadores, celulares ou tablets que não possam usar GNU ou versões modificadas de Andoid (CyanogenMOD, OMNI ou Raptor);
  • Migre seu e-mail para um provedor pago ou organize uma quota para alugar um servidor e instale seu próprio Mail Server;
  • Convide os colegas do seu grupo de usuários para migrarem suas listas de discussão para um servidor livre ou instale o mailman e gerencie você mesmo;
  • Não compre ou use equipamentos com o sistema operacional privativo: MacOS, Windows ou outro qualquer;
  • Diga sempre sistema operacional GNU. Isso lhe forçará a ter que explicar e então ganhamos a chance de fazer as pessoas entenderem o que é Software Livre;
  • Elimine o nome Linux. Esse não é mais um projeto de Software Livre. Fizeram um fork livre que se chama Linux-libre;
  • Convide seus amigos e família para usarem redes sociais livre e federadas como Friendica, Diáspora, RedMatrix, Pumpio ou Twister;
  • Faça eventos de Software Livre sem usar termos como OpenSource, Código Aberto, OSI ou FOSS;
  • Não ative sua conta do Gmail no Android! Use o aptoide.com como loja para instalação de aplicativos e seja livre! (do Google);
  • Instale o Telegram e mostre para as pessoas que usam o WhatsApp que o azul é muito mais legal que o verde. Seja porque pode ser usado no desktop, no navegador ou no celular, seja porque é encriptado, seja porque tem autodestruir mensagens, seja porque seu cliente é livre;
  • Não seja desagradável: se confrontado sob o porque de dizer GNU em vez de Linux, responda que se são a mesma coisa, então você prefere dizer GNU;
  • Instale a última versão do Firefox e use a extensão RequestPolicyContinued [1] para barrar todos os javascripts maliciosos que monitoram sua navegação. Faça o mesmo para toda a família e transforme a ação de barrar cada monitor em concurso divertido em família ou entre os amigos do trabalho;
  • Teste e distribua para todos o Popcorntime e você verá  acara de espanto e alegria das pessoas por poderem ter um "netflix" gratuito à disposição;
  • Mostre para as pessoas a tabela de opções e alternativas livres às ferramentas proprietárias: http://prism-break.org/pt/;
  • Não use Google como buscador primário. Tente o duckduckgo.com e se surpreenda.

Se não puder fazer tudo ao mesmo tempo, dedique-se a alguns primeiro. Persista e verá como isso se espalha e surte efeito rapidamente. E sempre que encontrar oposição, tenha paciência, explique incansavelmente que você defende os princípios do Software Livre e não do OpenSource. Deixe claro que você quer mudar o mundo e não facilitar os métodos de exploração. Deixe claro que este é um movimento social e político e não um modelo de negócios. Tenha fé nos princípios da amizade, do compartilhamento, da doação, da força do coletivo para o bem do coletivo.

Se todos agirmos de forma consciente e cuidadosa, em guerra de guerrilha cibernética, gerando massa crítica, o Debian com linux-libre e o CyanogenMOD poderão se tornar padrão de mercado, mas especialmente padrão de mentes livres, que não serão complacentes com suas principais riquezas: liberdade e privacidade.

Saudações Livres!

 

1 - https://requestpolicycontinued.github.io/