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"Não ande atrás de mim, talvez eu não saiba liderar.

 Não ande na minha frente, talvez eu não queira segui-lo.

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Burgos Cãogrino

3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

Aventuras de um sem-saúde

17 de Outubro de 2013, 11:59, por Desconhecido - 0sem comentários ainda





Por Elaine Tavares

A pessoa começa a passar mal e a primeira opção é, sem dúvida, apelar para a memória histórica dos chás das avós. Afinal, buscar um médico no sistema público é sempre um grande estresse. Mas, os dias se passam a e coisa só piora. Não há o que fazer. Toca ir para a fila do Posto de Saúde do Morro das Pedras. Chega lá no meio da manhã para saber como estão as regras. É que elas mudam todo o tempo. A moça: “Pode vir todos os dias, mas são apenas cinco fichas. Tem de chegar cedo”. Tudo bem, volta para casa sem atendimento.

Passam-se dois dias e tudo piora. Não há remédio. Toca enfrentar a fila de novo. Dessa vez acorda cedinho, antes das sete, afinal são só cinco fichas. Chega no Posto e a fila está grande. Mas, enfim, a necessidade obriga a ficar e tentar uma vaga. São sete horas e tudo está fechado. As oito e cinco começam a chegar os funcionários. A médica, bem jovem, chega num carrão, às oito e meia. A fila vai andando, todos com aquela cara de sofrimento que só os sem-nada têm.


Chega a vez da pessoa. Ela consegue a tal da vaga para ser atendida. Mas, há que esperar. São nove horas quando é chamada. Explica o problema. A médica sequer a olha nos olhos. “Tem que fazer um procedimento, mas não temos sala”. Como não tem sala? E o que é aquilo onde estão? “Não dá para fazer, procure outro posto”. Como procurar outro posto? A pessoa só pode ser atendida no posto da sua jurisdição. O Posto do Campeche não atende quem mora na região do Morro das Pedras. “Não posso fazer nada”, diz a mocinha, possivelmente recém-formada. E a pessoa sai, atordoada, sonhando com um médico cubano.


A pergunta que baila é: por que algumas pessoas precisam amargar o sofrimento da falta de atenção enquanto outras tem os melhores médicos à sua disposição? A resposta é fácil: o sistema que comanda nosso viver define isso. A forma como se organiza o mundo capitalista determina que os ricos se apropriem de todos os avanços da ciência, das melhores coisas, do nelhor cuidado. Os pobres são meras peças de reposição na grande engrenagem. Se morrerem, não farão falta. Outro vem e ocupa o lugar. Há pobres demais no sistema de vida que o mundo ocidental impõe.

Assim que os postos de saúde nos bairros, construídos para atender aos pobres, são meros espaços de enganação. Para que as pessoas digam: Mas, temos os postos e médicos à disposição. Temos as políticas públicas de saúde. Tudo farsa. É da natureza do mundo capitalista que uns explorem e outros sejam explorados. Que uns vivam e outros morram para que esses vivam. Assim, as medidas compensatórias sempre serão véus de Maya (a ilusão).

Por isso que aos pobres restam poucas opções. Resignação, aceitar que a vida é assim mesmo e esperar a morte tomando, no máximo, um paracetamol. Lutar para mudar o sistema, coisa difícil demais num mundo em que a resignação é regra e aquele que luta é visto como anormal. Quebrar tudo no posto de saúde. Ajuda a aliviar a tensão, mas piora a saúde, uma vez que nem o atendimento e ainda a prisão. Quebradeiras solitárias não são eficazes.

Então, para alívio da doença há que encontrar alguma saída individual ou morrer. Mas, para o fim do sistema que explora e oprime as soluções precisam ser coletivas. Novas escolas de medicina precisam nascer. Outra medicina precisa vingar. Mas, isso não pode ser feito de forma isolada, dentro do sistema que temos. Há que fazer vingar outra forma de organizar a vida, porque as coisas precisam mudar na sua totalidade. Não basta uma mudança pontual, aqui ou ali, isso só faz com que a exceção fortaleça a regra. Há que se reconhecer o sistema de vida que temos, entender seus meandros, suas leis. E, depois, coletivamente, encontrar formas de mudar tudo.

Se não for assim, seguiremos morrendo como ovelhas no sacrifício para o deus do capital.



Fonte: Elaine Tavares - Palavras Insurgentes





Europa-OTAN: “exércitos militares” sem guerras reais

17 de Outubro de 2013, 11:39, por Desconhecido - 0sem comentários ainda





Não se sabe, se foi por acaso ou não, mas na véspera da cúpula da Associação Oriental, a ser realizada no fim de novembro em Vilnius, a União Europeia e a OTAN intensificaram a sua atividade militar. Em Budapeste, no encontro dos chefes de governo dos países do chamado Grupo de Visegrad, isto é, a Polônia, Hungria, República Tcheca e Eslováquia, foi confirmada a intenção de criar uma unidade militar conjunta que seria integrada nas Forças Armadas da União Europeia. Além disso, o portal de internet EUobserver lembrou que em novembro os países-membros da OTAN irão promover manobras militares Steadfast Jazz 2013 nos territórios da Polônia e dos países bálticos.

O portal EUobserver afirma que nos últimos anos tiveram um segundo fôlego as relações entre a OTAN e a Ucrânia, a vizinha mais próxima da Rússia. Uma tropa ucraniana de 100 homens também vai participar das futuras manobras em que será treinada a simulação de rechaço da “agressão” por parte de um certo “Estado vizinho”. Falando a propósito, a Alemanha será representada por apenas 75 militares. O referido portal de Internet especifica também que militares ucranianos fazem parte das missões militares da OTAN no Afeganistão e em Kosovo, no mar Mediterrâneo e no oceano Índico.

No comentário deste portal as menções da OTAN e da União Europeia vêm intercaladas permanentemente. Quanto ao componente militar das relações destas organizações europeias, neste plano é bastante difícil de separar uma das outras. Em primeiro lugar, hoje 22 do total de 28 países da União Europeia são membros da OTAN. E, em segundo lugar, depois da adoção pela aliança da estratégia da chamada “defesa inteligente”, que visa, em particular, o dispêndio mais econômico de recursos, o quartel-general deste bloco passou uma parte das funções puramente militares aos seus parceiros no quadro da Europa Unida.

A partir deste ponto de vista, a ideia de criação de um certo “mini-exército” do Grupo de Visegrad, tem um aspecto pelo menos incomum, ou para ser mais exato, quase irreal. Os peritos constatam que os membros deste quarteto têm diversos “pesos” e orientam-se por diversas atitudes para com os problemas de integração europeia e relações com a OTAN. Aliás, o tema de “grupos de combate de reação rápida” é debatido na União Europeia já há vários anos, mas quem exerce missões militares reais nos pontos quentes do planeta é a OTAN. Por enquanto, os membros do Grupo de Visegrad preparam-se para um jogo de aliança esquisito. O redator-chefe do jornal Nezavisimoe voennoe obozrenie (Resenha militar independente) Viktor Litovkin admite que as manobras sejam realizadas no quadro de um plano, mas manifesta perplexidade por motivo do seu roteiro.

"O roteiro das manobras, que devem ser realizadas na Polônia, prevê o rechaço da agressão por parte de um Estado vizinho, que de acordo com o artigo V do Tratado – defesa do aliado – tinha sofrido a invasão. Esta forma de colocação da questão é provocadora. E, pelo contrário, quando lutamos em conjunto contra o terrorismo, nisso não há nada de provocador."

A doutora Margarete Klein, do Fundo Alemão da Ciência e Política, ressaltou na palestra com a Voz da Rússia a importância da confiança mútua entre o Ocidente e a Rússia.

"A falta de confiança mútua é o principal mal nas relações. Outrora, a Rússia veio com a proposta de firmar o tratado de segurança europeia mas o Ocidente não tomou esta ideia a sério. Todavia, o diálogo continua a ser uma necessidade premente, pois enquanto não for alcançado o consenso a respeito de problemas cardinais, a parceria continuará instável."

De um modo geral, na criação de certos “mini-exércitos europeus” não há nada de ameaçador para outros – desde que isso não seja acompanhado, é claro, por jogos de guerra reais contra um “vizinho agressivo”.

Oleg Severguin




Fonte: Voz da Rússia



O emprego

16 de Outubro de 2013, 10:23, por Desconhecido - 0sem comentários ainda









O emprego

16 de Outubro de 2013, 10:23, por Desconhecido - 0sem comentários ainda









Documentário revela como os idosos são tratados na Dinamarca

13 de Outubro de 2013, 2:16, por Desconhecido - 0sem comentários ainda


O escritor Knud Romer fala sobre a morte de seu pai e a solidão dos idosos na Dinamarca, um país várias vezes eleito o mais feliz do mundo.

"Uma folha cai ao Céu" é o nome do documentário sobre o pai de Romer, produzido por Didde Elnif e Anders Birch. 

Uma folha cai ao Céu: o ostracismo do idoso no primeiro mundo









Fonte: Vermelho





SABEDORIA ÁRABE VERSUS PARANÓIA NORTE-AMERICANA

3 de Outubro de 2013, 22:09, por Desconhecido - 0sem comentários ainda



Desenho de Nelson porto



Por Maurício Porto, Blog Ladeiras do Silêncio
 



 Um velho árabe vivia no estado de Idaho (EUA) há 40 anos.
 
Queria, como fazia todos os anos, plantas batatas no jardim de casa; mas arar a terra já tinha ficado um trabalho muito pesado para ele.

Seu filho único, Ahmed, que poderia substituí-lo no plantio estava fazendo pós-graduação na França. Então o ancião decide enviar-lhe um e-mail explicando o problema:

Querido Ahmed

Estou muito infeliz porque não vou poder plantar minhas batatas este ano. Estou muito velho e cansado para arar os canteiros; se você estivesse por aqui tenho certeza que revolverias a terra por mim.
Que Alá esteja contigo.

Com amor, papai

Logo no dia seguinte recebe resposta do filho:

Querido Papai

Por maior que seja sua vontade, NÃO revolvas, nem mande alguém revolver a terra do nosso jardim. Sob os canteiros é onde tenho escondido “aquilo”...

Com amor 
Ahmed.

Na mesma madrugada, lá pelas 4 horas, aparecem, com muito estardalhaço, a polícia local, agentes do FBI, da CIA, militares lotados no Pentágono (que imediatamente fecharam todos os acessos por ruas e estradas ao local) e cavocaram toda a terra do jardim do velho árabe buscando explosivos, armas químicas e neurotóxicas, antrax e outras bactérias e tudo o que seja passível de ser algum tipo de veneno ou “armas de destruição em massa”.

Mas não encontram sequer um traço de tais “produtos”...

No mesmo dia, o velho árabe recebe outro e-mail de seu filho Ahmed:

Querido papai

Tenho certeza que a terra dos canteiros do nosso jardim está pronta para que possas plantar tuas batatas..
É o melhor que pude fazer estando aqui na França.

Com amor
Ahmed




Fonte: Ladeiras do Silêncio
Tradução e Imagem do redecastorphoto



Dilma em discurso na ONU

26 de Setembro de 2013, 8:45, por Desconhecido - 0sem comentários ainda














Angela Merkel vence na Alemanha, mas não leva

24 de Setembro de 2013, 0:21, por Desconhecido - 0sem comentários ainda




A chanceler alemã, Angela Merkel, venceu, mas não levou. Seus partidos não conseguiram a esperada maioria absoluta nas eleições legislativas de ontem. A União Democrata/União Social Cristã (CDU/CSU), partidos de Merkel, teve 41,5% dos votos, ou 311 parlamentares.

Embora tenha sido o resultado mais expressivo dos conservadores desde 1990, a vitória não foi suficiente para garantir 316 das 630 cadeiras.

O aliado liberal Partido Democrata Livre (FDP) ficou pela primeira vez desde a Segunda Guerra fora do Parlamento ao não atingir o mínimo de 5% de votos. Chegou a 4,8%. Foi uma senhora derrota.

O Partido Social-Democrata (PSD) teve 25,7% dos votos, um desempenho sofrível. A Esquerda chegou a 8,6%; e os Verdes, a 8,4%. Juntos, SPD, Esquerda e Verdes têm mais cadeiras que a aliança de Merkel. O PSD descartou a possibilidade de formar um governo de aliança com os Verdes e a Esquerda.

Os eurocépticos também não alcançaram os 5%, ficaram nos 4,7%.

O fato é que Angela Merkel conquistou um terceiro mandato e vai liderar a Europa, mas terá que se compor com a oposição.

Portanto é preciso analisar bem antes de embarcar no movimento de manada que a mídia faz em relação à vitória de Merkel.








Fonte: ZéDirceu 

Imagem: Google



Os "ambientalistas" e sua agenda anti-humana nos fazem de idiotas

23 de Setembro de 2013, 20:12, por Desconhecido - 0sem comentários ainda





Do blog da amiga Fada, Maré Cinza



Instituto Ludwig Von Mises Brasil



Os ambientalistas, com a ajuda de políticos e de outras burocracias globalmente poderosas, foram bem-sucedidos em impor sobre todo o globo um conjunto de ideias que já custou dezenas de milhões de vidas humanas. 
Observemos o exemplo mais famoso deste totalitarismo homicida.


Em 1962, a famosa bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Silent Spring, uma fábula sobre os supostos perigos dos pesticidas. O livro transformou-se num clássico do movimento ambientalista, não obstante se tratasse de uma obra de ficção. O livro exerceu uma influência poderosa sobre vários governos, o que levou à proibição mundial do uso do DDT (Dicloro-Difenil-Tricloroetano, o primeiro pesticida moderno) ainda no início da década de 1970.


Em 1970, pouco antes da proibição do DDT, a Academia Nacional de Ciências dos EUA declarou que o DDT tinha salvo mais de 500 milhões de vidas humanas ao longo das últimas três décadas, ao erradicar os mosquitos transmissores da malária. Naquele ano, a Academia lançou um relatório no qual dizia: "Se tivéssemos de eleger alguns produtos químicos aos quais a humanidade deve muito, o DDT certamente seria um deles. ... Em pouco mais de duas décadas, o DDT evitou que 500 milhões de seres humanos morressem de malária, algo que sem o DDT seria inevitável".
Antes da proibição do DDT, a malária estava prestes a ser extinta em alguns países.


O DDT foi banido pelos governos no início da década de 1970 não obstante o fato de não ter sido apresentada nenhuma evidência científica, comprovando que gerasse os efeitos que Carson e o movimento ambientalista alegavam que gerava.





No seu livro Eco-Freaks: Environmentalism is Hazardous to Your Health, John Berlau, pesquisador e director do Center for Investors and Entrepreneurs do Competitive Enterprise Institute, escreveu que "Nem um único estudo mostrou o elo entre exposição ao DDT e contaminação humana". Não foi apenas isso: num estudo de longo prazo, alguns voluntários comeram 900g de DDT durante um ano e meio e até hoje, mais de vinte anos depois, nenhum deles apresentou efeitos colaterais na sua saúde.


O Dr. Henry Miller, membro sénior da Hoover Institution e Gregory Konko, membro sénior da Competitive Enterprise Institute, escreveram no seu artigo na revista Forbes, "Rachel Carson's Deadly Fantasies", que a proibição do DDT foi responsável pela perda de "dezenas de milhões de vidas humanas, maioritariamente crianças em países pobres e tropicais. Tudo isso em troca da possibilidade de uma pequena melhoria na fertilidade das aves de rapina. Esta continua a ser uma das mais monumentais tragédias humanas do século passado."


Além das mortes de literalmente milhões de pessoas no Terceiro Mundo em decorrência da malária, a proibição do DDT também gerou inúmeras colheitas desastrosas, uma vez que insectos os vorazes que eram combatidos com o DDT, puderam proliferar novamente — e praticamente não há substitutos para o DDT a preços acessíveis nos países pobres.
Mesmo se as estimativas da Academia Nacional de Ciências em relação às vidas salvas pelo DDT estivessem exageradas por um factor de dois, Rachel Carson e a sua cruzada contra o pesticida ainda seriam responsáveis por mais mortes humanas do que a maioria dos piores tiranos da história do mundo.



Apesar de todas as evidências de que o DDT, quando utilizado correctamente, não apresenta nenhuma ameaça para o ambiente, para os animais e para os seres humanos, os ambientalistas extremistas continuam a defender a sua proibição. Só na África, milhões continuama morrer de malária e de outras doenças. Após a Segunda Guerra Mundial, o DDT salvou milhões de vidas na Índia, no Sudeste Asiático e na América do Sul. Em alguns casos, as mortes por malária caíram para quase zero. Após o desaparecimento do DDT, as mortes por malária e por outras doenças voltaram a disparar. Então porque é que a proibição não é revogada?


Porque este é justamente o objectivo destes extremistas: controle populacional. Alexander King, co-fundador do Clube de Roma, disse: "Na Guiana, em menos de dois anos, o DDT já tinha praticamente aniquilado a malária; porém, isso levou a uma duplicação das taxas de fecundidade. Portanto, meu maior problema com o DDT, olhando em retrospectiva, é que ele ajudou a intensificar o problema da explosão demográfica".


Jeff Hoffman, representante ambientalista, escreveu no site grist.org que "A Malária era, na realidade, uma medida natural de controle populacional, e o DDT gerou uma volumosa explosão populacional, em alguns locais onde ele havia erradicado a malária. Basicamente, porque seres humanos devem ter prioridade sobre as outras formas de vida? . . . Não vejo ninguém respeitando os mosquitos aqui nesta secção de comentários."


O livro de John Berlau cita vários outros exemplos de desprezo dos ambientalistas pela vida humana e de como eles transformaram os políticos em seus idiotas úteis.

A Organização Mundial de Saúde estima que a malária infecta pelo menos 200 milhões de pessoas, das quais mais de meio milhão morrem anualmente. A maior parte das vítimas da malária são crianças africanas. Pessoas que defendem a proibição do DDT são cúmplices nas mortes de dezenas de milhões de africanos e asiáticos.
O filantropo Bill Gates arrecada dinheiro para milhões de redes contra mosquitos; porém, para manter as suas credenciais académicas intactas, a última coisa que ele advogaria seria o uso do DDT. Notavelmente, todos os políticos — principalmente os negros, que deveriam sensibilizar-se com seus irmãos africanos e unir-se — compartilham esta visão.



Paul Ehrlich
A morte de Rachel Carson não colocou um fim na insensatez ambientalista. O dr. Paul Ehrlich, biólogo da Universidade de Stanford, no seu best-seller de 1968, The Population Bomb, previu que haveria uma enorme escassez de comida nos EUA e que "já na década de 1970 ... centenas de milhões de pessoas irão morrer de fome neste país". Ehrlich via a Inglaterra numa situação ainda mais desesperante, e disse "Se eu fosse um apostador, apostaria uma quantia substancial de dinheiro, em que a Inglaterra deixará de existir até ao ano 2000".


No primeiro Dia da Terra, celebrado em 1970, Ehrlich alertou: "Dentro de dez anos, todas as mais importantes vidas animais nos oceanos estarão extintas. Grandes áreas costeiras terão de ser evacuadas por causa do fedor de peixe morto". Apesar de todo este notável currículo, Ehrlich continua até hoje a ser um dos favoritos dos media e do mundo académico.

E há ainda a insensatez nas previsões dos governos. Em 1914, o U.S. Bureau of Mines [uma espécie de Ministério das Minas e Energia americano] previu que as reservas de petróleo do país durariam apenas mais 10 anos. Em 1939, o Ministério do Interior americano revisou as estimativas, dizendo agora que o petróleo americano duraria mais 13 anos. Em 1972, um relatório publicado pelo Clube de Roma, Limits to Growth, disse que as reservas de petróleo em todo o mundo totalizavam apenas 550 biliões de barris. Com este relatório em mãos, o então presidente Jimmy Carter disse que "Até ao final da próxima década, poderemos exaurir todas as reservas de petróleo existentes em todo o mundo". E acrescentou: "Todo o petróleo e todo o gás natural de que dependemos em 75% da nossa energia, estão a acabar."


Quanto a esta última previsão de Carter, um recente relatório do U.S. Government Accountability Office [braço auditor do Congresso americano] em conjunto com especialistas do sector privado estimam que, mesmo que apenas metade do petróleo existente na formação geológica do Green River nos estados de Utah, Wyoming e Colorado seja recuperado, isso já "seria igual a todas as reservas de petróleo que comprovadamente existem no mundo". Trata-se de uma estimativa de 3 triliões de barris, mais do que a OPEP possui em todas as suas reservas. Mas não se preocupe. Tanto Carter quanto Ehrlich ainda são frequentemente convidados pelos media para emitir as suas opiniões.
A nossa contínua aceitação das manipulações, das mentiras e do terrorismo ambientalista, fez com que governos ao redor do mundo, além de banirem o DDT, implantassem políticas públicas assassinas em nome da "economia de energia" — como, por exemplo, as regulamentações estatais que exigem automóveis com menor consumo de combustível, o que levou a uma redução do tamanho dos carros e a um aumento no número de acidentes que, em outras circunstâncias, não seriam fatais.


Da próxima vez que você vir um ambientalista alertando sobre algum desastre iminente, ou a dizer que estamos prestes a vivenciar a escassez de alguma coisa, pergunte-lhe qual foi a última vez que uma previsão ambientalista se mostrou correta. Algumas pessoas estão inclinadas a rotular os ambientalistas de idiotas. Isto é um erro de juízo . Os ambientalistas foram extremamente bem-sucedidos em impor a sua agenda. Somos nós que somos os idiotas por termos ouvido e aceitado tudo passivamente, e por termos permitido que os governos acatassem as suas ordens.


Tradução



Walter Williams é professor honorário de economia da George Mason University e autor de sete livros. Suas colunas semanais são publicadas em mais de 140 jornais americanos.

Tradução de Leandro Roque
Fonte: Instituto Ludwig Von Mises Brasil


Nota do Blog Maré Cinza: Para aquilo que é urgente divulgar e ao mesmo tempo atuar o mais urgentemente possível, os ambientalistas não estão nem aí!! E assim sendo e por nada terem feito no que diz respeito, por exemplo ao BP Oil Spiil no Golfo do México, ou ainda à extensão e perigosidade das emanações de radiação de Fukushima, os ecologistas dão a sensação que algo é feito para atingir os fins que previram nas suas "profecias". Assim, teremos mesmo cheiro a morte por todo o Planeta. Custa ser visionário provocando o próprio fato?




Fonte: Maré Cinza
Imagens: Maré Cinza, Google



Putin exige o desarme nuclear de Israel

22 de Setembro de 2013, 22:01, por Desconhecido - 0sem comentários ainda





Do Blog Caminho Alternativo


As declarações do presidente da Rússia, Vladimir Putin, sobre a perentoriedade do desarme nuclear do regime israelense, realizadas na quinta-feira na reunião do Clube Internacional de Discussão Valdai, em Novgorod (noroeste da Rússia), que concluiu com o consenso entre os políticos de diferentes países e as autoridades russas em contra de qualquer intervenção militar contra a Síria, surpreenderam ao Ocidente, informa o legislador iraniano Mahdi Sanai, membro da Comissão de Segurança Nacional e Política Exterior da Assembléia Consultiva Islâmica do Irã (Mayles) e também representante do Irã no mencionado Clube.



“O presidente russo, assinalou este sábado Mahdi Sanai, não só reforçou a importância do desarme químico da Síria, senão que, pela primeira vez, insistiu no desarme atômico do regime de Israel. Argumentou que se a Síria aceitou destruir seu arsenal químico não existe desculpa alguma para que Israel conserve seu arsenal atômico”, explicou.

A demanda de Putin surpreendeu tanto aos países ocidentais que, uma vez finalizada a reunião de Valdai, lhe perguntaram perssoalmente se de verdade havia formulado tal demanda ao regime israelense. Putin reiterou novamente sua exigência anterior.

“As autoridades russas e especialistas políticos internacionais participantes na reunião também mostraram uma vez mais sua recusa a qualquer intervenção militar contra Damasco que, com toda certeza, afetaria a toda a região do Oriente Médio”, agrega Sanai, também diretor do grupo de amizade parlamentar Irã-Rússia.

Comenta também que o chanceler russo, Serguei Lavrov, lembrou que durante a época da guerra fria os desafios eram previsíveis mas, nas atuais circunstâncias, as decisões unilaterais provocaram problemas a nível internacional e contribuiu ao caos mundial.

As autoridades russas, assinala a autoridade iraniana, estão profundamente preocupadas pela sabotagem que praticam alguns países ocidentais, o qual viola os acordos alcançados entre os ministros de Exteriores da Rússia e seu homólogo estadunidense.


“O chanceler russo não ocultou sua inquietação perante o incumprimento dos acordos de Genebra sobre a Síria e a hipocrisia que o Governo estadunidense aplica à respeito”, acrescenta.

Em relação com as eleições presidenciais de 2014 na Síria, as autoridades políticas internacionais e russas presentes na reunião do Clube Internacional de Discussão Valdai fizeram eco uma vez mais de que somente o povo sírio pode determinar o futuro político do país árabe, parafraseia Sanai. Para depois insistir na posição do Irã.

A República Islâmica do Irã aposta pela paz e estabilidade da região e do mundo, ao mesmo tempo em nos lembra Sanai que este país serviu de intermediário entre as forças extrangeiras e os governos e povos do Iraque e Afeganistão com o objetivo de ajudá-los a resolver seus problemas.


O Clube Internacional de Valdai foi criado em 2004 na região de Novgorod, ao noroeste da Rússia, e celebra reuniões anuais e exclusivas nas que participam especialistas russos e internacionais: seu objetivo é intercambiar pontos de vista em história política, economia e relações internacionais. Embora uma das principais missões do Clube é fomentar o diálogo mundial com a Rússia e proporcionar uma análise imparcial, independente e acadêmica dos processos políticos, econômicos e sociais nesse país e no mundo.


Fonte: Caminho Alternativo, Hispan TV

Tradução: Caminho alternativo