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Política

25 de Fevereiro de 2014, 16:14 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.
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Eu voto pelos meus e pelos seus Direitos. Jamais contra eles! #elenão

6 de Outubro de 2018, 16:31, por Desconhecido

Eleições 2018



Bolsonaro é Temer. Temer é Bolsonaro

30 de Setembro de 2018, 14:59, por Altamiro Borges

Temersolnorabo
 
Por Reginaldo Moraes, no site Carta Maior:

Negue seu amor, o seu carinho;
Diga que você já me esqueceu.
Pise, machucando com jeitinho

Este coração que ainda é seu.

Diga que o meu pranto é covardia,
Mas não se esqueça
Que você foi minha um dia!

Diga que já não me quer!
Negue que me pertenceu,
Que eu mostro a boca molhada
E ainda marcada pelo beijo seu.

(Adelino Moreira e Enzo de Almeida Passos)


Talvez a melhor caracterização do “mito” Bolsonaro tenha sido a de Ciro Gomes, um frasista de primeira: o Bolsonaro inventou um personagem, agora ele incorporou o papel e os jornalistas entraram na onda. Se isso é verdade, corremos o risco de ver realizada a profecia de Marx. A ditadura militar, que uma vez nos foi imposta como tragédia, reaparece agora como farsa.

E a farsa é a essência do que temos como refeição diária. Toda a campanha eleitoral é uma gigantesca exibição de coisas sem sentido. Os debates na TV começaram mostrando uma encenação de fantasmas. Os primeiros chegaram a ser teatrais Para piorar a sensação do non-sense, uma cadeira mostrava a ausência da única figura real, justamente aquela à qual se negava existência e se mantinha confinada numa cela em Curitiba. Todo mundo sabia que aqueles diálogos eram um embate entre sombras do nada. E, claro, no meio da farsa, teria que despontar o personagem que é, ele próprio, uma farsa e apenas isso. E que é a própria essência do processo que vivemos há alguns anos.

A essência do golpe aparecera naquela tétrica demonstração do Congresso, votando o impedimento da presidenta. Um espetáculo deprimente, mas que mostrava a cara do que era a chamada Casa do Povo. A degradação era estampada em cada figura que aparecia ali, para votar em nome da família, da pátria, do unguento de babosa ou da amante do bode. Satanás discursando sobre a Sagrada Escritura.

Pior, na sequência do circo primário, uma série de golpes em direitos históricos e uma sequência de operações desastradas, aprofundando uma crise já anunciada por dois anos de sabotagem e pautas-bombas. No plano simbólico, uma escalada de desmoralizações do presidente-substituto, transformado em personagem de fancaria, a ponto de virar anti-herói em desfile de escolas de samba. O vampiro.

Diante desse desmanche de tudo o que restava de pé, um demagogo assumido, que mente sobre tudo, na maior cara de pau, apresenta-se como aquele que vai consertar essa bagaça. Dizem os seguidores, rangendo os dentes e dedilhando gatilhos: ele é a voz que faz o mundo ter sentido. Messias de nova estirpe.

Para cumprir esse papel, o canastrão tem que parecer estranho ao mundo que cai. Um outsider. Um inimigo do sistema. A negação da “podre política”. A farda (ou o pijama, neste caso) cai bem na foto. Ele é o homem da disciplina e da dureza, frente aos frouxos e corruptos da “engrenagem”. Os de sempre, como eles costumam dizer. Sempre.

Esta é, claro, sua primeira grande farsa – ele foi expelido da farda e alegremente incorporado ao sistema, dentro qual enriqueceu a si e a sua família ampliada, incluindo filhos, cunhados e cunhadas, mulher e duas ex-mulheres, irmão e papagaio. O passado condena com tal força que agora, na véspera das eleições, como fruto do tiroteio interno da quadrilha geral, uma revista famosa por suas barbaridades entrega o antigo irmão de lutas. O capitão é da pá virada, já fez de tudo e mais um pouco. A revista do esgoto e o rato residente. Eles são gregos, devem se entender. Ou não.

Mas a grande farsa, de fato, é outra. Esta eleição tem uma lista de candidatos e desde o inicio se procurava saber quem era o candidato do governo, aquele que representaria seu “legado”.

Com quem será que o Temer vai casar? Será Meireles? Faz me rir. Temer esboçou um abaixo-assinado, Meireles fez questão de tirar o corpo: “sou candidato do meu retrospecto”. Humm...

Alckmin? Parecia. Temer balbuciou alguma coisa, lembrou seus tantos ministros tucanos. Poderia até citar o mais relevante, aquele que virou juiz do Supremo para quebrar seus galhos. Mas o estadista de Pindamonhangaba percebeu que isso lhe custava perder votos – vacilou, o que lhe custou, claro, um puxão de orelhas do próprio vampiro presidencial. Temer, passional como sempre, desta vez não mandou cartinha. Gravou mensagem a la Nelson Gonçalves. Negue que me pertenceu! E eu digo que você foi meu um dia. E mostro a boca molhada, ainda marcada por um beijo seu... Não, não é o Geraldo o candidato do legado. Não vai rolar.

O candidato do golpe, o herdeiro e defensor do legado é o capitão. É a única força viva o suficiente para tentar garantir o show de horrores, exploração e destroçamento do país. É o mais fiel dos fieis. Quando era necessário votar alguma patifaria vendendo a nação ou esfolando a plebe, ali estava o capitão. Quando era necessário barrar processos e investigações, ali estava o capitão. Mais fiel do que o próprio partido de Temer. Nunca negou fogo, para usar a expressão que lhe agrada. Ou fumo, se agora preferir.

O capitão é a mais fiel continuidade daquela votação macabra do impeachment, das patifarias do vampiro, das vontades do império lá de cima. Não por acaso, manchou a bandeira verde-amarela quando vestia farda, mas agora, de pijama e gravata, bate continência para a bandeira americana. Bolsonaro é Temer, Temer é Bolsonaro. Tanto quanto Haddad é Lula, Lula é Haddad. É esse o confronto que se anuncia, ao por do sol. Se os brasileiros querem um Brasil com a cara fechada do Temer ou um Brasil com o sorriso do Lula.

* Reginaldo Carmello Corrêa de Moraes é professor aposentado, colaborador na pós-graduação em Ciência Política do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp. É também coordenador de Difusão do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre Estados Unidos (INCT-Ineu). Seus livros mais recentes são: “O Peso do Estado na Pátria do Mercado – Estados Unidos como país em desenvolvimento” (2014) e “Educação Superior nos Estados Unidos – História e Estrutura” (2015), ambos pela Editora da Unesp.



Toffoli garante que, em qualquer resultado das urnas, eleição será respeitada

24 de Setembro de 2018, 22:36, por Desconhecido

As afirmações do ministro, que desde domingo ocupa temporariamente a Presidência da República, neutralizam as insinuações da chapa de Bolsonaro e seu vice, o General Hamilton Mourão, quanto ao desrespeito às normas do jogo democrático.

 

Por Redação – de Brasília

 

Após desmentir o candidato neofascista Jair Bolsonaro (PSL) e garantir a qualidade dos resultados eleitorais, nas urnas eletrônicas, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, voltou a afirmar, nesta segunda-feira, que qualquer que seja o resultado destas eleições, ele será respeitado.

— O batismo da urna legitima os poderes. Aquele que for eleito em uma democracia tem que ser respeitado por todas as forças políticas e por todos os opositores — afirmou, a jornalistas.

Por indicação do ministro Dias Toffoli, José Dirceu será libertado, nas próximas horasPresidente interino da República, o ministro Dias Toffoli faz uma defesa enfática do processo eleitoral

As afirmações do ministro, que desde domingo ocupa temporariamente a Presidência da República – enquanto Michel Temer participa da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) –, neutralizam as insinuações da chapa de Bolsonaro e seu vice, o General Hamilton Mourão, quanto ao desrespeito às normas do jogo democrático; com uma possível intervenção das Forças Armadas.

Segundo Toffoli, o poder militar tem ciência da responsabilidade de suas funções, respeitam o regime vigente e, ao final das eleições, o que prevalecerá, independente do resultado, será a base de governo e seus opositores.

Premissas

Sem responder diretamente, mas mostrando-se contrário às críticas de judicialização da política, o ministro creditou à Justiça o papel de moderador na condução de questões como o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff e das denúncias envolvendo, por exemplo, Michel Temer. “Tanto foi assim que passamos por todos esses problemas e chegamos a uma eleição”, declara negando uma “judicialização da política”.

Ainda assim, alterações no modelo judiciário são pautas presentes nas propostas dos candidatos Fernando Haddad (PT) e Bolsonaro, o que na avaliação do ministro só evidencia um movimento mais transparente da instituição. Toffoli que tem agora diversas questões polêmicas, entre elas a validade da prisão após condenação em segunda instância,

O julgamento poderá beneficiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, segundo defensores públicos, reduzir as taxas de encarceramento. O ministro afirma que serão mantidos um “olhar institucional” e “premissas jurídicas”, durante seu mandato à frente do STF.



Bolsonaro começa a cair e já perde para todos no segundo turno

24 de Setembro de 2018, 22:36, por Desconhecido

No segundo turno, Bolsonaro perde para todos os adversários e ganharia apenas de Marina Silva.

 

Por Redação – de São Paulo

 

Pesquisa do Ibope, contratada pelas Organizações Globo e o diário conservador paulistano O Estado de S. Paulo, divulgada na tarde desta segunda-feira revela que o candidato neofascista Jair Bolsonaro (PSL) parou de crescer e se mantém estagnado em 28%, com tendência de queda enquanto a rejeição ao seu nome saltou de 42% para 46%. O candidato petista Fernando Haddad, por sua vez, subiu 3 pontos, indo a 22% dos 19% anteriores.

Bolsonaro, com apenas 8 segundos, tende a rever seus planos de concorrer à Presidência da RepúblicaBolsonaro começa a cair e deixa de ser competitivo para o segundo turno, com Ciro Gomes podendo alcançá-lo nos próximos dias

No segundo turno, Bolsonaro perde para todos os adversários e ganharia apenas de Marina Silva.

Na pesquisa, o petista é o único que apresenta tendência de alta, enquanto a rejeição do candidato neofascista salta de 42% para 46% na última semana. O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.



Voto no programa de governo, não no candidato

23 de Setembro de 2018, 18:33, por Desconhecido

Poucos querem politizar o debate eleitoral, pois a ignorância geral interessa a muitos.

Recife 22092018

Desde que me tornei eleitor neste país, meu voto sempre foi no programa de governo e no projeto político que mais se aproximam das necessidades da Classe Trabalhadora. Confesso que, em algumas vezes, votei meio a contragosto no candidato que representava o projeto. Infelizmente, em um dos casos, meus pressentimentos estavam corretos e o projeto não foi honrado.

Voto no projeto, não no candidato.

Não voto em candidato nenhum por medo dos outros candidatos.

Voto no programa de governo e não no medo.

O programa de governo que mais se aproxima de meus desejos, aspirações, consciência e daquilo que considero neessário para a Classe Trabalhadora é o programa da coligação O Povo Feliz de Novo.

Não, não é o programa ideal. Muito menos perfeito. Mas neste momento histórico este programa é o que mais se aproxima daquilo que eu defendo.

Tem pelo menos quatro pontos neste programa de governo que merecem meu apoio:

  • A revogação das medidas de caráter inconstitucional, antinacional ou antipopular editadas pelo atual governo ilegítimo;
  • A defesa da Soberania Nacional;
  • A Democratização das comunicações; e
  • A consolidação na prática do Marco Civil da Internet

Você, caro leitor, pode me perguntar:

- Mas será que o PT e seus aliados cumprirão o plano de governo registrado?

E eu te respondo com toda tranquilidade:

- Isso vai depender da organização e mobilização popular e da Classe Trabalhadora, exigindo que o PT cumpra o programa e vá além do ali proposto em defesa dos direitos do povo trabalhador. Sem mobilização e organização nada acontece, nada cai do céu!

Agora, se você pretende votar em outro candidato, em outro projeto eu lhe peço encarecidamente que não invente desculpas, nem pose de progressista, nem faça malabarismo comunicacional, usando a teoria do medo para justificar seu voto. Assuma-o pelas qualidades do projeto que seu candidato representa.

Não despolitize o debate. Qualifique-o.

Clique no link plano-de-governo_haddad-13_capas-1.pdf e baixe o programa de governo da coligação O Povo Feliz de Novo



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