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Sociedade

28 de Fevereiro de 2014, 13:45 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.

PROTESTE recorre a Dilma para não adiar itens de segurança nos carros

17 de Dezembro de 2013, 1:43, por Bertoni - 0sem comentários ainda

Preservar vidas não tem preço, por isso alerta para a necessidade de intensificar investimentos em medidas efetivas de segurança, incluindo o airbag e freios ABS nos veículos.

A PROTESTE Associação de Consumidores enviou ofício, em 12/12, para a presidente Dilma Rousseff e o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), pedindo que o governo não adie a entrada em vigor da obrigatoriedade dos carros novos saírem de fábrica com airbags (bolsas que inflam em caso de colisão) e freios ABS (que evitam o travamento das rodas), prevista para janeiro próximo.

Programada desde 2009, a instalação é gradativa, mas, agora, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, defende a prorrogação do prazo para que toda a nova frota saia de fábrica mais segura. “O argumento de que estes equipamentos encarecerão os veículos não leva em conta os ganhos em termos de segurança, com a preservação de vidas e redução de gastos de tratamento de acidentados pela falta do airbag e freios ABS”, avalia Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da PROTESTE.

Os ganhos em termos de segurança compensarão o eventual impacto inicial do custo dos equipamentos sobre o preço do veículo, avalia a Associação. A falta de segurança dos veículos nacionais coloca o País entre os que apresentam as mais elevadas estatísticas de acidentes de trânsito.

Atualmente, cerca de 50 mil pessoas morrem vítimas do trânsito anualmente, no Brasil, e o número de feridos é ainda mais alarmante. Preocupada com esta questão, a PROTESTE alerta para a necessidade de intensificar investimentos em medidas preventivas, incluindo os itens de segurança dos veículos. É essencial construir estradas e fabricar carros mais seguros.

O apelo da PROTESTE é que o governo não deixe cair por terra uma das boas notícias para o consumidor no novo ano: carros mais seguros, pois todos sairão de fábrica com dois dos principais itens de segurança. A PROTESTE começou a avaliar os carros brasileiros há mais de sete anos, e depois em parceria com o Programa de Avaliação de Carros Novos Latin NCAP, e a segurança sempre deixou a desejar. Os equipamentos de segurança ativa eram oferecidos apenas em pacotes opcionais, para determinados tipos de veículos, e custavam muito caro.

Já o carro para exportação tinha todos os itens de segurança, importantes para preservar a vida dos consumidores. O que ficava para consumo interno não contava com vários desses itens. Fizemos campanha pela segurança veicular e após vários anos a legislação mudou: a partir de 2014, todos os carros devem sair de fábrica com itens de segurança como freio ABS - Sistema Antibloqueio de Frenagem e airbags.

Fonte: proteste.org.br



Carta da 12º Oficina de inclusão digital e participação social

13 de Dezembro de 2013, 23:07, por Blogoosfero - 0sem comentários ainda

Por Rafaela Melo

Viemos aqui este ano para contar a todos e todas, brasileiros e brasileiras, que nós temos um importante projeto.

Viemos aqui este ano para dizer que, pelo Brasil afora, milhares de ativistas de inclusão digital e cultura livre continuam suas ações, mantêm suas associações e compartilham a gestão de necessidades e desejos com nossos parceiros mais importantes, a população brasileira  e suas comunidades.

Sabemos que apesar de nossas ações, estamos vivendo um momento crítico. Chegamos ao final do ano sem um Marco Civil da Internet aprovado, sem o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil para facilitar e inovar na gestão de parcerias, e, ainda, sem vislumbrar a concretização de uma regulação democrática dos meios de comunicação.

E, não podemos deixar de dizer: com uma série de incertezas quanto à existência de uma política pública de inclusão digital.

Mas, que ninguém duvide, nós, militantes e ativistas, sabemos o que queremos.

Do Programa Nacional de Banda Larga, esperamos que finalmente avance. Está mais do que na hora de investir  no Brasil desconectado. Queremos Banda Larga de qualidade e sem custo para atender a toda população, sem nenhuma exceção, seja por distância ou por segmentação. É por isso que falamos em universalização do acesso e não em massificação.

Do Marco Civil da Internet esperamos que ele tenha como foco o lugar de onde ele saiu: a consulta popular e o envolvimento com a  sociedade civil. Queremos neutralidade, para que não haja uma internet dos ricos e uma internet dos pobres . Queremos privacidade, para que parem de tratar nossos dados e nossa navegação como objeto de lucro e negócios. E queremos liberdade de expressão, porque somos produtores de cultura, produtores de conhecimento, e nossas comunidades sabem como deixar de ser invisíveis – e queremos compartilhar nossa produção social com toda sociedade. Queremos que de fato exista o compromisso de tratar nosso direito à comunicação como um direito humano fundamental de todo e qualquer cidadão e cidadã.

Precisamos do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil porque é urgente que tenhamos regras claras, definições que diferenciem uma pequena instituição de uma grande fundação, que tenha os limites e a forma correta de prestação de contas, com possibilidade de recursos e punições para os dois lados da relação.

É do Marco Regulatório das ONGs que precisamos para ordenar a relação entre entidades e Governo Federal. É dele que precisamos para separar o joio do trigo, politizar o debate e avançar na construção de políticas públicas.

E o que esperamos de uma política pública de inclusão digital?

Que o órgão do governo que tiver a responsabilidade de conduzi-la e coordená-la entenda que ela deve ser perene, deve ter amplitude e atravessar governos e gestões sem ser descontinuada.

Que todos entendam que não existe política pública que se implante e tenha prosseguimento sem que todo processo de construção e de gestão seja de fato participativo e compartilhado com a população, suas associações, suas entidades, nossas comunidades que são, de fato, nossos parceiros fundamentais.

Que todos entendam que investir em política pública é dever do Estado e direito da sociedade. E que isso de forma alguma significa amordaçar parceiros e desestimular  a participação social.

É disso que vive uma democracia real: da troca produtiva e real de informações, da divisão de responsabilidades e de compartilhar, para além destas responsabilidades, o poder que todos afirmam emanar do povo.

Enfim, sabemos o que queremos. Que se construa um diagnóstico compartilhado entre governo e sociedade, de forma que os dados que obtivermos tenham credibilidade, indiquem ações para atender os compromissos que foram assumidos e não realizados e, mais que isso, ações que reconheçam o papel da inclusão digital no combate à pobreza e à exclusão social. Porque sabemos que o país seria diferente se os 8472 espaços compartilhados de acesso aprovados em edital tivessem virado realidade. Se fosse assegurada a conexão de qualidade para todos os espaços em funcionamento. Se pudéssemos garantir formação e custeio de agentes de inclusão digital em todo país. Se todos os locais onde se pratica a inclusão tivessem o apoio que reivindicam para continuar agindo. Se houvesse incentivo para empresas investirem em inclusão digital. Se houvesse incentivo para que Centros de Pesquisa atuassem de forma mais efetiva no desenvolvimento e ampliação de tecnologias que impulsionem o processo de inclusão.

Sabemos o que queremos: ter condições de exercer nossas atividades, ter condições de continuar contribuindo para a construção de uma nova cidadania, ter condições de continuar, de forma autônoma e participativa, contribuindo para redesenhar todo nosso território nacional, de forma a conseguir um país baseado numa rede articulada, distribuída e compartilhada de gestão, uma rede de agentes de cidadania, porque sabemos que só assim daremos sustentação a um governo democrático e popular e, finalmente, teremos o acesso à informação, ao conhecimento e à comunicação tratados como bem comum.

Brasília, 13 de dezembro de 2013

Fonte: Carta da 12º Oficina de inclusão digital e participação social



Manifesto dos sonhos

13 de Dezembro de 2013, 23:02, por Blogoosfero - 0sem comentários ainda

Por Gabriel Galli

Hoje é um dia para sonhar muitos sonhos. Toda vez que nós, os povos indígenas, o povo primeiro desta terra,  nos encontramos é dia para celebrar e lutar.

Uma nova luta está no horizonte, a luta do ontem ainda não findou, a luta do ontem é a luta pela terra ancestral que foi saqueada e profanada no seu sagrado. A nova luta no horizonte é complementar a luta pela terra ancestral, a luta de que falamos é a luta pela democratização das tecnologias de comunicação e informação  existente.

Nós, os parentes reunidos na 12ª Oficina para Inclusão Digital e Participação Social, tornamos publico a constituição do Núcleo Indígena de Comunicação e Tecnologia de Informação Digital, este núcleo é para ser uma das instâncias de conversa e decisão sobre o uso das tecnologias de comunicação e informação digital para nos, os povos indígenas.

Temos o desafio de organizar os fóruns de conversa e decisão sobre o uso das tecnologias para comunicar e informar digitalmente os parentes indígenas e para esse desafio convidamos todos e todas que aqui nos ouvem para somar condições para organizar o que for necessário para obtermos exito naquilo que ousamos sonhar.

O nosso primeiro passo é a publicização dessa nossa intenção, que fazemos agora neste manifesto, os próximos passos devem ser coletivamente decididos pelos que resolveram juntar-se a nós. Já disse o poeta e cantor Raul Seixas que sonho que se sonha só é só um sonho, sonhos que se sonham juntos é realidade. Parentes indígenas e não indígenas, parentes quilombolas, parentes de comunidades tradicionais de terreiro e parentes das florestas: venham sonhar juntos e assim tornar realidade a democratização das tecnologias de comunicação e informação para os povos indígenas do Brasil e, por que não? dos povos indígenas do mundo.

Por fim desafiamos todos e todas aqui presentes  a sonhar os sonhos mais lindos .

Sonhadores e sonhadoras do mundo  uni-vos!

Obrigado.

Assinam:

Cris Mariotto, Kure Kyra – Secretário dos Caciques Guarani do Estado de Santa Catarina

Jurandi Freire, o Cacique Pankararu Zé Índio de Pernanbuco

Lafaete José da Silva, Vice Cacique Pankararu de Pernanbuco, Presidente da União da Juventude Pankararu- UJP

Fonte: Manifesto dos sonhos



Ciência das redes

12 de Dezembro de 2013, 12:59, por Thiago - 0sem comentários ainda

Leia o artigo completo na Wikipédia - Ciência das redes

Ciência das redes é um campo académico interdisciplinar de que estuda redes complexas tais como redes de telecomunicações , redes de computadores , redes biológicas , redes cognitivas e semânticas , e redes sociais . O que se estuda são teorias e métodos, incluindo teoria dos grafos da matemática, mecânica estatística da física, mineração de dados, visualização de informação da ciência da computação, modelagem inferencial da estatística, e estrutura social da Sociologia. O National Research Council define ciência das redes como "o estudo das representações de rede de fenômenos físicos, biológicos e sociais, levando a modelos preditivos desses fenómenos."1

História

O estudo das redes surgiu em diversas disciplinas como um meio de análise de dados relacionais complexos. O livro mais antigo conhecido neste campo é o famoso Sete pontes de Königsberg escrito por Leonhard Euler em 1736. A descrição matemática de Euler de vértices e arestas foi o que fundou a teoria dos grafos, um ramo da matemática que estuda as propriedades das relações entre pares numa estrutura de rede. O campo da teoria dos grafos continuou a desenvolver-se encontrado aplicações em (Sylvester, 1878).



O Comitê Gestor da Internet no Brasil na #OID12

9 de Dezembro de 2013, 15:58, por Bertoni - 0sem comentários ainda

Você sabia que a #OID12  foi anunciada oficialmente durante o III Fórum da Internet em Belém?

O Fórum da Internet no Brasil é uma das diversas iniciativas do CGI.br para cuidar da Internet brasileira

 

Você conhece o CGI? O Comitê Gestor da Internet no Brasil é o responsável por todas as iniciativas de serviço de internet, promovendo tanto a qualidade técnica quanto a disseminação desses serviços pelo país, de acordo com os 10 Princípios para Governança e Uso da Internet no Brasil.

 

Para além das ações de "organização" e discussão das diretrizes da internet brasileira, o CGI.br, através de seus diversos núcleos, promove também treinamentos, palestras, estudos e pesquisas, e produz instrumentos de referência, além de realizar e apoiar importantes eventos sobre os rumos das tecnologias de comunicação e informação e a Internet, como o Fórum da Internet no Brasil e a nossa Oficina para Inclusão Digital e Participação Social. A propósito, você sabia que foi durante o III Fórum da Internet, em Belém, em setembro deste ano, que foi anunciada oficialmente a realização da #OID12?

Parceiro da sociedade civil na realização da Oficina para Inclusão Digital e Participação Social, em 2013 o CGI.br marca presença na nossa programação em duas palestras, ambas no dia 11 de dezembro.

  

Saiba mais.

 

 RECADO IMPORTANTE PARA BOLSISTAS

Todas as passagens dos bolsistas contemplados com auxílio integral, foram emitidas e enviadas até sexta-feira, 06 de dezembro.


Devido à grande procura por informações, estamos disponibilizando no site da #OID12 uma lista, organizada por ordem alfabética, com as informações de voo de todos os bolsistas.

 

Saiba mais

 

FALTAM SÓ 2 DIAS! \o/

 

Saiu o caderno de programação da 12º Oficina de Inclusão Digital e Participação Social! Quem está ansioso para aproveitar tudo de bom que a #OID12 vai oferecer, pode ir consultando a versão PDF e montando a sua agendinha. 

Clique na imagem ao lado para acessar.

 

 

 



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