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Motta

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Segundo Clichê

27 de Fevereiro de 2017, 15:48 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.

Guitarrista e baixista lançam campanha de financiamento para turnê à Europa

17 de Dezembro de 2018, 14:26, por segundo clichê


O guitarrista Mazin Silva, de Blumenau (SC), e o baixista Ghadyego Carraro, de Passo Fundo (RS),  lançaram campanha de financiamento coletivo para buscar apoiadores para uma turnê pela Europa em 2019. O público e os fãs dos artistas podem colaborar, compartilhar e adquirir recompensas – como CDs, DVDs, camisetas, livros, pocket shows, além de registros exclusivos da viagem, acessando o link www.catarse.me/toureuropa2019mazinghadyego .

Depois de receberam alguns convites para tocar em países da Europa, os dois artistas resolveram ser unir e organizaram uma viagem de 25 dias, agendada para setembro de 2019. Silva e Carraro vão se apresentar em palcos da Alemanha, Espanha, França, Itália e Portugal. 

Mazin Silva e Ghadyego Carraro prepararam uma série de recompensas para os fãs, amigos e apoiadores, como CDs e DVDs autografados dos artistas, camisetas personalizadas; livro Música e Educação/O Contrabaixo e a Bossa: uma perspectiva histórica e prática, de Carraro; pocket show privado em casa com direito a 20 convidados, além de vídeo personalizado de agradecimento e link exclusivo contendo o making of da turnê. As recompensas serão entregues aos apoiadores assim que os artistas retornarem da viagem. O valor total do financiamento coletivo é de R$ 21 mil, e a campanha segue até o dia 6 de agosto de 2019. 

“Aproveito para agradecer a todas as pessoas que sempre me acompanham e me apoiam nessa caminhada e carreira profissional. Vou precisar mais uma vez da ajuda de todos. Estar em um projeto ao lado de Ghadyego, músico de alto gabarito com reconhecimento nacional e internacional, na Europa, tenho certeza de que será uma grande experiência de vida e de que irá agregar valor à música instrumental brasileira. Só tenho a agradecer por mais essa oportunidade”, diz Silva.
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Peça premiada da Broadway será exibida em TV por assinatura

17 de Dezembro de 2018, 14:19, por segundo clichê


A peça de teatro da Broadway “Buried Child” estreia no canal de TV  por assinatura Film&Arts nesta sexta-feira, 21 de dezembro, às 22 horas. A produção, encenada pela primeira vez em 1978, garantiu um prêmio Pulitzer ao seu autor, Sam Shepard. A nova montagem, feita em 2016, conta com os atores Ed Harris e Amy Madigan em seu elenco.

Harris interpreta Dodge, um patriarca setentão de Illinois, e Madigan faz o papel de sua esposa, Halie.  O casal mora em uma decadente fazenda e encabeça uma família disfuncional, que ainda conta com os filhos Tilden e o violento e errático Bradley. Eles mal reconhecem o neto, Vince, quando ele aparece para apresentar a namorada aos parentes. Enquanto Vince tenta dar sentido ao caos, o resto da família dança em volta de um segredo profundo e obscuro que traz culpa a todos.
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Filmagens de "Noites de Alface" terminam

17 de Dezembro de 2018, 14:12, por segundo clichê


Terminaram, na Ilha de Paquetá, as filmagens de ‘Noites de Alface’ e a Afinal Filmes acaba de divulgar as primeiras cenas de making of do longa, estrelado por Marieta Severo e Everaldo Pontes, com roteiro e direção de Zeca Ferreira. Inspirado no romance homônimo da escritora paulista Vanessa Bárbara, o filme traz um drama pontuado por elementos sutis de humor e pitadas de suspense, percorrendo a solidão de Otto (Everaldo Pontes) após a morte de sua esposa, Ada (Marieta Severo). E mostra sua dificuldade em lidar com a aceitação e com as tarefas cotidianas e, principalmente, em se relacionar com a vizinhança, coisa que a mulher fazia com maestria. 

“Se fosse necessário definir um grande tema para localizar Noites de Alface, diria que é um filme sobre como é envelhecer, comportando então uma série de subtemas dele derivados: a solidão, as perdas, o isolamento, as limitações físicas, o medo de perder a razão - e a proximidade da morte. O que torna o projeto original é a forma leve com que se aproxima de assuntos tão densos e espinhosos”, resume o diretor.

O filme levou equipe e atores a um bairro carioca bucólico situado na Baía de Guanabara, tendo como locação pequenas igrejas, casas de moradores locais e as pacatas ruas de Paquetá. “O cenário original do livro é uma cidade do interior de São Paulo, mas enxerguei em Paquetá o local perfeito para contar a trama e ilustrar esse clima de intimidade entre moradores que se conhecem de toda uma vida”, explica Zeca Ferreira. 

O longa foi todo rodado na pequena ilha, o processo de produção acompanhou essa visão de tratar o local como mais uma personagem."É incrível você partir de um texto e ir construindo visualmente todo o filme, desde a escolha das locações, das roupas, dos penteados, dos objetos de cena, dos atores. Ter a oportunidade de ver Marieta Severo e Everaldo Pontes construindo o casal Ada e Otto foi um prazer e um privilégio" destaca um dos produtores do filme, Alexandre Rocha.

O elenco que dá vida aos vizinhos de tantos anos, com quem o casal dividiu sua história, acostumados aos mimos de Ada e à indiferença de Otto, é composto por João Pedro Zappa - o farmacêutico Nico, especialista em bulas de remédio e inconveniente nas horas vagas -, Teuda Bara - a excêntrica Dona Iolanda - , Inês Peixoto – no papel de Teresa, dona dos cachorros barulhentos que sempre atormentaram o vizinho, Lumi Kim - Mayu -, e Antônio Sakatsume -  seu avô, o velho Taniguchi, um japonês ex-combatente de guerra que sofre do mal de Alzheimer.

No set, estiveram ainda os atores que dão vida a Anibal - (Romeu Evaristo), o carteiro, e seu substituto, Aidan (Pedro Monteiro) e Augusto (Izak Dahora) – sobrinho de uma das personagens, todos reunidos em torno filme sensível e trouxe reflexão sobre seu tema a todos os envolvidos. "Noites de Alface é troca, equipe e construção. Grande parte de mim está no filme, e pouco a pouco, "Noites" começa a se tornar parte de mim. O cinema sendo mais pessoal e único." conta Marcelo Pedrazzi que também produz o longa.

No trama, sem seu placebo para as noites de insônia – o famigerado chá de alface preparado pela esposa, que explica o título do filme – e arrasado com a partida de sua companheira, após 50 anos de casamento, o amante de histórias de suspense se vê entre a rotina da pacata vila e seus sonhos e delírios causados pela ausência da companheira. Dentro de sua cortante e triste solidão, começa a ruminar o passado e trazer à tona pequenos detalhes de conversas e fatos para os quais não deu tanta importância, mas que, agora, revelam-se uma possível trama digna de suas histórias de suspense. Cada dia pior da insônia, Otto vai juntando lembranças como peças de um grande quebra-cabeça que aponta o possível envolvimento de Ada em uma história obscura arquitetada com os vizinhos. Seria tudo criação da mente de Otto ou realidade? Ele precisa decidir até onde, de fato, quer saber da verdade.
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Crítica do público vale mais que o Oscar, diz Cacá Diegues

17 de Dezembro de 2018, 9:32, por segundo clichê


O mais novo imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL) pode ser também o próximo cineasta brasileiro a ter uma produção concorrendo ao Oscar, maior prêmio do cinema mundial. Carlos Diegues, ou simplesmente Cacá Diegues, está em cartaz com O Grande Circo Místico, filme escolhido para representar o Brasil na disputa por uma indicação ao Oscar do ano que vem, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro. A lista dos escolhidos para a disputa será divulgada em janeiro.

Mas Cacá não supervaloriza o prêmio. Para ele, a crítica do público está acima de tudo. “Eu não faço do Oscar o juiz supremo do cinema brasileiro. Aliás, de nenhum filme do mundo, do brasileiro sobretudo. Quem julga a qualidade do filme é o espectador”, diz o cineasta em entrevista ao programa Conversa com Roseann Kennedy, que vai ao ar nesta segunda-feira (17), às 21h15 na TV Brasil.

Cacá Diegues considera O Grande Circo Místico seu melhor filme. “É uma síntese de tudo o que eu fiz em cinema até hoje, é uma síntese do que eu penso do cinema”, afirma.

Adaptação de um poema do alagoano Jorge Lima, O Grande Circo Místico narra a história de cinco gerações de uma família circense e é embalado por músicas de Edu Lobo e Chico Buarque.

A produção é resultado de 12 anos de trabalho de Cacá Diegues, que a considera ser uma obra diferente do que se produz atualmente na América Latina. “O que se espera do cinema latino-americano é um cinema realista, dentro do que eles acham que é a América Latina. E este é um filme mais fantasia, meio barroco, com imagens que não são propriamente realistas."

Ao falar do futuro do cinema, Diegues é otimista. Ele destaca que o Brasil está produzindo quase 180 filmes por ano, com muito conteúdo de qualidade. "Temos cineastas estreando com ótimos filmes que estão ganhando prêmios no exterior e recuperando o prestígio do cinema brasileiro", afirma.

Quanto à revolução tecnológica que hoje atinge todas as artes, o cineasta não titubeia ao responder que o futuro do cinema está na tela do celular. “A gente está filmando para o cinema, para o DVD, para a televisão e também para o streaming. O streaming é a plataforma do momento. Quantas pessoas estão vendo, como é fácil você ter [acesso ao filme]. No dia em que o streaming for uma indústria, uma economia viável dentro do Brasil, você vai ver filme um atrás do outro."

Ainda sobre o avanço digital, Cacá Diegues reclama de quando o Festival de Cannes, na França, proibiu os filmes exibidos em plataforma de vídeo pela internet. "Achei de um reacionarismo insuportável", diz, expondo uma de suas características que é não ter medo de criticar, nem de ser criticado.

Em 1978, por exemplo, para rebater críticas dos que exigiam postura política mais contundente nos seus filmes, Cacá se queixou das "patrulhas ideológicas". O que ele não imaginava, à época, é que a expressão de sua autoria seria atual até hoje. "Eu não faço o filme para mudar a opinião de ninguém. Eu faço filme sobre o estado do mundo. Eu não faço filme nem para o passado, nem para o futuro. Eu faço o filme sobre o presente, sobre o que eu acho sobre o estado do mundo para os meus contemporâneos. Então, vamos ver juntos isso, vamos discutir juntos. Agora, porque a ideologia está errada, aí eu já não sei”, afirma. (Agência Brasil)
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Orquestra Sinfônica de Piracicaba recebe João Carlos Martins

17 de Dezembro de 2018, 9:21, por segundo clichê


Conhecido pela história de superação e tema de três filmes, o maestro e pianista João Carlos Martins estará em Piracicaba na quarta-feira, 19 de dezembro, no Teatro Municipal Dr. Losso Netto. Ele participará, ao piano e como regente, do concerto da OSP (Orquestra Sinfônica de Piracicaba), em única sessão, às 20 horas. A apresentação também terá a regência do maestro Jamil Maluf, diretor artístico e titular do centenário conjunto de música clássica, que foi aluno de piano de Martins, em sua época de estudante. Os ingressos serão distribuídos antecipadamente.

O programa começará com a Suíte O Quebra-Nozes, tradicional composição de Natal de Tchaikovsky, regida pelo maestro Jamil Maluf. Na sequência, João Carlos Martins assumirá a batuta da OSP, regendo a Valsa n. 2, de Shostakovitch.

A segunda parte do programa terá as obras Concerto para piano n. 21 (Adante), de Mozart; Yesterday, dos Beatles; Love of My Live, do Queen; Gabriel's Oboe, de Ennio Morricone; e Libertango, de Astor Piazzolla. Neste caso, a regência será do maestro Jamil Maluf, com a participação de João Carlos Martins ao piano.

Este será o concerto de encerramento da temporada 2018 da OSP, iniciada em março, e a primeira vez que a orquestra se apresentará no Teatro Dr. Losso Netto desde a sua reabertura, em agosto, após permanecer fechado por cinco anos para reformas.

Como forma de contribuir para as ações do Fundo Social de Solidariedade de Piracicaba, é solicitada a doação de um quilo de alimento não perecível, preferencialmente arroz ou feijão, durante a retirada dos ingressos, que será nos dias 17 e 18, segunda e terça-feira, das 15 às 18 horas, na bilheteria do Teatro Dr. Losso Netto.

João Carlos Martins foi considerado um dos maiores interpretes de Bach do século 20 pela crítica internacional. Aos 20 anos, se apresentou no Carnegie Hall, um dos mais importantes palcos do mundo, patrocinado por Eleanor Roosevelt, esposa do então presidente norte-americano Franklin Roosevelt. Hoje com 78 anos, é o único músico brasileiro que teve a sua vida registrada por cineastas europeus por duas vezes e que, em 2017, inspirou o filme João, O Maestro, de Mauro Lima.

Ele sofreu contusão na mão direita enquanto jogava uma partida de futebol e uma agressão durante um assalto. Passou por vários procedimentos cirúrgicos, em função de uma distonia muscular, distúrbio neurológico caracterizado por contrações musculares involuntárias e que o fez abandonar a carreira ao piano. Escolheu a regência aos 63 anos. Em 2006, idealizou a Fundação Bachiana. No ano seguinte, recebeu homenagem da Vai-Vai, no samba-enredo A Música Venceu.

Serviço

Concerto de encerramento da Temporada 2018 da Orquestra Sinfônica de Piracicaba. Dia 19 de dezembro, às 20 horas, no Teatro Municipal Dr. Losso Netto (Av. Independência, 277, Centro). Entrada gratuita. Informações: www.sinfonicadepiracicaba.org.br e (19) 3434-2168.
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