Go to the content

Software Livre

Full screen Suggest an article

Blog

Aprile 3, 2011 21:00 , by Unknown - | 1 person following this article.

Software Freedom Day DF 2013

Agosto 11, 2013 12:38, by Unknown - 0no comments yet

Caros amigos da Comunidade Software Livre

Neste ano comemoramos novamente o Dia da Liberdade de Software através do evento mundial Software Freedom Day. Todos os anos este evento ocorre simultaneamente em várias cidades do mundo divulgando e incentivando o uso de software livre e neste ano ocorrerá no Sábado, 21 de Setembro.

Nosso grupo de amigos resolveu cadastrar uma equipe (http://fe.gd/BSp) para organizar o evento no DF, mas diferente do ano passado pedimos que todos colaborem para que seja executado em um espaço único onde todos possam colher os frutos desta ação. Dois ou mais lugares próximos acabam por não permitir uma integração social plena.

Sendo assim estamos dando o primeiro passo: convidar você a fazer parte da equipe de organização. Esta equipe está aberta a comunidade e já conta com alguns voluntários que participaram da edição do ano passado para trazer um pouco desta experiência.

Sendo assim estamos começando a organização deste evento de 2013, já contando com alguns palestrantes de outros estados como Hermes Nunes Pereira Junior e Guilherme Gonçalves Magalhães (Razgriz). Prezamos que o evento seja feito pela comunidade!

Se você deseja colaborar com o evento através de palestras, oficinas, mini-cursos, preencha o Formulário para submissão de palestras no endereço:http://goo.gl/S1r4MT

Se você quer participar da organização do evento preencha o formulário para inscrição de voluntários: http://goo.gl/lB6Wt



Análise de binários ELF com malELFicus

Agosto 10, 2013 0:57, by Unknown - 0no comments yet

malELFicus é um projeto opensource que começou a ser desenvolvido em 2011. Hoje o projeto é mantido por analistas da empresa SEC+ e tem como objetivo entender o padrão de binários unix-like, o formato ELF (Executable and Linkable Format), além de incentivar pesquisas relacionadas a análise de malwares para ambientes unix.
O projeto atualmente é constituído pela biblioteca libmalelf e pela ferramenta malelf. A libmalelf é uma biblioteca desenvolvida em C que fornece um meio rápido e fácil para os programadores manipularem binários ELF. A ferramenta malelf utiliza da libmalelf para implementar funcionalidades, como: acessar informações do binário, fazer disassemble e também é possível infectar um binário com um malware para estudo.
Existe também o projeto malelfgui, um frontend para a ferramenta malelf, desenvolvido em Qt, esse projeto ainda está em fase inicial.
Os desenvolvedores do malelficus não são responsáveis por quaisquer danos causados pelo mau uso da ferramenta. Ela foi concebida para a realização de pesquisas, é uma prova de conceito que sistemas unix podem ser alvo de malwares.
O código do projeto está disponível no github da SecPlus. Maiores informações acesse a documentação do projeto.



Chamada de trabalhos para o Dia da Liberdade de Software 2013 em Novo Hamburgo

Agosto 10, 2013 0:45, by Unknown - 0no comments yet

O grupo de usuários SoftwareLivreVS está aceitando propostas de palestras para o Dia da Liberdade de Software (DLS) 2013, a ser realizado em Novo Hamburgo no dia 28/09 das 13:00 as 17:00 na Universidade Feevale.

Você pode enviar a sua proposta de apresentação atendendo os seguintes requisitos:

  • Os trabalhos propostos devem ser sobre Cultura/Hardware/Software Livre
  • As palestras terão duração de 45 minutos, incluindo tempo para perguntas.

Os palestrantes serão voluntários e receberão um certificado pela palestra e/ou oficina ministradas.

Para submeter propostas de palestras, envie um e-mail para dls2013@softwarelivre-vs.org, com os seguintes dados, até o dia 28/08:

  • Título da palestra
  • Resumo da palestra (1 parágrafo)
  • Nome do palestrante
  • Número do celular do palestrante
  • Mini-currículo (1 parágrafo)
  • Contato para retorno (e-mail)

Caso tenha alguma observação, especifique-a no e-mail.

Página do evento

Conheça o grupo de usuários Debian-RS.



GNU/Linux juntaDados agora para plataformas 32 bits (x86)

Agosto 10, 2013 0:45, by Unknown - 0no comments yet

Logo juntaDadosAtendendo a pedidos o time de desenvolvimento do GNU/Linux juntaDados disponibilizou uma nova versão estável da distribuição para máquinas 32 bits (x86). Aproveitamos e disponibilizamos uma nova versão contendo pequenas correções e algumas novidades também para plataformas 64 bits (x86_64).

Entre as principais novidades estão a atualização do Ardour 3.3, Blender 2.68a, LibreOffice 4.1, adição do Cinelerra CV (Versão da Comunidade) além do Cinelerra 4.4 e algumas pequenas correções.

Download Espelho juntaDados
http://juntadados.org/sites/default/files/juntadados/5.0.2/juntaDados-5.0.2-amd64.iso (64 bits)
http://juntadados.org/sites/default/files/juntadados/5.0.2/juntaDados-5.0.2-i386.iso (32 bits)

Download Espelho Estúdio Livre
http://estudiolivre.org/files/juntadados/5.0.2/juntaDados-5.0.2-amd64.iso (62 bits)
http://estudiolivre.org/files/juntadados/5.0.2/juntaDados-5.0.2-i386.iso (32 bits)

Torrent
http://juntadados.org/sites/default/files/juntadados/5.0.2/juntaDados-5.0.2-amd64.torrent (64 bits)
http://juntadados.org/sites/default/files/juntadados/5.0.2/juntaDados-5.0.2-i386.torrent (32 bits)

O que é?

Um Sistema Operacional completo e livre baseado nas ideias e ideais do projeto GNU e da FSF e que tem como objetivo simplificar e facilitar as atividades de produção audiovisual dos Pontos de Cultura, ações de Inclusão Digital e Cultura Digital.

Esta distribuição possui as principais ferramentas para escritório e de produção de conteúdo de Áudio, Vídeo, Imagem e Texto escolhidas através de levantamento feito em Pontos de Cultura e ações de Inclusão Digital.

Observação

Esta distribuição é uma customização do Debian GNU/Linux 7.1.0 (Wheezy) com alguns pacotes do SnowLinux. Todos os códigos fontes estão disponíveis nos repositórios do Debian (apt-get source).

Esta imagem é iso-hybrid e pode ser gravada em uma mídia de DVD e/ou Pendrive (usando o WinDD, dd ou UNetbootin).

Dúvidas e Sugestões nos envie um e-mail: juntadados@juntadados.org

Nos siga na Rede Social Livre Diaspora*: https://diaspora.juntadados.org/u/juntadados

Conheça e se Cadastre no Mapa da Cultura Brasileira: https://mapadacultura.org/

* Entidades Culturais podem solicitar cópias em DVD da distribuição bastando efetuar o cadastro no Mapa da Cultura e enviar uma solicitação por E-Mail.



Nova ameaça à liberdade, DRM no HTML5 é tema de debate no Consegi e matéria no Correio Brasiliense

Agosto 8, 2013 8:49, by Unknown - 0no comments yet

O DRM – a “gestão de direitos digitais”, cujo nome mais adequado deveria ser "gestão de restrição de direitos digitais"  consiste basicamente em restringir a difusão por cópia de conteúdos digitais instalando mecanismos de controle nos próprios dispositivos que os reproduzem, "técnica" anticompartilhamento que já vem sendo utilizada em players de música, vídeos e e-readers, e que agora corre o risco de ser implementada no novo padrão web HTML5.

Durante debate no fisl14, Yasodara Córdova, integrante do W3C, Escritório Brasileiro do Consórcio World Wide Web, Deivi Kuhn, do Comitê de Implantação de Software Livre do Governo Federal, Seth Schoen, da Eletronic Frontier Foundation, e Alexandre Oliva, da Free Software Foundation, foram incisivos ao relatar os problemas que a adoção do DRM dentro do padrão HTML5, nova investida contra a liberdade, deve ocasionar.

Eles alertaram a comunidade Software Livre sobre a necessidade de alertarmos o mundo (sim, você também!) gritando contra mais essa ameaça. Nas palavras de Alexandre Oliva:

 

 

O DRM no HTML5 é a continuação de um série de ações para limitar a liberdade dos usuários, como patentes e direitos autorais, e é fundamental a nossa movimentação contra essa nova tentativa, para que a Web não seja murada por grande conglomerados comerciais.

 
A questão, que foi tema na edição de ontem do Correio Brasiliense, em matéria que reproduzimos abaixo, também será debatida no próximo dia 13, às 15h, durante o VI Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico (Consegi) na sessão "Privacidade e liberdade sob risco. O DRM no HTML5", com Deivi Kuhn.
 
E já que nossa maior arma é a informação, faça sua parte: envolva-se nos debates, informe-se e conte para o maior número de pessoas como e porque nossa liberdade na rede vem sendo ameaçada.
 
 
 
Filtros polêmicos assombram a web
 
Por Roberta Machado (Publicado originalmente no Correio Brasiliense)
Para evitar a pirataria, empresas pretendem adotar ferramenta que oficialize o monitoramento de informações na internet. Segundo especialistas, a medida restringe o acesso à rede mundial de computadores
 
 
O que você vê na internet não é escolhido somente por você. A cada clique ou dado enviado, o internauta molda um perfil de acesso próprio, que é acessado e avaliado por uma série de protocolos capazes de determinar quais partes da rede são permitidas e quais estão fora de alcance. Esse é um procedimento conhecido como Digital Rights Management (DRM), recurso adotado por vários sites para a administração de conteúdo disponibilizado na web. A ferramenta é defendida pela indústria de entretenimento, que diz precisar dela para combater a pirataria. Ativistas, no entanto, acreditam que ela limita o acesso à internet.
O DRM já está presente em diversos portais e até mídias. Ao acessar o conteúdo de determinado site, o internauta passa por uma série de filtros que registram o quanto pagou, a região onde mora e até mesmo o que ele já abriu na web. Até hoje, esse tipo de restrição é controlada por meio de plugins, que precisam ser instalados no navegador antes que a pessoa acesse o conteúdo dos sites que utilizam essa medida de segurança. O internauta, portanto, precisa concordar com esse processo ao instalar a ferramenta no seu navegador — mesmo que muitos ainda não se deem ao trabalho de ler os termos de uso antes de aceitá-los.
Mas isso pode mudar a partir do ano que vem. A Google, a Microsoft e a Netflix querem integrar essa ferramenta ao futuro padrão mundial de linguagem da internet, o HTML5. Essas empresas propuseram uma extensão, chamada Encrypted Media Extensions (EME), que dispensaria o uso das restrições escondidas nos plugins Flash e Silverlight para oficializá-la na própria ferramenta que deveria apoiar a rede livre.
“Vai mudar para cada browser, mas posso dizer, com certeza, que os navegadores Internet Explorer já virão com o padrão DRM da Microsoft. O Chrome, do Google, provavelmente virá com os componentes DRM da Google”, exemplifica Deivi Lopes Kuhn, secretário executivo do Comitê Técnico de Implementação do Software Livre do Governo Federal (CISL). O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) deve debater o assunto no Congresso Internacional de Software Livre e Governo Eletrônico (Consegi) a partir da próxima terça-feira.
Para alguns, a reprodução de conteúdo encriptado vai contra os princípios do próprio modelo HTML5, cuja proposta é diminuir o número de plugins e tornar a navegação uma atividade mais intuitiva e prática. Outro ponto criticado é o incentivo à cultura de licenças que limitam o acesso a vídeos, músicas, textos ou jogos oferecidos na web. “Não vejo problemas em cobrar por um produto, mas não acho correto vender a mesma coisa várias vezes. É isso que eles querem, vender o conteúdo e continuar sendo dono, controlando como a pessoa vai usar. Isso não é correto”, critica Alexandre Oliva, conselheiro da Free Software Foundation Latin America (FSFLA).
É o que acontece com o Netflix, que disponibiliza conteúdos diferenciados de acordo com o país do cliente — um norte-americano, por exemplo, tem acesso a mais episódios de uma determinada série do que um brasileiro. Outro caso é o Google Play, que cobra uma taxa pelo direito limitado para o cliente assistir a filmes. Se uma pessoa paga por um vídeo pela plataforma Google, tem apenas 30 dias para vê-lo e não pode acessar o conteúdo novamente depois de mais de 48 horas.c
Limitações à vista
Outros especialistas acreditam ainda que o monitoramento de informações pode ser um risco para programas abertos, que podem enfrentar dificuldades para funcionar. O mesmo problema afetaria programadores que se interessam em personalizar ou mesmo criar jogos para um console conectado à rede, além de impedir o uso de games usados ou emprestados. Essa mesma preocupação já foi motivo de protesto contra o novo console da Microsoft, o Xbox One. Depois de violentas críticas do público, a companhia voltou atrás e aboliu a obrigação de validação on-line do game.
Para Deivi Kuhn, outra questão delicada nesse debate é o possível acesso de conteúdo sem autorização do internauta. Além de registrar os acessos a determinados conteúdos, o DRM poderia ser usado também para monitorar os hábitos de cada pessoa na rede. “A especificação dessa proposta não define que ele (o DRM) só deva fazer isso. Ele pode fazer qualquer coisa, então, com toda a certeza, vai ser a porta de entrada de acessos ocultos, como aconteceu no NSA, e também vai querer fazer outros tipos de controle. Ele vai ter aplicações que vão além do direito autoral”, teme o especialista do Serpro. Casos de uso indevido do DRM já acontecem há anos, lembra Deivi (Leia a memória).
Os protestos contra a restrição padronizada já resultaram em cartas abertas, abaixo-assinados e até boicote dos sites que requisitaram a mudança. No entanto, o assunto precisa ser resolvido pelo W3C, o consórcio internacional que estipula o padrão usado na rede. O grupo ainda não recebeu comunicados oficiais de seus membros contra a adesão do DRM pelo HTML5.
“O W3C não é uma instituição vertical, é horizontal. Por enquanto, ele acatou a proposta da Net-flix, do Google e da Microsoft e entendeu que é preciso entregar conteúdos de entretenimento e que querem usar o padrão da web para fazer isso”, explica Yasodara Córdova, especialista em web na W3C Brasil. “Isso significa que todos os desenvolvedores de sites que vão obedecer ao padrão HTML5 vão ter de concordar e aderir (ao DSM)”, ilustra a representante. A questão, ressalta Yasodara, ainda é pouco discutida no Brasil, e tampouco é considerada pelo governo do país.
Para os opositores ao DRM, a maior arma do internauta é a informação. Assim como o público conseguiu reverter a política criada pela Microsoft para o console Xbox, é possível que assinantes, compradores e espectadores derrubem a medida ao deixar claro a posição contra ela. A própria Apple abriu mão da ferramenta em 2009 para conquistar mais usuários para a plataforma iTunes. “O DRM abre uma porta para o cavalo de Troia entrar. Não temos de aceitar, pois o que eles querem no fundo é vender. Se um monte de gente não comprar, vão oferecer de uma forma que a gente aceite”, acredita Alexandre Oliva.
Brasil grampeado
Denúncias do ex-técnico da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA, em inglês) Edward Snowden revelaram que o país teve acesso indevido a 2,3 bilhões de telefonemas e mensagens de empresas e moradores brasileiros. A NSA mantém parcerias com grandes provedores de serviços na internet com o Facebook, Google, Microsoft e YouTube, e usa programas como o Prism e o Fairview para se apoderar de e-mails, mensagens e chamadas.
Memória
Relatórios e sumiços
Em 2005, a Sony BMG colocou medidas contra cópias em 22 milhões de CDs. Essas ferramentas de DRM, que instalavam dois softwares no computador do comprador, evitavam a pirataria e enviavam relatórios para a gravadora com os hábitos musicais dos usuários. Anos mais tarde, em 2009, a Amazon deletou livros diretamente de diversos Kindles sem a permissão dos usuários. A loja virtual afirmou que os arquivos sofriam problemas de direitos autorais. Ironicamente, as obras que desapareceram dos leitores digitais eram justamente 1984, do escritor George Orwell. No livro, o autor descreve uma sociedade em que todos os cidadão vivem sob constante vigília do governo.
 


tags