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25 de Fevereiro de 2014, 16:05 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.
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Versão chinesa do GPS dá início a operações mundiais

31 de Dezembro de 2018, 20:37, por Desconhecido

A construção do sistema para a rede de satélites de terceira geração BeiDou foi concluída, o que já permite oferecer serviços precisos de posicionamento, navegação e horário em nível mundial.

Por Redação, com EFE – de Pequim/Tóquio

BeiDou, a versão chinesa do sistema de geolocalização norte-americano GPS, começou a oferecer serviços em nível global nesta quinta-feira, segundo anunciou o Escritório de Navegação por Satélite da China.

O sistema estava em funcionamento na China e em partes da região Ásia-Pacífico desde dezembro de 2012

A construção do sistema para a rede de satélites de terceira geração BeiDou foi concluída, o que já permite oferecer serviços precisos de posicionamento, navegação e horário em nível mundial, explicou em entrevista coletiva o diretor do departamento, Ran Chengqi, citado pelo jornal oficial “China Daily”.

– Isto marca a entrada de BeiDou em uma ‘era global’ depois de sua ‘era regional’ – acrescentou Ran.

O sistema estava em funcionamento na China e em partes da região Ásia-Pacífico desde dezembro de 2012. Nessas áreas a plataforma conta com uma margem de precisão de cinco metros, enquanto em nível mundial esse número aumenta para dez metros.

Atualmente, a China conta com 33 satélites BeiDou em funcionamento: 18 da terceira geração e 15 da segunda. O governo ainda pretende lançar outros 11 satélites de terceira geração e um de segunda.

A China começou a construir o seu próprio sistema de navegação por satélite em 2000 para acabar com a dependência do GPS. BeiDou é o nome que os astrônomos chineses da antiguidade deram às sete estrelas mais brilhantes da constelação de Ursa Maior.

BeiDou é um dos quatro projetos espaciais de redes de navegação, junto ao GPS; ao Galileo, da União Europeia; e ao GLONASS, da Rússia.

Japão

O Governo do Japão e várias empresas tecnológicas e automobilísticas criaram um roteiro que fixa 2023 como o ponto de partida para a comercialização de veículos voadores e seu uso no âmbito urbano.

Após meio ano de reuniões, um comitê público-privado formado por cerca de 20 companhias e os ministérios de Economia, Comércio e Indústria e Terra, Infraestrutura, Transporte e Turismo terminou de definir um plano de negócio que contempla normalizar a circulação pelo ar em um prazo de cinco anos.

– A ideia por trás do carro voador é que podemos obter um preço mais razoável que o de um helicóptero ou de um avião. Além disso, é mais fácil de pilotar – explicou Tomohiro Fukuzawa, CEO de Skydrive, empresa integrante deste comitê que há quatro anos trabalha na elaboração de um veículo voador.

O projeto para desenvolver o turismo desta companhia já conta com um financiamento de mais de US$ 5 milhões por parte de empresas do setor automobilístico e dos governos de Tóquio e Japão.

Cerca de 400 pessoas trabalham para a fabricação do carro voador Skydrive, que nasceu das mentes de uma dezena de jovens engenheiros que investiram seu tempo livre na criação de um novo sistema de mobilidade aérea.

– Começamos a trabalhar neste projeto como uma espécie de trabalho voluntário ou hobby – lembrou Fukuzawa, que em 2014 se dedicava à produção de peças de automóveis para a Toyota Motors.

Agora, a Toyota é um dos principais investidores desta empresa emergente, cujo objetivo mais próximo é participar da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, algo que já estão negociando com a organização do evento.

Após os jogos, querem que o lançamento do Skydrive no mercado seja em 2023, para sedimentá-lo como meio de transporte urbano nos anos seguintes, algo que o Governo japonês está disposto a formalizar através da criação de novas infraestruturas e da elaboração de leis que regulem a circulação destes veículos.

No entanto, a produção em massa e lançamento no mercado do automóvel, que os seus engenheiros planejaram para 2026, é um desafio por causa do alto custo do produto, que agora ronda os 50 milhões de ienes (US$ 450 mil).

Por este motivo, o CEO de Skydrive explicou que o Governo do Japão estuda, a princípio, fazer deste tipo de veículos um serviço público: “Hoje em dia não precisamos possuir o veículo, mas podemos compartilhá-lo ou usá-lo como serviço. Se o utilizamos como um táxi, o preço é muito mais razoável”.

Este automóvel é único quanto ao tamanho – menor ao de outros projetos deste tipo – e sua decolagem é vertical. Além disso, conta com uma fonte de energia elétrica e mais estabilidade no voo que os veículos planejados por outras companhias.

Com 3,6 metros de comprimento, 3,1 de largura e 1,1 de altura, o pequeno tamanho do Skydrive lhe permite decolar de um espaço reduzido, por isso que seu criador comentou que “poderia ser estacionado inclusive em um konbini”, nome dado às lojas de conveniência japonesas.

Embora o automóvel “possa voar a qualquer altitude”, segundo o engenheiro, a equipe que o desenvolve calcula que sua ascensão deva ser de um mínimo de 150 metros, altura que permitiria que se abrisse um paraquedas em caso de acidente.

Neste mês de dezembro, a companhia conseguiu fazer voar com sucesso um protótipo em escala real do carro, que é projetado para abrigar duas pessoas, pesa 400 kg e espera-se que alcance uma velocidade de 100 quilômetros por hora no ar.

O primeiro teste com um piloto humano vai acontecer no segundo semestre de 2019, após receber a sinal verde do Governo japonês, que desde este ano permite que este tipo de teste aconteça em áreas externas.

Além disso, o Japão organizará testes de voo para todos os projetos de automóveis voadores em escala nacional no próximo ano.

– No Japão, muita gente consome ficção científica, onde aparecem muitos carros voadores. Já estamos muito familiarizados – concluiu Fukuzawa.



Justiça concede liminar e quebra patente de medicamento contra hepatite C

24 de Setembro de 2018, 22:36, por Desconhecido

A liminar foi expedida pelo juiz Rolando Valcir Spanholo, da 21ª Vara Federal, suspendendo a patente do remédio Sofosbuvir.

Por Redação, com Reuters – de Brasília

A Justiça Federal concedeu liminar que anula a concessão de patente de remédio contra a hepatite à farmacêutica norte-americana Gilead Sciences, informou nesta segunda-feira a assessoria da candidata à Presidência da República Marina Silva (Rede), autora do pedido feito à Justiça com seu candidato a vice, Eduardo Jorge (PV).

Justiça Federal concede liminar e quebra patente de remédio contra hepatite C

A liminar foi expedida pelo juiz Rolando Valcir Spanholo, da 21ª Vara Federal, suspendendo a patente do remédio Sofosbuvir. A exclusividade havia sido concedida na semana passada ao laboratório norte-americano pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

– Essa quebra de patente é um ato em legítima defesa da vida daqueles que estão na fila à espera de um tratamento caríssimo, cujo genérico agora será produzido como ocorreu com os remédios para a aids – disse Marina, em evento de campanha em Maceió.

Ainda segundo a assessoria da candidata, estava em curso um convênio entre a Farmanguinhos-Fiocruz, Blanver e Microbiológica Química e Farmacêutica, já com registro emitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para a fabricação do medicamento genérico.

A Justiça Federal foi procurada, mas ainda não tinha uma resposta imediata.

Para Eduardo Jorge, médico de formação, a decisão beneficia os doentes de hepatite, mas também possibilitará um remanejo de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS), segundo ele, mais de R$ 1 bilhão, para o atendimento de outras necessidades da população.



Cibercomunismo soviético e a fé norteamericana

5 de Agosto de 2018, 18:03, por Desconhecido

Cibercomunismo Como os norteamericanos imaginavam em 1984 como seria a parada em Comemoração dos 100 anos da  Revolução de Outubro na Praça Vermelha, Moscou

Segundo o Professor da Universidade de Westminster, Richard Barbrook:
"No final dos anos 1950 e no início dos anos 1960 na Rússia e nos países do Leste Europeu existiu o movimento do comunismo cibernético, liderado pelo Alexei Berg (diretor do Instituto de radiotécnica e eletrônica, vice-ministro de defesa da URSS), que considerava possível que as redes computadorizadas pudessem gerenciar a economia com mais eficiência que o mercado ou que o planejamento centralizado. Claro, ainda não existiam as tecnologias que poderiam possibilitar isto, mas Berg e seus colegas conseguiam prever o que ocorreria nos próximos cinquenta anos.

Além da intenção de tornar a economia mais eficiente, estes comunistas cibernéticos esperavam, também, que o surgimento da rede ajudaria na criação da nova sociedade livre - aquilo que hoje chamamos de sociedade da informação. No XXI Congresso do PCUS (Partido Comunista da União Soviética), Nikita Khruschev, secretário geral do partido, afirmava que os cidadãos da Rússia e do Leste Europeu viveriam no comunismo cibernético no mais tardar no final dos anos 1970.

Berg e seus aliados consideravam, que o todo o potencial da rede de computadores não poderia ser utilizado, caso fosse imposto de cima para baixo - semelhante ao que vemos agora sendo praticado por Google, Amazon, Apple e outras gigantes de TI.

Ao invés disso, eles defendiam um sistema cibernético de direção oposta, ou seja, de baixo para cima, o que permitiria aos trabalhadores e camponeses não só propor suas ideias às burocracias governantes, mas também expressar suas ideias livremente sem interferência dos censores governamentais ou da polícia secreta.

Se Lênin dizia que o comunismo - era os Soviets mais a Eletrificação de todo o país, Alexei Berg afirmava, que a expansão da rede computadorizada ajudaria na recuperação da democracia soviética modelo 1917, esta, por sua vez, criaria uma nova sociedade comunista cibernética livre. Era uma tentativa de salvar a União Soviética de si própria, através das reformas internas do sistema. Hoje o computador já se tornou um meio para "recuperar a democracia", um meio tecnologicamente avançado.

Os comunistas cibernéticos foram a última geração a realmente considerar que o sistema poderia ser salvo. Não eram falsos, não separavam a ideologia oficial de suas convicções pessoais. Para nós é interessante que os americanos também acreditavam e temiam isso. Lendo os relatórios dos peritos da CIA vocês poderão observar, que eles estavam convencidos que os russos estavam construindo uma civilização cibernética. Então, decididos a não permitir mais uma humilhação, os EUA fizeram de tudo para serem os primeiros a inventar a rede."

Muitas vezes falei e escrevi, que caso as reformas do Kossiguin fossem realizadas a URSS seria mantida e em 20-25 anos evoluiria para a social democracia do modelo europeu.

Já a internet inventada e realizada pelos americanos, enfim, foi uma resposta ao desafio apresentado pela União Soviética (se antecipar aos Sovietes na criação da sociedade cibernética).

@netovetz

Fonte: Canal Krasnii Sion no Telegram

Tradução: Yuri Ribeiro

Revisão: Bertoni



Grupos de agricultores se unem para divulgar a agroecologia

1 de Junho de 2018, 9:54, por Desconhecido

Um dos destaques do debate sobre a agroecologia é o chamado “Pacote do Veneno”; um projeto de lei que retira os controles legais que impedem o uso desenfreado de agrotóxicos nas lavouras.

 

Por Redação, com ABr – de Belo Horizonte

 

Grupos muitas vezes sem visibilidade – povos indígenas, comunidades tradicionais, agricultores e agricultoras familiares – trocam experiências de agroecologia, discutem os efeitos das políticas públicas para a agricultura familiar e pretendem dar mais espaço à agenda política do movimento, durante a 4ª edição do Encontro Nacional de Agroecologia (ENA), iniciado hoje, no Parque Municipal Américo Renné Giannetti, em Belo Horizonte. Terminará neste domingo.

Agrotóxico

Um número cada vez maior de agricultores pratica a agroecologia

Um número cada vez maior de agricultores pratica a agroecologia

Um dos destaques do debate é o chamado “Pacote do Veneno”, um projeto de lei que retira os controles legais que impedem o uso desenfreado de agrotóxicos nas lavouras.

A programação inclui alimentação agroecológica, oficinas, atividades culturais, atos e debates públicos sobre temas como água, mudanças climáticas, sementes crioulas e biodiversidade.

Para Paulo Petersen, membro do comitê executivo do ENA e vice-presidente da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), essa é uma chance de desmentir informações amplamente difundidas na sociedade.

— Uma das principais narrativas do que a gente chama de falsa verdade é a que o agrotóxico é um mal necessário. Essas são afirmações que confundem o debate público. A agroecologia demonstra que isto não é verdade. E que é possível, por conseguinte, produzir em qualidade, diversidade e quantidade sem uso de veneno. O agrotóxico é um elo de uma cadeia de alimentos que precisa ser rompido. Mas as políticas públicas continuam induzindo para o fortalecimento desse modelo — explicou.

Temas em debate

Com o tema “Agroecologia e democracia unindo campo e cidade”; o encontro apresenta para a população urbana os múltiplos benefícios da agroecologia. Entre eles, portanto, a produção de alimentos saudáveis; a recuperação e conservação das fontes de água, da biodiversidade, das florestas e dos solos; a geração de renda na agricultura e a valorização das identidades e culturas dos povos e comunidades do campo.

Essas experiências trazem soluções que respondem a diversos desafios vivenciados no Brasil; como a alta concentração de agrotóxicos nos alimentos; desmatamento, mortes de rios; concentração de renda, êxodo rural e aumento da pobreza.

Um exemplo é o de Paula Silva Ferreira, de Irecê, na Bahia. Ele é representante da Rede de Agroecologia dos Povos da Mata; que há 25 anos produz alimentos agroecológicos.

— Venho de uma comunidade [Lagoa Funda/município Barro Alto] que resiste a esse sistema [que usa agrotóxicos] e mostra que é possível produzir alimentos orgânicos. Conseguimos a certificação participativa nessa resistência. Produzimos todo tipo de verduras, hortaliças e legumes numa escala de toneladas — concluiu.

O post Grupos de agricultores se unem para divulgar a agroecologia apareceu primeiro em Jornal Correio do Brasil.



Informatización cubana: Más allá de infraestructuras, contenidos y servicios. Por Iroel Sánchez

17 de Maio de 2018, 10:00, por La pupila insomne

Informatização cubana

A inicios de 2017 Granma publicó un reportaje sobre  Onay Martínez, un ingeniero informático devenido fruticultor exitoso en tierras en usufructo ubicadas en la provincia de Pinar del Río.

Onay refiere allí cómo se comunicó por correo electrónico con el Instituto de Investigaciones en Fruticultura Tropical y recibió de ellos asesoría decisiva para su proyecto agrícola, además de contar cómo mediante el uso de Internet él y su hermano  encontraron información de utilidad sobre variedades y tecnologías de cultivo que les permitieron producir en 2016 “82 toneladas de mango con destino a los mercados, la industria y el turismo”, y “2,7 toneladas de carne aportadas por los carneros que crían con el propósito de controlar la hierba entre los campos de frutales”

Es una muestra de cómo el uso de las Tecnologías de la Información y las Comunicaciones (TIC) para acceder al conocimiento en el momento oportuno pueden jugar un rol decisivo en el viraje productivo que necesita Cuba.

No se trata de una utopía, mirando hacia otra experiencia, sería imposible imaginar la viabilidad de la que hoy constituye la principal fuente de ingresos por exportación del país, los servicios médicos, sin tomar en cuenta el rol imprescindible en ello de un servicio como Infomed, surgido en medio de la crisis económica de los años noventa en Cuba y que permitió sostener y elevar la calidad de la formación de los profesionales cubanos de la salud, socializando la información científica producida en el país y la obtenida por Internet, junto a otras fuentes, a partir de un mínimo ancho de banda tanto nacional como internacional. Imaginar el éxito de la medicina cubana a nivel mundial sin Infomed es imposible.

El éxito reciente de una aplicación que socializa la disponibilidad de productos en una de las más importantes cadanas de tiendas del país hace pensar, por ejemplo, en la utilidad de que el fondo de inventarios ociosos de las empresas cubanas, seguramente ya digitalizado en la mayor parte de ellas,  se compartiera en la red nacional y lo que eso significaría en ahorros de importaciones y eficiencia.

Apliquémoslo entonces a la inversa.  Cómo con mayor infraestructura tecnológica en el país, se nota la ausencia de proyectos en nuestra industria y nuestra agricultura donde los recursos invertidos en infraestructuras tecnológicas no acaban de tener el urgente impacto productivo del que tan necesitados estamos.

El imprescindible énfasis en el desarrollo de infraestructuras, debe estar aparejado al despliegue de servicios y contenidos, y además ir acompañado de un esfuerzo educativo de directivos, trabajadores y la sociedad toda para  desarrollar  habilidades que contribuyan al uso creativo y crítico de las TIC. Por más computadoras y conectividad que tengamos, si la formación cultural no es convergente con el desarrollo infraestructural, el subdesarrollo nos seguirá acompañando por mucho tiempo. Por no  hacer ese énfasis , el uso subdesarrollante de la Internet es una triste realidad en muchos países donde la inversión en infraestructura no ha estado acompañada del desarrollo de servicios nacionales ni de la educación del pueblo para ello. Lejos de impactar hacia el desarrollo, ha devenido en más dependencia y subdesarrollo.

Mirando en nuestra programación televisiva, uno se percata de que se desaprovecha su carácter de servicio público para educar en este sentido.  Como tendencia, los espacios asociados a esta temática divulgan una lógica sobre las TIC más basada en la publicidad comercial que en fomentar una cultura crítica y creativa de su uso.

Teniendo un espacio como Universidad para todos que, integrado a los Joven Club  y a los centros de educación superior, pudiera ser una fuente de educación popular sobre estas tecnologías, se echa de menos que con excepción de un curso impartido hace más de siete años sobre EcuRed, las temáticas de las TIC estén ausentes allí.

Aspectos como la ciberseguridad, la construcción colectiva de contenidos, la protección de la privacidad, el uso responsable y ético de las redes sociales, la protección de los menores en los entornos digitales… son apenas unos pocos de los asuntos sobre los que urgentemente nuestro pueblo  debería ser instruido para hacer un uso creativo, crítico, culto y descolonizador de las TIC para el desarrollo.

La casi recién nacida Unión de Informáticos de Cuba, cuya concepción busca hallar una solución que integre la creatividad individual fomentada por estas tecnologías con el proyecto colectivo de nuestra sociedad y conectarlo con las prioridades del desarrollo, puede aportar al enorme potencial profesional existente en el país.

Que coincidan cada 17 de mayo entre nosotros el Día mundial de las telecomunicaciones y la Sociedad de la información y el Día del campesino, es una excelente oportunidad para que pensemos y profundicemos en estos temas.



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