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Redação ParanáBlogs

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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

O Sol e os Peixes

22 de Setembro de 2017, 18:25, por Feed RSS do(a) paranablogs

Postal o sol e os peixes

“…Pois um cenário só sobrevive na estranha poça em que depositamos nossas memórias se tiver a boa sorte de se juntar a alguma outra emoção pela qual é preservada.”

Caiçara, sempre tive pela criatura peixe um afeto e admiração desde a infância. Deparo-me com o texto de VW., citado e nada é mais belo e identificador. Partilho-o com vcs. Tradução: Tomaz Tadeu, editora Autêntica. 2015

“…O tumulto do mundo desceu sobre nós como uma nuvem esfarelada. Aquários recortados na uniforme escuridão encerram regiões de imortalidade, mundos de luz solar constante onde não há chuva nem nuvens. Seus habitantes fazem, sem parar, evoluções cuja complexidade, por não ter nenhuma razão, parece ainda mais sublime. Exércitos azuis e prateados, mantendo uma distância perfeita apesar de serem rápidos como flecha, disparam primeiro para um lado, depois para o outro. A disciplina é perfeita, o controle absoluto; a razão, nenhuma. A mais majestosa das evoluções humanas parece fraca e incerta comparada com a dos peixes.”

“…Os próprios peixes parecem ter sido moldados deliberadamente e ter escapulido para o mundo apenas para serem eles mesmos. Não trabalham nem choram. Na sua forma está sua razão. Pois para ue outro propósito, a não ser o suficiente de uma perfeita existência, podem eles ter sido assim feitos, alguns tão redondos, outros tão finos, alguns com barbatanas radiantes no dorso, alguns blindados por uma carapaça azul, alguns dotados de garras prodigiosas, alguns escandalosamente orlados cm bigodes enormes? Empregou-se mais cuidado com uma meia dúzia de peixes do que com as raças da humanidade”

Obs. A capa do livro O sol e o peixe – prosas poéticas, traz imagens. As aqui publicadas (de 38) as desenhei para um livro infantil inédito e exposição em plotters que deve acontecer nas ruas da cidade de Curitiba ainda em 2017 com haikais de poetas paranaenses mais os japoneses clássicos Sissa e Bashô que tem o peixe como tema na sua produção.

Sônia Gutierrez

Sônia Gutierrez é artista plástica e membro da Comissão que organizou o #2ParanaBlogs



Reação da 'querida' promotora faz Requião propor revisão do tratamento de 'doutor'

14 de Setembro de 2017, 20:23, por Feed RSS do(a) paranablogs

Por conta do incidente envolvendo ontem, em Curitiba, Luís Inácio Lula da Silva e uma promotora da Lava Jato, durante depoimento do ex-presidente, o senador Roberto Requião anunciou nesta quinta-feira, 14, no plenário, que vai propor a eliminação do tratamento cerimonioso para as autoridades, preservando apenas os clássicos “senhora” e “senhor”, comum em grande parte dos países.

 Ouça o senador.

Fonte: http://www.robertorequiao.com.br/requiao-desafia-mp-e-judiciario-a-investigar-tambem-os-bancos/



Em palestra magna do Consenge, senador Requião defende soberania nacional

12 de Setembro de 2017, 13:01, por Feed RSS do(a) paranablogs

Durante o evento, Requião afirmou que a Reforma Trabalhista, proposta por Temer, significa a precarização absoluta da força de trabalho.

“Soberania, desenvolvimento e o papel do Estado brasileiro” foi o tema da palestra magna do 11º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge) ministrada pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR). Durante o evento, Requião afirmou que a Reforma Trabalhista, proposta por Temer, significa a precarização absoluta da força de trabalho.

O senador ainda destacou que, ao propor tais medidas, o atual governo imaginou que o Brasil receberia investimento norte-americano, com o objetivo de utilizar mão de obra barata. Segundo ele, os formuladores dessa reforma apostaram, também, na ideia de que a oportunidade de trabalho extraordinariamente mal remunerada poderia barrar a possibilidade de revolta das camadas populares. Contudo, o senador acredita que o Brasil viveu um período de conquistas sociais e que os trabalhadores jamais se conformarão com uma regressão para uma posição de colônia.

Tragédia anuncia

“Essa política moribunda da Europa financia o golpe e derrubou um governo eleito pelo voto popular”, disse o senador. Segundo ele, o governo toma decisões referenciadas no documento chamado “Ponte para o Futuro”, elaborado pelo economista gaúcho que escreve no jornal Estado de São Paulo, Marcos Lisboa, e por alguns economistas de bancos ou financiados pela estrutura bancária brasileira. “Nós temos que enfrentar o capital financeiro no Brasil, que tem Meirelles na fazenda”, pontuou.

Requião consenge 2017(Foto: Joka Madruga)

“É uma tragédia anunciada”, enfatizou. De acordo com ele, essas propostas estão de acordo com as considerações do Consenso de Washington e com a teoria da dependência, formulada por Fernando Henrique Cardoso e Enzo Paleta, economista italiano naturalizado argentino. Essa teoria diz que “nós brasileiros não temos empresários capazes e esgotamos nossa capacidade de criação e construção, que nossa engenharia não vale nada e que os nossos trabalhadores são incapazes. E aponta como solução para a retomada do crescimento a dependência absoluta ao comando de empresários capazes de construir os países de primeiro mundo”, explicou.

Celeiro do mundo

Requião também declarou que se essa política prosseguir, o país irá regredir no tempo e se transformar no “celeiro do mundo”. Isso significa que o Brasil será mero fornecedor de commodities, produtos agropecuários ou minerais com baixo custo, para os países desenvolvidos do mundo. “Este cenário interessa fundamentalmente ao bloco norte americano, bem como à China, que se transformou na “fábrica do mundo”, associada à Rússia. Nós passamos a ser objeto de cobiça dessa guerra que não é mais ideológica. É uma guerra geopolítica de potências tentando viabilizar suas economias internas sem se preocupar com o que acontece com o país provedor das matérias primas”, analisou.

Venda territorial

O senador avaliou que a agricultura brasileira possui grande produtividade. “Nós temos uma produtividade igual ou superior à norte-americana. Mas eles querem expandir isso. Expandir como? Com a venda de propriedades agrícolas, de espaços territoriais brasileiros para estrangeiros de qualquer natureza. Dessa forma, nós não estaríamos alavancando a produtividade”, comentou.

Para Requião, essa política avança sobre as reservas naturais da Amazônia, de forma a liberar áreas de proteção ambiental para produção de cobre por mineradoras, principalmente para as canadenses, que são as que se demonstram mais interessadas.

Esse “aumento de produção”, com abertura de espaço e uma tecnologia que já é nossa, com uma injeção maior de recursos financeiros e mecanização nos levará, necessariamente ao desemprego.

“Quando nos transformamos em “celeiro do mundo”, não estamos viabilizando os empregos necessários para conseguirmos uma relativa paz social para sobrevivência dos trabalhadores, das suas famílias e garantia de seus salários”, disse.

Contramão das soluções

Para Requião, a reforma trabalhista e o fim dos investimentos públicos atua na contramão das soluções apontadas pela história de superação de crises econômicas e sociais, como as tomadas nos Estados Unidos, durante a grande recessão com a crise imobiliária da Flórida na década de 30. “Ela foi superada com políticas extremamente claras, por meio de uma aliança entre o capital produtivo e o trabalho. Ao contrário de toda asneira que faz o atual governo do Brasil, a Ford propõe a diminuição da carga horária, ou seja, menos horas e mais gente trabalhando, garantindo por lei o salário mínimo, para viabilizar o poder aquisitivo”, disse.

“O Brasil tem saída. Se nós nos inspirarmos nesse modelo de recuperação de crise, nós saímos da mesma forma e muito rapidamente”, ratifica. O senador acredita que a atual conjuntura é resultado de um projeto do imperialismo que defende seus interesses próprios, “na desgraçada luta pela dominação dos recursos minerais do petróleo e do minério”.

Retomada do crescimento

A recuperação e a valorização da Petrobras são apontadas por Requião como caminho principal para o crescimento e a retomada de desenvolvimento do país. “No Brasil, a Petrobras é a responsável por 70% dos investimentos realizados no país, e são esses os investimentos e a política de compra de sumos nacionais que alavancavam nossa economia”, defende. “A história do mundo é a guerra do petróleo. O petróleo é o sangue mineral que impulsiona as economias. E nós estamos entregando sem conflito, na bandeja”.

Requião avalia que é imprescindível conter o processo de entrega do patrimônio nacional. Neste sentido, foi criada no Congresso Nacional, uma Frente Nacionalista pela Soberania, que conta com 201 deputados e 18 senadores. Uma das propostas da Frente é a realização de um referendo popular, junto às eleições de 2018, “para que o povo diga SIM ou NÃO para essas medidas de entreguismo de terra, de reforma trabalhista, de entrega da Amazônia, de entrega da Petrobras”.

Ele defende, também, mobilização popular. “Com certeza, conseguiremos alguma coisa a partir de mobilizações populares, sindicatos, movimentos populares, presença nas ruas e protestos”.

Texto: Katarine Flor (Senge-RJ) e Marine Moraes (Senge-PE)
Edição: Camila Marins
Foto: Joka Madruga/Fisenge



Jovens indiciados pelo MP, a culpa também é sua!

29 de Agosto de 2017, 13:19, por Feed RSS do(a) paranablogs

Quando a esquerda vai aprender a não confiar nas redes digitais norteamericanas?

Quando os que se dizem revolucionários apostarão de fato nas alternativas tecnológicas nacionais e soberanas?

Quantos mais precisarão ser presos, indiciados ou condenados para que se aprenda que não há democracia em rede digital controlada pelo capital financeiro?

O araponga do exército se infiltrou nos movimentos através das redes digitais norteamericanas!

Araponga de rede digital



Carlos Hetzel: Brasil caminha para ter a comunicação 100% controlada por multinacionais; fim da privacidade num Estado vigiado por grandes corporações

28 de Agosto de 2017, 19:08, por Feed RSS do(a) paranablogs

por Carlos des Essarts Hetzel, especial para o Viomundo

O atual trabalho da desinformação da grande imprensa brasileira, iniciado em 1964 através da criação do monopólio cruzado da Rede Globo, e mais recentemente pela Rede Bandeirantes, entre outras, conseguiu realizar o principal propósito da sua existência: transformar grande parte dos cidadãos brasileiros em uma massa de indivíduos sem cidadania e absolutamente nenhum sentido de nacionalidade.
 

Hoje, esse bando disforme assiste pacificamente à retirada dos seus direitos básicos e fundamentais.

Tudo promovido e executado pela afinada orquestra do golpe antidemocrático — mídia-executivo-Legislativo-Judiciário –, tendo como arranjador e maestro os EUA, o representante do capital transnacional.

Anestesiados, os brasileiros veem a destruição do seu Estado-País e a passagem do controle absoluto de suas vidas para as mãos de empresas, especialmente as transnacionais.

Leia-se: o sistema financeiro e o narcotráfico (sem separação e escala de valores).

De tão atual e verdadeira, a célebre frase do jornalista húngaro Joseph Pulitzer (1847-1911) parece escrita hoje, 27 de agosto de 2017, sobre o Brasil: Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma.

Estamos assistindo pacificamente, incluem-se aí as Forças Armadas, o desmonte completo da infraestrutura nacional e dos centros de pesquisa, vitais para o desenvolvimento de qualquer país, independentemente da cor político-partidária de quem está no poder.

Só para ficar nos casos  mais conhecidos, cito estes:

*A venda/entrega de toda a cadeia de pesquisa, desenvolvimento e inovação da produção do petróleo/gás.

*Paralisação das atividades dos centros nacionais de pesquisas e das universidades públicas (para privatização), marcos de excelência na pesquisa e desenvolvimento.

*E principalmente o desmonte e a internacionalização completa do sistema de telecomunicações.

Por que classifico como principal as telecomunicações?

Pelo fato de que o setor tem o poder da transversalidade com TODOS os setores ativos da sociedade. E, através da TRANSVERSALIDADE, consegue-se controlar a informação.

E informação — até os ácaros do meu guarda-roupa sabem — é igual a poder.

Não é discurso, é fato.

É lógico, portanto, que quem controla a informação, controla o conhecimento. E o conhecimento é essência do poder.

E quem tem o poder nas mãos pode manter o restante a seus pés.

Logo, controlando a produção e o meio de transporte das comunicações, controlamos tudo que diz respeito ao ato de informar: o que, para quem, como e quando.

E como se pode ter esse controle?

Controlando as ferramentas de transporte da informação e dominando o estado da arte tecnológica.

Afinal, tecnologia se domina e se  controla com mais tecnologia, conhecimento e expertise. Que sirvam de exemplo os hackers e centros de guerra cibernéticos israelenses, americanos, russos, franceses!

Existem diversas outras formas de atuar. Vou citar o modus operandi de apenas um deles: o controle operacional das hubs e as centrais telefônicas.

Hubs, também conhecidas como backbones, são os centros de conexões de internet, fibras. É por onde trafegam TODAS as informações da rede.

São locais-chave. Neles,  passam todas as conversas entre nós, mortais, assim como o conteúdo produzido pelos meios de produção da informação, pública ou privada, inclusive o que você faz.

A informação produzida –transportada obrigatoriamente pela infraestrutura de telecomunicações– passa pelos locais-chave. Aí, com um simples terminal de computador, podemos acessar as conexões e monitorar o que trafega, o que é transportado.

Podemos, assim, interromper o transporte da informação, impedir, alterar, inserir, criar interferências, gravar, entre outras alternativas.

E o que isso tem a ver com o dia a dia?

Tudo. Com o meu, com o seu dia a dia.

Atualmente todo sistema de comunicação necessita de propagação.

Logo, vale para o sistema privado, comunitário, governamental, estatal ou  público, radiodifusão (rádio e TV em rede), imprensa escrita, mídia digital, blogs, e-mails, whatsApp, telegran, facebook.

Ou seja, o conteúdo que esses meios produzem precisa de transporte, que pode ser feito de várias maneiras: ondas eletromagnéticas, pulsos elétricos ou de luz, através de radiotransmissores, satélites, fibras ópticas, cabos submarinos e de cobre (em pleno uso e muito lucrativo, embora as operadoras de telefonia, estrategicamente, insistam em negar).

E, aí, algo que a imensa maioria das pessoas não se dá conta:  o conteúdo feito pelas empresas de comunicação ou por processo individual e/ou pessoal não existe como um fim em si mesmo.

Esses conteúdos só passam a ter existência real devido à telecomunicações.

Sem elas, não há propagação do conteúdo, não se consegue a tão sonhada universalização, a necessária massificação.

Sem essa propagação, a mídia e as redes sociais perdem o objeto da sua existência, que é o de informar o coletivo, ou seja, universalizar a informação.

Essa realidade nunca foi compreendida pelos profissionais da imprensa. E, se entendida, nunca valorizada, salvo raríssimas exceções.

Da mesma forma, a comunicação bidirecional feita entre pessoas, através das redes sociais, telefonia celular e fixa, necessita de conectividade, de transporte do conteúdo.

É importante aqui salientar que, com raras exceções, a infraestrutura de telecomunicações existente no Brasil foi implantada durante o período do monopólio estatal, quando existia a holding Telebrás.

Na privatização de todo o setor, elaborado e executado a preço de banana pelo governo FHC, essa infraestrutura passou para as empresas operadoras privadas, como empréstimo, para que pudessem dar continuidade aos serviços de telecomunicações.

Esse empréstimo deverá ser devolvido à União no final do contrato de concessão, daí o nome de bens reversíveis.

Só que esses bens reversíveis e o espectro de frequência compõem as ferramentas necessárias para transportar todo o conteúdo produzido.

Por isso, as grandes corporações estão atuando fortemente junto aos poderes da União, principalmente no Congresso Nacional, para ficar com todos os bens reversíveis de preferência, graciosamente. Exemplo disso é o projeto de lei da Câmara n°79, hoje no “no forno” do Senado, esperando o momento certo para sanção presidencial.

Tudo o que é falado, escrito, registrado por imagens e vídeos, armazenado, é produção de conteúdo.

Quando transportados, formam as comunicações. As comunicações, por sua vez, estão sob o  controle das operadoras de telecomunicações, todas multinacionais.

Até o recém-lançado satélite brasileiro de comunicação e defesa – o SGDC –, a partir de setembro, segundo proposta da Telebrás, terá grande parte dos seus canais de comunicação entregues para essas mesmas operadoras.

Resultado: o controle completo das comunicações brasileiras estará integralmente nas mãos de empresas transnacionais.

É a EXTINÇÃO da privacidade das comunicações!

É a nossa Constituição mais uma vez violentada por esse (des)governo. No seu artigo 5°, Dos Direitos e Garantias Fundamentais, ela dispõe:

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

X – são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;

XII – é inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial, nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal.

É mais um dispositivo da Constituição desrespeitado. Mais um do rol dos artigos que a Constituição prevê mas não garante, obra e arte da agressão e falta de compromisso com os direitos e garantias fundamentais do cidadão brasileiro.

É o domínio de corações e mentes pelos operadores do mercado financeiro internacional, que — atenção! — são donos também dessas empresas de telecomunicações.

Em parceria e total colaboração dos entreguistas e apátridas brasileiros, principalmente a grande mídia nativa, eles dominarão a totalidade do setor mais estratégico e vital para a segurança do cidadão e das suas instituições.

Esse controle lhes dará conhecimento de tudo que falamos, escrevemos, conversamos, registramos, armazenamos. Ou seja, tudo que produzimos no universo da comunicação.

É um caso de Segurança Nacional, pois afeta a nossa soberania.

Esse é mais um exemplo de um Estado que trabalha de costas para a sociedade, estuprando continuamente a Constituição. O artigo 1º dos Direitos Fundamentais é taxativo:

Art. 1° A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

I – a soberania;
II – a cidadania;
III – a dignidade da pessoa humana

A estratégia de manter a grande maioria da população na ignorância, desinformados ou informados com mediocridades, com meias verdades ou através de conteúdo distorcido e/ou irreal, através do controle de tudo o que se produz e se transmite, tem o poder de dividir, emburrecer e infantilizar, para assim, escravizar física e mentalmente a sociedade brasileira.

Essa é a base do negócio dos representantes do mercado transnacional em parceria com a dita oligarquia nacional.

Este foi o método utilizado pelos nazistas para aniquilarem 6 milhões de seres humanos.

É o Estado vigiado pelas grandes corporações.

É o grande irmão do livro 1984, de George Orwell,  saindo da ficção e se tornando realidade no Brasil de 2017.

 

fonte: http://www.viomundo.com.br/denuncias/carlos-hetzel-brasil-caminha-para-ter-toda-a-sua-comunicacao-controlada-por-multinacionais-fim-da-privacidade-num-estado-vigiado-pelas-grandes-corporacoes.html

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