Ir para o conteúdo

News

Tela cheia Sugerir um artigo

Cultura

30 de Agosto de 2016, 13:39 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.

Exposição lança revista internacional de arte no Brasil

6 de Novembro de 2018, 13:23, por Desconhecido




Nesta quinta-feira, 8 de novembro, a partir das 15 horas, na Livraria Pontes, em Campinas, estará aberta ao público a mostra que lança no Brasil a revista internacional de arte Open Space. Pela primeira vez a publicação terá a participação de dois brasileiros: o artista plástico João Cunha, idealizador do evento, e o escritor Guilherme Zelig. A exposição é composta por 13 painéis com as obras dos dois brasileiros e da editora da Open Space, Dorota Czerner, publicadas na edição 21 da revista, lançada em junho deste ano em Nova York.

De acordo com João Cunha a ideia central da exposição é criar uma nova relação com o espaço e com a própria obra, ampliando dessa forma  o repertório  da leitura dos trabalhos publicados na revista. ”Nesta edição, participo com um conjunto de desenhos, instalações, fotogravura e assemblage/scanner, que sintetizam a ideia dos movimentos gerados em diferentes épocas: movimentos de arte, literatura, contracultura, feministas e políticos, entre outros”, afirma. 

O artista também incluiu na mostra dois painéis da exposição “Arte como Profissão”, que realizou há 40 anos (1978), no mesmo local e espaço da mostra atual, reforçando a importância da livraria na difusão da cultura.

Dorota Czerner expõe poemas ilustrados e interpretações que mesclam poesia e literatura sobre as obras de João Cunha. Guilherme Zelig participa com contos curtos que retratam nosso  cotidiano social.

João Cunha diz que a mostra é resultado de um trabalho conjunto com os editores da Open Space, Dorota Czerner e Russel Craig Richardson.

Segundo Dorota, que atua como editora da Open Space desde 2003, a publicação tem periodicidade anual e está aberta a todo tipo de produção artística. Áudios, vídeos e web-arte, que tem como suporte a internet, são divulgados por outra plataforma, a Open Space Web -Zine. A revista foi criada em 1999  por Benjamin Boretz e Mary Lee Roberts, dois compositores, educadores e ativistas sociais. Surgiu depois de pequenos impressos e "samizdats" focados especialmente em novidades da música, na Bard College,  em Annandale-on-Hudson  (Nova York).  

A conexão com o Brasil já acontece há algum tempo, diz Dorota. Prova disso é a amizade do poeta George Quasha, um dos primeiros editores da revista, com os irmãos  Haroldo e Augusto de Campos. Outros artistas dessa geração estavam diretamente em contato com o grupo Noigandres. Ela também destaca o conjunto musical The Caetano Veloso Project, do pesquisador acadêmico Chris Stover, que faz frequentes apresentações no país.

Dorota afirma ainda que que a diretoria de editores contribuintes está em constante expansão ao redor do mundo para identificar novos talentos em diferentes países. A expectativa de João Cunha é se tornar essa ponte no Brasil para incluir a participação de outros brasileiros na revista depois da mostra campineira.

Para ter acesso à versão completa da Open Space/21acesse www.the-open-space.org/issue--21/

Serviço

Abertura: 8 de novembro – 15 horas

Até 12 de dezembro

2ª a 6ª-feiras – 9 às 18 horas

Sábados – 9 às 13 horas

Livraria Pontes – Subsolo

Rua Dr. Quirino 1.223 – Centro, Campinas



Fotógrafa preserva, em sua obra, o patrimônio arquitetônico e cultural de Jundiaí

28 de Outubro de 2018, 23:23, por Desconhecido


A fotógrafa e artista plástica Regina Kalman mostrará os registros que fez ao longo de quatro décadas de edifícios e monumentos da arquitetura da cidade de Jundiaí (SP), em sua 10ª exposição fotográfica individual, na Pinacoteca Diógenes Duarte Paes (Rua Barão de Jundiaí, 109, Jundiaí). A abertura será no sábado, 3 de novembro, às 19 horas, e a mostra seguirá até o dia 28 de novembro.

A maioria das fotos da exposição, intitulada "Referências de Jundiahy em Foco, apresenta um registro urbano, rural e ferroviário do patrimônio cultural jundiaiense, que, na opinião de Regina, é importante para a preservação da memória da história da cidade. "Nas fotos  pode-se observar vários edifícios que hoje foram modificados ou demolidos, ficando somente como documentos fotográficos", diz a artista, dando um exemplo: "Quando repórter-fotográfica do Jornal de Segunda,  em 1975, registrei o corte das figueiras para construírem a antiga estação rodoviária, hoje terminal central."

Outro exemplo, de arquitetura histórica, é a Casa do Sal, fotografada por Regina em 1977. O imóvel, construído em taipa e datado do período colonial, ficava na Rua do Rosário, centro da cidade, e foi demolido no mesmo ano do registro feito pela fotógrafa.

Regina conta que durante o período em que trabalhou como professora de história e de arte na EE Dr. Antenor Soares Gandra, no ano 2000, desenvolveu o  projeto "A História Através da Fotografia", com seus alunos. Eles foram incentivados a usar cartões postais da cidade, observar e fotografar os locais estampados, para comparar as modificações ocorridas.

Ela diz ainda que foi despertada para um "olhar mais aguçado do patrimônio cultural jundiaiense" como participante nos concursos da Associação Amigos da Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico e Arqueológico de Jundiaí, entre os anos de 2005 a 2015. 

E, como integrante do Conselho Municipal do Patrimônio Cultural de Jundiaí, entre 2008 e 2010, passou a fazer registros voltados à preservação de referências da cidade, e alguns deles foram usados para solicitar a sua preservação e tombamento estadual, como a fábrica de tecelagem Argos, tombada pelo Condephaat.

"A fotografia foi uma maneira de contribuir e fazer parte da cultura e da história jundiaiense, onde moro desde a adolescência e onde luto para que sejam preservadas algumas de suas memórias e referências de seus quatro séculos de existência", diz a artista.

Regina Kalman atua como fotógrafa e artista plástica, desde 1973. Nascida na Iugoslávia (atual Croácia), é licenciada em desenho, plástica, educação artística, história e pedagogia, além de ser bacharel em sociologia, jornalismo e direito, com curso de pós-graduação em restauração de bens culturais móveis, em história do Brasil e didática superior.

Trabalhou como professora de história e educação artística na rede oficial da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, onde se aposentou. Participou em dez exposições individuais de fotografias, em  Jundiaí, Campinas e São Paulo.

Participou também de salões internacionais de artes visuais, em São Paulo, Osaka (Japão), Ilha da Madeira (Portugal), obtendo menções honrosas, e de salões nacionais de artes visuais em Jundiaí, São Paulo, Araras, Araraquara, Campinas, Itu, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Rio Claro e Vinhedo, obtendo vários prêmios; de  três edições do Mapa Cultural Paulista, em fotografia e artes visuais, fases municipal e regional; e de diversos concursos de artes fotográficas no Brasil, Japão e Portugal, desde 1973.

Tem verbetes no "Guia das Artes Plásticas de São Paulo" (Secretaria da Cultura de São Paulo, 1991); " Artes Plásticas do Brasil"(Ed. Júlio Louzada, São Paulo, 1992, vol. V), "Anuário Jundiaiense de Artes Visuais"( Ed. Literarte, Jundiaí, 1997,1998 e 1999); e na "Enciclopédia Cultural de Paula" (Ed. Literarte, Jundiaí, 2006, vol. II).

É membro da Associação dos Artistas Plásticos de Jundiaí e da Academia Jundiaiense de Letras e suas obras fazem parte do acervo da Pinacoteca Diógenes Duarte Paes (Jundiaí), Centro de Memória de Jundiaí, Museu do Presépio de São Paulo (São Paulo) ProAC – Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo (São Paulo), Museu de Arte Primitiva de Assis, e no Vaticano.



Uma noite de autógrafos para ajudar crianças e idosos

24 de Outubro de 2018, 9:47, por Desconhecido



"Cem Piadas sem Dono e Outras Mentiras", de Julia Fernandes Heimann, e "Marcelinha, a Abelhinha", de Evandro Fernandes da Silva, dois novos livros da Editora In House, serão lançados no dia 7 de novembro, quarta-feira, às 19 horas, na Biblioteca Municipal Prof. Nelsom Foot (Av. Dr. Cavalcante, 396, Complexo Argos), em Jundiaí. A renda da noite de autógrafos será revertida para o Lar Santa Ana, que abriga idosos carentes, e para a Casa da Fonte, projeto socioeducacional voltado a crianças e jovens que vivem em situações de vulnerabilidade. O grupo As Atrevidas vai se encarregar da parte musical da festa.

O livro de Julia Fernandes Heimann, explica a autora, contém piadas "inteligentes, não imbecis", que podem ser contadas sem constrangimento para crianças e idosos, e são capazes de "colocar o cérebro em movimento e proceder à neuroplastia". Ela explica que as piadas não são de sua autoria: "Compilei-as, tirando de almanaques antigos, revistas e livros, todas de domínio público. Tornei-as mais engraçadas, adaptei-as. E penso que elas vão agradar o público."

Júlia nasceu na cidade do Rio de Janeiro e reside em Jundiaí há 40 anos. É membro da Academia Jundiaiense de Letras, da Academia Feminina de Letras e Artes, sendo a atual vice-presidente, do Grêmio Cultural Prof. Pedro Fávaro, também vice-presidente da Academia Louveirense de Letras e membro correspondente de quatro academias. Tem os seguintes livros publicados: "Catarse", "Criança Aprende Fácil", "História de Jundiaí", "Lendas de Todos os Tempos" (lendas árabes), "Risos e Rimas", "Lendas Fantásticas", "Dona Jiboia e a Alcateia " (que aborda as alterações ortográficas através de histórias) e "Desafios".

Evandro Fernandes da Silva é membro da Academia Jundiaiense de Letras, e autor também de "Na Esquina de Batom", "O Levante dos Oprimidos", "Letícia, a Lagartixa", "A Menina que Tinha Medo da Meia-Noite", "A Fuga da Bailarina" e "Morte e Vida de Olympia", entre outros livros.



Se puder me manda uma notícia boa

6 de Outubro de 2018, 16:31, por Desconhecido



Carlos Motta

O "Samba de Orly" foi registrada como uma composição de três autores, Toquinho, Chico Buarque e Vinícius de Moraes, mas, na verdade é só dos dois primeiros. 

Vinícius aparece como autor porque havia pedido para mexer em alguma coisa da letra de Chico. Mexeu: trocou os versos "pela duração/dessa temporada" por "pela omissão/um tanto forçada" - que a censura acabou cortando. Chico avisou a Vinícius do veto, disse a ele que não havia mais tempo para mudanças, porque a gravação da música era iminente, e o poetinha  lhe deu sinal verde para que permanecesse a letra original, com uma condição: a parceria teria de ser mantida.

Lançada há 47 anos , "Samba de Orly" se tornou um clássico da música popular brasileira, por expressar, numa melodia alegre, a desesperança de uma geração que vivia afogada nas trevas da ditadura militar.

Qualquer semelhança com o que pode acontecer no Brasil num futuro muito próximo não é mera coincidência: é o resultado de anos e anos de domínio ideológico de uma elite reacionária, burra e criminosa.

Vai meu irmão
Pega esse avião
Você tem razão
De correr assim
Desse frio
Mas beija
O meu Rio de Janeiro
Antes que um aventureiro
Lance mão

Pede perdão
Pela duração (Pela omissão)*
Dessa temporada (Um tanto forçada)*
Mas não diga nada
Que me viu chorando
E pros da pesada
Diz que eu vou levando
Vê como é que anda
Aquela vida à toa
E se puder me manda
Uma notícia boa 

* verso vetado pela censura



Memória inspira exposição da Associação dos Artistas Plásticos de Jundiaí

28 de Setembro de 2018, 13:48, por Desconhecido


Uma das mais atuantes entidades culturais do país, a Associação dos Artistas Plásticos de Jundiaí (AAPJ), vai inaugurar, dia 3 de outubro, às 19 horas, na Biblioteca Pública Municipal Prof. Nelson Foot (Av. Dr. Cavalcanti, 396, Complexo Argos, Vila Arens, Jundiaí/SP), a exposição "Pelos Rios da Babilônia", que comemora os seus 44 anos de existência.

A associação foi oficialmente fundada em 14 de outubro de 1974, e nasceu da iniciativa de um grupo de artistas da cidade que montou, em 1972, uma mostra de artes no Clube 28 de Setembro. A exposição reuniu artistas recusados pelo 1º Encontro Jundiaiense de Artes, promovido pela prefeitura. Depois da mostra, os artistas continuaram se reunindo, na casa do pintor e gravador Antônio Thyrso Pereira de Souza, até que resolveram fundar uma associação que cuidasse de seus interesses. Thyrso foi o primeiro presidente da entidade.

Nos anos seguintes, a associação promoveu vários salões de arte contemporânea, que tiveram a participação de artistas de todo o país, mostras individuais e cursos de desenho de pintura, inicialmente dados por Issis Martins Roda, que também presidiu a entidade. 

A exposição que vai marcar o 44º aniversário da entidade se estende até o dia 27 de outubro. Ela tem curadoria do seu atual presidente, Marco Antônio Scarelli, e contará com obras dos artistas Alex Roch, Crismontez, Gabriel Mendes, Márcia Piva, Marckos Pamplona, Paulo Gomes, Regina Kalman e Vera Palermo.

"Pelos Rios da Babilônia" é um antigo cântico judeu que vem sendo gravado geração após geração em vários idiomas e estilos musicais. O cântico fala sobre a memória, tema que inspirou a criação das obras que estarão expostas. Segundo a curadoria da mostra, nela os artistas procuraram retratar suas próprias memórias, esclarecendo como a arte entrou em suas vidas, tornando-se uma paixão e até mesmo uma profissão.

Mais sobre a Associação dos Artistas Plásticos de Jundiaí pode ser encontrado em sua página no Facebook: https://www.facebook.com/aapjartesvisuais/



Notícias

News

Minha rede