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25 de Fevereiro de 2014, 16:05 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.
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Cibercomunismo soviético e a fé norteamericana

5 de Agosto de 2018, 18:03, por Desconhecido

Cibercomunismo Como os norteamericanos imaginavam em 1984 como seria a parada em Comemoração dos 100 anos da  Revolução de Outubro na Praça Vermelha, Moscou

Segundo o Professor da Universidade de Westminster, Richard Barbrook:
"No final dos anos 1950 e no início dos anos 1960 na Rússia e nos países do Leste Europeu existiu o movimento do comunismo cibernético, liderado pelo Alexei Berg (diretor do Instituto de radiotécnica e eletrônica, vice-ministro de defesa da URSS), que considerava possível que as redes computadorizadas pudessem gerenciar a economia com mais eficiência que o mercado ou que o planejamento centralizado. Claro, ainda não existiam as tecnologias que poderiam possibilitar isto, mas Berg e seus colegas conseguiam prever o que ocorreria nos próximos cinquenta anos.

Além da intenção de tornar a economia mais eficiente, estes comunistas cibernéticos esperavam, também, que o surgimento da rede ajudaria na criação da nova sociedade livre - aquilo que hoje chamamos de sociedade da informação. No XXI Congresso do PCUS (Partido Comunista da União Soviética), Nikita Khruschev, secretário geral do partido, afirmava que os cidadãos da Rússia e do Leste Europeu viveriam no comunismo cibernético no mais tardar no final dos anos 1970.

Berg e seus aliados consideravam, que o todo o potencial da rede de computadores não poderia ser utilizado, caso fosse imposto de cima para baixo - semelhante ao que vemos agora sendo praticado por Google, Amazon, Apple e outras gigantes de TI.

Ao invés disso, eles defendiam um sistema cibernético de direção oposta, ou seja, de baixo para cima, o que permitiria aos trabalhadores e camponeses não só propor suas ideias às burocracias governantes, mas também expressar suas ideias livremente sem interferência dos censores governamentais ou da polícia secreta.

Se Lênin dizia que o comunismo - era os Soviets mais a Eletrificação de todo o país, Alexei Berg afirmava, que a expansão da rede computadorizada ajudaria na recuperação da democracia soviética modelo 1917, esta, por sua vez, criaria uma nova sociedade comunista cibernética livre. Era uma tentativa de salvar a União Soviética de si própria, através das reformas internas do sistema. Hoje o computador já se tornou um meio para "recuperar a democracia", um meio tecnologicamente avançado.

Os comunistas cibernéticos foram a última geração a realmente considerar que o sistema poderia ser salvo. Não eram falsos, não separavam a ideologia oficial de suas convicções pessoais. Para nós é interessante que os americanos também acreditavam e temiam isso. Lendo os relatórios dos peritos da CIA vocês poderão observar, que eles estavam convencidos que os russos estavam construindo uma civilização cibernética. Então, decididos a não permitir mais uma humilhação, os EUA fizeram de tudo para serem os primeiros a inventar a rede."

Muitas vezes falei e escrevi, que caso as reformas do Kossiguin fossem realizadas a URSS seria mantida e em 20-25 anos evoluiria para a social democracia do modelo europeu.

Já a internet inventada e realizada pelos americanos, enfim, foi uma resposta ao desafio apresentado pela União Soviética (se antecipar aos Sovietes na criação da sociedade cibernética).

@netovetz

Fonte: Canal Krasnii Sion no Telegram

Tradução: Yuri Ribeiro

Revisão: Bertoni



Grupos de agricultores se unem para divulgar a agroecologia

1 de Junho de 2018, 9:54, por Desconhecido

Um dos destaques do debate sobre a agroecologia é o chamado “Pacote do Veneno”; um projeto de lei que retira os controles legais que impedem o uso desenfreado de agrotóxicos nas lavouras.

 

Por Redação, com ABr – de Belo Horizonte

 

Grupos muitas vezes sem visibilidade – povos indígenas, comunidades tradicionais, agricultores e agricultoras familiares – trocam experiências de agroecologia, discutem os efeitos das políticas públicas para a agricultura familiar e pretendem dar mais espaço à agenda política do movimento, durante a 4ª edição do Encontro Nacional de Agroecologia (ENA), iniciado hoje, no Parque Municipal Américo Renné Giannetti, em Belo Horizonte. Terminará neste domingo.

Agrotóxico

Um número cada vez maior de agricultores pratica a agroecologia

Um número cada vez maior de agricultores pratica a agroecologia

Um dos destaques do debate é o chamado “Pacote do Veneno”, um projeto de lei que retira os controles legais que impedem o uso desenfreado de agrotóxicos nas lavouras.

A programação inclui alimentação agroecológica, oficinas, atividades culturais, atos e debates públicos sobre temas como água, mudanças climáticas, sementes crioulas e biodiversidade.

Para Paulo Petersen, membro do comitê executivo do ENA e vice-presidente da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), essa é uma chance de desmentir informações amplamente difundidas na sociedade.

— Uma das principais narrativas do que a gente chama de falsa verdade é a que o agrotóxico é um mal necessário. Essas são afirmações que confundem o debate público. A agroecologia demonstra que isto não é verdade. E que é possível, por conseguinte, produzir em qualidade, diversidade e quantidade sem uso de veneno. O agrotóxico é um elo de uma cadeia de alimentos que precisa ser rompido. Mas as políticas públicas continuam induzindo para o fortalecimento desse modelo — explicou.

Temas em debate

Com o tema “Agroecologia e democracia unindo campo e cidade”; o encontro apresenta para a população urbana os múltiplos benefícios da agroecologia. Entre eles, portanto, a produção de alimentos saudáveis; a recuperação e conservação das fontes de água, da biodiversidade, das florestas e dos solos; a geração de renda na agricultura e a valorização das identidades e culturas dos povos e comunidades do campo.

Essas experiências trazem soluções que respondem a diversos desafios vivenciados no Brasil; como a alta concentração de agrotóxicos nos alimentos; desmatamento, mortes de rios; concentração de renda, êxodo rural e aumento da pobreza.

Um exemplo é o de Paula Silva Ferreira, de Irecê, na Bahia. Ele é representante da Rede de Agroecologia dos Povos da Mata; que há 25 anos produz alimentos agroecológicos.

— Venho de uma comunidade [Lagoa Funda/município Barro Alto] que resiste a esse sistema [que usa agrotóxicos] e mostra que é possível produzir alimentos orgânicos. Conseguimos a certificação participativa nessa resistência. Produzimos todo tipo de verduras, hortaliças e legumes numa escala de toneladas — concluiu.

O post Grupos de agricultores se unem para divulgar a agroecologia apareceu primeiro em Jornal Correio do Brasil.



Informatización cubana: Más allá de infraestructuras, contenidos y servicios. Por Iroel Sánchez

17 de Maio de 2018, 10:00, por La pupila insomne

Informatização cubana

A inicios de 2017 Granma publicó un reportaje sobre  Onay Martínez, un ingeniero informático devenido fruticultor exitoso en tierras en usufructo ubicadas en la provincia de Pinar del Río.

Onay refiere allí cómo se comunicó por correo electrónico con el Instituto de Investigaciones en Fruticultura Tropical y recibió de ellos asesoría decisiva para su proyecto agrícola, además de contar cómo mediante el uso de Internet él y su hermano  encontraron información de utilidad sobre variedades y tecnologías de cultivo que les permitieron producir en 2016 “82 toneladas de mango con destino a los mercados, la industria y el turismo”, y “2,7 toneladas de carne aportadas por los carneros que crían con el propósito de controlar la hierba entre los campos de frutales”

Es una muestra de cómo el uso de las Tecnologías de la Información y las Comunicaciones (TIC) para acceder al conocimiento en el momento oportuno pueden jugar un rol decisivo en el viraje productivo que necesita Cuba.

No se trata de una utopía, mirando hacia otra experiencia, sería imposible imaginar la viabilidad de la que hoy constituye la principal fuente de ingresos por exportación del país, los servicios médicos, sin tomar en cuenta el rol imprescindible en ello de un servicio como Infomed, surgido en medio de la crisis económica de los años noventa en Cuba y que permitió sostener y elevar la calidad de la formación de los profesionales cubanos de la salud, socializando la información científica producida en el país y la obtenida por Internet, junto a otras fuentes, a partir de un mínimo ancho de banda tanto nacional como internacional. Imaginar el éxito de la medicina cubana a nivel mundial sin Infomed es imposible.

El éxito reciente de una aplicación que socializa la disponibilidad de productos en una de las más importantes cadanas de tiendas del país hace pensar, por ejemplo, en la utilidad de que el fondo de inventarios ociosos de las empresas cubanas, seguramente ya digitalizado en la mayor parte de ellas,  se compartiera en la red nacional y lo que eso significaría en ahorros de importaciones y eficiencia.

Apliquémoslo entonces a la inversa.  Cómo con mayor infraestructura tecnológica en el país, se nota la ausencia de proyectos en nuestra industria y nuestra agricultura donde los recursos invertidos en infraestructuras tecnológicas no acaban de tener el urgente impacto productivo del que tan necesitados estamos.

El imprescindible énfasis en el desarrollo de infraestructuras, debe estar aparejado al despliegue de servicios y contenidos, y además ir acompañado de un esfuerzo educativo de directivos, trabajadores y la sociedad toda para  desarrollar  habilidades que contribuyan al uso creativo y crítico de las TIC. Por más computadoras y conectividad que tengamos, si la formación cultural no es convergente con el desarrollo infraestructural, el subdesarrollo nos seguirá acompañando por mucho tiempo. Por no  hacer ese énfasis , el uso subdesarrollante de la Internet es una triste realidad en muchos países donde la inversión en infraestructura no ha estado acompañada del desarrollo de servicios nacionales ni de la educación del pueblo para ello. Lejos de impactar hacia el desarrollo, ha devenido en más dependencia y subdesarrollo.

Mirando en nuestra programación televisiva, uno se percata de que se desaprovecha su carácter de servicio público para educar en este sentido.  Como tendencia, los espacios asociados a esta temática divulgan una lógica sobre las TIC más basada en la publicidad comercial que en fomentar una cultura crítica y creativa de su uso.

Teniendo un espacio como Universidad para todos que, integrado a los Joven Club  y a los centros de educación superior, pudiera ser una fuente de educación popular sobre estas tecnologías, se echa de menos que con excepción de un curso impartido hace más de siete años sobre EcuRed, las temáticas de las TIC estén ausentes allí.

Aspectos como la ciberseguridad, la construcción colectiva de contenidos, la protección de la privacidad, el uso responsable y ético de las redes sociales, la protección de los menores en los entornos digitales… son apenas unos pocos de los asuntos sobre los que urgentemente nuestro pueblo  debería ser instruido para hacer un uso creativo, crítico, culto y descolonizador de las TIC para el desarrollo.

La casi recién nacida Unión de Informáticos de Cuba, cuya concepción busca hallar una solución que integre la creatividad individual fomentada por estas tecnologías con el proyecto colectivo de nuestra sociedad y conectarlo con las prioridades del desarrollo, puede aportar al enorme potencial profesional existente en el país.

Que coincidan cada 17 de mayo entre nosotros el Día mundial de las telecomunicaciones y la Sociedad de la información y el Día del campesino, es una excelente oportunidad para que pensemos y profundicemos en estos temas.



Nova versão da plataforma livre para o mapeamento de iniciativas em agroecologia

4 de Abril de 2018, 21:52, por Marcelo Soares Souza

Mapa da agroecologia
A plataforma Mapa da Agroecologia, uma ferramenta livre que permite o mapeamento de iniciativas em Agroecologia, disponibilizou uma nova versão. Esta traz correções e melhorias diversas, incluindo aprimoramentos na interface, adição de novos campos e a opção de tradução da interface (Português, Espanhol e Inglês).

A plataforma esta em constante evolução e é livre, estamos sempre buscando parceiros para aprimorar o sistema, não somente fornecendo informações sobre os locais que já realizam experiências em agroecologia mas com sugestões e dicas de como melhorar a plataforma em si. Por ser um Software Livre você pode contribuir com código, documentação e tradução da interface.

Esta plataforma esta disponível como Software Livre, sobre a licença GPLv3, e foi oficialmente apresentada durante o VI Congresso Latino-americano de Agroecologia (#Agroecologia2017) que ocorreu em Brasília, DF em 2017.

Conheça a Plataforma em funcionamento em https://mapadaagroecologia.org/ e adicione o Local e a Experiência que esta realizando para que possamos fomentar novas redes de colaboração.

Através do código-fonte é possível customizar a plataforma e implantá-la em qualquer iniciativa que deseje mapear experiências de agroecologia no Brasil.

O Código-fonte esta disponível em https://gitlab.com/ITBio3/agroecologia e foi desenvolvido utilizando Ruby on Rails.



Sob controle da Boeing, destino da Embraer é o da FNM

25 de Dezembro de 2017, 11:02, por Blogoosfero

Pobre do povo que prefere debater a celulite de uma cantora pop a defender a soberania do país e sua maior empresa aeronáutica, resultante de mais de 70 anos de investimentos públicos em tecnologia!

Azul brasil2

Ao contrário do que pensa a maioria das pessoas, a Embraer não foi a primeira incursão de grande envergadura no campo aeronáutico, feita pelo Brasil.

Por Luiz Carlos Lima*

Em 1942 o governo do presidente Getúlio Vargas, sob a inspiração do então coronel Guedes Muniz, criou a Fabrica Nacional de Motores – FNM (FeNeMê) em Xerém, distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro. A idéia era produzir motores de aviação para viabilizar a nascente indústria aeronáutica que era obrigada a importar os motores e com a guerra prolongada tornara-se artigo raro e caro.

A aliança entre Vargas e Roosevelt permitiu a viabilização da fábrica, juntamente com a Companhia Siderúrgica Nacional em troca da instalação de uma base em Natal, no Rio Grande do Norte.

Os primeiros motores produzidos pela FNM foram uma versão dos motores radiais Curtiss-Wright R-975 e equiparam um avião Vultee em 1946. É importante lembrar que o Brasil contava à época com a fábrica de aviões em Lagoa Santa, Minas Gerais onde foram montados os T 6, a Fábrica do Galeão, no Rio de Janeiro, que produziu os bombardeios bimotores Fock-Wulf B 52 e uma industria privada, a Companhia Aeronáutica Paulista, que produziu os famosos Paulistinhas. Portanto, produzir motores era essencial para a capacidade do país se defender e garantir sua soberania, especialmente num cenário internacional como da segunda guerra mundial.

Findo o conflito, nosso aliado tem grande sobra de material de guerra inclusive motores de aviação. Por outro lado, Getúlio Vargas já havia caído e com ele sua política nacionalista. O novo governo do presidente Eurico Gaspar Dutra, de inspiração liberal eleito em 1946, optou por abandonar o esforço em dominar a produção de motores de aviação e comprar a preços módicos o estoque norte-americano.

Morreu aí a FNM produtora de motores de aeronaves. Hoje os aviões produzidos no Brasil importam seus motores de fábricas inglesas ou norte-americanas.

Mas as primorosas instalações da FNM em Duque de Caxias não foram fechadas. Guedes Muniz iniciou a produção de bens de consumo, máquinas agrícolas e finalmente caminhões. Primeiro fez uma associação com a Isotta Fraschini e posteriormente com a Alfa Romeo para a produção de caminhões pesados no Brasil.

Aos poucos se tornou uma marca reconhecida em todos os cantos do país com caminhões adaptados às condições brasileiras e dominaram nossas estradas nas décadas de 1950 à 1970.

Além dos caminhões pesados, a fábrica produzia ônibus e em 1960 lançou um automóvel sedã bastante avançado, o FNM 2000 JK em homenagem ao presidente Juscelino Kubitschek. Era uma autêntica marca nacional – apelidada pelo povo de FeNeMê.

Apesar do fracasso inicial com a produção de motores aeronáuticos, por decisão governamental alinhada aos interesses geopolíticos dos Estados Unidos, a FNM firmou-se como um símbolo da industrialização brasileira concebida no ciclo Vargas – com forte ação do Estado: Petrobras, Companhia Siderúrgica Nacional, FNM e Vale do Rio Doce.

Veio o golpe militar de 1964 e colocou uma pá de cal na marca brasileira de automóveis, caminhões e ônibus. Em 1968, em negociação secreta, o governo de Costa e Silva transferiu o controle da FNM para a italiana Alfa Romeo – até então parceira tecnológica da empresa. A marca desapareceu em uma década.

Nunca mais o Brasil conseguiu consolidar uma marca própria competitiva no ramo automobilístico, apesar do esforço de gente como João Gurgel, Agrale e das fábricas de esportivos e utilitários. Hoje o mercado brasileiro é dividido entre multinacionais de várias origens – norte americanas, suecas, alemãs, japonesas, francesas, coreanas, francesas, chinesas....

O Brasil detém uma das três grandes indústrias de aviões do ocidente, até agora, fruto de uma visão cuja origem é a velha política nacionalista de Getúlio Vargas, implantada com o Brigadeiro Montenegro criado do CTA e ITA que permitiu a constituição do grupo de trabalho que resultou na produção do Bandeirante e da Embraer.

Se vingar esse negócio teremos mais uma FNM.

Luiz Carlos de Lima é Professor, ex-secretário de educação de São José dos Campos



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