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April 3, 2011 21:00 , by Unknown - | 1 person following this article.
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Mapa da COVID na comunidade escolar do colégio estadual Prof. João Borges de Moraes no complexo da Maré

September 27, 2020 21:06, by Bertoni
 

Por Sérgio Barboza

Esse estudo busca apresentar a realidade da COVID na comunidade escolar do Colégio Estadual Professor João Borges de Moraes e para compreender todo esse processo, faz-se necessário um breve histórico dos fatos acontecidos até o início do isolamento social. Portanto, quando se iniciou o ano letivo, o Brasil já observava os efeitos da pandemia mundo afora com a perspectiva de uma contaminação mundial.

Contudo, o Brasil não realizou um trabalho preventivo de controle e nem de conscientização da gravidade do processo de contaminação da doença para tentar minimizar os danos que a pandemia viria causar.

O retrato dessa pandemia não vem sendo registrado adequadamente de maneira oficial pelos governantes gerando lacunas e pontos controversos que nos traz muitas incertezas. Diante disso, o Colégio Estadual João Borges de Moraes buscou realizar uma pesquisa que trouxesse dados mais confiaveis sobre a realidade de toda a sua Comunidade Escolar no Complexo da Maré.

Procurou-se realizar um estudo em tres etapas no que tange a enfermidade. Fez-se uma entrevista, por meio de whatsapp, junto as familias e outra junto aos profissionais da Educação, mapeando a contaminação, os óbitos e grau de grupo de risco, para enfim fazer uma avaliação dos dois mapeamentos que demonstrasse um retrato mais fiel da COVID junto a comunidade escolar.

Os responsáveis da comunidade estudantil questionados sobre a ocorrência de COVID em suas famílias, constatou-se a infecção de 33,0% das famílias entrevistadas com um ou mais membros contaminados e 1,0% dos entrevistados não souberam informar se a familia foi contaminada mas apresentou os sintomas indicados. Esse mesmo questionamento quando feito aos profissionais da educação, apresentou um dado mais alarmante com 73,0% de infectados. Esses dados indicam que toda a Comunidade Escolar tem um indice de infecção por COVID de 42,3%.

Na perspectiva de óbito por conta da COVID, apontou-se 8,0% de letalidade por COVID junto as famílias da comunidade estudantil, já no que tange aos profissionais da educação, esse dado de letalidade foi de 30,7%. Essa relação das duas pesquisas nos mostram um grau elevadíssimo de contaminação e letalidade comparado aos dados oficiais. Neste sentido, o Boletim DE OLHO NO CORONA assinala que a subnotificação e produção de dados nas favelas que:

Os levantamentos oficiais que demonstram a trajetória e localização dos infectados também escondem um número considerável de ocorrências neglicenciadas pelo poder público. 

A letalidade da COVID ainda atingiu diretamente o Colégio Estadual Professor João Borges de Moraes com o falecimento de sua estagiária, colaboradora voluntaria que muito contribuia para ações pedagógicas.

Diante desses alto indice de contaminação e letalidade, esse estudo buscou identificar o quantitativo de familias da comunidade escolar que tem comorbidades que pertence ao grupo de risco e podem facilmente serem contaminados por COVID. Perguntou-se, então, junto aos responsáveis da comunidade estudantil se em suas famílias tinham membros que pertenciam as doenças que se caracterizam como Grupo de Risco, 60,0% dos responsáveis reconhecem a existência de membros pertencentes ao grupo de risco, 2,0% dos entrevistados não souberam responder a essa questão. No que tange aos profissionais da educação, os dados de 90,0% das familiais com comorbidade são imressionantes.

Com isso, ao alinhar as duas pesquisa, chegou-se o grau de familias pertencentes ao grupo de risco pela Comunidade Escolar é de 67,7%.

A partir desse estudo, fez-se necessário acrescer um questionamento sobre a necessidade de firmar um documento elaborado pela Secretaria de Educação a partir de um suporte jurídico a respeito da responsabilização das familias no caso de contágio no retorno para as atividades presenciais e ciente do situação sanitária apresentada.

Assim obteve-se aqui os seguintes dados: Somente 9,0% dos responsaveis dos estudantes se dispuseram a assinar tal documento, e quando se acresce as informações dos profissionais da educação, esse dado se reduz para 8,5%.

Diante deste mapeamento, observa-se que os dados são significativos, representativos e precisam ser refletidos com responsabilidade,considerando a forte pressão midiática promovida interesses financeiros e mercadológicos para que aconteça um iminente retorno para atividades presenciais na escolas.

Compreende-se aqui que o prejuízo no ensino em todas as esferas educacionais pela ausência das atividades presenciais é grave e o caminho encontrado para minimizar esse prejuízo foi o modelo de aula remota que permite preservar a saúde de uma comunidade escolar como todo. A pandemia nos impôs uma condição exepcional que permite uma ampla reflexão e discussão nacional pelo rumo da Educação. 

Contudo, os dados apontados por esse estudo e a discussão sobre o retorno das atividades presenciais abre um questionamento a respeito do protocolo de segurança sanitária que garanta o retorno das atividades presenciais na escola e na sociedade. 

Sem considerar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de diversos países, muitos adotaram protocolos de segurança sanitária diferenciados, uns mais efetivos para minimizar o contágio e outros nem tanto. No caso do Brasil, o que se tem visto é uma ineficiência dos protocolos de segurança sanitária adotados por secretárias de saúde de Governos Estaduais e Municipais, pois os mesmos não demostraram uma testagem e um controle significativo que garanta a prevenção em relação a contaminação. Como exemplo disso, pelas experiencias registradas em escolas divulgadas pela mídia, quanto as de excelência, praticadas pelos profissionais do futebol que demonstraram-se imcapazes de conter a disseminação da doença.

Portanto, sem as garantias de um protocolo sanitário preventivo, diante dos dados aqui demonstrados por esse estudo, onde a perspectiva de contágio é intensa e perigosa, quaisquer proposta de retorno das atividades presenciais levanta a questão da responsabilização o sobre dolo que eventualmente venha ser gerado. E fica uma pergunta no ar: De quem será a responsabilidade nopela contaminação e possível óbito do infectado decorrente do retorno da atividade presencial?

 


O Jair que há em nós

September 27, 2020 20:58, by Bertoni

Por Ivann Lago
Professor e Doutor em Sociologia Política

“O Brasil levará décadas para compreender o que aconteceu naquele nebuloso ano de 2018, quando seus eleitores escolheram, para presidir o país, Jair Bolsonaro. Capitão do Exército expulso da corporação por organização de ato terrorista; deputado de sete mandatos conhecido não pelos dois projetos de lei que conseguiu aprovar em 28 anos, mas pelas maquinações do submundo que incluem denúncias de “rachadinha”, contratação de parentes e envolvimento com milícias; ganhador do troféu de campeão nacional da escatologia, da falta de educação e das ofensas de todos os matizes de preconceito que se pode listar.

Embora seu discurso seja de negação da “velha política”, Bolsonaro, na verdade, representa não sua negação, mas o que há de pior nela. Ele é a materialização do lado mais nefasto, mais autoritário e mais inescrupuloso do sistema político brasileiro. Mas – e esse é o ponto que quero discutir hoje – ele está longe de ser algo surgido do nada ou brotado do chão pisoteado pela negação da política, alimentada nos anos que antecederam as eleições.

Pelo contrário, como pesquisador das relações entre cultura e comportamento político, estou cada vez mais convencido de que Bolsonaro é uma expressão bastante fiel do brasileiro médio, um retrato do modo de pensar o mundo, a sociedade e a política que caracteriza o típico cidadão do nosso país.

Quando me refiro ao “brasileiro médio”, obviamente não estou tratando da imagem romantizada pela mídia e pelo imaginário popular, do brasileiro receptivo, criativo, solidário, divertido e “malandro”. Refiro-me à sua versão mais obscura e, infelizmente, mais realista segundo o que minhas pesquisas e minha experiência têm demonstrado.
No “mundo real” o brasileiro é preconceituoso, violento, analfabeto (nas letras, na política, na ciência... em quase tudo). É racista, machista, autoritário, interesseiro, moralista, cínico, fofoqueiro, desonesto.

Os avanços civilizatórios que o mundo viveu, especialmente a partir da segunda metade do século XX, inevitavelmente chegaram ao país. Se materializaram em legislações, em políticas públicas (de inclusão, de combate ao racismo e ao machismo, de criminalização do preconceito), em diretrizes educacionais para escolas e universidades. Mas, quando se trata de valores arraigados, é preciso muito mais para mudar padrões culturais de comportamento.

O machismo foi tornado crime, o que lhe reduz as manifestações públicas e abertas. Mas ele sobrevive no imaginário da população, no cotidiano da vida privada, nas relações afetivas e nos ambientes de trabalho, nas redes sociais, nos grupos de whatsapp, nas piadas diárias, nos comentários entre os amigos “de confiança”, nos pequenos grupos onde há certa garantia de que ninguém irá denunciá-lo.

O mesmo ocorre com o racismo, com o preconceito em relação aos pobres, aos nordestinos, aos homossexuais. Proibido de se manifestar, ele sobrevive internalizado, reprimido não por convicção decorrente de mudança cultural, mas por medo do flagrante que pode levar a punição. É por isso que o politicamente correto, por aqui, nunca foi expressão de conscientização, mas algo mal visto por “tolher a naturalidade do cotidiano”.

Se houve avanços – e eles são, sim, reais – nas relações de gênero, na inclusão de negros e homossexuais, foi menos por superação cultural do preconceito do que pela pressão exercida pelos instrumentos jurídicos e policiais.
Mas, como sempre ocorre quando um sentimento humano é reprimido, ele é armazenado de algum modo. Ele se acumula, infla e, um dia, encontrará um modo de extravasar. (...)

Foi algo parecido que aconteceu com o “brasileiro médio”, com todos os seus preconceitos reprimidos e, a duras penas, escondidos, que viu em um candidato a Presidência da República essa possibilidade de extravasamento. Eis que ele tinha a possibilidade de escolher, como seu representante e líder máximo do país, alguém que podia ser e dizer tudo o que ele também pensa, mas que não pode expressar por ser um “cidadão comum”.

Agora esse “cidadão comum” tem voz.

Ele de fato se sente representado pelo Presidente que ofende as mulheres, os homossexuais, os índios, os nordestinos. Ele tem a sensação de estar pessoalmente no poder quando vê o líder máximo da nação usar palavreado vulgar, frases mal formuladas, palavrões e ofensas para atacar quem pensa diferente. Ele se sente importante quando seu “mito” enaltece a ignorância, a falta de conhecimento, o senso comum e a violência verbal para difamar os cientistas, os professores, os artistas, os intelectuais, pois eles representam uma forma de ver o mundo que sua própria ignorância não permite compreender.

Esse cidadão se vê empoderado quando as lideranças políticas que ele elegeu negam os problemas ambientais, pois eles são anunciados por cientistas que ele próprio vê como inúteis e contrários às suas crenças religiosas. Sente um prazer profundo quando seu governante maior faz acusações moralistas contra desafetos, e quando prega a morte de “bandidos” e a destruição de todos os opositores.

Ao assistir o show de horrores diário produzido pelo “mito”, esse cidadão não é tocado pela aversão, pela vergonha alheia ou pela rejeição do que vê. Ao contrário, ele sente aflorar em si mesmo o Jair que vive dentro de cada um, que fala exatamente aquilo que ele próprio gostaria de dizer, que extravasa sua versão reprimida e escondida no submundo do seu eu mais profundo e mais verdadeiro.

O “brasileiro médio” não entende patavinas do sistema democrático e de como ele funciona, da independência e autonomia entre os poderes, da necessidade de isonomia do judiciário, da importância dos partidos políticos e do debate de ideias e projetos que é responsabilidade do Congresso Nacional. É essa ignorância política que lhe faz ter orgasmos quando o Presidente incentiva ataques ao Parlamento e ao STF, instâncias vistas pelo “cidadão comum” como lentas, burocráticas, corrompidas e desnecessárias. Destruí-las, portanto, em sua visão, não é ameaçar todo o sistema democrático, mas condição necessária para fazê-lo funcionar.

Esse brasileiro não vai pra rua para defender um governante lunático e medíocre; ele vai gritar para que sua própria mediocridade seja reconhecida e valorizada, e para sentir-se acolhido por outros lunáticos e medíocres que formam um exército de fantoches cuja força dá sustentação ao governo que o representa.

O “brasileiro médio” gosta de hierarquia, ama a autoridade e a família patriarcal, condena a homossexualidade, vê mulheres, negros e índios como inferiores e menos capazes, tem nojo de pobre, embora seja incapaz de perceber que é tão pobre quanto os que condena. Vê a pobreza e o desemprego dos outros como falta de fibra moral, mas percebe a própria miséria e falta de dinheiro como culpa dos outros e falta de oportunidade. Exige do governo benefícios de toda ordem que a lei lhe assegura, mas acha absurdo quando outros, principalmente mais pobres, têm o mesmo benefício. 

Poucas vezes na nossa história o povo brasileiro esteve tão bem representado por seus governantes. Por isso não basta perguntar como é possível que um Presidente da República consiga ser tão indigno do cargo e ainda assim manter o apoio incondicional de um terço da população. A questão a ser respondida é como milhões de brasileiros mantêm vivos padrões tão altos de mediocridade, intolerância, preconceito e falta de senso crítico ao ponto de sentirem-se representados por tal governo?”

Artigo sugerido por Sérgio Barbosa



E-CPF e E-CNPJ no Ubuntu 20.04 e derivados

September 11, 2020 21:56, by Bertoni

Os cartões e tokens VALID Certificadora são gerenciados pelo programa SafeSign. Para o correto funcionamento do seu cartão, leitora ou token VALID no sistema operacional Linux é necessário instalar os pacotes e softwares disponibilizados no sítio da empresa.

O programa SafeSign Identity Client (versão 3.5.0) possui pacote de instalação para as versões x64 bits das distribuições Linux Ubuntu 18.4 LTS e Mint 19.1. As instruções do site da Valid Certificadora funcionam perfeitamente no Ubuntu 18.04 LTS e derivados. Quem já tinha o programa SafeSign instalado no Ubuntu 18.04 LTS e atualizou a versão do sistema operacional para o 20.04 LTS segue usando seu cartão ou token sem problemas. Porém, quem instalou primeiro o Ubuntu 20.04 LTS e depois tentou instalar o programa da Valid enfrentou alguns problemas devido a atualização das bilbiotecas e dependências.

Não tenho nenhuma ligação com a Valid Certificadora, mas a empresa merece respeito ao dar atenção aos usuários Linux, disponibilizando um pacote muito útil. 

Para instalar o SafeSign no Ubuntu você precisará instalar pacotes que já não se encontram nos repositórios oficiais do Ubuntu 20.04, tais como, libpng12-0, o libssl1.0.0 e o multiarch-support2.27, mas fazem parte do pacote Safesign.zip

Primeiro, verifique se tem instalados os pacotes pcscd e libccid, disponíveis no repositório oficial do Ubuntu 20.04. Se não os tiver, instale-os com os comandos:
$ sudo apt-get install pcscd
$ sudo apt-get install libccid

Segundo, faça o download do pacote Safesign.zip distribuído pela Valid Certificadora:
$ sudo wget https://s3-sa-east-1.amazonaws.com/shared-www.validcertificadora.com.br/Downloads/Safesign/Safesign.zip

Descompacte o pacote baixado:
$ sudo unzip Safesign.zip

Instale os pacotes:
$ sudo dpkg -i libgdbm3_1.8.3-14_amd64.deb
$ sudo dpkg -i libjpeg62-turbo_1.5.2-2+b1_amd64.deb
$ sudo dpkg -i libpng12-0_1.2.50-2+deb8u3_amd64.deb
$ sudo dpkg -i libssl1.0.0_1.0.2n-1ubuntu5.3_amd64.deb
$ sudo dpkg -i libwxbase2.8-0_2.8.12.1+dfsg2-dmo4_amd64.deb
$ sudo dpkg -i libwxgtk2.8-0_2.8.12.1+dfsg2-dmo4_amd64.deb
$ sudo dpkg -i multiarch-support_2.27-3ubuntu1_amd64.deb

$ sudo dpkg -i SafeSign.deb

Antes de utilizar o SafeSign reinicie o computador, conecte o token VALID ou a leitora e depois o cartão. Em seguida execute o programa instalado usando o atalho TokenAdmin.

Instale o programa como um módulo de segurança no Firefox. Para isso abra o SafeSign e localize o menu Integração e escolha a opção Instalar o SafeSign no Firefox.

Pronto, o programa está disponível está instalado permitindo que use seu E-CPF ou E-CNPJ!

Caso tenha algum problema durante a instalação, experimente baixar os pacotes dos repositórios oficiais da canonical e ppa.

Para instalar o libpng12:
$ sudo add-apt-repository ppa:linuxuprising/libpng12
$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get install libpng12-0

Para instalar o libssl1.0.0:
$ sudo wget http://security.ubuntu.com/ubuntu/pool/main/o/openssl1.0/libssl1.0.0_1.0.2n-1ubuntu5.3_amd64.deb

$ sudo dpkg -i libssl1.0.0_1.0.2n-1ubuntu5.3_amd64.deb

Para instalar o multiarch-support:
$ sudo wget http://archive.ubuntu.com/ubuntu/pool/main/g/glibc/multiarch-support_2.27-3ubuntu1_amd64.deb

$ sudo dpkg -i multiarch-support_2.27-3ubuntu1_amd64.deb



“O trator vai curar a todos”

March 17, 2020 21:44, by Bertoni

Além de ser útil na agricultura e na construção civil, descobrimos recentemente, no Brasil, que os tratores servem para combater o fascismo miliciano. E hoje, na Belarus, descobrimos que trator também serve para combater o coronavírus. Veja abaixo a revelação feita por Aleksander Lukashenko, presidente do país europeu.

“O trator vai curar a todos.” Como se defender contra o coronavírus. Dicas de Alexander Lukashenko

Em 16 de março, a Rússia e a Belarus discutiram sobre o coronavírus. O presidente da Belarus, Alexander Lukashenko, expressou perplexidade com a decisão da Rússia de fechar a fronteira comum. E o governo russo o censurou por esforços insuficientes para combater a infecção.

Na Belarus, onde 36 casos de infecção por coronavírus foram detectados, nenhuma medida de quarentena em larga escala foi de fato tomada até o momento. Instalações de entretenimento, escolas, universidades seguem em funcionamento e entrada de estrangeiros está liberada na Belarus, enquanto todos os países ao seu redor fecharam as fronteiras.

Alexander Lukashenko já tinha aconselhado os bielorrussos a não entrar em pânico por causa do coronavírus e a não comprar remédios e máscaras. Em 16 de março, depois da Rússia fechar a fronteira, ele voltou a falar sobre o tema - desta vez oferecendo conselhos sobre proteção contra infecções. Aqui está a lista:

    - Lave as mãos com mais frequência (os médicos o apoiam nisso).
    - Faça três refeições ao dia (café da manhã, almoço e jantar) no horário certo.
    - Beba vodka ("Não bebo, mas recentemente digo brincando que você precisa não só lavar as mãos com vodka, mas também, provavelmente, tomar uns 40-50 mililitros por dia, na qualidade de álcool puro, para envenenar esse vírus. Mas não no trabalho" )
    - Ir a uma sauna seca ("Umas duas ou três vezes por semana é muito útil. Os chineses nos disseram que esse vírus não sobrevive a temperaturas acima de 60° C").
    - Apenas trabalhe. Melhor no campo, no trator ("É bom assistir na TV - as pessoas [no campo] trabalhando no trator, ninguém fala sobre vírus. Lá, o trator cura a todos, o campo cura a todos").


Lukashenko: Vodka envenena este vírus! Mas não no trabalho!

Fonte: Meduza



Fariphone 3: lançada a nova versão do 'telefone justo'

August 27, 2019 15:38, by Bertoni

Conforme adiantamos na semana passada, foi lançada a nova versão do "telefone justo"

Dimensões do Fairphone 3

A Fairphone, uma empresa social com sede em Amsterdam e integrante do movimento internacional de Comércio Justo, apresentou nesta terça-feira, 27/08, a terceira versão de seu smartphone modular e sustentável, o Fairphone3.

A proposta do Fairphone é ser um produto que dure muitos anos, não consuma tantos recursos naturais, respeite o meio ambiente e, principalmente, os Seres Humanos que trabalham na produção das matérias primas e dos aparelhos telefônicos propriamente ditos.

Desta forma a empresa coloca em discussão a obsolescência programada e o consumismo desenfreado estimulados pelas grandes transnacionais do setor.

O Fairphone 3 é para aquelas pessoas que querem um mundo melhor, menos injusto, que respeite os Seres Humanos e o Meio Ambiente.

Por remunerar melhor os Trabalhadores envolvidos em toda a cadeia de produção internacional, o preço do Fairphone é um pouco superior ao de dispositivos de outras empresas com as mesmas características técnicas, porém mais barato que os top de linha da Samsung, Apple ou Motorola e até mesmo que o prometido Librem5 com PureOS - sistema operacional livre, sem Android. O Fairphone3 custa € 450,00 (US$ 500,00 ou R$ 2100,00) e o Librem5 US$ 700,00 (ou R$ 2910,00), em 27 de agosto de 2019.

Modularidade e Reparabilidade

Um dos destaques do Fairphone é a modularidade do aparelho que permite que você mantenha seu equipamento sempre atualizado sem precisar gastar fortunas com o "técnico" da esquina. Você mesmo pode trocar as peças de seu Fairphone 3.

Para adquirí-las é só acessar a loja da empresa.

Fairphone3 modularidade

Especificações Técnicas

Sistema Operacional

Android 9

Desempenho

Qualcomm Snapdragon 632
4GB RAM

  • 64-bit Octa-Core processor
  • Velocidade do processor até 2.2GHz
  • Qualcomm Adreno 506 650 MHZ GPU

Armazenamento

64GB de armazenamento interno

Expansível com cartão microSD

  • Armazenamento externo: microSD
  • Volume de armazenamento externo: ilimitado

Bateria

Bateria removível de 3,000mAH

Suporte a Quick Charge™ 3.0

  • 3060 mAH de capacidade
  • 300 horas em stand-by
  • 20 horas de conversação
  • 3.5 horas para carregamento total

Tela

5.65 polegadas Full HD

  • Tela tátil LCD (IPS)
  • Proporção da tela 18:9
  • Resolução: 2160 x 1080 px
  • Densidade dos pixels: 427ppi
  • Proteção do vidro: Gorrilla Glass 5
  • 16 milhões de cores

Cameras

Traseira

  • Resolução: 12MP com HDR
  • Sensor: 1/2.55"
  • Abertura: f1.8
  • Autofocus + detecção de face
  • Sensor IMX363
  • Estabilização digital de imagem
  • Flash de LED duplo
  • Zoom digital 8X
  • Resolução máxima de vídeo: 3840 x 2160
  • 4K video @ 30fps
  • 1080p @ 30fps
  • 720p @ 30fps

Frontal

  • Resolução: 8MP com HDR
  • Sensor: 1/4"
  • Abertura: f2.0
  • Estabilização digital de imagem
  • Zoom digital 8X

Rede sem fio & localização

2.4 & 5 GHz WiFi • Bluetooth® 5 + LE
NFC para pagamentos e mais

  • WiFi com supporte a 802.11 a/b/g/n/ac
  • WiFi direct support
  • GNSS standards: GPS, Glonass, BeiDou, Galileo
  • A-GPS support

Network

Dual Nano SIM

4G (LTE)

  • Nano SIM (4FF)
  • Max SAR head (W/kg @ 10g) = 0.388
  • Max SAR body (W/kg @ 10g) = 1.405

 4G (LTE)

  • Tipo - Cat. 13
  • MIMO - 4x2
  • 2CA Carrier Aggregation
  • VoLTE + VoWiFi
  • Bandas - 1, 2, 3, 4, 5, 7, 13, 20, 26
  • Velocidade máxima de download 450Mbps
  • Velocidade máxima de upload 75Mbps

3G (HSPA+)

  • HSDPA - Cat 24
  • HSUPA - Cat 8
  • Frequencias - 800, 850, 900, 1700, 1900, 2100 Mhz
  • Velocidade máxima de download 42Mbps
  • Velocidade máxima de upload 11Mbps

 2G (GMS, GPRS, EDGE)

  • Tipo - Cat. 33
  • Frequencias - 850, 900, 1800, 1900 Mhz

Conectores e sensores

USB Tipo-C

Leitor de impressão digital

  • Suporte a USB 2.0
  • Luz Ambiente
  • Acelerômetro
  • Giroscópio
  • Proximidade
  • Barometro
  • Bússola

Mídia e áudio

Pulg do fone de ouvido de 3.5mm

Autofalantes Stereo

  • Autofalante externo: 95db @ 10cm
  • Radio FM com RDS
  • Suporte a Miracast

 Codecs de vídeo suportados

  • HEVC, H.264, MPEG-4, MPEG-2, H.263, VP8, VP9

Codecs de audio suportados

  • AAC/AAC+/eAAC+, MP3, WMA (v9, v10), WMALossless, WMAPro 10, AMR-NB, AMR-WB, FLAC, ALAC, Vorbis, AIFF, APE

Desenho

Chassi e capa Escuro Translúcido

  • Comprimento 158 mm
  • Largura71.8 mm
  • Espessura 9.89 mm
  • Peso: 187.4g
  • Certificação IP54

Embalagem

Fairphone 3 embalagem

Na caixa do Fairphone3 vem: Aparelho telefônico Fairphone3, Mini chave de fenda, Bumper, 2 anos de garantia e o guia de início rápido.

Acesssórios como cabo USB-C, carregador e Fones de ouvido podem ser adquiridos na loja da Fairphone.

Com informações da Fairphone. Fotos: Fairphone.



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