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Segundo Clichê

27 de Fevereiro de 2017, 15:48 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.

Sinfônica Cesgranrio abre temporada com Schumann e Beethoven

11 de Junho de 2019, 9:26, por segundo clichê


O palco da Sala Cecília Meireles receberá, neste sábado, 15 de junho, o concerto de abertura da temporada deste ano da Orquestra Sinfônica Cesgranrio. Sob regência do Maestro Eder Paolozzi, e tendo como solista convidada a pianista carioca Sylvia Thereza, radicada na Bélgica, a orquestra vai apresentar o Concerto para Piano, de Robert Schumann, e a Sinfonia nº 3 “Eroica”, Op. 55, de Ludwig van Beethoven. Em abril, a orquestra se apresentou em São Paulo, na Sala SP, porém com outro repertório e com o flautista Carlos Malta como convidado.

Desde 2015, a Orquestra Sinfônica Cesgranrio cumpre o papel social de conduzir jovens músicos à vida dos sentidos, despertando o potencial artístico, não só do seu corpo dos músicos, mas também da plateia. Conduzida pelo maestro Eder Paolozzi, a jovem orquestra realiza um trabalho itinerante na busca por ocupar espaços ociosos da cidade, levando a música de concerto a novos ouvintes, de diversas idades e classes sociais.

Em seus primeiros anos de vida, a Orquestra Sinfônica Cesgranrio recebeu alguns importantes nomes da música brasileira em um intercâmbio artístico entre o erudito e o popular. Geraldo Azevedo, Yamandu Costa, Hamilton de Holanda e Criolo são alguns dos artistas que contribuíram para este trabalho de formação de plateia.

"A criação da orquestra é um sonho antigo e uma necessidade cultural. A música é uma forma de levar cultura a todos os nossos jovens e queremos oferecer esta chance especialmente aos alunos de escolas públicas, que não têm essa oportunidade no dia a dia. Nós vamos levar a música, através do virtuose desta orquestra, a escolas, universidades, centros culturais e teatros. É mais uma contribuição que a Cesgranrio traz para a cultura do estado do Rio de Janeiro", diz Carlos Alberto Serpa, presidente da Fundação Cesgranrio.

Criada pela Fundação Cesgranrio com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento sociocultural da cidade, a orquestra oferece formação musical e artística, proporcionando o desenvolvimento pessoal e criando oportunidades de profissionalização para jovens músicos.

Serviço

Sábado, 15/6 – Orquestra Sinfônica Cesgranrio faz seu concerto de abertura da temporada 2019
Horário: 20 horas
Endereço: Largo da Lapa, 47, Lapa, Rio de Janeiro
Ingressos: R$ 40,00 inteira - R$20,00 estudantes e idosos
Ingressos à venda na bilheteria da Sala e online através da Ingresso Rápido: 21 2332-9223 e 21 2332-9224
www.salaceciliameireles.rj.gov.br
www.ingressorapido.com.br




Muita festa para os 80 anos de Ricardo Tacuchian

28 de Maio de 2019, 11:05, por segundo clichê


Compositor e regente dos mais prestigiados do país e membro da Academia Brasileira de Música, Ricardo Tacuchian (foto) chega aos 80 anos – mais de 50 de carreira – com vitalidade sobrando e diversas comemorações ao longo do ano, desde estreias nacionais ao registro de sua obra em diversos CDs, com previsão de lançamento até o fim deste ano. 

Tocada em praticamente todos os países da Europa e das Américas - cerca de 2 mil apresentações ao vivo - sua obra acaba de chegar também na China, no Quindao Grand Theatre, onde “Pimenta Malagueta” foi aplaudida de pé, no último dia 5, com a perfeita leitura do violinista Alessandro Borgomanero. 

No Rio, as festividades já começarão no fim deste mês: seu “Quarteto de Cordas Nº 5” será apresentado pelo Quarteto Radamés Gnattali, no dia 31 de maio, na Sala Cecília Meireles, e, em seguida, “Cinco Miniaturas para viola e piano”, na leitura do Duo Burajiru, no Planetário da Gávea, dia 1º de junho. No dia 5 de maio, a Sala Cecília Meireles volta a ecoar sua música, no  Espaço Guiomar Novaes, com o Quarteto Kalimera apresentando o seu "Quarteto de Cordas nº 1 “Juvenil”.

Em um ano marcado por profundos cortes no meio da música clássica (e no cultural, como um todo), é de se louvar a estreia nacional de sua “Sinfonia das Florestas” na Sala Cecília Meireles, já confirmada para julho, dia 12, com a Orquestra Sinfônica Nacional da UFF, sob regência de Tobias Volkmann. Escrita em 2012 em quatro movimentos para orquestra sinfônica e solo de soprano, a obra só foi apresentada fora do país, em 2013, quando teve sua estreia mundial na Espanha, pela Orquesta Sinfónica del Conservatorio Superior de Música de Castilla-León. Apesar de reportar-se às florestas brasileiras, “Sinfonia das Florestas” é, na realidade, uma metáfora de todas as florestas do mundo que correm perigo de desaparecer. Várias de suas obras exploram a temática ecológica da "Sinfonia das Florestas", como "Dia de Chuva" (1963), "Estruturas Verdes" (1976), "Terra Aberta (1997) e "Biguás" (2009), entre outras.

Ao longo do ano, estão previstos diversos registros fonográficos de suas composições: “Pimenta Malagueta”, para violino solo, estará no CD do grupo Imago Mundi; a pianista Martha Marchena fez a gravação de “Il fait du soleil” para a Radio Nacional de Espana/Radio Clasica; o Duo Burajiru lançará um disco com sua obra completa para viola; “Gengibre” ganhará o registro no CD de Philip Doyle (trompa solo); e o saxofonista Pedro Bittencourt fará sua leitura para “Delaware Park Suite” (para saxofone e piano).

Em agosto, a Banda Sinfônica Paulista apresentará outras de suas peças, no Teatro Luiz Gonzaga, na capital paulista: “Nova Friburgo” (dobrado), “Fátima” (valsa) e “Festa de Quintal” (maxixe). Já em outubro, o Encontro Fred Schneiter de Violão deste ano, no Rio, será dedicado a Tacuchian: sua obra “Paráfrase IV” será a peça de confronto do concurso. Durante o evento, está programada a primeira audição mundial de sua “Sonata para Violão”, executada por Mario da Silva. No fim do ano, o barítono Marcelo Coutinho fará um recital integralmente dedicado à música vocal do compositor.

Ricardo Tacuchian é regente e compositor. Graduado em piano, composição e regência pela UFRJ e doutor em composição pela University of Southern California. Sua obra (com mais de 250 títulos) já foi tocada no Brasil e em praticamente todos os países da Europa e das Américas, em cerca de 2 mil apresentações ao vivo, além de programas radiofônicos, no Brasil, Estados Unidos e Europa. As principais orquestras brasileiras incluem sua obra em seus programas.

A bibliografia geral sobre ele abrange inúmeros itens entre livros, dicionários, Llivros de referência, artigos em revistas especializadas, dissertações de mestrado e teses de doutorado, de várias partes do mundo. Seu nome é verbete do Grove Music Dictionary II (2001), do Baker’s Biographical Dictionary of Musicians, 9th edition (2000) e do Die Musik in Geschichte und Gegenwart, MGG (2007), entre outras obras internacionais.

Nas comemorações pela passagem de seus 75 anos, a Biblioteca Nacional e a Academia Brasileira de Música lançaram, respectivamente, os livros "Ricardo Tacuchian e sua Obra", Catálogos e Notas Biográficas" (E. Higino e V. R. Peixoto, organizadoras. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 2014), e "Ricardo Tacuchian e o Violão" (Humberto Amorim, Rio de Janeiro: ABM, 2014). 

Sua Discografia alcança mais de 100 fonogramas em cerca de 50 diferentes CDs, inclusive gravações lançadas nos Estados Unidos, além das antigas gravações em LP (vinil). Dentre as posições que já exerceu destacam-se as de Professor Titular da UFRJ e da UniRio, professor visitante da State University of New York at Albany e da Universidade Nova de Lisboa, consejero del Centro de Estudios Brasileños de la Universidad de Salamanca,  bolsista da Capes, CNPq, Other Minds, Appolon Stiftung, Fulbright Commission e da Rockefeller Foundation.

Tacuchian regeu o maior conjunto instrumental de toda a história da música brasileira: uma banda com 2 mil instrumentistas (Rio de Janeiro: Praça da Apoteose, 15/12/1985). Foi Regente Titular da Orquestra da UniRio (2002-4) e, em 2004, regeu, na cidade do Porto, um concerto coral sinfônico, todo ele dedicado à sua própria obra. Foi eleito, em 1981, membro da Academia Brasileira de Música, da qual foi presidente em duas ocasiões. É também membro da Academia Brasileira de Arte.



40 artistas fazem show por Moçambique

4 de Maio de 2019, 9:42, por segundo clichê


Na terça-feira, 7 de maio, às 21 horas, na Casa Natura Musical, em São Paulo, um grupo de artistas promove a noite especial Somos Moçambique. Um grande show reunirá nomes como Alessandra Leão, Anelis Assumpção, Anna Setton, Anna Tréa, Arnaldo Antunes, Batucada Tamarindo, Clarianas, Craca e Dani Nega, Curumin, Diego Moraes, Fabiana Cozza, Gumboot Dance Brasil (grupo de dança), Horoya, Ian Cardoso, Illy, Jaloo, Josyara, Karol Conka, Kastrup, Lucas Santtana, Luedji Luna, Luiza Lian, Márcia Castro, Mc Tha, Mestrinho, Mondhoro Timbiraçú, Nicolas Krassik, Nina Oliveira, Nômade, Otis (artista moçambicano), Pipoquinha, Preta Rara, Samba da Nega Duda, Samuca e a Selva, Simoninha, Timeline Trio, Tulipa Ruiz, Tuto Ferraz, Xênia França, entre outros. Com direção artística de Marcus Preto, músicos, dançarinos e cantores se alternarão no palco, em solos, duos e muitos encontros inusitados.

Há poucas semanas, Moçambique foi duramente atingido pelo pior ciclone já registrado em décadas, com centenas de mortes e dezenas de cidades completamente devastadas. O país está mergulhado em uma profunda crise humanitária. O Banco Mundial prevê que serão necessários mais de US$ 2 bilhões para atender Moçambique, Zimbábue e Malaui, países atingidos pelas tempestades, onde milhões de pessoas lutam para sobreviver em condições sub-humanas, sem nada para comer ou beber.

Segundo relatos da Imprensa, mulheres estão sendo coagidas a trocar comida por favores sexuais. Em comunicado recente, a Unicef clamou pela atenção do mundo para pelo menos 1,6 milhão de crianças que precisam de assistência urgente. Até agora, apenas 23% dos recursos reivindicados ao plano de resposta humanitária estão previstos pelas Nações Unidas para Moçambique, país mais afetado pelo ciclone, com 240 mil casas completamente destruídas. Enquanto isso, sem abastecimento de água, a epidemia de cólera (que já era endêmica em muitas cidades) assume proporções assustadoras. Nesta quinta, 25 de abril, um novo ciclone atingiu o país, com tempestades ainda mais fortes do que o anterior.

O principal intuito dessa iniciativa é chamar atenção para a necessidade de apoio urgente a Moçambique. Assim, parte da comunidade artística do Brasil vai celebrar neste show especial alguns fortes elos que nos ligam a Moçambique: a música e a língua. Quinto idioma mais falado do mundo e o mais falado no hemisfério sul, o português tem seu dia internacional celebrado sempre em 5 de maio. De Brasília, as embaixadas dos países da CPLP – Comunidade dos Países de Língua Portuguesa estão apoiando esta iniciativa em prol de Moçambique, assim como a Cruz Vermelha, que está recebendo doações de todo o Brasil em conta especialmente criada na Caixa Econômica Federal - 104, OP 003, Ag. 2123, CC 323-8, CNPJ 33.651.803/0001-65.

Somos Moçambique

Show beneficente com cerca de 40 artistas
Quando: terça, 7 de maio, às 21 horas
Abertura da Casa: 20 horas
Ingressos
Pista: R$ 60 (meia-entrada), R$ 80, R$ 120 (inteira), R$ 180, R$ 200 e R$ 300
Lotação para esse show: 710 lugares
Classificação etária: 12 anos (menor de 12 acompanhado pelos pais ou responsáveis)

Casa Natura Musical

Rua Artur de Azevedo, 2134, Pinheiros, São Paulo, tel: (011) 3031-4143
Ingressos sem taxa de conveniência na bilheteria da Casa 
Ingressos podem ser pagos com dinheiro, cartões de crédito e débito
Horário da bilheteria: de terça a sábado, das 12h às 20h. Segundas e domingos, quando houver show. Em dias de espetáculo, a bilheteria fecha mais tarde, até uma hora após o início da apresentação.
Venda de ingressos: www.casanaturamusical.com.br
Venda para pessoas com deficiência: 4003-6860
Estacionamento conveniado: R$ 20 (Car Park, Rua Cunha Gago, 83, entrada pela rua Artur de Azevedo, ao lado da Casa)



King Crimson pela primeira vez em São Paulo

26 de Abril de 2019, 10:55, por segundo clichê


Em outubro, um dos maiores ícones do rock mundial, a banda britânica King Crimson, se apresentará pela primeira vez em São Paulo. O show, que faz parte da turnê em comemoração aos 50 anos de carreira, será no dia 4 de outubro no Espaço das Américas.  

Os ingressos para a apresentação começam a ser vendidos na próxima segunda-feira, 29 de abril, a partir das 13 horas pelo site www.ingressorapido.com.br e nas bilheterias do Espaço das Américas. 

O preço é escandaloso: o mais barato custa R$ 300 e o mais caro, absurdos R$ 850.

Pioneira no rock progressivo – seu álbum de estreia "In the Court of the Crimson King" é um dos mais importantes do gênero – a banda passou por várias formações e algumas pausas na carreira.

Liderada pelo guitarristar Robert Fripp, força motriz e criativa da banda, o King Crimson chega a São Paulo com um time de multi-instrumentistas, formado por Tony Levin, Mel Collins, Pat Mastelotto, Jakko Jakszyk e os bateristas Bill Rieflin,  Jeremy Stacey e Gavin Harrison.

O King Crimson foi formado em Londres no ano de 1968 e influenciou grupos de rock progressivo dos anos 70, além de inúmeros artistas contemporâneos. Ao longo de sua história, 22 músicos participaram de suas diversas formações e o guitarrista Robert Fripp, é o único membro original da banda.

 Em 50 anos de carreira, o King Crimson conquistou um grande séquito de fãs e em votação dos 100 maiores artistas de hard rock realizada pelo canal VH1 ficou em octoségimo sétimo lugar. Embora considerada uma banda de rock progressivo seminal - gênero caracterizado por seções instrumentais longas e estruturas musicais complexas -  muitas vezes se distanciaram do gênero. E, além de influenciar várias gerações de bandas de rock progressivo e psicodélicas, também influenciaram músicos de metal alternativo, hardcore e músicos experimentais.

Formado a partir do trio psicodélico Giles, Giles e Fripp, o King Crimson é considerado o criador do rock progressivo e colaborou fortemente para mudanças na música de bandas contemporâneas como Yes e Genesis. Com elementos de jazz, música clássica e experimental, o álbum de estreia, "In the Court of the Crimson King" (1969), é considerado o trabalho de maior sucesso e influência produzido pela banda. 

Uma apresentação abrindo para os Rolling Stones no Hyde Park, em Londres, em 1969, levou o sucesso da banda a um outro nível. Depois do sucesso dos álbuns "In the Wake of Poseidon" (1970), "Lizard" (1970) e "Islands" (1971), e a fim de desenvolver sua própria improvisação, a banda reformulou a parte instrumental, substituindo o violino pelo saxofone e percussão, alcançando um novo pico criativo com "Larks’ Tongues in Aspic" (1973), "Starless and Bible Black" (1974) e "Red" (1974). Em 1974 Robert Fripp dissolveu o grupo.

Em 1981, o King Crimson retornou com uma nova direção musical e instrumentação. A  formação do grupo misturou músicos americanos e britânicos, além de duas guitarras e influências do gamelan, do pós-punk e do minimalismo nova-iorquino. Isso durou três anos e resultou no trio de álbuns "Discipline" (1981), "Beat" (1982) e "Three of a Perfect Pair" (1984). 

Depois de um hiato de uma década, Robert Fripp retorna com o grupo em 1994 no formato de sexteto expandido, “Double Trio”, misturando suas abordagens de meados dos anos 1970 e 1980 com as opções criativas disponíveis graças a tecnologia MIDI. O resultado foi mais um ciclo de três anos de atividades que incluiu  o lançamento de "Thrak", em 1995. Em 2000, o King Crimson volta a se reunir, mas dessa vez como um quarteto mais voltado para os metais ou “Double Duo” e lança "The Construkction of Light" (2000) e "The Power to Believe" (2003). Após novas mudanças, a banda passa a ser um quinteto com duas baterias e em 2008 realizam turnê em comemoração os 40 anos de carreira.

Depois de mais um hiato entre 2009 e 2012, o King Crimson retorna em 2013, primeiro como um septeto e, posteriormente, como um octeto com uma incomum linha de frente com três baterias. Pela primeira vez, desde de 1971, a formação conta com saxofone e flauta. A formação atual do King Crimson segue em turnê lançando álbuns ao vivo e reinterpretando músicas de todas as fases de seus 50 anos de carreira.

Serviço

Local: Espaço das Américas  (www.espaçodasamericas.com.br)
Endereço: Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda - SP
Data: 4 de outubro de 2019 (sexta-feira)
Portas: 19h30
King Crimson: 21h30
Classificação Etária: 16 anos

Valores dos ingressos

Setor                         Inteira                      Meia

Platinum                  R$850,00                 R$425,00
Azul Premium           R$800,00                 R$400,00
Azul                         R$750,00                 R$375,00
A & B                       R$700,00                 R$350,00
C & D                       R$650,00                 R$325,00
E & F                        R$550,00                 R$275,00
G & H                       R$500,00                 R$250,00
I & J                         R$400,00                 R$200,00
K & L                        R$300,00                 R$150,00



Mart'nália leva Vinícius de Moraes ao palco

25 de Abril de 2019, 8:48, por segundo clichê


A cantora e compositora Mart’nália tem um encontro marcado com o público paulistano no dia 12 de julho. É nessa data que ela volta ao palco do Espaço das Américas, para o primeiro show da sua nova turnê nacional, em que ela interpreta grandes clássicos da MPB escritos e cantados por ninguém menos que Vinícius de Moraes.

Amparada nos arranjos sempre elegantes de Celso Fonseca em parceria com o saudosíssimo Arthur Maia, a voz há um tempo rasgada e suave de Mart’nália, pé do nosso samba, traduz o amor pelas mulheres, a compaixão pelos desfavorecidos, a impaciência com os medíocres, tudo o que é motivação para os versos sempre tão bem construídos de Vinicius, numa linguagem íntima, porém desacorrentada.

Sobre o disco "Mart'nália Canta Vinícius de Moraes", base do show, escreveu Caetano Veloso: 

"Daqui da Bahia, minha gratidão enorme se estende à presença da minha terra na formação da poesia/música de Vinicius, tão comovedoramente representada pela declamação do Soneto do Corifeu por minha irmã Maria Bethânia e pela entrada de meu amadíssimo (quando éramos novinhos eu o chamava de “meu noivo”) Toquinho, na inesquecível composição que ele fez junto ao poeta sobre lugar sagrado de Salvador. O que quase me dá o direito de concluir com Bahia este texto sobre obra tão carioca. Mas Rio. E também posso chorar com a voz de Martina por toda a minha vida. Rio de novo."

Os ingressos á estão à venda nas bilheterias do Espaço das Américas ou então virtualmente, por meio do site da Ticket 360 (https://goo.gl/xgibPV). Os ingressos vão de: 1º lote: R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (meia) | Setor Platinum 1º Lote: R$ 240,00 (inteira) e R$ 120,00 (meia), com direito a meia entrada. 

Serviço 

Show: Mart’nália no Espaço das Américas
Data: 12 de julho de 2019 (sexta)
Abertura da casa: 20h30
Início do show: 22h30
Censura: 14 anos
Capacidade: 3126
Local: Espaço das Américas (Rua Tagipuru, 795 - Barra Funda - São Paulo - SP)



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