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"Não ande atrás de mim, talvez eu não saiba liderar.

 Não ande na minha frente, talvez eu não queira segui-lo.

Ande ao meu lado, para podermos caminhar juntos."

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Burgos Cãogrino

3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

Obama dará continuidade à sua estratégia belicista

8 de Novembro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda



A utilização dos aviões sem piloto, os drones, substituiu progressivamente os bombardeamentos da força aérea tradicional


Miguel Urbano Rodrigues


A reeleição de Barack Obama foi recebida com simpatia pelos seus aliados europeus. Sobre ele chovem elogios.

Mas a sua campanha eleitoral não transcorreu na atmosfera triunfalista da anterior. O presidente não cumpriu as promessas sintetizadas no slogan «sim, nós podemos!», que em 2008 entusiasmou milhões de compatriotas que acreditaram numa «mudança».

O País continua mergulhado numa crise profunda. A dívida pública interna aumentou para um nível astronômico.A divida externa é a maior do mundo. O defícit da balança comercial é colossal. Os EUA são hoje um estado parasita que consome muito mais do que produz e mantém a hegemonia mundial em consequência do seu enorme poderio militar. A política financeira de Obama, concebida para favorecer as grandes transnacionais e a banca, contribuiu para agravar o desemprego e manteve na miséria dezenas de milhões de famílias.

Romney com o seu programa assustou os negros, os latinos e um amplo setor da pequena burguesia branca. No início o seu discurso era tão reacionário que o modificou, deslocando-se da direita cavernícola para o centro.

Nos debates televisivos que encerraram o grande circo milionário da campanha eleitoral ele e Obama coincidiram praticamente nas questões fundamentais.

A mídia apresentou a política internacional do presidente como o grande êxito do seu mandato; Romney não a criticou. Essa coincidência dos candidatos é por si só reveladora do nível de alienação do eleitorado da grande república.

É difícil encontrar precedente na história dos EUA para uma politica exterior que tenha configurado para a humanidade uma ameaça comparável à desenvolvida por Barack Obama.

No Iraque, vandalizado pela ocupação militar, permanecem milhares de oficiais e dezenas de milhares de mercenários e a violência é um flagelo endémico. No Afeganistão, a guerra está perdida. A maior parte do pais encontra-se sob controle das forças que combatem a ocupação dos EUA e da Otan, e o governo fantoche de Karzai é odiado pelo povo.

A utilização dos aviões sem piloto, os drones, substituiu progressivamente os bombardeamentos da força aérea tradicional. O presidente Obama elogiou repetidamente durante a campanha o recurso a essa nova modalidade criminosa de guerra. É ele pessoalmente quem selecciona os «inimigos» a abater em listas elaboradas pela CIA, submetidas à sua aprovação. Mas nesses bombardeamentos «cirúrgicos» a aldeias do Paquistão milhares de camponeses, como reconhece o próprio New York Times, têm sido mortos.

Durante a campanha, Obama evitou o envolvimento dos EUA em novas guerras de agressão. Mas, reeleito, a sua estratégia belicista de dominação mundial vai ser retomada. O ataque à Síria será o próximo objetivo. A decisão será americana, muito embora Washington incumba dessa tarefa a Turquia e provavelmente a França e a Grã-Bretanha.

Resolvida «a questão síria», os EUA, em parceria com Israel, intensificarão a campanha mundial que visa a destruição do seu grande «inimigo» na região, o único grande Estado islâmico que não se submete à sua estratégia imperial: o Irã.

A atual política para a América Latina, que através de golpes de Estado atípicos - Honduras e Paraguai - afastou presidentes incômodos, terá continuidade. Washington sofreu uma derrota importante com a reeleição de Hugo Chávez, mas a guerra não-declarada contra a Revolução Venezuelana vai prosseguir.

A prioridade na estratégia belicista da nova Administração será contudo a China. Obama foi transparente quando anunciou que dois terços do poder aeronaval dos EUA vão ser concentrados na Ásia Oriental. É por ora imprevisível o estilo que assumirá a política anti-chinesa (e anti-russa) de Barack Obama. Mas pode-se antecipar que o seu segundo mandato será para a humanidade tão negativo ou mais do que o primeiro.

Cabe perguntar: como foi possível atribuir a tal homem o Prêmio Nobel da Paz?

Fez uma chuva de novas promessas, mas elas serão engavetadas tal como as do primeiro mandato.




Vila Nova de Gaia,7 de Novembro de 2012



Miguel Urbano Rodrigues é jornalista e escritor português


Fonte: Brasil de Fato
Imagem: Google



Milhões de mortos provocados pelo capitalismo

8 de Novembro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda





É impossível contar porque os crimes do capitalismo se atualizam minuto a minuto, hora por hora, dia a dia, semana a semana e assim até que nós ou o próprio capitalismo tenha o seu fim. (esperemos que a segunda opção seja a mais correta).

Há que ter em conta que estes dados não são permanentes, está incompleto sendo que houve mais mortes depois de 2002 e ao decorrer do século XIX e XX.

- Entre 1845 e 1849, 
morreram cerca de 2 milhões e meio de irlandeses pela fome provocada pela política colonial britânica.

- Em 1871,
depois da derrota de Napoleão Bonaparte contra Bismarck, os trabalhadores franceses tomaram o poder em Paris, instaurando o governo da Comuna. A burguesia francesa e alemã se juntaram para reprimir a classe operária. O liberal Thiers comandava a repressão. Resultado: cerca de 100.000 trabalhadores assassinados, dezenas de milhares de detidos e mais de 7.000 deportados.

- Entre 1876 e 1902
encadeou uma série de fome, provocadas pelo colonialismo britânico através de suas políticas liberais e malthusians, na Índia, China, Brasil, Etiópia, Coreia, Vietnã, Filipinas e a Ilha da Nova Caledônia, que provocaram cerca de 60 milhões de mortos. Ao destacar a fome na Índia de 1876-1879 cujo o responsável direto foi o
Governador geral da Índia, o britânico Lytton, que custou a vida de mais de 10 milhões de pessoas e a fome de 1896-1902, principalmente “graças” as políticas britânicas e a ideologia colonialista e racista do Governador geral George Curzon, no custou em 19 milhões de mortos.
Também uma terrível fome isolou a Índia décadas mais tarde, em 1943-1944, custando ao redor de 4 milhões de mortos cuja responsabilidade recai sobre o Império britânico. Esta fome foi o estopim para a luta pela independência da Índia.

- Em 1898
os EUA se anexaram nas Filipinas, depois de prometer aos filipinos a soberania e a independência. Massacraram mais de 600.000 filipinos.

- Em 1902
os britânicos invadem a África do Sul, para tirar com violência os outros imperialistas, os holandeses. A guerra provoca mais de 100.000 mortes. Os britânicos utilizaram campos de concentração, que serviriam de exemplo a Hitler para sues campos de extermínio.

- Entre 1904 e 1907
os imperialistas alemães exterminam na Namíbia a 65.000 dos hererós (70% da população) e 10.000 namaquas (50% do total da população namaqua).


- Na conferência de Berlim de 1884-1885 as potências coloniais cedem o Congo para a Bélgica. Desde essa data até 1907 foram assassinados cerca de 10 milhões de congoleses pelas tentativas de Leopoldo II de controlas o mercado da produção do caucho.

- Em 1911,

 com a maior parte da indústria e da banca em mãos do capital estrangeiro (inglês e francês principalmente), morreram na Rússia pela fome cerca de 10 milhões de pessoas.

- Em 1914
temos início a Grande Guerra, na qual os ladrões imperialistas se repartem, através das armas, o mundo. Morreram aproximadamente 18 milhões de pessoas, com cerca de 8 milhões de desaparecidos.
Devido as condições higiênicas, a aglomeração e o desaparecimento de tropas se expandiu por todo o mundo a pandemia da “Gripe espanhola”, causadora de mais de 50 milhões de mortes. A Sociedade das Nações definiu assim a natureza e os responsáveis da I GM, em 1921: (As empresas de armamento fortaleceram a política de guerra convenceram aos seus próprios países a cultivar tal política e a elevar o seu armamento. No próprio país e no estrangeiro essas empresas trataram de subornar os funcionários do governo. Os fabricantes de armas divulgaram falsas notícias acerca dos programas militares e navais de distintos países para elevar os gastos no armamento. Mediante o controle da imprensa própria e estrangeira, tais empresas trataram de influir na opinião pública. As empresas de armamento organizaram redes armamentistas internacionais que aumentou a porfia armamentista servindo assim de umas nações como bases contra as outras. Se organizaram trustes internacionais que elevaram os preços do armamento).

Crianças mortas na Rússia vítimas da fome
- Depois da Revolução de Outubro, a burguesia e a nobreza russa se lançam na guerra civil contra o Poder dos operários e camponeses. 14 potências imperialistas intervem em favor dos “brancos”. Entre a guerra e a fome dos anos 20 provocada pela especulação dos kulaks, e o bloqueio econômico e o “cordão sanitário” imposto pelos imperialistas, faleceram cerca de 22 milhões de russos.

- E não somente na Rússia bolchevique, o “terror branco” se destacou por toda Europa. Na Alemanha o governo social-democrata de Noske massacra os espartaquistas. De 1918 a 1923 a repressão assassina 200.000 pessoas na Finlândia, Países Bálticos, Hungria, Romênia, Polônia, Bulgária e a citada Alemanha. De 1925 a 1935 o “terror branco” imposto pela burguesia monopolista para estabilizar o seu domínio e esmagar a revolução e as organizações operárias custaram a humanidade: 5.187.000 de presos; 3.820.000 feridos; 3.409.000 assassinados; 243.000 sentencias de morte.

- As intervenções militares dos EUA na América Central, do Sul e no Caribe entre 1910 e 1940 causaram mais de 50.000 mortes.

- Em 1945,

os bombardeios indiscriminados sobre a população civil por parte dos imperialistas anglo-americanos causaram mais de 200.000 mortos em Dresden e cerca de 60.000 em Hamburgo.

- Em 1945,
enquanto os japoneses negociavam sua rendição com os soviéticos, os EUA lançam a primeira bomba nuclear sobre Hiroshima. Seus científicos militares ordenam não avisar a população civil, para comprovar os efeitos da dita arma. As vítimas superam as 150.000. Em Nagasaki, onde lançou a segunda bomba, cerca de 75.000. Ademais, os EUA bombardearam indiscriminadamente a população civil, criando uma lista de “cidades a serem destruídas”. Mais de 700.000 mortos.

- Em 1946
a marinha francesa bombardeia a cidade de Haifong no Vietnã, assassinando milhares de civis; começa então uma larga guerra de libertação na qual, somente até 1955, os franceses haviam matado mais de 1.200.000 de vietnamitas; “pela política de fome desenvolvida pelos franceses, no qual recolheram e armazenaram todo o arroz disponível até que chegar ao ponto de se apodrecer”, palavras de Ho Chi Minh.

- Entre 1946 e 1960
os britânicos instauram o Estado de exceção na Malásia, contra o avanço da guerrilha comunista. Cerca de 12.000 foram assassinados.

- Dois anos mais tarde,
em Deir Yassin, trezentos palestinos foram assassinados por Israel depois de serem obrigados a abandonar as suas terras.

- Nesse mesmo ano de 1948
os imperialistas dividem o Paquistão e a Índia assassinando 300.000 inocentes.

- Durante os processos de independência em Madagascar, Argélia, Marrocos, Tunísia e a África, esses mesmos “democratas” mataram pelas armas ou facas mais de 500.000 civis.

No Quênia os britânicos criam campos de concentração no qual prenderam a comunidade kikuyu.

- Em 1950
começa a invasão da Coreia pelo exército dos EUA, que ademais ameaça a lançar bombas nucleares sobre a China. 778.000 foram mortos de baixas por parte da Coreia do Sul; por parte da Coreia do Norte foram 1.187.000 desses 1.545.000 foram soldados, além de 2,5 milhões de civis mortos ou feridos. Também temos que somar 54.000 estadunidense e 500.000 chineses (entre eles o filho de Mao Zedong, Mao Anying).

- Em 1952 a polícia francesa assassinava no Marrocos 52 independentistas e em 53, em Kebia, sessenta e cinco palestinos foram ultimados pelos legionários israelenses, por reclamar pela devolução de suas terras.

- Em 1954
a CIA e os marinheiros norte-americanos derrotam Jacobo Arbenz, presidente popular da Guatemala, elegido democráticamente nas eleições mais limpas que jamais foram feitas neste país, até os dias de hoje. Os esquadrões da morte adestrados pelos EUA mataram mais de 200.000 pessoas.

- Em 1956
os EUA invadia a República Dominicana, mais uma vez com seus soldados; massacram os palestinos em Kafr Qasim; tropas britânicas lançam ataques com todo o tipo de armamento matando 10.000 independentistas quenianos, começa a guerra pela independência da Argélia: A França então assassinou 1.200.000 de argelinos.

- Desde 1962 até 1975,
as tropas dos EUA mataram 3.500.000 de vietnamitas, utilizando bombas proibidas pela Convenção de Genebra. Ademais, realizam o “Programa Phoenix”, encargado de vários assassinatos de pessoas consideradas suspeitas de serem comunistas, assassinando mais de 20.000 civis.

- Em 1961

a CIA e o Pentágono assassinam o revolucionário Patrício Lumumba. Em 1964 derrubam o Governo Popular do Congo e o Governo de João Goulart, presidente do Brasil. Em 1965 o governo dos EUA ajuda dar um golpe de Estado na Indonésia, o do general Suharto, assassinando 500.000 comunistas daquela nação, aparte de anexarem ao Timor Oriental (Timor Leste como conhecido atualmente) assassinando outros 500.000; e nessa mesma data a CIA organiza e executa Malcom X no Harlem.

- 1967:
Estados Unidos e Inglaterra promovem a guerra de Biafra, Nigéria, que duraria três anos. Cerca de 3.000.000 de mortos.

- 1968:
A polícia norte-americana assassina em Chicago o presidente dos Panteras Negras; bombardeiam os campos de refugiados no Líbano.

- 1970:
Trinta alunos palestinos são assassinados nos ataques aéreos em Bahr e Bakr; Setembro Negro: mil palestinos são assassinados pelas bombas israelenses.

- 1972:
Em Derry, o Exército britânico matam treze manifestantes na Irlanda do Norte. John Lennon compôs em honra aos mortos a canção “Sunday, bloody Sunday”, domingo sangrento traduzindo para o português, que por sinal foi o nome dado ao massacre contra os manifestantes.

- 1973:
A CIA e o Pentágono derrotam o Governo da Unidade Popular, no Chile, que era presidido por Salvador Allende. Mais de 3.000 pessoas foram mortes e desaparecidas.

- Nesse mesmo ano
assassinam Amílcar Cabral, líder independentista guineano; a CIA promove e financia a guerra e a repressão em Bangladesh: mais de 3.000.000 foram mortos.

- 1975:
Oitenta mortos nos bombardeios israelenses, com armas dos EUA, contra alguns campos de refugiados palestinos nos Líbano.

- 1976:
Outros dez camponeses palestinos morreram nas manifestações pelos territórios palestinos ocupados.

- 1977:
A CIA e o governo dos EUA financiam e apoiam o golpe de estado e a ditadura na Argentina: quinze mil foram assassinados, trinta mil desaparecidos, quase dois milhões foram exilados, novo mil presos;

e pouco mais tarde, de novo o governo dos Estados Unidos, através de sua agência de inteligência e o Pentágono, protege e respalda o golpe militar da corte fascista na Coreia do Sul.

- 1980:
Repressão em El Salvador: sessenta e cinco mil foram mortos e sete desaparecidos; repressão na Turquia, sem contabilizar o Curdistão, com mais de mil assassinatos, aproximadamente mil pessoas foram desaparecidas, 665.000 detidos, 11.000 presos; e ainda por cima, os EUA apoia a guerra entre o Irã e o Iraque, financiando ambos os lados, que duraria dez anos de conflitos: resultado, 600.000 mortos.

- 1982:
Invasão do Líbano, com o resultado de 20.000 mortos; massacre em Shaba e Chatila: 18.000 mortos e 35.000 feridos; millhares de islamitas assassinados em Hama (Síria), durante uma insurreição.

- 1983:
Os soldados dos EUA invadem o Estado caribenho de Granada.

- 1984:
No Marrocos, a polícia matou cem manifestantes na revolta do pão. O rei Juan Carlos de Borbón não disse nada. O governo de Felipe González tão pouco. A monarquia alauíta é “irmã” espiritual da espanhola.

- 1986:
300 presos políticos foram assassinados na cadeia de Lurigancho, Peru, enquanto 25.000 pessoas foram assassinadas nas ruas e os desaparecidos superam os números de onze mil.

- 1987:
Começa a Intifada palestina, com mais de 2.000 assassinados por Israel.

- 1989:
A aviação e os soldados norte-americanos bombardearam e invadem o Panamá, sequestrando o presidente Noriega, no qual foi preso; o número de mortos, milhares, muitos por apenas se posicionarem contra a queda do presidente e a invasão dos EUA.

- 1990:
O Exército profissional de Israel assassina vinte e dois palestinos na explanada das mesquitas.

- 1991:
Guerra e o bloqueio contra o Iraque, com um saldo de 3.000.000 de mortos; repartição e guerra na Iugoslávia: 200.000 mortos.

- 1992:
Invasão na Somália pelos soldados norte-americanos, provocando milhares de mortes, sem números detalhados, pois a maioria dos corpos tinha “outros fins”.

- 1993:
Invasão no Sudão; golpe de Estado de Yeltsin, desenhado e planejado pelos EUA, contra a URSS. O povo russo que não concordou e não foram poucos pagaram caro, 200.000 mortos e uma dura crise em 1998, que é claro a mídia sequer fala a respeito disso.

- 1994:
Massacre na mesquita de Hebron onde foram assassinados 52 palestinos;
em Ruanda 1.000.000 de mortos; o Parlamento francês abre uma investigação para saber a possível responsabilidade de seu país. Um detalhe muito democrático.

- 1998:
A OTAN bombardeia a Iugoslávia com armas radioativas proporcionadas pelos Estados Unidos, o povo sérvio é massacrado pelas tropas albanesas que depois da morte de Enver Hoxha e o fim do socialismo no país abrem as pernas para os EUA e é claro para os lacaios da União Europeia e a própria OTAN.

- 2002:
Começa a guerra total contra o Islã. A mídia fala de Terrorismo Internacional. Acusam, sem provas que Bin Laden é o maior culpado por todas as “desgraças” contra o mundo (que é claro, na língua ocidental o mundo deles, pois para os mesmos o oriente não é mundo e sim atraso e terra dos comunistas). Saddam Hussein é culpado indiretamente e sem provas. Invasão no Iraque tem o seu início e o seu resultado: 200.000 assassinados, e entre eles Saddam. Claro esses números subiram muito nesses últimos 9 anos.

- 2011:
Tropas da OTAN invadem a Líbia com a “desculpa” de “salvar” o povo líbio do “ditador tirano” Muammar Kadafi, milhares de civis foram mortos pelos bombardeios “humanitários” em prol pela “paz”, grande parte crianças e é claro como no Iraque, Kadafi também não escapou, foi brutalmente assassinado pelos mercenários do CNT, claro que isso tava no script. Kadafi sabia demais assim como Saddam e qualquer outro, pois quem sabe demais tem o seu preço, e o que acaba pagando é a sua própria vida.

- 2012:
Mercenários turcos, líbios e do Qatar tomam Homs e praticam atos de terrorismo contra a população síria, a mídia financiada pelos EUA diz que são tropas do “ditador tirano” (sempre o mesmo jargão, que onda né?) Bashar al Assad. Mesmo com veto da China e da Rússia os terroristas matam sem piedade mulheres, crianças, idosos que são a favor de Bashar e da Síria livre do imperialismo, e a mídia como sempre, como papagaio repete o mesmo joguinho que a oposição “democrática e pacífica” sofre repressão das tropas do “ditador”, porém oculta que a mesma oposição mata sem piedade quem é a favor do mesmo “ditador”.

Bom, foi muito né? pois é. Muitos falam, falam não, repetem que o comunismo matou milhões, sequer apresentam provas, corpos ou nomes... Porém os crimes que esse sistema genocida onde a única linguagem que se entende é a do dinheiro ninguém fala nada, se ainda tem alguma dúvida é só pegar qualquer um dos crimes citados no post e jogar no Google. Enquanto esse sistema assassino continuar em prática os números serão maiores e inclusive eu, você, nós podemos ser vítima dele, e o que é pior, se o povo não abrir os olhos e saber as verdades sobre essa ditadura a tendência vem de mal a pior.


Fonte: Mundo Alternativo
Imagem: Google(colocadas por este blog) 




"vou viver e morrer na Síria"

7 de Novembro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda


Bashar Al Assad
Assad responde a Cameron: "vou viver e morrer na Síria"


Em entrevista a uma emissora russa, o presidente da Síria, Bashar Al Assad, disse que vai permanecer no país, afastando a hipótese de deixar a região. Assad acrescentou ainda que vai “viver e morrer” na Síria. Na entrevista, o presidente alertou ainda para as repercussões mundiais que uma intervenção estrangeira na Síria poderia ter.

Assad definiu a Síria como sendo o “último bastião da laicidade [referente ao Estado laico], da estabilidade e da coexistência na região”. “Não sou um fantoche. Sou sírio, nascido na Síria e vou viver e morrer na Síria”, disse o presidente.

A entrevista de Assad foi concedida após a visita do primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, ao Oriente Médio. Na visita, Cameron sugeriu que Assad deixe o poder como meio de acabar com a guerra na Síria.

O presidente sírio disse ainda que não vê o Ocidente embarcando em uma intervenção militar em seu país e alertou que o custo desta ação seria insustentável, noticiou a emissora de TV russa Russia Today, nesta quinta-feira, citando uma entrevista com ele.

"Acho que o curso de uma invasão estrangeira na Síria - caso aconteça - seria maior do que o mundo inteiro poderia suportar... Isto terá um efeito dominó que irá afetar o mundo do Atlântico ao Pacífico", afirmou.

"Eu não acredito que o Ocidente esteja indo nessa direção, mas se estiverem, ninguém pode dizer o que acontecerá depois", disse. Os comentários foram publicados em árabe no site do canal Russia Today.



Fonte: Vermelho
Imagem: Google

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Você sabia que a Síria anti-imperialista de Assad é um país árabe que protege os cristãos?



Você sabia que a Síria anti-imperialista de Assad é o único país árabe que protege os cristãos?

A Síria progressista de Bashar Al Assad une cristãos e muçulmanos pela defesa e a soberania do país contra as tentativas do ocidente “democrático” para fazerem o mesmo massacre que fizeram na Líbia.

Uma das principais riquezas imateriais do povo sírio é a sua maravilhosa tradição de amizade que chega a verdadeira simbiose entre suas diferentes crenças religiosas.



Damasco é a cidade das 200 mesquitas, berço do islã sunita e também xiita mas também é o berço do mais antigo e verdadeiro cristianismo desde o século I da nossa era.

O estado laico e progressista do Partido Baath que cultivou esta riqueza e perseguiu energicamente todo fanatismo e sectarismo religioso, veneno capaz de destruir a união popular e o projeto anti-imperialista. Frente a teoria estúpida do domínio de uma “seita alauita”, está o feito objetivo da fraternidade e cooperação entre as religiões no marco de um estado laico progressista. A esposa do ex-presidente Hafez al Assad estudou em um colégio de freiras maronitas de Latakia. Seus filhos, incluindo o atual presidente Bashar, estudaram no colégio cristão dos Irmãos Lazaristas.



O normal em Damasco, em Alepo, em Homs (antes do ataque terrorista), em Latakia e em outras cidades sírias era não a simples tolerância porém a profunda amizade inter-religiosa. O Grande Mufti de Damasco gostava de dizer que as três grandes religiões monoteístas eram os “três galhos da árvore de Abraão”. Os muçulmanos, cristãos e os fiéis da Fé Bahá'í peregrinam na Grande Mesquita dos Omíadas de Damasco que tem a cabeça de São João Batista.

Grande Mesquita dos Omíadas em Damasco, quarto lugar sagrado do Islã
No convento de Saydnaya, dependente do Patriarca grego ortodoxo de Damasco, vem mais muçulmanos do que cristãos para ver o ícone milagroso de São Lucas que representa a Virgem Maria. As jovens muçulmanas que não podem ter filhos rezam fervorosamente para que se produza o milagre da maternidade. Os muçulmanos ricos de Damasco doam sempre sua fortuna ao Patriarca ortodoxo quando tinham que viajar.


Bairro cristão de Bab Touma em Damasco
Damasco é a sede de, ao menos, três igrejas católicas orientais: a Igreja ortodoxa liderada pelo Patriarca Inácio IV Hazim, a Igreja grega católica melquita cujo Patriarca Gregório III Laham mora no bairro cristão de Bab Charki e a Igreja ortodoxa síria cuja Santidade é Zakka I, historicamente favoráveis pela arabização da Síria e ao Califado Omíada, uma parte de cujos fiéis também se converteram ao islã.


Monasterio cristão greco-ortodoxo de Saydnaya a 35 km de Damasco
Apesar de suas habituais rivalidades com os cristãos também indicam os mesmos traços fraternos que todos os sírios. Por exemplo a pequena comunidade de 150 greco-católicos de Deir Harasta ao redor de Damasco compartiam a sua pequena igreja com os fiéis greco-ortodoxos. Os cristãos vivem em sua maioria nos bairros de Bab Touma (Porta de Tomás) e Bab Charki (Porta do Oriente). Claro que massivamente apoiam o governo baath laico que lhes garantem liberdades e direitos que os criminais rebeldes enviados pela CIA e os feudais sauditas não respeitariam nem de longe. O grito de guerra dessa gentalha ignorante é “Cristãos vão para Beirute, alauitas vão para a tumba”. Grito que cumprem como mandam as ordens desses vermes parasitas. Eles expulsaram 80 mil cristãos de Homs e assassinaram inumeráveis alauitas e dezenas de xiitas seguindo a ordem de seus pregadores criminais pagos pelos feudais sauditas.


Mausoléu de Zaynab, lugar sagrado para os xiitas, próximo de Damasco
Os drusos apoiam o seu legítimo presidente Bashar al Assad!
Os muçulmanos xiitas tem a 7 quilômetros de Damasco um importante centro de peregrinação, o mausoléu de Zaynab, filha de Ali Ibn Abi Talib e do Profeta Maomé. Durante muito tempo rezavam juntos sunitas e xiitas. Hoje os terroristas sequestram os peregrinos para tentar provocar a mesma guerra civil que reina no vizinho Iraque. Os bairros xiitas são Jarub, Jura e Salihiya e também apoiam o governo. Os drusos e os cristãos vivem unidos em Jaramana a 5 km de Damasco e onde chegam como refugiados os assírios iraquianos que fogem da devastação imperialista de seu país.

Sinagoga de Al-Feranj
No antigo bairro judeu de Damasco segue funcionando a sinagoga Al-Feranj para uma pequena comunidade de uma centena de fiéis que reconhecem que o governo sírio hoje os protege. O Grande Mufti declarou que se os judeus sírios que se foram decidirem voltar que serão todos bem-vindos. Uma parte dos judeus eram os descendentes dos judeus sefarditas ou espanhóis perseguidos cruelmente pela inquisição espanhola que foram acolhidos com hospitalidade e afeto pelo povo sírio que já sabia o que era o direito de asilo no século XV. Os judeus de Alepo acendem uma luz adicional na festa do Hanucá que recorda a derrota dos gregos frente aos hebreus palestinos no século II antes da nossa era em agradecimento pelo bom recebimento que receberam quando escapavam do criminal reino católico espanhol.

O milagre multicultural e multirreligioso sírio durará enquanto durar a resistência do povo em torno de seu governo laico, baathista, progressista e principalmente anti-imperialista.


O povo abraça e agradece aos verdadeiros patriotas sírios por exterminar os rebeldes 
O que desespera os vermes parasitas e os seus chefes da CIA é que todos os cristãos e todos os muçulmanos da Síria apoiam o governo laico anti-imperialista de Bashar, o Partido Baath e os bravos heroicos patriotas do Exército sírio, suas tentativas de impor o mesmo que foi na Líbia é uma tentativa em vão e acima de tudo fracassada.


Somente o jovem presidente Bashar e o seu governo garante a vida e a liberdade dos cristãos, curdos, armênios, árabes, assírios, turcomenos, alauitas, sunitas, xiitas, ismaelitas, drusos e a todos os habitantes da Síria e isso o ocidente engole duramente essa realidade, não é a toa que ele nem cita sobre isso.


Fonte: Mundo Alternativo








médicos dão remédio para quem não tem déficit de atenção, para ajudar nas notas escolares

6 de Novembro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda



A Academia Americana de Pediatria diz que os médicos devem atestar se os pacientes não têm outros problemas relacionados

Quintin Rocafort, 11, toma um poderoso medicamento que, segundo sua mãe, Amanda (na foto), melhora seu comportamento na escola
Foto: Bryan Meltz / NYTNS
Para ajudar nas notas escolares, médicos dão remédio para crianças que não tem déficit de atenção

Quando o doutor Michael Anderson fica sabendo de pacientes de baixa renda sofrendo no ensino fundamental, ele costuma lhes dar um remédio poderoso: Adderall. A medicação estimula a concentração e o controle de impulso em crianças com transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). Embora TDAH seja o diagnóstico invocado por Anderson, ele considera o transtorno uma "invenção" e "uma desculpa" para prescrever o remédio para tratar o que considera ser a verdadeira doença da criança: o baixo desempenho acadêmico.

— Não me resta muita escolha — disse Anderson, pediatra de muitas famílias pobres no condado de Cherokee, a norte de Atlanta, durante entrevista. — Enquanto sociedade, nós decidimos que é caro demais modificar o ambiente infantil. Assim, temos de modificar a criança. 

Anderson é um dos defensores mais ferrenhos de uma ideia que tem recebido atenção entre alguns médicos. Eles prescrevem estimulantes para alunos problemáticos em escolas sem recursos extras, não para necessariamente tratar do TDAH e, sim, incentivar o desempenho escolar. Ainda não está claro se Anderson representa uma tendência mais ampla.

Porém, especialistas observam que enquanto alunos endinheirados abusam de estimulantes para aumentar notas boas em faculdades e no ensino médio, as medicações são empregadas em alunos de baixa renda da escola primária com notas sofríveis e pais interessados em ver seu progresso.

— Enquanto sociedade, nós não estamos dispostos a investir em intervenções não farmacêuticas eficientes para essas crianças e suas famílias. Estamos forçando os psiquiatras de pequenas comunidades a empregar a única ferramenta à sua disposição, ou seja, a medicação psicotrópica disse Ramesh Raghavan, pesquisador de serviços de saúde mental infantil na Universidade Washington em St. Louis, Missouri, e especialista em prescrição de remédios para crianças de baixa renda — diz ele.

Nancy Rappaport, psiquiatra infantil de Cambridge, Massachusetts, que trabalha principalmente com crianças de baixa renda e suas escolas, acrescentou:

— Isso está se tornando cada vez mais comum. Estamos usando camisas de força químicas em vez de investir em coisas igualmente importantes e, por vezes, mais.

De acordo com diretrizes publicadas ano passado pela Academia Americana de Pediatria, os médicos devem empregar uma entre as várias escalas de classificação de comportamento — algumas das quais contam com dezenas de categorias —, para garantir que a criança não apenas se adequa aos critérios do TDAH, como também não tem problemas relacionados, como dislexia ou transtorno desafiador opositivo, no qual uma raiva intensa é direcionada contra autoridades. Contudo, um estudo, de 2010, do "Journal of Attention Disorders" sugeriu que pelo menos 20 por cento dos médicos afirmaram não seguir esse protocolo ao produzir o diagnóstico de TDAH e muitos deles seguem os instintos.

Em casa, cesta lotada de remédios

No balcão da cozinha da família Rocafort, em Ball Ground, Geórgia, ao lado do creme de amendoim e da canja de galinha, existe uma cesta de arame lotada com frascos dos remédios dos filhos receitados por Anderson: Adderall para Alexis, 12 anos, e Ethan, nove, Risperdal (antipsicótico para estabilização do humor) para Quintn e Perry, ambos com 11, e Clonidine (auxiliar do sono para neutralizar os outros remédios) para os quatro, tomado à noite.

Quintn começou a tomar Adderall há quase cinco anos, quando seu comportamento levou a problemas no colégio. Ele se aquietou de imediato e se tornou um aluno mais atento e sério, assim como Perry, que tomou o mesmo remédio.

Foto: Bryan Meltz, NYTNS

Quando teve início o turbilhão químico da puberdade, ao redor dos dez anos, Quintn começou a brigar na escola — porém, o fato é que ele estava vendo pessoas e ouvindo vozes irreais, algo raro, mas um conhecido efeito colateral do Adderall. Depois do menino admitir intenções suicidas, Anderson prescreveu uma semana num hospital psiquiátrico local.


Enquanto narravam a história, os pais chamaram Quintn e lhe pediram para explicar por que tomava Adderall.

— Para ajudar a me concentrar na escola, na lição de casa, a ouvir mamãe e papai e não deixar meus professores loucos de raiva, como antes. Se não tomasse meu remédio, eu me comportaria mal. Eu não respeitaria meus pais. Não seria como agora — contou o menino.

Fonte: Zero Hora 




Faltam 55 dias para o “abismo fiscal” nos Estados Unidos

6 de Novembro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda



O chamado “abismo fiscal” subentende uma alteração súbita da política financeira do Estado. Este fenómeno pode acontecer nos Estados Unidos em 1 de janeiro de 2013, quando termina o período de facilidades fiscais.

A partir do Ano Novo, serão anuladas as facilidades fiscais concedidas aos empresários. A Casa Branca terá de reduzir bruscamente as despesas e voltar a elevar o teto da dívida pública, estabelecido pela última vez pelo Congresso ao nível de 16 triliões e 390 bilhões de dólares. Hoje em dia, os EUA dispõem apenas de 150 bilhões de dólares para cumprir os compromissos orçamentais. A tarefa torna-se praticamente inviável, levando em consideração os ritmos de despesas do país.

A economia americana pode perder até 5% do PIB e mais várias centenas de milhares de pessoas ficarão sem emprego. A crise nos Estados Unidos pode voltar a prejudicar seriamente a economia mundial, considera o economista Pavel Medvedev:
“Se as possibilidades financeiras dos Estados Unidos diminuírem, o país irá comprar menos. Tal significa que a China, Japão e Europa terão menos encomendas. Em resultado, diminuirá o número de postos de trabalho. Será uma espécie de cadeia de desgraças”.

Em toda a história, a América nunca se deparou com o “abismo fiscal”. Portanto, devem ser tomadas medidas sem precedentes para estabilizar a economia. Neste contexto, os ministros das Finanças do G20 apelam a que as autoridades dos Estados Unidos tomem uma decisão o mais depressa possível, como foi declarado ainda na cúpula no México. Ao mesmo tempo, o presidente do país terá o principal papel na solução deste problema, afirma o diretor do Departamento de Análise Estratégica da empresa de consultoria FBK, Igor Nikolaev:

“Se vencer Obama, o teto da dívida pública será elevado e o país escapará ao abismo fiscal. Mas tal não significa que este fenómeno não acontecerá no futuro. Mas tal é possível, se vencer Romney. A meu ver, o ´abismo fiscal´ deverá ser controlado, isto é, passar realmente para um programa de poupança de meios orçamentais e ver o que acontece com as facilidades fiscais”.

Seja como for, o Congresso terá a última palavra. O futuro da economia dos Estados Unidos dependerá da sua operacionalidade. Mas se Washington não conseguir superar as divergências políticas internas, o país poderá se deparar com uma segunda Grande Depressão.

Os peritos coincidem na opinião de que, se a Casa Branca permitir o “abismo fiscal”, a América poderá perder o estatuto de principal economia do mundo já a partir do próximo ano. As agências financeiras americanas comentam entre si a possibilidade de rever o rating soberano do país. Os investidores voltarão a procurar mercados mais estáveis para seus capitais. É evidente que a China e a Europa, levando em conta sua dependência da economia dos Estados Unidos, não ocuparão as primeiras posições nesta lista.
É provável que, nestas condições, Moscou se possa tornar um novo centro financeiro internacional.



Fonte: Voz da Rússia

Imagem: Google



Imperialismo: Britânicos só não invadiram 22 países

5 de Novembro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda



O imperialismo britânico invadiu de forma direta todos os países do mundo, com exceção de 22 Estados, ao longo da História, indica uma pesquisa acadêmica divulgada recentemente. No total, os britânicos invadiram em diversos momentos quase 90% de todos os países do mundo.

A análise integra o livro All the Countries We've Ever Invaded: And the Few We Never Got Round To, da autoria de Stuart Laycock.

O autor investigou todos os países, por ordem alfabética, analisando a sua história para determinar se, em qualquer altura, sofreram uma invasão militar do Reino Unido.


Para além dos países que integraram o Império britânico, a lista inclui todos os países em que foi estabelecida uma presença militar britânica, quer pela força, pela ameaça ou por negociação.

A lista contabiliza também os territórios que sofreram incursões de piratas britânicos ou exploradores armados, desde que tenham agido com a aprovação do governo.

No total, o investigador analisou os 192 membros das Nações Unidas bem como o Vaticano e o Kossovo, reconhecidos por Londres como Estados independentes.

Fora da presença de tropas do reino Unido ficaram apenas Andorra, Belarus, Bolívia, Burundi, República Centro Africana, Tchade, República do Congo, Guatemala, Costa do Marfim, Quirguistão, Liechtenstein, Luxemburgo, Mali, Ilhas Marshall, Mônaco, Mongólia, Paraguai, São Tomé e Príncipe, Suécia, Tadjiquistão, Uzbequistão e Vaticano.



Fonte: Vermelho

Imagem: Google







Reflexões (a pedido)

5 de Novembro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda


A pedido do autor em comentário no post anterior (Porque ser comunista) coloco abaixo seu texto, o original encontra-se no blog Informação Incorrecta

Reflexões

Dinheiro, política, sociedade, história, religião, filosofia e conspiração.


Este é um blog em que se fala frequentemente destas coisas, e por isso, talvez o lugar ideal para afixar este meu texto. Pedi ao Max que o fizesse…se o estiverem a ler no blog dele, é porque ele consentiu. E obrigado ao Max, nesse caso.


Escrevi este texto porque vejo necessidade de expor algo que envolve estes quatro temas e que não vi ainda bem explicado em nenhum sítio…ou melhor, ver vi, em muito sítio, mas de formas tão desenvolvidas e em número tão crescente (e por vezes, tão carregadas daquilo a que hoje se chama desinformação) que por vezes as ideias principais a reter se
perdiam no meio da confusão… Decidi portanto, minimizar um pouco esse problema, e simultaneamente, lançar mais uma acha na fogueira do debate, ao partilhar a minha visão das coisas, centrando-me no essencial. Se gostarem, obrigado…se não gostarem, paciência.


Comecemos pelo dinheiro. Já ouvi toda a espécie de teorias económicas, sobre a
melhor forma de lidar com o dinheiro, sobre a melhor forma de o fazer circular, sobre os princípios a partir dos quais a sua redistribuição deve ser feita…mas há uma coisa em que nunca, ou quase nunca se pensa. É que, para lidarmos com algo, devemos começar sempre por ter uma ideia concreta daquilo com que afinal, estamos a lidar…em que consiste, enfim, aquilo com que se lida. E com o dinheiro não é exceção. Lidamos com ele todos os dias, mas afinal…o que é ele? A que é que “corresponde”? Estamos tão habituados a ele que nem fazemos esta pergunta! E quanto a mim, a resposta pode surpreender…

“O que é o dinheiro? É fácil: é moeda de troca, olhe que pergunta!”, responderão alguns. Bem, até aí já todos tínhamos percebido…é mais ou menos o mesmo que ler num livro uma frase que não percebemos, perguntar a alguém “O que significa esta frase?” e responderem: “Ora essa, significa um conjunto de palavras! Que outra coisa é que essa frase
 havia de significar?!”. Resposta erudita, sem dúvida, mas ficamos na mesma sem perceber o que é que a frase quer dizer. Bem, com o dinheiro é o mesmo: que é moeda de troca já nós todos sabemos, mas em que consiste ela, afinal de contas? É a pergunta que eu faço.


Vamos fazer um pequeno exercício de cronologia reversiva para tentarmos chegar à resposta. Assim tipo “máquina do tempo”. Comecemos pelos tempos de hoje. O que é o
 dinheiro hoje? Resposta: é cada vez mais informação eletrónica. Enormes conjuntos de zeros e uns gravados em dispositivos feitos de silício. Bem, mas para existirem, têm de significar alguma coisa de valioso, só por si não são nada. A que correspondem por sua vez? Recuamos um pouco mais e encontramos a resposta: a notas e moedas. Retângulos de papel impresso e rodelinhas de metal desenhadas. Quer dizer, corresponder não correspondem…se correspondessem, haveria tantos papelinhos e rodelinhas como aqueles que os zeros e uns procuram representar, mas há apenas uma pequena parte.


(Procurem informação sobre a maneira legalmente corrupta que os bancos têm de criar dinheiro do nada e perceberão com mais clareza esta última frase. Conseguem encontrá-la neste mesmo blog.)


Bem…mas a que correspondem os papelinhos e as rodelinhas? Só por si também não
são nada… Carreguemos uma vez mais no botão “rewind”: Ah!... Correspondem a ouro! Meras pedrinhas amarelas e brilhantes saídas do chão! Quer dizer, corresponder também não correspondem…se correspondessem, os papelinhos e rodelinhas valeriam tanto como as pedrinhas, e afinal, os papelinhos e as rodelinhas têm valor por si próprios.

(Procurem informação sobre a corja de Jekkyl Island que permitiu tal coisa e também compreenderão melhor esta última frase. Também a conseguem encontrar neste blog.)


Mas nesse caso a que é que as pedrinhas brilhantes correspondem, afinal? Porquê tanto fascínio pelo ouro? É só por ser raro? Mas só ser raro não serve para coisa nenhuma!
 Quando algo é precioso por ser raro, é porque é importante para alguma coisa que lhe explica a sua importância quando em tempos de escassez! A comida, por exemplo, quando é escassa, sobe de preço por as pessoas precisarem dela para viver! O ferro, o cobre e os restantes metais, são mais importantes que o ouro, são precisos para muita coisa, se escasseassem não admira que o preço subisse! Mas o ouro não é preciso para nada!... É apenas mais escasso!…
 Mesmo se não fosse escasso, não estou a ver que utilidade lhe dariam!... Se ele fosse escasso mas servisse para alguma coisa, compreendia-se, estava-se a lidar com a escassez de algo importante para alguma coisa, mas o ouro não serve para nada a não ser…ser somente precioso e bonito! Não, para lhe darem tanto valor, é porque deve corresponder a alguma coisa deveras importante…mas a quê?


Engatemos novamente a marcha a ré. E a resposta é: corresponde sim…corresponde ao que é necessário para manter uma ideia que está na cabeça das pessoas, e que prevalece até hoje. E essa ideia é valiosíssima, mas só para alguns…é por isso que esses alguns a tentam fazer prevalecer por todos os meios, apesar de estar, hoje em dia, a ser contestada por mais e mais gente.


“E que ideia é essa?” É a ideia de que, para uma sociedade poder funcionar, todos têm que pagar alguma coisa! “Mas nós não temos?” Sim, temos, mas apenas porque programaram a sociedade para funcionar assim. Não tem necessariamente que funcionar assim. “Mas usufruir das coisas e fazê-las funcionar sem pagar não é como roubar?” Não necessariamente…e é isso que os poderosos deste mundo não querem que se descubra, pois lá se ia o poder deles pelo autoclismo abaixo.


É que, ao contrário do que as pessoas pensam, o dinheiro não é realmente o instrumento principal de um sistema de trocas…é o instrumento principal de um sistema de
 controlo disfarçado de sistema de trocas! Deste modo, as pessoas vêem esse sistema como indispensável e não percebem que estão, na realidade, a serem apenas manipuladas!


“Mas de que é que você está a falar? O mundo sempre funcionou assim, não há manipulação nenhuma!” Se você pensou isto, é com certeza um novato neste tipo de assuntos…é sempre difícil explicar isto a quem ouve pela primeira vez. E no entanto, as máscaras caem de dia para dia.

O dinheiro não passa de algo que uns poucos “manda-chuvas” da antiguidade inventaram para fazerem as pessoas precisar, e assim, mantê-las sob controlo. Assim tipo:
 “Declaro que daqui em diante, todos vocês, para viverem, vão precisar daquilo que só eu, mero mortal como vós, posso pôr em circulação, para vos tornar ainda mais dependentes de mim.” Claro que não foi isto que disseram, se dissessem estavam tramados, mas a intenção foi esta. E não me venham dizer que foi só para resolver as inconveniências do velho sistema de troca de géneros, que quem não é novato neste tipo de assuntos sabe que pensar dessa maneira é ser ingénuo. E, como a fórmula funcionou…os manda-chuvas de hoje (que, não por acaso, até descendem dos de antigamente) continuam a servir-se dela.


“Mas, uma vez que o sistema é este, ter dinheiro é libertador!” De certeza? É que ao pensar dessa maneira, está somente a prolongar o jogo dos donos do dinheiro, e nunca
 perceberá que o dinheiro só liberta dentro da prisão a que confina. Por um lado, só se pode fazer o que dá dinheiro (se não a nós, a mais alguém). Por outro, só se pode fazer aquilo para que o dinheiro chega. Só se pode fazer, pois, aquilo que o dinheiro permite. E estamos limitados a essa escala. Numa prisão, a única maneira de nos sentirmos libertos é fazendo
 qualquer joguinho com os companheiros prisionais, indo ao ginásio prisional, ou indo à biblioteca da prisão. Não há dúvida que liberta, mas não era melhor fazer esse tipo de coisas fora da prisão, onde se pode fazer até muito mais?...


Se o dinheiro tem a pretensão de tornar a economia mais fluida, para que tudo chegue onde deve chegar mais rapidamente, então porque é que as coisas só chegam sempre aos mesmos sítios e pessoas? Porque só pode chegar onde também há dinheiro! É preciso ganhá-lo, e quem não pode ganhar, bem pode morrer à fome e ao relento. Na cabeça das pessoas, quem não ganha dinheiro, nem o tem para gastar, não serve para nada. E a lógica de funcionamento do dinheiro cria cada vez mais situações dessas.


Deixem-me referir, quanto a mim, a situação mais absurda que o dinheiro cria: olhem bem para o mercado imobiliário…montes de casas vazias e ninguém pode ir morar nelas,
 montes de pessoas a dormirem na rua e não podem ir para casa nenhuma. Isto é um absurdo. Só faz sentido segundo a lógica de funcionamento do dinheiro, onde há sempre alguém que tem de pagar e alguém que tem de receber. Mas como essa lógica é baseada em dinheiro, que
 também é absurdo, o que temos é um absurdo saído de outro, ou construído em cima de outro. Um absurdo ao quadrado, portanto.


“Mas você quer o quê? Que tudo seja de graça?” Suponham esta situação: imaginem que todo o dinheiro do mundo desaparecia de um dia para o outro. Acham que a humanidade estava impedida de funcionar só por causa disso? Claro que não! Continuava a ter todos os
 recursos que precisava para continuar viva, só dinheiro é que não! Era apenas uma questão de utilizar de maneira correcta os recursos de que dispunha! Não fazer as coisas por dinheiro, fazer porque era preciso que se fizesse e era preciso atitude! “Mas ia ser o caos! As pessoas não percebem as coisas dessa maneira, iam roubar, matar, para ter o que precisavam!” Isso é outra questão. Eu não perguntei se as pessoas percebiam ou não que o dinheiro não era
 preciso. Perguntei se a humanidade estava impedida de funcionar – independentemente de o perceber ou não. E não, não estava. As pessoas é que, tristemente, não percebem isso. Que não precisavam de dinheiro para continuarem a sobreviver. E se podiam agir sem dinheiro numa situação como a que descrevi, também podiam agir da mesma maneira agora! Afinal, tentar sobreviver não é o que fazemos todos os dias?


O dinheiro só impede as coisas de funcionar como devem para sobrevivermos! Reparem numa coisa: quem luta pela sobrevivência são os animais irracionais. Nós, humanos,
 que somos racionais, ironicamente ainda não conseguimos ultrapassar isso. Pelo contrário, estarmos sempre a ter que competir uns contra os outros só por ter que conseguir dinheiro, uma vez que o dinheiro está feito o garante da sobrevivência… É darwinismo social…sobrevivem não os mais fortes nem os mais inteligentes, mas apenas os mais aptos, ou seja, quem consegue mais dinheiro. E quem é que consegue mais dinheiro? Os que trabalham para quem já o tem a rodos. E que tipo de trabalho é esse? Frequentemente, é explorar todo o tipo de coisas que levam a imbecilizar e imoralizar ainda mais a população… “Compre mais um
 telemóvel topo de gama (caríssimo e com software de espiolhanço lá dentro)! O seu carro tem já 5 anos, compre um novo (pagando a outros 40)! Compre mais uma peça de roupa deste marca ou deste estilista (cada vez mais iguais ao que se costuma ver, mas vendidas a um preço
 não sei quantas vezes maior)! Compre um CD ou vá a um concerto deste/a cantor/a (para quem todos olham não por cantar alguma coisa de jeito, mas por ter apenas um corpinho vistoso, e que ainda para mais inclui uma dúzia de mensagens subliminais em cada tema)! E porque é que você precisa de tudo isto? Porque se todos desejarem coisas dessas e você as tiver, você também vai ser desejável, para poder praticar sexo com toda a gente! Não é o que
 você vê na televisão? No cinema? Nas revistas? Nos livros? Você tem que fazer igual ao que vê fazer, chama-se a isso estar integrado, ser parte da normalidade!” Puro mundanismo maquilhado de auto-afirmação. Fazer-nos pensar que nos tornamos pessoas melhores se
 triunfarmos na base da competição, e apenas em relação a coisas que são puro materialismo, consumismo, secularismo…chamem-lhe o que quiserem...


Escrever este texto está-me a fazer lembrar a letra daquele velho clássico de Chris Isaak, “Wicked Game”: “I don’t want to fall in love…this world is only gonna break your heart…nobody loves no one…” Para além de fazer lembrar desta. E também desta. E desta outra. E ainda esta. (Cuidado com eventuais mensagens subliminais dos videoclipes.) Tristeza…


O dinheiro não é a solução, é a causa do problema, é um dos grandes fardos que carregamos aos ombros! Se a sociedade está metida num problema, não se pode resolver esse
problema recorrendo à mesma coisa que o criou! É preciso pensar de forma diferente!


“Espere lá, mas você está a defender o quê? Comunismo? Isso já se viu que não funciona! E com base em quê? Bondade? Gratuitidade? Moralidade? Não seja ridículo!” Bem se vê que não está a par das vozes que se têm vindo a levantar, caro/a leitor/a…


Mas vamos por partes: “Comunismo?” Depende do tipo de comunismo a que se refere! Aquilo que se viu na União Soviética não foi comunismo nenhum…foi usar o
 comunismo como desculpa para, primeiro, instaurar a mesma cabala que se via deste lado do globo (e que se vê hoje com mais precisão), em que os governantes enriquecem à custa do povo. E segundo, descredibilizar o comunismo ao desmascarar essa cabala apenas em relação ao comunismo enquanto o capitalismo passa intacto. Deste modo, a cabala continua, e a alternativa fica com mau nome e, portanto, atirada para trás das costas. E já agora, faço mais uma observação…a URSS funcionava a punho de ferro, tal como o regime nazi: poder centralizado, ditadura militar, estado policial, campos de concentração, etc.. E nenhum regime,
seja de esquerda ou de direita, vale a pena se for a punho de ferro.


“Isso já se viu que não funciona?” As pessoas não gostam do comunismo pela imagem terrível que deu no passado, mas o comunismo está mais presente do que se pensa… Senão
 vejamos: o grande ideal de comunismo é “de todos consoante as possibilidades, a todos consoante as necessidades”, não é. Eu pergunto: a segurança social, é o quê? E o mais irónico de tudo, a segurança social foi inventada na Alemanha, no fim da 2ª. guerra mundial, para
 impedir que a Alemanha degenerasse toda em comunismo! Assim, só metade dos que estavam na Alemanha (a metade que ficou para lá do muro de Berlim) é que se manteve no
 comunismo. Esses eram os comunistas radicais. Porque a metade que continuou do lado de cá se calhar lá percebeu que se o regime capitalista era capaz de instaurar uma medida de proteção económica individual com base num princípio comunista, era porque se calhar não era tão explorativo assim…ou melhor, foi toda a gente convencida disso, e assim, foi dado o benefício da dúvida ao sistema…mas este assunto dá pano para mangas. Passemos à frente.


“Bondade, gratuitidade e moralidade?” Falamos agora de princípios cristãos e religiosos. Os comunistas soviéticos diziam que “a religião era o ópio do povo”…no entanto, já
 se ouviu um ou outro (mas só um ou outro) comunista, com os olhos um bocadinho mais abertos, dizer que Cristo foi o primeiro comunista do mundo! São bem capazes de ter razão… Se pegarem numa Bíblia e a abrirem nos evangelhos, verão que Cristo dizia para não acumular riquezas na terra, para vendermos os nossos bens e dar o dinheiro aos pobres, para amar o outro como a nós mesmos, etc.. Ensinava, portanto, a distribuir o que temos e não precisamos a quem não tem, e não andar sempre a desejar coisas de que não precisamos. Se abrirem no livro de atos dos apóstolos, verão que os primeiros convertidos aos princípios de Cristo se
 tornaram comunistas…venderam o que tinham e distribuíram o dinheiro uns pelos outros consoante as necessidades. Se me dizem que isto não é comunismo, então é o quê? Aqui está implícito, se calhar pela primeira vez na história, o velho ideal comunista de “de todos
 consoante as possibilidades, a todos consoante as necessidades”! Os comunistas soviéticos quiseram foi desligar o comunismo do nome de Cristo para, simultaneamente, desligar o comunismo de todos os princípios espirituais associados a Cristo. E tudo o que tem a ver com abolição de princípios espirituais cristãos tem carimbado as palavras “nova ordem mundial”. E se você se está a rir neste momento, ou a chamar-me fundamentalista, ou obcecado, ou antiquado, ou doidinho, ou maníaco das conspirações, ou qualquer coisa do género, é porque você, caro/a leitor/a, é realmente um/a novato/a neste tipo de assuntos. Desculpe lá se o/a ofendo.


“Mas você quer pôr toda a gente a trabalhar de graça, é isso?” Não! Estamos no século 21 (escrevo 21 e não XXI porque acho que está na hora de acabar com esse arcaísmo), e temos tecnologia para resolver o problema. Segundo consta, há, só nos EUA, mais de 6000 patentes que nunca foram “para a frente” por, alegadamente “razões de segurança nacional”.
 Pois…estou mesmo a ver a “segurança nacional” deles, estou…conservação de poder, é o que é. Essas patentes têm a ver, por exemplo, com a criação de distribuição de energia limpa, livre e grátis, e com todo o tipo de coisas que nos facilitariam a vida, nos dariam independência em relação ao poder corporativo e nos permitiriam viver num mundo “paradisíaco” saído da ficção científica. Já viram o que é um carro poder andar para sempre sem um pingo de combustível? Ou terem eletricidade à borla para o resto da vida? E o mais importante: ÁGUA E COMIDA para todos, como é direito humano, sem ter que pagar? Claro que os poderosos deste mundo não querem deixar que isso aconteça, já viram o dinheirão que iam perder? E se dinheiro é poder,lá se ia este também. “Eles vão poder viver sem precisarem de nós para mandarmos neles! Temos que impedir isto!”, pensam. E foi assim que inventores desse tipo de patentes revolucionárias viram as suas invenções compradas e nunca usadas, outros viram-nas roubadas, e outros foram mesmo mortos depois disso. Isso não lhes acontecia por causa de coisa nenhuma, pois não?...


“Ah…já percebi! Você é um simpatizante de Jacque Fresco, e do movimento Zeitgeist, e dessa coisa toda!” Não! Já fui. Até perceber que essa onda de eco-ONGs que tem vindo a surgir encaixa-se todinha na agenda das sociedades secretas (tal como a onda de movimentos “occupy”…). Fresco, Peter Joseph (o realizador de Zeitgeist) e outros que tais, em vez de se basearem nos tais princípios espirituais cristãos de que vos falei há pouco, a primeira coisa que defendem para concretizarem os seus projectos é que se deve acabar com esse tipo de pensamento e limitarem-se a tecnicismo para beneficiar toda a gente. Que contradição… porque, entre cristianismo e tecnicismo, mesmo que não o percebam, não foi com certeza o tecnicismo que os ensinou a querer resolver os problemas das pessoas com os projectos deles, ou foi?...


Eu sei que irão com certeza achar estranho que eu me ponha a defender o cristianismo, mas há coisas tão elementares que estão a ficar tão esquecidas…


“Mas onde é que você está a querer chegar com isto tudo? Você disse ao início que queria ajudar a explicar melhor qualquer coisa…” Se já se perdeu, deixe-me recapitular e
 concluir, de forma simples: 1-) O dinheiro é um meio de controlo. Para uma sociedade funcionar, não tem que existir. 2-) A livre partilha e distribuição de bens e serviços, consoante as necessidades, permitia a uma sociedade funcionar perfeitamente. 3-) Não iria haver ninguém a empobrecer com isso (ou a ser sacrificado, ou explorado) se utilizássemos de forma coerente a tecnologia que nos permite obtermos o que precisamos sem termos que pagar coisíssima nenhuma. 4-) Para que essa coerência exista é preciso relembrar os princípios de que nos esquecemos ou que nunca conseguimos colocar em prática, coisas que só aconteceram exatamente por causa dos limites que nos são impostos pelo dinheiro e por aqueles que o controlam.


“Mas você que está a falar numa sociedade baseada em princípios deve antever que uma sociedade assim degeneraria facilmente em egoísmo e hedonismo, não? E isso ia deitar tudo por terra!” Não necessariamente. Em egoísmo e hedonismo já esta sociedade degenerou. Só se mantivéssemos a ausência de valores que hoje temos é que descamba no mesmo. E por isso falo em recuperar valores perdidos.


Todas as civilizações que se esqueceram dos seus valores caíram, para serem absorvidas por um poder maior…um poder que pretende, em última instância, instaurar a nova ordem global. E por isso esse poder pretende corromper ainda mais valores. Consumismo. Imediatismo. Materialismo. É nisto que nos pretende lançar. E porque tais coisas são apresentadas de forma tão deliciosa, as pessoas caem. Olhe, lembre-se disto agora, que estamos em quadra natalícia!…


Há um jornalista famoso que um dia disse: “Pertenço a uma geração que leu Marx mas que não despreza a Bíblia.”. Creio que talvez seja esta a lição a reter.


Se gostou do que leu, por favor reencaminhe. E comente…a favor ou contra, como quiser…concorde ou discorde, complemente ou colida. Mas não faça de conta que o assunto
não importa.


E obrigado por ler.




Porque ser comunista

29 de Outubro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda





Por Marino Boeira *

Por que ser comunista nos dias de hoje? Não está mais do que provado que, quando aplicado, este sistema não deu certo? Não é verdade que o ser humano é individualista por natureza e jamais se adaptaria a um sistema que privilegia o coletivo? Os exemplos da antiga União Soviética e de Cuba, hoje, não são suficientes para demonstrar que na prática o comunismo não funciona?

Você já tentou responder mil vezes a estas questões, ora usando argumentos históricos, ora se socorrendo do que disseram grandes pensadores, buscando mostrar aos seus inquisidores que simplificar as idéias faz mal para a inteligência, mas sempre recebeu em troca olhares de desaprovação, na maioria das vezes, ou ainda pior, outras vezes, de comiseração por insistir em defender uma filosofia morta e enterrada.

Mas, você insiste.

A crise atual do capitalismo, a opção ao comunismo, é um bom argumento, mas fica longe de convencer seus detratores. Desde que a burguesia organizou de forma definitiva o sistema capitalista no final do século XVII, ele sempre enfrentou crises, mas sobreviveu, ao contrário do comunismo soviético que viveu pouco mais de 70 anos, dizem eles.

É verdade.

O capitalismo constrói e destrói tudo que cria num ritmo cada vez mais frenético, a um custo trágico para a humanidade, gerando miséria e destruição do meio ambiente.

Os mais tolerantes concordam com isso, mas perguntam: por que não teve êxito a experiência comunista na União Soviética?

Primeiro, você mostra a diferença entre o sistema imaginado por Marx e Engels de uma sociedade sem classes e o que ocorreu na Rússia depois de 1917: o socialismo, com sua proposta de economia planejada, como primeira etapa do processo para ser chegar ao estágio do comunismo, foi interrompido sem chegar ao seu final.

Depois, você tenta explicar porque isso ocorreu: houve um desvirtuamento da idéia inicial da ditadura de uma classe social, que se transformou na ditadura de um partido e depois de um homem (Stalin); a necessidade de investir em armamentos para enfrentar a ameaça americana, impediu a melhoria na qualidade de vida de todo o povo; a falta de uma democracia interna gerou grandes focos de oposição, contidas apenas pela coerção policial; o apoio internacional para a União Soviética, granjeado pela sua liderança na luta contra o nazismo e fascismo durante a segunda guerra mundial, se esvaiu pela ação permanente de desconstrução dessa imagem pelos Estados Unidos, pela mídia do mundo inteiro e pela Igreja.

É claro que seus adversários não vão concordar com isso. Então, você pode acrescentar que a curta existência do chamado “socialismo real” na União Soviética deixou pelo menos duas heranças importantes para quem vive nos países do “ocidente democrático”: a derrota do nazismo, que sem a resistência do Exército Vermelho, possivelmente teria se consolidado na Europa e o advento dos chamados “estados do bem estar social”, uma concessão dos governos capitalistas para afastar os trabalhadores dos “maus exemplos” do comunismo igualitário.

Aí, você chega ao ponto principal: o fato de não ter dado certo lá, não nos impede de pensar que se pode tentar de novo. O capitalismo levou quantos séculos para sobrepujar os antigos sistemas, escravagista e depois feudal? Quantas idas e vindas? E mesmo hoje, quando parece solidificado na América do Norte e na Europa Central, que tipo de benefícios ele traz para a maioria da população?

Esta é grande pergunta que deve ser feita: o capitalismo é capaz de levar a felicidade para a maioria das pessoas?


Nossa resposta será também de milhões de outras pessoas: não!

E o comunismo?

Talvez possa, corrigindo os erros do passado.

Rosa Luxemburgo disse uma vez que o dilema a ser enfrentado é: “socialismo ou barbárie”, complementado hoje por István Mészáros de que “barbárie … se tivermos sorte, porque o extermínio da humanidade é um elemento inerente ao curso do desenvolvimento destrutivo do capital”.

Então, respondendo as primeiras perguntas desse texto: você é comunista porque você não quer viver na barbárie e pela mesma questão ética proposta, quando a Revolução Francesa já se encaminhava para consolidação da ordem burguesa, por Babeuf e os “Sans-Culottes”, de que “o fim da sociedade é a felicidade comum e a Revolução deve assegurar a igualdade dos usufrutos”.


Líder da Conspiração dos Iguais, Babeuf foi executado na guilhotina em 1797, mas muitos de suas idéias serviram de inspiração para Marx e Engels formularem as bases de uma sociedade comunista que Lênin e Trosky tentaram colocá-la em prática na Rússia.






* Marino Boeira é professor universitário


Fonte: Sul21
Imagem: Google



Equador: imposto bancário maior para financiar planos sociais

28 de Outubro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda


Rafael Correa é avaliado como ótimo ou bom por 80% dos equatorianos

A Assembléia do Equador começou a debater na sexta-feira (26) uma reforma para elevar o ônus tributário sobre os bancos. Com o plano, o presidente Rafael Correa espera captar cerca de 200 milhões de dólares para financiar a ampliação de planos sociais no país.


Correa, que poderá se candidatar à reeleição no pleito de fevereiro de 2013, impulsiona a iniciativa com o argumento de as “gigantescas” utilidades dos bancos devem ser socializadas.

“Deve ser exigido que tenham uma maior capacidade econômica que suportem um maior ônus tributário”, disse o Governo no projeto de lei remetido, na última hora da quinta-feira (25), à Assembléia Nacional para sua aprovação em um prazo de 30 dias.

O projeto propõe um imposto de 3% anual aos “rendimentos graváveis” das instituições financeiras privadas e emissoras de cartões de crédito. O Governo assegura que os bancos privados obtiveram lucros de cerca de 601 milhões de dólares em 2011, uma alça de 36% frente às que informaram no ano anterior.

O presidente busca recursos para financiar o aumento de um subsídio estatal que entrega diretamente a quase dois milhões de equatorianos dos estratos de maior pobreza. Seu plano é elevar essa ajuda de 35 para 50 dólares a partir do próximo ano, o que requer cerca de 320 milhões de dólares, segundo números oficiais.

O mandatário triplicou o investimento social nos cinco anos, o que elevou seu nível de aceitação entre os setores mais pobres da população.




Fonte:Vermelho
Imagem: Reuters



A mídia castiga Cristina

27 de Outubro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda





Este vídeo mostra o que se esconde por trás dos ataques sistemáticos da mídia brasileira contra a presidenta da Argentina, Cristina Kirchner.

Para entender o jogo da mídia contra o que chamam de “kirchnerismo” é importante contextualizar a situação. Antes, vamos usar uma analogia metafórica.

Você mora numa grande cidade em que três padarias controlam a qualidade, a variedade e o preço dos pães que você consome. E uma antiquada lei diz que só os políticos podem liberar concessões para novas padarias. E a maioria dos políticos (responsáveis pela tal lei) são donos das padarias; ou amigos destes; ou representantes dos mesmos. Daí, um governante assume a responsabilidade para criar uma nova lei que visa quebrar o cartel, dificultar o monopólio e facilitar o surgimento de novas padarias. O que faz o sindicato dos donos das padarias? Começa a espalhar panfletos dizendo que o governante quer controlar a produção de pães na cidade e ameaça a sua liberdade de escolher o pão que você vai comer. Agora, imagine se, em vez de mandar imprimir panfletos, os donos das padarias fossem donos de todos os meios de comunicação (jornal, rádio, tv etc) disponíveis. E tente imaginar se, em vez de pãezinhos, os produtos em questão fossem as notícias que influenciam a vida todos na cidade. Uma vez exposta esta metáfora, vamos conhecer um pouco a história da imprensa na Argentina para entender o que isto tem a ver com o Brasil.

Na Argentina, a grande mídia privada era tradicionalmente “chapa-branca”, principalmente a partir de 1978 — quando o ditador Rafael Videla praticou de forma criminosa a expropriação da empresa Papel Prensa, que detinha o monopólio da produção de papel no pais. Videla cedeu a Papel Prensa para três grupos: Clarin, La Nacion e La Razion (Hoje com prevalência do Clarin e o La Nacion). A contrapartida para tal “caridade” era clara: os grupos teriam que ter um “objetivo comum”, ou seja, dar vazão ao “projeto” de um governo ditatorial, corrupto, violento e entreguista. Com tal golpe, os grupos empresariais passaram a controlar toda a imprensa escrita e adquiriu um poder extraordinário, cartelizando o setor e esmagando a concorrência. Inclusive, correm hoje na justiça da Argentina processos que cuidam de julgar graves acusações de crimes — seqüestros, assassinatos etc — cometidos por conta do golpe na Papel Prensa.

Ante o nebuloso passado, não é difícil entender o porquê de os grupos Clarin e La Nacion terem assumido, até o governo Duahlde (antecessor de Nestor Kirchner), uma postura “chapa-branca”. Pois qualquer governante que ousasse pôr a mão no vespeiro da sórdida história por trás dos poderosos barões da mídia, obviamente perderia a “simpatia” dos mesmos. Foi o que fez Nestor Kirchner. Sua sucessora, Cristina Kirchner, foi mais além: deu amplo apoio à reformulação das antiquadas leis das comunicações que davam suporte às injustiças; ao monopólio. É a chamada Ley de Médios — uma revolução na democratização das comunicações –, reverenciada pela maioria dos jornalistas argentinos e que o relator da ONU para a liberdade de expressão, Frank La Rue, definiu como “a mais avançada legislação em favor da liberdade de expressão da América Latina e um exemplo para o mundo”. Assim, é tremenda má-fé dizer que Cristina Kirchner estaria cerceando a liberdade de imprensa porque a grande mídia faz oposição ao governo dela. Porque se você raciocinar bem, para o “kirchnerismo” seria muito mais cômodo deixar tudo como está: a grande imprensa elogiando o governo de um lado e a histórica injustiça assombrando de outro lado, com a prevalência do jornalismo chapa-branca monopolizando as verbas publicitárias e sufocando a maioria representada pelos milhares de outros periódicos “não-alinhados” à oligarquia; as rádios não-comerciais etc.

No Brasil, após sistemáticas críticas dos organismos internacionais contra as capengas leis das telecomunicações (permitindo, por exemplo, o clientelismo na distribuição das concessões de rádios e tevês), em 1998 o governo de FHC resolveu fazer uma reformulação meia-boca na legislação.

Mas cerca de 70% dos parlamentares que formularam e aprovaram tal legislação eram donos de rádios e tevês ou estavam a serviço destes, ou seja, criou-se uma lei que veio muito mais para restringir do que democratizar o setor.

Em suma: criaram uma nova lei que ainda traz graves reflexos dos tempos da ditadura. A nova lei em estudo no Congresso Nacional visa acabar com as vergonhosas barreiras para a distribuição de concessões de rádios e TVs e coibir o monopólio nas comunicações. Mas o jogo é duríssimo.

Para barrar tal lei, a chamada “grande mídia” brasileira bolou um fantasma chamado “ameaça contra liberdade de imprensa” na imagem da “ditatorial” presidenta da Argentina e quase todos os dias martela tal “ameaça” nos seus noticiosos.


Fonte: Midiacrucis's Blog