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Marcos A. S. Lima
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JANO, o Lanterneiro

September 8, 2013 13:37 , by Marcos A. S. Lima - | No one following this article yet.
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ALGUNS MÉTODOS DE ENSINO

September 12, 2013 14:19, by Marcos A. S. Lima - 0no comments yet

ALGUNS MÉTODOS DE ENSINO

 

Como eram de 5ª série e, portanto, ainda eram muito infantis, tinham muito dos hábitos das séries iniciais do Ensino Fundamental , tais como teatrinhos, desenhos, etc, tratei de tentar adequar os assuntos a serem abordados em sala utilizando-me de métodos parecidos.


Assim, se eu tinha que fazê-los ler (coisa praticamente impossível devido ao barulho), passei a construir palavras cruzadas, caça-palavras, “si-la-boxes” sobre os temas (geralmente eu procurava colocar aquilo que chamaria mais a atenção deles, que estava mais no cotidiano), indicando as páginas do livro onde estariam as resposta. E cada tarefa feita no caderno valeria um visto meu, que contaria pontos para a nota de avaliação do caderno. Às vezes, eu desenhava no quadro figuras referentes aos conteúdos, com o intuito de despertá-lhes o interesse pelo assunto. Percebi, outrossim, que pouco iam à sala de informática, não porque não gostassem, mas por outros motivos que ainda são objeto de estudo meu. Fi-los pesquisar na internet alguns conteúdos que o livro abordava apenas superficialmente ou que nem lá apareciam.

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Postado por Marcos "Maranhão" em 21 de dezembro de 2008, às 20:46h



“PORTEIRO” OU PROFESSOR ?

September 11, 2013 17:30, by Marcos A. S. Lima - 0no comments yet

PORTEIRO” OU PROFESSOR ?

 

É claro que a maioria dos alunos não protagonizava os atos que relatei na postagem anterior, alguns tentavam ir na onda (influenciados pelos líderes dos grupos), muitos queriam de fato estudar, mas eram impedidos pela bagunça quase (eu disse Q U A S E ) impossível de controlar.

 

Meu grande desafio era tentar parar essa desordem (às vezes, eu ficava na dúvida se estava desempenhando o papel de lecionar a matéria na qual me formei, ou se era uma espécie de “porteiro de sala”, tamanho que era a pressão que senti para não deixar as crianças saírem da sala fora do horário do intervalo) e mediar o ensino de História de acordo com o conteúdo do livro.

 

É óbvio que – até por uma questão de tempo - eu não consegui fazê-los mudar os maus hábitos indisciplinares trazidos de casa e reforçados pela ausência ou fragilidade de punições da instituição. Àquela altura, o que valia era mesmo tentar segurá-los dentro da sala e conseguir arrancar o máximo possível de tarefas para dar a nota final.

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Postadoo por Marcos "Maranhão" em 21 de dezembro de 2008, às 20:43h



DE VOLTA À 5ª SÉRIE (29 anos depois)

September 11, 2013 17:28, by Marcos A. S. Lima - 0no comments yet

DE VOLTA À 5ª SÉRIE

(29 anos depois)

 

“Era o início do quarto bimestre. Dali a pouco mais de dois meses seria férias, o clima já era de fim de ano (alguns alunos já tinham notas suficientes para aprovação). Numa sala de aula via-se vários alunos entre 10 e 12 anos brincando com os fios de energia (descascados) do interruptor - a aposta parecia ser pra ver quem conseguia produzir a maior faísca; noutra, a brincadeira era jogar objetos (nem sempre de papel) no ventilador de parede; mais à frente, já em salas de repetentes da mesma série dos possíveis futuros físicos (média de idade entre 13 e 16 anos), não eram poucas as vezes em que alunos se atracavam e iam aos murros, mordidas e congêneres; ora uma menina passava chorando com a mão que cortara no vidro da janela, ora ouvia-se um estrondo no pátio que ecoava em toda escola – “Foi o fulano lá da sexta que soltou uma bomba”, diziam, ao mesmo tempo em que saiam da sala, no meio da aula, correndo pra ver o que já sabiam do que se tratava; teve uma vez que um grupo de alunas simplesmente, numa suposta briga, quebrou o vidro de errorex e lambuzou seus uniformes, querendo ter motivos para sair da aula; e era um “Deixa eu ir no banheiro?” a todo minuto; dos xingamentos, nem os professores escapavam; os meninos (aqueles cujos hormônios estavam mais à flor da pele) não paravam de tentar passar as mãos nas bundas das meninas, em meio às esquivadas para se safarem das taponas que algumas delas lhes endereçavam; murmúrios se ouviam de que algumas crianças vinham pra aula dopadas, e não eram poucas as desconfianças de colegas professores de que poderia haver ali indícios sérios de tentativas de aliciamento de menores por parte de traficantes de drogas...”

 

O caro leitor tá achando que o relato supracitado são cenas de uma reedição dos filmes “Ao mestre com carinho” ou “Escritores da liberdade”? Eu vivi e vi tudo isso (com estes olhos que a terra há de comer), e aconteceu aqui, nos últimos dois meses, quando coloquei meus pés pela primeira vez em salas de 5ª série (agora como professor), depois de 29 anos quando estudei nesta série.

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Postado por Marcos "Maranhão" em 21 de dezembro de 2008, às 20:43h



FARTO MATERIAL

September 11, 2013 17:26, by Marcos A. S. Lima - 0no comments yet
FARTO MATERIAL 

 

Depois dos resultados das eleições na minha cidade, pus-me a refletir sobre o porquê da vitória do prefeito e alguns de seus colaboradores que eu julgo não serem merecedores de novo mandato. Em meio às leituras dos textos dos analistas políticos, enquanto eu buscava inspirações para dar minha versão do que havia ocorrido, no dia 06 de outubro, eis que o telefone toca: era do Núcleo Regional de Educação de Maringá. Convidavam-me para dar aulas de História como professor substituto em escolas estaduais (lembrei-me que eu havia feito inscrição no começo do ano no Processo Seletivo Simplificado-PSS).

Não pensei duas vezes: aceitei o desafio (sobretudo porque os negócios de faixas foram muito mal durante as eleições) e, no dia seguinte, lá estava eu começando a dar aulas, vendo na prática o que a teoria mo alertava no que diz respeito a realidade educacional no nosso país.

Doravante, espero escrever mais acerca das primeiras impressões dessa experiência (dos meus erros e acertos, dos meus métodos, dos alunos, dos colegas professores, dos pais e/ou responsáveis dos alunos, dos gestores educacionais, das estruturas escolares...).

Por ora, concluo que aqueles textos, teses científicas, artigos que eu procurava ler na internet para me inspirar e a dar explicações sobre o resultado das eleições em algumas cidades como São Paulo, Londrina ou Maringá, por exemplo, não foram necessários: quando entrei nas escolas, vi que tinha material farto para meus estudos.

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Postado por Marcos "Maranhão" em 20 de dezembro de 2008, ás 11:18h



Um Teste Histórico para a Humanidade

September 11, 2013 17:22, by Marcos A. S. Lima - 0no comments yet
Um Teste Histórico para a Humanidade

 

Com esta postagem sobre o discurso de Barack Obama, primeiro presidente negro dos EUA, faço mais uma homenagem ao centenário de nascimento (que ocorrerá em 2011) do meu pai, Isidro Fernandes Lima,





também descendente de negros que foram escravizados.






Acompanhe a tradução do discurso:



"Olá, Chicago!

Se alguém aí ainda dúvida de que os Estados Unidos são um lugar onde tudo é possível, que ainda se pergunta se o sonho de nossos fundadores continua vivo em nossos tempos, que ainda questiona a força de nossa democracia, esta noite é sua resposta.

É a resposta dada pelas filas que se estenderam ao redor de escolas e igrejas em um número como esta nação jamais viu, pelas pessoas que esperaram três ou quatro horas, muitas delas pela primeira vez em suas vidas, porque achavam que desta vez tinha que ser diferente e que suas vozes poderiam fazer esta diferença.

É a resposta pronunciada por jovens e idosos, ricos e pobres, democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, indígenas, homossexuais, heterossexuais, incapacitados ou não-incapacitados.

Americanos que transmitiram ao mundo a mensagem de que nunca fomos simplesmente um conjunto de indivíduos ou um conjunto de estados vermelhos e estados azuis.

Somos, e sempre seremos, os EUA da América.

É a resposta que conduziu aqueles que durante tanto tempo foram aconselhados por tantos a serem céticos, temerosos e duvidosos sobre o que podemos conseguir para colocar as mãos no arco da História e torcê-lo mais uma vez em direção à esperança de um dia melhor.

Demorou um tempo para chegar, mas esta noite, pelo que fizemos nesta data, nestas eleições, neste momento decisivo, a mudança chegou aos EUA.

Esta noite, recebi um telefonema extraordinariamente cortês do senador McCain.

O senador McCain lutou longa e duramente nesta campanha. E lutou ainda mais longa e duramente pelo país que ama. Agüentou sacrifícios pelos EUA que sequer podemos imaginar. Todos nos beneficiamos do serviço prestado por este líder valente e abnegado.

Parabenizo a ele e à governadora Palin por tudo o que conseguiram e desejo colaborar com eles para renovar a promessa desta nação durante os próximos meses.

Quero agradecer a meu parceiro nesta viagem, um homem que fez campanha com o coração e que foi o porta-voz de homens e mulheres com os quais cresceu nas ruas de Scranton e com os quais viajava de trem de volta para sua casa em Delaware, o vice-presidente eleito dos EUA, Joe Biden.

E não estaria aqui esta noite sem o apoio incansável de minha melhor amiga durante os últimos 16 anos, a rocha de nossa família, o amor da minha vida, a próxima primeira-dama da nação, Michelle Obama.

Sasha e Malia amo vocês duas mais do que podem imaginar. E vocês ganharam o novo cachorrinho que está indo conosco para a Casa Branca.

Apesar de não estar mais conosco, sei que minha avó está nos vendo, junto com a família que fez de mim o que sou. Sinto falta deles esta noite. Sei que minha dívida com eles é incalculável.

A minha irmã Maya, minha irmã Auma, meus outros irmãos e irmãs, muitíssimo obrigado por todo o apoio que me deram. Sou grato a todos vocês. E a meu diretor de campanha, David Plouffe, o herói não reconhecido desta campanha, que construiu a melhor campanha política, creio eu, da história dos EUA da América.

A meu estrategista chefe, David Axelrod, que foi um parceiro meu a cada passo do caminho.

À melhor equipe de campanha formada na história da política. Vocês tornaram isto realidade e estou eternamente grato pelo que sacrificaram para conseguir.

Mas, sobretudo, não esquecerei a quem realmente pertence esta vitória. Ela pertence a vocês. Ela pertence a vocês.

Nunca pareci o candidato com mais chances. Não começamos com muito dinheiro nem com muitos apoios. Nossa campanha não foi idealizada nos corredores de Washington. Começou nos quintais de Des Moines e nas salas de Concord e nas varandas de Charleston.

Foi construída pelos trabalhadores e trabalhadoras que recorreram às parcas economias que tinham para doar US$ 5, ou US$ 10 ou US$ 20 à causa.

Ganhou força dos jovens que negaram o mito da apatia de sua geração, que deixaram para trás suas casas e seus familiares por empregos que os trouxeram pouco dinheiro e menos sono.

Ganhou força das pessoas não tão jovens que enfrentaram o frio gelado e o ardente calor para bater nas portas de desconhecidos, e dos milhões de americanos que se ofereceram como voluntários e organizaram e demonstraram que, mais de dois séculos depois, um Governo do povo, pelo povo e para o povo não desapareceu da Terra.

Esta é a vitória de vocês.

Além disso, sei que não fizeram isto só para vencerem as eleições. Sei que não fizeram por mim.

Fizeram porque entenderam a magnitude da tarefa que há pela frente. Enquanto comemoramos esta noite, sabemos que os desafios que nos trará o dia de amanhã são os maiores de nossas vidas - duas guerras, um planeta em perigo, a pior crise financeira em um século.

Enquanto estamos aqui esta noite, sabemos que há americanos valentes que acordam nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para dar a vida por nós.

Há mães e pais que passarão noites em claro depois que as crianças dormirem e se perguntarão como pagarão a hipoteca ou as faturas médicas ou como economizarão o suficiente para a educação universitária de seus filhos.

Há novas fontes de energia para serem aproveitadas, novos postos de trabalho para serem criados, novas escolas para serem construídas e ameaças para serem enfrentadas, alianças para serem reparadas.

O caminho pela frente será longo. A subida será íngreme. Pode ser que não consigamos em um ano nem em um mandato. No entanto, EUA, nunca estive tão esperançoso como estou esta noite de que chegaremos.

Prometo a vocês que nós, como povo, conseguiremos.

Haverá percalços e passos em falso. Muitos não estarão de acordo com cada decisão ou política minha quando assumir a presidência. E sabemos que o Governo não pode resolver todos os problemas.

Mas, sempre serei sincero com vocês sobre os desafios que nos afrontam. Ouvirei a vocês, principalmente quando discordarmos. E, sobretudo, pedirei a vocês que participem do trabalho de reconstruir esta nação, da única forma como foi feita nos EUA durante 221 anos, bloco por bloco, tijolo por tijolo, mão calejada sobre mão calejada.

O que começou há 21 meses em pleno inverno não pode acabar nesta noite de outono.

Esta vitória em si não é a mudança que buscamos. É só a oportunidade para que façamos esta mudança. E isto não pode acontecer se voltarmos a como era antes. Não pode acontecer sem vocês, sem um novo espírito de sacrifício.

Portanto façamos um pedido a um novo espírito do patriotismo, de responsabilidade, em que cada um se ajuda e trabalha mais e se preocupa não só com si próprio, mas um com o outro.

Lembremos que, se esta crise financeira nos ensinou algo, é que não pode haver uma Wall Street (setor financeiro) próspera enquanto a Main Street (comércio ambulante) sofre.

Neste país, avançamos ou fracassamos como uma só nação, como um só povo. Resistamos à tentação de recair no partidarismo, na mesquinharia e na imaturidade que intoxicaram nossa vida política há tanto tempo.

Lembremos que foi um homem deste estado que levou pela primeira vez a bandeira do Partido Republicano à Casa Branca, um partido fundado sobre os valores da auto-suficiência e da liberdade do indivíduo e da união nacional.

Estes são valores que todos compartilhamos. E enquanto o Partido Democrata conquistou uma grande vitória esta noite, fazemos com certa humildade e a determinação para curar as divisões que impediram nosso progresso.

Como disse Lincoln a uma nação muito mais dividida que a nossa, não somos inimigos, mas amigos. Embora as paixões os tenham colocado sob tensão, não devem romper nossos laços de afeto.

E àqueles americanos cujo apoio eu ainda devo conquistar, pode ser que eu não tenha conquistado seu voto hoje, mas ouço suas vozes. Preciso de sua ajuda e também serei seu presidente.

E a todos aqueles que nos vêem esta noite além de nossas fronteiras, em Parlamentos e palácios, a aqueles que se reúnem ao redor dos rádios nos cantos esquecidos do mundo, nossas histórias são diferentes, mas nosso destino é comum e começa um novo amanhecer de liderança americana.

A aqueles que pretendem destruir o mundo: vamos vencê-los. A aqueles que buscam a paz e a segurança: apoiamo-nos.

E a aqueles que se perguntam se o farol dos EUA ainda ilumina tão fortemente: esta noite demonstramos mais uma vez que a força autêntica de nossa nação vem não do poderio de nossas armas nem da magnitude de nossa riqueza, mas do poder duradouro de nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e firme esperança.

Lá está a verdadeira genialidade dos EUA: que o país pode mudar. Nossa união pode ser aperfeiçoada. O que já conseguimos nos dá esperança sobre o que podemos e temos que conseguir amanhã.

Estas eleições contaram com muitos inícios e muitas histórias que serão contadas durante séculos. Mas uma que tenho em mente esta noite é a de uma mulher que votou em Atlanta.

Ela se parece muito com outros que fizeram fila para fazer com que sua voz seja ouvida nestas eleições, exceto por uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos.

Nasceu apenas uma geração depois da escravidão, em uma era em que não havia automóveis nas estradas nem aviões nos céus, quando alguém como ela não podia votar por dois motivos - por ser mulher e pela cor de sua pele.

Esta noite penso em tudo o que ela viu durante seu século nos EUA - a desolação e a esperança, a luta e o progresso, às vezes em que nos disseram que não podíamos e as pessoas que se esforçaram para continuar em frente com esta crença americana: Podemos.

Em uma época em que as vozes das mulheres foram silenciadas e suas esperanças descartadas, ela sobreviveu para vê-las serem erguidas, expressarem-se e estenderem a mão para votar. Podemos.

Quando havia desespero e uma depressão ao longo do país, ela viu como uma nação conquistou o próprio medo com uma nova proposta, novos empregos e um novo sentido de propósitos comuns. Podemos.

Quando as bombas caíram sobre nosso porto e a tirania ameaçou ao mundo, ela estava ali para testemunhar como uma geração respondeu com grandeza e a democracia foi salva. Podemos.

Ela estava lá pelos ônibus de Montgomery, pelas mangueiras de irrigação em Birmingham, por uma ponte em Selma e por um pregador de Atlanta que disse a um povo: "Superaremos". Podemos.

O homem chegou à lua, um muro caiu em Berlim e um mundo se interligou através de nossa ciência e imaginação.

E este ano, nestas eleições, ela tocou uma tela com o dedo e votou, porque após 106 anos nos EUA, durante os melhores e piores tempos, ela sabe como os EUA podem mudar.

Podemos.

EUA avançamos muito. Vimos muito. Mas há muito mais por fazer. Portanto, esta noite vamos nos perguntar se nossos filhos viverão para ver o próximo século, se minhas filhas terão tanta sorte para viver tanto tempo quanto Ann Nixon Cooper, que mudança virá? Que progresso faremos?

Esta é nossa oportunidade de responder a esta chamada. Este é o nosso momento. Esta é nossa vez.

Para dar emprego a nosso povo e abrir as portas da oportunidade para nossas crianças, para restaurar a prosperidade e fomentar a causa da paz, para recuperar o sonho americano e reafirmar esta verdade fundamental, que, de muitos, somos um, que enquanto respirarmos, temos esperança.

E quando nos encontrarmos com o ceticismo e as dúvidas, e com aqueles que nos dizem que não podemos, responderemos com esta crença eterna que resume o espírito de um povo: Podemos.

Obrigado. Que Deus os abençoe. E que Deus abençoe os EUA da América".

 

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Postado por Marcos "Maranhão" em 5 de novembro de 2008, às 20:45h