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Trabalhadores

30 de Agosto de 2016, 14:06 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.

A tragédia da reforma trabalhista

22 de Agosto de 2018, 10:05, por Desconhecido

Por Ana Luíza Matos de Oliveira, no site da Fundação Perseu Abramo:

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) revelam: a taxa de subutilização da força de trabalho, conceito que agrega os trabalhadores desocupados, os subocupados por insuficiência de horas (trabalham menos de 40 horas semanais e gostariam de trabalhar mais) e a força de trabalho potencial, foi de 24,6% no segundo trimestre de 2018. Em números absolutos, isso significa 27,6 milhões de pessoas na subutilização e 1,3 milhão de pessoas a mais nessa estatística desde o segundo trimestre de 2017.

Batendo recordes históricos, o número de desalentados (aqueles que desistiram de procurar emprego) chegou a 4,8 milhões no segundo trimestre de 2018. Para chegar o número de subutilizados, somam-se esses 4,8 milhões aos 3,3 milhões que podem trabalhar mas não têm disponibilidade (formando a força de trabalho potencial), acrescidos dos treze milhões de desocupados e os 6,5 milhões que trabalham, mas uma quantidade de horas insuficiente.

É importante ainda lembrar que, no segundo trimestre de 2018, 74,9% dos empregados no setor privado tinham carteira de trabalho assinada, um índice 0,9 p.p. menor que no mesmo trimestre do ano anterior, o que mostra uma ampliação da informalidade no último ano. O contingente de trabalhadores com carteira assinada chegou, nesse mesmo segundo trimestre de 2018, ao ponto mais baixo da série histórica, com 32,8 milhões de trabalhadores.

Todos esses dados exemplificam que a reforma trabalhista não foi capaz de criar empregos de qualidade e, ao contrário, cresce o contingente de trabalhadores que se desiludem e param de buscar emprego.



SERPROS: Inabilidade ou Disfarçatez

22 de Agosto de 2018, 9:58, por Desconhecido

Repercutindo a possibilidade de transferencia da sede do Serpros do Rio de Janeiro para Brasilia.

Tudo indica que ha pressa em operacionalizar a empreitada pela atual gestão temeraria do serpros e do Serpro.

Tanto é verdade que na segunda-feira (22), a direção temeraria do fundo reuniu os empregados no fim do expediente para lhes comunicar que está em estudo a tal possibilidade.

O que chama atenção como pode em tão pouco tempo se falar em estudos de uma possível transferencia da sede onde o corpo funcional ate então desconhecia o referido assunto.

Pelo andar da carruagem do Das Trevas imagina os participantes já se surpreenderam com a instalação de um escritório em Brasilia. Ou seja, demonstração que  já estão prontos tais estudos,  e a reunião foi pra sentir a receptividade do corpo funcional?

Tudo indica que se o objetivo foi apenas informar o corpo funcional em plena segunda-feira de um assunto tão delicado, isso tem os ingredientes de gestão inabil. Mas, se o objetivo foi de especular o clima organizacional tem ingredientes de disfarçatez e total desrespeito com as questões sociais dos abnegados trabalhadores do Serpros. Isso cria pânico, dispersa o clima organizacional e envereda pela desmotivação nos locais de trabalho.

Essa tentativa de empreitada da transferência de sede nos faz lembrar quando o Serpro tentou implantar o ANTARES nos aureos tempos do finado governo FHC. Um dos mentores desse fracassado monstrengo chama-se Carlos Luiz que esteve na governança da empresa e reza nessa cartilha neoliberal de métodos de gestao que se transformaram em peça de museu, mas eles insistem em métodos ultrapassados. 

Desconfio que o neoliberal Carlos Luiz guindado ao cargo de diretor do Serpros para substituir Tatiane Cérvero Cardoso veio com esse propósito. Sobre o episodio ANTARES, talvez! possamos rememorar em outra oportunidade.

Os aspasianos golpistas escalaram um pau mandado para as redes sociais para tentar justificar os reais motivos da transferência da sede do Serpros. Ao tomarmos conhecimento do conteúdo parido da cidade baixa de Porto Alegre deu vontade de vomitar. Como de costume fez o servico sujo de propositalmente diatorcer os fatos. Isso iremos tratar com muito carinho posteriormente pois ele merece.

 



Caixa destina R$ 300 mil para patrocinar seminários a favor da Reforma Trabalhista

2 de Agosto de 2018, 18:30, por Desconhecido

Banco do Brasil também confirma patrocínio “do ponto de vista do interesse mercadológico” mas se recusa a revelar o valor alegando ser informação sigilosa

Por Paula Zarth Padilha
Foto: Joka Madruga

Os bancos públicos BB e Caixa, administrados pelo governo Temer na era pós-golpe, estão entre as entidades públicas e privadas que patrocinam uma série de seminários a favor dos retrocessos e da retirada de direitos pela Reforma Trabalhista.  O “Projeto Articulação Política Pelo Emprego – Jornadas Brasileiras de Relações do Trabalho” é promovido pelo Instituto Brasileiro de Ensino e Cultura (IBEC) em parceria com a Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara Federal dos Deputados.

A Caixa confirmou que repassou o montante de R$ 300 mil em patrocínio para os eventos. Já o Banco do Brasil confirmou repasse, via BB Seguros, mas se nega a confirmar o valor. As informações foram solicitadas pela Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Paraná (FETEC-CUT-PR) via Lei da Transparência.

“É lamentável que a Caixa, um banco público, que deveria fomentar políticas sociais que beneficiem toda a população, se preste a esse papel de financiar interesses privados, considerando que as alterações na legislação trabalhista beneficiam somente os empresários e visam o lucro e o corte de direitos”, afirma João Paulo Pierozan, representante dos trabalhadores bancários do Paraná nas negociações com a Caixa.

Programação do seminário distorce pontos prejudiciais da reforma

Divulgada oficialmente pela Câmara Federal como “projeto com objetivo de debater de forma técnica e sem ideologia a aplicação da lei da reforma trabalhista”, a jornada é coordenada pelo deputado Ronaldo Nogueira, ministro do trabalho de Temer na época da aprovação da lei, e prevê em sua programação abordagem direcionada com a participação de Ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST), incluindo o ex-presidente Ives Gandra Martins Filho, notório defensor das alterações que prejudicam os trabalhadores e favorecem as empresas.

No final de junho, a Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Paraná (FETEC-CUT-PR) protocolou pedido de informações junto às empresas públicas Caixa, Banco do Brasil e Correios, e ainda, junto à Presidência da República, via Lei de Acesso à Informação (12.527/2011), para esclarecer diversas modalidades de patrocínio divulgadas, como “ouro”, “prata”, “platinum” e “master”, além de apoios institucionais de empresas de comunicação e entidades patronais, incluindo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Em resposta, a Caixa, através da Superintendência Nacional de Promoções e Eventos, confirmou que está patrocinando o projeto com R$ 300 mil, equivalentes ao patrocínio master. Com um tópico de “esclarecimento”, o banco contextualiza os eventos com a finalidade de discutir com profundidade as alterações, “assim como debater alternativas de potencialização do crescimento econômico e geração de emprego e renda”.

Ainda que o posicionamento do banco seja da geração do emprego, dentro da gestão da própria entidade neste governo Temer, há reiterados ataques aos trabalhadores, com a redução de vagas, a não realização de concursos públicos para substituir aposentadorias e programas de desligamentos, promovendo piora nas condições de trabalho e encolhimento do acesso aos serviços bancários da Caixa para a população, especialmente a de baixa renda.

“Isso é um desrespeito com o trabalhador, porque ao mesmo tempo que a Caixa se posiciona a favor da geração de empregos e do crescimento do país, na mesa de negociação o banco se nega a assinar um pré-acordo que garanta minimamente a garantia da Convenção Coletiva, nenhuma garantia contra as novas leis trabalhistas”, explica Junior Cesar Dias, presidente da FETEC-CUT-PR.

A Caixa, que é banco público, avançou no fechamento de vagas pós-golpe de 2016, contabilizando 4.794 desligamentos, sem reposição de novos concursados, entre 2017 e 2018, sendo 1.101 somente no primeiro semestre de 2018.

Um outro esclarecimento da Caixa sobre o patrocínio, é que ele foi aprovado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, instituição também consultada pela FETEC, que até o momento tem postergado os prazos estabelecidos na Lei da Transparência.

Banco do Brasil confirma patrocínio como investimento que trará retorno financeiro

Já o Banco do Brasil confirmou o patrocínio, que também é “master”, tal qual o da Caixa, mas decretou sigilo quanto ao valor. A justificativa do banco público para a disponibilização de verba para promover seminários a favor da reforma trabalhista foi mercadológica: de acordo com a gerência executiva da BB Seguros, logo estampada no patrocínio, trata-se de “iniciativa de posicionamento de marca que suporta os objetivos estratégicos da Companhia, tanto do ponto de vista do interesse mercadológico, considerando o público-alvo presente nos eventos e as possibilidades negociais em potencial, quanto do ponto de vista institucional”. A resposta também situou que o valor, não divulgado, possui “alinhamento de mercado” e apresenta “importante pacote de contrapartidas tanto de imagem quanto de inscrições de participação”.

“O Banco do Brasil possui valor estratégico no mercado sim, mas é de fomento à agroecologia, de subsídio ao pequeno agricultor, de promoção à agricultura familiar com acesso ao crédito. Essa mudança brusca de perspectiva sem compromisso social com a população é uma das faces mais desprezíveis do golpe de 2016 e os reflexos disse são sentidos na mesa de negociação, em que os trabalhadores do BB só estão perdendo direitos”, explica Ana Paula Busato, representante dos trabalhadores do BB do Paraná nas negociações com o banco.

O BB Seguros é um braço do banco público para seguros, previdência, capitalização e planos odontológicos oferecidos pelo BB, está se situando como mercadológico, mas ainda assim está submetido à Lei da Transparência via Controladoria Geral da União (CGU), órgão responsável pela centralização dos pedidos de informação sobre o poder público federal, escancarando o viés privado do governo Temer.

Entenda

A Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Paraná (FETEC-CUT-PR) protocolou pedido de informações junto às empresas públicas Caixa, Banco do Brasil e Correios, e ainda, junto à Presidência da República, via Lei de Acesso à Informação (12.527/2011), sobre os patrocínios divulgados pelo Instituto Brasileiro de Ensino e Cultura (IBEC) para a realização do “Projeto Articulação Política Pelo Emprego – Jornadas Brasileiras de Relações do Trabalho”.

Conforme divulgação do IBEC, a correalização do evento é das entidades patronais Confederação Nacional da Indústria (CNI), Confederação Nacional do Sistema Financeiro (Consif), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Febraban (Federação Brasileira de Bancos), além de parceria com a Presidência da República.

A “jornada”, que teve início em Brasília, dia 19 de junho, e já está confirmada em outras 15 cidades também tem escalas de patrocínio (platinum, ouro, máster e prata), onde estão situadas a Caixa, os Correios e o BB Seguros, entre outras instituições privadas. Os apoios institucionais incluem universidades privadas do Rio Grande do Sul, como a UCS, de Caxias do Sul, a Ulbra, a PUC, e também empresas de comunicação, como as TVs Record e Bandeirantes e o jornal Correio do Povo.

Divulgada oficialmente pela Câmara Federal como “projeto com objetivo de debater de forma técnica e sem ideologia a aplicação da lei da reforma trabalhista”, realização dessa jornada é coordenada pelo deputado Ronaldo Nogueira, ministro de Temer quando a reforma foi aprovada, e já foi denunciada pela CUT. De acordo com seu perfil no wikipedia, Ronaldo Nogueira de Oliveira “é um administrador, pastor da Igreja Assembleia de Deus e político brasileiro, filiado ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB)”.

Parceria da Câmara com o IBEC

O Instituto Brasileiro de Ensino e Cultura (IBEC), entidade que realiza a jornada a favor da Reforma Trabalhista em parceria com a Câmara Federal, tem sede no Rio Grande do Norte e é uma entidade sem fins lucrativos, com imunidade tributária, cuja atividade principal vinculada ao CNPJ é “atividades de associações de defesa de direitos sociais”. Sua direção e composição ficam a cargo de magistrados, advogados, professores e procuradores.

Identifica-se como notória na realização de “tradicionais eventos jurídicos” desde 1996 e disponibiliza em seu site um portfólio desses eventos, em que os folders de divulgaçãodestacam fotos de praias do nordeste brasileiro e resorts.

Saiba mais: Dinheiro público financia seminários a favor da reforma trabalhista



Com arrocho salarial de 11%, servidores estaduais acampam no Centro Cívico

12 de Junho de 2018, 7:43, por Desconhecido

Começou hoje, 11, a vigília em frente ao Palácio Iguaçu para exigir do governo a reposição salarial, que é de lei. Diversos sindicatos que representam os servidores estaduais estão se dispondo a permanecer na Praça do Massacre até que a governadora se decida.

No final de semana, o governo chamou às pressas uma reunião com os sindicatos do Fórum das Entidades Sindicais – Fes. Mais uma vez, o Fórum demonstrou que o governo tem dinheiro e pode pagar sim o que a lei permite, que é 2,76%, embora a dívida seja de 11,53%. A assessoria econômica do Fes também provou que o Estado não está descumprindo a Lei de Responsabilidade Fiscal. Que mesmo pagando a data-base, a projeção é que o Estado gaste 46% da receita em pessoal. O limite é de 46,55%.

Esse percentual de 2,76 é referente à inflação dos últimos doze meses. É pouco? É. Mas não acumula pra frente, diz uma sindicalista.

Os dirigentes do Fórum também exigiram que os projetos de lei que preveem a reposição salarial de outros poderes fossem retirados de pauta. Pelo menos até chegar a proposta de reposição para as/os servidoras/es do Poder Executivo.

A pressão foi tamanha que, já no início da tarde, o presidente da Assembleia Legislativa retirou da pauta esses projetos – Legislativo, Tribunal de Justiça, TCE, MP e Defensoria Pública. Segundo Traiano, a tramitação fica suspensa até a próxima segunda-feira, 18.

LDO – O governo ainda tem uma enorme dívida com o funcionalismo. E são 11, 53% que o ex-governador Beto Richa ignorou e deixou de pagar. Na reunião, ficou o compromisso de colocar na LDO para que as/os funcionárias/os do Poder Executivo possam recuperar o que foi perdido.

Texto: Lea Okseanberg/SindSaúde-PR

Foto: Tiago Somma/APP-Sindicato



Servidores da Cohab entram em greve por atraso de salário

11 de Junho de 2018, 13:20, por Desconhecido

Desde junho de 2017, o pagamento ocorreu em dia apenas em dois meses. A greve é por tempo indeterminado, até que os vencimentos sejam quitados

Servidores da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab) entram em greve a partir das 8h desta segunda-feira (11), para cobrar o pagamento de salários atrasados. Desde junho de 2017, o pagamento ocorreu em dia apenas em dois meses.

A previsão legal é de que os salários devem ser depositados no último dia útil de cada mês. No entanto, a média de atraso tem sido de 10 dias. No caso dos vencimentos referentes a maio, não foram pagos até agora.

A decisão da greve foi tomada em assembleia geral dos funcionários, na última sexta-feira (8). Os trabalhadores pretendem seguir paralisação até que os salários sejam pagos. A mobilização é resultado da ação conjunta de quatro sindicatos

Edilene Pires da Silva Andreiu, Engenheira Civil da Cohab e diretora do Sindicato dos Engenheiros do Paraná (Senge-PR), diz que os atrasos refletem a postura da prefeitura com a política de habitação popular. “É um desrespeito com os trabalhadores, e também com a população, por refletir a precarização de uma área primordial para a promoção do direito à moradia para a população”. Atualmente, há 51 mil pessoas inscritas na fila da Cohab, pelo acesso à casa própria.

Na avaliação dos sindicatos que representam os funcionários, a prefeitura se exime da responsabilidade com os salários, mesmo sendo detentora de 99% das ações da Companhia.

A Companhia é responsável pela construção de cerca de 700 empreendimentos habitacionais populares, em 40 dos 75 bairros de Curitiba. No total, ao longo de 53 anos de criação do órgão, 139 mil habitações foram construídas.

Fonte: Senge PR



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