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25 de Fevereiro de 2014, 16:11 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.
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Ataque ao Charlie Hebdo acerta em cheio na proteção dos dados pessoais

19 de Janeiro de 2015, 17:13, por Blogoosfero

Por Cristina De Luca

Na última quarta-feira, 14 de janeiro, quando o ataque ao jornal satírico francês Charlie Hebdo completava uma semana, um amigo de Brasília me confidenciou: “O governo brasileiro vai colocar o anteprojeto de proteção de dados pessoais em consulta pública agora, no fim do mês, junto com o Marco Civil. É bom que a gente comece a debater o projeto agora, que governos da Europa e os Estados Unidos já começam a questionar a pertinência das leis de proteção de dados. O ataque ao Charlie Hebdo pode trazer um recrudescimento da ideia de que o combate ao terror depende da supressão de algumas liberdades individuais, como o direito inviolável às comunicações digitais e à proteção de dados pessoais”.

Dito e feito. Enquanto o mundo inteiro, e os próprios governos europeus, se levantarem em defesa da liberdade de expressão, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama defendia no congresso americano a necessidade de uma nova legislação de segurança cibernética que, em resumo, livra empresas que tenham sofrido violações e vazamentos de dados de serem processadas se compartilharem dados sobre ameaças e ataques cibernéticos com o governo. E, na Europa, secretários e comissários dos países membros da União Europeia se reuniam para, justificadamente, descobrir o que deveriam fazer para evitar ataques terroristas como o recente massacre ao Charlie Hebdo.

Havia inclusive um clamor para a proibição do uso de mensageiros instantâneos que usassem criptografia, recurso recentemente anunciado pelo WhatsApp, justamente para proteger seus usuários da espionagem promovida pelos serviços secretos, pós revelações de Edward Snowden sobre as ações da NSA.

Lamentavelmente, alguns políticos decidiram propor novas formas de censura na Internet que, francamente, teriam pouca serventia para a proteção de seus cidadãos, mas um enorme potencial para violar as liberdades civis.

Em Paris, uma dúzia de ministros do Interior dos países da União Europeia, incluindo França, Grã-Bretanha e da Alemanha divulgaram um comunicado solicitando aos fornecedores de serviços de Internet meios de identificação de autores de conteúdos online que incentivassem o ódio e o terror. Os ministros também solicitaram à União Europeia que começasse a monitorar e armazenar informações sobre os itinerários dos usuários de transportes aéreos. Enquanto isso, na Grã-Bretanha, o primeiro-ministro David Cameron sugeria que o país proibisse serviços de Internet que não dessem ao governo a capacidade de monitorar todas as conversas e chamadas criptografadas.

Ontem, sexta-feira, 16 e janeiro, Obama e Cameron se reuniram e foram além. Fizeram um apelo conjunto para que as empresas de tecnologias criem formas para que os serviços de inteligência dos governos possam rastrear mensagens de mídia social.

“As mídias sociais e da Internet são os principais meios que essas organizações terroristas usam para se comunicarem”, disse Obama durante uma conferência de imprensa com Cameron nessa sexta-feira.

“As leis projetadas para o grampo telefônico tradicional têm que ser atualizadas”, disse Obama. “Como faremos isso precisa ser debatido”. “Nós não estamos pedindo backdoors”, completou Cameron. “Estamos pedindo a criação de portas dianteiras muito claras através de processos legais que ajudem a manter nosso país seguro”.

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Cristina De Luca, Jornalista, Editor at large do Grupo Now!Digital, é formada em Comunicação com Master em Marketing pela PUC do Rio de Janeiro e ganhadora do Prêmio Comunique-se na categoria Tecnologia em 2005, 2010 e 2014

Fonte: http://cryptoid.com.br/certificacao-digital/ataque-ao-charlie-hebdo-acerta-em-cheio-na-protecao-dos-dados-pessoais/



Denúncia ao Ministério da Defesa

13 de Janeiro de 2015, 8:44, por Thiago Henrique Ferreira Zoroastro

Vossas excelências, gostaria de manifestar que quando se trata de Facebook, sinto o perigo. Creio que esta rede social é um perigo para a unidade de todos os países do mundo, cada um deles. A dependência tecnológica de Facebook para os assuntos políticos é desastrosa e pode se tornar um problema para a união nacional de qualquer país. Assim como as outras dependências tecnológicas nocivas à diversos tipos de atividade na internet, bem como difusão do conhecimento e construtivas do próprio conhecimento. A existência e frequência do usuário nesta rede não é um problema, é a centralização de atividades dos usuário na internet que pode se tornar um problema. Houveram muitas manifestações desde Junho de 2013, e em todas eu vi os meios de comunicação dizerem sobre a violência que estavam causando de ambos lados, mas creio que jamais fizeram qualquer reportagem sobre o Open Government Partnership, mantendo os usuários concentrados em poucas redes estrangeiras, desinformados e descontextualizados, assim como nos dias atuais, pelos meios de comunicação, sobre os trâmites da Reforma Política.



O Ódio no Brasil e no Mundo

9 de Janeiro de 2015, 10:21, por Thiago Henrique Ferreira Zoroastro

O Ódio no Brasil e no Mundo

 

Por Thiago Zoroastro

thiago.zoroastro@bol.com.br

 

Existem vários fatores que estão alimentando o ódio entre as pessoas no Brasil e no Mundo. Vou dar alguns exemplos: as eleições são tipicamente um exercício da democracia eleger nossos representantes. Só que apenas uma pequena classe de pessoas tem representantes formais, enquanto todo o resto é desrepresentado pelo Congresso e pelo Executivo da República. Sem meio de estabelecer o entendimento para uma representação formal, falta ferramentas para isto funcionar de maneira justa e honesta com todos, de acordo com o raciocínio de que nossos votos são secretos porque os eleitos deveriam ter o dever de representar a toda o povo. O problema disso é que, nas eleições, tudo parece muito bagunçado e confuso, e as pessoas querem que seu representado seja eleito.

 

Outro ódio no Brasil e no Mundo é a rede social do Facebook. Enquanto as mídias esforçam-se para que as pessoas achem equivocadamente que rede social é sinônimo dessas redes estrangeiras que tentam abarcar todos os povos do mundo, tais redes parecem criar equívocos sérios nos movimentos sociais, desinformados pelas grandes mídias, e tornam-se um perigo para a segurança nacional. A descontextualização dos manifestantes em protestos é um agravante de ódio, e o melhor exemplo disso são os protestos violentos que o Brasil viveu desde 2013. Na época, o nosso país estava iniciando a criação da Plataforma de Participação Social, após os protestos de Junho 2013, e as grandes mídias nem o Facebook nem as redes divulgaram o que significa a importância do Open Government Partnership na horizontalização do poder popular, na justiça democrática e no combate à corrupção.

 

O Facebook é uma rede de ódio que cria fissuras e equívocos. O Feed de notícias pode realmente funcionar para bitolar as pessoas naquelas coisas que as pessoas controlando querem. É possível um estado de “consciência induzida” se a pessoa não tem ciência do que se passa. Movimentos sociais descontextualizados de seus objetivos, além de serem um perigo para a segurança nacional, torna tais passeatas, atos e protestos apenas lances demagógicos e completamente inúteis de sentido. Foi por isso que, pouco antes da trágica morte de Santiago Ilídio Andrade, 49, em 6 de Fevereiro de 2014, eu estava queimando de ódio e até hoje execro um cara pelos transtornos que ele causa. A situação era tão extrema porque falei com ele em Junho 2013 e ele não me levou a sério, me fez ter ódio dele pelo que ele estava me fazendo, ele chama-se Philippe Campos. Eu disse a ele que os movimentos tinham que sair do Facebook, e ele simplesmente me respondeu “mas no Facebook é mais fácil pegar mulher”, e nunca sequer disse isso para a Assembléia Popular de São João Del Rei. O interesse é não sair do Facebook porque é mais fácil pegar mulher, mas eu não tinha como abrir isso para a Assembléia porque todos o levavam mais a sério do que eu. Ele fez como se eu não tivesse que ser levado a sério, como se ele fosse um cara sério.

 

Os esquerdistas tor naram o poder popular dependente da rede privada, tornando o poder popular que tanto lutam dependente de estruturas privatizadas da internet. Como era uma questão apenas de interesses próprios, então eu não era escutado pela Assembléia que os movimentos tinham de sair do Facebook. E farei ser escutado, porque temos voz na política. Eles estão querendo a abertura das planilhas da empresa de transporte público em São João Del Rei, mas Philippe nunca precisou de ônibus naquela cidade. Estava apenas no meio da bagunça pelo status quo e dificultando a Assembleia tomar as decisões certas e seguras para toda a nação, mas ele era bolsista de Iniciação Científica. E fez um trabalho chamado “A Real Politik da Razão”, e ele se acha o Senhor da Razão, inquestionável e altivamente soberbo. Então eu xinguei-o em 17 de Janeiro de 2014, porque enquanto eles causavam ao poder popular apenas mais dependência da rede privada, privatyizando o poder popular que tanto lutam, ele usa a camisa do MST, enquanto o MST é descontextualizado e desinformado de que poderão conseguir melhores formas de organizar, pacificamente, a Reforma Agrária que tanto precisam, e uma maior justiça na distribuição de terras, principalmente em se tratando de terras inutilizadas pelos proprietários. Eu creio que eles estão sendo terrivelmente equivocados fazendo todas as atividades deles dependentes do Facebook, e terão de conviver com a minha opinião.

 

Só que eles não irão conseguir a Reforma Agrária no Facebook. Enquanto o Philippe aproveitava os protestos para pegar umas garotas, causando na Assembléia a dependência tecnológica do Facebook, as mídias estavam desinformando a população sobre os trâmites da Reforma Política e criando a situação que gerou os vários protestos violentos ao final de Janeiro e em Fevereiro. Manifestantes desinformados gerando situações perturbadoes era tudo que precisavam para desestabilizar o país para as eleições que viriam. E eles no Facebook são apenas marionetes dessas forças controladoras de informação e das notícias. Ao serem descontextualizados e desinformados, são incapazes de tomar decisões certas para o objetivo que almejam. Além disso, a rixa que criam nas redes estrangeiras é fruto da falta de uma Plataforma para que o povo, e qualquer povo que seja, possa entender-se melhor e ter formas melhores de chegar a consensos sem passar por violência e assassinato de jornalistas.

 

Teve um episódio também com o Felipe Miranda ( felipe.miranda@empiricus.com.br ) que divulgou um diagnóstico pessoal sobre a economia brasileira. Ele se diz perseguido e teve a mãe xingada em um supermercado por militantes do PT. O PT não é o pior dos partidos, mas as mídias fazem como se fosse, prejudicando todas boas intenções desse partido de melhorar o nosso país desde sempre. O diagnóstico dele é pessimista e lançado em má hora, como se fosse para influir nas eleições, mas vendo pela perspectiva de que todos somos arremessados uns contra os outros nas redes estrangeiras, não é difícil acreditar que tudo isso foi a situação criada pelas diversas circunstâncias. Todos deveríamos pedir desculpas uns para os outros e buscar unir o Brasil.

 

Tanto as agências de notícias das TVs, quanto as redes que causam-lhe essa dependência quanto os manifestantes acomodados quanto a isso, por conta da situação de descontexto e falta de informação, torna inacreditável que todos podem viver num país mais justo e próspero se fôssemos organizados em uma Plataforma Federal de Participação Social. Ao invés de dar o controle da situação a redes estrangeiras, eu acredito que é muito mais garantido das coisas não tornarem-se caóticas e fora de controle, quando na verdade as pessoas poderão ter mais controle sobre os trâmites legais da democracia representativa. Se por um lado, deixar os protestos dependentes de redes estrangeiras pode ser um perigo de segurança nacional, não é problema nenhum terem contas naquelas redes para utilização pessoal. O problema está em inibir a Assembléia a tomar as decisões certas para conseguir o objetivo de maior poder ao povo, de forma justa nessa democracia, sem distinções de classes e poder econômico. Que continuarão existindo, é claro, e não é sinônimo de poder público, mas de poder privado.

 

Os ódios foram alimentados, protestos violentos aconteceram e então mortes são lamentadas. As pessoas não são informadas sobre a melhor forma de prosseguir o movimento tecnológico de abarcar o Estado cada vez mais em estruturas abertas de tecnologia da informação para manter um governo sem corrupção e funcionando melhor para representar a população, sem distinções nem os habituais equívocos. Até quando os meios de comunicação que desinformam manterão as pessoas sob a ignorância? Até quando o Philippe Campos continuará se fazendo de Grande Senhor da Razão? Até quando os manifestantes continuarão sob as régeas do controle da informação e manipulação de suas ações, aspirações e raivas? A liberdade de imprensa deve ser garantido, que não é sinônimo da liberdade de controle, que deve se proximar da liberdade de expressão, resguardando a liberdade de empresa. Tudo isso é uma questão de segurança nacional, porque o ódio não tem justificativas, seja de qual for os lados, e todo mundo deve ter formas melhores de se entender.



Marco Civil da Internet: o Brasil na vanguarda mundial

26 de Novembro de 2014, 9:55, por Blogoosfero

Em vigor desde abril, a Lei estabelece uma série de princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil. Um dos principais objetivos é fixar diretrizes para proteger os direitos do cidadão nas redes, constantemente ameaçados por uma série de práticas do mercado e de governos

Considerada uma das leis mais avançadas do mundo, o Marco Civil da Internet foi aprovado este ano sob forte pressão da sociedade. Resultado de um amplo processo de diálogos e consultas públicas, a redação da Lei envolveu milhares de pessoas via internet. Mas que mudanças a nova legislação traz para a vida do internauta? De que maneira ela atua sobre liberdades individuais? A lei nos protege da espionagem digital dos EUA? Para responder estas e outras perguntas, a Rádio Software Livre recebeu hoje, no seu estúdio montado na Feira do Livro de Porto Alegre, o coordenador do CISL, Comitê de Implantação de Software Livre do Governo Federal, Deivi Kuhn.

Na avaliação de Deivi, um dos principais avanços trazidos pela Lei diz respeito ao princípio da neutralidade. "Esse ponto é fundamental, pois garante que - independente de quem esteja acessando ou provendo os conteúdos - qualquer conteúdo terá a mesma prioridade. Essa é uma grande vitória. Havia um apelo comercial muito forte que tentava fazer com que fossem criados dois tipos de internet: uma para os ricos, mais rápida, e outra internet mais popular, ou seja, mais lenta e limitada", explicou. Na prática, com a Lei em vigor, ao comprar um plano de internet, o usuário paga somente pela velocidade contratada e não pelo tipo de página que vai acessar. Não importa se vai acessar textos, vídeos ou redes sociais, por exemplo.

Outra conquista trazida pelo Marco Civil é a garantia da privacidade do usuário, que estabelece a inviolabilidade e sigilo de suas comunicações. "Este tema é muito importante para nós, pois para ter cerceamento à nossa liberdade não é necessária uma ação direta. Basta saber que está todo mundo te olhando", pontuou Deivi, acrescentando que com a nova Lei é necessário obter ordens judiciais para  ter acesso aos conteúdos de navegação do internauta. "Ou seja, mesmo que alguém publique de maneira anônima, se for ilegal, há, sim, meios legais de averiguar o crime".

Vanguarda brasileira X instransigência norte-americana

De acordo com a Lei, os provedores de conexão são proibidos de guardar os registros de acesso a aplicações de internet. Ou seja, o rastro digital em sites blogs, fóruns e redes sociais não ficará armazenado pela empresa que fornece o acesso. No entanto, ressalta Deivi, infelizmente os Estados Unidos não tem a mesma visão sobre o direito à liberdade e é justamente lá que funcionam as sedes das páginas mais acessadas mundo afora. "Nos EUA, o governo pode espionar qualquer cidadão e isso é garantido legalmente. Nesse sentido, é importante ressaltar que se você usa serviços de provedor de outros países, a sua privacidade está atrelada à legislação destes."

Deivi ressaltou que - com a suposta prerrogativa da segurança nacional -, os EUA criaram uma grande máquina de espionagem a qual todos estão submetidos. "A NSA (National Security Agency)  se acha no direito de espionar qualquer cidadão do mundo. Serviços que  todos nós costumamos utilizar diariamente, como e-mails redes sociais por exemplo - são armazenados pela Agência, que possui uma grande banco de dados com todas nossas informações".

ESCUTE a entrevista COMPLETA:



O Gigante Havia Acordado: O que dizer disso?

24 de Novembro de 2014, 13:05, por Thiago Henrique Ferreira Zoroastro

Por Thiago Zoroastro

“Facebook tem linguagens de software livre, mas não é livre.”

As pessoas foram às ruas: por quê? Estavam indignadas com quê? Estavam mesmo indignadas (com a situação política, econômica e ambiental) ou alguns deles sem importar com nada disso se infiltra dentro deles, influencia para as decisões erradas, e estão apenas se aproveitando isso porque o Facebook é mais fácil pegar mulher?

O facebook só está no estágio que está porque houve uma mídia que se empenhou em difundi-lo. De um intenso poderio geopolítico que influenciou eles a serem dependentes daquela coisa. Não estou dizendo que vocês devem sair do Facebook, estou dizendo que não somos obrigados a sermos dependentes daquilo para todas as coisas da vida. A internet têm de ser descentralizada. E a comunidade universitária merece um ciberespaço respeitoso para debater as questões do conhecimento produzido na Universidade. Ou não quer sair do Facebook porque quer que os assuntos da Universidade se misturem com os besteiróis que acabam, minam, exterminam nosso verdadeiro poder enquanto cidadãos brasileiros.

E também não adianta de nada ter Bolsa do CNPq, de iniciação Científica, se não há a difusão do conhecimento em ciberespaços propícios para a construção do conhecimento de forma aberta para se aplicar na sociedade. Porque estamos aqui com dinheiro público e o melhor que podemos fazer com o dinheiro que a União investe na gente é retornando à sociedade.

Por isso, é preciso mais que Facebook. Não é uma questão de “aonde é mais fácil pegar mulher”, Philippe. Só que quando eu perguntei-lhe sobre a disponibilidade de sair do Facebook em finais de Junho de 2013, você disse que “no Facebook é mais fácil pegar mulher”. E depois foi ao I Simpósio Internacional de Metafísica com o trabalho “A real politik da Razão”, porque afinal parece que você quer ter sempre razão, né?. Querendo ter razão me obrigou a fazer isso para tentar reverter a situação.

E de raiva te xinguei, mas isso não é exemplo para ninguém. Você me colocou numa situação constrangedora, cara. Não te respeito porque você não respeita as pessoas. Respeita as pessoas que te interessam. E quer ir na Assembléia Popular de São João Del Rei querendo que aquilo seja dependente do Facebook sem grandes e maiores questionamentos. De burrice moral sua. Todo mundo conhece quem somos de verdade. Por que você estava interessado nas Manifestações, Besta? Isso é merda de touro, você não vai escapar da engenharia da história, chapa. Tudo será contado.

Muito bem cara, se você fosse leal e moralmente certo, eu jamais precisaria abrir isso para todo mundo. Não sou um exemplo de pessoa mas eu defendo as virtudes que nos levam às verdadeiras conquistas históricas. Porque o poder que eu tinha de tirar aquilo do Facebook foi me tirado por você e a grupelha de desinformados de esquerda sem que eu tivesse que abrir ao público o que você pensa e deveria dizer lá. Afinal, havíamos morado juntos e nos conhecemos muito bem. E vocês usam o Facebook para falar de um monte de gente e fazer as coisas sem ter a mínima noção das coisas que estão realmente acontecendo sobre vocês.

https://www.facebook.com/philippe.campos

Então quando for organizar protesto no Facebook sem grande consciência do que se trata e for dizer "compartilha aí pra gente", lembre-se que o compartilhamento não surgiu do Facebook e tem muito mais sobre isso do que você pensa.



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