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Software Livre

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abril 3, 2011 21:00 , por Desconocido - | 1 person following this article.

Aberta a chamada de trabalhos para o FLISOL 2014 em São Carlos-SP

febrero 20, 2014 7:15, por Desconocido - 0no comments yet

O FLISOL (Festival Latino-americano de Instalação de Software Livre) é um evento totalmente gratuito e organizado pela comunidade de forma descentralizada. Ele acontece em diversas cidades do Brasil e países da América Latina desde 2005 e seu principal objetivo é promover o uso de software livre, apresentando sua filosofia, seu alcance, avanços e desenvolvimento ao público em geral.

Em São Carlos-SP, que participará pela 6ª vez do FLISOL, o evento que será realizado no SESC dia 26 de abril.

Ficou interessado em apresentar voluntariamente algum tema (palestra/minicurso) relacionado a Software Livre (Open Source), seja este técnico, um caso de sucesso ou mesmo relacionado a temas sociais no FLISOL 2014 em São Carlos-SP? Então preencha o formulário até 30/03/2014 com seus dados e sua proposta de palestra ou minicurso para que a levemos para avaliação da comissão organizadora.

Submeta seu trabalho para o FLISOL 2014 em São Carlos - SP: https://docs.google.com/forms/d/1L2Cpmm5xNLINg0nJIx05owHC1KksDjxsPxv-SiDUBAw/viewform



Quem tem medo de hacker?

febrero 19, 2014 7:59, por Desconocido - 0no comments yet

Artigo publicado originalmente em http://baixacultura.org

Você ainda se assusta quando houve o termo “hacker”? Acha que eles são seres exóticos, madrugadores diante de uma tela preta de código alimentados a pizza e coca-cola que quando menos se espera descobrirão todas as suas senhas, apagarão todos os seus arquivos, rodarão scripts que vão “raspar” todos os seus dados na rede e ainda escreveram mensagens engraçadinhas em cores berrantes na tela de seu computador?

Se você está lendo esse texto provavelmente não acha nada disso, embora algumas das ações escritas acima são  mesmo corriqueiras no mundo hacker (descubra qual/quais e ganhe um doce!). Já não é de hoje que o termo perdeu aquele nefasto significado de “piratas de computador” que filmes e jornalistas usavam e abusavam na década de 1990 até pouco tempo atrás, para falar dos “perigos” da internet. Com a onipresença da tecnologia digital e o “big data”, hoje  dá até pra dizer que o hacker está mais pra herói do que vilão – é aquele que, armado com dados abertos e conhecimentos avançados de linguagens de programação (mas não só; conhecimento de qualquer coisa pode servir para “hackear algo”) ajuda a sociedade a entender como funciona para, então, agir nela com eficiência e transparência.

Uma das mais importantes provas desse “hackeamento” simbólico do termo acontece hoje, junto ao todo-poderoso Congresso Nacional. Lá vai se dar a inauguração “oficial” do Laboratório Hacker, um espaço aberto de encontro de hackers diversos para a troca de conhecimentos sobre transparência, dados abertos, políticas públicas, cultura livre e o que mais caber no caldeirão de assuntos que interessa aos hackers (e a sociedade). Durante todo o dia de hoje (18) e amanhã (19) serão realizadas atividades sobre estas temáticas, com a participação de gente de todo o Brasil, além da apresentação das competências e objetivos do LabHacker, planos de trabalho, conversas sobre como funcionará o laboratório, palestras e conversas com deputados – até o presidente atual da casa, Henrique Eduardo Alves, estará no espaço, às 11h da quarta feira 19 (confira aqui a programação completa dos dois dias).

*

Uma referência fundamental para entender que diabos é este tal hacker é o livro de Steven Levy, “Hackers – Heroes of the Computer Revolution”, publicado em 1984 nos Estados Unidos e em 2001 no Brasil. Nele, Levy analisa o período de 1958 a 1984 para dizer que os primeiros hackers surgiram a partir da década de 1950, primeiramente dentro do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e depois na Califórnia, quando professores e alunos passaram a usar o termo para descrever pessoas com grande habilidade técnica na informática, que aprendiam fazendo, através da prática, e se tornavam excelentes programadores e desenvolvedores de sistemas, mas não raro péssimos alunos – muitos nem chegavam a terminar a graduação.

Estes hackers – alguns dos que Levy cita são Steve Jobs e Steve Wozniak, criadores da Apple, e Ken Willians, um dos primeiros desenvolvedores de games – são (ou foram) autodidatas, apaixonados pela solução de problemas a ponto de varar madrugadas na resolução de algo que não tivesse funcionando. Com esta determinação é que foram se convertendo em excelentes programadores de sistemas e desenvolvedores de hardwares, e, com isso, personagens importantes no desenvolvimento da informática e da internet que hoje conhecemos.

É do trabalho mais recente da antropóloga Gabriella Coleman, de 2013, uma das mais precisas definição de hacker: “computer aficionados driven by an inquisitive passion for tinkering and learning technical systems, and frequently committed to an ethical version of information freedom”. Como principais características do grupo, a pesquisadora traz a subscrição a ideais de liberdade de acesso à informação, que levam a uma ética de compartilhamento, e a apropriação de tecnologias, no sentido de compreender seu funcionamento e desenvolver a capacidade de modificá-las, para benefício próprio ou coletivo. Coleman chegou a estas características a partir de um estudo etnográfico com hackers envolvidos no movimento open source e as apresenta no livro “Coding Freedom: The Ethics and Aesthetics of Hacking”, recém lançado e disponível pra download de graça.

Voltando ao Laboratório Hacker: vale lembrar que apesar de hoje ser a inauguração “oficial”, ele está em pleno funcionamento desde janeiro, tendo já realizado duas reuniões (abertas) para discutir o funcionamento do espaço e sua função junto a câmara. Ele também não nasceu “do nada”; é  fruto de articulações diversas que já acontecem faz alguns bons anos, especialmente a partir de congressistas e pessoal “.gov” com integrantes da Transparência Hacker, uma comunidade de cerca de 1500 hackers, jornalistas, acadêmicos, ativistas, designers, programadores, advogados que trabalham em prol de transparência pública e dados abertos.

Um dos pontos-chaves para a criação do Lab se deu nos dias 30 de outubro a 1 novembro de 2013, quando foi realizado o 1º Hackathon da Câmara dos Deputados. “Hackathon”, pra quem não é familiarizado com o termo, é como se costuma chamar maratonas de desenvolvimento de ferramentas/aplicativos/sites com dados, normalmente públicos, em um tipo de prática que tem se espalhado no mundo inteiro a partir das políticas de transparência e “open data” adotadas por diversos governos no mundo (outra hora eu talvez fale um pouco mais disso por aqui). No caso do hackathon da câmara, 27 projetos – selecionados entre 99 inscritos – levaram cerca de 45 hackers para os aposentos do Congresso Federal para trabalhar na produção de ferramentas com os dados abertos disponibilizados pela Câmara. Os três”vencedores”, que ganharam 5k cada para tocar em frente seus projetos, foram O “Meu Congresso Nacional“, que acompanha de perto os dados das movimentações dos Deputados e Senadores no Congresso Nacional; .”Monitora Brasil”, um serviço para celulares que serve para que o eleitor acompanhe as atividades dos deputados; e o Deliberatório, jogo de cartas criado a partir da simulação dos processos legislativos da Câmara.

Nos dias do hackathon, um momento útil pra entender o processo foi o tete-a-tete com o já citado Henrique Eduardo Alves e o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), mediado por Daniela Silva, integrante da Transparência Hacker. No vídeo acima, que mostra esse encontro, ali pelos 12min e 40s, Pedro Markun, também integrante da THacker, questiona o deputado: ’transparência não é só dado aberto, mas também processo político. E abertura de processo político é muito mais difícil de fazer do que abertura dos dados. Se a gente quiser mudar realmente a cultura, vamos precisar de algo permanente”.

É a deixa para Henrique Alves elogiar a atitude do hacker e se comprometer, publicamente, na manutenção desse espaço permanente. “Eu vou determinar o diretor geral da câmara que, encerrado esse trabalho, nós possamos ter um movimento permanente do hack dessa casa”. Ali ganhava corpo o Lab, uma ideia que tem sua origem também num rascunho de lei sobre a criação de um “hackerspace” na Assembléia Legislativa de São Paulo, ideia por sua vez “jogada” por Markun no Facebook no dia 3 de outubro.

Com um laboratório permanente de hackers no centro do poder nacional, o desafio agora é que ele busque transformar também os processos legislativos, tornando-os, no mínimo, mais transparentes e participativos – atendendo inclusive uma das principais demandas reivindicadas nas ruas desde os protestos de junho de 2013.  Afinal, quem (ainda) tem medo de hacker?

***

Paradoxos do Brasil brasileiro: no mesmo dia que inaugura o LabHacker está marcado, finalmente, para votação na Câmara o Marco Civil da Internet, a “Constituinte” da internet que deveria garantir os direitos de quem usa a internet no Brasil. Deveria, porque a versão proposta em 11/12 do ano passado prevê a coleta em massa obrigatória de metadados (informações para identificar, localizar e gerenciar os dados) de pessoas não suspeitas. Segundo o art. 16, qualquer funcionário administrativo, policial ou membro do Ministério Público pode requerer os chamados logs de aplicação, que são os metadados dos serviços que você frequenta na Internet. Naexplicação de ativistas que acompanham as discussões do marco faz anos, isso significa que se criaria no Brasil legislação que permita vigiar todos nós, assim como a NSA faz com cidadãos de todo o mundo, sem que para isso tenha que se ter uma suspeita razoável. O relator do projeto, deputado Alessando Molon (PT-RJ), diz que não fará nenhuma alteração neste artigo. Será que vai acabar nossa privacidade de vez na rede?



Chamada de Trabalhos para o FLISOL 2014 em Curitiba vai até 15/03

febrero 16, 2014 15:24, por Bertoni - 0no comments yet

A 10a. edição do FLISOL - Festival Latino-americano de Instalação de Software Livre, acontecerá no dia 26 de abril de 2014 em várias cidades, incluindo Curitiba.

A Comunidade Curitiba Livre está iniciando a chamada de trabalhos para os interessados em palestrar. O envio de proposta de palestra ou oficina deve ser feito até o dia 15 de março de 2014.

O FLISOL 2014 acontecerá no Campus da Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUCPR.

Endereço: Rua Imaculada Conceição, 1.155, Prado Velho - Curitiba PR

Para conhecer mais sobre o evento, enviar proposta de palestra/oficina ou se inscrever, acesse: http://www.curitibalivre.org.br/flisol

Obs: voluntários para ajudar na organização e durante o FLISOL também são muito bem-vindos :-)

Abraços,

Paulo Henrique de Lima Santana

http://www.phls.com.br

Tim (41) 9638-1897

GNU/Linux user: 228719 GPG ID: 0443C450



Ubuntu: inimigo nº 1 do software livre no Brasil

febrero 15, 2014 15:42, por Desconocido - 0no comments yet

Em um dos raríssimos momentos de sobriedade daquilo que chamam de blogosfera nacional,  Anahuac de Paula Gil publicou em seu blogue um interessante artigo no qual expõe aquilo que muitos usuários de software livre já estavam cansados de engolir calados: o fato de o Ubuntu, a mais popular distribuição de Linux da atualidade, aniquilar a liberdade de software, um dos maiores diferenciais do movimento do software livre.

Em meados da primeira década do século XXI, a FSF e uma série de visionários vislumbraram um futuro onde o Ubuntu se popularizava de tal forma que muitos usariam GNU/Linux sem nem mesmo saber o que era isso. Alertaram a todos sobre os riscos da quantidade e disseminação desqualificada, ou seja, muito Linux e pouco GNU, muito uso e pouco entendimento, muito código e pouca filosofia, muito compartilhamento e pouca liberdade: o triunfo do Open Source sobre o Free Software.

Mal ele publicou uma cópia de seu texto no site BR-Linux (que, de Linux, só tem o nome, pois seu curador é, assumidamente, um usuário dos produtos da Maçã) que uma acirrada discussão com centenas de comentários, foi instaurada.

 Os comentaristas daquele site basicamente tentam, a todo custo, defender o sistema da Canonical através de argumentos falhos. Como se não bastasse o uso indiscriminado da falácia lógica ataque ad hominem contra o autor do texto, os “intelectuais” daquele site caem em dois argumentos típicos:

  • Eu sou livre para escolher usar o que eu quiser;
  • Eu prefiro a situação atual à anterior.

Ambos os argumentos são falhos conforme será explicado a seguir.

Ubuntu e liberdade

Os usuários de Ubuntu que comentam no BR-Linux associam, erroneamente, a ideia de software livre com a liberdade de se usar o que a pessoa bem entender, o que pode ser visto como outro sintoma da “ubuntuzação” do software livre. Cabe relembrar, então, que em meados dos anos 80, a Free Software Foundation definiu um conjunto de quatro liberdades as quais todo software deveria obedecer a fim de ser considerado livre:

  • A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade 0).
  • A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo às suas necessidades (liberdade 1). Para tanto, acesso ao código-fonte é um pré-requisito.
  • A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao próximo (liberdade 2).
  • A liberdade de distribuir cópias de suas versões modificadas a outros (liberdade 3). Desta forma, você pode dar a toda comunidade a chance de beneficiar de suas mudanças. Para tanto, acesso ao código-fonte é um pré-requisito.

Dessa forma, se um software falha em cumprir qualquer uma dessas liberdades, ele não pode ser considerado livre. Por exemplo: o plugin do Flash para GNU/Linux pode ser obtido gratuitamente, mas o usuário não tem acesso ao seu código fonte e, muito menos, pode modificá-lo e distribuir as versões por ele modificadas. Por isso, o plugin Flash, apesar de estar disponível gratuitamente, não é software livre.

O erro dos defensores do Ubuntu é atropelar essas quatro liberdades e afirmar que nenhum sistema pode ser livre se o usuário não possuir a liberdade de instalar o que bem entender – independente da licença de uso do que esteja sendo instalado. Richard Stallman deixou essa questão bem clara em uma entrevista à Linux Magazine, ao afirmar que

Liberdade não é liberdade de escolha. Ter a opção de se acorrentar reduz sua liberdade. É simples: engana-se quem identifica liberdade como liberdade de escolha, porque a liberdade de se permitir acorrentar não aumenta a sua liberdade – provavelmente a diminui.

Aplicativo proprietário disponível no software center do Ubuntu.

Loja de aplicativos do Ubuntu oferece programas proprietários para instalação.

Partindo-se desse ponto de vista, vemos que o Ubuntu pode ser facilmente eleito como o maior inimigo de nossa liberdade de software.  Sua central de aplicativos oferece, indiscriminadamente, não apenas plugins, mas também softwares proprietários, à disposição do usuário com apenas poucos cliques.

Além disso, cabe destacar ps serviços completamente dispensáveis que já vem embutidos por padrão na distribuição, como o Ubuntu One – que, apesar de o aplicativo ser livre, acessa serviços proprietários em nuvem – e as polêmicas parcerias comerciais, como aquela que envia, por padrão, os dados do usuário aos servidores da Amazon (mesmo que o usuário afirme que essa opção possa ser desativada, qual a certeza de que a mesma não continua funcionando escondido?).

Como se não bastasse tudo isso, hoje temos um inimigo maior ainda: a nuvem, totalmente apoiada pela Canonical. Afinal, de nada adianta o usuário usar um sistema completamente livre se ele o utiliza para acessar serviços proprietários, como Facebook, Linkedin, Twitter, entre outros. A integração do ambiente Ubuntu com as redes sociais, que rastreiam os hábitos de navegação do usuário, traçam seu perfil e vendem essas informações a terceiros, é mais um soco no estômago da Liberdade de Software.

Assim, vemos que o Ubuntu não é uma distribuição de Linux como as demais, mas uma plataforma de negócios que tem, por objetivo primário, encher os cofres da Canonical às custas da liberdade e da privacidade do usuário.

Da Orkutização à Ubuntuzação

Um forte argumento utilizado na discussão do BR-Linux é que a situação atual do software livre está melhor daquela que existia antes da ascensão do Ubuntu. Esse ponto é amplamente questionável.

Como se não bastasse nossa “blogosfera” tecnológica nacional já estar entupida pelo lixo textual produzido pelos tecnoblogues e meiobites da vida, os sites ditos “especializados” em Linux, excluindo-se aqueles que são voltados a alguma distribuição específica – como o Mageia Brasil ou o Slackware Brasil, por exemplo -, na maioria das vezes assume que o leitor está ou estará usando Ubuntu ou algum de seus derivados para seguir algum tutorial relacionado à instalação de programas ou à resolução de problemas.

Logotipo do Ubuntu com um sinal de proibido

Embora os defensores do sistema da Canonical possam dizer que isso se deve ao mercado e ao fato de a distro ter conseguido se destacar entre as demais, vemos que, aí, está clara a existência da famosa zona de conforto, o que pode – e certamente vai – intimidar os usuários que começaram sua caminhada no mundo livre por outra distro. Se eu tenho um problema no OpenSuse, mas só encontro textos com soluções para ele no Ubuntu, embora saibamos que, tecnicamente, a solução é a mesma, é mais provável que o usuário escolha mudar de distro porque, no Ubuntu, as coisas funcionam e há (supostamente) mais documentação disponível.

Essa situação também faz o mercado de refém. Uma pessoa que se disponha a trabalhar com Linux em uma empresa que usa CentOS poderá argumentar que não se sente a vontade com o sistema. Embora o mais lógico fosse o patrão mandar embora aquele folgado e pegar alguém competente,  a longo prazo isso pode causar uma padronização forçada para o sistema da Canonical no mundo corporativo.

Além do fato de a maioria dos sites “especializados” assumir a onipresença do Ubuntu, temos o agravamento da superficialização do conteúdo. Se nos anos 90 e no início da década passada era comum encontrarmos sites com dicas e tutoriais com conteúdo técnico excelente e bem aprofundado, hoje a maioria dos “conteúdos” se resume a reviews superficiais de aplicativos, em sua maioria gráficos, e, também, de smartphones. A maior prova disso é que o famoso Guia do Hardware, do mestre Carlos Morimoto, referência no período supracitado, hoje, está às traças.

Como se não bastasse tudo isso o Ubuntu contribui para a terrível obsolescência programada através de versões cada vez mais pesadas e de “inovações”, como o ambiente Unity e o Mir, totalmente dispensáveis e que só têm como objetivo centralizar ainda mais o sistema nas mãos da Canonical. Prova disso é esta declaração, postada por um site dedicado ao sistema em uma rede social, a qual induz o leitor a trocar seu equipamento para acompanhar a “evolução” do Ubuntu, igual àquele outro famoso sistema.

Igualmente, o argumento de que, na contemporaneidade aumentou-se a produção do software livre é falho, pois ao menos no Brasil os usuários não possuem conhecimento para tal. No máximo, eles criam um shell script mal-feito seguindo tutoriais da internet mas, na hora de criar algo sério, com algo na linguagem C, padrão no mundo Unix-Like, dão um jeitinho de cair fora.

Conclusão

Hoje, está mais do que claro que o Ubuntu é nocivo à liberdade de software e à nossa privacidade digital. A maioria dos argumentos que visam a defender a plataforma comercial da Canonical não possuem uma forte sustentação e são, em muitos casos, tentativas desesperadas dos usuários do sistema para continuarem em sua zona de conforto.

É lamentável que os preceitos verdadeiros da Liberdade de Software estejam sendo esquecidos, mas isso já era esperado. O problema é que essa situação só tende a piorar.



VAGA: Secretaria-Geral da Presidência da República procura Desenvolvedor para Software Livre

febrero 14, 2014 15:43, por Desconocido - 0no comments yet

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL - PNUD ( Programa  das Nações Unidas para o Desenvolvimento ), abre processo seletivo para contratação de Consultor(a) na modalidade Produto. Atuação no projeto de "Desenvolvimento  de  Metodologias  de  Articulação  e  Gestão  de Políticas Públicas para Promoção da Democracia Participativa" junto a Secretaria-Geral  da  Presidência  da  República (SG/PR).

O presente Edital visa à contratação de 2 (dois) consultores para desenvolver aplicativos para o Participatório, Observatório Participativo da Juventude, no valor de R$ 72.000,00 (setenta e dois mil reais), por 9 (nove) meses para cada consultor(a). 

Sendo: aplicativo para cadastro e visualização de informações sobre políticas públicas de juventude nos municípios e estados, para compor a Central de Informações “Estação Juventude”, integrada ao  ambiente  Participatório,  Observatório  Participativo da Juventude (perfil 1)  e  desenvolver   aplicativo   para   visualização   de   informações   e   dados estatísticos no ambiente Participatório, Observatório Participativo da Juventude (perfil 2).

Confira mais informações sobre os produtos e prazos nos Termos de Referências: Perfil 1 e Perfil 2.

Os interessados deverão enviar curriculum vitae conforme modelo obrigatório até o dia 16/02/2014, de acordo com as instruções contidas nos Termos de Referência.