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 Não ande na minha frente, talvez eu não queira segui-lo.

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Burgos Cãogrino

3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

Avaaz liberou manifestos por intervenção militar no Brasil

9 de Julho de 2013, 23:04, por Desconhecido - 0sem comentários ainda




Avaaz libera manifestos por intervenção militar


A comunidade de petições online Avaaz, que tem entre seus membros no Brasil o ex-secretário Nacional de Justiça Pedro Abramovay, abrigava até esta segunda-feira mais de um manifesto que clamava por ação das Forças Armadas no país; "Declaro que é de minha vontade a intervenção das forças armadas na atual crise nacional com fins de restaurar a ordem", diz um dos textos, que quer até declaração de guerra a Cuba; o Avaaz informa que retirou as petições do ar.



A expectativa é alta, mas, até a noite desta segunda-feira, das 150 milhões assinaturas esperadas, a proposta por uma intervenção das Forças Armadas "já" no Brasil reunia menos de 200 pessoas. O manifesto publicado pelo site Avaaz menciona o Clube Militar, mas não deixa claro sua origem. Em outro manifesto, que mira apenas 100 mil assinaturas, o número de apoiadores chega perto de 500.

Entre as nove propostas de uma das petições estão a "intervenção no Supremo Tribunal Federal, cuja presença de ministros simpáticos aos conspiradores é clara e evidente", a "suspensão provisória do direito de manifestações coletivas de cunho político com repressão às que desobedecerem entendendo-se como crime de desobediência" e até uma declaração de guerra a Cuba, "cujo regime é a raiz de todos os problemas que o Brasil atravessa hoje".

Após a publicação matéria, o Avaaz entrou em contato com o 247 para dizer que retirou as petições do ar e esclarecer que:

"Qualquer pessoa pode usar nossa ferramenta para criar uma petição. A esmagadora maioria delas está de acordo com nossos termos de uso e permite que cidadãos tenham voz em assuntos importantes e vitais. Porém, é claro que existem exceções. Quando somos avisados sobre uma petição controversa, normalmente nossa equipe faz uma pesquisa com uma amostra aleatória dos membros da comunidade e deixa que eles decidam se devemos manter ou tirar a petição do ar. Em alguns casos, quando as petições vão claramente contra nossos termos de uso (como conteúdo racista, de ódio etc), nós as tiramos do ar imediatamente. Nós fizemos isso ontem com as petições a que vocês se referem, já que elas visavam incitar uma revolta violenta, claramente contrariando nossas regras sobre material violento".

Leia uma das convocações:

Por que isto é importante

AS FORÇAS ARMADAS ESTÃO ESPERANDO A ORDEM DIRETA DO POVO PARA AGIR, E ENQUANTO NAO FIZERMOS ISSO, ELAS ESTARÃO SUBORDINADAS A DILMA, MESMO SEM CONTAR MAIS COM LEGITIMIDADE. ENTÃO VAMOS FAZER ISSO PARA ELES AGIREM LEGALMENTE.

Enviem para o clube militar a seguinte declaração, e peçam a todos em sua rede para fazer o mesmo, enviem por mensagem e pelo seu mural, copie e imprima fazendo copias colhendo assinaturas para levar ao clube militar pessoalmente. Os esquerdopatas irão sinalizar como spamm para retirar do ar, mas se todos insistirem eles ficarão ocupados demais e os enlouqueceremos. Eu ja enviei!

segue o texto:

Declaro que é de minha vontade a intervenção das forças armadas na atual crise nacional com fins de restaurar a ordem.
Reconheço os partidos: PT, PDT, PCdoB, PCB, PPS, PSTU, PMDB, e demais apoiadores do governo como uma conspiração contra o Brasil sendo estas forças destrutivas da nação brasileiras e traidores do povo brasileiro.


Para tal, autorizo as forças armadas a executar as seguintes missões:

1 - destituir a presidente Dilma Rousseff do cargo de presidente da republica, do vice presidente Michel Temer por estarem inaptos a ocuparem seus cargos por não mais contarem com a legitimidade emanada pelo povo brasileiro.


2 - dissolver o congresso nacional seguindo-se de eleições gerais com plebiscito prévio sobre regime de governo com escolha entre: republica presidencialista, república parlamentarista, ou restauração da monarquia constitucional parlamentarista.


3 - prisão de todos os conspiradores por alta traição, ao servirem voluntáriamente a interesses estrangeiros contra o Brasil através do foro de São Paulo, que é uma invasão sigilosa do território nacional executada por países estrangeiros liderados pelo regime de Cuba através de agentes infiltrados, também por associação aos narcotraficantes das FARC e pelo desvio das riquezas nacionais para beneficiar países inimigos.


4 - dissolução de todos os partidos integrantes ou apoiadores do Foro de São Paulo.


5 - Intervenção em todos os governos estaduais e municipais e seus respectivos legislativos sob a mesma forma dos ítens 1 e 2.


6 - combate à subversão.


7 - intervenção no supremo tribunal federal, cuja presença de ministros simpáticos aos conspiradores é clara e evidente.


8 - Suspensão provisória do direito de manifestações coletivas de cunho político com repressão às que desobedecerem entendendo-se como crime de desobediência.


9 - Declaração de guerra à Cuba, cujo regime é a raiz de todos os problemas que o Brasil atravessa hoje.


Ficam o Exército Brasileiro, Força Aérea Brasileira, Marinha do Brasil, Policias Militares, autorizados por mim a executar todos os itens aqui descritos através de seus comandantes.

Brasil acima de tudo!
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Receber suas sugestões, dúvidas, críticas e elogios é sempre muito gratificante e extremamente importante para o crescimento do CLUBE MILITAR. Querendo s
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Por Wm! Estúdio - www.wmestudio.com.br|clubemilitar.com.br


Fonte: 247

Imagem: Google



A sentença que condena a ladra da Globo condena o país do medo

9 de Julho de 2013, 20:28, por Desconhecido - 0sem comentários ainda



Por Fernando Brito


O jornalismo independente fez, com méritos e sacrifícios, a sua parte.

Desde que, há duas semanas, O Cafezinho, blog de Miguel do Rosário, levantou o caso da sonegação de impostos da Rede Globo, estamos trabalhando sozinhos para descerrar o véu de silêncio e cumplicidade que se formou em torno de um escândalo que, em qualquer país do mundo, teria repercussão semelhante à que teve o caso Murdoch na Inglaterra.

Qualquer país do mundo, menos o Brasil, onde todos se vergam ao poder imperial da Rede Globo.

Onde estão os senhores deputados, os senhores senadores, a Polícia Federal, o Ministério Público do Dr. Roberto Gurgel, com todos os seus poderes garantidos pela derrota da PEC 37, pela qual fizeram tanto alarde?

Onde está a imprensa brasileira, os profissionais que enchem a boca para falar que é o Estado e não o interesse patronal quem os quer censurar?

Desapareceram, como o processo da Globo?

Aí está o caso, nu e cru: uma funcionária da Receita Federal condenada por furtar um processo de sonegação de mais de R$ 600 milhões da mais importante empresa de comunicação do país.
Agora estão explicados os sete anos no limbo do “em trânsito” com que o processo constava no protocolo da Receita.

Aí está a resposta do “onde está o Darf?” que a Globo se negava a mostrar.

Aí está a vergonha de um país onde o poder do Império é maior do que o da República e torna legítimo que uma empresa concessionária de serviços públicos corrompa com uns trocados uma servidora desonesta e, assim, faça sumir R$ 600 milhões de dinheiro que deveria estar nos cofres públicos, pagando a saúde, a educação, o transporte que este câncer da comunicação alardeia defender e mostra mocinhas de rosto sorridente a exibir o pedido, nos estádios de futebol.

Todos têm medo.

Quase todos.


Nós, os blogueiros ditos “sujos”, não.

E estamos entregando ao país os documentos que provam o que todos sabiam e só nós dissemos.


Aí está, abaixo, a sentença.



A esta altura, numa democracia, dezenas de jornais e emissoras de televisão estariam postadas à porta da casa da corrupta condenada e à porta da corruptora que a fez delinquir, com câmera e microfones ávidos por desvendar o caso até o fim.

Aqui, não.

Porque o Brasil será sempre uma subdemocracia enquanto a coluna de nossas instituições e de nossos homens públicos estiverem vergadas ao poder do Império.

Enquanto frequentarem os seus camarotes em lugar de faze-los frequentar os tribunais, pelos crimes que cometem.


Derrubamos a Ditadura, é certo. Mas não o Império.


Ainda não somos uma República, portanto, onde todos somos iguais perante a lei.







Fonte: Tijolaço
Imagem: Google




Cristina Maris Meinick Ribeiro, roubou e sumiu com o Processo de Sonegação Fiscal contra a Rede Globo

9 de Julho de 2013, 12:34, por Desconhecido - 0sem comentários ainda




Corrupta da Receita condenada por sumir com processo da Rede Globo



Por Fernando Brito


Apareceu quem desapareceu com o processo de sonegação fiscal da Rede Globo na compra dos direitos de transmissão da Copa de 2002.

É Cristina Maris Meinick Ribeiro, “brasileira, agente administrativo da Receita Federal, matrícula n.º 16.553, inscrita no CPF sob o n.º 507.264.717-04, ” que a Justiça considerou ” incursa nas sanções do art. 305 e 313-A, por 3 (três) vezes, na forma do art. 69, todos do Código Penal Brasileiro”.

Trechos da sentença prolatada em janeiro deste ano pelo Juiz Fabrício Antonio Soares, no processo 0806856-31.2007.4.02.5101, da 3a. Vara Criminal Federal do Rio de Janeiro.

“Narra ainda a peça acusatória que a ré, na qualidade de servidora pública federal, de forma livre e consciente, no dia 02.01.2007, ocultou documentos públicos oriundos do processo administrativo nº 18471.000858/2006/97 (com dois volumes) e seu apenso nº 18471.001126/2006-14, que versava sobre ação fiscal em face da GLOBOPAR cujos valores ultrapassam R$ 600.000.000,00 (seiscentos milhões de reais).

Desse modo, a denunciada Cristina Maris Meinick Ribeiro estaria incursa nas sanções do art. 313-A do Código Penal, por 3 (três) vezes e nas do art. 305 do Código Penal uma vez.

Termo de acautelamento do CD e DVD relativos às imagens de vídeo mencionadas na denúncia (fls. 51).
A denunciada Cristina Maris Meinick Ribeiro foi notificada para o oferecimento de defesa, na forma do art. 514 do CPP (fls. 36), ocasião em que foi decretada sua prisão preventiva requerida pelo MPF às fls. 22/29.
Às fls. 143 termo de entrega de cópia do CD e do DVD acautelado em juízo à defesa da acusada em cumprimento ao despacho de fls. 141.

A defesa preliminar veio aos autos às fls. 145/169.

A Defensoria Pública da União requereu a liberdade provisória da denunciada (fls. 53) sobre o que se manifestou contrariamente o MPF às fls. 57/62, tendo este juízo decidido pela manutenção da prisão (fls. 109 e 232/233).
Nada obstante, a ré logrou a concessão de habeas corpus (HC nº 92.069), conforme ofício de fls. 363, tendo sido o respectivo alvará de soltura cumprido em 19.09.2007 (fls. 345 verso).

Diante da investigação criminal para apurar as possíveis irregularidades praticadas pela servidora da Receita Federal, ora ré, consta às fls.84/94 relatório da Receita Federal.

A denúncia, instruída pelo Procedimento Investigatório Criminal (PIC) n.º 1.30.011.002202/2007-52, foi recebida em 07.08.2007 (fls. 181).

Resposta à acusação às fls. 225, ocasião em que negou os fatos narrados na denúncia e requereu a produção de prova pericial técnica no sistema de informática.

FAC da acusada às fls. 208/210.

A denunciada foi interrogada conforme termo de fls. 222/223, oportunidade em que negou todos os fatos que lhe foram imputados na denúncia e reiterou o pedido de revogação da prisão preventiva.
Por carta precatória, foram colhidos os depoimentos das testemunhas arroladas pela acusação, conforme termos de fls. 385/386; 387 e 421.

As testemunhas indicadas pela defesa foram ouvidas por este Juízo às fls. 504, 505, 511/512, 513/514, 515/516, 517/518, exceto Luiz Fernando Meinick Ribeiro, que foi ouvido por carta precatória às fls. 563.
Em diligências, foram expedidos ofícios à Receita Federal, determinando a apresentação das 5 últimas movimentações dos procedimentos fiscais referidos na denúncia (fls. 618), do livro de ponto e de relatório de utilização das senhas da acusada, assim como a apresentação de informações acerca da possibilidade de um mesmo usuário locar-se em mais de um terminal simultaneamente.

A Receita Federal apresentou os documentos de fls. 638/650, 723/724, 725/762, 770/791 e 796.
Às fls. 804/808, a ré insistiu na realização das diligências anteriormente indeferidas. Não obstante, foi mantida a decisão de fls. 716.

Em memoriais, o Ministério Público Federal aduz que os ilícitos penais perpetrados pela ré restaram cabalmente comprovados pela farta prova documental adunada aos autos. Em síntese, aduz que, em relação ao processo fiscal nº 18741.000858/2006/97 e seu apenso nº 18471.001126/2006-14, instaurado em desfavor da GLOBOPAR, restou claro que a ré os ocultou, com o evidente propósito de obstar o desdobramento da ação fiscal que nele se desenvolvia, cujo montante ultrapassava 600 milhões de reais.

Aduz, ainda, que a servidora compareceu no setor processual da Receita Federal no dia 02.01.2007, a despeito de estar em período de férias, oportunidade em que foi capturada pelas câmeras de segurança da Receita Federal, restando inconteste que a servidora adentrara o prédio com uma bolsa e voltara portando os processos acima referidos (fls. 301/316), o que foi corroborado pelo depoimento das testemunhas Elcio Luiz Pedroza, Célia Regina Andrade Ribeiro, Neuza Vasconcellos Ramos e Simone de Bem Barbosa Torres, todos auditores fiscais da Receita Federal, os quais confirmaram que foi a acusada quem apareceu no vídeo de fls. 301/16, carregando uma bolsa com volume considerável, no mesmo dia em que sumiram os autos físicos do processo administrativo em questão, qual seja, 02.01.2007.


Ou seja, o processo da Globo “sumiu” apenas três dias depois de ter entrado “em trânsito”, segundo atesta a documentação obtida por Miguel do Rosário, de O Cafezinho.
 

A dona Cristina Maris certamente não surrupiou o processo de “mais de 600 milhões” porque gosta das novelas da Globo.

O Juiz foi inapelável:

“Consoante a denúncia, a ré Cristina Maris Meinick Ribeiro, de forma livre e consciente, valendo-se da qualidade de servidora da Receita Federal, no dia 02 de janeiro de 2007, ocultou, em prejuízo da Administração Pública Federal, documentos públicos constantes do processo administrativo nº 18471.000858/2006/97 (com dois volumes) e seu apenso nº 18471.001126/2006-14, que versavam sobre ação fiscal em face da GLOBOPAR cujos valores ultrapassam R$ 600.000.000,00 (seiscentos milhões de reais).

A acusada nega a autoria e afirma não haver prova de ter sido ela quem retirou os processos da Receita Federal no dia 02.01.2007, havendo uma suposição. Afirmou, ainda, a possibilidade de restauração dos referidos autos.

A materialidade se encontra comprovada nos autos e no procedimento investigatório criminal (anexo 1, volume 1), onde se verifica a supressão de documento público em prejuízo da Administração Pública, consubstanciada no extravio dos processos nº 18471.000858/2006/97 e nº 18471.001126/2006-14, embora constem dos sistema de controle de processos ¿ COMPROT – como localizados no Centro de Atendimento ao Contribuinte de Ipanema ¿ CAC- Ipanema.

A última movimentação do processo em tela se deu no dia 29.12.2006, onde foi informado o julgamento procedente e o respectivo lançamento em face da empresa GLOBOPAR, tendo sido feita a emissão da RM (Relação de Movimentação) em 02.01.2007 para entrega aos diversos setores de destino, sendo que os processos são entregues na DIPOL. A RM de fls. 27 onde consta a relação dos referidos processos extraviados contém carimbo do setor com a respectiva rubrica a qual não foi reconhecida por nenhum servidor daquele setor.”

D. Cristina está solta, porque o ministro Gilmar Mendes, do Supremo – logo ele! – deu-lhe um habeas corpus.

A Polícia e o Ministério Público tem de averiguar quem pagou para ela fazer isso.

Uma funcionária da Receita, com um bom emprego e experiência, só pode ter feito isso em troca de uma bela recompensa.

E quem teria interesse em fazer um processo contra a Globo, de centenas de milhões de reais, desaparecer?

A Rede TV? O SBT? A Record?

É óbvio que a própria Globo.

Que, além de sonegadora, é também corruptora.

A gente estava certo. É caso de polícia e de cadeia.

E não é só para a D. Cristina Maris, a corrupta.

É para quem corrompeu-a, a Globo!

E corrupção – viva as ruas! – agora é crime hediondo, inafiançável.






Fonte: Tijolaço
Imagens: Google




Mensalão da Globo chega à TV aberta

7 de Julho de 2013, 12:37, por Desconhecido - 0sem comentários ainda






Por Miguel do Rosário


O jornal da Record apresentou na edição desta sexta-feira reportagem sobre o “mensalão” da Globo. Este é o nome fantasia que este blog criou para se referir ao caso da sonegação milionária do poderoso grupo de mídia, num furo que poderíamos chamar de Globogate e pelo qual O Cafezinho teve a honra de ser o responsável. Diferentemente da Folha, que deu a matéria sem dar o devido crédito, a Record informou que o furo foi publicado no blog O Cafezinho, e exibiu a imagem do post.





Na introdução da matéria, Vianna lembra que as manifestações populares vistas no país também questionaram a Globo. E traz cenas dos manifestantes diante da sede da emissora, no protesto que realizamos na última quarta-feira (3 de julho). A reportagem mostra os documentos da Receita Federal que comprovam a tentativa da Globo de lesar o fisco. As frases são pinçadas e ampliadas, para explicar visualmente às pessoas o que aconteceu. A reportagem ajudará a pressionar o Ministério Público a investigar o caso. O deputado federal Protógenes Queiroz aparece segurando os documentos vazados, declarando que irá consultar o MP e a Polícia Federal sobre o assunto. Ele vê gravidade suficiente para pedir a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).








Fonte: O Cafezinho

Imagens: Google (colocadas por este blog)



Os Médicos cubanos e o tratamento aos portugueses

6 de Julho de 2013, 18:08, por Desconhecido - 0sem comentários ainda




Os cegos portugueses e os médicos cubanos


por Solidários


Trata-se de uma reportagem e um programa da TV portuguesa TVI, acerca da ida de 150 portugueses pobres cegos ou parcialmente cegos para Cuba.

São histórias emocionantes de pessoas simples, que embora vivam num país mais rico e europeu, foram encontrar na pobre Cuba algo tão essencial quanto a visão.

Diversos temas são abordados, destacamos a competência dos médicos cubanos; a razão de Portugal capitalista - com condições técnicas para as mesmas cirurgias - não o fazer; a relação humana estabelecida entre os médicos cubanos e seus pacientes, entre outros.


Vale a pena assistir (Os três primeiros vídeos são chamadas da reportagem e o programa. Os seguintes - 4, 5, 6 e 7 - apresentam a reportagem em Cuba).





















O jeito norte-americano de disputar o poder político

6 de Julho de 2013, 12:54, por Desconhecido - 0sem comentários ainda






Por Marino Boeira*



Além do basebol, do basquete e do que só eles chamam de futebol, o outro esporte favorito dos norte-americanos parece ser atirar nos seus presidentes e principais líderes políticos. A lista foi aberta por Abraham Lincoln em 1865 e não parou mais. Em 1881 mataram James Garfield; em 1901, Willian McKinley; em 1963, John Kennedy; em 1968, o pastor Martin Luther King e ainda em 1968, Robert Kennedy. Em 1981, John Hinckley Jr. disparou 6 vezes contra Ronald Reagan, mas só acertou um tiro no pulmão do Presidente, que sobreviveu.

De todos eles, os casos mais dramáticos foram os dos irmãos Kennedy, até porque foram amplamente documentados pelo cinema e televisão, meios inexistentes nos primeiros atentados. John Kennedy foi morto nas ruas de Dallas, no Texas, no dia 22 de novembro, quando começava a campanha pela sua reeleição em 64. Robert foi morto no dia 6 de junho no Ambassador Hotel, em Los Angeles, logo depois de comemorar sua vitória nas primárias do Partido Democrata, na Califórnia.

Nos dois assassinatos, principalmente na morte de John Kennedy, as dúvidas sobre se foram atentados realizados por indivíduos isolados – Lee Osvald no caso do Presidente e Sirhan Bishara Sirhan, no caso de Robert – ou se os dois irmãos foram vítimas de complôs envolvendo a máfia, exilados cubanos e a própria CIA, nunca foram realmente esclarecidas.

Ao lado de inúmeros livros, documentários para a televisão e um filme (JFK – A Pergunta que não quer Calar – de Oliver Stone, de 1991, com Kevin Costner, vivendo o promotor de New Orleans, Jim Garrison , o primeiro a tentar provar na justiça a existência de um complô para matar Kennedy), surge agora talvez a obra mais completa sobre o tema: “Irmãos – a História por trás do Assassinato dos Kennedy”(Brothers – The Hideen History of the Kennedy Years), de David Talbot, lançado no Brasil pela Benvirá, um selo da Editora Saraiva, com alentadas 650 páginas.


David Talbot
Talbot é um jornalista, hoje com 62 anos, que vive em San Francisco, na Califórnia, tendo sido editor do San Francisco Examiner e criador em 1995 de um dos primeiros sites de notícias nos Estados Unidos, o Salon.com, além de ser colaborador de publicações como The New Yorker, Time e Rolling Stone. Para escrever o seu livro sobre os Kennedy ,realizou um enorme trabalho de pesquisa sobre tudo que já tinha sido escrito sobre o tema, além de realizar mais de 150 entrevistas exclusivas com personagens que viveram durante o período em que Jack e Robert pontificaram na política americana.

Ainda que o livro de Talbot revele um certo deslumbramento com as ações dos irmãos Kennedy, principalmente Robert, ele acaba por comprovar muitos dos fatos que cercaram a família e que até hoje servem de motivo para discussões.



Vale à pena revelar algumas das conclusões a que chegou o autor, começando com as ações do patriarca da família, Joe Kennedy (Joseph Patrick Kennedy – 1888/1969) pai de John (Jack) e Robert (Bobby).

Joe Kennedy
Joe Kennedy enriqueceu contrabandeando uísque para a máfia durante a lei seca nos Estados Unidos (1919/1933) e como participante do Partido Democrata ganhou de Roosevelt o cargo de embaixador na Inglaterra (1938/1940), do qual se afastou pela sua nunca escondida simpatia com o governo nazista da Alemanha e pelo seu antissemitismo militante.

Foi Joe Kennedy quem negociou com as famílias mafiosas de Nova York e Chicago o apoio nas disputas eleitorais de seu filho, John, nas primárias para a escolha do candidato do Partido Democrata, contra Hubert Humphrey e depois nas eleições presidenciais contra Richard Nixon, em 1960.

Mais tarde os mafiosos cobrariam a conta do Presidente John Kennedy, principalmente na questão de Cuba.


Em 1959, Fidel Castro havia chegado ao poder em Cuba, derrubando o governo corrupto de Fulgencio Batista e com ele a rede de jogos e prostituição que era explorada em Havana pela máfia. Expulsa para Miami, a rede mafiosa, sob a direção de Santo Trafficante, começou a cobrar o apoio do governo americano, através de Robert Kennedy, então Procurador Geral da Justiça (cargo equivalente ao Ministro da Justiça no Brasil) para a derrubada do governo de Castro.



Com o apoio, nem sempre silencioso de Bobby, a CIA organizou com a máfia cubana em Miami, a invasão de Cuba. Três meses depois da posse de Kennedy, foi desencadeada a chamada Operação Mangusto, quando cerca de 1.300 mercenários cubanos, treinados pela CIA, desembarcaram na Baia dos Porcos, mas em menos de 72 horas foram derrotados pelo exército cubano e feitos prisioneiros.

A máfia de Miami, a CIA e altos escalões das forças armadas americanas pressionaram então o governo americano a assumir oficialmente o conflito, enviando a força aérea para atacar Cuba. O Presidente Kennedy, porém, temeroso de que o ataque desencadeasse uma guerra contra a União Soviética (o premiê soviético Nikita Kruchiov havia enviado carta a Kennedy ameaçando apoiar militarmente Cuba) negou este apoio e com isso se indispôs com seus apoiadores na máfia e nos setores mais radicais das forças armadas.


Em outubro de 92, uma nova crise opôs novamente os Estados Unidos e a União Soviética, quando os americanos denunciaram a presença de foguetes soviéticos com ogivas atômicas em Cuba.
Depois de 13 dias, quando o mundo esteve muito próximo de um conflito nuclear, os dois governos chegaram a um acordo: os russos retirariam seus foguetes desde que os americanos garantissem que não invadiriam Cuba.
Lyman Lemnitzer
O acordo foi aceito por Kennedy, mas o fato irritou profundamente o alto comando militar americano que imaginava sair vitorioso num confronto nuclear com a União Soviética, ainda que com a perda de milhões de vidas dos dois lados. 
O general Lyman Lemnitzer, Chefe do Estado Maior, por exemplo, defendia abertamente um ataque nuclear preventivo contra a União Soviética.

Para os militares, Kennedy havia fraquejado também diante dos soviéticos, quando em 1961,na conferência de Viena aceitou o ultimato de Kruchiov sobre a divisão permanente de Berlim e depois quando negociou a retirada dos tanques americanos , colocados frente a frente de tanques soviéticos junto ao Portão de Brademburgo, e concordou com a permanência do muro que os alemães orientais haviam construído para separar os dois lados da cidade.


Lucius Clay

O comandante militar americano em Berlim, Lucius Clay (1897/1978) era ostensivamente a favor do confronto com os soviéticos e criticou Kennedy pelo que considerou uma fraqueza do Presidente.

Para Talbot, todos estes fatos minaram o apoio de Kennedy junto aos generais e enfraqueceram seu governo, permitindo com isso que instituições como o FBI, comandado por um declarado inimigo dos Kennedy, Edgar Hoover, e a CIA, agissem à vontade, sabotando os esforços do Presidente e do Procurador Geral em busca de um acordo de paz permanente com a União Soviética.

Talbot não diz diretamente, mas levanta as suspeitas de que elementos do governo, principalmente da CIA e FBI tenham tramado com os exilados cubanos de Miami e a máfia, os assassinatos de John, em Dallas e depois de Robert, em Los Angeles.



No caso da morte do Presidente, a prova maior de que ele não fora vítima de um único atirador (Lee Oswald), mas sim atacado por atiradores colocadas na frente e atrás do seu carro, estava no filme amador feito por Abraham Zapruder, que registrou com sua câmera de 8 milímetros Bell & Howell, a passagem de Kennedy pela Dealey Plaza, no Texas. Os originais do filme de poucos segundos, foram vendidos por Zapruder por 50 mil dólares para a revista Life, mas ficaram inéditos muito tempo até serem mostrados várias vezes no filme de Stone, JFK, como prova de que ocorrera um complô contra o Presidente.


No caso do assassinato de Robert, Talbot diz que apesar do seu assassino Sirhan Bishara Sirhan, um palestino nascido em Israel, ter disparado duas vezes contra sua vítima, de frente, a uma distância de dois metros, a autopsia mostrou que havia também resquícios de pólvora na têmpora direita de Robert, caracterizando um tiro à queima roupa, o que nunca foi investigado.


Porque o aprofundamento das investigações poderia dividir a nação, como chegou a dizer Robert Kennedy aos seus assistentes, a morte de John Kennedy, foi atribuída oficialmente pela Comissão Warren (criada pelo Congresso para investigar o caso) a um só executante, Lee Oswald.


Convenientemente, Lee Oswald havia sido 
assassinado, dois dias depois da morte de Kennedy, quando era conduzido por policiais nos corredores da prisão de Dallas, por um pistoleiro da máfia, Jack Rubi, diante das câmeras de televisão. Rubi morreria de câncer quatro depois, encerrando as possibilidades de um esclarecimento definitivo sobre o assassinato de Kennedy, mas deixando em aberto a desconfiança de que os assassinatos podem fazer parte da política norte-americana de disputa do poder.

O que fica claro, lendo o livro de David Talbot, é que a tão exaltada democracia norte-americana não é tão democrática assim.


*Marino Boeira é professor universitário


Fonte: Sul 21
Imagens: Google




Unasul condena países europeus por ofensa a Evo Morales

5 de Julho de 2013, 10:21, por Desconhecido - 0sem comentários ainda





Os presidentes da União de Nações Sul-americanas (Unasul) condenaram os governos da Itália, França, Portugal e Espanha pelo agravo ao presidente Evo Morales "que ofende não somente o povo boliviano, mas todas as nossas nações ".

A forte condenação a esses países membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) está contida em uma declaração assinada na noite desta quinta-feira (4) em Cochabamba pelos presidentes da Argentina, Cristina Fernandez; Uruguai, José Mujica; Venezuela, Nicolás Maduro; Equador, Rafael Correa; e Suriname, Desiré Bouterse.



Os presidentes de Peru, Colômbia, Chile e Brasil, que não puderam participar desta cúpula extraordinária da Unasul na Bolívia, também manifestaram sua condenação ao agravo sofrido por Evo Morales na Europa.

O texto da declaração deste organismo da integração, reunido em Cochabamba, denuncia perante a comunidade internacional e seus diferentes organismos "a flagrante violação dos tratados que regem a convivência pacífica, a solidariedade e a cooperação entre nossos Estados".

A declaração condena "o atropelo e as práticas neocoloniais que ainda subsistem em nosso planeta em pleno século 21".

Também ressalta a falta de transparência sobre as motivações das decisões políticas que impediram o trânsito aéreo do avião executivo boliviano e com o presidente Morales a bordo.

No documento, os mandatários da Unasul expressaram seu repúdio às "práticas ilegais de espionagem que põem em risco os direitos cidadãos e a convivência amistosa entre as nações".

Por outro lado, declararam que é inaceitável "a restrição à liberdade do presidente Evo Morales, convertendo-o virtualmente em um refém”.

Essa ação “constitui uma violação de direitos não só ao povo boliviano, mas a todos os países e povos da América Latina e abre um perigoso precedente...”.

Em outra passagem, o texto rechaça "as ações claramente violadoras de normas e princípios básicos do direito internacional, como a inviolabilidade dos chefes de Estado, enquanto exige que os governos dos mencionados países expliquem as razões de sua decisão.

Igualmente, a declaração respalda a denúncia apresentada pela Bolívia perante o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

"Minha mão não tremeria para fechar a embaixada dos Estados Unidos, temos dignidade, soberania, e sem os Estados Unidos estamos melhor politicamente, democraticamente", afirmou Morales.

A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, exigiu uma desculpa pública dos governos europeus que negaram a autorização de voo sobre seu espaço aéreo a Evo Morales.

"Quero pedir a vocês - muito serena, mas muito seriamente -, que violaram o direito, que se retratem e assumam os erros cometidos, que peçam perdão alguma vez na sua vida pelo que fizeram".





Fonte: Vermelho

Imagens: Google



Classe médica se manifesta no Brasil "com muita Ética e Respeito"

4 de Julho de 2013, 14:09, por Desconhecido - 0sem comentários ainda


Qual será o nome desta Médica???

Esta é a classe médica do Brasil!

Totalmente sem ética e sem respeito ao próximo!


Uma médica que se manifesta desta maneira contra um ex presidente do país (o mais alto cargo que um brasileiro pode aspirar), imaginem então como ela deve tratar seus pacientes.


Que venham médicos de todos os lugares do mundo, pois só assim o povo brasileiro saberá como um médico verdadeiro deve se comportar.






Governo Brasileiro expressa sua indignação e repúdio ao constrangimento imposto ao presidente Evo Morales

3 de Julho de 2013, 17:45, por Desconhecido - 0sem comentários ainda



Nota Oficial

O governo brasileiro expressa sua indignação e repúdio ao constrangimento imposto ao presidente Evo Morales por alguns países europeus que impediram o sobrevoo do avião presidencial boliviano por seu espaço aéreo, depois de haver autorizado seu trânsito.

O noticiado pretexto dessa atitude inaceitável – a suposta presença de Edward Snowden no avião do Presidente –, além de fantasiosa, é grave desrespeito ao Direito e às práticas internacionais e às normas civilizadas de convivência entre as nações. Acarretou, o que é mais grave, risco de vida para o dirigente boliviano e seus colaboradores.

Causa surpresa e espanto que a postura de certos governos europeus tenha sido adotada ao mesmo momento em que alguns desses mesmos governos denunciavam a espionagem de seus funcionários por parte dos Estados Unidos, chegando a afirmar que essas ações comprometiam um futuro acordo comercial entre este país e a União Europeia.
O constrangimento ao presidente Morales atinge não só à Bolívia, mas a toda América Latina. Compromete o diálogo entre os dois continentes e possíveis negociações entre eles. Exige pronta explicação e correspondentes escusas por parte dos países envolvidos nesta provocação.

O governo brasileiro expressa sua mais ampla solidariedade ao presidente Evo Morales e encaminhará iniciativas em todas as instâncias multilaterais, especialmente em nosso Continente, para que situações como esta nunca mais se repitam.


Dilma Rousseff"
Presidenta da República Federativa do Brasil





Evo volta à Bolívia: "Queriam me intimidar"

3 de Julho de 2013, 17:34, por Desconhecido - 0sem comentários ainda


Presidente da Bolívia Evo Morales foi impedido de seguir viagem na volta da Rússia, o que pode constituir uma violação do direito internacional e uma ofensa dos europeus "a todo um povo", disse o presidente. 

Evo Morales volta à Bolívia após horas de espera: "Queriam me intimidar"

O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, cobrou explicações dos governos que proibiram o ingresso do avião do presidente da Bolívia, Evo Morales, nos seus espaços aéreos, nesta terça-feira (2). Em comunicado, Insulza se disse “profundamente incomodado” e ressaltou que “nada justifica uma ação de tanto desrespeito”. Morales já anunciou o seu retorno à Bolívia nesta quarta (3), depois de quase 14 horas de espera.


Ao retornar da Rússia, Morales recebeu a ordem de que seu avião não poderia ingressar nos espaços aéreos da França, da Itália e de Portugal, segundo autoridades bolivianas, por suspeitas de que o ex-agente estadunidense Edward Snowden estivesse a bordo. Morales foi obrigado a desviar a rota e a aguardar autorização para seguir viagem em Viena, na Áustria.

Os presidentes Ollanta Humala (Peru), Cristina Kirchner (Argentina), José Pepe Mujica (Uruguai) e Rafael Correa (Equador) prestaram solidariedade a Morales. Os líderes avaliam a hipótese de convocar uma reunião extraordinária da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) para avaliar o tema.

“Sinto que foi um pretexto para amedrontar-me, intimidar-me”, disse Morales, “para tratarem de nos calar contra a luta das políticas de saqueio, contra as invasões e a dominação”, completou, em uma coletiva de imprensa, antes de embarcar para a Bolívia na manhã desta quarta-feira (3).

O presidente disse ter se sentido como um “sequestrado”, e afirmou que não permitiu que o embaixador espanhol subisse no avião presidencial:

“O presidente tem imunidade inviolável, tem seu direito a transitar por qualquer parte do mundo. Eu rechacei por dignidade, tenho a obrigação de defender a dignidade, a soberania, porque isso não é uma ofensa ao presidente, é a todo um povo, é a toda uma região, como a América Latina”.

 

Fonte: Vermelho


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Nota Oficial do pronunciamento
da Presidenta Dilma Rousseff


O governo brasileiro expressa sua indignação e repúdio ao constrangimento imposto ao presidente Evo Morales por alguns países europeus que impediram o sobrevoo do avião presidencial boliviano por seu espaço aéreo, depois de haver autorizado seu trânsito.

O noticiado pretexto dessa atitude inaceitável – a suposta presença de Edward Snowden no avião do Presidente –, além de fantasiosa, é grave desrespeito ao Direito e às práticas internacionais e às normas civilizadas de convivência entre as nações. Acarretou, o que é mais grave, risco de vida para o dirigente boliviano e seus colaboradores.

Causa surpresa e espanto que a postura de certos governos europeus tenha sido adotada ao mesmo momento em que alguns desses mesmos governos denunciavam a espionagem de seus funcionários por parte dos Estados Unidos, chegando a afirmar que essas ações comprometiam um futuro acordo comercial entre este país e a União Europeia.

O constrangimento ao presidente Morales atinge não só à Bolívia, mas a toda América Latina. Compromete o diálogo entre os dois continentes e possíveis negociações entre eles. Exige pronta explicação e correspondentes escusas por parte dos países envolvidos nesta provocação.

O governo brasileiro expressa sua mais ampla solidariedade ao presidente Evo Morales e encaminhará iniciativas em todas as instâncias multilaterais, especialmente em nosso Continente, para que situações como esta nunca mais se repitam.

Dilma Rousseff"
Presidenta da República Federativa do Brasil