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General Mourão prevê queda iminente do chanceler Ernesto Araújo

27 de Janeiro de 2021, 17:36 , por Correio do Brasil - | No one following this article yet.
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Alinhado ao ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, derrotado pelo democrata Joe Biden, o chanceler Ernesto Araújo acumula áreas de enfrentamento com a diplomacia chinesa, de quem o Brasil depende para receber vacinas e insumos para a fabricação de imunizantes.

Por Redação – de Brasília

Vice-presidente da República, o general Hamilton Mourão disse, nesta quarta-feira, que o governo federal poderá substituir o ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, após as eleições da presidência da Câmara e do Senado, marcadas para 1º de fevereiro. Alinhado ao ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, derrotado pelo democrata Joe Biden, o chanceler acumula áreas de enfrentamento com a diplomacia chinesa, de quem o Brasil depende para receber vacinas e insumos para a fabricação de imunizantes.

O futuro chanceler brasileiro, Ernesto Araújo, acredita que nazismo é ideologia de esquerdaO chanceler brasileiro, Ernesto Araújo, acredita que nazismo é ideologia de esquerda

— Julgo que, num futuro próximo, após a questão das eleições dos novos presidentes das duas casas do Congresso, poderá ocorrer uma reorganização do governo para que seja acomodada, vamos dizer assim, a nova composição política que emergir desse processo. Então, talvez, nisso aí, alguns ministros sejam trocados, entre eles o próprio ministro das Relações Exteriores (MRE) — afirmou Mourão, a jornalistas.

Mourão acrescentou, no entanto, que a decisão é do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O vice-presidente disse ainda que não discutiu esse assunto diretamente com Bolsonaro.

— No caso específico das Relações Exteriores, é algo que fica na alçada do presidente — acrescentou.

Impeachment

Mourão afirmou, ainda, não ver condições para a aprovação de um processo de impeachment de Bolsonaro, mesmo com o atraso no início da vacinação contra a covid-19 em todo o país. O vice-presidente, que pode assumir o comando do país caso o presidente seja cassado, disse haver muito “ruído e gritaria” contra o governo, mas que isso vai diminuir à medida que a imunização avançar.

— A minha visão é que, no presente momento, não estão dadas nenhuma das condições para um impeachment do presidente. A partir do momento que o processo de vacinação avançar, a pressão e gritaria por impeachment vai diminuir — acredita.


Fonte: https://www.correiodobrasil.com.br/general-mourao-preve-queda-iminente-chanceler-ernesto-araujo/

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