Copyfight: Pirataria e Cultura Livre em Brasília
Agosto 30, 2013 6:17 - no comments yet
No dia 10 de Setembro de 2013 reuniremos no Balaio Café uma mesa com representantes de diferentes segmentos da cultura, política e tecnologia para debater temas relacionados à Pirataria, Liberdade de Expressão, Cultura Livre, Direitos Autorais, a Internet, o universo DIY, a produção do comum e os novos paradigmas da comunicação.
Além do lançamento do livro e da mesa de debates o evento também marcará o lançamento da webradio "Rádio Balaio" e de um servidor local "Balaio Livre" para compartilhamento de mídias livres no local. O debate será disponibilizado online via streaming ao vivo no site www.copyfight.in, e após o mesmo a noite seguirá com apresentação musical e vídeos relativos aos temas.
19 às 23hs: Mesa "Copyfight":
23 às 00hs: Projeção de curta metragens
00 às 2hs: Musicos + Dj + Vj + Jam (9/11 J4M)
Copyfight: Pirataria e Cultura Livre
Para além dos conflitos travados pelos direitos de cópia, Copyfight nos leva às múltiplas trincheiras de um polêmico tema da atualidade: a propriedade privada sobre o imaterial. Artistas, pesquisadores, agricultores, camelôs, hackers, médicos... Qualquer pessoa encontra-se atualmente atravessada pelas questões de "propriedade intelectual" no seu dia a dia.
As redes e as ruas são os campos de batalha de uma guerra que se materializa nas campanhas anti-pirataria, na repressão aos ambulantes nas metrópoles e nos dolorosos dobramentos que as patentes de medicamentos e o controle sobre formas de vida causam. Mas que também se materializa no vazamento de informações "confidenciais" de governos e grandes empresas, na ocupação e produção autônoma das cidades e da internet, no desenvolvimento de software livre etc.
Copyfight se coloca nessa disputa a partir da constatação de que a dualidade "Copyright X Copyleft" e a tentativa de síntese efetuada pelo Creative Commons são incapazes de dar conta da multiplicidade de perspectivas e práticas que são desenvolvidas em torno da pirataria e cultura livre. Copyfight é um convite à produção de novos pontos de vista e práticas sobre esses temas, assim como a ocupação das redes e das ruas
Baixe o livro Copyfight: Pirataria e Cultura Livre
http://www.copyfight.in
Participantes confirmados até então:
- Bruno Tarin (Copyfight / Universidade Nômade)
- Pedro Paranaguá (Doutorando, Prof. da FGV e Assessor Técnico do PT na Câmara d@s Deputad@s nos assuntos relacionados a direitos autorais)
- Marcos Alves de Souza (Direitor de Direitos intelectuais do MINC)
- Bruno Lewicki (Assessor da comissao de cultura e especialista em direitos autorais)
- Nara Oliveira (Designer que trabalha exclusivamente com software livre e produtora de conteúdo livre, sócia da empresa Gunga, www.gunga.com.br)
- Rafael Beznos (Produtor Musical e Audiovisual, desenvolvedor de
tecnologias livres e sistemas DIY em hardware/software livre)
- Thiago Novaes (DRM Brasil)
- Deivi Kuhn (Desenvolvedor e Assessor de Diretoria e Coordenador Estratégico de Software Livre da SERPRO)
- Laura Tresca (Artigo 19)
- Fabiana Goa (Ativista e Militante da Cultura Livre)
Baixe o livro em:
http://copyfight.in/
Saiba mais ou adquira uma cópia impressa em
http://copyfight.me/
Inscrições abertas para desafio de programação do Hackathon Empreendedor
Agosto 28, 2013 13:09 - no comments yet
Se você tem um aplicativo mobile ou uma ideia de aplicativo muito boa, não perca a chance de inscrevê-la no Hackathon Empreededor: desafio de programação, organizado pela FIESP, com apoio da Associação Software Livre.Org. Mais detalhes sobre o concurso podem ser conhecidos no site do evento.
9º Festival de Empreendedorismo
O evento, dedicado à educação empreendedora, com programas de capacitação, rodadas de negócios, palestras e debates, acontece no Pavilhão de Exposições Parque do Anhembi, entre 25 e 26 de setembro, e promete agitar a capital paulista. A iniciativa, realizada pelo Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), é a maior na área de empreendedorismo do Brasil.
O Festival reúne anualmente startups, empreendedores, executivos, universitários, freelancers e pesquisadores. O foco do festival está na formação de novos líderes globais e na reflexão sobre a cultura empreendedora, pensando no futuro dos negócios. Ao longo de dois dias de evento, haverá atividades em áreas como palestras, gincanas empreendedoras, concurso de investimento anjo, networking e rodadas de negócios.
Uma das atrações do festival será o palco Fiesp Open Air. Um espaço de encontro de diferentes públicos, sobretudo vinculado ao empreendedorismo e à inovação. Por meio de dinâmicas, será possível trocar experiências com diversos empreendedores cara a cara, além de investidores, executivos, professores e autoridades governamentais. Isso para discutir cases de sucesso, ferramentas para startups, soluções criativas aos empreendedores e políticas públicas.
Outro destaque será o Acelera Startup, a maior arena de aceleração do Brasil, na qual serão selecionados os 300 melhores projetos. Após cinco fases de educação e capacitação, as dez melhores ideias terão a chance de vender o seu negócio para uma banca de investidores num prazo curto, com duração de uma conversa de elevador, num sistema conhecido como “elevator pitch”.
O empreendedor interessado no Festival pode acompanhar todas as novidades no site e se programar para aproveitar todas as atrações.
Som no Debian GNU/kFreeBSD
Agosto 27, 2013 9:16 - no comments yetBom, gostaria de divulgar o projeto que praticamente ninguém fala, ninguém usa e ninguém ajuda da minha distro Linux favorita: Debian.
O projeto é o port não-Linux que tenta trazer o kernel do FreeBSD (um SO que merece respeito) ao Debian utilizando os componentes GNU e o jeitão Debian de ser (apt e dpkg).
Estou utilizando a versão testing atual (jessie) que se demonstra melhor a cada semana para usuários inexperientes, porém possui varios problemas ainda que eu irei listar abaixo:
1- um bug chato que faz todo programa com GUI fechar a qualquer momento.
2- só roda com driver de video vesa porque os outros ainda não foram portados corretamente para ele.
Existe outros problemas que não me cheira a ser problemas do sistema operacional em si, mas sim da falta de informação sobre ele, por isso estou tentando trazer para ele a solução de um desses problemas:
3- funcionar webcam
4- gravar som também por microfone
5- configurar wi-fi (o que mais me dá dor de cabeça)
6- montar dispositivos externos
E o problema que eu vim trazer a solução:
Quando plugarem um fone vão perceber que o som não é transmitido direto para o fone...ele permanece nas caixas de som...achei que fosse um problema isso até que descobri o comando:
sysctl -w hw.snd.default_unit=1
Mudem o valor dependendo da necessidade de vcs. Pelo menos comigo resolveu e estou repassando como forma de divulgar o projeto.
A medida que outros problemas e/ou soluções daqueles forem aparecendo eu posto aqui.
Se quiserem testar também e puderem ajudar, é um projeto que vale a pena ;). E se alguem descobrir como conectar wi-fi me avise URGENTEEE :P!!
Até mais.
Governo alemão dá aviso para que usuários NÃO UTILIZEM o Windows 8
Agosto 26, 2013 14:58 - no comments yetTradução do artigo original em inglês disponível em:
http://www.disclose.tv/news/German_Government_Warns_Not_To_Use_Windows_8/92647
De acordo com documentos internos vazados do Escritório Federal Alemão para Segurança de Informação (BSI) que o Die Zeit obteve, especialistas em TI descobriram que o Windows 8, o sistema pronto para telas sensíveis ao toque, super-enganador, mas o sistema operacional que se transformou no desafio de vendas da Microsoft, é perigosíssimo para a segurança de dados. Ele permite que a Microsoft controle o computador remotamente através de uma “porta dos fundos” incluída no sistema. As chaves dessa porta dos fundos muito provavelmente são acessíveis à NSA – e uma ironia involuntária, talves até mesmo para os chineses.
A porta dos fundos é chamada de “Trusted Computing” (Computação Confiável), desenvolvida e promovida pelo Trusted Computing Group, fundado há uma década atrás por empresas de tecnologia totalmente americanas como AMD, Cisco, Hewlett-Packard, IBM, Intel, Microsoft e Wave Systems. O seu núcleo é um chip, o Trusted Platform Module (TPM), e um sistema operacional desenhado para ele, tal como o Windows 8. O Trusted Computing Group desenvolveu especificações de como o chip e o sistema operacional trabalham em conjunto.
Agora existem um novo conjunto de especificações, criativamente chamado de TPM 2.0. Enquanto o TPM permitia aos usuários optarem por sua intervenção, ou não, o TPM 2.0 é ativado por padrão quando o computador é ligado. O usuário não pode desligá-lo. A Microsoft decide qual software pode rodar no computador, e o usuário não pode influenciar as decisões de nenhuma maneira. O Windows comanda o TPM 2.0. E o que a Microsoft faz remotamente não é vicível ao usuário. Resumindo, usuários do Windows 8 com o TPM 2.0 entregam o controle de suas máquinas no momento em que as ligam pela primeira vez.
Seria fácil para a Microsoft ou para os fabricantes do chip repassarem as chaves de acesso da porta dos fundos para a NSA e permitir que eles controlassem esses computadores. NÃO, a Microsoft nunca faria isso, nós protestamos. Aliás, a Microsoft, com sabemos pelo constante fluxo de revelações, informa ao governo dos EUA, sobre as falhas de segurança em seus produtos muito antes de consertá-los para que as agências do governo dos EUA possam tirar vantagem delas e conseguir o que precisam.
Especialistas do BSI, o Ministrério de Assuntos Econômicos, e a Administração Federal sem dúvida deram o aviso contra o uso de computadores com Windows 8 e TPM 2.0. Um dos documentos do início de 2012 lamentava, “Devido à perda da soberania sobre a tecnologia de informação, os objetivos de segurança de ‘confidencialidade’ e ‘integridade’ não podem mais serem garantidos.”
Em outras passagens o documento alerta, “Isso pode ter consequências significativas para a segurança de TI da Administração Federal.” E conclui, “O uso da tecnologia da ‘Computação Confiável’ dessa forma… é inaceitável para a Administração Federal e para os operadores de infraestrutura crítica.”
Outro documento alega que o Windows 8 com TPM 2.0 “já” não é utilizável. mas o Windows 7 poderia “be operado com segurança até 2020.” Após isso, outras soluções teriam de ser encontradas para os sistemas de TI da Administração Federal.
Os documentos também mostram que o governo alemão tentou influenciar na criação das especificações da TPM 2.0 – uma prática comum nos processos que levam anos e possuem muitos interessados – mas foi recusado. Outros conseguiram o que queriam, escreveu o Die Zeit. A NSA por exemplo. Em um dos últimos encontros entre o the TCG e vários interessados, alguém escreveu uma linha, “A NSA concorda.”
Rüdiger Weis, um professor da Universidade de Tecnologia de Beuth em Berlin, e um especialista em criptografia que acompanhou a Computação Confiável por anos, disse ao Die Zeit, em uma entrevista, que a Microsoft queria mudar totalmente a computação através da integração de “um chip especial dedicado à vigilância” em cada dispositivo eletrônico do mundo. Através desse chip e dos processos do Windows 8, particularmente o Secure Boot, “os usuários perderiam muito do controle de suas máquinas, tanto do hardware, como do software.”
Mas isso contribuiria para aumentar os níveis de segurança? Certos aspectos na verdade aumentam os riscos, disse ele. Por exemplo, durante a produção, a chave secreta de acesso à porta dos fundos é gerada fora do chip e depois transferida para ele. Durante esse processo, cópias de todas as chaves podem ser feitas. “É possível que haja até mesmo requisitos legais para isso que não possam ser relatados.” Por isso o TPM é “o chip dos sonhos da NSA.”
Talvez muito a coisa seja muito mais sinistra, disse ele: “Outro cenário realista é que a fabricação do chip TPM não esteja ao alcance da NSA, mas sim da China…”
A Apple retirou os chips de vigilância em 2009. O Linux não atende aos requisitos, e máquinas Linux não podem utilizar essa tecnologia. A Microsoft defendeu-se como pôde. O TPM é ativado por padrão porque a maioria dos usuários aceitam o padrão, disse. Se os usuários tivessem de ativar as funções por si mesmos, muitos deles acabariam com um sistema operacional menos seguro. E obviamente, as regulamentações do governo que exigem que os usuários tenham a opção de desativar a tecnologia não seria sábia.
Por outro lado, os fabricantes de hardware poderiam fabricar máquinas com o chip desativado, disse a Microsoft. Se você quiser ter controle sobre sua máquina, seria essas que você teria de comprar. Outra opção seria mudar para o Linux, coisa que a prefeitura de Munique começou há 10 anos atrás; a finalização dessa mudança estará completa antes do final desse ano. Este aspecto do fracasso da NSA não pode ser transformado em notícias otimistas para a Microsoft.
A China é a terra prometida dos heróis tecnológicos com desafios de receita: mais de um bilhão de consumidores, crescimento econômico várias vezes superior ao dos EUA, e empresas que esbanjam dinheiro em TI. Se a “nuvem” está no topo do gráfico, a China é o Nirvana das grandes empresas: um setor em grande expansão em um país em grande crescimento. Ou era o nirvana, agora que a hiperatividade da espionagem da NSA transbordou.
Fonte: O Futuro é a Liberdade
Secretaria-Geral de Governo do Rio Grande do Sul inicia adoção de formatos abertos
Agosto 23, 2013 11:52 - no comments yetA Secretaria-Geral de Governo (SGG) iniciou nesta quarta-feira, 21, a primeira etapa da migração da plataforma proprietária MS Office para a suíte de aplicativos LibreOffice, que disponibiliza ferramentas de edição e armazenamento de documentos em formatos abertos. As equipes do Escritório de Gestão Intensiva e da Sala de Gestão foram as primeiras a passar pela oficina de capacitação de uso do LibreOffice Writer e do LibreOffice Calc, equivalentes livres do Word e do Excel.
A oficina foi ministrada no espaço do Departamento de Tecnologia da Informação e Telecomunicações da SGG, que coordena o processo de transição. Gustavo Pacheco, consultor da Procergs, explica a importância da primeira etapa: “apresentamos aos participantes os principais conceitos das aplicação para que os usuários possam aprimorar seus conhecimentos de acordo com suas tarefas diárias”, afirma.
Para o secretário-geral de Governo do Rio Grande do Sul, Vinícius Wu, a iniciativa representa um passo adiante na soberania do estado. “Sabemos que os formatos fechados, proprietários, podem comprometer a capacidade do estado organizar sua memória e em planejar a longo prazo suas iniciativas e políticas públicas, porque nos torna reféns de variações do mercado. A iniciativa de buscar os formatos abertos é também uma forma de afirmar nosso compromisso com a transparência, a democracia e o acesso a informações que são de toda a sociedade.”, avalia o secretário.
Fonte: Gabinete Digital do RS.









