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Trabalhadores

30 de Agosto de 2016, 14:06 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.

Principe da Privataria, Senador Açai pego no propinoduto

8 de Junho de 2018, 13:51, por Desconhecido

O propinoduto dos tucanos, tudo indica, não será mais possível nem a globo camuflar, explode pena de tucano pra tudo quanto é lado.

Estranhamente, a denuncia vem da VeJaMente, e, para supresa geral a imprensa de esgôto tacou-lhe tinta no principe da privataria - FHC. Até a Globo brutus! hmmmmm como diria Dalton, muito estranho.

Dos duendes do capitão américa até Gilmar Mendes, todos indistintamente, são sabedores que os tucanos são propineiros e corruptos. Alias, segundo o Congresso em Foco, o PSDB lidera o ranking do partido mais corrupto do Brasil (chora aspasianos golpistas). Mas sempre foram ungidos pela justissa, pela midia. Mau exemplo do tal Paulo Preto metido até a medula como operador de propina dos tucanos, no entanto, o STF via Gilmar Mendes e Carmen Lucifer os protegem. Eduardo Azeredo (ex-presidene do Serpro) na era FHC, até o presente momento é o único tucano preso fora da curva politica, mas se comenta nos corredores palacianos que não será por muito tempo.

O propinoduto tucano não há mais como ocultar feito carniça putrefada rejeitada até ´pelos urubus do ver-o-peso. Mas, FHC não está sozinho nessa empreitada sórdida, ganhou a companhia do senador açaí - Fernando Flexa Ribeiro (PSDB/Pa).

Qjuem é Flexa Ribeiro, um empresário dissimulado, sórdido, cinico e operador dos recursos ocultos dos tucanos no Pará. Ele praticamente faliu a empresa que era sócio - Engeplan. Foi na Engeplan que as campanhas tucanas se produziam os esquemas eleitorais dos tucanos com o então empresário Flexa Ribeiro guindado ao posto de operador mor, que abastecia o galpão com cestas básicas, recursos financeiros para compra de votos para os tuanos (e seus aliados: PPS, PSB, DEM, PTB, PSD, SD, PR, PP) em Belém e no Estado do Pará.

Se os tucanos sempre tiveram Paulo Preto em Sampa, os tucanos no Pará tem Flexa Ribeiro super especializado em operar recuros escusos em campanhas eleitorais dos tucanos.

No link abaixo o espelho reluzente de quando Flexa Ribeiro foi preso na operação pororoca e de tabela vc ganha também conteúdo do outro senador golpista e corrupto Jader Barbalho.

https://bit.ly/2M641QJ

Mas, se essa justissa do Brasil fosse justiça de verdade, Flexa Ribeiro jamais teria assumido a vaga ao senado. Tudo indica que em outubro (se os golpistas deixarem as eleições ocorrerem), Flexa Ribeiro estará fora do senado, quanto as suas oprações de mãos sujas não há previsão.



Felino PPSista cala por FHC

7 de Junho de 2018, 13:49, por Desconhecido

 

 

Felinoppsista

LEIA AQUI O POST NO FCEBOOK

https://www.facebook.com/antoniocarlos.melodasilva

 



Remendos em roupa rasgada

24 de Maio de 2018, 10:59, por Desconhecido

A cada dia se confirma que a lei trabalhista celerada cria insegurança jurídica e, ao excitar o patronato levando-o a “atirar pela vontade de matar”, também cria insegurança social e econômica

Por João Guilherme Vargas Netto – de São Paulo:

Em um ano eleitoral, a insistência do presidente da República e de seus acólitos em relacionarem como positiva a aprovação da lei, cria também, como é evidente, uma enorme insegurança política para seus defensores que pretendem ser eleitos (ou reeleitos) em outubro.

A cada dia se confirma que a lei trabalhista celerada cria insegurança jurídica

Até mesmo as tentativas de remendos nela realçam que o tecido está puído e a roupa rasgada. A nota do ministério do Trabalho sobre a validade temporal da lei para todos os contratos (não apenas para os posteriores à sua vigência) confirma o dito acima.

O leguleio ministerial (que vergonha!) ecoando as posições da AGU escancara a insegurança. A medida provisória, um remendo que legalizava a vigência temporal plena da lei, é dita agora; quando caducou, como uma mera declaração de intenções “apenas a título de esclarecimento”.

A medida provisória não era para valer, como perceberam tardiamente os ilustres senadores e; tendo caducado, explicitou as confusões da lei.

TST

Que são também desmascaradas pelos votos da comissão de juízes do TST; que invalidam a vigência temporal plena da lei para os pagamentos à Justiça do Trabalho.

Ao resistir à aplicação da lei – nas negociações coletivas, nas empresas, na Justiça do Trabalho e em seus materiais de comunicação; o movimento sindical deve fazer finca-pé na insegurança criada por ela; reforçando suas iniciativas em todos os terrenos de luta.

Negociações

Que há ânimo e ambiente para tanto inúmeros fatos o têm demonstrado: as sucessivas vitórias jurídicas dos sindicatos; a greve vitoriosa dos professores do ensino privado de Belo Horizonte, a mobilização para exigir negociações e respeito às conquistas dos professores do ensino privado de São Paulo e a greve; que se alastra na construção civil de São Paulo, também por negociações e respeito às conquistas.

A lei celerada não passa disto, uma lei que cria insegurança política; social, econômica e jurídica e que não pode prevalecer. Ao resistir a ela o movimento sindical procura também; desde já, estabelecer alianças capazes de garantir, no voto de outubro; um conjunto de deputados e senadores favoráveis à sua revogação ou a mudanças; que não sejam apenas remendos em roupa rasgada.

João Guilherme Vargas Netto, é consultor sindical de diversas entidades de trabalhadores em São Paulo.

O post Remendos em roupa rasgada apareceu primeiro em Jornal Correio do Brasil.



Resolução congresso nacional da ANAPAR

23 de Maio de 2018, 0:04, por Desconhecido

A ANAPAR - Associação Nacional Dos Participantes dos Fundos de Pensão realizou Congresso Nacional Recentemente na cidade no Rio de Janeiro. Logo anapar

O blog jurubebadigital segue seu rito de apoio ao fortalecimento e crescimento nas regiões da ANAPAR. Sendo assim, compartilhamos a resolução para conhecimento de todos e todas.

ManifestoCongressoAnapar2018.docx



CHAPECÓ e a omissão do SERPROS

10 de Maio de 2018, 21:07, por ACMDSilva

Na matéria do dia 9/5, sobre o tema CHAPECÓ, fomos questionados por alguns de nossos seguidores que o email que afirmamos que trata-se dos fatos insofismáveis sobre o pactuamento durante o mandato de nossa gestão nos valores limites de 2 milhões, não era explicito quanto aos fatos.

Sendo assim, vamos esclarecer os fatos de forma transparente:

1- O referido e-mail foi enviado pelos representantes da Chapecó à atual mandataria do SERPROS, mesmo que em outras oportunidades após a posse da tual diretoria temerária e os conselhos do Serpros tenham ocorridos em meados de agosto 2017;

2 - Observem que o email trocado entre as artes remete a data de 03/10/2017 (Termo de Transação Composição Amigável Serpros), com proposta de prazo da CHAPECÓ para a data de 25/10/2017, especificamente à atual diretoria do SERPROS, onde o termo de transação, o mesmo, ainda constava em seu arcabouço a proposição dos 2 milhões nos termos de nossa gestão.

3- Ou seja, durante todo esse período de 03/10/2017 até a data de composição de um acordo judicial que pactuou valores de 3 milhões, isso ocorreu depois da CHAPECÓ judicialmente ter bloqueado valores de uma das contas do SERPROS, conforme já postamos em matéria anterior.

Portanto, além da responsabilidade da PREVIC com o capitão do mato - interventor Parente, e, atual diretoria do SERPROS, concomitantemente o CDE, foram absolutamente omissos em relação ao caso CHAPECÓ e, quando em função de bloqueio na conta bancária do SERPROS deixaram esvair-se das cotas dos participantes - R$ 1.000.000,00 HUM MILHÂO DE REAIS.

Essa omissão chama a responsabilidade do conselho de administração da patrocinadora visando oferecer um posicionamento administrativo, no mínimo. E não adianta esperar nada do diretor da patrocinadora o EMPADUA de rodoviária - ele não entende absolutamente nada de fundo de pensão/previdência complementar.

A nota do SERPROS anteriormente divulgada aos participantes é bem romântica no glossário de previdencia e, com recheios do juriquês. Mas, não afirma que as perdas de R$ 1.000.000,00 será diluída nas cotas dos participantes. Ou seja, pagaremos a conta pelo omissão.

Nao adianta ASPASIANOS se remoerem de ódio golpista, pois quem resolveu enfrentar o assunto CHAPECÓ, foi nossa gestão, contrariamente, todos vocês que controlam com golpe o SERPROS foram omissos e prevaricaram.

Reiteramos o email abaixo objetivando que todos possam comparar o conteúdo do post com o objeto do email dos representantes da CHAPECÓ:

 email chapecó com acordo de 2 milhões..pdf

 

 

 



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