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abril 3, 2011 21:00 , por Desconocido - | No one following this article yet.

A TVT, primeira emissora de televisão outorgada a um sindicato de trabalhadores, entrou no ar no dia 23 de agosto de 2010, as 19h. Resultado de 23 anos de luta do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, a emissora educativa é uma geradora e foi outorgada em outubro de 2009 à Fundação Sociedade, Comunicação, Cultura e Trabalho, entidade cultural sem fins lucrativos criada e mantida pelo Sindicato.


Boletim Paralímpico 12/09/2016

septiembre 13, 2016 0:38, por Rede TVT

Confira os destaques paralímpicos desta segunda-feira!
O Brasil foi destaque hoje na Bocha e Goalball!

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Detidos em manifestação “Fora Temer” são liberados; ato foi pacífico

septiembre 13, 2016 0:21, por Rede TVT

A manifestação chamada pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo reuniu cerca de 60 mil pessoas na Av. Paulista.

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Policiais que atropelaram jovem não vão mais acompanhar protestos

septiembre 13, 2016 0:21, por Rede TVT

Em entrevista exclusiva à TV Brasil, o rapaz atropelado afirmou que a polícia forjou uma acusação contra ele após o atropelamento.

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“Fora Temer” toma várias cidades do planeta

septiembre 13, 2016 0:21, por Rede TVT

Brasileiros deram um jeitinho de protestar durante o fim de semana em capitais pelos mundo.

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Se for cassado, Cunha pode se tornar réu comum

septiembre 13, 2016 0:21, por Rede TVT

Pouco antes das 19h, já havia quorum na Câmara dos Deputados para votar o processo de cassação de Eduardo Cunha.

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Cármen Lúcia toma posse como presidenta do STF; conheça a ministra

septiembre 13, 2016 0:21, por Rede TVT

Ela substitui Ricardo Lewandowski. Seu vice é Dias Toffoli.

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Campanha em SP comprova que pobre paga mais ICMS

septiembre 13, 2016 0:21, por Rede TVT

Campanha dos Auditores Fiscais da Receita de SP explica como identificar as grandes desigualdades na política de arrecadação tributária do governo estadual.

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Governo Temer suspende novo método de avaliação da educação

septiembre 13, 2016 0:21, por Rede TVT

Educadoras criticam decisão do governo de extinguir Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica, Sinaeb, criado por Dilma para avaliar educação.

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Prof. Giba: Brasil precisa reformular ensino técnico de nível médio

septiembre 13, 2016 0:21, por Rede TVT

Para prof. Gilberto Alvarez, Brasil ensino técnico de nível médio deve ser valorizado e dialogar mais com jovem. Atualmente, jovens querem ir para universidade.

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Aquecimento global causa problemas em todo o planeta

septiembre 13, 2016 0:21, por Rede TVT

Embora nos EUA candidatos republicanos neguem a existência do aquecimento global, Flávio Aguiar fala dos lugares mais prejudicados pelo processo.

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Repressão tende a aumentar pois golpistas não suportam ter sua natureza revelada, diz Dilma

septiembre 12, 2016 16:03, por Rede TVT

Fonte: Rede Brasil Atual

Para a presidenta deposta Dilma Rousseff, a repressão violenta contra os manifestantes que pedem pela saída de Michel Temer e por eleições Diretas já tende a aumentar “porque os que tomaram o poder ilegalmente não suportam que sua verdadeira natureza golpista seja revelada aos olhos do Brasil e do mundo.” A declaração foi dada à revista mexicana Proceso publicada neste mês.

Na entrevista, Dilma volta a classificar o governo atual como “ilegítimo, golpista e usurpador”, e diz que a repressão visa a sufocar “revolta popular” de parte da população que contesta a legalidade do processo de impeachment.

A publicação mexicana anota que tais advertências de Dilma surgem em contexto de crescentes manifestações contra o governo Michel Temer, e cita, em especial, os protestos que tomaram todas as capitais do país, no último feriado da Independência (7), em que milhares marcharam entoando o mesmo grito: “Fora, Temer”.

A reportagem também ressalta que as manifestações impõem desafio a Temer que, em sua primeira reunião ministerial, declarou: “Não vou permitir que me chamem de golpista”. “Desde então, a polícia tem reprimido com violência os protestos, sobretudo os que estão sendo realizados na cidade de São Paulo”, frisa a revista.

“Quando eu era presidenta, houve centenas de manifestações contra mim, mas jamais reprimi essas marchas, porque não me incomodavam. São parte da política e da democracia”, afirmou Dilma.

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O papel da consciência democrática no futuro das cidades

septiembre 12, 2016 14:15, por Rede TVT

Fonte: Rede Brasil Atual

O dia 16 de agosto marcou o início da corrida eleitoral nos 5.570 municípios do país. A campanha traz novidades. Vai durar pouco, 45 dias, e deve diminuir também o volume de recursos, com a proibição das doações de empresas a candidatos e partidos. E com a audiência da TV aberta em queda, o horário eleitoral obrigatório tende a ter sua influência reduzida. Crescerá a importância do tradicional corpo a corpo e da presença inteligente nas redes sociais.

Mas não são apenas as formas de campanhas que afetarão as eleições nas cidades. Além da mudança de regras, a crise política e a economia em recessão pesarão sobre o conteúdo. Projetos de aperto fiscal e ataques a direitos, a consolidação do impeachment de Dilma Rousseff, a incapacidade do governo federal de emplacar uma retomada do crescimento na economia exigirão muita competência dos candidatos em mostrar do que serão capazes. E como se não bastasse a crise prolongada pelo golpe parlamentar, há ainda o descontentamento popular com política e o descrédito geral nos políticos – massificado com a ajuda dos meios de comunicação.

“Nessa disputa, mais do que nunca, o debate sobre o destino das cidades e de questões específicas e locais deve ser ofuscado, já que o ambiente eleitoral está profundamente contaminado pela crise política que vive o país. Estão no centro dessa crise, inclusive, o próprio modelo político-eleitoral, a representatividade e a forma como os partidos se estruturaram e cresceram”, escreveu em seu blog a urbanista Raquel Rolnik, professora da Universidade de São Paulo.

A ocasião, no entanto, pode ser uma oportunidade para se discutir o resgate da democracia a partir das cidades. É o que acredita a também urbanista e professora da USP Erminia Maricato. “Do meu ponto de vista, podemos reinventar o processo democrático no país a partir das eleições municipais. Isso porque nós conseguimos construir um período de governo democrático que distribuiu renda por meio dos governos municipais”, afirmou. “Precisamos recuperar a importância da descentralização das decisões do poder local, a democracia direta, especialmente o orçamento participativo, especialmente o favela-bairro. Transformar as favelas e bairros periféricos em áreas saneadas, em bairros dignos, com todos os equipamentos de infraestrutura”, diz Erminia.

Ricos, famosos… e os projetos?

JEFFERSON RUDY/AGÊNCIA SENADOMarta e Serra
Marta aderiu aos golpistas do PMDB e a José Serra. Alckmin lançou Doria e rachou PSDB

A cidade de São Paulo, por sua dimensão para o cenário nacional, é especialmente mais contaminada pela crise política. Como em quase todas as eleições, há sempre um candidato cujo objetivo de alimentar o ódio ao PT parece sempre maior do que convencer os eleitores a votar nele, como Major Olímpio (SD).

De novidade, há o racha no PSDB. Para conseguir sua indicação, com apoio de Geraldo Alckmin, o empresário João Doria Júnior superou uma convenção partidária contaminada por denúncias de irregularidades.Alckmin e Doria

E, com outras palavras e estilo, mas idêntico na essência antipetista, apresenta como objetivos desfazer realizações da gestão de Haddad, elogiadas internacionalmente.

Revogar a redução do limite de velocidade que mitigou os acidentes de trânsito e melhorou a fluidez nas ruas, desvalorizar a cultura cicloviária, interromper a expansão das faixas exclusivas de ônibus para introduzir um formato privatizado de corredores estão entre seus objetivos. Quem também não aprecia reconhecer algo de positivo na gestão Haddad é a candidata do PMDB, Marta Suplicy. Marta é a outra ponta do racha tucano. Adversário de Alckmin no ninho, com vistas à disputa regional e nacional de 2018, José Serra preferia indicar Andrea Matarazzo. Perdeu, e fez de Matarazzo vice da ex-petista, com apoio de Gilberto Kassab.

A ex-prefeita, depois de perder para os inimigos em 2004 (para Serra) e em 2008 (para Kassab), juntou-se a eles. Deixou o antigo partido para se filiar ao PMDB de Michel Temer e se associar ao golpe parlamentar que derrubou Dilma ­Rousseff. Em São Paulo, porém, levanta como principais bandeiras ações de seus tempos de PT, como os Centros de Educação Unificados (CEU). As unidades de educação integral abertas às comunidades dos bairros onde estão instaladas foram marca do programa que comandou na condição de petista na gestão 2001-2004. Acabaram abandonadas pelas gestões de Serra e Kassab (2005 a 2012) e só foram retomadas por Haddad na atual gestão, ganhando inclusive cursos noturnos gratuitos de extensão universitária para educadores.

ANANDA BORGES/CÂMARA DOS DEPUTADOSLuisa Erundina
Apesar dos 81 anos, Erundina aparece como alternativa de renovação

A eleição traz ainda como novidade a presença de Luiza Erundina concorrendo pelo Psol. Como Fernando Haddad, mas com menos estrutura partidária e tempo de rádio e TV, a primeira prefeita mulher da maior cidade do ­país (1989-1992) entra no debate eleitoral como reforço do campo democrático e – apesar dos 81 anos bem vividos – como alternativa de renovação, fiel aos mecanismos de democracia participativa e a uma visão de planejamento urbano voltada a corrigir, no futuro, aberrações do crescimento desordenado.

A Fernando Haddad, por sua vez, mesmo exercendo na prática essa gestão baseada no esforço de longo prazo para solucionar os maiores problemas da metrópole, não faltam adversidades. Sua administração sofre com o ódio promovido pelos principais meios de comunicação ao PT .

Ele próprio reconhece ter falhado na comunicação, a ponto de a população não conseguir associar avanços à sua gestão. Por exemplo, a redução do tempo de percurso para quem vive em bairros mais periféricos e trabalha longe. Ou a instalação de iluminação de LED em bairros habituados à escuridão. “A nova iluminação está resgatando a sensação de segurança, pessoas estão voltando até a pôr a cadeira na calçada para conversar à noite. Mas tem gente que acha que isso é coisa da Eletropaulo, não sabe que é da prefeitura”, diz o secretário de Governo, Chico Macena.

LALO DE ALMEIDA/FOLHAPRESSRussomano
Russomanno caiu em desgraça em 2012 ao propor tarifas de ônibus mais caras conforme a distância percorrida

A não-novidade do pleito é a presença do deputado federal Celso Russomanno (PRB). Inexpressivo no Congresso Nacional, Russomanno se vale da popularidade conquistada como apresentador de TV. E que atingiu seu ápice na eleição de 2012, quando ficou fora do segundo turno na reta final. Na ocasião, caiu em desgraça quando sinalizou impor tarifas diferenciadas de ônibus conforme a distância percorrida pelo usuário. Pouco inteligente, numa cidade com as dimensões de São Paulo. Mas graças a essa popularidade, e não à defesa de algum projeto específico, ele voltou a começar a disputa na liderança. Não se sabe como irá terminar.

Cidades engessadas

Um dos principais desafios de quem quiser levar a campanha e o futuro da cidade a sério, portanto, será conviver com menos recursos e pouco tempo para se comunicar. Ainda assim, a sucessão municipal é grande oportunidade de discussão sobre o modelo de cidade que se deseja para o futuro. Se uma cidade que seja espaço de humanização e resistência à mercantilização e inclusiva, ou voltada aos interesses do capital, como historicamente esteve marcada em seu crescimento.

“É o desempenho que eles (candidatos) tiverem nos próximos debates e nas pesquisas eleitorais que vai determinar se um ou outro vai falar de questões mais propositivas ou vai privilegiar o ataque ao adversário”, afirma o cientista político Pedro Fassoni Arruda, professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). “A crise política não vai sair do debate, mas as questões da cidade serão colocadas na medida em que os eleitores começarem a cobrar dos candidatos”, diz Arruda.

No primeiro embate televisivo entre os candidatos houve tensão. Excluída por uma regra da minirreforma, que exige da legenda nove ou mais representantes na Câmara Federal para que o candidato participe, Luiza Erundina ficou de fora. Poderia ter participado se houvesse concordância de dois terços dos demais debatedores. Haddad e Russomanno aceitaram, mas Marta e Doria Júnior vetaram. Erundina foi com a militância à porta da emissora, no Morumbi, zona sul de São Paulo para protestar. Somente depois de o debate acontecer o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou a inconstitucionalidade da restrição. “A Band antecipou o debate antes da decisão do STF porque quis me excluir, porque eu defendo a democratização dos meios de comunicação”, disse.

Não bastasse o imbróglio jurídico alimentado pela minirreforma, as medidas de ajuste fiscal de grande alcance pretendidas pelo governo de Michel Temer fazem com que os prefeitos e candidatos olhem para as cidades preocupados com o futuro. Sobretudo diante da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241. A proposta quebra as exigências de empenho mínimo com Saúde e Educação.

Para o prefeito Fernando Haddad, os efeitos da PEC vão se tornar agudos na organização territorial da cidade e provocar a disputa da sociedade pelo orçamento público. Haddad lembrou que o poder público é atuante em frentes como saneamento, habitação e mobilidade. “Se não tiver o poder público, como fazer?”, indagou Haddad. “Congelar a capacidade de responder a isso vai causar que tipo de conflito? Não sou capaz de responder qual o significado social e político, como os governos progressistas vão se colocar diante dessa configuração.”

Segundo o candidato à reeleição, a Constituição de 1988 significou um processo de fortalecimento dos municípios, pelo fato de ter descentralizado recursos. “Cada partido criou um modo de governar, nasceram experiências diferentes a partir de uma base constitucional que criava condições inéditas para os prefeitos”, defende, lamentando os retrocessos em curso no país, com a agenda de Michel Temer e um Congresso Nacional de conservadorismo sem precedentes.

Mais humana

O economista Marcio Pochmann, candidato à prefeitura de Campinas (SP), disse que o risco de esvaziamento do debate sobre as cidades nas eleições deste ano ocorre graças ao papel da mídia. “Rui Barbosa dizia que a imprensa são os olhos e ouvidos da sociedade, mas não hoje”, afirma. Durante o debate com o tema “A cidade que você não vê na mídia”, promovido pelo Centro Barão de Itararé no final de agosto, Pochmann disse que a realidade das cidades não é o que se vê por meio da imprensa.

Não bastasse a democracia sob ataque, a capacidade de o processo eleitoral aprofundar a busca de soluções para os problemas de mobilidade, moradia, saúde e educação é limitada pela falta de uma gestão metropolitana. Como diz a urbanista Erminia Maricato, São Paulo são os 39 municípios que compõem o conglomerado urbano ao seu redor, onde vivem mais de 20 milhões de pessoas. Para a professora da USP, falta uma orquestração das gestões municipais. “Na nossa cidade, se você pegar o problema da mobilidade, vai ver que 70% do emprego fica no centro expandido do município e grande parte dos trabalhadores não mora no município”, observa ela, para quem é impossível resolver o problema de mobilidade da metrópole só com política municipal.

A professora chega a dizer que o maior desafio do próximo prefeito da capital será mostrar que os problemas são mais metropolitanos. “Não dá para resolver o problema da moradia dentro do município de São Paulo, nem o problema do meio ambiente. O prefeito de São Paulo é cobrado por coisas que não são dele. Às vezes vem um morador de Osasco ou de Guarulhos cobrar o prefeito de São Paulo por alguma coisa que não é responsabilidade dele”, defende.

A urbanista alerta ainda para a concentração de renda. “Alguns anos atrás, constatei que 23% dos chefes de família do Brasil todo que ganhavam mais de dez salários mínimos moravam no município. É uma concentração de renda forte, é uma população que mora em condomínios e muito ligada à demanda de privilégios. Historicamente, é uma população acostumada a negar o problema da pobreza e da desigualdade – é uma população muito voltada para o próprio umbigo”, diz.

Erminia, no entanto, pondera: “Mas não é toda essa classe média que é assim. Hoje você tem jovens da classe média, razoavelmente bem situados em termos de renda, que estão aí defendendo a humanização da cidade, a abertura da Avenida Paulista, as ciclovias, a prioridade para o transporte público”, destaca, reconhecendo um movimento maior em defesa de uma cidade mais humana.

O professor da PUC-SP Pedro Fassoni Arruda lembra que existem alguns déficits na cidade que têm relação com a própria administração municipal. Ele também diz que houve avanços com a gestão de Haddad, mas como a professora Erminia, Fassoni destaca que na questão das linhas e corredores de ônibus, nem tudo é responsabilidade do governo municipal. “Enquanto a tarifa de ônibus é determinada pela prefeitura, a de trens e metrô é do governo estadual – assim como os ônibus intermunicipais.”

Ele também diz que a prefeitura tem uma parcela de responsabilidade com a segurança pública, com a guarda civil, mas que a essência da segurança cabe ao governo estadual. “Houve melhorias, como o menor tempo para trabalhadores e estudantes chegarem ao trabalho, e a tarifa subiu abaixo da inflação do período. Saúde e educação deixam a desejar, mas houve melhorias graduais, com a construção de postos de saúde, escolas municipais, contratação de professores”, afirma. Indagado se a depender do candidato vitorioso a cidade pode perder conquistas, Fassoni diz acreditar que sim.

A população da cidade de São Paulo, como a das demais 38 cidades que formam a região metropolitana, tem pouco tempo para decidir se caminhará em direção a um futuro mais civilizado, ou se permitirá um retrocesso amargo ao passado, como ao que está sendo submetido o país: o de entregar a máquina pública a grupos interessados em satisfazer interesses privados.

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Cármen Lúcia toma posse hoje na presidência do STF

septiembre 12, 2016 14:11, por Rede TVT

Fonte: Rede Brasil Atual

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia será empossada hoje (12) no cargo de presidenta da Corte pelos próximos dois anos. Ela substituirá o ministro Ricardo Lewandowski, cujo mandato terminou.

A cerimônia está marcada para as 15h. Cerca de 2 mil pessoas foram convidadas, entre elas o presidente Michel Temer, os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e do Senado, Renan Calheiros, além de outras autoridades. Na abertura, o cantor Caetano Veloso vai cantar o Hino Nacional.

Na cerimônia, a ministra quebrará o protocolo do Supremo e não haverá a tradicional festa de recepção aos convidados, bancada por associações de magistrados em todas as posses de ministros da Corte. Na semana passada, ao participar da última sessão na Segunda Turma, ela disse que não gosta de festa, mas de processo.

Cármen Lúcia Antunes Rocha tem 62 anos, foi indicada para o Supremo pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e tomou posse em 2006. A ministra nasceu em Montes Claros (MG) e formou-se em direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC), em 1977. Ela será a segunda mulher a assumir o cargo. A primeira foi a ex-ministra Ellen Gracie.

No seu dia a dia na Corte, Cármen Lúcia mantém hábitos simples, como ir trabalhar em seu próprio carro. Ela é a única integrante do colegiado que não utiliza carro oficial com motorista. A ministra é solteira, não tem filhos e mora em um apartamento funcional do STF, em Brasília.

Em 2007, ela também quebrou a tradição na Corte e foi à sessão usando calça comprida. Antes disso, uma regra interna determinava que mulheres só poderiam entrar no plenário usando saia.

Antes mesmo de assumir a cadeira de Lewandowski, Cármen Lúcia deixou claro, durante sessão recente, que prefere ser chamada de presidente e não de presidenta. “Eu fui estudante e sou amante da língua portuguesa. Acho que o cargo é de presidente, não é não?”, afirmou, no mês passado.

Atuação no STF

No Supremo, a atuação da ministra pode ser resumida pelo rigor em casos envolvendo corrupção, pela postura firme a favor dos direitos das mulheres e o trato com a “coisa pública”.  Em viagens oficiais, ela opta por não receber diárias, apesar de ter direito.

Sem perfil corporativista, Cármen Lúcia, quando esteve na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2012, determinou a divulgação de seu contracheque, quando o STF discutia a validade da Lei de Acesso à Informação.  Ela também proferiu decisões sobre casos de nepotismo e liminares que derrubaram pagamento de aumento a servidores públicos.

A ministra se declarou impedida para julgar a ação que pede o pagamento da correção de planos econômicos da década de 1990, porque o pai dela entrou na Justiça e seria beneficiado pela decisão do STF.

Entre os advogados que militam no Supremo, Cármen Lúcia é elogiada. Os profissionais afirmam nos bastidores que ela é sempre simpática e cordial e está bem informada sobre os processos. Recentemente, a ministra passou a fazer audiências por meio de videoconferência, evitando o deslocamento dos profissionais a Brasília.

Julgamentos

Em dez anos no Supremo, Cármen Lúcia foi relatora de importantes processos julgados pelo plenário, como a ação penal do ex-deputado federal Natan Donadon, primeiro parlamentar preso por sentença condenatória, e da ação que pretendia barrar autorização prévia para publicação de biografias não autorizadas.

A ministra também fez discursos duros contra a corrupção em processos envolvendo a Operação Lava Jato. Em novembro do ano passado, ao participar do julgamento que referendou a prisão do ex-senador Delcídio do Amaral, ela disse que “o crime não vencerá a Justiça e que os “criminosos não passarão”.

Na decisão em que a Corte autorizou a publicação de biografias não autorizadas, Cármen Lúcia disse repetidamente o dito popular: “Cala a boca já morreu”.

Com a ida da ministra para a presidência, Ricardo Lewandowski herdará os processos que estão no gabinete, entre eles as investigações da Operação Zelotes e a divisão dos royalties do petróleo.

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Câmara deve decidir hoje futuro político de Eduardo Cunha

septiembre 12, 2016 14:04, por Rede TVT

Fonte: Rede Brasil Atual

Relator do processo contra o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), quando o caso começou a tramitar no Conselho de Ética, o deputado Marcos Rogério (DEM-RO) será o primeiro a falar na sessão que definirá o futuro político do peemedebista, marcada para as 19h de hoje (12). De acordo com a Secretaria-Geral da Câmara, Rogério terá 25 minutos para apresentar os argumentos favoráveis à cassação do mandato de Cunha.

Depois de quase oito meses em que a representação esteve nas mãos do colegiado, Marcos Rogério formulou o parecer que resultou na continuidade do processo por um placar de 11 votos a nove, em junho. No texto, o parlamentar afirma que Cunha é o dono de pelo menos quatro contas na Suíça – Köpek; Triumph SP, Orion SP e Netherton – e classificou as contas como “verdadeiros laranjas de luxo”.

Os advogados de Cunha terão o mesmo tempo – 25 minutos – para rebater os argumentos de Rogério. O próprio Eduardo Cunha já confirmou que estará pessoalmente na sessão e também poderá se manifestar, reforçando, em 25 minutos, sua defesa.

Com a conclusão desta fase inicial, os deputados que forem se inscrevendo poderão falar por cinco minutos cada. Mas esta etapa da sessão pode ser interrompida a partir da fala do quarto parlamentar, se houver um acordo e a maioria em plenário decidir pelo fim da discussão.

A votação é nominal e o posicionamento de cada deputado será anunciado abertamente pelo painel eletrônico. São necessários 257 votos – equivalentes à maioria simples dos 513 deputados – para que Cunha perca o mandato como parlamentar.

Eduardo Cunha, que foi notificado sobre a sessão na última quinta-feira (8) pelo Diário Oficial da União, deve contar com o apoio de aliados que podem apresentar questões de ordem. O peemedebista quer que, a exemplo do que ocorreu no impeachment de Dilma Rousseff no Senado, a votação seja fatiada, ou seja, que os parlamentares decidam separadamente sobre a perda do cargo e sobre a perda dos direitos políticos.

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DCM: Estudantes Detidos Arbitrariamente

septiembre 12, 2016 13:30, por Rede TVT

Parecia um filme de terror, mas era realidade. No dia 4 de setembro horas antes da manifestação contra o governo Temer 26 jovens foram presos arbitrariamente e levados ao DEIC de São Paulo.

Para entender melhor essa história o DCM desta semana conversa com Erico, estudante de biotecnologia, Gabriel, estudante de 18 anos, jovens detidos; a mãe de Gabriel, Rosana; e com o advogado Hugo Albuquerque.

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