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апреля 3, 2011 21:00 , by Unknown - | 1 person following this article.

Como escrever artigos e tutoriais imparciais sobre GNU/Linux

марта 24, 2014 7:44, by Unknown - 0no comments yet

Um dos pontos de meu artigo sobre o Ubuntu é que a maioria dos sites ditos “especializados” sobre Linux da blogosfera nacional assumem, na maioria das vezes, que o leitor está ou estará usando a distribuição da Canonical para seguir os passos explicados naquele texto. Esta é uma atitude nociva à liberdade de software e à diversidade do ecossistema GNU/Linux, pois se algum usuário tiver algum problema ou quiser instalar algum programa em sua distribuição não-Ubuntu, ele poderá se sentir frustrado em não encontrar documentação para seu sistema – embora, teoricamente, tais instruções devessem funcionar em qualquer distribuição – e ser psicologicamente coagido a adotar a escolha da maioria.

Embora muitos digam que isso pode não passar de paranoia e de implicância, a situação é real. Um amigo que usa Manjaro Linux disse-me precisar ter ido a um fórum internacional para obter ajuda de um brasileiro sobre um problema que ele estava enfrentando. A indisponibilidade de recursos de auxílio para distribuições não-ubuntu em nosso país é uma situação crítica que prejudica tanto aos usuários quanto as empresas que, de uma forma ou outra, acabam se prendendo em uma determinada tecnologia.

A fim de reverter esse quadro e preservar a diversidade e a liberdade de escolha – a qual nada tem a ver com a liberdade de software -, elaborei uma lista de recomendações para os redatores dos sites generalistas sobre GNU/Linux a fim de evitar a intimidação involuntária do seu leitor que não adotou o Ubuntu como padrão. São dicas simples que você não é obrigado a seguir, mas que, se adotadas, contribuirão para o fomento da liberdade do software e do usuário.

 

Instalação de programas

Se o programa estiver presente nos repositórios oficiais das principais distribuições, o autor deverá mencionar esse fato. A parte do tutorial referente à explicação sobre como instalá-lo deverá conter a sintaxe de ṕelo menos um comando de cada um dos grupos listados a seguir:

Grupo 1: apt-get e aptitude.

Grupo 2: yum, urpmi, zypper, yast

Grupo 3: pacman, portage, prt-get e as ferramentas de instalação de distribuições mais avançadas.

Assim, por exemplo, alguém que estivesse escrevendo como instalar o programa xpto poderia explicar como fazer isso usando-se o apt-get, o yum e o pacman. A razão dessa recomendação é que a sintaxe dos comandos e o nome dos pacotes, bem como suas dependências, podem variar em cada um desses grupos.

Caso o pacote esteja em um repositório próprio, o autor deverá pesquisar se existem repositórios para diferentes tipos de distribuições (ex: Ubuntu e Fedora) e explicar como ativá-los em cada um dos seus sistemas. Se o pacote estiver disponível única e exclusivamente em um PPA, o autor deverá dar essa informação e alertar que sua inclusão em sistemas Debian poderá causar conflitos ou reações inesperadas.

Se o desenvolvedor fornecer apenas os pacotes para instalação diretamente em seu site, sem repositórios, o autor deverá explicar como instalá-lo usando os comandos locais do sistema. Recomenda-se explicar, no mínimo, a instalação através dos comandos dpkg e rpm, se disponíveis pelo desenvolvedor nesses formatos, bem como alertas sobre eventuais problemas de dependência.

Execução de comandos

A maioria dos comandos utilizados para automatizar tarefas está disponível na maioria das distribuições. Dessa forma, convém que o autor evite se referir a uma distribuição específica, por exemplo: “No Unity, digite terminal para abrir o console e digite…”. Ao invés, seria interessante explicar como abrir o terminal no Unity, no KDE, no GNOME, no XFCE e no Mate e, então, começar a explicação sobre os comandos. Exceção é feita se aquele comando estiver disponível apenas para determinada distribuição, fato que deverá ser mencionado.

Edição de arquivos de configuração

Se o tutorial ou o artigo envolverem a edição de arquivos de configuração de um determinado programa, seu autor deverá pesquisar a localização desse arquivo nas principais distribuições mainstream, podendo ser uma que utilize deb, uma que utilize rpm e uma que utilize outro gerenciador de pacotes. O motivo dessa recomendação é que, muitas vezes, a localização de tais arquivos pode variar de um sistema para outro e o leitor pode ficar perdido se não encontrá-lo onde o tutorial diz que ele deveria estar.

Programas gráficos

Se o artigo ou tutorial possuir capturas de tela de um programa gráfico, a decoração da janela deverá ser configurada de forma distinta daquela que seja padrão do sistema. Além disso, a captura deverá ser da janela ativa e não da área de trabalho completa. O motivo dessa recomendação é evitar induzir inconscientemente o usuário a usar ou a migrar para a distribuição indiretamente identificada pela decoração presente na imagem. A exceção se dá quando o objeto do artigo for uma análise da distribuição em si ou um programa específico para ela.

Softwares proprietários

Se o tutorial cobrir a instalação ou a utilização de um software proprietário, o mesmo deverá mencionar a existência de softwares livres equivalentes a ele, sem prejuízo dos itens anteriores. Por exemplo: se o tutorial cobrir a instalação do Google Earth, o Marble poderá ser mencionado. Também é desejável que, posteriormente, seja escrito um tutorial sobre a instalação do software livre equivalente apontado.

Programas específicos para uma determinada distribuição

Se o artigo ou tutorial cobrir um programa que só exista para uma determinada distribuição, o autor deverá mencionar esse fato e pesquisar outros programas livres que tenham a mesma finalidade e que estejam disponíveis para outros sistemas.

Ao seguir essas recomendações, acredito que nossa blogosfera especializada se tornará menos dependente de uma distribuição criada por uma empresa e mais inclusiva em relação aos usuários que encontraram seu caminho através de outros sistemas.



Criando usuários no Linux

марта 24, 2014 7:44, by Unknown - 0no comments yet

Criando usuários no Linux


 

 
 


O Linux é um sistema multiusuário, portanto necessita de gerência destas contas de usuários. Como administrador de sistemas é importante saber como funciona esta gestão que engloba os arquivos de configuração referente aos usuários.

Todo usuário possui um UID (User ID) é sua identificação única.
O usuário também possui GID que é a identificação do grupo primário do usuário.

/etc/passwd

 


O principal arquivo de configuração dos usuários é /etc/passwd que tem 7 campos distribuídos da seguinte forma:

[login]:[senha]:[UID]:[GID]:[Nome Completo]:[home]:[shell]

login: Usado para logar no sistema
senha: palavara chave
UID: Número de identificação do Usuários
GID: Número de identificação do grupo do usuário
Comentários: Informações extras sobre o usuário
home: diretório home - Espaço de trabalho do usuário
shell: interpretador de comandos

Quando um usuário é criado, uma linha com estas informações é adicionada no arquivo /etc/passwd

Uma observaçao é para o campo senha, seria uma falha muito grande deixar a senha exposta assim num arquivo. No local da senha haverá um "x", isto significa que a senha está no arquivo /etc/shadow que um usuário comum não tem permissão nem mesmo de leitura.

useradd


Para adicionar um usuário no sistema, é necessário ter privilégios de administrador (#root).

#useradd [opções] LOGIN

-d : especifica o diretorio home do usuário
-c : especifícia o campo comentários do /etc/passwd
-s : shell [Não especificado o S.O escolhe um shell para o usuário]

Criando um usuário:

#useradd luke -d /home/luke -c "Luke Skywalker" -s /bin/bash

Pronto, o usuário luke foi criado. Pode-se observar a modificação do /etc/passwd
cat /etc/passwd

luke:x:501:501:Luke Skywalker:/home/luke:/bin/bash

passwd

 


Usuário devidamente criado, mas ainda não consegue entrar no sistema, pois não foi definida sua senha.
O comando para definir a senha, é o passwd

#passwd luke

Changing password for user luke
New password:
Retype New password:

Agora o usuário já possui senha e foi atualizado o arquivo /etc/shadow [armazena as senhas criptografadas]

Removendo um usuário


Quando for necessário excluir um usuário, utilizamos o comando userdel
#userdel luke

Este comando vai remover o usuário, mas não vai excluir os arquivos, deixando "lixo" no sistema.
Para excluir o usuário com os arquivos é usado o parametro -r:
#userdel -r luke

Desta forma o /home do usuário é excluído.

Finalizando

 


Isto foi um básico sobre administração de usuários no linux, com alguns comandos é simples sua criação/remoção.  Também foi explicado o funcionamento do arquivo /etc/passwd, é possível criar um usuário apenas editando este arquivo e colocando os campos nos lugares corretos, mas utilixar o comando passwd é bem mais prático.


GNU/Linux juntaDados 5.0.4

марта 24, 2014 7:42, by Unknown - 0no comments yet

Logo juntaDadosUma nova revisão da distribuição GNU/Linux, voltada para produção audiovisual, juntaDados foi disponibilizada. Entre as principais novidades do GNU/Linux juntaDados 5.0.4 estão a atualização para o Debian GNU/Linux 7.4.0 (Wheezy), uma nova versão do editor/gravador de áudio Ardour 3.5.357, a ferramenta de modelagem/criação 3D Blender 2.70 trazendo muitas novidades, o LibreOffice 4.1.4 mais estável, o navegador web Firefox 28 e o leitor de e-mail Thunderbird 24.4.0, além de uma nova versão do kernel Linux (3.13.6) com o escalonador de processos BFS 0.446 e o escalonador de E/S BFQ-v7r2.

Download do espelho no juntaDados
http://juntadados.org/sites/default/files/juntadados/5.0.4/juntaDados-5.0.4-amd64.iso (64 Bits)
http://juntadados.org/sites/default/files/juntadados/5.0.4/juntaDados-5.0.4-i386.iso (32 Bits)

Download do espelho no Estúdio Livre
http://estudiolivre.org/files/juntadados/5.0.4-amd64/juntaDados-5.0.4-amd64.iso (64 Bits)
http://estudiolivre.org/files/juntadados/5.0.4-i386/juntaDados-5.0.4-i386.iso (32 Bits)

Compartilhe e Contribua usando o Torrent
http://juntadados.org/sites/default/files/juntadados/5.0.4/juntaDados-5.0.4-amd64.torrent (64 Bits)
http://juntadados.org/sites/default/files/juntadados/5.0.4/juntaDados-5.0.4-i386.torrent (32 Bits)

O que é?

Um sistema operacional livre e completo baseado nas ideias e ideais do projeto GNU e da FSF e que tem como objetivo simplificar e facilitar as atividades de produção audiovisual dos Pontos de Cultura, ações de Inclusão e Cultura Digital. Esta distribuição possui as principais ferramentas para produção de conteúdo de áudio, vídeo, imagem e texto escolhidas através de levantamento feito em Pontos de Cultura e ações de Inclusão Digital.

Observação

Esta distribuição é uma customização do Debian GNU/Linux 7.4.0 (Wheezy) com pacotes do SnowLinux. Todos os códigos fontes estão disponíveis nos repositórios do Debian. Esta imagem é iso-hybrid e pode ser gravada em uma mídia de DVD e/ou Pendrive (usando o WinDD ou dd). Aconselhamos o uso de uma pendrive para maior performance e comodidade no uso no modo live ou para a instalação.

Dúvidas e Sugestões nos envie um e-mail: juntadados@juntadados.org
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Pesquisa sobre a utilização de shell em ambientes Linux.

марта 20, 2014 19:19, by Unknown - 0no comments yet

E aí galera! É o seguinte, estou escrevendo um livro sobre shell, a idéia é que ele seja um livro intermediário, que ao invés de ensinar só aquele básico (cd, ls, mv...) vai ensinar os principais comandos utilizados pelos profissionais de mercado, sejam eles desenvolvedores, administradores de sistemas, etc...

A idéia também não é ser um mega manual (pra isso temos as terríveis man pages), mas sim um livro mais focado no dia-a-dia do usuário de shell.

Se você puder, preencha o formulário abaixo (é rapido) são 10 perguntas só. Já vai ajudar bastante, além de você ficar sabendo quando o livro vai ser lançado e ganhar o desconto de lançamento.

https://docs.google.com/forms/d/1mHbvHXM0pW00__eyjn97iMhtMh0vCsGf1yrY--ebUnw/viewform



GeoServer 2.5.0 traz muitas novidades

марта 20, 2014 19:19, by Unknown - 0no comments yet

Logo GeoServerA equipe de desenvolvimento do GeoServer, solução que permite a edição, compartilhamento e processamento de dados geoespaciais, através de Web Map Service (WMS), Web Coverage Service (WCS) e Web Feature Service-Transaction (WFS-T), disponibilizou uma nova versão estável trazendo diversas melhorias.

Entre as novidades do GeoServer 2.5.0 estão o suporte a WCS 2.0 que traz melhorias em termos de usabilidade se comparado as versões anteriores, adição da extensão Earth Observation (EO) juntamente com o WCS 2.0, uma nova extensão para importação em lote de dados propiciando um melhor fluxo de trabalho para a configuração de camadas permitindo a importação de múltiplos arquivos Shapefiles e/ou múltiplas tabelas de Banco de Dados, melhorias de desempenho e de qualidade no WMS com a inclusão de um novo codificador PNG baseado na biblioteca PNGJ e JPEG usando a libjpegturbo, aprimoramento na precisão do GetFeatureInfo para extração de informações, adição da uma extensão para exportação no formato DXF (Drawing Exchange Format), suporte a Active Directory através do LDAP, além de trazer correções e novas traduções (Japonês e Russo).

As notas de lançamento estão disponíveis em:
http://blog.geoserver.org/2014/03/20/geoserver-2-5-released/