Ir para o conteúdo

Software Livre

Tela cheia Sugerir um artigo

Blog

3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | 1 person following this article.

Aberta às Inscrições do VIII Solisc

18 de Julho de 2013, 19:25, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

 

Com grande satisfação que a Associação Software Livre de Santa Catarina, Associação SOLISC, anuncia às inscrições para à 8ª Edição do seu evento, que ocorrerá na cidade de Florianopolis, entre os dias 20 e 21 de Setembro.

Dentre as atrações confirmadas, teremos João Fernando, da Revista Espírito Livre e André Noel, do site Vida de Programador.

O valor da inscrição custará R$ 70,00 até o dia 31/07. O segundo lote de inscrições será disponibilizado até o dia 31/08, no valor de R$ 80,00. Em Setembro, custará R$ 90,00 até o dia 15, depois disso até o dia do evento, será R$ 100,00. Sempre lembrando que estudantes, para conseguir meia entrada, tem que levar alguma comprovação.

Sobre a grade de palestras, será liberada na 1ª semana de Agosto.Para efetuar sua inscrição, acesse www.solisc.org.br.



Presidentes do Mercosul reconhecem o valor do Software Livre para a soberania das nações

18 de Julho de 2013, 13:35, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Os presidentes da Bolívia, Argentina, Uruguai, Brasil e Venezuela posaram para foto no início da 45ª Cúpula de Chefes de Estado e de Governo do Mercosul (Foto: AFP)

"Apoiaram o desenvolvimento do software livre" e "reconheceram a importância do desenvolvimento das TICs para o progresso socioeconômico e cultural de suas nações, destancando-se a massificação da banda larga".

As sentenças citadas resumem dois de importantes 59 pontos listados no documento assinado pelos chefes de Estado presentes na Cúpula do Mercosul. O comunicado conjunto foi assinado pelas presidentas Dilma Roussef (Brasil) e Cristina Kirchner (Argentina), e pelos presidentes Evo Morales (Bolívia), José Mujica (Uruguai) e Nicolás Maduro Moros (Venezuela), reunidos em Montevideo no último dia 12 de julho para a 45ª Reunião Ordinária do Conselho do Mercado Comum.

Este é um importante reconhecimento do valor da nossa luta, especialmente por explicitar, no texto assinado pelos presidentes, um profundo entendimento do que significa para a soberania latinoamericana a adoção irrestrita de tecnologias transparentes: "a verdadeira apropriação, promoção do conhecimento livre e transferência tecnológica", conforme reproduzimos abaixo.

 

" 45. Apoiaram o desenvolvimento de software livre, que permitirá potenciar o desenvolvimento regional de soluções em matéria de Tecnologia da 

Informação e Comunicação (TIC), a fim de alcançar uma verdadeira apropriação, promoção do livre conhecimento e transferência tecnológica,reduzindo a dependência de soluções providas por transnacionais do setor ou  por empresas não dispostas a respeitar as indústrias nascentes da região.

Afirmaram o interesse de promover o uso de software livre nos programas nacionais destinados à inclusão digital.

Ratificaram a necessidade de impulsionar e fomentar a concretização de  normas no âmbito do MERCOSUL para a efetiva implementação de políticas de fomento de uso, desenvolvimento, implementação, pesquisa e  transferência tecnológica baseados no modelo de software livre.

 

46. Reconheceram a importância do desenvolvimento das tecnologias das TIC para o progresso socioeconômico e cultural de suas nações, para o qual salientaram o papel que exerce a massificação da banda larga e o desdobramento da infraestrutura. Em particular, instaram a realizar esforços para alcançar acordos em matéria de roaming de voz e dados, com o propósito de melhorar a qualidade do serviço e diminuir os preços finais para os usuários dos Estados Partes."


Outras decisões importantes tomadas durante a reunião foram a reintegração do Paraguai ao Mercosul, que acontecerá em agosto, e um comunicado oficial exigindo explicações e um pedido de desculpas aos países europeus que fecharam seu espaço aéreo ao avião presidencial de Evo Morales no início de julho, por conta do caso Snowden.

O bloco anunciou ainda que promoverá "nas instâncias multilaterais pertinentes a adoção de normas relativas à regulação da internet, com ênfase nos aspectos de segurança cibernética".

Leia o documento na íntegra

 

Leia também:

Cúpula Social do Mercosul: Software Livre é alternativa à dependência das grandes empresas



Oportunidade: empresa de Foz do Iguaçu (PR) abre 8 vagas de emprego

13 de Julho de 2013, 8:51, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

A Prognus & EITS, empresa instalada no Parque Tecnológico Itaipu (PTI), em Foz do Iguaçu (PR), abriu recentemente um edital para a contratação de novos profissionais para o seu quadro de colaboradores. Ao todo são oito vagas disponíveis, sendo três para Analista Desenvolvedor de Sistemas, três para Desenvolvedor de Sistemas – Java/PHP e outras duas para Analista Testador de Software.

As inscrições devem ser realizadas até as 23h59 do dia 15 de julho, através do envio de currículos para os endereços rh@prognus.com.br ou rh@eits.com.br. Confira mais informações no edital completo, disponível no link: http://goo.gl/ClXwS.

Prognus & EITS 

Ser referência como empresa de software e proporcionar oportunidade aos profissionais de Tecnologia da Informação formados na região. Estes são alguns dos objetivos da Prognus & EITS. 

Com 30 funcionários, a empresa é resultado de uma fusão entre dois negócios já consolidados e com a experiência de dez anos na área herdada pelos sócios.

Com a união, a empresa amplia o portfólio de produtos e serviços oferecidos, além da lista de clientes, que atualmente conta com nomes importantes como a Força Aérea Brasileira, o Ministério da Defesa, a Caixa Econômica Federal, a Itaipu Binacional, a Fundação PTI, entre outros.



#você: a rede social corporativa do Serpro

13 de Julho de 2013, 8:49, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Artigo publicado na revista TEMA — ANO XXXVIII • No 217 • MARÇO/ABRIL • 2013

INTRODUÇÃO

A internet vem criando os meios para a realização de grandes transformações na sociedade. Uma das mudanças mais importantes é trazida pelas redes sociais, fenômeno que promove a transição de uma cultura de controle mais fechada e vertical para uma outra cultura mais aberta e horizontal.

Certamente, essa transição cultural também afeta o cotidiano das empresas, que não são ilhas desconectadas de outros contextos sociais. A migração das suas estruturas verticais para estruturas horizontais é um futuro inevitável. Futuro que deve ser encarado com a noção de que, quanto mais tempo as organizações dispenderem nesse processo de transição, maior será o risco para a operação e menores serão as oportunidades aproveitadas.

As empresas precisam enxergar a organização como uma grande rede social, com problemas de eficiência para inovar e se adaptar diante da velocidade e complexidade das mudanças do novo século. Devem compreender que a criação de um ambiente de circulação de ideias fará a organização, obrigatoriamente, rever seus princípios continuamente, além de ampliar o diálogo sincero e honesto com os diferentes stakeholders a partir de uma mudança cultural induzida pela tecnologia cognitiva, que altera a nossa forma de pensar e agir.

Essa grande rede social empresarial, também conhecida como rede social corporativa é um ambiente “[…] de produção de ideias, processos, produtos e serviços, através da implantação de plataformas colaborativas, que são ambientes internos e externos criados por tecnologias cognitivas disruptivas/desintermediadoras, que introduzem uma nova e completa mente diferente cultura de controle digital.” (NEPOMUCENO)

Quanto antes as empresas se apropriarem dessas tecnologias, construindo a sua própria rede corporativa e tornando-a parte do seu dia a dia, mais rapidamente será a transição dessa organização em uma “empresa 2.0”, ou seja, uma instituição adequada ao seu tempo. Certamente, essa adequação não se dará por mero modismo, mas sim pelos ganhos materiais e imateriais advindos dessa mudança cultural, que possibilitará ganhos de produtividade em toda a cadeia corporativa e, em alguns casos, até mesmo a própria sobrevivência da empresa. Afinal de contas, nos dias de hoje, lidamos com problemas cada vez mais complexos, tanto quantitativamente quanto qualitativamente, com um tempo cada vez mais escasso. Portanto, a horizontalização das empresas surge de modo imperativo para a própria manutenibilidade da sua operação.

No tocante à apropriação desse ambiente tecnológico e cultural por parte do Serpro, pode-­se observar que a empresa já realiza ações, ainda que timidamente, no sentido de promover a integração e a construção de uma rede de relacionamento corporativo entre os seus empregados. Há também empregados que gostariam de participar mais do dia a dia da empresa, mas não sabem como, ou quando tentam, encontram algo demorado e podem acabar por desistir. Essas duas pontas precisam se conectar, e o local propício para essa conexão é a criação de uma rede social corporativa.

#voce.serpro - página inicial
A página inicial do sistema agrega todo o conteúdo produzido na rede

A PLATAFORMA TECNOLÓGICA

A proposta de rede social corporativa do Serpro, #você.serpro, construída sobre a plataforma Noosfero, possui um foco na produção e publicação de conteúdo textual e multimídia, para tornar-­se um ambiente de troca de experiência entre todos os empregados da organização.

O Noosfero foi construído utilizando o framework Ruby on Rails e pode ser colocado em produção utilizando qualquer servidor Linux rodando PostgreSQL, Apache e um servidor de aplicação para a linguagem Ruby como o Mongrel, Passenger, Thin, etc.

Todas as funcionalidades comumente observadas nas redes sociais, como criação de blogs, galeria de imagens, fóruns, atividade da rede de relacionamento e mural de recados, estão presentes atualmente na ferramenta Noosfero. Entretanto, o diferencial é o domínio da tecnologia que o Serpro poderá ter e sua forma de utilização, de modo que essa seja a mola propulsora da transformação da empresa do modelo 1.0 para o modelo 2.0.

IMPACTOS ESPERADOS

1­ Na gestão da informação

A gestão da informação 2.0 necessita da coparticipação de todos os stakeholders da empresa, uma vez que o volume de dados que é produzido atualmente impossibilita qualquer tipo de validação prévia das publicações. A qualidade do conteúdo gerado também deve ser garantida pelos próprios stakeholders, ou seja, a própria rede deve controlar o que deve permanecer nela, ou não. Ela própria também garantirá o que é um conteúdo de qualidade.

Esse potencial da rede deve ser aproveitado pelo Serpro, visando sempre eliminar processos de intermediação desnecessários e buscando ampliar a interação entre todos os integrantes. Modificações nos processos corporativos, por exemplo, podem ser “experimentadas” imediatamente na rede, onde os próprios empregados poderiam participar do processo de criação, o que possibilitaria a construção de processos muito mais maduros e adequados às necessidades da empresa.

#voce.serpro - atividades da rede
Com a rede é possível rastrear todas as ações realizadas por seus contatos

2­ Na comunicação

Atualmente, o Serpro possui profissionais extremamente qualificados em determinadas tecnologias e, ao mesmo tempo, outros profissionais que as desconhecem por completo. A rede #você.serpro permitirá que qualquer empregado da empresa possa encontrar especialistas em determinados assuntos e interagir diretamente, para a solução de um determinado problema, via mensageiro instantâneo, evitando assim uma grande quantidade de barreiras para a obtenção de suporte corporativo.

3­ Na capacitação

Os profissionais especializados do Serpro poderão criar grupos de abrangência nacional para realizar troca de experiências, aumentando ainda mais o nível de qualificação profissional de toda a empresa, tornando o processo de capacitação um fato contínuo e permanente.

#voce.serpro - Busca
A página de busca permite ao usuário procurar amigos, comunidades e conteúdo a partir de palavras­-chave

4­ Na inovação

Quando as comunidades existentes na rede se derem conta do que podem fazer juntas on­-line, elas irão muito além de apenas resolver problemas. Elas passarão a criar e inventar juntas. A pluralidade de ideias, de experiências e de culturas contribuirá para a busca de soluções criativas e conjuntas de problemas comuns. Nesse momento, estaremos dando os primeiros passos na construção e/ou solidificação de um modelo onde a inovação será a base das soluções da empresa.

5­ Na motivação dos empregados

Do ponto de vista dos empregados, é esperado que a existência de uma rede onde seja possível se expressar livremente e contribuir no processo de mudança da empresa, propicie um ambiente em que as pessoas se sintam mais felizes e satisfeitas com o trabalho que realizam. Obviamente, este é o resultado “utópico” almejado. Entretanto, a partir da criação dessa semente de empresa 2.0, será possível aglutinar as pessoas que hoje já se sentem motivadas a participar do processo de transição do Serpro de uma empresa 1.0 para uma 2.0, e serão estas pessoas ­ agora trabalhando juntas ­ com um objetivo bem claro de transformação cultural, os responsáveis por reunir cada vez mais colaboradores para esta transformação.

CONCLUSÃO

Por fim, uma rede social corporativa é um canal muito mais barato para a criação coletiva e, quando bem aproveitado, é capaz de mudar rapidamente processos que antes pareciam impossíveis de serem alterados. É preciso levar em consideração que a implantação de uma rede social corporativa é um projeto que pressupõe uma tecnologia. Mas isso é apenas o primeiro passo. O sucesso da rede também depende da consciência de que é necessária a transformação de toda a estrutura da empresa.

Transformação que implica modificar o tempo em que as decisões são tomadas, a participação nas tomadas das decisões, a eliminação de intermediações desnecessárias, entre outras ações.

O resultado de sucesso almejado na construção da rede #você.serpro só dependerá do esforço que cada um fará para que a rede se torne pujante. Afinal de contas, a rede virtual nada mais será do que o reflexo da "rede real" que é a própria empresa.

AUTOR

Leandro Nunes dos Santos
Formado em Ciência da Computação pela Universidade Federal da Bahia, atualmente trabalha no Serpro como analista de sistemas. É atuante nas comunidades de software livre e en­ tusiasta da tecnologia Ruby on Rails.



Cúpula Social do Mercosul: software livre é alternativa à dependência de grandes empresas

12 de Julho de 2013, 14:36, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Um dos resultados da Cúpula Social do Mercosul, que precedeu a Cúpula Presidencial do Mercosul, no Uruguai, foi a definição de que o Software Livre deve ser uma alternativa à dependência de grandes empresas americanas, acusadas de trabalhar em conjunto com o governo dos Estados Unidos na espionagem de dados de usuários de diversos países. No encontro, definiu-se também que as estruturas de servidores próprios locais deve ser levada em conta na hora da escrita do documento final da cúpula.

Leia a tradução da reportagem de Mercedes Altuna Natalia Reyes, para o portal “La Diaria”:

Olá, presidentes, estamos chamando

Até hoje se realiza a Cúpula Social do Mercosul

Nas vésperas da Cúpula presidencial do Mercosul, está acontecendo a XV Cúpula Social, trazendo o tema da integração regional democrática, concretizações e desafios. Esta prévia da cúpula principal tem como objetivos definir as linhas a serem consideradas pelos mandatários do bloco. Inicialmente, a cúpula presidencial se realizaria no dia 28 de junho, depois se postergou para o fim de agosto e agora se decidiu que será amanhã.

Ontem pela manhã, aconteceram oficinas em três eixos temáticos: Meios e Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), Educação e Direitos Humanos, Desenvolvimento Produtivo e Inclusão Social, além de um seminário de Livre Circulação de Trabalhadoras e Trabalhadores no Mercosul organizado pela fundação Friedrich Ebert, o Ministério do Trabalho e Previdência Social e a Coordenadora de Centrais Sindicais do Cone Sul.

As oficinas conseguiram consensos com os quais se elaborará um documento de síntese para apresentar à cúpula presidencial. Nas três oficinas da manhã, se acordou a importância de que o documento reflita o repúdio às ações tomadas contra o presidente da Bolívia, Evo Morales, e manifestar-lhe apoio. Especialmente na oficina de Meios de Comunicação e TIC, se acordou a rejeição à espionagem eletrônica de que vários países são vítimas.

A oficina de Educação e Direitos Humanos enfatizou que é importante que não haja um retrocesso nestas políticas. Um conceito relevante é que a educação em Direitos Humanos é um direito em si mesmo e se deve trabalhar para que todos tenham acesso a esses conhecimentos. Por outra parte, a educação em Direitos Humanos se considera um elemento chave para o fortalecimento do sistema democrático. Também se ressaltou a importância dos trabalhos dos estados em educar sobre o eixo da memória, verdade e justiça. Na oficina de Meios de Comunicação e TIC, se resgataram acordos prévios assinados em cúpulas anteriores, como a de Brasília, e a necessidade de reforçar a importância que a democratização da palavra tem e o que isso significa no desenvolvimento de novas tecnologias. Ressaltou-se também a importância do acesso à internet em condições igualitárias em referência à velocidade de conexão, e se fez especial ênfase à necessidade de poder exercer soberania regional sobre a infraestrutura de internet. O software livre e as estruturas de servidores próprias da região são vistos como alternativa à dependência das grandes empresas e serão temas cruciais na hora de redigir o documento.

A oficina de Desenvolvimento Produtivo e Inclusão Social se focou nas micro e médias empresas e cooperativas como ferramentas para a inclusão social. Sérgio Miletto (Brasil), representante da Associação Latino-americana da Micro, Pequena e Média Empresa, expôs junto com outros membros da organização uma proposta para começar a produzir medicamentos e instalar laboratórios próprios na América do Sul. Miletto argumentou que a região conta com recursos naturais e capacidades técnicas para fazê-lo. Com a produção de seus próprios medicamentos, a região de beneficiaria, por que se reduziriam drasticamente os custos.

Durante a tarde, funcionaram as oficinas de Migração e Direitos Humanos, Tecnologias Sociais Orientadas ao Desenvolvimento, Educação e Cultura, e se continuou com o seminário de Livre Circulação de Trabalhadores e Trabalhadoras. Na oficina, se tratou da acessibilidade como ponte de inclusão e desenvolvimento cidadão. Representantes do Uruguai manifestaram que o país está atrasado em espeito a região, já que não avançou ainda em uma legislação que obriga os centros estatais a construir suas páginas web acessíveis, apensar contar há três anos com um projeto de lei a respeito do tema.

Considera-se que há um enfoque errado na hora de tratar da acessibilidade, já que somente se considera que é um benefício para as pessoas com deficiências, quando a inclusão é um benefício para o conjunto da sociedade, que se torna mais igualitária. Vê-se a pessoa com deficiência como uma carga social, e não como um indivíduo com potencialidades, e a inclusão social como um problema e não como uma oportunidade para firmar uma sociedade que expresse a maior diversidade possível.

Por sua vez, a proposta brasileira inclui a existência de uma plataforma de dados e experiências que permita acumular conhecimentos no tema e assim poder trabalhar na temática com os resultados de outros países, e desta maneira otimizar recursos e experiências.

A organização da Cúpula Social esteve a cargo da presidência pró-tempore do Uruguai, o Ministério das Relações Exteriores do Uruguai, o alto representariado do Mercosul e o Centro de Formação para a Integração Regional.