Ir para o conteúdo

News

Tela cheia Sugerir um artigo

Sociedade

28 de Fevereiro de 2014, 13:45 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.

9 de Julho: quando os paulistas comemoram uma derrota

9 de Julho de 2019, 23:04, por Desconhecido

Os paulistas nunca engoliram Getúlio Vargas na destruição da política do café paulista com o leite mineiro, em 1930. E com isto, o nome de Getúlio Vargas foi banido das ruas, praças, avenidas, escolas, faculdades, universidades, hospitais, prédios, bairros, cidades, etc…

 

Por Sergio Caldieri – de Niterói

 

Na Revolução Constitucionalista de 1932, marcou a insurgência do povo paulista contra o resto do país, que buscava a derrubada do governo provisório de Getúlio Vargas e a promulgação de uma nova Constituição.

Era o início, em 1932, de uma lavagem cerebral com o objetivo de destruir o Getúlio Vargas do mapa, e endeusar os bandeirantes assassinos de índios durante mais de 100 anos.Era o início, em 1932, de uma lavagem cerebral com o objetivo de destruir Vargas e endeusar os bandeirantes assassinos de índios durante mais de 100 anos

Os paulistas nunca engoliram Getúlio Vargas na destruição da política do café paulista com o leite mineiro, em 1930. E com isto, o nome de Getúlio Vargas foi banido das ruas, praças, avenidas, escolas, faculdades, universidades, hospitais, prédios, bairros, cidades, etc…etc…

O ex-governador Armando Salles de Oliveira convocou os escritores das academias e do instituto histórico de São Paulo, Afonso d´Escragnoll​e​ Taunay, Alfredo Éllis Jr., Alcântara Machado, Paulo Prado, Cândido Mota Filho, Cassiano ​Ricardo ​e outros.

Realeza

Era o início de uma lavagem cerebral com o objetivo de destruir o Getúlio Vargas do mapa, e endeusar os bandeirantes assassinos de índios durante mais de 100 anos. Além de roubarem as pedras preciosas e ouros das nossas Minas Gerais, Goiás e outros estados.

As toneladas do metal dourado serviram para reconstruir as cidades e as igrejas ornamentadas de ouro depois do terremoto de Lisboa, em 1755. E ainda sobrou tanto ouro que mandaram para a pobrezinha Inglaterra, que deveria ser para fabricação de dentadura de ouro para a realeza.

Os escritores amestrados globalizaram os bandeirantes em materiais escolares, hinos, matérias em jornais, revistas e tudo quanto é propaganda, além nas rodovias paulistas com os nomes de Anhanguera, Raposo Tavares, Fernão Dias, Pedro Taques, Bandeirantes e os Monumento às Bandeiras do Victor Brech​e​ret e a horrorosa estátua de Borba Gato.

‘Bueno’

​​ ​Getúlio descendente de um bandeirante​.

​O filho de Getúlio Dorneles Vargas, Lutero Sarmanho Vargas escreveu o livro A revolução inacabada, onde contou que em relação ao nome Vargas “cabe registrar que meu pai, se não fosse uma paixão de seu bisavô paterno, poderia ter se chamado Bueno, pois esse bisavô chamava-se Francisco de Paula Bueno. Segundo Aurélio Porto, os Buenos são de ascendência conhecida. Originam-se de Bartolomeu Bueno de Ribeira, natural de Sevilha que foi para São Paulo em 1571. Entre os descendentes de Bartolomeu sobressai Amador Bueno, o homem que não quis ser aclamado rei.

“Meu tio Benjamim contou-me que esse bisavô Bueno, apaixonando-se por uma professora, largou a mulher e filhos e foi-se com seu novo amor, montados a cavalo. Quando os filhos chegaram em casa, sua mãe, Ana Joaquina de Vargas, informou-lhes do sucedido e eles, em número de cinco, saem em busca do pai. Encontrando-o, este os recebe de maus modos e perguntou-lhes o que desejavam. Os filhos responderam-lhe que não desejavam brigar e sim apenas levá-lo de volta para casa. Respondeu-lhes: Já estão ​’​taludos​’​ para necessitarem de um pai, voltem para casa. Eu não vou com vocês, vou fazer uma nova vida com esta que me acompanha. Os filhos voltaram e riscaram em definitivamente o nome Bueno”.

Portugal

Lutero lembrou que o exército paraguaio invadiu São Borja em 10 de junho de 1865. Um dos Voluntários da Pátria, estava o jovem Manoel do Nascimento Vargas. Em Itaqui, cidade vizinha de São Borja, chegou o 1º. Tenente Francisco de Paula Sarmanho, vindo do Pará, para servir a Marinha de Guerra do Brasil. Esse tenente casou com Virgínia Ferreira que foi o avô paterno de sua mãe Darcy Vargas.

Manoel do Nascimento Vargas como sabia ler e escrever foi promovido a cabo. Quando ele passou pela fazenda de Santos Reis, de propriedade do Major Serafim Dornelles, conheceu Cândida Francisca Dornelles. Depois que deu baixa no exército o jovem capitão foi trabalhar no comércio de couros e erva-mate e, em uma de suas passagens pela fazenda de Santos Reis, pede Cândida Dornelles em casamento, que foi celebrado em 16 de janeiro de 1872.

As três filhas do austero Major Serafim Vargas casaram com maridos de grandes posses. A mais velha Leocádia, casou com Antônio Garcia, um abastado fazendeiro e futuro padrinho de Getúlio Vargas, que não tinha herdeiros deixou com herança para o afilhado a fazenda Figueira. A filha Luiza casou com Aparício Mariense da Silva, rico fazendeiro e político famoso. A filha caçula Zulmira casou com Periandro Malveiro da Motta, da casa fidalga dos Malveiro de Portugal.

Federação

No primeiro governo de Leonel Brizola, em 1983 tivemos o Periandro Motta, coronel do exército, que foi tesoureiro do PDT, trabalhou como diretor da Loterj e diretor do Detran na gestão de José Colagrossi quando foi Secretário Estadual de Transportes.

E para refrescar a memória, é bom lembrar que uma das grandes vitórias de Getúlio Vargas foi conquistada nas eleições de 1945. Sem sair da sua fazenda, Getúlio recebeu nada menos que 1 milhão e 300 mil votos, sendo eleito senador por dois Estados, Rio Grande do Sul e São Paulo, e deputado federal pelo Distrito Federal e mais seis unidades da Federação.

Sergio Caldieri é jornalista, escritor e diretor do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro (SJPERJ).



Defesa reforça pedido de liberdade para Lula diante delação forjada

30 de Junho de 2019, 20:14, por Desconhecido

O empreiteiro Léo Pinheiro incriminou o ex-presidente Lula, no caso que o levou à prisão.

Por Redação – de São Paulo

 Alvo de uma prisão política há mais de um ano, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva questiona, agora, a delação premiada do empreiteiro Léo Pinheiro e acusa o Ministério Público Federal (MPF) de Curitiba de forjar a peça acusatória. A nova leva de mensagens vazadas à agência norte-americana de notícias Intercept Brasil aponta o crime cometido. As evidências serão anexadas ao processo que pede a imediata libertação do líder petista.

Leo Pinheiro mudou seu depoimento acerca do ex-presidente Lula, para incriminá-lo

Pinheiro incriminou o ex-presidente, no caso que o levou à prisão. O depoimento foi tratado com desconfiança pela Operação Lava Jato durante quase todo o tempo em que se dispôs a colaborar com as investigações, “segundo mensagens privadas trocadas entre procuradores envolvidos com as negociações”, afirma reportagem do diário conservador paulistano Folha de S. Paulo, parceira da agência Intercept.

Léo Pinheiro, ex-presidente da construtora OAS, somente passou a ser considerado merecedor de crédito “após mudar diversas vezes sua versão sobre o apartamento tríplex de Guarujá (SP) que a empresa afirmou ter reformado para o líder petista”, acrescenta.

A reportagem aponta que Léo Pinheiro apresentou a versão usada para condenar Lula apenas em abril de 2017, mais de um ano depois do início das negociações com a Lava Jato. Os diálogos examinados pela Folha e a Intercept ajudam a entender por que as negociações da delação da empreiteira, até hoje não concluídas, foram tão acidentadas — e sugerem que o depoimento sobre Lula e o tríplex foi decisivo para que os procuradores voltassem a conversar com Pinheiro, meses depois de rejeitar sua primeira proposta de acordo.

Pinheiro, na realidade, teria sido levado a incriminar Lula “para ter sua delação aceita”, conclui.



Destruição da soberania e da ciência no Brasil

18 de Junho de 2019, 12:25, por Desconhecido




Neurocientista mundialmente reconhecido, Miguel Nicolelis visita o Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, em São Paulo, na terça-feira (25). Em debate, a destruição da soberania e do futuro dos brasileiros. A atividade ocorre no auditório da entidade, situado na Rua Rego Freitas, 454, sala 83, próximo ao metrô República. Nicolelis contará com a companhia de Flávia Calé, presidenta da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG).

Professor titular da Duke University (EUA), Nicolelis foi considerado um dos 20 maiores cientistas em sua área pela revista Scientific American e pela revista Época. Também foi o primeiro cientista a receber dois prêmios dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH) no mesmo ano, além de ser o primeiro brasileiro a ter um artigo de capa na revista Science. Na Duke University, atua como pesquisador do Instituto Internacional de Neurociências Edmond & Lilly Safra (IIN-ELS). Nicolelis lidera o consagrado projeto Walk Again - "Andar de novo".
Apesar do eixo "Ciência e Tecnologia", o bate-papo com Nicolelis e Calé deve abranger não somente os ataques ao setor, mas também ao desmonte institucional, a destruição e o entreguismo praticados pelo governo Bolsonaro. A entrada é livre, bastando preencher o formulário abaixo ou através deste link: https://forms.gle/KsBwbcfbnhME5r2v6

Para quem não puder comparecer, haverá transmissão online na página do Barão: www.facebook.com/baraomidia



Francisco apoia estabelecer preço por emissão de carbono para conter aquecimento global

15 de Junho de 2019, 9:47, por Desconhecido

Francisco, que fez muitos apelos pela proteção ambiental e se chocou com líderes como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a respeito da mudança climática, disse que a crise ecológica “ameaça o próprio futuro da família humana”.

Por Redação, com Reuters – da Cidade do Vaticano

O papa Francisco disse nesta sexta-feira que estabelecer preço para emissões de carbono é “essencial” para conter o aquecimento global – sua declaração mais clara até hoje em apoio à penalização de poluidores, e apelou para que os descrentes da mudança climática ouçam a ciência.

Papa Francisco recebe fieis no Vaticano

Em um discurso a executivos do setor energético feito ao final de uma reunião de dois dias, ele também pediu por reportagens “abertas, transparentes, baseadas na ciência e padronizadas” sobre riscos climáticos e uma “transição energética radical” do carbono para salvar o planeta.

A fixação de preço para emissões de carbono, seja por impostos ou esquemas de troca de emissões, é usada por muitos governos para fazer os consumidores de energia pagarem pelos custos do uso de combustíveis fósseis, que contribuem para o aquecimento global, e para fomentar o investimento na tecnologia de baixo carbono.

O Vaticano não divulgou os nomes dos participantes do encontro a portas fechadas em sua Academia de Ciências, que repetiu outro de 2018, mas fontes da indústria disseram que se acredita que as empresas representadas são as gigantes Eni, Exxon, Total, Repsol, BP, Sinopec, ConocoPhillips, Equinor e Chevron.

Grupo

Um grupo pequeno de manifestantes se reuniu diante de um portão do Vaticano. Um deles exibiu um cartaz dizendo “Queridos CEOs do Petróleo: Pensem em Seus Filhos”.

Francisco, que fez muitos apelos pela proteção ambiental e se chocou com líderes como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a respeito da mudança climática, disse que a crise ecológica “ameaça o próprio futuro da família humana”.

Ele criticou implicitamente aqueles que, como Trump, negam que a mudança climática seja causada sobretudo pela atividade humana.

– Durante tempo demais, fracassamos coletivamente em ouvir os frutos das análises científicas, e as previsões apocalípticas não podem mais ser encaradas com ironia ou desdém – disse. O debate sobre mudança climática e transição energética precisam se basear na “melhor pesquisa científica disponível hoje”.

No ano passado, Trump rejeitou projeções de um relatório de seu próprio governo segundo o qual a mudança climática causará danos econômicos sérios à economia dos EUA.

– Diante de uma emergência climática, precisamos agir de acordo, de maneira a evitar perpetrar um ato de injustiça brutal contra os pobres e as gerações futuras – disse o papa.



Moro derrete

7 de Junho de 2019, 17:58, por Desconhecido

Moro tem sido campeão de derrotas no governo Bolsonaro. Perdeu o Chicago boy o COAF que voltou a fazer parte do ministério da economia.

Moro espera que sua loteria premiada lhes reserve sua vaga no STF. Como dizem desde os tempos que Bolsonaro foi reformado do exército - promessa é dívida.

 

Morotoche



Notícias

News

Minha rede