Dessa forma, disse o diretor do Fed, os países ajudariam a impulsionar o crescimento das economias asiáticas. Prejudicados pela desaceleração da demanda de seus produtos por outros países, as economias a oeste também ajudariam o mundo a se recuperar
Por Redação, com agências internacionais – de San Francisco (EUA) e Lima
Diretor do Federal Reserve, Jerome Powell fez um alerta, noite passada, às economias da Ásia. Orientadas para a exportação, os países deveriam responder ao movimento de forte desaceleração do comércio global. Segundo Powell, o melhor seria impulsionar a demanda por bens e serviços dentro de suas próprias fronteiras.
Dessa forma, disse Powell, os países ajudariam a impulsionar o crescimento das economias asiáticas. Prejudicados pela desaceleração da demanda de seus produtos por outros países, as economias a oeste também ajudariam o mundo a se recuperar.
As economias emergentes asiáticas, geralmente, têm grandes superávits comerciais. As importações mundiais crescem menos de 3,5% anualmente desde 2011. É cerca da metade do ritmo observado nos oito anos anteriores à crise financeira.
Powell, um dos votantes da política monetária do banco central norte-americano, não fez comentários sobre a economia. Tampouco sobre sobre a política monetária dos EUA. Mas afirmou que, “conforme a política monetária dos EUA se normaliza”, as economias asiáticas emergentes são menos vulneráveis do que costumavam ser. “Construíram reservas e suas moedas são mais flexíveis”, repara. Espera-se que o Fed aumente as taxas de juros dos EUA no encontro do próximo mês.
Fim de contrato
No Peru, onde ocorre a reunião dos países que integram o Tratado Transpacífico, o governo avalia se rescinde o contrato para a construção de um gasoduto de gás natural de US$ 5 bilhões. A obra seria executada pela Odebrecht. A empreiteira brasileira, no entanto, tentou vender sua participação majoritária no projeto. Sem contar o envolvimento da empreiteira em processos corrupção, segundo fonte do governo.
Como condição para a compra da participação da Odebrecht, o consórcio liderado pela Sempra Energy pediu a remoção de uma cláusula do contrato que poderia responsabilizá-la por qualquer corrupção durante a concessão do projeto, disse a fonte, que falou sob condição de anonimato à agência inglesa de notícias Reuters.
Odebrecht, o grupo Sempra Energy e a Techint, parte do consórcio liderado pela Sempra, não responderam imediatamente a pedidos de comentários.
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