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Blog do Bertoni

3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | 1 person following this article.
Licenciado sob CC (by)

Decanse em paz, Camarada Lúcio Bellentani!

19 de Junho de 2019, 13:49, por Bertoni

Fiquei sabendo pelo Zacharias*, um amigo de Moscou, que o camarada Lúcio Antonio Bellentani faleceu nesta madrugada de 19 de junho de 2019.

Lucio bellentani

Conheci Lúcio na fábrica da Ford Ipiranga, onde ambos trabalhávamos. Ele um ferramenteiro experiente e eu um garoto de SENAI fazendo meu primeiro estágio prático na fábrica. Sem me conhecer, nosso chefe nos colocou para trabalhar juntos. Eu já sabia quem era Lúcio e o que ele estava organizando na fábrica. Ele não me conhecia. E logo no primeiro diálogo o moleque de 15 anos pergunta ao velho ferramenteiro:

- Diz uma coisa, Lúcio, você é prestista, comunista, petista, social-democrata ou eurocomunista. 

Trostskista ou igrejeiro eu já sabia que ele não era.

"Caraio, muleque, que papo é esse?", respondeu Lúcio intrigado com questionamento na lata vindo de um moleque de SENAI.

Discutimos cada um dos conceitos e conversamos horas a fio sobre o que rolava no mundo, no sindicalismo e, claro, sobre o processo de organização e conquista da Comissão de Fábrica dos Trabalhadores na Ford, da qual Lúcio era coordenador e um dos articuladores do movimento que levou os trabalhadores do chão de fábrica a se organizar e conquistar seu instrumento de luta e representação sindical no local de trabalho.

Vivíamos ainda a ditadura militar, em sua fase de distensão, a tal da abertura lenta gradual e segura como diziam os milicos. A mesma ditadura que prendeu e torturou Lúcio Bellentani e que lhe deixou sequelas psicológicas como ele sempre nos contou e conta no vídeo abaixo.

Aprendi muita coisa com Bellentani. Militamos na mesma trincheira durante anos, em 1987 fui eleito secretário da Comissão de Fábrica dos Trabalhadores na Ford na chapa encabeçada por Lúcio e Peninha, respectivamente, coordenador e vice. Juntos organizamos no mesmo ano a primeira greve dos trabalhadores na recém criada Autolatina, quando denunciamos os planos de desindustrialização promovido pelas montadoras Ford e VW, a remessa de lucros para o exterior e a desqualificação da mão-de-obra brasileira com a eliminação de postos de trabalho em áreas que exigiam profissionais altamente qualificados, como a modelação e ferramentaria.

Tivemos divergências. E não poucas. Mas sempre soubemos respeitar os saberes de cada um e lutar pelo objetivo comum da classe.

A visão de futuro e os medos de Lúcio seriam responsáveis pela minha mudança para Moscou, onde conclui o bacharelado e mestrado em Filosofia Social, discutindo com os soviéticos/russos o futuro da organização dos trabalhadores, da indústria e da economia a partir das mudanças que ocorriam no mundo do trabalho devido à aplicação das chamadas filosofias japonesas de administração, tema que aprendi na fábrica e passei a estudar estimulado pelo camarada Lúcio Antonio Bellentani.

O velho também cometia erros e não poucos. Na acima citada greve, convenceu a companheirada a estender o movimento por mais uma semana. Tomamos um preju. Anos mais tarde, tomaria a decisão de deixar a oposição sindical metalúrgica e se juntar à pelegada que controlava o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo. Divergimos por isso também. Embora tenha prometido, nunca me contou quais foram seus verdadeiros motivos para aquela mudança de lado. Ele sabia que discordava da decisão de se juntar ao pelegos de Sampa, mas não deixamos de debater temas que nos eram importantes. Sempre que nos encontrávamos conversávamos sobre política e sindicalismo.

Anos mais tarde Lúcio seria uma das peças chaves na denúncia contra a VW mostrando que a transnacional alemã colaborou com regime civil-militar brasileiro instaurado em 01 de abril de 1964. Me orgulhava muito em saber que Bellentani e Sebastião Neto estavam trabalhando juntos nesta empreitada, uma prova de maturidade política e de consciência de classe.

O mesmo já não posso dizer de outros que se acham bagaraio, mas não tem a mesma dignidade e companheirismo. Fiquei sabendo da morte do camarada Lúcio através de um amigo de Moscou. Antes de escrever este artigo, chequei meus e-mails, redes sociais, caixas de mensagens e não havia uma só mensagem,  um só recado, avisando sobre a morte de Lúcio. Isso mesmo, não houve um brazuka sequer que se desse ao trabalho de me avisar, para que pudesse me deslocar até São Paulo e prestar as últimas homenagens a Lúcio, afinal não moro mais na República Paulistana. Não fosse o Zacharias, estaria sem saber até o momento. E, claro, um dito muito popular no chão de fábrica não sai da minha cabeça neste momento: "Companheiro é companheiro, feladaputa é feladaputa."

Lucio foi um camarada. Zacharias é outro. Os demais que busquem para si mesmos o adjetivo que lhes pertence.

Obrigado, Zacharias por ter me avisado e possibilitado este artigo.

Obrigado, Lúcio por tudo que me ensinou, por teus erros e acertos, pelas longas conversas e reuniões. Aproveite agora, companheiro, para desfrutar a paz que os milicos te tiraram em 1972. Descanse em Paz.

Seguimos na luta!

Avanti, popolo!

 

* Conheci Zacharias em São Paulo, no inverno de 1990, um pouco antes dele embarcar para Moscou. Nesta época ele não conhecia Bellentani pessoalmente. Conversaríamos muito sobre as oposições sindicais metalúrgica e eletricitária, sobre a organização dos trabalhadores, sobre os pelegos dos sindicatos e sobre a necessidade da organização de base dos trabalhadores. Obviamente, Zacharias não é o nome do companheiro moscovita. É o apelido que lhe demos quando a Moscou chegou. Como ele achava tudo lindo e maravilhoso na decandente URSS, nós o apelidamos assim por causa de um comercial de uma rede de lojas de pneus, cujo bordão era "o Zacharias é uóóóóótimo". E mais uma vez o companheiro Zacharias comprovou que ele é uóóóóótimo. Valeu, parça! #tamojunto

PS.: Estava terminando este artigo quando tocou o meu celular. Era George Patrão, sim este é o sobrenome dele, ex-funcionário da Ford que trabalhou no departamento de treinamento na época que eu estudava no SENAI e anos mais tarde viria a ser gerente de RH da empresa norteamericana. Pois, foi um ex-representante da empresa a segunda pessoa a me avisar da morte de Lúcio Antonio Bellentani...



Troque seu adesivo!

10 de Junho de 2019, 7:25, por Bertoni

The real 171



Libre Software

14 de Maio de 2019, 12:33, por Bertoni - 0sem comentários ainda

Este artigo foi escrito em 08 de agosto de 2018​​, mas somente agora me pareceu que valia a pena publicar…

Em 2012 eu vaticinei o fim do movimento software livre: a geração Ubuntu havia dominado praticamente todos os espaços. Nesses 6 anos o cenário piorou, e muito. Finalmente, todos os objetivos da OSI se concretizaram, ou seja, Open Source sobrepujou o Free Software como termo de uso regular para definir programas de computador com código livre, a fagocitose das comunidades e seus expoentes pelo mercado e suas empresas, a lógica do desenvolvimento colaborativo para reduzir custos, a remoção do ranço filosófico do movimento e o enfraquecimento contundente dos poucos defensores remanescentes da velha escola filosófica do GNU.

Numa tentativa de reação um pequeno grupo de pessoas fez um contraponto contundente mostrando que Open Source e Software Livre não são a mesma coisa. A metodologia era clara: denunciar os falsos ativistas que propagam a filosofia Open Source dizendo se tratar de Software Livre – os OSIstas – ao mesmo tempo que explicava incansavelmente quais as diferenças entre os movimentos. Nasceu o #ultraGNU

Depois de uma longa conversa com os mais renomados ativistas do Movimento Software Livre ficou claro que eles não compartilham dessa metodologia. Segundo seu ponto de vista denunciar nominalmente os OSIstas é muito agressivo. Inclusive o próprio termo OSIsta é considerado agressivo. Portanto nenhum apoio, suporte ou colaboração.

Não há qualquer dúvida que o Open Source venceu, e essa é a prova de que a metodologia seguida e defendida pelas FSF e seus ativistas mais empenhados simplesmente se tornou ineficiente. Hoje, com seu discurso amigável e sua aproximação dos defensores do Open Source eles estão ajudando a cavar a própria cova.

Considerar o Open Source como uma evolução natural do Software Livre é uma aberração filosófica, mas se mostrou algo concreto e factual pela competência dos primeiros e pela incompetência dos segundos em conquistar corações e mentes. A lógica do mercado prevaleceu e não será o “bom mocismo” que conseguirá reverter o quadro.

Tendo o extermínio da filosofia do Software Livre como algo eminente e sem poder contar com o apoio da ala moderada, creio que está na hora de aceitar o fim, mas não para encerrar, mas para recomeçar, reiniciar, ou por assim dizer, dar reboot.

Temos que recomeçar. Devemos adotar a filosofia original do Software Livre como base e estendê-la para dar a ênfase necessária ao quesito filosófico. Se o que define um Software Livre é o respeito as 4 liberdades, e essa definição permitiu sua cooptação por um movimento neoliberal pro mercado, então é hora de criar um adendo que torne a definição não cooptável: uma quinta cláusula.

Nasceria assim o Libre Software.

Sua definição estaria composta pelas 4 Liberdades do Software Livre mais a não aceitação, sob nenhuma circunstância, de Softwares não livres como parte integrante, dependente ou distribuível.

No campo filosófico o Movimento Libre Software condena o Open Source pela sua complacência com os softwares não livres e com o mercado, em detrimento do usuário final. Condena de forma mais veemente os falsos ativistas que induzem as pessoas a confundirem Open Source com outros conceitos. E condena a metodologia amistosa com a qual os ativistas do Software Livre tratam seus algozes.

Ainda há esperança de agrupar pessoas dispostas a reagir de forma eficiente pela filosofia libertária da tecnologia democrática, acessível, compartilhável e redistribuível, sem permitir a cooptação pelos interesses econômicos, de mercado e do capital.

O Libre Software pode seguir de onde o Software Livre parou, virar o jogo e fazer do Mundo um lugar melhor.

Fonte: Libre Software



Qual é o seu bando?

29 de Abril de 2019, 21:16, por Bertoni

O meu é dos cachaceiros!

#LulaLivre

Qual é o seu bando



Meizu Pro 5 Plus: como se livrar do Android e instalar o Ubuntu Touch

9 de Abril de 2019, 16:16, por Bertoni - 0sem comentários ainda

Lançado em maio de 2015 o smartphone chinês Meizu Pro 5 Plus trazia FlymeOS 5.0 (uma versão do Android 5.1 Lollipop customizada pela empresa chinesa), hardware de smartphone top de linha e preço de intermediário, com um excelente custo benefício, chegando a ser considerado o Android mais rápido na época.

Meizu pro 5

Meses depois foi lançada a versão Ubuntu Edition, que como o nome já diz vinha com o sistema operacional da Canonical para dispositivos móveis.

O sucesso foi tremendo e as unidades produzidas logo desapareceram das prateleiras. Desconhecemos os motivos que levaram a Meizu e a Canonical a deixar de fornecer o Pro 5 Ubuntu Edition. Porém, no mercado de segunda mão há muitos dispositivos do modelo equipado com o Flyme OS. E muitos se perguntam se não é possível instalar o Ubuntu Touch nestes dispositivos Meizu.

A resposta é sim, porém precisa trabalhar um pouco para desencapetar o chinês e convertê-lo ao mundo livre.

Primeiro porque a empresa chinesa bloqueia o bootloader do aparelho, para que a substituição do sistema operacional dela não seja fácil e leve os menos perseverantes à desistência.

Segundo porque os tutoriais disponíveis na internet ou estão desatualizados ou fazem referência a links que já não mais estão ativos, gerando assim dores de cabeça para o cidadão que tentar hackear seu celular com o objetivo de usar um sistema operacional livre.

Mas vamos lá. Lembramos que não nos responsabilizamos por qualquer dano ou perda que o uso (ou mal uso) deste tutorial venha lhe causar. Mas não se assuste. Tome uma maracugina e mãos à obra.

O processo que usamos, por nossa conta e risco, para exorcizar o Meizu Pro foi o seguinte:

1) Instalar os pacotes adb e fastboot no Ubuntu Linux instalado em seu computador pessoal. Estes pacotes serão necessários fazer a comunicação entre o celular e o computador e transferir arquivos do computador para o celular.
a) Abra um terminal (konsole) e digite
sudo apt-get update

sudo apt-get install adb fastboot

2) Ativar o mode desenvolvedor no celular Android
a) Entre em Configurações
b) Entre em Opções do desenvolvedor
c) Ative Depuração USB

3)  Verificar se o modelo do smartphone  é internacional ou chinês.

Alerta de Spoiler: Se chinês, procure outro tutorial, pois este só funciona com o modelo internacional. Infelizmente, não temos grana para comprar um Meizu chinês para testes e elaborações de tutorais. Aceitamos doações. :-)

Para verificar se o modelo é internacional ou chinês abra o terminal (konsole) no PC e digite

adb shell

e tecle enter

Um shell do celular será aberto no terminal (konsole) do PC e você verá a seguinte linha

shell@PRO5:/ $

Digite após o cifrão:  getprop | grep hardware.version e a linha completa ficará assim:

shell@PRO5:/ $ getprop | grep hardware.version

O resultado esperado é o seguinte:

M576_mobile_public para o aparelho destinado ao mercado chinês e

M576_intl_official para o aparelho destinado ao mercado internacional

Continue usando este tutorial se o resultado que você obteve é M576_intl_official

Caso o resultado tenha sido M576_mobile_public ou desista, ou procure outro tutorial ou nos doe seu aparelho para que possamos fazer os testes e criar um novo tutorial se tudo der certo!

Saia do shell digitando exit e enter

4) Desbloquear o bootloader no celular.

Faça o back-up de seus dados que estão no celular. Você pode instalar o firmware e desbloquear o bootloader sem medo de ter seus dados apagados, mas é sempre bom ter uma cópia de segurança de seus dados.

Para desbloquear o bootloader no celular você precisará:

a) Baixe firmware do versão RC do FlymeOS. Para isso use o seguinte link:
http://www.mediafire.com/download/om2hc051g46sm47/update.zip  (acessado em 09.04.2019)

b) Copie o arquivo baixado para o armazenamento interno do celular

c) Desligue o smartphone

d) Desconecte-o do computador

e) Pressione power e volume-up ao mesmo tempo

f) Assim que o smartaphone entrar no modo de recuperação, selecione atualize o sistema e apague todos os dados do smartphone (wipe all data). O smartphone reiniciará e usará o arquivo update.zip para fazer a atualização do sistema operacional. Você precisará desligar o aparelho novamente.

g) Conecte o aparelho desligado no computador

h) Pressione longamente o botão liga/desliga (power) e o botão de abaixar volume (volume-down) simultaneamente até que o smartphone inicie no modo fastboot.

i) Abra um segundo terminal (konsole) no computador e digite o seguinte comando

sudo fastboot devices

em seguida digite

sudo fastboot oem unlock

para desbloquear o bootloader

j) Saia e retorne ao mode fastboot.

Mais uma vez pressione longamente o botão liga/desliga (power) e o botão de abaixar volume (volume-down) simultaneamente até que o smartphone inicie no modo fastboot.

Aparecerá a informação na parte inferior da tela

unlocked

k) Baixe no computador o recovey TWRP_3.0_m86.img usando o seguinte link
http://xep.8800.org/pro5/  (acessado em 09.04.2019)

l) Entre na pasta onde baixou o TWRP_3.0_m86.img

m) Flasheie (substitua) a imagem de recovery do Meizu que veio de fábrica pela imagem que acabamos de baixar.

Não se esqueça que o smartphone deve estar no modo fastboot!!!

Digite o comando:
sudo fastboot flash recovery TWRP_3.0_m86.img

n) Se tudo correu bem e não apareceu nenhuma mensagem de erro, saia do modo fastboot e entre em modo recovery. Pressione os botões liga / desliga (power) e aumentar volume (volume-up) ao mesmo tempo.

o) No celular, vá para settings (configurações) e selecione a opção use rm -f instead to formatting e deslize para a direita para confirmar a seleção

p) Vá para wipe e em seguida para advanced wipe e selecione tudo exceto a última opção microSD card e deslize o opção swipe to wipe, da esquerda para a direita.

q) Vá para backup e selecione tudo

r) Vá para selecionar armazenamento e escolha armazenameto interno e deslize da esquerda para a direta.

Pronto. Seu celular está pronto para receber o Ubuntu Touch 16.04.

5) Instalar o Ubuntu Touch 16.04

a) Em seu computador baixe o arquivo de backup da versão 16.04 do UT:
https://drive.google.com/open?id=1Zkh-nORwB8571V3LyGN7QzeaxD94ar49
  (acessado em 09.04.2019)

b) Copie o arquivo baixado para o aramazenamento externo do celular e ali descompacte-o.

c) Via terminal (konsole) acesse o armazenamento interno do celular, vá para a pasta

twrp/backup/*/m86

e apague todos os arquivos.

d) Copie o conteúdo do arquivo que você descompactou (conforme descrito no ponto "b") para a pasta que você acabou de esvaziar (conforme descrito no ponto "c"):

twrp/backup/*/m86

e) Vá para restore e restaure o backup

Durante o processo de restauração do backup, o sistema criará as partições de acordo com o as necessidades do UT 16.04.

Para que seu sistema seja iniciado você precisa instalar o recovery do Ubuntu Touch.

f) Baixe para o seu computador o recovery do UT no site do UBports

http://cdimage.ubports.com/devices/recovery-turbo.img  (acessado em 09.04.2019)

g) Flasheie (substitua) a imagem de recovery que está no celular pela imagem que acabamos de baixar.

Não se esqueça que o smartphone deve estar no modo fastboot!!!
Pressione os botões liga / desliga (power) e aumentar volume (volume-up) ao mesmo tempo.

h) No terminal (konsole) do computador, digite o comando:
sudo fastboot flash recovery recovery-turbo.img

O sistema operacional Ubuntu Touch 16.04 será transferido para o celular e ao término da transferência o dispostivo será reiniciado automaticamente. Você precisará sair do modo fastboot. Para tanto pressione os botões Home e Liga/Delisga (power) ao mesmo tempo.

Seu aparelho será reiniciado novamente e quando voltar das trevas já estará exorcizado com o Ubuntu Touch instalado e rodando.

Verifique se há atualizações, as instale e divirta-se com seu novo sistema operacional livre e seguro.

Veja outras informações que lhe podem ser úteis nos seguintes links

https://forums.ubports.com/topic/665/meizu-pro-5-without-any-os/4

https://forum.xda-developers.com/meizu-pro-5/how-to/unlocking-meizu-pro-5-chinese-t3734317

https://forum.xda-developers.com/meizu-pro-5/how-to/tutorial-unlock-bootloader-meizu-pro-5-t3303127

https://forum.xda-developers.com/meizu-pro-5/how-to/how-to-ubuntu-to-android-meizu-5-pro-t3395995

https://forum.xda-developers.com/meizu-pro-5/how-to/how-to-android-to-ubuntu-meizu-5-pro-t3396191

https://www.youtube.com/watch?v=nIvhHcJ2LCI

https://www.youtube.com/watch?v=R1CTme8_-u0

https://forums.ubports.com/topic/1610/meizu-pro-5-16-04-stable-backup-for-restoring-with-twrp

Notas: 
1) O trabalho de pesquisa foi realizado Marcoaurélio PC, o processo de desencapetamento foi feito por S.L. Bertoni e Marcoaurelio PC, a descrição dos processos executados e a elaboração deste artigo, ora feita por Marcoaurelio, ora por Bertoni.

2) Caso você tenha alguma informação útil a acrescentar, deixe seu comentário abaixo para que possamos atualizar o presente artigo.

3) Este artigo é publicado sob licença Copyleft.



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