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Sociedade

28 de Fevereiro de 2014, 13:45 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.

A cara do Brasil Novo

21 de Setembro de 2017, 15:00, por segundo clichê

 
Carlos Motta
 
No país onde a Justiça dá respaldo à "cura gay", ao mesmo tempo em que proíbe a exibição de peças teatrais e absolve um pai que espancou a filha por ela ter perdido a virgindade, entre outros disparates, não pode causar espanto o fato de um fascista de quatro costados ser um dos favoritos da corrida presidencial.
O Brasil se transformou num Estado kafkiano.
 
A impressão é de que estamos presos num pesadelo surrealista.
 
Não há mais lógica, nem regras ou leis no funcionamento das instituições.
 
O salve-se quem puder e o locuplete-se enquanto dá tempo dominam as ações das "autoridades".
 
O governo central é comandado por uma quadrilha.
 
No Congresso instalou-se um imenso bazar de negócios.
 
Judiciário e Ministério Público atuam despudoradamente apenas em defesa dos interesses da oligarquia.
 
A imprensa virou uma incansável máquina de propaganda reacionária.
 
Uma grande parcela da população vive em permanente estado de histeria, atacando tudo o que tem cheiro de civilização.
 
Outra parte do povo age movida a mentalidade infantil, moldada por mensagens que substituem o raciocínio crítico por uma visão mágica do mundo, como se vivêssemos no alvorecer dos tempos.
 
Sobram alguns poucos gritos, alguns fracos alertas de que, a caminhar nesse passo, muito em breve estaremos queimando bruxas, perseguindo grupos minoritários e prendendo quem discordar da ideologia dominante.
 
É um contexto mais que favorável ao surgimento de um messias, um "duce", um "führer", um salvador da pátria e condutor das massas ignorantes rumo ao paraíso.
 
O deputado fascista que promete levar o mar até Minas Gerais e conceder licença para a polícia matar quem quiser é o produto pronto e acabado deste Brasil Novo surgido das entranhas de um golpe que afastou da presidência da República uma mulher honesta, eleita com mais de 54 milhões de votos.
 
A cada discurso que faz, a cada entrevista que dá, fica mais evidente que ele é a cara de um país que perdeu o passo que poderia fazê-lo menos desigual social e economicamente, e mais democrático - que poderia, enfim, levá-lo ao século 21. 



Um Brasil para inglês ver

10 de Setembro de 2017, 12:04, por Jornal Correio do Brasil

Ao dizer que “é impossível não sentir vergonha do que acontece no Brasil” Barroso, lamentavelmente, “se incluiu fora”. Nesse ponto ficou na defensiva.

 

Por Val Carvalho – do Rio de Janeiro

 

Falando nos Estados Unidos, o ministro do Supremo, Luís Roberto Barroso, disse muitas coisas absolutamente verdadeiras. Há um “pacto oligárquico firmado no Brasil entre políticos, empresários e a burocracia estatal” e “eles querem manter as coisas como sempre foram nos últimos 500 anos”. Corretíssimo!

Val Carvalho é articulista do Correio do Brasil

Val Carvalho é articulista do Correio do Brasil

Mas ao dizer que “é impossível não sentir vergonha do que acontece no Brasil” ele, lamentavelmente, “se incluiu fora”. Nesse ponto ficou na defensiva, afirmando que a Corte do país tem sido acusada, injustificadamente, de fazer política e defendeu que os ministros têm cumprido seu papel corretamente.

Corrupção no Brasil

Fazer cara de paisagem diante de um impeachment sem crime de responsabilidade é a maior vergonha de todas, já que o STF tem por função constitucional defender justamente a Constituição. Fingir ignorar as prisões preventivas ilegais e os vazamentos de delações seletivas, não terá o perdão da história. Será que isso não é fazer política, tomar partido?

Se a corrupção generalizada é de fato uma vergonha para o cidadão brasileiro honesto, que vive de seu trabalho e suado salário, deveria ser também uma vergonha o fato da quase totalidade dos juízes e procuradores públicos ganhar ilegalmente acima do teto e viver como uma casta aristocrática, acima do bem e do mal.

Mas sobre isso, nem uma palavra do ministro Barroso. Deve também achar natural ser casta num país de excluídos.

Val Carvalho é articulista do Correio do Brasil.

O post Um Brasil para inglês ver apareceu primeiro em Jornal Correio do Brasil.



Inventário extrajudicial

12 de Fevereiro de 2017, 1:00, por Joao vitor neto

Após o falecimento de uma pessoa, seu patrimônio será enumerado (bens móveis, imóveis, dívidas a pagar, direitos que podem ser transmitidos aos herdeiros) e posteriormente dividido entre os mesmos, o que chamamos de inventário.

O registro e escritura pública efetuado em tabelionato de notas, com a lei 11.441 de 2007, possibilitou o inventário extrajudicial, que tem maior agilidade e economia em relação ao judicial.

Sendo imprescindível o uso do inventário judicial, caso haja disputa entre os herdeiros, pelo patrimônio, menores de idade ou incapazes. Não havendo nenhuma das situações expostas acima, usa-se o inventário extrajudicial, seguindo a resolução n°35/2007 do CNJ. Sendo, sua abertura no prazo de 60 dias de acordo com o código civil.

É importante que a dívidas do falecido sejam resolvidas antes da entrada do requerimento de registro do inventário judicial, não sendo, deverão ser quitadas antes da lavratura do termo de partilha dos bens

Entre outras vantagens do inventário extrajudicial, temos a necessidade de um único advogado, para assistir a todos os membros envolvidos em questão. A preocupação maior deve-se na escolha de um profissional altamente experiente, para que futuramente não tenham problemas como: pagar mais impostos que o devido, falta de informação nos documentos, o que acarretará o dobro do tempo necessário para a conclusão do processo.

No entanto, de acordo com a legislação que possibilita o inventário extrajudicial, é obrigatória a presença do advogado.

Sendo a escolha do advogado, feita de forma minuciosa, atentando sempre para o mais qualificado na área cível, é imprescindível para que se tenham menores custos com os honorários advocatícios e rapidez na resolução do inventário.

Documentos necessários para inventário extrajudicial

Os documentos necessários para requerer a partilha de bens são extensos, dentre estes estão:

As cópias dos documentos pessoais do falecido, cônjuge e herdeiros inclusive certidão de casamento se forem casados (CPF, RG, etc.); cópias recentes da Certidão de óbito e de Casamento do falecido; Certidões negativas de débitos federais, estaduais e municipais; cópias dos documentos relativos aos bens, como: Certificado de Cadastro de Imóvel Rural – CCIR, Certidão de Quitação de Taxas de Condomínio, escrituras dos bens imóveis, comprovante de propriedade dos veículos, comprovante dos débitos,  e outros, a depender do caso concreto.

O tempo que demora o inventário extrajudicial

O que mais demora para realização do inventário é a obtenção de todos os documentos do falecido, para comprovar a propriedade dos bens.

A espera da avaliação por parte da secretaria da Fazenda do Estado, que calcula o imposto de transmissão (ITCMD) que deve ser pago e valida os mesmos, também costuma segurar a finalização do inventário.

Mas, em regra geral, necessita-se de 30 dias para reunir a documentação e tirar vias recentes, um dia para dar entrada no cartório de notas e entregar a documentação à secretaria da Fazenda para cálculo do imposto, com 60 dias para cálculo do imposto e validação pela secretaria da Fazenda e uma semana para lavrar o ato no cartório de notas com a assinatura de todos os herdeiros.

Tendo, como média 100 dias (3 meses apenas), enquanto que, algum inventários judiciais arrastam há mais de 20 anos na Justiça.

Finalização do Inventário Extrajudicial

Comprovado o pagamento dos impostos, o cartório de notas lavrará a escritura de partilha dos bens e os herdeiros poderão alterar a propriedade dos bens nos respectivos locais de registros.

 

Caso queira ler o conteúdo integral sobre inventário extrajudicial clique aqui



Solidariedade à família de Lula e Marisa

3 de Fevereiro de 2017, 17:22, por Blogoosfero - 0sem comentários ainda

Manifestamos nossos pêsames e solidariedade à família de Marisa Letícia e Luiz Inácio LULA da Silva.

Um dia o Brasil terá vergonha do que está acontecendo no país desde 17 de abril de 2016.

A coragem vencerá o medo.

O amor vencerá o ódio.

Deus salve esta bagunçaDeus Salve este bagunça!



Consequências do Golpe

1 de Fevereiro de 2017, 20:20, por luiz skora - 0sem comentários ainda

 

Centrorio

Hoje o pau comeu no centrão do Rio de Janeiro.

PM com sangue nos olhos desceu a borracha nos funcionários públicos do estado.
Nosso correspondente para assuntos etílicos e alegorias carnavalescas relatou no Telegram que a quantidade de gás utilizada pela PM foi tão absurdamente elevada que contaminou até seu suntuoso apartamento situado no vigésimo andar de um prédio no centro, tornando impossível a sua permanência no local. Nosso correspondente buscou refúgio num botequinhofulero de frente para o mar em Ipanema. Passa bem e no caminho, nos enviou esta foto que retrata o cenário de guerra.

Tudo isso porque:

Para se livrar do perrengue no orçamento do estado, o governo do PMDB carioca abaixou as cuecas para o governo do PMDB federal.

O Governo Federal de Temer, só vai avalizar as dívidas do governo carioca - Traduzindo: só vai transferir o pepino para a próxima gestão - se o governo carioca privatizar sem dó nem piedade a companhia de águas e saneamento do estado.

Ou seja:
Graças a incompetência do PMDB nacional e carioca (ou fluminense, nunca sei qual é qual), milhares de servidores públicos vão para o olho da rua e toda população do estado ficará a mercê de um pool de empresas sedentas de lucro, para o fornecimento de água tratada e esgoto.

O golpe em curso, queridos, não foi para destruir o PT ou muito menos para se combater a corrupção.
O Golpe foi e é golpe, para destruir e vender o que sobrar do Brasil.

 



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