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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | 1 person following this article.

Treinamento em Pentaho Business Intelligence Open Source - Forlaleza

3 de Julho de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

A Ambiente Livre estará presente no nordeste brasileiro expandindo o conhecimento nas tecnologias Open Source de Business Intelligence.
Um Treinamento em Pentaho BI, será ministrado em Fortaleza e conta com diversos módulos, onde os participantes tomarão conhecimento de como construir aplicações corporativas de Business Intelligence usando apenas ferramentas Livres.

Saiba mais em : http://www.ambientelivre.com.br/treinamento-em-pentaho-business-intelligence-open-source-fortaleza-ce-2012.html



Expresso: uma solução livre e nacional para gerenciar e-mails

3 de Julho de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Tela de login: Expresso se diferencia por ser uma suíte colaborativa nacional.

Como os conhecidos Hotmail e Gmail, o Expresso Livre é uma solução que reúne funções de um gerenciador de e-mail completo, com correio eletrônico, agenda, catálogo de endereços e mensageiro instantâneo em um mesmo ambiente. O Expresso é nacional e é desenvolvido por meio de um Comitê Gestor.*

O desenvolvimento do projeto iniciou em 2004, pela Companhia de Informática do Paraná (Celepar) e atualmente conta com mais de 520 mil usuários de 167 instituições e empresas de todo o Brasil. Os paranaenses são maioria – com aproximadamente 160 mil usuários – mas a ferramenta já é adotada também pelos governos de Alagoas, Rondônia e Pernambuco, além da Caixa Econômica Federal, Presidência da República, ministérios e outras repartições públicas.

Na interface, entre os diferenciais, confirmação de leitura, abertura de e-mails em abas e armazenamento de dados dentro dos servidores das próprias empresas.

Os usuários tem voz ativa no desenvolvimento do Expresso, o que ocasiona uma evolução natural da ferramenta e em sua usabilidade. Como se trata de uma solução colaborativa, os códigos desenvolvidos pelos programadores e analistas sempre são disponibilizados gratuitamente na Comunidade Expresso, que também conta com um fórum que permite a troca de experiências entre usuários e desenvolvedores.

Com inspiração nos mais importantes gerenciadores de e-mail, a versão mais atual do Expresso é a 2.4.0 e foi lançada em junho, trazendo consigo importantes funcionalidades e melhorias. De acordo com William Merlotto, diretor-técnico da Prognus – uma das empresas do Comitê Gestor – o Expresso agora está ainda melhor. “Estamos caminhando para um Expresso Livre mais completo, inovador e funcional, facilitando o dia a dia do usuário.”, destacou.

Entre as novidades da versão, a Nova Agenda traz uma série de novas possibilidades, possibilitando que o usuário execute facilmente tarefas como a criação de eventos/compromissos – inclusive com anexos ou a partir do recebimento de um e-mail – ter agendas múltiplas e ainda utilizar sinalizadores e marcadores nas mensagens recebidas.

Mais informações sobre a ferramenta estão no blog Café Expresso (www.cafe-expresso.org).

Nova Agenda é uma das novidades da versão 2.4.0 do Expresso.

Comitê Gestor*

Atualmente o Comitê Gestor do Expresso tem cinco representantes – Companhia de Informática do Paraná (Celepar), Prognus Soluções Livres, Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Caixa Econômica Federal e Companhia de Processamento de Dados do Estado Rio Grande do Sul (PROCERGS).
O grupo sempre se reúne para discutir o futuro do Expresso na véspera de dois grandes eventos da área de Software Livre: o Fórum Internacional de Software Livre (fisl), em Porto Alegre (RS) e a Conferência Latino-Americana de Software Livre (Latinoware), em Foz do Iguaçu (PR).



Simulador de Certificação Red Hat Enterprise 6 RHCE

3 de Julho de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

A LinuxClass terminou o desenvolvimento do primeiro simulador eletronico para a prova de certificação da Red Hat RHCE. O software corrige e pontua a evolução dos candidados em exercícios semelhantes aos do exame oficial, fornecendo estatísticas e percentuais em todas as fases como: Trouble Shooting, Administração de Sistemas e Serviços de Internet.

Estar preparado é fundamental, pois o custo do exame é de aproximadamente R$ 1.200,00, além é claro, de esperar a janela para a realização da prova pré-determinada pela Red Hat.

O simulador estara disponível em primeira mão aos alunos inscritos no curso preparatório para a certificação RHCE LC315 da LinuxClass, que acontecerá no mês de Julho em modalidade On-Line e também Presencial na cidade de Curitiba.

Informações pelo e-mail linuxclass@linuxclass.com.br ou pelo site www.linuxclass.com.br . Telefone: (48) 4141-2820.

 

Link: http://www.linuxclass.com.br/lc315.html




Filme aberto une arte, história e independência tecnológica

3 de Julho de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Conheça a história do documentário curitibano "Um Olhar Contestado". Feito com técnicas de animação e com softwares livres, o curta retrata uma guerra pouco conhecida no Brasil.

Imagem em movimento. Essa é uma famosa definição de cinema, mas, no caso do documentário "Um Olhar Contestado", significa muito mais. O movimento em questão não é só dos quadros, mas o movimento por descobertas tecnológicas e independência de produção. Para construir um curta-metragem em animação sobre o episódio histórico, o Projeto Contestado está sendo desenvolvido todo em software livre com a meta de ser um filme aberto, baseando-se nas experiências de produções como "Elephants Dream" (primeiro filme open source do mundo) e "Big Buck Bunny".

Os cineastas Fernando Severo e Fabianne Balvedi são os diretores do curta produzido em Curitiba, que terá entrevistas, fotografias e técnicas de tabletop (permite animar recortes de papel sob a câmera) e rotoscopia (redesenhar quadros para animar) – essa última consagrada pelo filme "Waking Life", de Richard Linklater. O formato aberto do projeto pretende fomentar a cultura livre nas produções brasileiras, documentando o processo de realização na rede e disponibilizando todo o material bruto, soluções técnicas e arquivos gerados, incluindo a versão final do curta.

Durante os quatro anos da Guerra do Contestado (1912-1919), morreram cerca de 20 mil pessoas, o equivalente a um terço da população de Santa Catarina à época. A guerra ocorreu entre camponeses e governo, em uma região rica em erva-mate e madeira disputada por Paraná e Santa Catarina. O combate teve início após a conclusão das obras do trecho catarinense da Estrada de Ferro São Paulo-Rio Grande, quando o governo declarou a área devoluta, como se ninguém ocupasse aquelas terras.

Três décadas e uma história de liberdade tecnológica
Nos anos 80, Fernando Severo já tentava filmar a Guerra do Contestado. Neto de um dos personagens de destaque do conflito e nascido em Caçador (SC), região do epicentro do conflito, o cineasta deixou de lado o projeto por quase trinta anos, até assistir uma animação de Fabianne. Somente a partir desse encontro, o vencedor de mais de 50 prêmios nacionais e internacionais de cinema conseguiu dar início à empreitada fílmica.

"Chamou a minha atenção um trabalho que ela fez chamado Metamorfose, uma adaptação do conto de Franz Kafka. Quando propus realizarmos o filme em conjunto, uma das primeiras coisas que ela mencionou foi o software livre. No começo, fiquei meio temeroso que ele não desse conta, mas ela me convenceu e estamos confirmando agora que o software livre é capaz de fazer tudo aquilo que os softwares pagos são capazes, na mesma qualidade", comentou Fernando.

No caminho das pesquisas, uma descoberta mudou mais uma vez o rumo da história. Após ler sobre o projeto, o neto do fotógrafo Claro Jansson procurou os realizadores para oferecer um vasto registro fotográfico do conflito. Muitas das fotos desse aventureiro sueco, que percorreu sertões com uma câmera quando essa era uma novíssima tecnologia, são usadas sem o devido crédito. Para fazer justiça com a obra de Jansson e deixar o documentário mais espontâneo, os diretores decidiram mudar a narrativa do filme: a estética e o ponto de vista passaram a ter como base as fotos do emigrante, assim como a narração passou a ser feita a partir do relato de quatro entrevistados.

Ferramentas livres
As quatro horas de entrevista gravadas com a filha e o neto do fotógrafo, Dorothy e Paulo; com o sociólogo Rafael Bezerra; e o historiador Nilson Fraga foram editadas no software Cinelerra. A próxima etapa engloba a animação das fotos diversas que passarão por rotoscopia no Gimp, e os tabletops com a câmera do software Blender sobre as imagens do fotógrafo sueco, que não sofrerão alterações.

Ao final do projeto, será utilizada a grande descoberta técnica do filme, que é a autoração dos DVDS. Somente após muitas pesquisas, a equipe aprendeu uma forma de autorar em Linux, sendo que o aprendizado recebeu um post com ares de ‘eureca’ no blog do projeto, hospedado no portal Estúdio Livre. Para a cineasta e professora Fabianne Balvedi, o benefício de usar softwares livres no filme é imensurável: "A verdade é que se você não procura soluções mais éticas, nunca alcança um ponto de real autonomia em relação ao uso de tecnologias no Brasil, e não só no setor audiovisual", defendeu Fabianne.

Produtividade x Independência
Para além das comparações de produtividade entre soluções abertas e fechadas, Fabianne mostrou que as dificuldades sempre existem e que as escolhas de trabalho têm implicações maiores do que a velocidade de produção.

"Eu tenho frustrações como qualquer usuário de software proprietário tem, pois esses também travam. Quando você está fazendo coisas simples no Linux, a cadeia produtiva é tranquila e demora mais se você está em busca de algo que ainda não foi feito. Mas não acho que as cadeias devam competir, por exemplo, Blender com Maya. Acho até ridículo, pois os dois têm objetivos, métodos e filosofias diferentes. Tem lugar para todos e é saudável existir sempre alternativas; se não, ficamos na mão de monopólios", argumentou.

Os relatos da pesquisa, descobertas e curiosidades da produção podem ser conferidos no endereço http://contestado.org. O curta foi aprovado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Curitiba e deve ficar pronto no próximo semestre.

Comunicação Social do Serpro – Rio de Janeiro, 26 de agosto de 2010
http://www4.serpro.gov.br/noticiasSERPRO/2010/agosto/filme-aberto-une-arte-historia-e-independencia-tecnologica/



Jon 'maddog' Hall, guru do Linux, se declara homossexual

3 de Julho de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

O guru do software livre Jon Maddog Hall declarou, hoje, a sua homossexualidade. Ele fez a revelação em uma carta publicada no site da revista Linux Magazine.

Maddog, como é conhecido, disse que só fez  a revelação agora por alguns motivos pessoais. Um deles é que ele não queria que sua mãe e seu pai, que morreram recentemente, soubessem que ele era gay. Ele explicou que seus pais eram católicos fervorosos e que, por isso, podiam sofrer algum tipo de preconceito e também deixá-los arrasados.

"Meus pais não gostavam de negros; e tinham muito preconceito contra gays", disse Maddog em sua carta. "Eles, inclusive, se recusavam a assistir Ellen DeGeneres na TV simplesmente por ela ser homossexual. Como eles eram velhinhos, não quis assumir antes".

Outro, diz Maddog, era para preservar a Linux Internacional, entidade onde ele é um dos principais executivos. Ele tinha medo que pessoas preconceituosas pudessem retaliar a instituição por causa da sua homossexualidade. Agora, diz ele, as pessoas estão maduras e são mais respeitosas em relação à homossexualidade.

Maddog também disse que quis revelar agora o fato por causa do centenário de Alan Turing. O cientista inglês, que se suicidou em 1954, foi perseguido pelo governo inglês porque era homossexual. Na época, a polícia britânica não só humilhou Turing como o obrigou a fazer tratamentos com hormônios para ele supostamente deixar de ser homossexual. Em 2009, o governo britânico se desculpou pelo erro e pela forma como tratou um dos seus maiores gênios.

De acordo com Maddog, Turing é seu ídolo – e ele quis fazer uma homenagem com sua revelação.

Apesar do preconceito sofrido por Turing, Maddog diz que a área da computação é um refúgio para os gays. As pessoas que lidam com computadores são respeitosas, educadas e enxergam além da sexualidade. É por essa cultura, explica Maddog, que muitas empresas de tecnologia foram as primeiras a ter programas de diversidade.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/ti/maddog-guru-do-linux-se-declara-homossexual-26062012-45.shl

Carta de Maddog: http://www.linux-magazine.com/content/view/full/55727