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Paulicéia que votava em Bolsonaro, agora sai às ruas em bloco para criticar o ‘Mito’

25 de Fevereiro de 2019, 15:51 , por Correio do Brasil - | No one following this article yet.
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O bloco desfilou com um enredo político, com a ministra Damares Alves; a homofobia e Bolsonaro entre os escolhidos para o ridículo. A multidão entoou “ei, Bolsonaro, vai tomar no *” e recebeu acompanhamento da bateria. Os artistas Aydar e Simoninha puxaram gritos de “ele não” e “ele nunca”.

 

Por Redação – de São Paulo

 

O Estado da Federação que votou em peso no atual presidente da República, Jair Bolsonaro, agora vai às ruas para expor o chamado ‘Mito’ ao ridículo. Um protesto carnavalesco contra Bolsonaro marcou o fim de semana, na capital paulista. Cerca de um milhão de pessoas foram às ruas para em um dos maiores blocos carnavalescos da cidade, o Acadêmicos do Baixo Augusta.

O Bloco do Baixo Augusta arrastou mais de um milhão de foliões pelas ruas da capital paulistaO Bloco do Baixo Augusta arrastou mais de um milhão de foliões pelas ruas da capital paulista

O bloco desfilou com um enredo político, com a ministra Damares Alves; a homofobia e Bolsonaro entre os escolhidos para o ridículo. A multidão entoou “ei, Bolsonaro, vai tomar no *” e recebeu acompanhamento da bateria. Os artistas Aydar e Simoninha puxaram gritos de “ele não” e “ele nunca”.

O Acadêmicos, no ano passado, arrastou cerca de um milhão de foliões até a Consolação, segundo cálculo dos organizadores. Este ano, no entanto, a marca tende a ser superada, na previsão de quem viu a multidão que se divertia ao som de Wilson Simoninha, Maria Rita e Mariana Aydar.

Causas

Conhecido por desfiles com enredo política, o bloco seguiu no desfile com a música do grupo de rock brasiliense Legião Urbana “Que País é Esse?”. Assim, os foliões marcaram o protesto contra o autoritarismo que tem sido estimulado no Brasil pelas forças de ultradireita.

O discurso político estava também nas fantasias dos foliões. A publicitária Maria Sgarbi, 24, foi com um collant rosa em que se lia ‘pink money’. ‘É o dinheiro do público LGBT, que bomba artistas como Anitta, Valesca Popozuda, entre outros, e também pode deixá-los a partir do momento que essas causas sejam desrespeitadas’, explica.

O que mais se viu, em termos de fantasias, foram homens vestidos de rosa e mulheres, de azul, em referência à fala da ministra Damares Alves, da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, de que cada gênero deve usar uma cor específica de roupas.”


Fonte: https://www.correiodobrasil.com.br/pauliceia-votava-bolsonaro-agora-criticar-mito/

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