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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

A TVT, primeira emissora de televisão outorgada a um sindicato de trabalhadores, entrou no ar no dia 23 de agosto de 2010, as 19h. Resultado de 23 anos de luta do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, a emissora educativa é uma geradora e foi outorgada em outubro de 2009 à Fundação Sociedade, Comunicação, Cultura e Trabalho, entidade cultural sem fins lucrativos criada e mantida pelo Sindicato.


Em apoio à greve e contra racismo, Pedro Cardoso abandona programa da TV Brasil

24 de Novembro de 2017, 9:34, por Rede TVT

Fonte: Rede Brasil Atual

São Paulo – “Eu não vou responder esta pergunta e nem nenhuma outra porque quando cheguei aqui, hoje, encontrei uma empresa que está em greve, e não participo de programas de empresas que estão em greve.”

Foi assim que o ator Pedro Cardoso iniciou sua rápida participação no programa Sem Censura, da TV Brasil, na tarde desta quinta-feira (23). Após se encontrar com trabalhadores da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Cardoso cogitou não participar, mas mudou de ideia e deixou registrada sua indignação.

“Vim sentar aqui porque, além da greve… Não cabe a mim julgar, não conheço a negociação, não estou a par, também não me cabe emitir opinião a respeito de quem está fazendo greve e quem está aqui trabalhando. Cabe a mim o maior respeito a todos vocês, aos que estão parados, aos que estão trabalhando e aos que estão aqui. Mas eu, diante deste governo que está governando o Brasil, tenho muita convicção de que as pessoas que estão fazendo essa greve provavelmente estão cobertas de razão”, afirmou.

Pedro Cardoso também fez referência ao episódio em que o presidente da EBC, Laerte Rimoli, usou as redes sociais para compartilhar memes que ironizavam declaração da atriz Taís Araújo sobre o racismo cotidiano sofrido pelo seu filho.

“Não vou falar do assunto que vim aqui falar e nem de nenhum outro.
O que eu soube também quando cheguei aqui, é que o presidente desta empresa, que pertence ao povo brasileiro, fez comentários extremamente inapropriados a respeito do que teria dito uma colega minha onde a presença do sangue africano é visível na pele. Porque o sangue africano está presente em todos nós, em alguns de nós está presente também na pele. Mas em todos nós ele está. Se esta empresa, que é a casa do povo brasileiro, tem na presidência uma pessoa que fala contra isso, eu não posso falar do assunto que vim falar aqui”, disse.

Após falar sobre suas motivações, Cardoso anunciou sua saída. “Tenho imenso respeito por todos vocês que estão aqui, vou me levantar, em respeito aos grevistas, e vou embora”, afirmou, cumprimentando os integrantes do programa e se retirando em meio à transmissão ao vivo.

Confira o vídeo:

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Curador da exposição Queermuseu desanca senadores obscurantistas em CPI

24 de Novembro de 2017, 9:31, por Rede TVT

Fonte: Rede Brasil Atual

São Paulo – Durante sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Maus Tratos a Crianças e Adolescentes, presidida por Magno Malta (PR-ES), o senador José Medeiros (Pode-MT) questionou o curador da exposição Queermuseu, Gaudêncio Fidelis, sobre materiais que constavam em seus documentos como “provas” de conteúdo impróprio da mostra censurada em setembro, pelo mantenedor Santander, por pressão de grupos políticos conservadores como o Movimento Brasil Livre (MBL).

Todos foram desmontados como boatos de redes sociais, notícias e imagens falsas. Uma delas era a distribuição de uma suposta cartilha para estudantes. “A grande maioria das grandes instituições brasileiras desenvolve um projeto educativo muito extenso para cada exposição”, disse o curador.

Medeiros questionou se Gaudêncio não teria “mandado fotos das obras para as escolas”, e foi prontamente respondido: “Vou concluir para deixar mais claro. O projeto educativo do Santander é destinado à formação de professores. Ele é realizado a partir dessa formação e depois executado, destinado para as escolas. Esse é um processo contínuo. Com isso, é produzida uma publicação, que imagino ser esta cartilha à qual o senhor se refere”, disse.

“Esse caderninho é chamado material de professores e serve como instrumento para que os professores entendam melhor a exposição”, continuou.

Medeiros replicou dizendo ter recebido “vasto material como figuras e twitteres”. O senador mostrou duas figuras para o curador. Devido ao conteúdo explícito, o parlamentar pediu discrição ao mostrar as imagens para o curador que respondeu: “Essa obra não pertence à exposição Queermuseu. Mas quero fazer uma observação. Nesse processo difamatório, uma das coisas que aconteceu foi que, em algum momento experienciamos um fenômeno surpreendente que simplesmente me chocou, que foi uma produção inacreditável de imagens de obras que não estavam na exposição. Isso nos coloca um problema extraordinário e insolúvel. Quando uma obra é jogada na internet, como provamos que não pertence, quando a exposição, além de tudo, está fechada?”, disse.

“Nós tentamos, de todas as maneiras possíveis, comunicar, não por nenhuma razão, mas apenas comunicar que essa e várias obras não pertenciam à exposição. Isso seria fácil de constatar se as pessoas tivessem acesso à exposição”, acrescentou.

Neste momento, a senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) pediu a palavra: “Essa fala corrobora com o argumento em relação ao uso que foi feito da arte para outros fins. Foi muito orquestrado. Lamento que tenhamos embarcado nisso, um movimento criado para inventar uma turbulência e uma polarização que não tem a ver com a arte”, disse.

Outro ponto apresentado pelo senador, que foi prontamente desconstruído, dizia respeito a uma obra da artista brasileira Lygia Clark. “Havia um exercício para as pessoas transitarem entre os gêneros para viver uma experiência em outro sexo. Queria que o senhor confirmasse se essa performance existia e se crianças participaram dela”, disse Medeiros.

A explicação de Gaudêncio: “Essa é uma obra histórica de uma das artistas mais celebradas do mundo e se chama O Eu e o Tu, que foi produzida na década de 1960. Essas obras são compostas de dois macacões em uma escala grande, para adultos. Ela discutia, dentro do contexto da produção dos anos 1960 a transição não necessariamente de gênero, mas de percepção do outro. Essa obra é uma obra muito importante, que já esteve em inúmeras exposições do mundo, e tem um caráter museológico. Ela não pode ser manipulada, é uma obra de museu. Ela estava na exposição desta forma”.

“Então, a resposta é não”, completou.

O senador retrucou: “Então não haviam crianças dentro dela?”. A resposta do curador: “São macacões de 2 metros e ela não foi feita com essa concepção que o senhor descreveu. Ela foi feita para uma experiência, procurando ser preciso, de entendimento do outro a partir do fato de que o outro possa ser considerado com uma visão a priori do que ele é. Ela tem capuzes. É uma obra para adultos, até porque a obra traz questões complexas e conceituais. É uma obra histórica”, disse.

“Esse comentário se originou, para o choque de todos nós, em uma entrevista coletiva em Porto Alegre, onde estava o filho de Lygia Clark. Uma pessoa que participava da entrevista, coordenadora do Movimento Brasil Livre (MBL), fez uma afirmação peremptória e disse: ‘Havia nessa exposição obras para crianças vestirem e se tocarem sexualmente’. Isso foi um choque tão grande porque, primeiro, estávamos diante do filho da artista que tem 60 anos, e é uma obra conhecida internacionalmente, uma das obras mais importantes da história da arte brasileira e mundial”, reagiu.

Medeiros concluiu tentando justificar a convocação de Gaudêncio à CPI. “Como o senhor explicou, a vestimenta estava lá e lhe confesso que não sou a última bolacha, o suprassumo do progressismo, mas também não estou na caverna. Mas confesso que me choquei quando diziam que as crianças se vestiam e se tocavam sexualmente (…) O senhor me tira uma laje da cabeça agora que era apenas uma roupa lá de uma obra. Estou satisfeito”, disse.

Sobre a mentira do MBL, Gaudêncio completou: “Essas obras estavam em manequins, fixos, porque não podem ser tocadas”.

Diante do boato divulgado pelo grupo político conservador de direita, o senador Humberto Costa (PT-PE) pediu a palavra: “Foi excelente a vinda do doutor Gaudêncio. Me preocupo com o que acontece hoje no nosso país e no mundo inteiro. Para o que essas redes sociais terminam se prestando? Vai depender de quem faz o uso delas. Eu vi essa semana algo que nem um louco acreditaria. Um cidadão botando um deputado identificado com a questão LGBT dizendo que ele era namorado de outro identificado como o mais homofóbico do Brasil”, disse.

“Imagina o prejuízo que houve, por exemplo, para a criança em relação à obra do Masp. No colégio dessa criança, os amigos da mãe dessa criança. Qual foi o grande crime? Foi divulgar aquilo. No caso do Queermuseu, não sei os outros quadros, mas só por esses exemplos vemos uma manipulação. Nós aqui não podemos embarcar nisso, o Parlamento. Precisamos ter um cuidado maior em relação a essas coisas”, completou Costa.

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Pesquisadores da UFBA são ameaçados por movimentos conservadores

24 de Novembro de 2017, 9:26, por Rede TVT

Fonte: Rede Brasil Atual

São Paulo – Professores e pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) têm relatado ameaças sofridas por meio de redes sociais. O teor das agressões inclui intenções de morte e teria relação com o conteúdo das pesquisas desenvolvidas pelos acadêmicos. Eles atuam no Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Mulher (Neim), um centro de referência em ciências humanas da faculdade nordestina.

Os ataques ocorrem paralelamente ao que o reitor da UFBA e presidente do Conselho Universitário, João Carlos Salles Pires da Silva, chama de “iniciativas obscurantistas”. Neste sentido, uma aluna do mestrado da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas tentou ser impedida de apresentar sua tese por grupos conservadores, já que seu tema de pesquisa incluía questões de gênero.

Os nomes dos profissionais e da mestranda não foram divulgados por questão de segurança, mas a pesquisadora Carla Freitas se pronunciou via redes sociais. “Sim, fui eu a pessoa ameaçada na defesa da dissertação”, disse. “Não sei se quero contribuir com a euforia direitista, fascista e perversa que goza com essa visibilidade midiática que tá ganhando, e desse jeito dissemina a ideia de propagar o ódio contra nós”, completou, sobre sua decisão de não conversar com a imprensa.

“Informei as ameaças ao meu orientador, que tomou todas as providências junto ao meu programa de mestrado para que tudo ocorresse com tranquilidade”, disse. Em nota, a reitoria lamentou o episódio e a necessidade de tal medida de segurança. “Em episódios recentes, verificamos ameaças de morte e outros tipos de violência contra uma de nossas docentes, pesquisadora do Neim; a tentativa de impedimento de defesa de uma dissertação de mestrado de aluno do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências, tendo que solicitar a segurança da própria universidade.”

Carla argumenta que “não se deve ceder a esse clima de terror”. “Minha resistência é todo dia, minhas micropolíticas cotidianas são a melhor estratégia de sobrevivência. Eles não vão nos parar e eu não serei manchete de vítima de ameaças. Agora vejam, se o mestrado incomodou, imagina o doutorado”, afirma.

A universidade, representada pelo reitor, contextualizou as ameaças com a atual conjuntura. “Vimos também elas (iniciativas obscurantistas) se estendendo contra eventos científicos, práticas culturais, artísticas e intelectuais, por meio não apenas de ataques virtuais, mas também de cancelamento de exposições e censura à peça de teatro. Assistimos perplexos à tentativa de cerceamento e agressão à filósofa Judith Butler, que em 2015 acolhemos com tanta satisfação na UFBA”, disse, lembrando os ataques que aconteceram contra a pensadora em São Paulo, onde ministrou palestra no Sesc Pompeia.

“O clima de intolerância que se estabeleceu neste país vem repercutindo de forma drástica na liberdade de expressão, no livre exercício profissional e na autonomia universitária para tratar de temas relevantes concernentes a determinados segmentos sociais. As reações virulentas e ameaçadoras, particularmente no âmbito acadêmico, vêm tomando proporções assustadoras e desrespeitosas”, disse a reitoria.

Por fim, o Conselho Universitário da UFBA reitera o posicionamento da instituição “contrária às investidas reacionárias que buscam calar o livre debate de ideias e silenciar todo um campo de estudos legitimamente construídos e que é fundamental para que possamos ter uma sociedade menos violenta e desigual”. A iniciativa do posicionamento partiu da conselheira Maria Hilda Maqueiro Paraíso, diretora da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas.

Maria Hilda relatou ao periódico local Correio os impactos dos ataques. “Estamos sofrendo um movimento contrário à liberdade de expressão, de autonomia para tratar de assuntos relevantes na sociedade (…) Isso cria embaraços da ordem das relações interpessoais, dificultando o trabalho dos grupos de pesquisas e da liberdade em sala de aula.”

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“Jornada Africanias”: herança africana na música erudita brasileira

23 de Novembro de 2017, 22:46, por Rede TVT

No Rio de Janeiro, um evento na Escola de Música da UFRJ, uma das mais antigas do país, investiga a herança africana na música brasileira, em especial, a erudita. Professores e pesquisadores de diversas partes do país se reuniram para participar do “Jornada Africanias”, série de concertos e debates sobre esse legado.

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TID Brasil fecha acordo com chineses para política industrial

23 de Novembro de 2017, 22:46, por Rede TVT

O TID, Instituto Trabalho, Indústria e Desenvolvimento e a Câmara do Comércio Brasil-China firmaram um importante acordo para os trabalhadores das indústrias dos dois países. O objetivo é gerar, principalmente, mais empregos no setor. O encontro foi realizado na Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT, no ABC Paulista.

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Grupos palestinos rivais, Fatah e Hamas concordam com eleição em 2018

23 de Novembro de 2017, 22:46, por Rede TVT

Os grupos palestinos rivais Hamas e Fatah concordaram em realizar eleições gerais na Cisjordânia e Faixa de Gaza até o final de 2018. O anúncio foi feito após conversa mediada pelo Egito com representantes de 13 partidos políticos.

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“É essencial inserir cultura africana no currículo escolar”, diz pedagoga

23 de Novembro de 2017, 22:46, por Rede TVT

A população negra infelizmente ainda sofre muito preconceito no Brasil. Uma das formas para diminuir esse problema é debater dentro das salas de aula a cultura africana. Para Caroline Jango, pedagoga do Instituto Federal de São Paulo, é essencial inserir a diversidade cultural do povo africano no currículo escolar.

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Governo Temer desmonta a Agricultura Familiar

23 de Novembro de 2017, 22:39, por Rede TVT

A política do governo Temer acaba com programas sociais fundamentais como o de Aquisição de Alimento. Para encontrar caminhos contra o desmonte de políticas socias, movimentos sociais, pequenos agricultores e parlamentares do Partido dos Trabalhadores se reúniram na Câmara Municipal de São Paulo.

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Feijóo: Temer cedeu a lobby a favor de petrolíferas britânicas

23 de Novembro de 2017, 22:37, por Rede TVT

Denúncia publicada no jornal inglês The Guardian aponta que o presidente Michel Temer cedeu ao lobby internacional a favor de petrolíferas britânicas. Para Feijóo, trata-se de mais uma confirmação de que por trás do golpe de 2016 estavam grandes interesses internacionais.

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Oposição promete obstruir votação da Reforma da Previdência

23 de Novembro de 2017, 22:35, por Rede TVT

O governo Temer quer aprovar a Reforma Previdenciária ainda este ano. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, anunciou que a votação acontecerá no dia 06 de dezembro.

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Oposição promete obstruir votação da Reforma da PrevidênciaB 2017 11 23

23 de Novembro de 2017, 22:35, por Rede TVT

O governo Temer quer aprovar a Reforma Previdenciária ainda este ano. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, anunciou que a votação acontecerá no dia 06 de dezembro.

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Seminário debate os impactos da reforma trabalhista no mundo

23 de Novembro de 2017, 22:27, por Rede TVT

A principal inspiração reconhecida pelo governo Temer para a reforma trabalhista é a aprovada há cinco anos na Espanha, que acabou retirando direitos dos trabalhadores espanhóis. Os efeitos da reforma trabalhista no Espanha e em mais 6 países foram debatidos em um seminário, em São Paulo.

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No Rio de Janeiro, professora contesta déficit da previdência

23 de Novembro de 2017, 22:27, por Rede TVT

Durante debate no Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, professora do Instituto de Economia da UFRJ apresentou estudo que mostra que cobrança das dívidas previdenciárias e o fim da política de desoneração fiscal seriam suficientes para equilibrar o sistema.

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Seu Jornal – 23/11/2017

23 de Novembro de 2017, 21:51, por Rede TVT

O Seu Jornal está no ar. Veja os destaques de hoje:

Foi firmado hoje um importante acordo para os trabalhadores e trabalhadoras da indústria. Representantes do TID – o Instituto Trabalho, Indústria e desenvolvimento e da câmara do comércio Brasil-China se reuniram para impulsionar as indústrias dos dois países. O objetivo é gerar, principalmente, mais empregos no setor.

A agricultura familiar não tem mais espaço no atual governo federal. Um dos principais programas voltados ao campo, o de aquisição de alimento, terá seu orçamento drasticamente reduzido.

O presidente da câmara dos deputados, Rodrigo Maia, do DEM do Rio de Janeiro, confirmou hoje que a reforma da previdência irá a plenário da câmara no dia 6 de dezembro.

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Interesse por bitcoin cresce e cria polêmica com mercado financeiro

23 de Novembro de 2017, 9:44, por Rede TVT

Fonte: Rede Brasil Atual

São Paulo – Você sabe o que é uma bitcoin? A chamada moeda virtual, criada há 9 anos, experimenta seu momento de maior sucesso e vem criando polêmica no mercado financeiro e de tecnologia. A moeda é totalmente digital, não existindo fisicamente, como nosso dinheiro normal, e sua emissão não é controlada por nenhuma instituição financeira. Isso significa que a bitcoin é uma criptomoeda descentralizada e pertence a um sistema econômico alternativo.

A moeda é produzida por milhares de computadores mantidos por pessoas que emprestam a capacidade de suas máquinas para criar bitcoins e registrar todas as transações feitas. Na prática, isso significa que os computadores conectados à rede competem entre si para a solução de problemas (matemáticos) e quem ganha recebe um bloco da moeda.

O nível de dificuldade dos desafios muda de acordo com o tempo para que a moeda cresça dentro de uma faixa limitada, que é de até 21 milhões de unidades até 2.940. A bitcoin foi criada por uma pessoa com o nome fictício de Satoshi Nakamoto e chegou a valer, nos últimos dias, R$ 25.000, segundo a corretora de bitcoin FoxBit.

A moeda virtual teve uma valorização de mais de 2.500% em três anos e é aceita para o pagamento de viagens, hotéis, registro e hospedagem de sites e até para a compra de comidas. Apesar do aparente bom investimento, a compra e guarda das moedas virtuais está sujeita a riscos, com a possibilidade de perda de todo o capital investido e da típica variação do seu preço. O próprio Banco Central e a Comissão de Valores Imobiliários emitiram comunicados advertindo que aplicações em bitcoins podem representar riscos aos investidores.

De acordo com o economista Fernando Ulrich, a segurança do sistema é um dos riscos que envolvem a moeda digital. A falta de uma autoridade responsável pela bitcoin pode afastar a confiança dos investidores. Ele também alerta para o risco de usabilidade, com casos de perdas da moeda por causa de esquecimento de senhas e discos rígidos formatados. “Em 2013, o americano James Howell jogou na lata do lixo um disco rígido que continha a sua carteira com 7.500 bitcoins, cerca de US$ 4,7 milhões. Imagine o tamanho do desgosto”, disse em sua coluna na InfoMoney.

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