A TVT, primeira emissora de televisão outorgada a um sindicato de trabalhadores, entrou no ar no dia 23 de agosto de 2010, as 19h. Resultado de 23 anos de luta do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, a emissora educativa é uma geradora e foi outorgada em outubro de 2009 à Fundação Sociedade, Comunicação, Cultura e Trabalho, entidade cultural sem fins lucrativos criada e mantida pelo Sindicato.
“Desmonte” na EBC afeta comunicação pública, afirmam especialistas
4 de Setembro de 2016, 0:10Renata Mielli, do FNDC, e Bia Barbosa afirmam que a mudança que Temer está fazendo na EBC vai enfraquecer a rede nacional de comunicação pública.
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No RJ, taxistas mulheres criam aplicativo para oferecer serviço
3 de Setembro de 2016, 23:48As taxistas estavam cansadas de ouvir histórias de passageiras sobre o assédio de motoristas homens. No aplicativo, só podem se cadastrar taxistas mulheres.
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Medidas econômicas de Temer aprofundam a recessão, dizem especialistas
3 de Setembro de 2016, 23:48Embora o governo afirme que o país está preparado para retomar o crescimento, especialistas afirmam que as medidas adotadas pelo governo vão travar a economia.
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Ministro da Cultura do governo Temer é chamado de golpista e se irrita
3 de Setembro de 2016, 23:48Marcelo Calero participava da abertura do Festival de Cinema de Petrópolis, no Rio.
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Frentes convocam atos em todo o país
3 de Setembro de 2016, 23:33Assim como ocorreu durante praticamente toda a semana, o domingo também será de manifestações contra o governo temer em todo o Brasil.
Em São Paulo, o ato, convocado pelas frentes brasil popular e povo sem medo, vai começar às quatro e meia da tarde, em frente ao MASP, na avenida paulista.
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Jovens e trabalhadores relatam motivações em protesto “Fora Temer”
3 de Setembro de 2016, 23:33O repórter Jô Miyagui conversou com manifestantes no ato no Largo da Batata, em SP.
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Aula Pública: Bibliodiversidade
3 de Setembro de 2016, 19:45O livro é a principal forma de transmissão de conhecimento aprofundado numa sociedade.
A pluralidade de publicações garante o equilíbrio entre as diferentes vozes que participam do debate e da construção do conhecimento.
O crescimento de grandes corporações e a adoção de políticas agressivas de marketing, no entanto, ameaçam a diversidade editorial.
Nas livrarias, as editoras pequenas e médias encontram cada vez menos espaço de exposição, que agora é vendido para as grandes corporações do setor, como já acontecia nos supermercados.
O resultado é a diminuição de publicações independentes e plurais nas livrarias.
Mas por que é tão importante buscar o equilíbrio e a pluralidade no mercado de livros?
Convidado: Haroldo Ceravolo Sereza
Jornalista e editor de livros. Diretor de redação do portal Ópera Mundi.
Ex-presidente da Liga Brasileira de Editora, a LIBRE.
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Governo Alckmin é denunciado por crime de responsabilidade
3 de Setembro de 2016, 18:33Fonte: Rede Brasil Atual
Auditores fiscais do estado de São Paulo entraram ontem (1º) no Ministério Público do Estado de São Paulo com uma ação popular contra o governo de Geraldo Alckmin (PSDB) por fraudes em operações de crédito. Se confirmados, os atos configuram crime de responsabilidade, implicando rombo futuro no patrimônio público para “maquiar” as contas, inflando o orçamento de curto prazo do estado.
“Se confirmado, isso configura crime de responsabilidade dos secretários e de quaisquer entes do governo que tenham parte nisso. Agora, cabe ao Ministério Público analisar. Para nós, as operações alteram o balanço, o orçamento do estado de forma fraudulenta”, afirmou o vice-presidente do Sindicato dos Agentes Fiscais de Rendas do Estado de São Paulo (Sinafresp), o auditor fiscal Gláucio Honório.
Por esse esquema, o estado fornece créditos à empresas, ele tem contas a receber de empresas inadimplentes, ou que cometeram infrações. Esses valores a receber são divididos em lotes preferenciais e não preferenciais. A fim de adiantar o recebimento, o estado vende estes lotes para empresas financeiras ou bancos. As preferenciais têm maior liquidez, ou seja, possuem menor risco de não serem pagas, isso porque, de tempos em tempos, o estado promove parcelamento dessas dívidas, perdoando multas ou juros.
O mercado realiza esse tipo de prática corriqueiramente. O problema é quando as fraudes começam. Agrupar dívidas e vendê-las a empresas terceiras foi uma prática utilizada em larga escala com títulos podres do mercado imobiliário norte-americano, o que desencadeou a crise de 2008. Em São Paulo, a gestão Alckmin pode estar realizando fraudes que podem implicar graves danos futuros, segundo o Sinafresp.
Os títulos podem ser vendidos para empresas privadas, visando ao recebimento mais rápido dos valores. Aí começa a fraude, de acordo com o sindicato. Alckmin criou uma empresa “mista” que compra esses títulos de dívidas, a Companhia Paulista de Securitização (CPSEC), que vem comprando os lotes não preferenciais nos últimos anos. São os de mais alto risco. Não haveria problema, se esta empresa fosse privada. Mas na prática, ela é uma sociedade anônima, com cerca de 3 milhões de ações no mercado. Apenas três não são do estado, pertencem ao ex-secretário da Fazenda Renato Villela e a mais dois funcionários do alto escalão da pasta.
“Esta suposta empresa não é mista de fato. Ela é do governo. Veja, o problema é que empresas públicas não quebram. Se houver rombo, os cofres públicos vão cobrir. Isso fere a Lei de Responsabilidade Fiscal”, explica Glauco. “Ele (Alckmin) está tentando adiantar uma receita de forma artificial. Nos títulos de alto risco, ele pega uma aplicação de longo prazo e a transforma em dinheiro de curto prazo. Isso é um jogo de balanço que traz dinheiro fictício, carregando riscos futuros para a saúde das contas públicas”, continua. O objetivo seria inflar o orçamento do ano, maquiando os valores do caixa, o que pode causar um rombo, uma bolha futura.
Posição do estado
Em nota, a Secretaria da Fazenda afirma que as operações da CPSEC foram autorizadas pela Assembleia Legislativa, e que de 2012 a 2015, a empresa acrescentou R$ 2,14 bilhões aos cofres do estado. Entretanto, Glauco insiste que “existem muitas coisas para serem explicadas”. Isso porque o valor citado pela secretaria possui “inconsistência”.
“Na nota do estado, eles dizem que a CPSEC trouxe R$ 2,14 bilhões. Todavia, o balanço da secretaria mostra debêntures (títulos) na ordem de R$ 6 bilhões. Por que ele só trouxe R$ 2,14 bilhões? Exatamente porque esta operação de crédito trouxe dinheiro, mas existe o risco de parte das dívidas”, explica o auditor. “Outro problema é que o projeto passou pelo Legislativo em 2009, e a primeira operação foi realizada em 2012. Isso começou durante a gestão de José Serra (PSDB) e, talvez, ele tivesse a noção de que isso não era totalmente legal”, afirmou.
Queda de secretário
Na terça-feira, Alckmin anunciou a troca do comando da pasta da Fazenda. Saiu Renato Villela (dono de pequena parte da CPSEC, o que de acordo com o estado “justifica” o teor “misto” da empresa), empossando Hélcio Tokeshi. Apesar de alegar “motivos pessoais”, os auditores fiscais consideram que mobilizações da categoria e denúncias – como a apresentada na RBA de problemas em relação ao ICMS – influenciaram na decisão.
“Villela tinha um viés contrario ao servidor público de carreira. Ele sempre fez questão de deixar isso muito claro com suas atitudes, como de não dialogar com a categoria. Com isso, ele criou um verdadeiro caos na secretaria. Isso se refletiu na queda da arrecadação. Ele dizia que a culpa era da crise, mas de acordo com índices, a arrecadação caiu mais do que qualquer justificativa. Ele nunca admitiu, mas a razão foi o mau direcionamento, má administração e trabalho inadequado”, afirmou.
A ação no novo secretário segue uma incógnita, porém, o Sinafresp projeta esperanças. “Nossa expectativa, mesmo sem conhecer o novo secretário é de que ele tenha algum conhecimento do serviço público”, disse Glauco. A intenção é de que a pasta atue de forma “mais técnica e menos política”, disse. “Sabemos que a Fazenda sempre terá algum viés político, mas que ele seja menor.”
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FUP diz que adesão a plano de demissão da Petrobras aumentará risco de acidentes
3 de Setembro de 2016, 18:10Fonte: Rede Brasi Atual
A Federação Única dos Petroleiros (FUP) afirma que os desligamentos de funcionários da Petrobras pelo Plano de Incentivo à Demissão Voluntária (PIDV) vão aumentar o risco de acidentes nas diversas frentes de trabalho da empresa. “Os resultados desse modelo desastroso de gestão serão mais e mais acidentes, colocando os petroleiros e a sociedade na iminência de uma grande tragédia anunciada, como aconteceu com a P-36, no governo FHC”, diz nota da FUP, divulgada ontem (2), quando a Petrobras anunciou que 11.704 trabalhadores aderiram ao programa.
Essa medida representará uma redução drástica do efetivo próprio da companhia. Nos últimos três anos, cerca de 8 mil petroleiros já deixaram a empresa sem que houvesse reposição dos postos de trabalho, segundo a FUP.
Com a gestão de Pedro Parente, ex-ministro de FHC, à frente da empresa, os paradigmas neoliberais voltam a limitar a capacidade de expansão da estatal. Entre 1995 e 2000, mais de uma centena de trabalhadores morreram e dezenas de acidentes ambientais aconteceram no rastro dos planos de incentivo à aposentadoria e ao desligamento, que resultaram na evasão de mais de 10 mil trabalhadores. A companhia chegou a ficar dez anos sem realizar concursos públicos.
“A direção da empresa chega ao absurdo de comemorar a rentabilidade que terá com a saída dos petroleiros, ao estimar que economizará R$ 33 bilhões até 2020. É, no mínimo, criminoso querer aumentar o retorno financeiro dos acionistas às custas da vida dos trabalhadores”, afirma ainda a nota da FUP.
Além disso, os petroleiros destacam que ao reduzirem em 25% o efetivo em apenas três anos, os gestores da Petrobras colocam em risco também a herança de conhecimentos que os petroleiros desenvolveram ao longo dessas seis décadas da companhia e que é transmitida de geração para geração.
Para a FUP, a direção da empresa mente deslavadamente quando afirma que implementará “diversas iniciativas com foco no desenvolvimento de lideranças e na gestão do conhecimento e do efetivo, para dar continuidade aos processos e garantir a segurança operacional das unidades”.
Se fosse realmente esta a intenção, as gerências estariam discutindo os efetivos com as representações sindicais, como assegura o Acordo Coletivo. “Mas a direção da empresa preferiu fazer o caminho inverso, estimulando a saída dos trabalhadores para depois ajustar o efetivo. Ou, seja, o último a sair que apague a luz”, dizem os petroleiros.
Para os trabalhadores, tudo isso só comprova que o objetivo é reduzir o tamanho da Petrobras, tratando uma empresa de importância singular para o Brasil como se fosse um supermercado. “A FUP reforçará denúncias aos órgãos de fiscalização de que qualquer acidente ampliado que ocorrer será de inteira responsabilidade da gestão da Petrobras, cujo objetivo é reduzir o tamanho da empresa, que segue sendo tratada por Pedro Parente como se fosse um supermercado”, afirma a nota.
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Delcídio e Buarque tentam aproveitar brecha do julgamento de Dilma
3 de Setembro de 2016, 17:57Fonte: Rede Brasil Atual
Bastaram dois dias para que a decisão do Senado que cassou o mandando presidencial de Dilma Rousseff, mas manteve seus direitos políticos, como a possibilidade de ocupar cargos públicos e eletivos, começasse a repercutir como um precedente para alterar processos de cassação de políticos.
Ontem (2), em entrevista à rádio Jovem Pan, o senador Cristovam Buarque (PPS-DF) defendeu que o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), cujo processo de cassação deverá ser apreciado pela Câmara em 12 de setembro, seja submetido à mesma fórmula, permitindo que ele mantenha seus direitos políticos. “Eu acho que Eduardo Cunha já deveria ter sido cassado há muito tempo, já que os eleitores do Rio o elegeram e não deveriam ter eleito. Mas agora, se a gente cassar, não tem por que cassar o direito de o eleitor votar nele, não”, disse Buarque.
Também inspirado pela decisão do impeachment, o ex-senador Delcídio do Amaral foi ao Supremo Tribunal Federal pedir a mesma solução, por meio de mandado de segurança que pede a anulação de seu processo de cassação e deverá ser submetido à relatoria do ministro Celso de Mello, segundo o jornal O Globo.
O precedente aberto pela decisão do Senado no dia 31 não surpreende o cientista político e professor da PUC-SP e da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (Fespsp), Rafael Araújo. Para ele, a decisão se funda na perspectiva de beneficiar os políticos em vias de cassação: “Você tem o Eduardo Cunha, que é o próximo a ser julgado, e se de fato ele perder o mandato, que é o que tudo indica, ele vai poder se candidatar em 2018 e poder voltar e não tenha dúvida de que ele volta, se não perder os direitos políticos, porque ele tem um capital político nas mãos gigantesco, a ponto de eleger 100 deputados. Ele volta com certeza. E volta com tábula rasa”, afirma.
Para o professor, a polêmica em torno da Dilma não ter perdido os direitos políticos pode ser alvo de várias especulações. “Mas independentemente de por que isso aconteceu, formalmente o Senado Federal está permitindo que uma criminosa ocupe um cargo público”, afirma, mostrando a ironia de se levar ao pé da letra a decisão do Senado, ante os autos do processo que mostraram a ex-presidente ser inocente.
“Em um primeiro momento se decide que Dilma Rousseff é criminosa e por isso não vai mais ser presidente do país, e em seguida se diz, tudo bem, você pode ocupar qualquer cargo público. Você pode ser vereadora amanhã se você quiser. Ora, mas o Senado acabou de dizer que ela é criminosa, porque você só pode tirar um presidente que incorreu em crime. Então, o que você tem? Você tem uma contradição gigantesca aí”, afirma Araújo. Ele também destaca que o que parecia para alguns, a princípio, um ato de ‘benevolência’ do Senado já se mostra como mais uma manobra para livrar políticos corruptos.
“Eu posso dizer que os senadores ficaram com dó. A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) fez um discurso emocional, dizendo que a presidenta afastada iria se aposentar com R$ 5 mil, iria precisar trabalhar para pagar as contas e ai os senadores tiveram dó e por bondade pura permitiram a ela que trabalhasse no setor público. Essa é uma visão na minha maneira de ver bastante simplista”, destaca.
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#ForaTemer já é maior que #ForaDilma do auge dos protestos antipetistas
3 de Setembro de 2016, 17:49Fonte: Rede Brasil Atual
A hashtag #ForaTemer já é maior que a #ForaDilma do auge dos protestos antipetistas. A constatação é do coordenador do Laboratório de estudos sobre Internet e Cibercultura (Labic), na Universidade Federal do Espírito Santo, Fábio Malini em artigo publicado em Medium, na quinta-feira (1º). Ele mostra que entre os períodos comparados, as manifestações contra Temer superam em 59% as contra Dilma.
Confira a análise:
Entre 8 a 16 de março de 2015, coletamos no Labic 6 milhões de tweets acerca das grandes manifestações contra o governo Dilma. Filtrei, ontem, apenas aqueles que continham os termos foradilma, forapt, imaginaseadilma, vemprarua15demarco, vaiadilma, impeachmentdilma, impeachment, impeachmentja, “fora pt” e “fora dilma”. Ao total, 483.797 posts.
Esta semana se intensificaram as manifestações contra o impeachment de Dilma. Aliás, um impedimento que, no momento de sua realização, muito diferente da comoção popular ao vivo de 1992, não havia ninguém na rua para defendê-lo, já que seu desfecho já era anunciado. Para além do desejo do PT, ontem, as ruas foram intensamente ocupadas em diversas capitais do país. Resultado: o #ForaTemer atingiu, na semana, 769.455 publicações no Twitter (rede que se manteve fortíssima na produção de tendência, contaminando intensamente o Facebook, onde o jogo é jogado).
Nos gráficos, é possível identificar o volume de tweets e de usuários publicando sobre #ForaTemer, entre os dias 25 a 31 de agosto de 2016:


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Agenda cultural: dicas pra curtir o fim de semana sem gastar nada
3 de Setembro de 2016, 1:04O Seu Jornal separou dicas de peças teatrais e espetáculos de música para o fim de semana!
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Abusos da PM marcam quarto ato “Fora Temer” em SP
3 de Setembro de 2016, 1:04Mais um fotógrafo foi ferido. Um homem que caminhava pelas ruas do centro foi abordado e atropelado pela moto da PM.
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“Fora Temer” volta a tomar às ruas de capitais e cidades brasileiras
3 de Setembro de 2016, 1:04Manifestantes saíram às ruas denunciando o golpe e pedindo “Fora Temer”.
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Tem gente que comemorou cegueira de estudante vítima de bomba da PM
3 de Setembro de 2016, 1:04Nas redes sociais, professor universitário agradeceu a violência da PM que deixou estudante sem visão de um olho, e comemorou que agora ela não olhará mais para a esquerda.
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