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April 3, 2011 21:00 , par Inconnu - | No one following this article yet.

A TVT, primeira emissora de televisão outorgada a um sindicato de trabalhadores, entrou no ar no dia 23 de agosto de 2010, as 19h. Resultado de 23 anos de luta do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, a emissora educativa é uma geradora e foi outorgada em outubro de 2009 à Fundação Sociedade, Comunicação, Cultura e Trabalho, entidade cultural sem fins lucrativos criada e mantida pelo Sindicato.


Comissão da Verdade protesta no Canadá por cumprimento de metas

August 28, 2016 0:10, par Rede TVT

Os trabalhos da Comissão foram finalizados em 2015. Integrantes pressionam para implementação de 94 medidas anunciadas como resultado.

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Equipe de Aquarius volta a protestar contra golpe do impeachment

August 28, 2016 0:10, par Rede TVT

Após Cannes, na França, dessa vez foi em Gramado, durante Festival de Cinema. O diretor do filme, Kleber Machado, questionou a classificação para maiores de 18 anos: “É suspeita”.

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Corrida “Fora Temer” em SP tem apoio de artistas e intelectuais

August 28, 2016 0:10, par Rede TVT

Segundo os organizadores, será uma manifestação “político-esportiva”. Corrida acontece dia 28/08, na Avenida Paulista.

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Sobe para 284 número de vítimas do terremoto que atingiu a Itália

August 28, 2016 0:10, par Rede TVT

Flávio Aguiar traz informações sobre o desastre que marcou a semana no mundo.

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Referência em música, Instituto Baccarelli completa 20 anos

August 28, 2016 0:10, par Rede TVT

Hoje o instituto atende mais de mil crianças e é referência na profissionalização de música erudita.

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“TCU não pode fazer recomendações retroativas. É golpe na democracia”

August 28, 2016 0:10, par Rede TVT

A afirmação é do ex-ministro do planejamento, Nelson Barbosa, durante oitiva como testemunha de defesa da presidenta Dilma Rousseff.

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Na Bahia, trabalhadores decidem agenda contra as privatizações

August 28, 2016 0:10, par Rede TVT

Agenda de lutas foi definida em seminário realizado por trabalhadores do campo e da cidade. Pontos centrais são a defesa das estatais, da educação e da Petrobras

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Criada em São Paulo, em Cidade Ademar, a 14ª Escola da Cidadania

August 28, 2016 0:10, par Rede TVT

Além de ensinar ética, políticas públicas e história do Brasil, do ponto de vista dos trabalhadores, escola estimula a participação popular nos assuntos da cidade.

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Site ajuda trans e homossexuais a encontrarem médicos e serviços

August 28, 2016 0:10, par Rede TVT

Para estas pessoas, encontrar prestadores de serviços e atendimento é mais difícil porque a sociedade discrimina e há falta de informação.

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Mau uso da tecnologia pode causar danos ao cérebro e à capacidade produtiva

August 27, 2016 14:24, par Rede TVT

Fonte: Rede Brasil Atual

O cientista brasileiro Miguel Nicolelis defendeu que o chamado “sonho dourado” do capitalismo, de substituir totalmente a mão de obra pela tecnologia para baratear os custos de produção, é “completamente impossível”, já que algumas características do intelecto humano são impossíveis de serem reproduzidas por máquinas. O que ocorre, no entanto, é que muitos trabalhadores acabam como coadjuvantes da tecnologia no processo produtivo, o que pode causar danos sérios ao cérebro humano, à capacidade de produção e a organização do mercado de trabalho.

Nicolelis foi o primeiro cientista a receber, num mesmo ano (2009), dois prêmios dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos e o primeiro brasileiro a ter um artigo publicado na capa da revista Science. Ele participou nesta sexta-feira (26), do o 4º Congresso Internacional de Ciências do Trabalho, Meio Ambiente, Direito e Saúde, realizado em São Paulo pela Fundacentro – autarquia vinculada ao Ministério do Trabalho.

“Nós estamos condicionando nosso cérebro ao uso de tecnologia ao longo da vida, e como ele é extremamente adaptável, passa a imaginar que o que vale a pena, como os prazeres sociais e financeiros, se comporta também como um sistema digital. O continuo contato digital, por exemplo, leva a alienação social dos indivíduos”, disse. “Um grande risco é que a condição humana está sendo moldada pelas nossas interações digitais modernas. A tecnologia deve ser usada para melhorar a vida no planeta e para a felicidade plena, mas esse modelo de hoje coíbe a criatividade, as expressões artísticas e a comunicação.”

A situação se tornará mais grave quando essa lógica se massificar no mercado de trabalho, segundo Nicolelis, que pediu aos representantes de sindicatos presentes no evento que comecem a debater a questão. “O grande embate trabalhista do futuro passa por uma automação da vida cotidiana. Os futuros acidentes de trabalho não vão ser só físicos. Talvez o fato de o sujeito passar 8h como coadjuvante de um sistema automatizado que controla a produção cause danos para a mente muito mais relevantes que todos os danos físicos registrados na história do trabalho”, disse.

exoesqueleto
Exoesqueleto: jovem com paralisia chutou a bola com movimentado por suas próprias ondas cerebrais

O milagre da ciência

Pouco mais de dois anos após a abertura da Copa do Mundo de 2014, no Brasil, em que a Fifa tentou esconder a cena de um jovem com paralisia se levantando para chutar uma bola com ajuda de um exoesqueleto movimentado com suas próprias ondas cerebrais, Miguel Nicolelis voltou a surpreender. Ou melhor, aumentar a esperança que tem dado a pessoas que perderam o movimento das pernas devido a lesão medular.

No começo de agosto, as principais revistas científicas do mundo publicaram artigo do neurocientista brasileiro em que ele descreve os primeiros meses de treinamento de oito pacientes realizados na AACD, em São Paulo. Os especialistas da equipe de Nicolelis foram surpreendidos com a recuperação motora parcial: depois de 12 meses do projeto, 50% dos pacientes foram reclassificados de paralisia completa para parcial e hoje, após 28 meses de trabalho, todos os pacientes já foram reclassificados.

Nicolelis é coordenador do projeto Andar de Novo, que reúne cientistas de várias partes do mundo no desenvolvimento de um aparato capaz de estimular os movimentos perdidos por meio de uma tecnologia estudada pelo cientista, chamada interface cérebro-máquina. “Pacientes nos relataram que foram à praia e pediram protetor solar, porque sentiam o sol queimando as pernas. O Juliano, que deu o chute inicial na Copa do Mundo e que era paralisado do tórax para baixo, nos pediu para refazer seu uniforme de treinamento porque ele machucava sua virilha”, contou

Segundo Nicolelis, a explicação da evolução dos pacientes está na reorganização plástica do córtex cerebral. Conforme explicou, ao reinserir a representação dos membros inferiores e locomoção nessa região do cérebro, os pacientes podem ter transmitido algumas informações do córtex por meio dos pouquíssimos nervos que devem ter sobrevivido ao trauma que causou a paralisia.

“É como se os tivéssemos ligado novamente, e por causa disso, a medula foi reativada pelo córtex e, ao mesmo tempo, recebido o feedback da periferia, porque esses pacientes andavam durante o treino”, explicou.

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Belluzzo: ‘Afastamento da presidente pelos motivos alegados é atentado à democracia’

August 27, 2016 14:20, par Rede TVT

Fonte: Rede Brasil Atual

Com respostas objetivas e por vezes irônicas, o economista Luiz Gonzaga Belluzzo depôs hoje (26) na sessão que julga a presidenta Dilma Rousseff no Senado. Com um depoimento “brilhante”, segundo o advogado de defesa, José Eduardo Cardozo, ele negou, do ponto de vista econômico, que as pedaladas fiscais relativas ao Plano Safra sejam crime ou configurem operações de crédito, o que repetiu inúmeras vezes. Afirmou ainda que o impeachment é um atentado à democracia.

“Só aceitei vir aqui por entender que o afastamento da presidente pelos motivos alegados é um atentado à democracia”, disse. Ele citou outros momentos da história comparáveis ao atual. Getúlio Vargas em 1954, assim como as tentativas de impedir Juscelino Kubitschek de assumir em 1955 e João Goulart em 1961.

“A interrupção de um mandato concebido pelo sufrágio universal deveria ter cuidados muito especiais, cautela, e só em casos extremos. E não acho que estamos diante de um”, acrescentou.

Questionado em várias oportunidades com perguntas semelhantes, ele repetiu: “Já respondi reiteradamente que acho que ela não cometeu crime de responsabilidade. Digo isso como economista. Não consigo descobrir nenhum elemento”.

Afirmou também que amigos estrangeiros estão perplexos com o que está acontecendo no país. “Tenho amigos de outros países. Um episódio como esse desgasta muito a imagem do Brasil. As pessoas ficam aturdidas com o que está acontecendo. É difícil explicar a eles.”

Segundo Belluzzo, em 2015, Dilma não cometeu “pedaladas fiscais”, mas “despedaladas”. “Porque, no momento em que a economia estava desacelerando, a presidente fez um novo contingenciamento de 8,5 bilhões de reais, quando já havia de R$ 70 bilhões. Houve excesso de responsabilidade dela, e não o contrário, porque num momento em que havia desaceleração da economia houve um contingenciamento adicional. Ela não cometeu esse erro porque foi irresponsável, mas porque ouviu os cânones dos auditores e economistas.”

O grande erro de Dilma, disse, foi ter adotado o ajuste fiscal que aprofundou o quadro de recessão econômica que já era claro em dezembro de 2014. “Ao contrário da suposição de que ela cometeu crime, ela procurou correr atrás da queda, e não deu certo. Ela teve excesso de responsabilidade fiscal. Não pensem que os economistas não têm mitos e ideias que às vezes não funcionam. Como diz Einstein, não se deve insistir numa ideia que não funciona”, disse.

Ainda sobre as chamadas “pedaladas”, o economista da Unicamp foi questionado em vários momentos e repetiu o tempo todo que não se trata de operação de crédito. “O Plano Safra já funciona e opera há muito tempo, e é fundamental para o agronegócio e a agricultura familiar. A subvenção, que subsidia a produção, é fundamental para o desenvolvimento extraordinário da agricultura do país. É claramente uma operação fiscal e não de crédito. Vamos supor que se cortasse o Plano Safra. Isso teria efeitos muito graves e aumentaria a recessão. A relação de crédito é outra coisa. É estabelecida entre o Banco do Brasil e o mutuário da agricultura”, disse Belluzzo.

De acordo com ele, o impacto dos decretos de crédito suplementar foi de cerca de 0,15% do déficit nominal do país. “Portanto, ridículo.” Sobre o Plano Safra, acrescentou: “O que houve foi um atraso no pagamento da subvenção. Mas, se não tivesse ocorrido a subvenção, o impacto seria muito mais grave. Os senadores do agronegócio sabem da importância do Plano Safra para a economia brasileira. Eles podem responder melhor do que eu”.

Ele também criticou a Lei de Responsabilidade Fiscal. Segundo argumento usado sistematicamente pelos defensores do impeachment, o governo Dilma, com suas decisões na área econômica, violou essa legislação. “Sou muito favorável à Lei de Responsabilidade Fiscal. Ela funciona bem em situações normais. Mas ela tem um gatilho que acelera a recessão quando a economia não vai bem. É preciso ajustes para que ela não tenha esse gatilho pró-cíclico. Quando a economia está caindo, ela agrava o quadro. Numa situação de crise é muito difícil manter os critérios dela.”

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Vanessa Grazziotin: ‘Golpistas esvaziaram plenário porque ‘têm medo do debate’

August 27, 2016 14:18, par Rede TVT

Fonte: Rede Brasil Atual

O ministro Ricardo Lewandowski, presidente da sessão de julgamento do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, encerrou os trabalhos da sessão às 23h20 desta sexta-feira (26). Ele esclareceu que, por acordo de lideranças, a retomada será amanhã, por volta das 10h.

O último depoimento de ontem, como testemunha de defesa, foi do ex-secretário-executivo do Ministério da Educação Luiz Cláudio Costa. Ao contrário da participação das testemunhas de acusação, entre ontem e a manhã de hoje, os depoimentos da defesa, iniciados com a fala do economista Luiz Gonzaga Belluzzo no início da tarde, foram feitos com plenário esvaziado pelos senadores golpistas.

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) disse que o Senado esvaziado “mostra o ‘interesse’ (dos opositores de Dilma) por este momento do nosso país”. “Eles não falam, não questionam, não entram no debate. Quem não quer debater tem medo do debate. A acusação está fugindo.”

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) acrescentou que o desinteresse dos senadores pró-impeachment pelos depoimentos da defesa revela que eles “perderam a compostura e sequer disfarçam” diante da importância do julgamento. “Só querem condenar.”

Em comentário sobre o tema educação, a senadora Regina Sousa (PT-PI), ao mesmo tempo em que ressaltou a importância social dos investimentos em educação do governo Dilma, comentou os prometidos cortes na área pelo governo interino de Michel Temer. “A casa grande surta quando a senzala aprende a ler”, disse.

O advogado de Dilma, José Eduardo Cardozo, ressaltou a importância do depoimento de Luiz Cláudio Costa pelo fato de que, sendo professor e pesquisador da área de educação, pôde confirmar em sua área o que o economista Luiz Gonzaga Belluzzo e o consultor jurídico Geraldo Prado afirmaram anteriormente: que não existe crime de responsabilidade de Dilma, que deve ir ao Senado na segunda-feira (29) fazer sua própria defesa.

Questionado por Cardozo sobre eventuais “anomalias” nos decretos de suplementação orçamentária, Costa disse que eles seguiram parâmetros sempre utilizados. “Isso é analisado tecnicamente. Os (decretos) de 2015 seguem a mesma linha do que sempre foi feito. Não houve nada de atípico.”

A advogada de acusação, Janaína Paschoal, última a inquirir o depoente, também afirmou ter achado importante a presença do ex-secretário do MEC, quando ele disse que houve cortes “brutais” de verbas no ministério em 2015. “Quando ele diz que não se lembra de nada igual, mostra que não foram feitos os cortes necessários (pelo governo Dilma) em 2014.” Segundo ela, a motivação era “angariar votos das pessoas que acreditavam que teriam a manutenção dos programas (sociais)”.

Janaína disse que “os crimes foram pelo engodo de ter maquiado as contas públicas” e que a “bomba” decorrente da “maquiagem” estourou em 2015.

Este argumento não é novo. Foi usado inclusive por economistas progressistas para criticar as iniciativas da política econômica errática de Dilma em seu segundo mandato. Mas está longe de configurar qualquer tipo de crime de responsabilidade necessário à condenação em um processo de impeachment.

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Gleisi: ‘Vamos poder recorrer ao STF quando a Constituição é vilipendiada?’

August 27, 2016 14:15, par Rede TVT

Fonte: Rede Brasil Atual

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), uma das vozes mais atuantes na defesa da presidenta Dilma Rousseff durante a sessão presidida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, elogiou hoje (26) o depoimento do consultor jurídico Geraldo Prado de Prado, como testemunha de defesa, quando ele afirmou ser importante o “respeito às regras” jurídicas no processo.

“Mas aqui não há respeito. Por isso dizemos que é um golpe, uma farsa. Uma decisão do Ministério Público Federal diz que as pedaladas não são crime porque não são operação de crédito. O que não é considerado crime pode ser considerado crime pelo Senado?”, questionou Gleisi.

“Estamos fazendo aqui um rito à procura de conteúdo. O que foi feito no TCU é um conluio. A tese das pedaladas foi gestada pelo Tribunal de Contas. É vergonhoso. Não querem sequer que tenhamos direito à indignação? A quem vamos recorrer? Será que vamos poder recorrer ao Supremo Tribunal Federal quando a nossa Constituição é vilipendiada?”, disse a senadora, à frente de Lewandowski.

Ao mencionar o TCU, Gleisi se referiu ao depoimento do auditor do Tribunal de Contas da União (TCU) Antônio Carlos Costa D’Ávila Carvalho Júnior, como testemunha de acusação, entre a madrugada de ontem e a manhã de hoje. No depoimento, ficou evidente que o auditor auxiliou o procurador do Tribunal de Contas da União (TCU) Júlio Marcelo de Oliveira na elaboração da análise das contas do governo Dilma em 2015 para o TCU. Oliveira também depôs ontem como testemunha de acusação.

D’Ávila admitiu que Júlio Marcelo pediu sua ajuda para elaborar o documento, que se tornou a  principal peça de acusação contra a presidenta Dilma. “Está claro que quem criou a tese das pedaladas foram exatamente essas representações. É kafkaniano o que estamos vendo”, disse pela manhã o advogado de Dilma, José Eduardo Cardozo.

Apesar do clima tranquilo da fase noturna do julgamento, em contraste com o que ocorreu pela manhã desta sexta-feira, houve outro momento tenso. Ao tentar se pronunciar, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) foi barrado por Lewandowski. Segundo o ministro, o senador petista estava ignorando acordo feito mais cedo, pelo qual deveria haver motivos justificáveis para usar a palavra e indeferiu a fala do parlamentar.

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Saiba como é a disputa de tênis nas Paralimpíadas

August 27, 2016 0:59, par Rede TVT

As principais diferenças são que as partidas são disputadas em cadeiras de rodas e a bola pode quicar duas vezes.

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Artistas vão transformar relatos de passageiros em peça de teatro

August 27, 2016 0:59, par Rede TVT

Coletivo cultural do Alto Tietê foi para estações de trem escrever cartas ditadas por passageiros analfabetos. Relatos vão ser cenas de peça de teatro experimental.

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