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Apesar de críticas internas no PT, chapa Lula-Alckmin ganha peso

17 de Janeiro de 2022, 15:32 , por Correio do Brasil - | No one following this article yet.
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A visão de que uma política de alianças responsável e capaz de pavimentar a estrada para a saída de Bolsonaro é acompanhada até fora do PT. Um dos líderes nacionais do PSOL, o jornalista Gilberto Maringoni publicou nas redes sociais, nesta tarde, a nota intitulada ‘Marola’, na qual avalia a entrevista de Falcão.

Por Redação – do Rio de Janeiro e São Paulo

A entrevista que o deputado federal e jornalista Rui Falcão (PT-SP), ex-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) concedeu ao diário conservador paulistano Folha de S. Paulo (FSP), na qual contesta a aliança entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-governador paulista Geraldo Alckmin (sem partido), não causou um impacto mais significativo na decisão da legenda de viabilizar a aliança com a centro-direita. Segundo o ativista político Val Carvalho, articulista do Correio do Brasil, “os nomes da cédula eleitoral já estão, praticamente, definidos”.

Lula e AlckminAcompanhados de suas mulheres, Alckmin e Lula encontram-se, pela primeira vez desde as eleições de 2016, em ocasião festiva

Falcão, que integra uma parcela minoritária no conjunto da legenda petista, afirma primeiramente que o PT dispõe “de um programa de reconstrução e transformação do país, como a Fundação Perseu Abramo vem trabalhando”.

— Segundo. O Alckmin é a contradição a tudo isso que fizemos e pretendemos fazer. Terceiro, dá uma sinalização muito negativa para uma campanha que tem que ser aguerrida, mobilizada e com a construção de comitês de defesa da eleição do Lula que permaneçam depois como comitês de apoio do programa de transformação. Além do retrospecto das políticas que realizou como governador de São Paulo, do apoio ao impeachment e de suas posições ultraconservadoras — disse à FSP.

Alianças

Rui Falcão ressaltou que sua crítica é pessoal e ressaltou que não fala em nome do partido, com o que concorda Val Carvalho. Segundo o analista político, o PT hoje tem o foco da vitória nas próximas eleições.

— O objetivo do PT é tirar Jair Bolsonaro (PL) e encerrar esse período estranhíssimo, terrível, da História brasileira. Se possível, ainda no primeiro turno. Para chegar a esse objetivo, no entanto, é necessário unir tática e estratégia, como forma de construir a vitória nas urnas — afirmou Carvalho.

A visão de que uma política de alianças responsável e capaz de pavimentar a estrada para a saída de Bolsonaro é acompanhada até fora do PT. Um dos líderes nacionais do PSOL, o jornalista Gilberto Maringoni publicou nas redes sociais, nesta tarde, a nota intitulada ‘Marola’, na qual avalia a entrevista de Falcão.

“O deputado federal Rui Falcão (PT), que criticava publicamente Luiza Erundina no auge dos ataques da direita contra sua administração na prefeitura de São Paulo, não reclamou das ações de Antonio Palocci no governo Lula e nem do giro ultraliberal da presidenta Dilma, em 2014. Agora, buscando visibilidade, decide discutir política de alianças nas páginas da Folha de S. Paulo”, concluiu.


Fonte: https://www.correiodobrasil.com.br/apesar-criticas-internas-pt-chapa-lula-alckmin-ganha-peso/

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