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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | 1 person following this article.

Jon 'maddog' Hall, guru do Linux, se declara homossexual

3 de Julho de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

O guru do software livre Jon Maddog Hall declarou, hoje, a sua homossexualidade. Ele fez a revelação em uma carta publicada no site da revista Linux Magazine.

Maddog, como é conhecido, disse que só fez  a revelação agora por alguns motivos pessoais. Um deles é que ele não queria que sua mãe e seu pai, que morreram recentemente, soubessem que ele era gay. Ele explicou que seus pais eram católicos fervorosos e que, por isso, podiam sofrer algum tipo de preconceito e também deixá-los arrasados.

"Meus pais não gostavam de negros; e tinham muito preconceito contra gays", disse Maddog em sua carta. "Eles, inclusive, se recusavam a assistir Ellen DeGeneres na TV simplesmente por ela ser homossexual. Como eles eram velhinhos, não quis assumir antes".

Outro, diz Maddog, era para preservar a Linux Internacional, entidade onde ele é um dos principais executivos. Ele tinha medo que pessoas preconceituosas pudessem retaliar a instituição por causa da sua homossexualidade. Agora, diz ele, as pessoas estão maduras e são mais respeitosas em relação à homossexualidade.

Maddog também disse que quis revelar agora o fato por causa do centenário de Alan Turing. O cientista inglês, que se suicidou em 1954, foi perseguido pelo governo inglês porque era homossexual. Na época, a polícia britânica não só humilhou Turing como o obrigou a fazer tratamentos com hormônios para ele supostamente deixar de ser homossexual. Em 2009, o governo britânico se desculpou pelo erro e pela forma como tratou um dos seus maiores gênios.

De acordo com Maddog, Turing é seu ídolo – e ele quis fazer uma homenagem com sua revelação.

Apesar do preconceito sofrido por Turing, Maddog diz que a área da computação é um refúgio para os gays. As pessoas que lidam com computadores são respeitosas, educadas e enxergam além da sexualidade. É por essa cultura, explica Maddog, que muitas empresas de tecnologia foram as primeiras a ter programas de diversidade.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/ti/maddog-guru-do-linux-se-declara-homossexual-26062012-45.shl

Carta de Maddog: http://www.linux-magazine.com/content/view/full/55727



Comunicado - Sobre as Listas softwarelivre.org

1 de Julho de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

A Associação Software Livre.org comunica: há cerca de dez dias foi detectado um problema envolvendo o servidor people.softwarelivre.org, hospedado na Procempa, um de nossos parceiros.

O people.softwarelivre.org foi o primeiro servidor da ASL, tendo inclusive precedido a fundação da Associação como tal. Ao longo do tempo, muitos serviços que rodavam neste servidor (como o correio, sites de fisls, etc) foram sendo movidos para outros servidores, que foram agregados a estrutura da já ASL com o passar dos anos.

Infelizmente, ainda havia serviços sendo rodados neste servidor, e a principal perda em decorrência deste incidente são as listas de discussões (listas.sl.org) e todos os seus históricos. Apesar deste ser um serviço informal, era prestado pela ASL à uma gama considerável de usuários da comunidade Software Livre. Após uma semana de análises, podemos afirmar que a perda de dados é, infelizmente, irreversível.

Atualmente, a ASL e seus parceiros estão trabalhando para reinstalar um servidor e ativar novamente um postfix + mailman, para disponibilizar novamente o listas.softwarelivre.org. Apesar disso, todas as listas deverão ser reconstruídas colaborativamente por seus administradores, inclusive com o recadastramento dos seus respectivos membros.

A ASL lamenta os transtornos decorrentes e informa que continuará a suportar as listas das comunidade que assim o quiserem, tomando as medidas necessárias para evitar que falhas como essa voltem a ocorrer.



Seria a vez do desktop GNU-Linux, finalmente?

27 de Junho de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Steven J. Vaughan-Nichols
Do ZDNet [em inglês]

Da Linux Magazine

A Microsoft tem saído do seu caminho usual para competir com seus parceiros no mercado. Primeiro, foi o Windows 8, com uma interface, Metro, que só usuários "iniciantes" poderiam gostar: o Metro irá exigir que os usuários do Windows reaprendam tudo o que sabem sobre como usar o Windows. Em seguida a Microsoft anunciou o Surface, um tablet que deixa todos seus parceiros de Windows 8 em desordem. E finalmente, adicionando ainda mais insulto à injúria, a Microsoft deixou para trás seus parceiros de smartphones ao anunciar o Windows Phone 8 (que tornou obsoleto todos os antecessores que executavam Windows). Então, se uma empresa estiver no ramo de PCs e quiser realmente trabalhar com a Microsoft, seria finalmente o momento de procurar um parceiro com quem seja realmente possível trabalhar?

Fato é que agora é a hora para Dell, HP, Lenovo e todos os outros grandes fornecedores de PCs finalmente começarem a levar o desktop Linux a sério. É claro que a agenda da Microsoft já não está sendo executada em paralelo com os planos dessas empresas[http://www.zdnet.com/blog/btl/hardware-the-backlash-to-the-backlash/80606]. Mudar para o Linux, contudo, não vai ser fácil. Em 2012 só existem ainda dois importantes parceiros a se considerar em uma possível parceria: a Canonical, pela fama originada com o Ubuntu, e o Google, com o Android e o Chrome.


Ubuntu 12.04 versus Windows 8


Sim, existem muitas outras distribuições desktop Linux. E algumas delas pode ser melhores; como, por exemplo, o Mint 13. Pequenos distribuidores Linux ainda não são grandes o suficiente para serem levados a sério pelos principais fornecedores de OEMs ("Original Equipment Manufacturer" ou modalidade diferenciada de distribuição de produtos originais, na qual eles não são comercializados aos consumidores finais). As outras grandes organizações pos trás do Linux, como a Red Hat e a SUSE, estão agora focadas em servidores.

O Ubuntu, por outro lado, tem estado associado a laptops e desktops de empresas como a Dell por anos. Quando Mark Shuttleworth, CEO da Canonical, afirmou recentemente que ele esperava 20 milhões de PCs executando Ubuntu este ano, não estava falando da boca para fora; mas ele não estava também referindo-se apenas ao mercado norte-americano e europeu, mas ao mercado mundial. É na China e na Índia, por exemplo, que a Canonical, com sua parceira Dell, descobriu que as pessoas poderiam realmente comprar PCs sem o Windows. É fato, portanto, que a Canonical teria um provável êxito em trabalhar com outros fabricantes e trazer o Ubuntu desktop Linux para os mercados ocidentais.

Os principais OEMs já tem experiência em trabalhar com Google e Android. Sendo o Android um dos sistemas operacionais para smartphones mais populares do planeta, o Google deve estar fazendo algo certo. Logo, não há nenhuma razão para que Chromebooks executando Chrome OS não possam ser o próximo passo na evolução dos desktops. O Chrome é mais popular navegador da web executando Linux. Sabendo usar um navegador na Internet pode-se perfeitamente usar um Chromebook. Ao contrário do Metro do Windows 8, não há curva de aprendizado para isso.

O grande problema do Chrome OS é que ele requer uma conexão à Internet para mostrar a que veio. É, portanto, o primeiro grande sistema operacional baseado em nuvem para desktops. Mas quanto trabalho pode ser feito agora com o seu PC Windows sem conexão de Internet? Sabemos que infelizmente a resposta é "não muito". Além disso, os recursos offline do Chrome OS estão melhorando. Já é possível, por exemplo, usar o Gmail estando offline. Também parece que o Google deverá lançar uma versão offline para o Google Docs nesta semana em seu evento anual Google I/O.

Paralelamente a isso tudo, a Microsoft tem demonstrado que não é amiga de seus parceiros e o Windows 8, como o Vista antes dele, parece ter começado mal. Mas, se os fornecedores de hardware começarem a ofertar linhas de produtos baseados em Linux, deverão aumentar suas margens de lucros, trabalhando com parceiros que querem trabalhar com eles, obviamente, e serem capazes de oferecer aos clientes sistemas operacionais atraentes e seguros que realmente necessitam de menos treinamento ou aprendizado para uso que o Windows 8.



Denúncia: economia com SL financia software proprietário

21 de Junho de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda


Que fim levará o Expresso, e tantas outras soluções livres desenvolvidas especialmente para a Caixa? 

Por Ricardo Fritsch, coordenador da ASL

Estamos assistindo estarrecidos um caso em que o software livre gerou grande economia, que depois é gasta com aquisição de software proprietário.

A Caixa é uma referência internacional em software livre.  Segundo o PROGED - programa de redução de gastos da Caixa, vários projetos utilizando software livre geraram grande economia, tais como:
   * Multicanal - R$ 35 milhões economizados
   * Utilização do Linux em ambiente mainframe e outros projetos - R$ 32 milhões.
   * Sisag - nova automação bancária da Caixa ? R$ 38 milhões.
   * Portal de atendimento e portal do bolsa família ? R$ 22 milhões.
   TOTAL: 127 MILHÕES !

Pois parece que toda a economia obtida está sendo gasta na aquisição desnecessária de licenças e serviços direcionados exclusivamente para um único fornecedor: é o pregão 116/2012: R$ 112 milhões

Por exemplo, sabemos que a 4Linux, em consórcio com a Prognus, foram contratadas para implementar o novo correio eletrônico da Caixa, o Expresso, em uso por várias organizações públicas. Foram realizaram os serviços de customização e implementação, deixando-o pronta para ser usado. No entanto, estão sendo adquiridas licenças desnecessárias do servidor de e-mail Exchange Server.

Para cada um dos produtos listados no objeto do pregão há um ou mais softwares livres compatíveis que são utilizados em larga escala no mundo corporativo e para os quais podem ser contratados os serviço de atualização tecnológica, suporte técnico e suporte adicional, a serem prestados por empresas nacionais, sem necessidade de envio e substancial quantia de royalties para o exterior.

Apelamos para que estes recursos sejam aplicados para o desenvolvimento de empresas nacionais de software e serviços de TI, que utilizam exclusivamente software livre e padrões abertos.

Leia também o texto de Rodolfo Gobbi com o posicionamento da 4Linux acerca do investimento de R$112 milhões em atualização de licenças do parque Microsoft pela caixa.



Prêmio Gunga - Identidade e Cultura

19 de Junho de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

É com alegria que lançamos o Prêmio Gunga Identidade e Cultura. Nosso objetivo é fortalecer o trabalho de ações culturais que desempenham um papel relevante e transformador na sociedade brasileira. Podem se inscrever iniciativas de todo o Brasil, que tenham dois ou mais anos de atuação, nas áreas de formação cultural e educação popular; comunicação, articulação e mobilização; grupos e coletivos artísticos.

O edital já está disponível para download e as inscrições ficam abertas de 1º de julho a 1º de agosto. Além deste edital voltado a iniciativas culturais, o Estúdio Gunga lançará mais três prêmios, destinados a ações nas áreas de Economia Solidária, Meio Ambiente e Software Livre. Será um edital por semestre, até 2014.

Visite o hotsite do prêmio, acesse o edital e ajude a divulgar: www.gunga.com.br/premio

prêmio gunga