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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

USP e FGV publicam estudo enviado ao INPI contra as patentes de software

15 de Maio de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

O CCSL-USP e o CTS-FGV fizeram um amplo estudo e enviaram, no dia 15 de maio de 2012, para o INPI um parecer com argumentos concretos do ponto de vista jurídico sobre a questão das patentes de software e os problemas encontrados nos procedimentos divulgados pelo o INPI para os pedidos de patentes de software.

Leia na íntegra o estudo e parecer enviado ao INPI como uma contribuição do Centro de Competência em Software Livre da Universidade de São Paulo CCSL/USP em conjunto com Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro - CTS-FGV acerca do documento:

Procedimentos para o exame de pedidos de patentes envolvendo invenções implementadas por programa de computador”

submetido à Consulta Pública pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior- INPI/MDIC

 Colaboradores:

  • Eros Roberto Grau (Prof. Titular da Faculdade de Direito da USP e ex-Ministro do Supremo Tribunal Federal)
  • Tercio Sampaio Ferraz Junior (Prof. Titular da Faculdade de Direito da USP)
  • Juliano Souza de Albuquerque Maranhão (Prof. Associado da Faculdade de Direito da USP e Coordenador Jurídico do CCSL/USP)
  • Fernando de Magalhães Furlan (ex- Presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica e Pesquisador Visitante da Universidade de Macau)
  • Fabio Kon (Prof. Titular do Departamento de Computação do Instituto de Matemática e Estatística da USP e Diretor do CCSL/USP)
  • Nelson Lago (Mestre pela USP e Gerente técnico do CCSL/USP)
  • Paulo Meirelles (Mestre pela UFRGS, sócio da Associação Software Livre.org e Pesquisador do CCSL/USP)
  • Joaquim Falcão (Diretor da Escola de Direito da FGV)
  • Ronaldo Lemos (Professor Titular da Escola de Direito da FGV e Diretor do CTS/FGV)
  • Carlos Affonso Pereira de Souza (Professor Titular da Escola de Direito FGV e Vice-Diretor do CTS/FGV)
  • Bruno Magrani (Mestre por Harvard e Professor do CTS/FGV)
  • Joana Varon Ferraz (Mestre pela FGV e Professora CTS/FGV)
  • Karin Grau-Kuntz (Doutora e Mestre pela Ludwicg-Maximilian Unversität de Munique, Coordenadora Acadêmica do Instituto Brasileiro de Propriedade Intelectual-IBPI)


Baixe o texto aqui, comente e compartilhe!



Atualização de kernel com Ksplice - Reboot? Nunca mais!

15 de Maio de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Seus servidores não podem ficar fora do ar e cada manutenção, mesmo que planejada, causa enormes transtornos a seus clientes? Conheça o Ksplice e dê adeus aos seus problemas. Atualização de kernel com Ksplice Reboot? Nunca mais!

OGNU/Linux, ao contrário do Windows, só precisa reinicializar o sistema após uma atualização importante, como no caso de realizar alguma correção ou modificação no kernel. Neste caso, é preciso iniciar um novo boot para que o novo kernel (baixado com as devidas correções de segurança e/ou bugs) seja carregado novamente para a memória.

Se reiniciar a máquina não é uma operação complexa para o usuário de um computador comum, o mesmo não é possível dizer do pontos de vista dos servidores, principalmente aqueles que são utilizados em situações chamadas de “missão crítica”, ou seja, aqueles servidores onde os usuários não podem prescindir dos serviços disponibilizados por ele. É o caso de sistemas bem específicos, como aqueles que controlam o fornecimento de energia para uma empresa ou o forno de uma siderúrgica, por exemplo.

Mas, neste caso, como realizar uma atualização dos sistemas desses servidores? Talvez seus serviços não sejam tão essenciais quanto os citados aqui, mas é possível que você possa se benefi ciar da mesma forma com a diminuição na quantidade de reinicializações em decorrência de procedimentos simples, tal qual a atualização do sistema operacional, ao mesmo tempo em que se beneficia ao manter o sistema atualizado e corrigido das eventuais falhas de segurança encontradas recentemente, uma vez que o processo de atualização do kernel passa a não precisar interromper o serviço, o que certamente dispensa toda a necessidade de agendar a manutenção, de forma que os clientes e usuários se preparem para ficar sem o serviço durante todo o tempo planejado.

História

Pode parecer um sonho, mas não é. Alguns sistemas Unix proprietários já possuem esse recurso há algum tempo. No Linux, a tese de mestrado do estudante do MIT (sigla para Instituto de Tecnologia de Massachusetts , em inglês), Jeff Arnold, deu origem a um programa chamado de Ksplice. Ele foi criado por quatro estudantes (incluindo Jeff), que mais tarde fundaram a Ksplice Inc. A empresa ganhou um prêmio de 100 mil dólares pela competição de empreendedorismo do MIT, o Desafi o em Cyber-Segurança (CyberSecurity Challenge) doGlobal Security Challenge em 2009. O programa era distribuido sobre a licença GPL, pois o modelo de negócios da Ksplice Inc. era a venda de serviços de suporte e deferramentas que facilitavam a instalação do produto.

Em julho de 2011, a Ksplice Inc foi vendida para a Oracle, que fechou o código do produto. No entanto, a Oracle continuou a disponibilizar imagens pré-compiladas e testadas para Ubuntu e Fedora, assim como fazia a Ksplice.

Clientes do Oracle Linux podem solicitar gratuitamente uma licença e usuários do RHEL (Red Hat Enterprise Linux) podem baixar uma versão de teste que funciona por 30 dias.

Por conta das antigas versões do Ksplice estarem sob a licença GPL é possível inclusive encontrá-lo no repositório de algumas distribuições. Para instalar a versão 0.9.9 no Ubuntu, basta digitar:

sudo apt-get install ksplice

No entanto, caso você deseje testar uma versão mais nova, será preciso baixar o arquivo .debou .rpm específi co da suadistribuição a partir do site a versão listada para o Ubuntu 11.10 Oneiric Ocelot constava como 1.2.3-4 até o momento em que este artigo foi escrito. É importante ressaltar que após o fechamento do código do Ksplice pela Oracle, esta passou a ser exibida nos menus do sistema, com o nome de Uptrack Manager, embora seu ícone, ainda seja o K , da antiga versão da ferramenta.

Funcionamento

O funcionamento do Ksplice é inteligente, pois ele não necessita de patchs específicos para unir-se ao kernel (do tipo que marcaria para o sistema quais foram as mudanças entre uma versão e outra) ou tão pouco exige uma preparação prévia ou recompilação. Ao contrário disso, ele funciona de forma semelhante a um diff, só que no nível do ELF (Executable and Linking Format), ou seja, do binário, determinando assim qual porção de código sofreu alteração em relação a anterior.

Dessa forma ele consegue perceber quais foram as mudanças entre um binário e outro e aplica a correção diretamente na memória RAM, o que coloca as mudanças imediatamente em uso, sem a necessidade de reboot. É claro que esta não é uma operação simples de se efetuar. Para isso, o daemon do Ksplice paraliza todos os processos no computador de maneira que ele seja o único processo com acesso ao sistema e que nenhuma função em execução esteja acessando partes que serão modificadas pelo patch. O Ksplice modifica então o início das funções atingidas de forma que elas apontem para as novas versões, dando continuidade ao processo do ponto onde elas foram paralizadas. Como o leitor pode ver, trata-se sem dúvida, de um engenhoso pedaço de código! Após a instalação da ferramenta, ela passa a residir no menu Aplicativos/ Ferramentas de sistema/Ksplice Up-track Manager no caso do Ubuntu, e também ganha um ícone na bandeja do sistema, logo ao lado do nome do usuário da máquina. Um clique com o botão direito sobre o ícone da ferramenta, exibe uma tela inicial bastante parecida com a do gerenciador de atualizações do Ubuntu, e nela serão carregadas todas as atualizações que o Ksplice encontrou, que sejam pertinentes ao kernel. Caso atualizações importantes sejam encontradas, serão listadas e você poderá marcar as desejadas para instalação imediata ou instalar todas as atualizações disponíveis de uma só vez. Um clique sobre a atualização e em seguida no botão Details irá exibir mais informações sobre aquela atualização em específico e o que será alterado.

Quando as atualizações forem baixadas, instaladas e todo o processo concluído, o Ksplice irá simplesmente manter-se na bandeja do sistema, sem incomodar o usuário. O sistema estará atualizado e não será necessário reiniciar a máquina.

Em testes realizados em nosso laboratório, caso você veja pela interface do Ksplice que existem atualizações de kernel disponíveis, mas opte por instalá-las através do gerenciador de atualizações nativo da sua distribuição, estas serão instaladas corretamente, mas você terá obrigatoriamente de reiniciar o computador. Sendo assim, embora o Ksplice esteja instalado na máquina, ele não interfere no funcionamento dos programas nativos de gerenciamento de atualizações.

Problemas

Também pudemos ver em nossos testes, uma grave falha relacionada a desinstalação do Ksplice. O aplicativo quebra durante a desinstalação, e ocasiona um pânico total do kernel, inviabilizando até mesmo a recuperação do sistema através de ferramentas como a chroot. Sendo assim, sugerimos cautela – e backup – antes de desinstalar a ferramenta.

Conclusão

O Ksplice irá mudar a forma como usuários e empresas vêem os ambientes desktop Linux mais populares. Se nem mesmo as máquinas domésticas tiverem a necessidade de reiniciar, certamente a produtividade de seus usuários irá aumentar.

Fonte : Linux Magazine Nº 90 Maio/2012



GIMP 2.8 (ESTÁVEL) É LANÇADO OFICIALMENTE

15 de Maio de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Após os rumores de que a Eletronic Arts está vindo para o Linux, outra novidade que promete alegrar este manhã de quinta-feira é o lançamento do GIMP 2.8, a próxima versão estável do software de edição e manipulação de imagens de código aberto.

O GIMP 2.8 está sendo desenvolvido a anos e foram muitos os atrasos. Como comentei no post de instalação do GIMP 2.8 RC1, havia rumores de que o lançamento sairia em algum momento de maio, rumor que obviamente se concretizou.

Aproveitando o lançamento, lembre-se que a GIMP Magazine vem ai, uma revista digital centrada no editor de imagem open source com o objetivo de promover o software.

Mas deixando o merchan de lado, vamos dar uma conferida nas novidades?

GIMP 2.8: INTERFACE COM JANELA ÚNICA

Talvez a mudança mais aparente, agora é possível selecionar uma interface com apenas uma janela, da mesma forma que o concorrente proprietário usa. A interface “bagunçada” do GIMP era bastante criticada por profissionais e entusiastas da área, e apesar de haver a possibilidade de se instalar plugins para corrigir o “problema”, uma versão nativa da função vem bem a calhar.

Para ativar a função, basta clicar em Janelas > Modo janela único. Para quem gosta da interface com várias janelas, não se preocupe, ela continua o padrão do GIMP.

Um recurso que costumo usar bastante no Photoshop e me fazia falta no GIMP era o agrupamento de camadas. A habilidade de criar um grupo e colocar camadas dentro dele é algo essencial para a organização, e graças a Michael Natterer, temos esse recurso no GIMP 2.8.

Para criar um novo grupo basta clicar no ícone “Criar um novo grupo de camadas”, obviamente

GIMP 2.8: MATEMÁTICA SIMPLES NAS MEDIDAS

Outro recurso interessante é o da matemática simples. Agora é possível fazer simples cálculos matemáticos diretamente nas medidas da camada ou imagem selecionada, sendo que é possível usar somente algumas operação básicas.

Por exemplo, se você quiser diminuir a largura de uma camada em 50%, basta digitar 50% no campo largura.

GIMP 2.8: OUTRAS NOVIDADES

Essas são apenas algumas das novidades que me agradaram, mas há muitas outras, como:

Suporte a aceleração de hardware GPU; Mudança nos atalhos de teclado; Separação dos comandos salvar e exportar; Novo pacote de pincéis; Inúmeras correções de bugs e melhorias na performance; Várias outras novidades.

INSTALANDO O GIMP 2.8 NO UBUNTU 12.04

O GIMP 2.8 está disponível na página de downloads oficial, mas é possível fazer a instalação via PPA no Ubuntu 12.04 “Precise Pangolin“.

Para quem preferir esperar, a nova versão deverá estar disponível nos repositórios oficiais do Ubuntu nos próximos dias. Para quem não quiser esperar, vamos lá :)

Instalação via terminal

O PPA que vamos usar para fazer a instalação do GIMP 2.8 RC1 funciona apenas no Ubuntu 12.04, então se você ainda estiver usando o Ubuntu 11.10 ou inferior, deverá aguardar até os repositórios oficiais serem atualizados ou migrar para o Precise Pangolin.

Abra o terminal com o atalho <Ctrl + Alt + T> ou do jeito que preferir. Com o terminal aberto, copie e cole os comandos abaixo:

sudo add-apt-repository ppa:otto-kesselgulasch/gimp && sudo apt-get update && sudo apt-get install gimp

Agora basta esperar o download e instalação terminarem e usar o software a vontade.

Fonte: http://goo.gl/9rxQ7



Novo layout do site LibreOffice

15 de Maio de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Veja o Novo layout do site LibreOffice, muito mais acessível aos recursos disponíveis.

Um visual moderno e intuitivo.

http://softwarelivre.org/articles/0043/1463/LibreOffice-pt-br_novo_design.jpg



O Projeto Apache OpenOffice anuncia o Apache OpenOffice™ 3.4

13 de Maio de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Muitos aprimoramentos no principal pacote de produtividade de
escritório em código aberto multiplataforma, multi-idioma, com mais de
100 milhões de usuários no mundo inteiro; disponível sem custo para
download para Windows, Linux e Macintosh..

http://OpenOffice.org — 8 de Maio 2012 — O Projeto Apache OpenOffice
anunciou, hoje, a disponibilidade do Apache OpenOffice 3.4, a primeira
versão do OpenOffice sob a governança da Apache Software Foundation.

O Apache OpenOffice é o pacote de produtividade de escritório em
código aberto original, projetado para uso profissional e doméstico.

"Com a doação do OpenOffice para a ASF, a fundação e, especialmente, o
projeto incubado receberam uma tarefa desafiadora: reenergizar uma
comunidade e transformar o OpenOffice de uma base de código com um
legado de propriedade intelectual desconhecida em um pacote de
software analisado e licenciado pela Licença Apache", disse Jim
Jagielski, Presidente da ASF e mentor Apache do projeto OpenOffice. "O
lançamento do Apache OpenOffice 3.4 mostra o quão bem-sucedido foi o
projeto: atraindo desenvolvedores de mais de 21 filiações corporativas
evitando a influência indevida, sentença de morte das verdadeiras
comunidades de código aberto; construindo uma base de código sólida e
estável, com aperfeiçoamento e melhorias significativas em relação a
outras variantes; e, claro, criando uma comunidade de desenvolvedores
saudável, vibrante e diversificada."

Ler mais: http://www.openoffice.org/pt-br/news/aoo34.html