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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | 1 person following this article.

Instâncias hispanófonas do GNU Social

22 de Agosto de 2017, 13:21, por Feed RSS do(a) PSL-Brasil

Autor: Manuel Ortega. Tradução por Anders Bateva.

O modelo de socialização do Facebook e Twitter (modelo FbT) é o de uma grande praça onde todos podem lançar seus slogans sem nem escutar aos demais, nem tomar a responsabilidade de buscar os contextos e entender as conversações.

O resultando é um grande galinheiro, uma zona onde qualquer intenção de manter uma conversação sobre qualquer tema é imediatamente cerceada por uma avalanche de slogans e agressões por parte de usuários que, muito possivelmente, nem sequer leram o artigo que deu início à conversação.

Porquê o GNUSocial gera mais valor em suas conversações que o Twitter?

Não é por acaso que o que os usuários mais valorizam é ter "menos links que no Twitter, mais caracteres, e mais conversação", "um espaço sem ruído para a conversação tranquila", "falar com calma e tratar outros temas", etc. Todas estas mensagens apontam à íntima relação entre o valor de uma conversação e a confiança estabelecida previamente pelos nós.

É uma consequência da estrutura distribuída do GNU Social. Graças a ela, o GNU Social se despe de qualquer intenção recentralizadora e constroi a rede baseada em nós independentes - geralmente formados por afinidade entre grupos de pessoas - que se comunicam entre si graças à federação de conteúdos.

O que é a federação?

As conexões entre os nós do GNU Social são estabelecidas pelos usuários que seguem-se entre si. Através destas relações de "seguir", todos os nós podem se comunicar e formar uma rede. É o que se conhece como a Federação, e poder-se-ia entender como uma rede de acordos. Precisa-se somente que eu siga a um usuário de outro nó para que todo o que este usuário publique seja visível para todos os membros de meu nó. Graças a isto, podes ver não somente as mensagens das pessoas que você segue (em sua "linha do tempo pessoal") e o que publicam em seu nó (na "linha do tempo pública" de seu nó), mas também uma coleção muito mais ampla de mensagens ("toda a rede conhecida") onde além das mensagens anteriores, poderás ver as mensagens de pessoas em outros nós às quais ao menos um usuário do seu próprio nó siga. Isto gera coisas maravilhosas como, por exemplo, "toda a rede conhecida" ser diferente em cada nó, já que sua composição está baseada nas pessoas que você segue + as seguidas por seus companheiros de nó. Um aspecto muito valioso, já que supõe uma exploração conjunta da rede.

E, partindo de que existe uma relação de confiança prévia entre os membros de um nó, cada vez que um membro do nó começa a seguir - isto é, quando se estabelece um acordo - a um usuário de um nó externo, o espaço de confiança se amplia. A chave para gerar espaços e condições favoráveis para a conversação está no fato de que a federação de conteúdos se realiza baseada em quem os usuários de cada nó seguem em outros nós, e não à agregação geral de todos os conteúdos por todos os nós. O resultado é que, se uma pessoa a quem nem eu nem ninguém do meu nó segue disser algo em uma conversação, não verei suas intervenções. Pode parecer um erro, mas na verdade, é a consequência de um acordo, de um contrato implícito: para ser parte de uma conversação de outro nó, tenho que haver recebido antes a confiança de algum dos que tomam parte dela.

Os problemas de federação

Este modelo de federação recebe a crítica de muitos novos usuários que aterrisam no GNU Social desde a experiência de socialização de Twitter e Facebook. Rotulam esta diferença como "problemas da federação", e se queixam de que as conversações nas quais participam apenas mostram as mensagens das pessoas que eles próprios, ou outras pessoas em seu nó, seguem. A solução é tão fácil de implementar tecnicamente quanto perigosa. O que se pretende com este pedido é, na verdade, romper a federação de conteúdos baseada em contratos implícitos, e abrir as portas para a agregação de tudo com tudo, e a ruptura de qualquer cadeia de confiança. Isto é, eliminar as bases que permitem aos nós criar espaços de conversação real.

Ao romper este modelo de federação de conteúdos, estaríamos importando o modelo social dos grandes centralizadores, o modelo Facebook-Twitter, aos espaços e redes que construímos baseados em ferramentas como GNU Social, Diaspora*, Friendica, etc. A socialização massiva através de Facebook e Twitter empobreceu as conversações e cerceou o nacimento de novas identidades. O fez implantando o discurso de que uma rede e suas interações são melhores quanto mais acessível for qualquer conversação a qualquer um. Quando não é necessário receber uma mínima confiança prévia para poder intervir ou interromper a conversação dos outros. De qualquer forma, a busca deste tipo de acessibilidade invisibiliza a própria base das redes distribuídas: o fato de que uma rede distribuída é formada por nós, por grupos independentes que se comunicam entre si.

Conclusões

Os problemas, ou defeitos, da federação de conteúdos só são assim se considerarmos bom e desejável o modelo de socialização Facebook-Twitter. Na realidade, seria preciso chamar de "as vantagens da federação", porquê se o que buscamos é construir espaços enriquecedores e propícios para a conversação, o que temos hoje no GNUSocial é a estrutura que o torna possível.

A federação de conteúdos baseada em relações de "seguir" - acordos entre pessoas - é a base para construir espaços de interação enriquecedores e propícios para a conversação. Um aspecto determinante para não ceder às pressões centralizadoras e converter os espaços construídos com GNU Social em uma nova versão do galinheiro que agora nos propõe Twitter e Facebook. Se a estrutura distribuída dos servidores for "invisível", se mudarmos a lógica expontânea da federação para que o usuário veja a rede e se comporte tal qual em uma rede centralizada, teremos mudado tudo para que tudo permaneça igual.

O mundo da federação de conteúdos é apaixonante e vai determinar em grande medida o futuro da Web. Cremos que seria um erro replicar o mdelo centralizado e sua cultura. Este serve a informação com independência dos acordos entre as pessoas, e portanto, torna aceitável a irresponsabilidade, encorajando a confrontação. Para nós, a prioridade do GNU Social deveria ser o desenvolvimento de uma cultura de socialização baseada na confiança dentro dos nós, e a responsabilidade de entender do que se está falando quando alguém é introduzido em uma conversação. E para isto, a chave é articular a federação, tal como até agora, sobre a mínima responsabilidade que supõe que, para ser um igual em outro nó, alguém deste outro nó considere o que digo suficientemente interessante a ponto de querer seguir-me.


O blog Anders Bateva tem uma conta no GNU Social, no seguinte endereço: https://quitter.es/andersbateva.

CC0 O texto deste post de Anders Bateva está liberado sob domínio público. Baseado no trabalho disponível no blog Las Indias.


Tchelinux 2017 - Programação de Bagé e Gravataí liberada, chamada de trabalhos para Caxias, Erechim e Bento Gonçalves

22 de Agosto de 2017, 13:14, por Feed RSS do(a) PSL-Brasil

O grupo de usuários Tchelinux orgulhosamente informa a programação dos dois próximos eventos, e o planejamnto de mais 3 eventos a caminho!

Para quem ainda não conhece, o Tchelinux é um grupo comunitário que reúne entusiastas, usuários e desenvolvedores de Software Livre no Rio Grande do Sul. O evento, organizado por membros deste grupo e voluntários, tem como objetivo integrar a comunidade de Software Livre com palestras, oficinas e outros eventos, a fim de fortalecer a cultura de Software Livre no estado do Rio Grande do Sul. Todos os eventos do Tchelinux são sempre gratuitos, porém os participantes são encorajados a doar 2kg de alimentos não-perecíveis, que são encaminhados a instituições de caridade da cidade onde ocorre o evento.

No dia 26 de Agosto a cidade de Bagé estará recebendo o Tchelinux no campus da UNIPAMPA Bagé. A programação já está liberada, e mais informações estão acessíveis no site do evento:

https://bage.tchelinux.org

No dia 16 de Setembro a cidade de Gravataí estará recebendo o Tchelinux na Faculdade CNEC Gravataí. A programação já está liberada, e mais informações estão acessíveis no site do evento:

https://gravatai.tchelinux.org

No dia 23 de Setembro a cidade de Bento Gonçalves estará recebendo o Tchelinux na UCS Campus Bento Gonçalves. A chamada de trabalhos já está aberta, e mais informações estão acessíveis no site do evento:

https://bento.tchelinux.org

No dia 30 de Setembro a cidade de Erechim estará recebendo o Tchelinux na Faculdade Anglicana de Erechim. A chamada de trabalhos já está aberta, e mais informações estão acessíveis no site do evento:

https://erechim.tchelinux.org

No dia 21 de Outubro a cidade de Caxias estará recebendo o Tchelinux na UNIFTEC Caxias do Sul. A chamada de trabalhos já está aberta, e mais informações estão acessíveis no site do evento:

https://caxias.tchelinux.org

Participe contribuindo com a sua comunidade e com o software livre!



Tchelinux 2017: Chamada de palestras para Bagé e Gravataí, programação de Novo Hamburgo liberada

22 de Agosto de 2017, 13:14, por Feed RSS do(a) PSL-Brasil

Tchelinux 2017: Chamada de palestras para Bagé e Gravataí, programação de Novo Hamburgo liberada

É com orgulho que anunciamos mais três eventos do Tchelinux este ano!

Para quem ainda não conhece, o Tchelinux é um grupo comunitário que reúne entusiastas, usuários e desenvolvedores de Software Livre no Rio Grande do Sul. O evento, organizado por membros deste grupo e voluntários, tem como objetivo integrar a comunidade de Software Livre com palestras, oficinas e outros eventos, a fim de fortalecer a cultura de Software Livre no estado do Rio Grande do Sul. Todos os eventos do Tchelinux são sempre gratuitos, porém os participantes são encorajados a doar 2kg de alimentos não-perecíveis, que são encaminhados a instituições de caridade da cidade onde ocorre o evento.

Primeiramente, temos um evento que já está com a programação fechada e com suas inscrições abertas, na cidade de Novo Hamburgo, que ocorrerá dia 12 de Agosto na FTEC. Serão mais de 15 palestras e um painel ao longo de 8 horas de evento, abordando temas atuais como virtualização, Git, Ceph, PHP, OpenStack, Docker e muitos mais. Maiores informações sobre o evento de Novo Hamburgo podem ser encontradas no seguinte link:

https://nh.tchelinux.org

Posteriormente, temos duas cidades que estão com a chamada de palestras aberta.

Bagé, localizada perto da fornteira com o Uruguai, está com a chamada de palestras aberta até dia 07 de Agosto. Então corre lá para participar!

https://bage.tchelinux.org

Gravataí, cidade na região Metropolitana de Porto Alegre, está com a chamada de palestras aberta até dia 12 de Agosto. Mais informações no link abaixo:

https://gravatai.tchelinux.org

Tanto os participantes como os palestrantes destes 3 eventos receberão 2 cursos gratuitos do nosso patrocinador Baciotti Cursos, correspondendo a mais de cem reais de brinde para aqueles que comparecerem!



Hospedagem Profissional com ISPCONFIG 3

22 de Agosto de 2017, 13:14, por Feed RSS do(a) PSL-Brasil

ISPConfig é um painel de controle para Linux e seu código fonte é licenciado sob a licença BSD. Nele todo o processo de instalação é simplificado e a configuração de DNS, múltiplos websites com um único nome (domínio) em um servidor físico, contas de correio eletrônico para vários usuários nesses sites, bases de dados e realiza Backup de toda a estrutura.

Com o ISPConfig o profissional pode criar um ambiente para hospedar qualquer site de maneira muito rápida via web, sem precisar recorrer a linha de comando no Linux, crie o ambiente para suas aplicações desenvolvida em PHP, HTML, Python, Java, Ruby e Perl, com uma interface web simples e eficiente do ISPConfig você vai conseguir criar esses ambientes com muita facilidade e sem conhecimento avançados em Linux, tudo isso pelo seu navegador.

https://www.youtube.com/playlist?list=PLsV_LjPAF_Yc1Ce3Akw2CgL44Lu6WWmYT

 



Divulgando projetos de Software Livre #1

6 de Julho de 2017, 11:22, por Feed RSS do(a) PSL-Brasil

Olá a tod@s!

Aqui divulgaremos alguns projetos de Software livre que estão rolando na comunidade. Caso tenha vontade de ter o seu projeto aqui, basta entrar em contato! (Informações no rodapé do artigo)

 

1- ReflexoCa

Este é um projeto de artes gráficas! Apesar de estar no Behance, que é uma plataforma proprietária e pertencente à Adobe, o projeto foi criado apenas com ferramentas livres (GIMP e Inkscape). O criador que é o Thiago Abreu explica os passos no post.

Prévia:

668af754475325.595cf69c4c233

Clique aqui para saber mais sobre o projeto!

 

2- MAME (Multiple Arcade Machine Emulator)

O objetivo do MAME é preservar décadas de história em software. A medida que a tecnologia eletrônica continua a avançar, o MAME impede que esta parte "vintage" importante do software seja perdida e esquecida. Isso é feito documentando o determinado hardware e como ele funciona. O código-fonte do MAME serve como esta documentação.

O fato de que o software é utilizável serve principalmente para validar a precisão da documentação (de que forma você pode provar que você recriou o hardware fielmente?). Ao longo do tempo, o MAME absorveu o seu projeto-irmão MESS (Multi Emulator Super System), então o MAME agora documenta uma grande variedade de computadores (principalmente os vintages), consoles de videogames e calculadoras, além dos jogos arcade que eram o foco inicial.

Clique aqui para saber mais sobre o projeto!

 

3- Font Bakery

Font Bakery é uma ferramenta de linha de comando para testar projetos de fontes, também disponível como uma aplicação Web de arrastar e soltar no fontbakery.appspot.com

Executa verificações em arquivos TrueType e arquivos de metadados relacionados com fontes do Google.

Se você estiver desenvolvendo um projeto de fonte publicamente com o Github (ou um host similar, como o GitLab), você pode configurar um serviço de Integração Contínua (como Travis) para executar FontBakery em cada commit, de modo que, com cada atualização, seus arquivos sejam testados.

Font Bakery não é um projeto oficial do Google, e o Google não oferece suporte para isso.

Clique aqui para saber mais sobre o projeto!

 

4- KDE Minuet

Minuet é um software livre e de código aberto para educação musical. Faz parte do KDE Edu - o pacote de aplicativos educacionais desenvolvido pela comunidade do KDE.

 - Melhore suas habilidades de percepção musical
 - Visualize exercícios no teclado de piano
 - Ajuste as configurações de reprodução às suas necessidades
 - Crie seus próprios exercícios musicais

Prévia

Captura de tela 2017 07 05 19 57 40

Clique aqui para saber mais sobre o projeto!

 

5- JNoSQL

Java também possui projetos de Software Livre! O JNoSQL é uma API Java flexível e extensível para conexão com bancos de dados NoSQL. Traz uma interface fácil para suportar bancos de dados de chave-valor, família de colunas, documentos orientados e gráficos, como o JDBC faz para bancos de dados SQL.

Possui duas API's:

 - API de comunicação: Cuida apenas da comunicação com o banco de dados.

 - API de mapeamento: Cuida da integração com o desenvolvedor Java.

Clique aqui para saber mais sobre o projeto!

 

Extra- Estúdio Gunga

A Gunga é um estúdio de comunicação e design, fundado em 2008. A equipe trabalha com software livre e é formada por artistas, pesquisador@s, videomakers, designers, jornalistas e programador@s, que compartilham valores da cultura livre e da economia solidária.

Exemplo de trabalho feito:

Ckdenlive1

Clique aqui para saber mais sobre o estúdio!

 

Contato:

Twitter/Facebook/DiasporaBR/Telegram: @vinimlo

Canal sobre Software Livre no Telegram: @noticiasgnu

Grupo sobre Software Livre no Telegram: @gruponoticiasgnu