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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

A TVT, primeira emissora de televisão outorgada a um sindicato de trabalhadores, entrou no ar no dia 23 de agosto de 2010, as 19h. Resultado de 23 anos de luta do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, a emissora educativa é uma geradora e foi outorgada em outubro de 2009 à Fundação Sociedade, Comunicação, Cultura e Trabalho, entidade cultural sem fins lucrativos criada e mantida pelo Sindicato.


Seu Jornal – 18/10/2017

18 de Outubro de 2017, 22:19, por Rede TVT

O Seu Jornal está no ar. Veja os destaques de hoje:

Na próxima segunda-feira, o coletivo “Paulo Freire por uma educação democrática” lançará na PUC de São Paulo um manifesto pela manutenção de Paulo Freire como patrono da educação brasileira.

Os casos de intolerância religiosa têm se tornado cada vez mais constantes e violentos. No Rio de Janeiro, nos últimos meses foram noticiados casos de agressão e ameaças a lideranças religiosas por bandidos armados. No entanto, essa situação não é uma novidade.

Fiscais do trabalho decidiram suspender as ações de vigilância em 21 estados. É em protesto contra a mudança nas regras de fiscalização e combate ao trabalho análogo à escravidão e ao que consideram tentativa de esvaziamento de suas atribuições.

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Papo com Zé Trajano – 18/10/2017

18 de Outubro de 2017, 21:03, por Rede TVT

Papo com Zé Trajano

Debate: futebol, política, música, cultura e sociedade.

Tudo isto num bate papo descontraído e com a presença de convidados especiais.

De segunda a sexta às 18h45, ao vivo, antes do Seu Jornal.

Aqui na TVT!

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Bom Para Todos debate: Perseguição Religiosa

18 de Outubro de 2017, 20:01, por Rede TVT

A intolerância religiosa está nas origens da história do Brasil. A primeira providência dos jesuítas, ao colocarem os pés por aqui foi a catequização dos indígenas e sua conversão ao catolicismo. Quando os africanos escravizados desembarcaram dos navios negreiros, também foram obrigados a abdicar da sua fé.

Os dados do Disque 100, criado pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos apontam que Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, são os estados que mais registram casos de intolerância religiosa. 71% deles contra as religiões de matriz africana.

A perseguição religiosa é o tema do Bom Para Todos.​

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Inezita Barroso – Guardiã da Música Folclórica & Cláudia Canto – da Vassoura à Oxford 2/2

18 de Outubro de 2017, 19:22, por Rede TVT

O Olhar TVT “Inezita – Guardiã da Música Folclórica & Cláudia Canto – da Vassoura à Oxford”, apresenta o talento da multiartista Inezita Barroso e sua luta obstinada pela preservação da música folclórica. O programa também traz a trajetória da escritora periférica e ex-empregada doméstica Cláudia Canto, que tem livros traduzidos para diversas línguas, nas prateleiras de bibliotecas das principais Universidades do Reino Unido.

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Inezita Barroso – Guardiã da Música Folclórica & Cláudia Canto – da Vassoura à Oxford 1/2

18 de Outubro de 2017, 19:10, por Rede TVT

O Olhar TVT “Inezita – Guardiã da Música Folclórica & Cláudia Canto – da Vassoura à Oxford”, apresenta o talento da multiartista Inezita Barroso e sua luta obstinada pela preservação da música folclórica. O programa também traz a trajetória da escritora periférica e ex-empregada doméstica Cláudia Canto, que tem livros traduzidos para diversas línguas, nas prateleiras de bibliotecas das principais Universidades do Reino Unido.

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Redução como Instrumento de Invisibilidade

18 de Outubro de 2017, 18:52, por Rede TVT

Voltou à pauta no Congresso o debate para redução da maioridade penal. Mas qual o parâmetro para reduzir a maioridade penal? De fato, ela resolverá os problemas da quebrada?

[Cena extraída do documentário É Disso que Eu Tô Falando, dirigido por Edgar Bueno e roteiro de Sócrates Magno Torres. Uma produção do Observatório da Sociedade Civil]

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Mídia comercial transforma interesses de grupos monopolistas em ‘interesses da população’

18 de Outubro de 2017, 9:10, por Rede TVT

Fonte: Rede Brasil Atual

São Paulo – O Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé preparou um ciclo de debates que marcam a Semana Nacional pela Democratização da Comunicação, que vai até o próximo sábado (21). O encontro de abertura, na noite desta segunda-feira (16), tratou o tema Crise Política e o Papel da Mídia. Fizeram parte da mesa a ex-diretora executiva do jornal Folha de S.Paulo Eleonora Lucena, o autor do blog Escrevinhador, Rodrigo Vianna, e o editor do portal Vermelho, Inácio Carvalho.

“A imprensa sempre foi um local de disputa. A ideia que surge nos anos 1980 de mídia imparcial é uma falácia. Pode fazer sentido do ponto de vista comercial, mas historicamente não se sustenta”, diz Rodrigo Vianna. Para o jornalista, o embate se desenvolve em suas esferas. “Um deles é a política institucional, o debate sobre quem vai estar no poder, quem será emparedado, perseguido. É o papel da mídia no golpe de 2016. O segundo nível é o mais profundo, lento e longo, que é o debate de valores”, acrescenta.

Vianna observou uma unificação do discurso da imprensa em ofensivas editoriais contra o governo de Dilma Rousseff, que acabou sofrendo o impeachment no ano passado. Entretanto, com o desenrolar do governo de Michel Temer (PMDB), o jornalista questiona uma nova divisão entre os veículos. “Talvez, Temer não tenha atendido a alguma exigência comercial de alguns grupos, em especial da Globo”, disse.

“Veja, o Grupo Bandeirantes foi o que mais recebeu ajuda após a saída da Dilma e ele estava quebrado. Agora, a Globo também foi atendida, mas se descolou e partiu para a oposição. Para além da agenda comercial, que poderemos descobrir no futuro, é possível pensar que o Temer suja demais o golpe. Corrupto. Então, Temer atrapalha o projeto neoliberal da Globo”, completa.

A fala de Eleonora foi marcada pela apresentação de um breve panorama histórico sobre as formações de unidade e cismas na imprensa comercial. “Temos como a primeira evidência entre a relação mídia e política a Revolução Francesa, o que aconteceu nas vésperas, um festival de embates na mídia. Sempre que há crise, o papel da mídia é fundamental. No momento da independência do Brasil também era contundente e forte essa relação”, disse.

“No século 20, começam a florescer jornais mais fortes, muitos ligados a grupos econômicos. Então, temos uma efervescência no mercado jornalístico. Veja, no suicídio de Getúlio, a relação com Carlos Lacerda. Houve o uso da mídia como instrumento político. A mídia é um instrumento de guerra política. Dez anos depois, em 1964, a mídia novamente teve um papel crucial. Praticamente todos os jornais se alinharam com o golpe de 1964. Com o fechamento e a censura, houve alguma resistência, em especial no exterior, mas a ditadura sufocou a resistência”, completou a jornalista.

Entretanto, o cenário de divisões foi amenizado, de acordo com Eleonora, após o advento da televisão no país. “No momento da ditadura, de sufoco da oposição, aconteceu o fator transformador da mídia brasileira, que foi a televisão. Em nenhum outro lugar a televisão alcançou tamanho poder como no Brasil. Uma verdadeira força de formação de ideias, que veio a partir do regime militar. Uma voz que esmagou outras iniciativas, de papel integrador e formador, que formata ideias de país.”

Após meados da década de 1970, o discurso contrário à ditadura cresceu, mesmo com oposição da televisão. O fracionamento ideológico nas mídias concomitante com a redemocratização se sustenta, segundo Eleonora, por um longo período, que não impediu as consecutivas vitórias de governos progressistas, como os dois mandatos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Agora, tivemos um reagrupamento dramático das linhas editoriais dos meios de comunicação que acabaram a liderar o avanço do neoliberalismo no mundo, também dos ideais conservadores. Então, surgem os mesmos argumentos usados durante o período do golpe de 1964, que engloba a corrupção. A corrupção é o tema que a mídia comercial acaba vocalizando. Isso não acontece por acaso. Essa fúria da imprensa contra a esquerda tem como pano de fundo a reestruturação do capitalismo”, completa.

As estratégias da mídia comercial de vocalizar pensamentos únicos e sufocar as dissidências, que se repetiram durante o pré-golpe de 1964 e nos movimentos pró-impeachment, foram tema de fala do editor do portal Vermelho. “A Rede Globo atua de fato a interferir na realidade. Isso se repete. Durante as Diretas, a Globo noticiou que o comício por eleições diretas era a festa do aniversário de São Paulo. Eles testam e constroem narrativas. Outro episódio, mais recente, já com o Lula, foi o debate de segundo turno das eleições de 1989”, disse Inácio Carvalho.

“A intervenção militante é permanente. Isso está desde o editorial do primeiro dia após o golpe de 1964 do jornal O Globo, que exaltou o regime dizendo que o Brasil saía da anarquia, que as famílias estavam felizes. Eles transformam os interesses dos grupos monopolistas nos interesses da população. Em 2016, seguiu a mesma lógica. Manchetes do mesmo jornal exaltando “famílias” que marchavam contra Lula e Dilma e a favor de Moro. Falavam ‘Brasil vai às ruas”. Quando é do outro lado, como dizia a Eliane Cantanhêde, são meia dúzia de militantes”, completou.

 

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Candidata ao Senado, Cristina Kirchner realiza maior ato de sua campanha

18 de Outubro de 2017, 9:05, por Rede TVT

Fonte: Rede Brasil Atual

São Paulo – O estádio de futebol do Racing, localizado em Avellaneda, na grande Buenos Aires, recebeu quase 100 mil pessoas ontem (16). Não havia nenhum jogo importante sendo disputado ou qualquer bola rolando em campo; o que atraiu uma multidão de argentinos foi um dos últimos atos de campanha da ex-presidenta Cristina Kirchner, agora concorrendo ao cargo de senadora nas eleições que se realizam no próximo domingo (22).

“Ser peronista é dizer ‘Já basta Macri de tanta maldade com o povo!’”, disse Cristina Kirchner, posicionada sobre um palco montado no centro do gramado, nesse que foi o maior ato de sua campanha eleitoral. Durante seu discurso, a ex-presidenta criticou o governo do atual presidente Maurício Macri e apontou sua ligação com o poder econômico.

“A Argentina não é deles, é do povo. A Argentina não é uma sociedade anônima”, afirmou uma emocionada Cristina Kirchner, perante um público que lotou o estádio com bandeiras do país, de sindicatos e movimentos sociais.

“A única lealdade de Macri é com os grupos econômicos”, disse ela, emendando que é chegado o momento de “colocá-lo num limite” e dizer “assim não”. Em sua fala, Cristina elencou razões para que os estudantes, professores, grupos religiosos, mulheres, comerciantes e trabalhadores em geral não votem, nas eleições legislativas, nos candidatos do grupo político de Macri, que contam com amplo apoio do empresariado e dos tradicionais veículos de mídia.

“Temos a única força invisível, que é a força do povo”, afirmou a ex-presidenta Cristina Kirchner e, agora, postulante ao cargo de senadora.

Segundo o cronista Luis Bruschtein, do jornal Página 12, nenhuma outra força política do país é capaz de encher um estádio de futebol. “Uma demonstração de força que contradiz as previsões mais apocalípticas sobre o resultado das eleições”, definiu. Para ele, a Argentina tem hoje duas culturas políticas distintas: a dos eleitores de Cristina Kirchner, com conteúdo denso, e dos eleitores de Macri, com discursos vazios.

“Não há globos coloridos, há bandeiras argentinas, os oradores buscam ideias com conteúdo, falam de política econômica, de responsabilidade social, há um discurso com densidade, não são palavras ocas. Há pouca tecnologia, o cenário é quase óbvio, em contraste com os atos do Cambiemos, vazios de gente, declamados artificialmente para um público que está em casa”, escreveu Bruschtein, em sua crônica sobre o grande ato de campanha da ex-presidenta.

Com informações do jornal Página 12

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Confira como votou cada senador em relação ao afastamento de Aécio

18 de Outubro de 2017, 8:56, por Rede TVT

Fonte: Rede Brasil Atual

São Paulo – Por 44 votos a 26, o plenário do Senado livrou Aécio Neves (PSDB-MG) da decisão da primeira turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou seu afastamento do mandato, além de recolhimento noturno.

O parlamentar foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República por corrupção passiva e obstrução de Justiça. Na votação, os líderes do PMDB, PSDB, PP, PR, PRB, PROS e PTC orientaram os parlamentares de suas bancadas a votar contra o afastamento de Aécio do mandato. Já as bancadas do PT, PSB, Podemos, PDT, PSC e Rede tiveram como orientação o voto a favor da decisão da Primeira Turma do STF. O DEM e o PSD liberaram seus integrantes.

“A decisão restabeleceu princípios essenciais de um Estado democrático, garantindo tanto a plenitude da representação popular, como o devido processo legal, assegurando ao senador a oportunidade de apresentar sua defesa e comprovar cabalmente na Justiça sua inocência em relação às falsas acusações das quais foi alvo”, disse em nota, após a votação, o senador tucano.

Veja abaixo como se posicionou cada senador.

Votaram a favor de Aécio:

 

Airton Sandoval (PMDB-SP)

Antonio Anastasia (PSDB-MG)

Ataídes Oliveira (PSDB-TO)

Benedito de Lira (PP-AL)

Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)

Cidinho Santos (PR-MT)

Ciro Nogueira (PP-PI)

Dalirio Beber (PSDB-SC)

Dário Berger (PMDB-SC)

Davi Alcolumbre (DEM-AP)

Edison Lobão (PMDB-MA)

Eduardo Amorim (PSDB-SE)

Eduardo Braga (PMDB-AM)

Eduardo Lopes (PRB-RJ)

Elmano Férrer (PMDB-PI)

Fernando Coelho (PMDB-PE)

Fernando Collor (PTC-AL)

Flexa Ribeiro (PSDB-PA)

Garibaldi Alves (PMDB-RN)

Hélio José (PROS-DF)

Ivo Cassol (PP-RO)

Jader Barbalho (PMDB-PA)

João Alberto Souza (PMDB-MA)

José Agripino (DEM-RN)

José Maranhão (PMDB-PB)

José Serra (PSDB-SP)

Maria do Carmo Alves (DEM-SE)

Marta Suplicy (PMDB-SP)

Omaz Aziz (PSD-AM)

Paulo Bauer (PSDB-SC)

Pedro Chaves (PSC-MS)

Raimundo Lira (PMDB-PB)

Renan Calheiros (PMDB-AL)

Roberto Rocha (PSDB-MA)

Romero Jucá (PMDB-RR)

Simone Tebet (PMDB-MS)

Tasso Jereissatti (PSDB-CE)

Telmário Mota (PTB-RR)

Valdir Raupp (PMDB-RO)

Vicentinho Alves (PR-TO)

Waldemir Moka (PMDB-MS)

Wellington Fagundes (PR-MT)

Wilder Morais (PP-GO)

Zezé Perrella (PMDB-MG)

 

Votaram contra Aécio:

 

Acir Gurgacz (PDT-RO)

Alvaro Dias (PODE-PR)

Ana Amélia (PP-RS)

Ângela Portela (PDT-RR)

Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)

Fátima Bezerra (PT-RN)

Humberto Costa (PT-PE)

João Capiberibe (PSB-AP)

José Medeiros (PODE-MT)

José Pimentel (PT-CE)

Kátia Abreu (PMDB-TO)

Lasier Martins (PSD-RS)

Lídice da Mata (PSB-BA)

Lindbergh Farias (PT-RJ)

Lúcia Vânia (PSB-GO)

Magno Malta (PR-ES)

Otto Alencar (PSD-BA)

Paulo Paim (PT-RS)

Paulo Rocha (PT-PA)

Randolfe Rodrigues (Rede-AP)

Regina Sousa (PT-PI)

Reguffe (sem partido-DF)

Roberto Requião (PMDB-PR)

Romário (PODE-RJ)

Ronaldo Caiado (DEM-GO)

Walter Pinheiro (sem partido-BA)

Faltaram à sessão:

Aécio Neves (PSDB-MG) – estava afastado

Armando Monteiro (PTB-PE)

Cristóvão Buarque (PPS-DF)

Gleisi Hoffmann (PT-PR)

Gladson Cameli (PP-AC)

Jorge Viana (PT-AC)

Ricardo Ferraço (PSDB-ES)

Rose de Freitas (PMDB-ES)

Sérgio Petecão (PSD-AC)

Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)

Não votou:

 

Eunício Oliveira (PMDB-CE) – por ser presidente do Senado

 

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Senado livra Aécio de afastamento por 44 votos a 26. Tucano também está liberado para sair à noite

18 de Outubro de 2017, 8:53, por Rede TVT

Fonte: Rede Brasil Atual

São Paulo – O Plenário do Senado decidiu, por 44 votos a 26, livrar Aécio Neves (PSDB-MG) da decisão da primeira turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que, no último dia 26, o afastou do mandato e determinou seu recolhimento noturno. O tucano foi denunciado por corrupção passiva e obstrução de Justiça, com base nas delações premiadas da empresa J&F.

Aécio foi afastado em decorrência do inquérito em que foi denunciado por corrupção passiva. O senador foi gravado pedindo ao empresário Joesley Batista R$ 2 milhões, em troca de sua atuação política. O parlamentar tucano nega qualquer ato ilícito, afirmando que a quantia se refere a um empréstimo pessoal. Quarenta e quatro senadores – com voto em bloco do PMDB e do PSDB, além de PP, PRB, PR, PTC e Pros– acreditaram. Além de suspenso o afastamento, o senador tucano fica desobrigado de permanecer em casa durante as noites. Votaram pela manutenção do afastamento PT, PSB, PCdoB, PDT, Podemos, PSC e Rede. “Liberaram” suas bancadas DEM e PSD.

Para o líder do PT no Senado, Lindbergh Farias (RJ), a decisão da Casa foi um “descaramento”, resultado de um acordo de salvamento mútuo entre os principais partidos de sustentação a Michel Temer – também ele às voltas com apreciação de denúncias de corrupção, organização criminosa e obstrução de Justiça, em seu caso, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Nesta semana, o Parlamento brasileiro foi assolado pela informação prestada pelo doleiro Lúcio Funaro de que os votos a favor do impeachment de Dilma Rousseff, no ano passado, foram “comprados” por cerca de R$ 1 milhão.

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Confira como votou cada senador em relação ao afastamento de Aécio

A votação desta terça ocorre após a maioria dos ministros do STF decidir, na semana passada, que o tribunal não pode afastar parlamentares por meio de medidas cautelares sem o aval do Congresso Nacional. No fim de setembro, a Primeira Turma da Corte havia decidido, por 3 votos a 2, afastar Aécio do exercício do mandato ao analisar pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito em que o tucano foi denunciado por corrupção passiva e obstrução de Justiça, com base nas delações premiadas dos executivos da J&F.

Antes da votação, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), que visitou Aécio nesta terça-feira (17), também defendeu o parlamentar mineiro. “A votação hoje é muito além do caso do senador Aécio, a situação dele terá seguimento no STF, qualquer que seja o resultado. Algumas pessoas imaginam que ele foi julgado hoje em definitivo. Ele continuará sua jurisdição na Suprema Corte. Não há que se falar em impunidade. Isso até é um desrespeito à Suprema Corte. Os ministros do STF vão, a partir dos autos do processo, se isso virar um processo, porque estamos na fase de inquérito, absolver ou condená-lo, de acordo com as provas que tiver nos autos desse processo”, disse.

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Feijóo: Temer se mobiliza para escapar da nova denúncia

17 de Outubro de 2017, 22:33, por Rede TVT

Continuam as articulações do presidente Michel Temer para escapar das denúncias de corrupção. Apesar de se queixar de ser vítima de uma conspiração, Temer tem conspirado nos bastidores do Congresso para barrar votos pelo prosseguimento do processo contra ele apresentado pela PGR.

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Ocupação da Casa da Moeda, em SP, resiste nas mãos dos sem-tetos

17 de Outubro de 2017, 22:33, por Rede TVT

O déficit habitacional cresce a cada dia e a luta por moradia não é fácil. Dos 8 prédios ocupados em São Paulo na noite de domingo pela Frente de Luta por Moradia, a FLM, apenas um continua nas mãos dos sem-teto. São imóveis que estavam vazios e não cumpriam a lei da função social da propriedade.

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“Todos os dias, umas 40 pessoas batem na porta das ocupações procurando moradia”

17 de Outubro de 2017, 22:33, por Rede TVT

Ivaneti Araújo, coordenadora do movimento “Moradia na Luta por Justiça”, conta que tem muita gente que não consegue pagar aluguel, já foi ou está para ser despejada. Com os corte de investimentos do governo federal em habitação popular e com o desemprego em alta, muita gente bate na porta das ocupações pedindo ajuda.

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MST ocupa Ministério do Planejamento em defensa da reforma agrária

17 de Outubro de 2017, 22:33, por Rede TVT

Em Brasília, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra ocupa desde a madrugada o Ministério do Planejamento. A ação faz parte das mobilizações do MST em todo o país, em defesa da democracia, dos direitos dos trabalhadores e pela reforma agrária.

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MST realiza série de ocupações por todo o país pela reforma agrária

17 de Outubro de 2017, 22:33, por Rede TVT

O MST realizou uma série de ocupações por todo o país durante a Jornada Nacional de Lutas de Outubro. O objetivo principal é protestar contra os cortes do governo Temer nas políticas da Reforma Agrária.

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