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"Não ande atrás de mim, talvez eu não saiba liderar.

 Não ande na minha frente, talvez eu não queira segui-lo.

Ande ao meu lado, para podermos caminhar juntos."

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Burgos Cãogrino

abril 3, 2011 21:00 , por Desconocido - | No one following this article yet.

Meu nome também é Lula

septiembre 19, 2012 21:00, por Desconocido - 0no comments yet




Do Blog da Cidadania
 
Por Eduardo Guimarães
 
Estando em pleno gozo de todos os direitos políticos e de todas as demais garantias individuais concernentes à cidadania brasileira, diante da campanha hedionda de difamação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ora promovida por seus adversários políticos (declarados e enrustidos), venho fazer uma declaração.
Acompanho a trajetória de vida do ex-presidente desde a campanha eleitoral de 1989. Dá quase um quarto de século. A cada dia desses 23 anos, com intervalos de nem uma centena de dias, se tanto, vi e ouvi todo tipo de acusação contra ele. Todo tipo que se possa imaginar.
Naquele 1989, os mesmos grandes meios de comunicação que hoje, após tanto tempo, continuam lançando acusações análogas às de outrora contra o ex-operário, chegaram a convencer o Brasil de que ele era mais rico do que o adversário Fernando Collor por morar em uma casa emprestada por um empresário.
Acompanhei a vida de Lula, desde então. Como tantos sabem, sobretudo seus inimigos, ele não enriqueceu com a política. Muito pelo contrário, seu patrimônio – sobre o qual seus adversários construíram tantas farsas – não é tão maior do que era quando disputou a primeira eleição presidencial, há 23 anos.
Lula poderia ter tirado quanto quisesse da política, se quisesse…
Ele nunca se desviou do caminho que aquele que acompanhou a sua vida sabe que era o que verdadeiramente perseguia, o de dar ao filho do “peão” oportunidades menos inferiores às dos filhos dos janotas empertigados que se julgam melhores do que o resto por terem um sobrenome de origem européia e um canudo de papel outorgado por uma universidade.
Esse homem, com sua instrução rudimentar, ainda na minha juventude fez com que eu, que estudei nas melhores escolas de São Paulo, pudesse entender que um país injusto como o Brasil não é bom para ninguém, e que só com a igualdade de oportunidades é que poderia fazer jus ao conceito fundamental de nação.
É inevitável fazer a analogia entre a luta de Lula contra legítimos impérios empresariais e as mais poderosas forças políticas – começando por uma ditadura – e o conto bíblico da vitória do jovem e franzino David sobre o poderoso gigante Golias. Afinal, Lula venceu um gigante monstruoso. E venceu três vezes.
Dirão que construí, para mim, uma imagem romanceada de um político como qualquer outro. Mais uma vez provo que estão errados. Tenho todas as justificativas racionais do universo para dizer que Luiz Inácio Lula da Silva jamais traiu a minha confiança. O poder não o mudou e ele cumpriu todas as promessas que me fez ao fazê-las a todos os cidadãos.
Lula fez seu povo – como ele mesmo diz, os feios, os desprezados, os pobres e desesperançados – melhorar de vida como jamais ocorrera e alçou o Brasil a uma era de ouro. E o principal: devolveu a auto-estima aos brasileiros.
Agora, querem se vingar das derrotas acachapantes que Lula lhes impôs. Querem macular seu legado com acusações farsescas, irresponsáveis, criminosas. Querem, se possível, vê-lo encarcerado, pois foi sempre isso que fizeram com adversários políticos desde que atiraram o país em uma ditadura sangrenta.
Pois se essa afronta prosperar, dividirei, orgulhosamente, o banco dos réus com o ex-presidente. E serei acompanhado por milhões. Mas como só posso falar por mim, juro que, se Lula for a um tribunal, estarei ao seu lado. E quando lhe perguntarem o nome, levantar-me-ei e direi que o meu também é Lula.

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Amigos

Todos vocês sabem que não defendo partido político,  não faço militância nenhuma e nem tampouco voto, mas tenho grande admiração pelo trabalho que ví esse homem realizar no Brasil, o carinho e o respeito que ele teve com cada um dos brasileiros menos favorecidos, estes  mesmos brasileiros que hoje pela primeira vez na história do Brasil estão vendo seus filhos entrando pela porta da frente das universidades.

Por tudo isso eu também me chamo Lula

(Burgos Lula Cãogrino)


 



Bloqueio: a guerra contra Cuba

septiembre 18, 2012 21:00, por Desconocido - 0no comments yet



"Bloqueio - A guerra contra Cuba"/ é um documentário argentino de 70 minutos, com uma ampla investigação e denúncia de como o bloqueio econômico, contra Cuba prejudica a vida do povo cubano.

Segundo Maria Silvína, a idéia do documentário é trazer a realidade, o outro lado, que os grandes meios de comunicação escondem. "Queremos mostrar como o povo cubano vive com esse bloqueio nas costas", afirma.

"Esse bloqueio tem custado ao nosso povo mais de US$ 82 bilhões de perdas, de vidas humanas. Afetando todas as esferas da sociedade, como a saúde, educação, cultura e alimentação", declara Mosquera.
O filme surgiu a partir de uma investigação jornalística da jornalista argentina, Carolina Silvestre, é dirigido por Daniel Desaloms e produzido pela produtora independente Latino Produções, com apoio do Instituto Nacional de Cine e Artes Audiovisuais da Argentina - INCAA.


Se você acredita na história da velha mídia, que em Cuba não se vota, que há uma ditadura, que Fidel é um carrasco, assista ao Documentário "Fatos, Não Palavras: Direitos Humanos em Cuba".








Fonte: Blog klepsudra



Observatório exige fechamento da Escola das Américas

septiembre 18, 2012 21:00, por Desconocido - 0no comments yet

 

No esforço de concretizar o fechamento da Escola das Américas, demanda exigida há mais de 20 anos, integrantes do Observatório da Escola das Américas (SOAW, por sua sigla em inglês) participaram na última segunda-feira (17) de reunião com Denis McDonough, vice-presidente da atual administração estadunidense para assuntos de segurança nacional.

Sobreviventes da tortura, líderes religiosos e sindicais, membros do Congresso e acadêmicos, apoiados por ativistas e organizações de direitos humanos do mundo todo foram ao encontro de um dos mais altos funcionários da Casa Branca para explicar porque a Escola das Américas deve encerrar já suas atividades.

O motivo da demanda é simples. A Escola das Américas, fundada em 1946 no Panamá e transferida em 1984 para Fort Benning, na Geórgia, é chamada por muitos de "A Escola de Assassinos”. Nas palavras de Jorge Illueca, que já foi presidente do Panamá, esta iniciativa é "a base maior para a desestabilização na América Latina”. O motivo é que, de acordo com o Observatório, a Escola serve unicamente para ensinar lições de crueldade, tortura e repressão.

Em seus 66 anos de funcionamento, já treinou mais 60 mil soldados de países da América Latina em técnicas de combate, táticas de comando, inteligência militar e técnicas de tortura. Hoje, chamada de Instituto do Hemisfério Ocidental para a Cooperação de Segurança (WHISC, por sua sigla em inglês) continua em plena atividade e treina, por ano, mais de mil soldados de diversos países.

Os egressos desta "Escola” são conhecidos pelas torturas, violações, assassinatos, desaparecimentos e massacres. Ao retornarem a seus países, os soldados e oficiais treinados na Escola das Américas perseguem defensores/as de direitos humanos, sindicalistas, pobres, campesinos e demais ativistas que lutam por direitos. Eles são conhecidos também por agirem brutalmente nos períodos de ditadura.

Apesar da persistência do funcionamento desta iniciativa erroneamente chamada de Escola, alguns avanços vêm acontecendo nos anos de luta pelo seu fechamento. Neste mês, o presidente nicaraguense Daniel Ortega assegurou que o país retirou suas tropas e não as enviará mais para serem treinadas na Escola das Américas.

No último dia 4, uma delegação do Observatório da Escola das Américas, conduzida por seu fundador, o sacerdote Roy Bourgeois, se reuniu com Ortega para solicitar o fim do envio das tropas nicaraguenses. Na ocasião, o presidente assegurou que já vinha reduzindo o envio de soldados e afirmou a decisão de retirar totalmente as tropas nicaraguenses.

O mesmo foi feito pela Argentina, Bolívia, Uruguai, Venezuela e Equador. Já Colômbia, Chile, Peru, Panamá, Honduras, República Dominicana, El Salvador, Guatemala, Costa Rica, Paraguai, México, Jamaica, Belize e Brasil continuam a enviar soldados e oficiais para receberem treinamento nesta academia militar.


Fonte: Adital 

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 Relembrando 2011

América Latina volta às aulas: surge a nova Escola das Américas. 

Agora dissimulada como uma rede educacional
 

Durante as décadas de 1970 e 1980, a Operação Condor assumiu na América Latina a maciça eliminação de combatentes, principalmente, dos comunistas, utilizando as torturas, violentos desaparecimentos e assassinatos, além da implantação de ditaduras. Vários ditadores latino-americanos cursaram e foram treinados na famigerada Escola das Américas, agora sediada no Fort Bening, no Estado da Georgia (EUA).

Hector Timmerman

Hoje, a denominada rede educacional Academia Internacional para o Cumprimento da Lei (Institute for Law Enforcement Administration/Ilea), assumiu de forma mais dissimulada o papel da Escola das Américas. No dia 9 do mês passado, Hector Timmerman, ministro de Relações Exteriores da Argentina, denunciou a existência de um "pacote" de aulas de torturas e técnicas de golpe de Estado oferecido a policiais argentinos pela Ilea em um de seus centros educacionais, sediado em El Salvador.


Timmerman assemelhou a Ilea com a famigerada Escola das Américas, na qual, foram treinados por várias décadas indivíduos como o terrorista e, posteriormente, agente da Agência Central de Inteligência (CIA) dos EUA Luis Posada Cariles, e muitos outros assassinos dos serviços especiais dos EUA.


Sob o título "Denúncia do ministro do Exterior da Argentina provoca revelações sobre as escolas de terror", a rede alternativa Rebelion trouxe mais revelações sobre o tema. Segundo denúncias do investigador Frank Flores, "a rede educacional Ilea dispõe de vários institutos para treinamento de policiais e militares em modernas técnicas de repressão, funcionando em Budapeste (Hungria), Bangcoc (Tailândia), Gaborone (Botswana), San Salvador (El Salvador) e Russel (Novo México/EUA)".


Ainda, de acordo com as denúncias de Flores, "Benjamin Cuellar, diretor do Instituto de Direitos Humanos da Universidade Centro-Americana de El Salvador, constava da folha de pagamento da Ilea".


Obra de Clinton


Prosseguindo, Flores revela que "os recursos da rede educacional Ilea e a famigerada Escola das Américas provêem da mesma fonte" e destaca que "neste momento estão sendo treinados na Ilea agentes policiais e militares do México, Guatemala, Honduras, Colômbia, Argentina e alguns outros países das Américas, enquanto papel protagonista desempenha o centro de treinamento da Ilea para América do Sul, situado em Lima (Peru), onde estão sendo treinados agentes policiais e militares para repressão de movimentos guerrilheiros e o "combate do terrorismo".

Bill Clinton

 O planejamento da Ilea foi aprovado pelo "democrata" então presidente dos EUA, Bill Clinton, e inclui troca de informações ou, mais precisamente, espionagem. Da Ilea de San Salvador são escolhidos os "alunos" mais capazes e enviados ao Fort Bening, onde militares latino-americanos são treinados em práticas de repressão e torturas. Em seguida, são enviados para aperfeiçoamento ao Fort Guacatsa, no Estado de Arizona, onde foram treinados os militares torturadores das prisões do Iraque.

"Constitui ironia - diz Flores - o fato de que a "sucursal" da Ilea em San Salvador encontra-se em Santa Tecla, cujo prefeito é membro da Frente Farabuto Marti de Libertação Nacional (FFMLN). Também, o ministro de Relações Exteriores de San Salvador, Ugo Martinez, jamais manifestou sua oposição à instalação desta academia em seu país".


A Ilea instalou-se em San Salvador por ocasião da assinatura do Acordo de Livre Comércio com a América Central e o Caribe (Cafta), a pretexto de segurança militar. Contudo, as ações da CIA e a posição do Governo Funes, de San Salvador, já criaram violentas reações da FFMLN, que apoiou a eleição de Funes.

 

Fonte: klepsudra 

Imagem: Google (colocadas por este blog)




Tudo novo no front

septiembre 17, 2012 21:00, por Desconocido - 0no comments yet



 
Por ibpcult


Projetos de lei internacionais preveem rigorosa fiscalização da Internet e geram reação de usuários

"Luiza, que estava no Canadá", foi apenas uma pausa para rir um pouco. Na verdade, o começo do ano foi bem conturbado para a internet. As primeiras semanas de janeiro foram marcadas por uma onda de protestos contra dois projetos de lei que estavam em pauta no congresso norte-americano, Sopa (Stop Online Piracy) e Pipa (Protect IP Act). Ambos permitiriam que um site inteiro fosse fechado, se acusado de pirataria, sem a necessidade de julgamento ou audiência judicial – mesmo que fosse um usuário, e não o próprio site, o autor das publicações de conteúdo pirateado.

 Entre a avalanche de críticas nas redes sociais, ataques de hacktivistas contra sites do governo dos EUA e até mesmo um “apagão” na internet, coordenado por sites como Wikipedia e WordPress, Washington acabou cedendo à pressão pública. No dia 20 de janeiro, a votação dos dois projetos foi arquivada, indefinidamente, e a Casa Branca se manifestou contra eles, alegando que poderiam atentar contra a liberdade de expressão na rede.

Novas propostas visando à definição de limites para a internet, porém, não estão enterradas. Tudo indica que outros projetos surgirão nos moldes do Sopa e Pipa, a começar pelo Acta (Anti-Counterfeiting Trade Agreement), um tratado internacional ainda mais rigoroso que segue em negociação há alguns anos, mas que veio à tona recentemente. Menos divulgado, o TPP (Trans-Pacific Partnership Agreement) é um acordo comercial negociado pelos Estados Unidos e outros oito países. Como o Acta, o TPP está sendo negociado em segredo e com um calendário rápido.

Regulações

As sucessivas tentativas de proibições e limites seriam capazes de desfigurar o que o sociólogo espanhol Manuel Castells vê como a “cultura de liberdade” da internet? Conhecido por obras que discutem o papel das novas tecnologias de comunicação (como “Comunicação e Poder” e “A Sociedade em Rede”), Castells acredita que grandes empresas com base na internet, como Google e Facebook, são aliadas na luta pela liberdade – mas precisam ser reguladas. Em recente entrevista à rádio espanhola RTVE, ele defendeu a existência de conselhos que fizessem essa regulação em favor do interesse público, para garantir a neutralidade da rede, impedindo privilégios de alguns usuários sobre outros.

Na opinião do consultor de marketing para meios online e professor da Unifor (Universidade de Fortaleza), W. Gabriel de Oliveira, o grande problema de projetos como Sopa, Pipa e Acta é que todos têm um lado radical, ainda não neutralizado. Para ele, “uma sociedade inserida na cibercultura não vai aceitar que se massacre o comportamento de compartilhamento ao qual já está adaptada”. A partir dessa premissa, seria natural que as comunidades se movimentassem. Segundo Castells, é a permanente mobilização dos cidadãos que garante a liberdade da rede.

Pessoas nos mais variados lugares do mundo, conectadas em rede, compartilham e carregam consigo filmes, seriados, jogos, softwares. O professor e coordenador do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Ceará (UFC), Riverson Rios, lembra que é próprio do ser humano a necessidade de passar adiante suas ideias, opiniões e gostos. “O que muda com a internet e as novas tecnologias é que agora é possível compartilhar o filme ou a música em si, não apenas a sua avaliação desse material”, atenta o pesquisador.

Vigilância

As críticas mais recorrentes a projetos como Sopa, Pipa e Acta são a vigilância extrema, o precedente de censura prévia e o enorme poder dado às indústrias. Se tivesse sido aprovado como foi apresentado ao congresso americano, o Sopa permitiria que uma empresa tirasse um site inteiro do ar se houvesse suspeita de pirataria, o que abrangeria do profissional do crime ao internauta comum. Ou seja, dependendo da interpretação da justiça, estariam sujeitos a sanções tanto aquele que copia um filme para vender até um usuário que postasse no Youtube o vídeo caseiro de sua filha dançando uma música da Beyoncé.

O advogado especializado em tecnologia da informação Cristiano Therrien tem um olhar mais crítico sobre Sopa, Pipa e Acta. Ele avalia que tais projetos são uma materialização jurídica de imperialismo cultural, temporariamente suspensa devido à forte reação de inúmeras instituições e movimentos. “O próprio governo Obama declarou que tal ato violaria a liberdade de expressão, ainda que o mesmo esteja propondo algo semelhante no contexto internacional, o Acta”.

Mark Zuckerberg, fundador do Facebook – que seria diretamente afetado pela aprovação de projetos de controle da internet – soltou o verbo em seu próprio mural: “Não podemos deixar que leis mal pensadas fiquem no caminho do desenvolvimento da internet”. Em 40 minutos, 160 mil pessoas curtiram o post. Como os criadores do Sopa já deixaram claro que vão “continuar trabalhando com detentores de direitos autorais para desenvolver propostas que combatem a pirataria online e protegem a propriedade intelectual americana”, podemos aguardar novos capítulos na disputa entre Hollywood e o Vale do Silício.

SAIBA MAIS

SOPA Sopa significa Stop Online Piracy Act (Pare com a Pirataria Online, em tradução livre) e tramitava nos EUA outubro de 2011. Segundo o projeto, a lei visava proteger propriedades intelectuais da ação de piratas online. O objetivo era evitar o acesso a sites que promovam distribuição de arquivos possivelmente piratas e produtos falsificados. Por isso, exigiam que provedores de acesso bloqueassem, nos EUA, prováveis sites “inadequados” e proibiam que empresas americanas (como Amazon, Paypal e Google) tivessem qualquer relação com eles.

PIPA

Pipa, Protect Intellectual Property Act (Lei para Proteger a Propriedade Intelectual em tradução livre). Esse projeto também tramitava nos Estados Unidos com a intenção de bloquear sites inadequados e proibir empresas americanas de se relacionarem com tais sites, seja com publicidade, divulgação de links ou outras relações. A diferença em relação ao Sopa consiste no fato de que o Pipa se referia mais especificamente a arquivos digitais.

ACTA

O Acta é o Anti-Counterfeiting Trade Agreement (ou Acordo de Comércio Anti-Contrafacção). Esse tratado pretende criar padrões internacionais para o combate da falsificação de bens e a pirataria na web. Apesar de ainda não contar com uma versão final, sabe-se que o Acta é parecido com o Sopa, ao menos no que diz respeito à internet. Porém, seus mecanismos de implementação e punição são ainda mais rigorosos, inclusive com a possibilidade de fiscalização e apreensão de bens como mp3 players e notebooks. As negociações do texto começaram formalmente em 2008, sem o conhecimento da sociedade civil, e até agora mais de 20 países já aderiram ao Acta.

TPP

O Trans-Pacific Partnership Agreement (Acordo de Parceria Trans-Pacífico) é o mais recente dos projetos de natureza similar ao Sopa, Pipa e Acta discutido em segredo e ritmo acelerado. Atualmente, está em processo de negociação por nove países: Estados Unidos, Austrália, Peru, Malásia, Vietnã, Nova Zelândia, Chile, Cingapura e Brunei. Uma de suas cláusulas prevê que reproduções temporárias de produtos protegidos por direitos autorais vão ser encaradas como infração, mesmo que não tenham fins comerciais, sendo considerado um crime com pena de até cinco anos de reclusão.

(MONICA LUCAS)

Fonte:  observatoriodacultura
 





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Julho de 2012


Tradução Google



A Trans Pacific Partnership (TPP) Problema



O movimento ocupam teve bastante sucesso em trazer à luz a enorme influência que as empresas têm sobre os nossos governos, a internet e as nossas vidas diárias. Se apenas eles pudessem ver o que estava acontecendo em San Diego, Califórnia. Envolta em segredo, as negociações estão ocorrendo entre 600 conselheiros representantes da indústria e do comércio não eleitos para projetar um acordo internacional chamado Trans Pacific Partnership (TPP).
As negociações foram iniciadas por George W. Bush em 2008 e depois de uma breve pausa em negociações de Barack Obama ter continuado desde 2009. Nove países participam actualmente, Austrália, Brunei, Chile, Malásia, Nova Zelândia, Peru, Cingapura, Vietnã e Estados Unidos. Canadá e México recebeu convida mês passado, mas na verdade não são autorizados a participar nas negociações (eles só são permitidos para se juntar).
Na superfície, o TPP parece ser apenas mais um acordo de comércio livre, mas a maioria desses países já têm acordos de livre comércio no lugar, então qual é o ponto? Por que o sigilo? A resposta é simples: as políticas do TPP nunca sobreviveria escrutínio público.
Na verdade, menos de 10% dos capítulos deste acordo de realmente lidar com o livre comércio tradicional.É essencialmente um ataque internacional por um por cento sobre a soberania nacional e liberdade pessoal. Nações participantes serão obrigados a cumprir todas as leis e regulamentos nacionais com as regras do TPP, mas isso é apenas o começo.
Através do Acordo de Parceria Trans-Pacífico, as empresas estrangeiras ganharia um vasto conjunto de direitos , incluindo:
• direitos de aquisição de terra, recursos naturais e fábricas sem revisão do governo 
• Riscos e custos de off-shore para países de baixos salários eliminado 
• Especial garantido "padrão mínimo de tratamento" para realocar empresas 
• Compensação por perda de "expectativa de rentabilidade futura" de saúde , o trabalho, as leis ambientais 
• Direito de movimentar o capital sem limites 
• Novos direitos cobrem vasta definição de investimento: propriedade intelectual, licenças, derivados 
• requisitos de desempenho Ban, as regras de conteúdo nacional. Proibição absoluta, não apenas quando aplicado aos investidores dos países signatários
O acordo irá capacitar as empresas a processar governos, fora de seus sistemas judiciais nacionais, para qualquer acção das corporações acreditam que enfraquece os seus lucros futuros esperados.
O golpe de Estado corporativo vai além, ele pega onde SOPA (Stop Lei Pirataria Online) eBill C-11 parou. Documentos vazados revelam que TPP inclui o Open Media refere-se a como uma armadilha internet. Seria criminalizar com efeito algum uso diário da internet, provedores de serviços de força para recolher e entregar os seus dados privados e dar conglomerados de mídia mais poder para multar por utilização da Internet, remover conteúdo online (incluindo sites inteiros) e até mesmo rescindir seu acesso a a internet completamente.
É incrível que na era da informação, algo tão extremo pode ir não declarada. Os poucos relatos que você pode ter visto a partir dos meios de comunicação nos querem fazer crer que é apenas mais um acordo de livre comércio que visa beneficiar a todos nós.
Infelizmente, o oposto é verdadeiro, este negócio está sendo deliberado por aqueles que têm tudo, mas querem mais. Aqueles que mais beneficiam da TPP serão aqueles no topo e permanecerá lá. Desde pactos NAFTA e similares foram assinados, cinco milhões de pessoas perderam seus empregos e 50 mil fábricas foram fechadas nos Estados Unidos, os lucros das empresas ainda estão em níveis recordes.
A Trans Pacific Partnership não tem data de fim e sem limite para a quantidade de países que podem participar, desde que eles obedecem suas leis draconianas. Se este acordo for aprovado como está, nossas vidas, nossas leis, até o modo que são tributados vai ser muito diferente no futuro próximo.
Por favor, se informar e ajudar a espalhar a palavra:




 

Fonte: forgetthebox.net



Diplomacia dos EUA x Aventuras de Israel

septiembre 15, 2012 21:00, por Desconocido - 0no comments yet






Passados os recentes esforços do primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu, o qual, parece, empenhava-se em exibir ao mundo retrato de Israel como organização extremista e aventureirista, e depois que suas posições de hostilidade contra o Irã foram quase completamente ignoradas pela opinião pública dentro e fora de Israel, tudo indica que o governo de Netanyahu vê-se a braços com um sentimento mórbido de ineficácia e baixa credibilidade.

 
Por Mohammad Farhad Koleini, em Iran Review

Já se veem sinais disso até em declarações de funcionários de Israel. Já reconheceram que ninguém está dando atenção ao que Israel pensa ou diz, e a indiferença às posições de Telavive já não se limita aos EUA. Apesar de todo o empenho negativo de Israel, o Irã organizou e realizou com pleno sucesso um dos maiores encontros internacionais já realizados naquele país.

Por sua vez, a secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton disse recentemente na capital da Indonésia, Jakarta, que o Irã tem pleno direito de usar energia nuclear para finalidades pacíficas, enfatizando que se devem empreender todos os esforços para impedir que o Irã construa armas nucleares.

Assim sendo, claramente demonstrou ao governo de Israel que de pouco adiantaram seus esforços contra o Irã, dado que a posição dos EUA sobre o programa nuclear iraniano não sofreu qualquer mudança essencial.

Relações Irã-EUA

Segundo algumas agências ocidentais de notícias, até alguns conselheiros próximos do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu já observam que divisões e disputas graves de opinião dentro do establishment político em Israel, em torno de ataque militar contra o Irã, podem levar até ao assassinato de altos membros do governo israelense por forças políticas de oposição interna.

Um membro da alta direção do partido israelense Likud, que governa Israel, fez explícita referência a essa possibilidade, em recente entrevista ao jornal Maariv. Disse que, sob as circunstâncias atuais da política e da sociedade israelense (no que tenha a ver com o Irã) é possível que alguns grupos considerem medidas irracionais, como o assassinato de líderes israelenses. Comentou o caso de Yigal Amir, o israelense que assassinou o ex-primeiro ministro de Israel Yitzhak Rabin, dia 4/11/1995, por entender que, com seu crime, estaria salvando Israel.

Pelo outro lado, o vice-presidente dos EUA Joseph Biden falou sobre o Irã, ao atacar o candidato Republicano à presidência, Mitt Romney, em discurso a trabalhadores brancos em York, Pennsylvania, ainda recentemente. Biden disse que o projeto de Romney, de fazer guerra contra a Síria ou o Irã, atrasaria ainda mais a recuperação dos EUA, em momento em que o país vai, aos poucos, superando uma das recessões econômicas mais graves que os EUA conheceram. Analistas especialistas interpretaram que o alvo do discurso e da manifestação de Biden contra novas guerras no Oriente Médio não foi só Mitt Romney, mas também a cúpula governante em Tel Aviv.

Todas essas evidências demonstram que os pontos de vista e as posições de EUA e do regime de Tel Aviv sobre “linhas vermelhas” no campo político absolutamente já não coincidem; que Tel Aviv e EUA têm posições polarmente opostas sobre dois conceitos chaves: o “limiar nuclear” e a “capacidade nuclear”.

Os EUA entendem que a decisão iraniana de obter capacidade nuclear absolutamente não implica qualquer decisão de construir bombas atômicas. De fato, o ocidente já adota abordagem escrupulosa, acurada e profissional sobre o Irã “nuclear”, consequência da firmeza com que o Irã já declarou que não tem qualquer interesse em construir armas atômicas. De fato, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) também já registra a mesma convicção sobre o programa de energia nuclear do Irã, e confirmou, em seguidos relatórios, que não constatou qualquer desvio no programa nuclear iraniano na direção de dar uso militar às competências nucleares do país.

Por vários caminhos, o que se vê hoje é que os EUA estão-se distanciando de Israel, no que tenha a ver com políticas para o Irã. Já se veem notáveis diferenças entre Washington e Tel Aviv nas avaliações estratégicas sobre o pensamento, propósitos e desejos do governo do Irã. A abordagem pela qual estão optando os países ocidentais, especialmente os EUA, na direção de reconhecer a racionalidade estratégica das decisões políticas iranianas é já muito diferente da abordagem na qual insiste o governo de Netanyahu – que só parece preocupado, hoje, em manter vivo seu Gabinete.

A comunidade de inteligência de Israel já observou, em vários relatórios, que mudanças geopolíticas na Região implicam graves ameaças ao regime em Israel, e que deveriam ser preocupação prioritária de Telavive.

A comunidade de inteligência israelense entende também que mudanças na política externa do Egito, depois das eleições naquele país, e da posse do presidente Mohamed Mursi, inclinado a construir novo equilíbrio no campo político regional e internacional, além de uma solução para a questão Síria que já começa a configurar-se no horizonte, podem desencadear movimento de vingança contra Israel em toda a região. Resultado disso, essas mudanças na região têm sido repetidamente enumeradas como absolutas prioridades do regime sionista. Os mesmos especialistas israelenses em segurança regional entendem que, em caso de conflito que ameace a segurança de Israel, Tel Aviv deve extrair todas as vantagens possíveis de seu arsenal nuclear secreto – o que capacitaria Israel a enfrentar qualquer possível ameaça de segurança.

De fato, esses especialistas ignoram que a realidade em campo pode ser dramaticamente diferente e levar a condições totalmente diferentes das que examinam hoje.

O que realmente se passa dentro da estrutura política israelense é que já emergiram profundas dissonâncias, fissuras entre a comunidade política, a opinião pública, a comunidade de inteligência e velhos profissionais da política partidária em Tel Aviv, sobre a questão do programa nuclear iraniano. Assim sendo, não se vê ainda no horizonte nem alguma remota possibilidade de consenso, por simples que seja, sobre a ação a tomar em relação ao Irã. Por isso, inúmeras reuniões da comunidade de inteligência israelense tem sido simplesmente canceladas, pouco depois de marcadas. Claro que os funcionários israelenses informam aos veículos de mídia que os cancelamentos explicam-se porque teria havido vazamento de informação de inteligência depois de uma daquelas reuniões.

A mesma absoluta falta de consenso em Israel sobre como encaminhar as tratativas com o Irã explica também porque o regime israelense tanto tem insistido em lançar ameaças também contra os EUA, ao mesmo tempo em que tenta inverter os fatos para implementar cenários mais favoráveis a Israel. Hoje, nos EUA, o candidato Barack Obama já enfrenta campanha contrária, patrocinada diretamente pelo governo de Netanyahu. O governo dos EUA, evidentemente, já viu e observa esses movimentos.

O alto custo de apoiar o regime sionista está convertido em problema real e imediato para os EUA. Até agora, o problema ainda não está sendo discutido abertamente, mas nas últimas semanas já se viram em circulação na grande mídia norte-americana, que começam a discutir os motivos pelos quais, nos EUA, nenhuma autoridade fala sobre as armas atômicas de Israel. Acredita-se que sejam os primeiros sinais que Washington vê-se obrigada a dar a Tel Aviv, para que corrija o rumo de suas declarações e atitudes. Sabe-se que o embaixador dos EUA em Tel Aviv Daniel B. Shapiro serviu-se de termos muito claros e duros, em reunião com funcionários do governo de Israel, para lembrá-los de que Israel tem de observar regras morais, manter a compostura e respeitar o decoro diplomático.

Além da questão das principais ameaças que pesam contra Israel, os estudos da inteligência israelense têm-se dedicado também a analisar as chances de sucesso num possível ataque israelense que vise a destruir o programa de energia nuclear iraniano. Sobre isso, os norte-americanos já têm análise feita. Para eles, Israel não tem capacidade para destruir completamente, em ataque militar, as instalações do programa nuclear do Irã.

Por exemplo, considerada a usina nuclear em Fordow, a capacidade militar do regime sionista é significativamente menor que a requerida para destruir a usina. Assim sendo, os norte-americanos entendem que qualquer ameaça que o regime sionista lance contra o Irã não passa de ameaça de propaganda;
os EUA sabem que Israel nada conseguirá contra o Irã, com armas convencionais. Os norte-americanos, eles sim, já contam com armas de alta capacidade de destruição. Mas são armas norte-americanas, não israelenses, o que muda completamente a configuração do problema.

Resultado desse estado de coisas, estão em curso acalorados debates, não conjuntos, mas paralelos, dentro do governo sionista e dentro do governo dos EUA, sobre as possibilidades de sucesso de ataque militar contra o Irã. Nos dois casos, discutem-se os riscos e os custos desse aventureirismo generalizado.

O ataque levará a guerra em grande escala, que conflagrará toda a região? Danificar a capacidade nuclear do Irã é o único ou principal objetivo? E o Irã, se atacado, será levado a ascender a estágio completamente diferente de resposta estratégica? São questões graves e sensíveis, que certamente ocupam muitos agentes profissionais políticos e de inteligência, que sabem que, se atacado, o Irã retaliará com explicável fúria.

Por outro lado, outra importante questão é o que pode acontecer depois de um ataque israelense contra instalações nucleares do Irã.

Os norte-americanos creem que se Israel atacar, conseguirá, no máximo, retardar o programa nuclear iraniano; exceto pelo retardamento, o ataque em nada alterará o programa iraniano. Assim sendo, creem que o regime israelense está queimando balas de festim, sem nenhum objetivo claro. Resultado disso, questão importante sobre os debates estratégicos é que estimativas, abordagens e decisões estratégicas são questões diferentes.

Hoje, estamos falando sobre estimativas estratégicas com o objetivo final de saber em que direção se movem as estimativas estratégicas do regime sionista, consideras as reuniões não noticiadas – e interrompidas – que não chegam a conclusão alguma, em Israel, nos últimos dias. No presente momento, a comunidade de inteligência dos EUA tem alta probabilidade de discordar do que Israel deseja; e Israel tenta usar suas cartas de inteligência e acrescenta informações de inteligência manipulada na tentativa de modificar as estimativas hoje correntes e conseguir que o ocidente modifique suas políticas para o Irã.

Parece que Tel Aviv tenta também conseguir que outros países ocidentais alinhem-se com os objetivos dos sionistas, para ganhar peso na disputa com o governo dos EUA e forjar uma nova aliança. O mais provável é que essa posição tenha recebido luz verde do lobby sionista no Canadá, o que explicaria por que o governo canadense decidiu repentinamente fechar sua embaixada em Teerã, sem que nada de novo tenha acontecido entre os dois países que justifique a medida.

Sem conexão com essa questão, o governo francês também assumiu posição correta em relação ao Irã. O ministro de Relações Exteriores da França declarou oficialmente que um ataque, pelo regime sionista, contra o Irã, seria erro grave.

Quando se ouvem essas manifestações de Paris e Washington, ambas na mesma direção, vê-se que a Otan não acompanha a conduta de Israel no Oriente Médio. Resultado disso tudo, ninguém deu atenção às posições sem orientação ou meta clara, ficcionais, de Israel no Oriente Médio.

Não só na opinião pública regional, também nos países da região e no plano internacional, e até na sociedade israelense e entre tradicionais apoiadores de Israel, o que se vê é uma larga fissura e profundas diferenças quanto à estratégia a adotar em relação ao Irã.

Simultaneamente, alguns especialistas levantaram outra questão: que capacidade teria Israel para comprometer-se em engajamento militar de longo prazo? Israel suportaria uma longa guerra, que seria consequência quase inevitável de um possível ataque ao Irã? Nisso, a maioria dos especialistas coincide.

Dizem que a primeira preocupação é a capacidade do Irã para reagir, se for atacado; a maioria dos especialistas reconhecem que é alta a probabilidade de o Irã ter capacidade militar para retaliar. Mas Israel não teria capacidade de sustentar ataque prolongado contra o Irã, dado que não tem um terceiro país que lhe ofereça bases em solo, mas o Irã, sim, pode contar com essas bases.

Não faz muito, oficiais sírios em Damasco alertaram Israel contra qualquer tentativa de atacar o Irã. Anunciaram que a Síria pode usar seu sistema de mísseis, e devolver os sionistas ao ponto em que estiveram anos atrás, destruindo parte considerável da infraestrutura do país. Foi o que disse também o líder do Hezbollah libanês, Seyed Hassan Nasrallah, para o caso de Israel atacar o Irã.

Além disso, os fatos em campo mostram que Israel não suportaria engajamento militar sequer de média duração.

Viu-se claramente, além de qualquer dúvida, nos 22 dias de guerra de Israel contra Gaza e nos 33 dias de guerra de Israel contra o Líbano, que o poder bélico israelense é limitado, em condições de combate real.

Naquelas duas guerras, o mundo viu que Israel é incapaz de sustentar guerra de mais longa duração. Por isso, quando Seyed Hassan Nasrallah anunciou que, em qualquer ataque que Israel venha a tentar no futuro, o Hezbollah, se for novamente atacado, já não se limitará à guerra de defesa, e empreenderá ação ofensiva, estava, de fato, enviando mensagem clara e expondo estratégia diferente, para determinar o campo real de alternativas com as quais Israel deve operar.

Por tudo isso, é fácil concluir que qualquer aventureirismo do regime sionista, que implique atacar o Irã, gerará caos generalizado na região. E, dada a quantidade escandalosa de ameaças e declarações belicosas do regime sionista, Israel será a principal culpada pelo caos e pela guerra.

O ocidente já dá sinais de ter entendido corretamente a situação real. É mais que hora de o ocidente desistir de apenas aconselhar o regime sionista, e cuidar de regular a conduta do governo de Netanyahu mediante ações tangíveis, práticas. Entregue às próprias incompetências, é fortemente provável que o regime sionista arraste toda a região a uma situação cuja reestabilização, recomposição e controle será muito difícil.


Seja como for, a questão de ser capaz de envolver-se e sustentar guerra prolongada, agora ou em futuro mais distante, tem alta significação nos debates de inteligência e militares, porque ajuda a traçar coordenadas mais realistas e mais claramente demarcadas para toda a situação.

Assim consideradas as coisas, todos os países dever-se-ão empenhar em alertar os líderes sionistas contra as consequências de atacar o Irã.

Não por acaso, altos especialistas da inteligência do regime sionista já declararam muito abertamente que está fora de questão qualquer ataque israelense às instalações nucleares iranianas. Já disseram também que, se atacar o Irã, Israel lamentará por uma década as consequências do ataque.

 

* Mohammad Farhad Koleini foi embaixador do Irã na Armênia e é especialista em estudos estratégicos.
 


Fonte: Vermelho

Tradução: Vila Vudu

 Imagem: Google

 

 

 

 

 



Mehran Keshe: Solucionar todos os problemas do mundo com o reator de plasma

septiembre 14, 2012 21:00, por Desconocido - 0no comments yet





Do Blog Caminho Alternativo


O artigo de hoje é sobre a Fundação Keshe, criada por um engenheiro nuclear iraniano chamado Mehran T. Keshe, cujo objetivo, como foi definido públicamente, é desenvolver conhecimentos científicos no campo das novas tecnologias para os múltiplos problemas do mundo através da utilização de reatores de plasma desenvolvidos por eles e, como dizem, poderiam solucionar, entre outras coisas, a fome no mundo, a escassez de água, as doenças e permitir as viagens no espaço livremente para os seres humanos.

Na informação que nos chega geralmente caem elementos que estão dirigidos à estratégia da “decepção”. Se escutamos de dez empresas ou cientistas que nos falam de um desenvolvimento que “mudará o mundo” e nenhum deles nada relevante faz com o passar do tempo, quando surge um que diz o mesmo um pouco depois, as pessoas por desgraça está olhando para outro lado. É inevitável. Porém, aqui parece existir alguns bons indícios de que isto é algo sério e de que Keshe e sua fundação falam seriamente.



Mehran Tavakoli Keshe
Fascinante também é o fato de que Keshe seja iraniano, justo agora quando estamos às portas de um conflito militar criado na região com possibilidades de extender-se a todo o planeta e com navios de guerra americanos se dirigindo às costas da Líbia depois de um evento que possui claramente a marca dos serviços de inteligência, pois o ataque se organizou simultâneamente em vários países contra as embaixadas americanas e, em particular, em Benghasi. Todo o mundo parece coincidir em que o ataque foi planejado com antecedência, e que o vídeo com insultos à Maomé, não foi mais que um pretexto para atacar. Mas os meios falam (‘cacarejam’) de “simpatizantes” de Kadhafi ou da Al-Qaeda como culpados desta ação que acabou com a vida do embaixador líbio. Não entendo por que às vezes não poderiam pensar em “simpatizantes” da CIA/MI6 e/ou do Mossad israelense. Embora não fosse mais que para variar e deixar de desinformar os leitores.

A realidade é que há meses que as pessoas que vivem em Israel compram máscaras anti-gás e equipamentos especiais porque seu próprio governo criou o clima dentro e fora de suas fronteiras para que entendam que “um ataque do Irã é inevitável” e que “a guerra contra Irã é inevitável” . Também é certo que lhes é “vendido” que a guerra durará 5 días e que existirá em Israel não mais de 500 baixas. Mas a questão é que é bastante evidente que o clima para uma confrontação com Irã e seus aliados esteve em espera e buscando durante tempo por parte da facção sionista mais radical que controla Israel. A assinatura inconfundível dos serviços de “inteligência” aparece claramente.

A autoria desse famoso vídeo contra Maomé, que se supõe é o pretexto para um ataque a uma nação, é um autêntico mistério. Curioso, quando poderiam saber até de que cor é nossa roupa interior antes de que subamos um vídeo ao Youtube. Se supunha que o produtor do filme era um produtor de cinema israelense, mas resulta que o personagem é totalmente desconhecido para todos.

Na minha opinião, tudo indica que esse é o “empurrãozinho” que o Mossad necessitava dar às facções antibelicistas norteamericanas para que se decidam definitivamente a acompanhá-los em sua louca aventura de iniciar uma Terceira Guerra Mundial, esse Armagedón que as facções da ultradereita que controlam Israel e práticamente Estados Unidos, desejam como passo prévio necessário à vinda de seu messías.

Neste marco da atualidade, incomparável, temos a um cientistas iraniano assegurando que desenvolveu a tecnologia que permitirá liberar a toda a humanidade e que, aparentemente, não está obsecado com a idéia de ficar rico com seu invento.

No passado 6 de setembro, a Fundação Keshe fez uma apresentação de tal tecnologia para o pessoal do governo e das embaixadas que quisesse assistir. O próximo 21 de setembro ocorrerá outro convite, que não está direcionado ao público em geral. Não é que apresentem suas tecnologías e funcionamento, senão irão mostrar em que ciência estão baseados esses desenvolvimento tecnológicos. Para que tenhamos uma ideia, a primeira próxima apresentação será sobre os desenvolvimentos de Nicola Tesla, a seguinte sobre a esclerose múltipla e a que virá depois sobre tecnologia de plasma. A essa apresentação enviaram convites a todos os especialistas mundiais nos respectivos campos para que possam trazer seus conhecimentos nas áreas e compará-los com os desenvolvimentos e descobertas de Keshe.

Keshe disse claramente que não dirá nunca onde e quando mostrará alguma de suas tecnologias nem darão uma mensagem deste tipo por antecipação. A última vez que anunciaram que iriam mostrar tecnologia espacial, receberam aos inspetores nucleares e a polícia, que compareceram a seu laboratório e lacraran o material de uma demonstração no passado 25 de novembro de 2011. Nunca a Fundação Keshe obteve uma licença na Bélgica, onde reside a Fundação, para poder realizar uma demostração nem a público aberto, nem a uma audiência determinada. Dado que não obtiveram uma licença das autoridades belgas, para evitar colocar a Fundação em problemas legais, tem que evitar a todo custo de realizar qualquer demostração de tecnologia.

Como sabemos todos perfeitamente e há muito tempo, este tipo de tratamento aos inventores de novas tecnologias verdadeiramente revolucionárias (neste caso, estaríamos falando da Tecnologia que revolucionaria tudo absolutamente) é o habitual e a razão que esta tecnologia inventada há um século ainda não é parte de nossas vidas. Keshe culpa aos Estados Unidos em parte por estes obstáculos, argumentando que essa nação “está enciumada” de sua tecnología que está 50 anos à frente do que conhecemos.

O inventor, que assegura ter desenvolvido as tecnologias do gerador de energia livre, propulsão e anti-gravidade, está sendo já fraudulentamente respresentado por um alemão chamado Ad Van Den Elshout que não tem autorização nenhuma de Keshe para representá-lo. Não contente em fazer isto ilegalmente, o alemão diz que ele está envolvido na investigação de armas nucleares, algo que Keshe não faz em absoluto. Uma forma de que o legítimo dono dessas tecnologias acabe na prisão? É evidente que sim, ouviremos muitas coisas que tratarão de escurecer nesta história para que não nos permitam acreditar que isto é possível. Creio sinceramente que uma forma de ajudar a Keshe em seu trabalho é nos interessar pelo que faz e não esquecer esta história.

Mehran Tavakoli Keshe diz ter inventado uma tecnologia tão avançada que pode neutralizar qualquer arma, de qualquer tipo a certa distância, e como nesta notícia de seu blog afirma, a tríade nuclear do planeta (EEUU, UK e França) não pode ter êxito, já que qualquer ataque contra seu país natal, Irã, o qual já dispõe desta tecnologia há tempos, pode ser detido fácilmente.

Keshe assegura que suas tecnologías de propulsão e de energia estão muito à frente das tecnologias nucleares. Se encarregou de distribuí-las pelo planeta no caso de que algo ocorra a ele pessoalmente, essa é sua medida de proteção.







Fonte:Trinity a Tierra 

Comentário do blog Caminho Alternativo:

Nikola Tesla é o verdadeiro gênio por trás da tecnologia de energia livre, cujas descobertas libertaria a humanidade da escravidão em que vive se não fosse a elite sionista que escraviza a humanidade através dos bancos e das corporações do petróleo.

Graças à proposital dependência do petróleo, somos mantidos como uma civilização tecnologicamente atrasada, destruidora do meio ambiente e pobre espiritualmente.

Não precisamos de petróleo, nem de usinas hidrelétricas, estes são pretextos para nos manter escravos pagando por energia que poderíamos ter livremente se não fosse por uma camarilha de famílias sionistas como os Rothschild, Rockefeller e Morgan.

O assassinato de Tesla, e o confisco de todos os seus documentos pelo FBI, foi justamente para impedir que esta tecnologia de energia livre chegasse a todos os seres humanos. Existem vários artigos tratando deste assassinato, como este do Veterans Today, que mostra o guarda-costas de Adolf Hitler chamado Otto Skorzeny como o executor do crime. Porém, em diversos outros artigos, descobrimos os mandantes, que eram aqueles que ná época viram seus interesses financeiros ameaçados pelos inventos de Tesla, eram Henry Ford, os Rockefeller e J.P. Morgan.

Adam Trombly nos revela o motivo de terem assassinado Nikola Tesla:

Nikola Tesla foi finalmente assassinado em 1943, quando ele tentou fazer contato com a FDR sobre ‘extração de energia do ativo médio “atualmente conhecido como o” vácuo do espaço-tempo “(em seu estado virtual) e ZPE (energia do ponto zero, no estado observável). Ele obviamente temia que Einstein fosse capaz de influenciar a FDR para mobilizar o “paradigma da energia atômica” com um enorme esforço “governamental”, em seguida, possivelmente Tesla teria permitido apenas um programa para ‘energia do ativo médio “atualmente conhecida como “energia do vácuo“.

E aí está a verdade! Tesla foi assassinado por famílias sionistas, as mesmas que dominam o planeta atualmente e que são constantemente citadas no blog. Estes são os que mandam de fato no mundo, os que estão na cúpula da pirâmide Illuminati.

Outro detalhe importante, o patrocidador de Nikola Tesla era um milionário chamado John Jacob Astor IV, dono do Waldorf Astoria. Os sionistas não satisfeitos em matar Tesla, mataram também este indivíduo. Adivinhe aonde? No titanic!

Agora o leitor já sabe que Tesla foi assassinado para que a humanidade permanecesse escrava do petróleo, que é controlado por meia dúzia de famílias sionistas, sabe também que o naufrágio do Titanic não foi um acidente, foi um atentado para matar John Jacob Astor IV(encomendado por J.P.Morgan) e que toda vez que uma pessoa paga a sua conta de energia elétrica e abastece o carro em algum posto é devido à este complô sionista de escravidão humana projetado por uma meia dúzia de famílias de banqueiros e donos de corporações energéticas.

E para finalizar, fica ainda mais em evidência o Irã, que se for verdade a informação de que possui esta tecnologia que lhes permite se defender de ataque nuclear, não a tenha usado para atacar ninguém, nem a Israel, simplesmente a possuem para se defender. Mais uma pá de cal nas mentiras sionistas de Israel de que o Irã é uma ameaça ao mundo. Muito pelo contrário, o Irã pode estar no alvo de Israel não só pelo seu petróleo, mas também devido às intenções de Keshe em divulgar tecnologia de energia livre para a humanidade.





Fonte: Trinity a Tierra, retirado do blog Caminho Alternativo



Equador defenderá a povo waorani de coleta ilegal do seu DNA

septiembre 14, 2012 21:00, por Desconocido - 0no comments yet



Um comitê jurídico equatoriano levará a tribunais internacionais a denúncia sobre a coleta de amostras de DNA do povo waorani por parte de enviados do Instituto Coriell, dos Estados Unidos.

A decisão de empreender esta ação se originou em uma reunião entre representantes dessa comunidade originária e o presidente Rafael Correa, que expressou que não permitirá que isto fique na impunidade.
Depoimentos de membros desta nacionalidade confirmaram que em 1991 dois estadunidenses extraíram sangue de alguns deles com o pretexto de examinar sua saúde.

Por sua vez, o Instituto Coriell, com sede em New Jersey, confirmou em sua página digital que tinha 36 amostras desse material genético waorani, mas negou que as obteve ilegalmente.


Patricio Benalcázar, da Defensoria do Povo, afirmou que este caso servirá para estabelecer um precedente e proteger os patrimônios naturais ou biológicos do Equador.
Explicou que para promover uma ação legal, será preparada uma equipe de advogados, e provavelmente de antropólogos, a fim de processar às pessoas que tomaram as amostras sanguíneas e também para levantar informação complementar.

Benalcázar explicou que os institutos implicados se encontram nos Estados Unidos, motivo pelo qual se examina a táctica para empreender as ações legais.

Espera-se que nas próximas duas semanas seja definida a composição da comissão jurídica encarregada de levar o caso e defender a causa equatoriana na arena internacional.

Várias instituições estatais colaboraram com mecanismos para esclarecer o fato, como o Ministério de Saúde e de Patrimônio e o Instituto Equatoriano de Propriedade Intelectual.

Recentemente, a ministra Coordenadora do Patrimônio, María Fernanda Espinoza, informou que estão trabalhando na busca de um modelo para impulsionar o processo legal contra os implicados neste delito.

Descreveu que isso ocorreu em momentos nos quais o Estado equatoriano estava ausente da Amazônia e a empresa petroleira Maxus, com o pretexto de cuidar a saúde dos waoranis, extraía seu DNA com fins de pesquisa e de comercialização.

Deste modo, considerou, violaram as leis de bioética e atentaram contra a integridade dessa nacionalidade e o direito à consulta entre seus membros.

Os waoranis ou huaoranis (também chamados sabela, auishiri, auca e huao) são um povo ameríndio que habita o noroeste da Amazônia equatoriana.

Por séculos defendem seu território ancestral de inimigos indígenas e coloniais.




Fonte: Prensa Latina



Infiltração sionista na Wikipédia e na internet

septiembre 14, 2012 21:00, por Desconocido - 0no comments yet




Do site Sionismo.net

Estudar o sionismo significa penetrar num mundo complexo e demente, onde a realidade está sendo continuamente alterada e deturpada. A mentira, a ocultação dos factos e as meias-verdades são os cimentos em, desde que foi criada, assenta esta tenebrosa e obscena doutrina. E quando alguém tenta apresentar, relatar, esclarecer ou investigar a verdade, o argumento e defesa sionista é invariavelmente a violência e a agressividade verbal, intelectual, moral ou física.

Um caso preocupante de alteração dos fatos é o que está ocorrendo com a edição de temas relacionados com Israel, sionismo e o conflito Árabe- israelita na Wikipédia.

A Wikipédia é uma enciclopédia online, livre e colaborativa, ou seja, escrita por qualquer pessoa, de diversas regiões do mundo, todas elas voluntárias. Actualmente é uma das fontes de informações mais consultada no mundo.

Agentes do Mossad - serviços secretos israelitas e adeptos do sionismo, estão alterando uma grande quantidade de artigos, no sentido de apresentar uma história de Israel completamente falsa. Muitos grupos estão atuando de forma organizada e sistemática, modificando os artigos e não permitindo qualquer alteração aos seus “fatos”. Perante os olhos, e por vezes impotência de todos, os agentes do sionismo estão reescrevendo a História.

A maior parte dos artigos da Wikipedia não são objeto de discussão. Os piores e menos neutrais artigos são os referentes ao movimento sionista redigidos em português e em castelhano.

A atuação dos editores está sendo coordenada pelo Ministério das Relações Exteriores Israelita, que organiza abertamente campanhas de voluntários em todo o mundo para melhorar a imagem do Estado de Israel em Internet. Para comprovar o tendencioso que é a informação sobre Palestina basta com ler o artigo dedicada a Rachel Corrie, ativista norte-americana assassinada pelo exercito israelita ao tentar evitar a demolição de uma vivenda palestiniana, de fato isso é o que consta do artigo escrito em inglês, mas se consultamos a página em castelhano apresentam o seu assassinato como uma morte justificada e a sua resistência pacífica como uma acção de cumplicidade com o terrorismo.

Exemplos como este existem milhares na Wikipédia. Outro exemplo escandaloso é o artigo sobre Vladimir Jabotinsky, o tristemente célebre “Zeev” Jabotinsky, criador do movimento sionista revisionista e do grupo Beter, milícias juvenis que vestiam camisas pardas, como os Comandos de Assalto nazis (SA), e organizados ao estilo dos “squadristi” fascistas. O Duce Benito Mussolini considerava-o um dos seus e o chamava de “cidadão fascista”. Ben Gurion, fundador do estado judeu em 1948 comparou-o com o Führer e o apelidou de “Vladimir Hitler”. Na edição portuguesa sobre este sinistro personagem, autor de “A Muralha de Ferro”, a bíblia do sionismo racista e violento, e condenado pelo Império Britânico por assassinato de palestinianos, é apresentado como um filósofo, poeta e estadista de elevada moral, e o movimento que fundou, o sionismo-revisionista, como sendo um “movimento liberal baseado nos preceitos democráticos ingleses”.

Alarmante também o artigo da edição portuguesa sobre a resolução 3379 da Assembleia Geral das Nações Unidas em que o sionismo foi comparado com o racismo em geral e o apartheid sul-africano em particular. O artigo praticamente não faz referência à resolução, misturando abundantes referências a posições políticas do ex-ditador do Uganda Idi Amin, sem qualquer relação com o tema em questão…

Mas não é só na Wikipédia que a intervenção sionista se faz notar. Em qualquer sítio web anti-sionista, especialmente se for norte-americano o bombardeio de comentários em defesa de Israel é constante.

Durante o feroz ataque militar contra Gaza em 2008 e 2009, a comunidade internacional, horrorizada, viu como as Forças Armadas Israelitas matavam a mais de 1 400 palestinianos, a maioria civis, encurralados e sem sitio para esconderem-se. Foi então que Israel acelerou a sua Hasbará (propaganda). O Ministério do Exterior israelita criou uma “equipa de guerra em Internet” como parte do seu orçamento anual. Mais de 150 000 dólares foram destinados às etapas iniciais desta ofensiva propagandista levada a cabo pelos departamentos de relações públicas do governo, e também por organizações e grupos privados. Missão: contrariar a publicidade negativa nos meios de comunicação. A equipe especial estava integrado por universitários e ex soldados com fluidez em vários idiomas e usuários especialistas em Internet. Foram pagos para navegar na net e difundir opiniões positivas de Israel.

Ilan Shturman, subdirector do Ministério de Relações Exteriores israelita, disse numa entrevista à revista de negócios Calcalist, em 2009, que essa equipe trabalharia de forma encoberta. “Durante a Operação Chumbo Fundido -contra Gaza-, apelámos às comunidades judaicas no exterior para com a sua ajuda, recrutarmos milhares de voluntários que se juntaram aos existentes em Israel”, explicou. “Demos-lhes um pouco de contexto e materiais sobre a Hasbará (propaganda), e os enviámos a representar os pontos de vista israelitas nos sitios web e nas sondagens de Internet”, acrescentou.

Estes ativistas trabalharam em cooperação com a iniciativa “Dê a Israel um apoio unido”, que oferecia aos voluntários um programa informático chamado Megaphone. Uns 50.000 ativistas usavam o programa, que enviava um alerta aos seus computadores cada vez que um artigo crítico de Israel era publicado na internet. Respondiam então bombardeando o site com comentários pró-israelitas.



Fonte: Sionismo.net



Cinco Cubanos estão há 14 anos presos pelo ódio dos EUA

septiembre 12, 2012 21:00, por Desconocido - 0no comments yet





Antiterroristas estão há 14 anos “presos pelo ódio dos EUA”


Neste 12 de setembro completou 14 anos da prisão dos Cinco Antiterroristas Cubanos nos Estados Unidos. Para marcar a data, diversos países do mundo realizam atividades em apoio e solidariedade aos lutadores. De acordo com o membro do Comitê Brasileiro pela Libertação dos 5 Patriotas Cubanos, Max Altman, para que eles sejam libertados, “é preciso que haja uma pressão internacional” sobre os Estados Unidos.

A coordenadora do Comitê Internacional pela Liberdade dos Cinco, Graciela Ramírez declarou à Prensa Latina que está prevista a realização de passeatas em frente a sedes diplomáticas estadunidenses, exposições, concertos, apresentações de livros, documentários e atos políticos para marcar a data em Havana.

Antonio Guerrero, Fernando González, Ramón Labañino, René González e Gerardo Hernández foram condenados a severas penas por informar sobre planos de ações violentas contra Cuba, perpetrados por grupos terroristas que atuam a partir do território estadunidense.

“Trata-se de uma condenação rigorosamente injusta e odiosa, porque ela foi levada a cabo em um ambiente totalmente hostil, em Miami, sem responder ao devido processo legal”, observa Altman.

Socorro Gomes
Para a presidenta do Cebrapaz e do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, trata-se de um “julgamento do ódio, do preconceito, não [se trata] de Justiça”. Ela observa que “os cubanos deveriam estar nesse processo como testemunhas e não como réus”, já que eles investigavam atos de terroristas estadunidenses em Cuba. Eles fizeram um dossiê que foi entregue por um emissário ao presidente Bill Clinton, lembra a ativista: “mas, o governo ao invés de prender os verdadeiros terroristas, prenderam os que denunciaram”.

O jornalista Max Altman lembra que a mídia teve um papel fundamental no julgamento: “hoje se sabe que os jornalistas foram comprados pelas organizações contrarrevolucionárias de Miami para criar todo um ambiente hostil, de ódio, de raiva contra os Cinco que representavam Cuba”.

O único crime que eles cometeram, observa o jornalista, foi terem “se imiscuído em meio às organizações antirrevolucionárias cubanas que maquinavam ações terroristas, sem terem informado o governo dos EUA dessa ação. A lei americana prevê a necessidade de uma ação dessa ser previamente informada aos órgãos competentes. Essa é a única pena na qual eles poderiam ter incorrido”.

“O mais viável para se chegar à libertação dos Cinco seria uma decisão do presidente dos EUA. (…) Pela Constituição [do país é possível] comutar a pena dos condenados. Para que isso ocorra, é preciso que haja uma pressão internacional, mas que ainda não comoveu o governo dos EUA”, avaliou Altman.

Outra possibilidade é “eventualmente uma decisão também de cunho humanitário prevendo uma permuta entre um norte-americano que violou leis [do país] e que se encontra preso em Havana [Alan Gross, preso equanto trabalhava para o governo dos EUA em um programa para “fomentar” a “democracia” em Cuba] e que poderia, num gesto humanitário” ser trocado pelos Cinco, observa.


Em Cuba

Para chamar atenção e pedir a libertação dos ativistas, a Federação Estudantil Universitária (FEU) está promovendo, na cidade de Havana, a Jornada "Pelos Cinco de Coração”. A iniciativa se insere no contexto das comemorações dos 90 anos da FEU, organização mais antiga do país, fundada em 20 de dezembro de 1922 por Julio Antonio Mella.

Além dos estudantes de Havana, organizações, associações internacionais, uniões, federações de todo o país, membros da Organização Continental Latino-americana e Caribenha de Estudantes (Oclae) e o Comitê de Solidariedade com os Cinco já confirmaram presença nas iniciativas virtuais.

Não só no dia em que se completam os 14 anos de prisão dos Cinco, mas também durante os próximos meses serão realizadas iniciativas em vários centros de ensino do país para debater a situação dos cubanos.

Mobilizações pelo mundo

Como parte das manifestações de apoio, também serão realizados atos pelos Cinco, como são internacionalmente conhecidos, na Espanha, Áustria, Suíça, Itália, Rússia, Ucrânia, Reino Unido, Eslovênia, República Dominicana, Jamaica, Haiti, Paraguai, Brasil, Argentina, Bahamas, Santa Luzia, El Salvador, Honduras, Costa Rica, Estados Unidos, Canadá e Porto Rico.

No Brasil

No Brasil, acontecerá, na cidade do Rio de Janeiro, uma mobilização em frente ao Consulado dos Estados Unidos, aonde será lida a “Carta Aberta aos Povos dos EUA”. Os manifestantes estarão munidos de cartazes e panfletos para explicar para as pessoas a história dos Cinco Cubanos.

Na Grande São Paulo as atividades foram antecipadas e a Câmara Municipal de Diadema realizou uma audiência pública especial pelos Cinco. Na ocasião foi aprovada a “Carta de Diadema”, que exige a libertação dos Cinco. O documento será enviado à embaixada dos EUA no Brasil (em Brasília), ao consulado em São Paulo, ao Ministério de Relações Exteriores do Brasil e ao Congresso estadunidense.


 

Fonte: Redação do Vermelho,Vanessa Silva, com agências
Imagem: Vermelho, Google



Inglaterra ameaça deportar estudantes brasileiros

septiembre 12, 2012 21:00, por Desconocido - 0no comments yet



Alunos da London Metropolitan University correm o risco de deportação


Depois de um ano de estudos na London Metropolitan University (LMU), em Londres, o jornalista brasileiro Jonas Oliveira, 27 anos, entregou a dissertação de mestrado. "A universidade tem evitado dar informações precisas", disse ele. 


Jonas Oliveira é um dos 35 estudantes brasileiros afetados pela decisão do governo britânico de desautorizar a universidade a fazer pedidos de vistos para que alunos de fora da União Europeia possam estudar na Grã-Bretanha.

Com a decisão, anunciada nesta semana, mais de 2 mil estudantes da universidade, de diversas nacionalidades, correm risco de serem deportados. Eles terão prazo de 60 dias para serem aceitos por outra instituição, que possa bancar seus vistos, ou deixar o país.

No caso de Jonas Oliveira e de outros alunos que estão concluindo o mestrado, os vistos seriam válidos até fevereiro de 2013. "Eles deveriam receber o diploma em dezembro, mas muitos foram à secretaria da universidade perguntar o que vai acontecer, se realmente vão receber o diploma, e receberam a mesma resposta: 'Não sabemos'", disse Diego Scardone, diretor executivo da Associação de Brasileiros Estudantes de Pós-Graduação e Pesquisadores no Reino Unido (Abep).

"Os estudantes que nos contataram até agora estão perdidos, sem saber o que vai acontecer. Estamos tentando avaliar caso a caso, para tentar coordenar uma ação conjunta."

Jonas Oliveira, que pagou 10 mil libras (cerca de R$ 32,2 mil) pelo mestrado em sports management, iniciado em setembro do ano passado, reclama da falta de informação. "Ficamos sabendo de tudo pela imprensa", disse. "No domingo passado, o jornal Sunday Times publicou uma matéria, e a universidade em seguida mandou um e-mail desmentindo. Na quinta-feira, a notícia saiu em outros jornais, e a universidade então enviou outroe-mail reconhecendo que era verdade."

Segundo ele, a situação é pior ainda para os alunos que iniciaram o mestrado em fevereiro e, portanto, não sabem se poderão concluir. "Há exatamente um ano, eu estava a seis dias de viajar para cá. Já tinha deixado meu emprego, pago pelo visto, por moradia universitária", recorda. "Imagino quem está nessa situação hoje."

De acordo com Diego Scardone, no caso dos estudantes de graduação, o cenário é ainda mais grave, já que, caso não consigam trocar de universidade, podem ser deportados e perder o investimento já feito no curso no exterior. "É muito difícil conseguir transferência [para outra universidade] do segundo para o terceiro ano [de graduação]", disse Scardone.

Damian Green
A Abep enviou uma carta ao ministro britânico da Imigração, Damian Green, na qual condena a decisão e chama a atenção para o "impacto devastador" sobre "milhares de estudantes internacionais, muitos deles brasileiros".
"A ameaça de deportação, a incerteza sobre o futuro, e o risco de que os investimentos de muitas famílias e indivíduos sejam jogados pela janela depois de muito trabalho árduo são totalmente inaceitáveis", diz o texto.

A associação lembra que o governo brasileiro pretende financiar os estudos de até 10 mil alunos em universidades britânicas como parte do Programa Ciência sem Fronteiras.

"Esta decisão arbitrária pode gerar incerteza sobre os benefícios de trazer estudantes brasileiros ao Reino Unido e questionamentos sobre se vale a pena promover intercâmbio com um país onde estes estudantes não são bem-vindos ou respeitados", diz a carta.



Fonte: Brasil247

Imagem: Google (colocadas por este blog)