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Marcos A. S. Lima
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JANO, o Lanterneiro

September 8, 2013 13:37 , by Marcos A. S. Lima - | No one following this article yet.
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10 CANDIDATOS A VEREADOR FORAM IMPUGNADOS

September 11, 2013 16:22, by Marcos A. S. Lima - 0no comments yet

10 CANDIDATOS A VEREADOR FORAM IMPUGNADOS

 

John - PMDB

Altamir dos Santos - PR

Bravin - PP

Dorival Dias - PSDB

Fogueteiro - PTB

Marly Martin - DEM

Zebrão - PP

Edith Dias - PP

Márcia Socreppa - PSDB

Chico Caiana - PTB

 

P.S. Eles podem recorrer

 

Para mais detalhes, clique aqui, no Blog do Rigon.


_________

Postado por Marcos "Maranhão" em 29 de julho de 2008, às 18:57h



Zeitgeist

September 11, 2013 16:19, by Marcos A. S. Lima - 0no comments yet
Zeitgeist

 

Zeitgeist é o título do documentário que estou postando logo abaixo. Mostra verdades que poderosos tentariam esconder.

Síntese aqui.

Assistam:



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Postaado por Marcos "Maranhão" em 27 de julho de 2008, às 17:49h



O inferno de Dantas, de FHC e CIA LTDA

September 11, 2013 16:17, by Marcos A. S. Lima - 0no comments yet

O inferno de Dantas, de FHC e CIA LTDA

 

Tevês, revistas, jornais impressos, blogs e sites fervem o assunto dos últimos dias: Daniel Dantas preso e solto, depois preso e solto, de novo. Polícia Federal prendendo ricos, juiz poderoso mandando soltá-los; PT de um lado, PSDB de outro; “Mensalão” aqui, HD do Opportunity ali... e no meio disso tudo, a Globo dá férias para o Bonner e a Fátima. Alguma coisa tem.

 

Ao entrar na internet, deparo-me com muitos textos sobre o assunto, principalmente nos blogs políticos e sites da imprensa alternativa e “oficial”. E o que vejo? Várias interpretações, bastantes histórias, muitas demonstrações de poder e uma Instituição-símbolo do país revelando sua vulnerabilidade nos atos do juiz do STF, Gilmar Mendes.

 

Internautas discutem como pedir o impeachment de Gilmar Mendes no Azenha ( aqui), Eduardo Guimarães faz convocação para povo ir às ruas (aqui), Paulo Henrique Amorim diz que um “Gilmar” foi citado numa gravação onde o cunhado e sócio de Dantas fala com a irmã do banqueiro (aqui), Nassif fala do homem-bomba de Dantas (aqui), Mino remete que a operação anti-Dantas é o fio da meada de um enredo gigantesco, que começa com as privatizações do governo FHC (aqui).

 

Tudo isso acontecendo há pouco menos de três meses das eleições municipais, consideradas decisivas para a sucessão de Lula, segundo muitos.

 

CONJECTURANDO...

 

Deixa eu conversar com Raskólhnikov II pra ver se as coisas se aclaram mais um pouco:

 

MARCOS “MARANHÃO” - Camarada Raskól, o que achas disso tudo? Estamos diante de dias quentes mesmo, ou é só para dar um aviso aos caras?

RASKÓLHNIKOV II - Não dá pra saber ao certo. São jogadas. Muitas jogadas.

MARCOS “MARANHÃO” - Acreditas que isso vai parecer fichinha diante do “mensalão”? Qual tua hipótese?

RASKÓLHNIKOV II – Há dias que eu estava pra te dizer pra parar de colocar estas aspas na palavra mensalão, mas vejo que parece que tu tens razão...

MARCOS “MARANHÃO” - Não as uso porque não haveria a comprovação do recebimento mensal de recursos, mas porque suponho que muitos dos que assim pareceram agir, na verdade estavam fazendo uma jogada muito maior.

RASKÓLHNIKOV II – Era o que eu ia dizendo. Estou trabalhando nisso já faz algum tempo. O que teria acontecido? Vamos lá. A classe dominante européia que invadiu estas terras brasileiras, desde a Colônia, veio sugando, escravizando, oprimindo a classe trabalhadora, e solidificando-se cada vez mais. Esse processo nunca parou. Ao longo dos anos, mesmo com algumas conquistas dos trabalhadores, as mudanças foram poucas, e as marcas, as feridas das batalhas só aumentavam. É possível que, após o último governo militar, que deixou feridas ainda não saradas, que estão abertíssimas, uma turma tenha arquitetado uma jogada de mestre: vendo que o inimigo estava cada vez mais forte (acabou o Regime militar só no papel; na prática, ele continuava) , pensou-se em armar uma arapuca [pausa pra beber água]...

MARCOS “MARANHÃO” - Continue.

RASKÓLHNIKOV II – Essa arapuca teria nascido após a queda do muro, depois das três derrotas consecutivas do líder dos trabalhadores, quando candidatou-se a presidente. Lembre-se: a burguesia humilhou-o juntamente com seus simpatizantes e o partido que fundaram: prendeu-o na época de sindicalista, fez o diabo com sua imagem na primeira campanha (lembras do debate editado?), bem como nas outras contra o príncipe que se dizia pós-alguma coisa nas ciências sociais (São comunistas! Bando de Sem Terra! Vão quebrar o país! Analfabeto!, eram alguns dos slogans pregados). Não esqueça: o trabalhador-candidato simboliza todos os trabalhadores, toda uma classe. Portanto, toda e qualquer tentativa de desqualificá-lo, atingia não só a sua pessoa, mas todos que o apoiavam, que vinham sofrendo nas mãos dos barões desde a Colônia. É nesse contexto, acredito, que nasce a grande tacada da qual muitos ainda não perceberam, cujo desfecho pode se dar agora com o caso Dantas, tal qual como tu observas no teu texto.

MARCOS “MARANHÃO” - Estás querendo me dizer, meu caro Raskól, que a turma acusada de arquitetar o “mensalão” para que parecesse mensalão, o fez ainda antes de 2002, naqueles anos pós-segunda derrota para o príncipe, com o objetivo de pegar a velha burguesia com a boca na botija?

RASKÓLHNIKOV II – Ã-hã!!! Com um detalhe, meu caro “Maranhão”: o baque seria tão forte, que duraria umas duas ou mais gerações.

MARCOS “MARANHÃO” - Isso explicaria o que alguns entendem como o fim da República, caso o HD do Opportunity seja aberto?

RASKÓLHNIKOV II – Uh-Huh!

MARCOS “MARANHÃO” - Esclareça a grande tacada.

RASKÓLHNIKOV II – Pois bem. Vendo que não parecia ter jeito de vencer os caras, pois a máquina era gigantesca, algumas pessoas, acredito que pouquíssimas, teriam arquitetado o plano que apontaria como única saída eles terem que abrir mão de velhas bandeiras (esse argumento ganharia força com o fim da URSS), e fazer “alianças” com o inimigo. A sacada seria deixar que o inimigo, depois que seu projeto já estava desgastado, sem resultados (inflação alta, desemprego...), pensasse que, ou se aliasse a eles, como única forma de “encobrir” a roubalheira secular, ou o país entraria num caos, numa revolução sem precedentes, visto que o povo já dava sinais claros de que não agüentava mais. Uma vez convencendo o inimigo de que a saída melhor seria deixar os trabalhadores chegar ao poder; depois que isso se concretizou, aí veio a segunda parte do grandioso lance: “Para governarmos, já que não temos maioria, precisamos dos votos dos ricos no Congresso”, esse discurso seria interno; “E, para conseguir esses votos, alguns terão que se sacrificar, mesmo sem saberem que fazem parte do jogo”, continuariam; “Como sabemos que a turma do príncipe vendeu o Brasil a preço de banana, e colocou a mufunfa no exterior para depois pegar lá na frente, pra financiar suas campanhas de roubalheiras por gerações e mais gerações, deixemos que eles pensem que estão armando uma arapuca pra nós, qual seja, vão nos pegar naquilo que eles acham que é o nosso ponto vulnerável, a ética. Pra isso, temos que fazer de conta que participamos da mesma jogada deles, “comprando” votos, “dando” mesadas para parlamentares, etc. Só que, no meio disso tudo, nós vamos dando o que o povo precisa e quer: trabalho, comida, diversão e arte: o desenvolvimento se aproximando da igualdade: e vamos botando ricos atrás das grades”...

MARCOS “MARANHÃO” - Penso nisso também, embora eu fique me questionando se seria possível tal plano. E a tentação de alguns próprios membros do governo em se aproveitar da situação e lucrar em cima disso, afinal, a carne é fraca?

RASKÓLHNIKOV II – São os sacrifícios necessários. Imagine: o que estaria em jogo não seria apenas os trabalhadores do Brasil, mas do mundo todo; seria uma espécie de ressurreição do sonho de maio de 68, só que com outra roupagem, sem a ingenuidade, o ar romântico daquela época: agora a jogada seria de igual pra igual.

MARCOS “MARANHÃO” - Prossiga.

RASKÓLHNIKOV II – Uma vez no poder, durante o primeiro mandato, os caras teriam se apoderado – porque tinham poder pra isso – das informações necessárias para rastrear o caminho da grana dos parceiros do príncipe. Uma vez de posse disso – o HD do Opportunity seria só a ponta do iceberg -, estaria fechada a ratoeira com um bitelão lá dentro.

MARCOS “MARANHÃO” - Então quer dizer que isso seria um Deus-nos-acuda pra todo lado, se o HD fosse aberto, a República acabaria?...

RASKÓLHNIKOV II – Meu caro “Maranhão”, política é um grande jogo de xadrez, é uma arte. Tu tens que pensar antes de toda jogada, conhecer as peças do jogo, imaginar as possíveis jogadas do adversário e as conseqüências das tuas. Achas mesmo que os caras estão brincando? Vale qualquer coisa, até se disfarçar de “mensaleirinhos” que “pegaram” uns trocadinhos por uns três aninhos, pra poder pegar os mensaleirões que saqueiam octilhões e mais octilhões de dólares há séculos do nosso Brasil.

MARCOS “MARANHÃO” - Esperemos o desfecho. Ah! E o que isso tem a ver com Maringá, quem seria o “Dantas” daqui?

RASKÓLHNIKOV II – Não sei. Vamos esperar a fertilidade das informações. Tem um camarada que já tá dando uns sinais aqui na blogosfera. Fiquemos de olhos abertos nos últimos noticiários nacionais e municipais.

__________

Postado por Marcos "Maranhão" em 14 de julho de 2008, às 10:46h



ENTREVISTA COM RASKÓLHNIKOV II

September 11, 2013 16:08, by Marcos A. S. Lima - 0no comments yet

ENTREVISTA COM RASKÓLHNIKOV II

 

A partir de hoje, disponibilizarei neste blog entrevistas com Raskólhnikov II (clique aqui para saber quem é Raskólhnikov II). Estas entrevistas podem aparecer como títulos de postagens ou como reflexões nossas sobre determinados temas, no final das postagens, sempre que assim for necessário.

 

Nesta que se segue, principiamos a falar de blogs, política, faixas, militância partidária...

 

Acompanhe:

 

MARCOS “MARANHÃO” - Meu caro Raskólhnikov II, diga-me: por que te afastaste realmente do blog que mantinhas?

RASKÓLHNIKOV II – Eu não hesitaria em to dizer, se esta entrevista não fosse para o ar conforme combinamos. Colocar-te-ia em risco, certamente, minhas suspeitas - coisa que jamais eu me perdoaria -, caso eu as arrolasse uma por uma. Ademais, nem eu próprio tenho certezas, apenas desconfio. E como ainda não estou demente (tenho planos para o futuro), é bom que continue assim.

MARCOS “MARANHÃO” - Tu não precisas declinar nomes: generalize.

RASKÓLHNIKOV II – Definitivamente, isso não é coisa para agora. Observes que os próximos três meses serão importantíssimos no grande jogo político. Sabemos que o que está para acontecer será crucial para 2010. As cartadas só estão começando; o melhor fica pro final. Eu percebi o “recado” que me foi dado. Sei até onde posso ir. Digamos que faz parte do jogo. Devo agradecer pelo aviso light que me deram; poderia ser pior. Ademais, nobre “Maranhão”, não vês que sou fichinha? O que eu poderia saber assim de tão grave que poria em risco peixes graúdos? Eu simplesmente conjecturei, como qualquer um poderia fazer, tendo as informações que são de conhecimento público. Mesmo que eu ficasse sabendo de alguma coisa extra-oficialmente, sem provas concretas, não haveria como eu dar nomes, a não ser que eu agisse levianamente, como outros andaram fazendo e tiveram que ser interpelados judicialmente.

MARCOS “MARANHÃO” - Mas tu poderias continuar escrevendo de forma mais light...

RASKÓLHNIKOV II – Sem dúvidas. Mas preferi assim. Se eu não podia fazer o que pretendia, da forma como estava indo até o momento do aviso, então decidi que era melhor parar.

MARCOS “MARANHÃO” - Sinto que o teu receio poderia findar-se, caso encontrasses proteção. Estou certo?

RASKÓLHNIKOV II - Enganas-te completamente. Eu desconfio até da minha própria sombra.

MARCOS “MARANHÃO” - É a idade. Também tô nessa fase (He! he! he! he!).

RASKÓLHNIKOV II - Agora te dou razão [expressão de riso]. Mas, e quanto a tu? O que falas do teu blog, Jano, o lanterneiro – que, por sinal, já o li e reli várias vezes? Qual o teu intento com ele?

MARCOS “MARANHÃO” - Resolvi fazer um blog porque muita gente só me conhecia/conhece só de ouvir falar, nunca conversaram comigo pessoalmente para saber minha história. Pensei mais em usá-lo como um diário mesmo, tentando me aproximar o máximo possível da verdade dos fatos que minha mente assimila. Sei que certas verdades não devem ser ditas, outras não precisam ser ditas, mas algumas têm de ser ditas, conforme Wilhelm Busch escreveu. E é nessa linha que tento manter meu blog. Minha intensão é chamar a atenção, lógico, mas eu não vou morrer se não o conseguir da forma como às vezes pretendo. Se for o suficiente para arranjar a futura mãe de meus filhos, já é o bastante.

RASKÓLHNIKOV II - Por que não o abres para comentários?

MARCOS “MARANHÃO” - Já o fiz uma vez. Acho que não estava preparado para ouvir críticas, muito menos para a falta de audiência. Assim que o criei, fiz vários “mosquitinhos” contendo o endereço do blog, e saí distribuindo para algumas dezenas de amigos. Como quase ninguém deixou pelo menos um recadinho – não sei se pelo tom das postagens que poderiam prenunciar alguns tipos de verdades, ou por puro esquecimento (muitos não têm tempo sequer de almoçar, o que dirá de ler diários dos outros?) -, decidi que seria melhor não abrir para comentários. Talvez repense isso um dia. Não sei.

RASKÓLHNIKOV II - Já houve alguma postagem que te arrependeste de colocar?

MARCOS “MARANHÃO” - Sim. Umas duas. Mas não as excluí. Prefiro fazer outra tentando remediar a situação. Geralmente isso acontece num momento complicado, quase sempre quando, mesmo depois de vários dias de reflexão, sinto-me abandonado, traído, esquecido por amigos. Mas é bom que assim seja: mostra que não sou dono das verdades, sou humano, erro.

RASKÓLHNIKOV II - Talvez há quem veja no teu blog intenções claras de te candidatares a vereador...

MARCOS “MARANHÃO” - Já tive esse sonho, não nego, até abril de 1997. Essa data foi crucial para o abandono da idéia. Foi bom porque passei a me interessar mais pelo tema, tanto, que decidi estudar História. Acho que eu poderia fazer mais pela minha cidade lecionando a matéria na qual me formei: eis no que penso em me candidatar.

RASKÓLHNIKOV II - Parece que há algo forte, um acontecimento marcante que influenciou tal decisão. Queres falar sobre isso?

MARCOS “MARANHÃO” - Talvez em outra oportunidade.

RASKÓLHNIKOV II - Entendo. Tu achas que o fato de ter um blog linkado no Blog do Rigon, e pelo perfil a que se dispõe, conforme já falaste acima, influenciou numa relativa diminuição de pedidos de faixas de alguns clientes da área política, por exemplo, que antes eram fiéis compradores de tuas pinturas, e que, ou deixaram definitivamente de o fazer, ou racionaram substancialmente os pedidos, de acordo com minhas suspeitas no preâmbulo de nossa conversa, antes de gravarmos?

MARCOS “MARANHÃO” - Não! De forma alguma. Eu atribuo esse refluxo nos meus negócios à conjuntura sociopolítica nacional, presente na maioria dos movimentos sociais. Far-se-á mais greves, mais passeatas, mais movimentos de reivindicação de algo a partir de conjunturas altamente repressivas. Tome-se o caso dos anos da segunda metade dos anos 1960, quando o Regime Militar consolidava-se no país: os movimentos sociais foram pra rua; ou, no meu caso, mais recentemente, quando iniciei os trabalhos de pintar faixas, no final dos anos 1990 e nos primeiros desse milênio: os movimentos sociais saíram em massa pedindo mudanças. Além do mais, as pessoas que dirigem as entidades mudam, são vencidas em eleições internas, e as novas diretorias nem sempre estão em sintonia com o meu trabalho, ou porque não me conhecem, ou porque simplesmente não coadunam com minha ideologia. Outrossim, é perfeitamente natural que as pessoas cansem do meu estilo de pintura, achem o preço alto de mais, ou, simplesmente, passem a utilizar outros meios de chamar a atenção, como, por exemplo, confeccionar cartazes, cartolinas, muitas vezes mais em conta, etc. Repito, é uma fase.

RASKÓLHNIKOV II - Acreditas que pode melhorar os negócios agora com o período eleitoral?

MARCOS “MARANHÃO” - Tenho algumas promessas. Mas devo reconhecer que a proibição de pintura de muros me pegou de surpresa.

RASKÓLHNIKOV II - Tu foste filiado ao PT durante onze anos. Depois saiu. Chegou até a fazer umas críticas no teu blog, hoje é simpatizante... como se deu esse processo?

MARCOS “MARANHÃO” - Esse é um ponto importante. Meu caro Raskól, se me permites chamá-lo assim, esse tempo em que fiquei filiado (de 1994 a 2005) foi um período muito importante na minha vida. Embora não ocupando cargos, sempre procurei ser um militante razoavelmente dedicado, sobretudo durante as eleições, inclusive nesta atual fase de simpatizante. Ao contrário do que algumas pessoas possam imaginar, minha desfiliação do Partido dos Trabalhadores não ocorreu por causa do “Mensalão”. O documento que tenho nos meus arquivos, assinado pela direção do partido atestando minha desfiliação, data de 7 de abril de 2005, portanto, um mês antes de uma fita de vídeo ser divulgada na tevê mostrando Maurício Marinho recebendo propina no chamado Escândalo dos Correios, que mais tarde desencadearia o “Mensalão”. O motivo da minha saída foi porque, após João Ivo perder a eleição para Silvio II, senti que alguns amigos, quer do partido, quer da base oficial e extra-oficial de apoio na eleição perdida, iriam se esfacelar. Logo, por motivos profissionais, vendo que pessoas importantes de sindicatos, movimentos estudantis, etc, migrariam para outros partidos, tratei de me desfiliar a fim de perder menos clientes que poderiam não gostar de mandar fazer faixas comigo pelo fato de eu estar filiado àqueles no qual iriam “bater”. Depois do escândalo do “Mensalão”, ensaiei umas críticas aqui, e, na eleição de 2006, onde ajudei na campanha principalmente porque começaram a discriminar nordestinos, por exemplo, comecei a me interessar mais por política e começar a ver o que estava em jogo no nosso país. Já recebi vários convites de retorno àquela agremiação partidária e só não voltei porque ainda dependo exclusivamente das faixas. Quem sabe quando eu começar a dar aulas nas escolas pública?

RASKÓLHNIKOV II – Agora, vamos falar das eleições 2008 em Maringá, da imprensa, da blogosfera, dos Partidos, dos candidatos...

MARCOS “MARANHÃO” - Relaxa! Melhor deixar o clima esquentar. O que me dizes?

RASKÓLHNIKOV II - Mmm! huuum!

 

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Postado por Marcos "Maranhão" em 10 de julho de 2008, às 15:11h



ELEIÇÕES: UMA REGRA E UMA EXCEÇÃO

September 11, 2013 16:06, by Marcos A. S. Lima - 0no comments yet
ELEIÇÕES: UMA REGRA E UMA EXCEÇÃO



Dos oito candidatos à Prefeitura de Maringá, quatro eu conheço pessoalmente. São eles: Enio Verri (PT), João Ivo (PMDB), Ana Pagamunici (PSTU) e Claudemir Romancini (PSol). Os outros postulantes - Dr. Batista (PMN), Silvio Barros (PP), Wilson Quinteiro (PSB) e Rogério Mello (PTdoB) – só os conheço pela televisão.

 

Como a partir de agora vão se intensificar as reuniões entre candidatos e eleitores, nunca é demais lembrar:

 

* Fingir ignorar a mão que se nos estende é um gesto altamente INDELICADO.

 

Se, por algum motivo, você não quer apertar a mão de um candidato, saia do local (se houver tempo) sem que ninguém perceba.
Nossas divergências com os candidatos e/ou seus apoiadores devem ser apenas de ordem ideológica.

 

Afinal, Willian Lyon Phelps, certa feita, disse: “Um gentleman é um homem que respeita até mesmo as pessoas que de forma alguma lhe poderão ser úteis.”


* Só há perdão neste caso:

 

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Postado por Marcos "Maranhão" em 7 de julho de 2008, às 17:57h