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Segundo Clichê

27 de Fevereiro de 2017, 15:48 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.

Bienal do Livro de Brasília pretende romper "bolhas ideológicas"

18 de Agosto de 2018, 9:33, por segundo clichê


Com grandes nomes da literatura contemporânea, a 4º Bienal Brasil do Livro e da Leitura, em Brasília, pretende romper bolhas ideológicas virtuais e reais com a proposta de aproximar grupos com afinidades distintas. O evento começa hoje (18) e vai até o dia 26. 

"Hoje, pela polarização política, fragmentação das famílias, incertezas do mercado de trabalho, as pessoas acabam se fechando em bolhas e acabam entendendo os outros por meio de estereótipos", diz um dos curadores da Bienal, Sergio Leo. "As pessoas estão muito confusas e temerosas com o futuro. Acabam se reunindo não pela identidade, mas por um inimigo em comum, seja o homossexual, o imigrante, inventam espantalhos e brigam, cobrem de estereótipos e transformam grupos em verdadeiros vilões." 

O evento vai trazer pela primeira vez ao Brasil autores como o premiado nigeriano Chigozie Obioma, autor do romance Os Pescadores. Também pretende propor reflexões sobre o tema Os outros somos nós, que faz um convite "a mergulhar nas experiências alheias para sentir suas dores e desejos", como descreve a organização.

O curador explica que a intenção foi buscar autores "que fugiam do estereótipo e que fossem capazes de fazer com que os leitores alcançassem uma identificação, que entendessem melhor determinado segmento da população, seja da população negra, feminina, indígena, LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais ou Transgêneros)". 

Fazem parte da programação os autores Josélia Aguiar, curadora da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que segundo Sergio Leo, falará sobre o livro ainda não lançado sobre o escritor Jorge Amado; Miriam Alves, que participará da mesa O racismo na cultura; Ana Maria Gonçalves, na mesa Distopias femininas; Daniel Munduruku, que abordará o índio na literatura, entre outros.    

Além dos encontros com os autores, haverá um mercado literário. Segundo a diretora geral da Bienal, Suzzy Souza, parte dos expositores da feira de livros está participando pela primeira vez da Bienal, "trazendo mais diversidade de títulos disponíveis à venda". 

Homenageada 

A homenageada deste ano é a professora brasiliense Gina Vieira Ponte, criadora do premiado projeto Mulheres Inspiradoras, que incentiva a leitura de grandes autoras da literatura mundial e brasileira e instiga as crianças e adolescentes a contarem a própria história. A professora fará uma palestra hoje, às 19 horas.

"Os professores estão na ponta, criam leitores, estimulam o gosto pela leitura. Nem todos têm em casa pais que incentivam a ler. A escola é um espaço fundamental da criação desse gosto pela literatura", diz Sergio Leo. 

Expectativa

A expectativa da organização do evento é receber, ao longo de nove dias, aproximadamente 200 mil pessoas, superando os 180 mil visitantes recebidos em 2016. Neste ano, o orçamento da Bienal é de R$ 2,5 milhões, redução de 30% em relação à última edição, realizada em 2016.

"O Distrito Federal vive um momento muito especial no que se refere à produção literária e cultural de um modo geral, isso também facilitou. Nosso orçamento para esse ano, apesar de menor não significou uma programação menor, ao contrário, cresceu", diz Suzzy. 

Programação

A programação da Bienal conta com mais de 280 atividades: 18 mesas e mais de 40 autores convidados; mais de 25 lançamentos entre Café Bienal e Banca da Conceição, além de sarau e performances literárias, espetáculos teatrais e infantis e infanto-juvenis e exibições diárias de filmes. Dezenas de outros lançamentos acontecem, de forma autônoma, nos estandes das livrarias e editoras, distribuídos em nosso mercado literário.

Há também novidades. Nesta edição, a Bienal estreia o Espaço HQ, com a presença de nomes relevantes das histórias em quadrinhos brasileiras da atualidade; e o Espaço Z, com a participação de autores e youtubers que usam a internet como plataforma de divulgação de suas obras e compartilhamento de ideias e conteúdos.

A programação conta ainda com shows, com destaque para o Palco D’Elas, com cantoras e grupos com protagonismo feminino, além de DJs mulheres; e para o Café Bienal, com choro, jazz e música instrumental.

A 4ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura vai até o dia 26, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. A entrada é gratuita mediante cadastro pelo site do evento. O cadastro vai gerar um ingresso individual válido para todos os dias da Bienal, basta sempre levá-lo impresso ou no celular. (Agência Brasil)



Show gratuito em SP homenageia Cazuza

17 de Agosto de 2018, 16:29, por segundo clichê


O primeiro encontro do calendário Trip Transformadores em 2018, movimento que há 12 anos homenageia pessoas que ajudam a promover o avanço do coletivo e do outro, já tem data e local: dia 25 de agosto, no anfiteatro do Parque Villa-Lobos, em São Paulo.

Nesse evento, Karol Conka, Karina Buhr, Leo Jaime, Mahmundi, Otto, Supla, Guizado, Paulo Ricardo e Sergio Guizé – artistas de diversas gerações – estarão reunidos para reviver músicas emblemáticas do repertório de Cazuza, que este ano faria 60 anos. “Ele e eu nos ajudamos muito quando a vida era um misto de sonhos e incertezas. Nossa história estará sempre unida. Fico feliz em poder homenagear este maravilhoso artista cuja obra eu fui o primeiro a conhecer e aplaudir”, diz Leo Jaime.

Além de celebrar a trajetória e a obra de Cazuza, o show, marcado para começar às 15h30 e totalmente inédito e gratuito, tem uma causa nobre: ajudar a promover o trabalho da Sociedade Viva Cazuza, instituição que ampara crianças e adolescentes portadores do vírus da AIDS, comandada por Lucinha Araújo, mãe do cantor morto em 1990 e uma das homenageadas do Trip Transformadores em 2018. "Estou lutando para que a Viva Cazuza continue suas atividades depois que eu não estiver mais aqui", diz.

A programação começa na parte da manhã, a partir das 10 horas, com uma aula coletiva de ioga da professora Aline Fernandes, reconhecida internacionalmente, e tem ainda outros destaques: cinema ao ar livre com exibição dos minidocs que marcaram a história do Trip TV e apresentação dos homenageados do ano pelo Prêmio Trip Transformadores.

A cerimônia de entrega do prêmio Trip Transformadores 2018 será no 22 de novembro no Auditório Ibirapuera.



Maria Callas em palcos de São Paulo e Porto Alegre. Digitalmente

17 de Agosto de 2018, 16:22, por segundo clichê


Em outubro, chega ao Brasil Callas in Concert – The Hologram Tour. Avançada e inovadora tecnologia permite dar vida à maior celebridade da ópera do século 20, Maria Callas. As apresentações serão no dia 16 de outubro, no Espaço das Américas, em São Paulo, e no dia 18 de outubro, no Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre.

Por meio de projeção digital a laser, Callas é recriada digitalmente nos mínimos detalhes. Seu holograma tridimensional surge no palco, acompanhado por uma orquestra ao vivo, e a voz da cantora, que dominava o canto lírico com perfeição, está presente em gravações originais digitalmente remasterizadas, 40 anos após seu falecimento. Uma encenação requintada para um show único e inesquecível, em que a plateia é envolvida pela elegância de sua presença, dos mínimos movimentos de suas mãos a seus gestos faciais mais sutis, até o poder de sua voz.

Callas in Concert – The Hologram Tour permite que o público vivencie a força emocional da maior soprano de todos os tempos. Esse conceito único de performance foi dirigido  por Stephen Wadsworth (Masterclass) da The Juilliard School, um veterano dos salões onde Callas reinou suprema, incluindo o La Scala, o Met e o Covent Garden.

“O show vai agradar gerações de plateias que nunca experimentaram Callas e que podem saber pouco sobre ela, além de sua reputação, bem como amantes de ópera que estão muito familiarizados com seu trabalho, suas gravações e sua complexa história de vida”, disse Wadsworth. “Tivemos a oportunidade de fazer a curadoria de um dos maiores artistas do século 20, e devemos fazer isso com muito cuidado – de seu repertório fantasticamente diverso à sua linguagem gestual reveladora e seu complicado relacionamento com seu público. Estamos todos de maneiras diferentes perto da influência de Callas, porque o trabalho dela teve um impacto enorme em todos os artistas que trabalham com música, ópera, teatro e moda."

Maria Callas morreu precocemente, com apenas 53 anos, em setembro de 1977, mas continua sendo a diva operística, a soprano descendente de gregos nascida nos Estados Unidos, que definiu e até redefiniu a ópera no século 20 e que nunca perdeu lugar entre os artistas clássicos mais vendidos no mundo.

A trilha sonora Callas in concert – The Hologram Tour será lançada, em setembro, pela gravadora Warner Classics, que também desenvolveu o primeiro site oficial de Maria Callas - www.maria-callas.com - que foi concebido para mostrar a importância cultural e musical da cantora, como incentivar a pesquisa de sua vida e obra.



Como era boa a Editoral Abril

17 de Agosto de 2018, 10:54, por segundo clichê


Carlos Motta

Essa Editora Abril que entrou em recuperação judicial para evitar a falência e tem promovido cortes massivos em seu quadro de funcionários em nada se assemelha à Editora Abril que acompanhou a minha infância, juventude e parte da vida adulta - acompanhou e, de certa forma, foi o alicerce de minha formação cultural.

A Abril de hoje, essa empresa que se vale de um público ultrarreacionário para se manter de pé está a anos-luz daquela empresa inovadora e corajosa que foi responsável pela difusão em massa do melhor da literatura, artes plásticas, música erudita e popular, do conhecimento científico e enciclopédico e, pasmem, do pensamento filosófico!

Não é exagero dizer que a Abril faz parte da minha vida desde algumas de minhas mais longínquas lembranças, como a de meu pai, o saudoso capitão Accioly, ao meu lado, me mostrando e lendo os coloridos quadrinhos do Pato Donald e do Zé Carioca - alguns exemplares dos gibis ainda estão comigo...

Depois dos gibis, em plena adolescência, veio a Veja, não essa coisa horrorosa de agora, mas a revista dos sonhos, gráfica e editorialmente, um primor de texto e informação, uma aula de jornalismo, que certamente foi uma das mais fortes razões para, aos 16 anos, ter ingressado de corpo e alma nessa profissão.

E enquanto a Veja ia me pondo a par do que acontecia no mundo, em várias áreas, a Abril cuidava de minha formação cultural, com a coleção dos Mestre da Pintura, dos Imortais da Literatura Universal, com os fascículos de música popular brasileira, de jazz, de ópera... 

O jornaleiro da banca de revistas perto do Jornal de Jundiaí, onde trabalhei alguns anos, fazia o favor de guardar para mim os fascículos que saíam todas as semanas, e que eram compulsivamente consumidos assim que chegava em casa - meus aparelhos de som 3 em 1 que o digam.

Bem, essa Abril está morta e enterrada há muito tempo e deixa uma profunda saudade.

Já essa outra, à beira da falência, colhe os frutos que plantou nos anos todos em que se dedicou a espalhar o preconceito e o ódio de classes na sociedade brasileira.

Por essa não haverá saudade, mas sim aquele sentimento, com um gostinho de vingança - ou de justiça - de "bem feito, que se dane".



Festival de Cinema de Gramado terá 48 filmes em competição

16 de Agosto de 2018, 16:35, por segundo clichê


O 46º Festival de Cinema de Gramado, que começa amanhã e vai até o dia 25 naquela cidade turística do Rio Grande do Sul, já tem o seu filme de abertura: O Grande Circo Místico, 18º longa-metragem do cineasta Cacá Diegues. Inspirado no poema de Jorge de Lima e com trilha sonora repleta de clássicos de Chico Buarque e Edu Lobo, o longa conta a história de cinco gerações de uma mesma família circense, do apogeu à decadência, passando por grandes amores e aventuras.

Responsável por títulos como Xica da Silva, Bye Bye Brasil, Quilombo, Um Trem para as Estrelas e Tieta do Agreste, Cacá Diegues esteve recentemente no prestigiado Festival de Cannes apresentando O Grande Circo Místico fora de competição. Agora, o diretor desembarca no Palácio dos Festivais para fazer a primeira exibição nacional do longa, previsto para estrear comercialmente nos cinemas brasileiros no dia 6 de setembro.

O elenco de O Grande Circo Místico reúne nomes como Jesuíta Barbosa, Bruna Linzmeyer, Antônio Fagundes, Juliano Cazarré, Marcos Frota, Mariana Ximenes e Vincent Cassel.

A mostra competitiva do festival neste ano  está marcada pela diversidade temática e de linguagem. “Sempre há muita curiosidade sobre qual tema estará em evidência no festival. Este ano temos a satisfação de dizer que não há um tema, há muitos. A marca das mostras competitivas em Gramado será a diversidade, como é o cinema brasileiro e latino-americano”, celebrou um dos curadores do evento, o jornalista Marcos Santuario.

Entre os gêneros, há cinebiografias, drama, comédia, realismo fantástico e animação, por exemplo. Os temas orbitam entre questões contemporâneas como a vida de jovens em grandes centros urbanos, a homossexualidade na terceira idade, ou o sonho de ser jogador de futebol, mas também resgatam a memória e o passado de grandes personalidades e de importantes momentos históricos nacionais. Haverá ainda espaço para a experimentação estética, com obras que prometem surpreender os espectadores.

Serão 48 filmes em competição, 14 em longa-metragem (nove brasileiros e cinco estrangeiros), 14 curtas na mostra nacional, além de outras 20 produções do Rio Grande do Sul, que concorrem na Mostra Gaúcha de Curtas, realizada em parceria com a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Ao todo, 14 Estados e nove países estão representados. E haverá ainda a participação especial de filmes provenientes da Itália, que é o país convidado desta 46ª edição.

Duas homenagens estão previstas: o troféu Eduardo Abelin será entregue ao animador brasileiro Carlos Saldanha – duas vezes indicado ao Oscar e responsável por sucessos de bilheteria como “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”. Já o prêmio Cidade de Gramado estará nas mãos de Ney Latorraca, cuja carreira cinematográfica já soma meio século e 23 filmes.

A organização do evento mais tradicional do cinema brasileiro – e o único a manter-se por 46 anos sem interrupção – comemora ainda a ampliação de espaços inclusivos e a preocupação com a responsabilidade social. “Este será o festival com maior inclusão entre todos realizados até hoje, o que para nós, é um fator fundamental. Teremos sessões para cegos e filmes legendados para surdos. Também receberemos um encontro com 400 convidados para debater cinema e acessibilidade”, revelou o presidente da Gramadotur, Edson Néspolo.

Como já se tornou uma tradição, o Festival de Cinema de Gramado será aberto pela mostra de filmes do projeto Educavídeo, em que alunos da rede pública municipal desenvolvem curtas-metragens com equipamento de primeira linha e apoio técnico profissional. O secretário da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul, Victor Hugo, se impressionou com os dados que “revelam a dimensão social do que é esse evento”.

Outro dos curadores, o crítico Rubens Ewald Filho destacou a qualidade das produções brasileiras inscritas para essa edição – fator que dificultou o trabalho da equipe, formada ainda pela diretora argentina Eva Piwowarski. “Era tanto filme bom, interessante, tanta gente talentosa, que as vezes acabávamos entrando em conflito sobre quais selecionar”, disse.

Para dar conta do volume de obras de primeira linha inscritas, os curadores decidiram ampliar a participação de longas brasileiros na mostra competitiva: este ano serão nove filmes concorrendo aos Kikitos. Todos são inéditos no circuito nacional e muitos se destacaram em festivais ao redor do mundo. A vantagem, salientou Rubens, é que o público vai se deparar com uma seleção excepcional na tela do Palácio dos Festivais: “Acho que este ano vai ser o melhor festival que Gramado já viu”, arriscou.

Com a ampliação da participação brasileira na edição 2018 do Festival de Cinema de Gramado, a seleção internacional de longas-metragens precisou ser reduzida. Isso não comprometeu, entretanto, a qualidade da mostra estrangeira, salientou o curador Marcos Santuario: “Procuramos trazer filmes que percorreram os principais festivais do mundo, com a preocupação de que Gramado fosse a janela brasileira para sua exibição.”

Entre os cinco títulos eleitos para a mostra 2018, há longas que competiram em prestigiados festivais, como Berlim, Cartagena, Guadalajara, Málaga, Punta del Este e o Bafici, em Buenos Aires. O protagonismo é dos países do Cone Sul, Uruguai e Argentina, cujos profissionais participam em quatro dos cinco selecionados. Mas haverá espaço para a cultura andina, por meio de uma fábula boliviana, um tema paraguaio, e ainda cinema da América Central, com Costa Rica e México mais uma vez enviando um representante a Gramado.

Competidores

LONGAS-METRAGENS BRASILEIROS

– “10 Segundos Para Vencer” (RJ), de José Alvarenga Jr.
– “O Banquete” (SP), de Daniela Thomas
– “Benzinho” (RJ), de Gustavo Pizzi
– “A Cidade dos Piratas” (RS), de Otto Guerra
– “Correndo Atrás” (RJ), de Jeferson De
– “Ferrugem” (PR), de Aly Muritiba
– “Mormaço” (RJ), de Marina Meliande
– “Simonal” (RJ), de Leonardo Domingues
– “A Voz do Silêncio” (SP), de André Ristum

LONGAS-METRAGENS ESTRANGEIROS

– “Averno” (Bolívia/Uruguai), de Marcos Loayza
– “Las Herederas” (Paraguai/Brasil/Uruguai/França/Alemanha), de Marcelo Martinessi
– “Mi Mundial” (Uruguai/Argentina/Brasil), de Carlos Morelli
– “Recreo” (Argentina), de Hernán Guerschuny e Jazmín Stuart
– “Violeta al Fin” (Costa Rica/México), de Hilda Hidalgo

CURTAS-METRAGENS BRASILEIROS

– “À Tona” (DF), de Daniella Cronemberger
– “Apenas o Que Você Precisa Saber Sobre Mim” (SC), de Maria Augusta V. Nunes
– “Aquarela” (MA), de Thiago Kistenmacker e Al Danuzio
– “Catadora de Gente” (RS), de Mirela Kruel
– “Estamos Todos Aqui” (SP), de Chico Santos e Rafael Mellim
– “Um Filme de Baixo Orçamento” (SP), de Paulo Leierer
– “Guaxuma” (PE), de Nara Normande
– “Kairo” (SP), de Fabio Rodrigo
– “Majur” (MT), de Rafael Irineu
– “Minha Mãe, Minha Filha” (SP), de Alexandre Estevanato
– “Nova Iorque” (PE), de Leo Tabosa
– “Plantae” (RJ), de Guilherme Gehr
– “A Retirada Para Um Coração Bruto” (MG), de Marco Antonio Pereira
– “Torre” (SP), de Nádia Mangolini

CURTAS-METRAGENS GAÚCHOS – PRÊMIO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

– “À Sombra” (Canoas), de Felipe Iesbick
– “Abismo” (Sapucaia do Sul), de Lucas Reis
– “Antes do Lembrar” (Porto Alegre), de Luciana Mazeto e Vinícius Lopes
– “Coágulo” (São Leopoldo), de Jéssica Gonzatto
– “O Comedor de Sementes” (São Leopoldo), de Victoria Farina
– “Um Corpo Feminino” (Porto Alegre), de Thais Fernandes
– “Entre Sós” (Porto Alegre), de Caetano Salerno
– “Fè Mye Talè” (Encantado), de Henrique Both Lahude
– “A Formidável Fabriqueta de Sonhos Menina Betina” (Pelotas), de Tiago Ribeiro
– “Gasparotto” (Porto Alegre), de Zeca Brito
– “Grito” (Santa Maria), de Luiz Alberto Cassol
– “Maçãs em Fogo” (Porto Alegre), de Bruno de Oliveira
– “Movimento à Margem” (Porto Alegre), de Lícia Arosteguy e Lucas Tergolina
– “Mulher Ltda” (Canoas), de Taísa Ennes
– “Nós Montanha” (Porto Alegre), de Gabriel Motta
– “Pelos Velhos Tempos” (Porto Alegre), de Ulisses da Motta
– “Sem Abrigo” (Porto Alegre), de Leonardo Remor
– “Subtexto” (Caxias do Sul), de Cristian Beltrán
– “Vinil” (Porto Alegre), de Catherine Silveira de Vargas e Valentina Peroni Freire Barata
– “O Viúvo” (Porto Alegre), de Luiz Carlos Wolf Chemale



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