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Política

25 de Fevereiro de 2014, 16:14 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.
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Senado comprova: as instituições estão funcionando perfeitamente

17 de Outubro de 2017, 21:24, por Bertoni - 0sem comentários ainda

Quem não se engana sabia que os iguais fariam o que fizeram. As instituições funcionam perfeitamente. Para a Casagrande vassala e entreguista!

Cdb17102017

Não me venham com coxinhadas nem mortadeladas. A absolvição do moleque era fava contada

Todos que não se iludem e não fazem isso com os outros sabiam que o senado absolveria o moleque.

"Com STF, com tudo!"

Já se esqueceram?

Não?

Por que seguem se iludindo, então?

As instituições funcionam perfeitamente. Só resta aos da senzala entender que elas (instituições) não foram feitas para eles.

As instituções neste país de bananas são da Casagrande, para a Casagrande e pela Casagrande.

Pode me xingar, mas não vou posar de surpreso ou indignado. A direita sempre se defende. Quem fode com companheiro, com seu igual, é a esquerda.

Ah! E fica sentadinho aí acreditando em pesquisa. Não haverá eleição em 2018.

A crença na realização delas só serve para desmobilizar mais ainda a resistência popular



Maia articula com aliados para aprovar denúncia contra Temer

16 de Outubro de 2017, 15:00, por Jornal Correio do Brasil

Conversas com os principais adversários de Temer aumentam risco de queda do governo ainda neste mês.

Por Redação – de Brasília

Aumenta fosso que separa o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o presidente de facto, Michel Temer. As declarações do advogado do peemedebista, Eduardo Pizarro Carnelós, críticas à determinação de Maia para que os vídeos da delação premiada do doleiro Dilson Funaro, entornaram o caldo. Segundo na sucessão presidencial, Maia não escondeu sua decepção com o primeiro mandatário, em recente jantar na companhia dos senadores Renan Calheiros e Kátia Abreu. Ninguém menos do que seus maiores críticos no PMDB.

Maia tem articulado, nos bastidores, a composição de um ministério para substituir o atual

Maia tem articulado, nos bastidores, a composição de um ministério para substituir o atual governo Temer

Entre um e outro acepipe regado a vinho fino, Temer foi servido no prato principal, acompanhado das dúvidas quanto às chances de sobreviver à segunda denúncia. Segundo vazou para a mídia, nesta segunda-feira, o assunto estava tão saboroso que chegaram a tratar dos cargos em um possível governo Maia.

‘Criminoso’

Deputados da confiança de Rodrigo Maia, presentes ao jantar, confirmaram que, na eventual gestão do deputado, o chefe do gabinete da Presidência da República, seu contraparente, Moreira Franco seria poupado da degola. Permaneceria no governo, com foro privilegiado — para não cair na Vara Federal do juiz Sérgio Moro — mas distante do Planalto.

O presidente da Câmara confirmou sua presença no jantar, oferecido pela senadora Kátia Abreu. Negou, porém, que a formação de um novo governo.

— Recomposição (do governo) não tratamos. (Falamos sobre o) jogo do Botafogo — disse o torcedor do alvinegro carioca. Este também foi a alcunha com a qual foi citado na lista dos políticos que receberam propina da Construtora Norberto Odebrecht.

Não pode chegar em melhor hora, para Maia, a gafe do advogado de Temer. O compasso foi perfeito para que o sucessor do substituto de Dilma Rousseff (PT) não economizasse nas críticas ao possível sucedido. Maia disse que se sentiu agredido por Carnelós, depois que o advogado classificou a divulgação do depoimento de Lúcio Funaro era “criminoso”.

Incompetência

Em nota, o advogado afirmou ser “evidente que o criminoso vazamento foi produzido por quem pretende insistir na criação de grave crise política no país”. Acontece que os vídeos foram publicados no site da Câmara, com a autorização de Maia.

— Não estavam sob sigilo — alegou o presidente da Câmara.

Nesta segunda-feira, após alertado para a repercussão da nota, o advogado negou saber que os vídeos estão disponíveis site da Câmara. Na tentativa de reduzir o dano causado, ressaltou que “jamais quis imputar crime a Rodrigo Maia”. Disse isso depois que Maia o chamou de “incompetente e irresponsável”. Na mesma linha, avisou que Carnelós será “processado pelos servidores da Câmara”. Maia também não poupou Temer:

— Uma pena o presidente do Brasil constituir este advogado na sua defesa. Incompetência é pouco pra justificar as agressões do advogado. A defesa do presidente recebeu todos os documentos. Nunca imaginei ser agredido pelo advogado do presidente Temer. Depois de tudo que eu fiz, esta agressão não faz sentido. Daqui para frente vou, exclusivamente, cumprir meu papel institucional, presidir a sessão.

Liberado

Temer anda tão desmoralizado no país que ser chamado de “capitão do golpe” e chefe da “quadrilha do PMDB” não significa um atentado contra sua honra. Nesta segunda-feira, o presidenciável do PDT, ex-ministro Ciro Gomes, foi absolvido na Justiça Federal, em Brasília, da acusação de ter atentado contra sua dignidade ao tê-lo chamado de quadrilheiro. O juízo entendeu que Ciro dirigiu críticas a um adversário no momento em que a política está conturbada.

Tão conturbada quanto a vida de um dos principais aliados do peemedebista. Ainda nesta manhã, a Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação na Câmara dos Deputados. A ação ocorreu a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e tem como alvo o gabinete do deputado Lúcio Vieira Lima. Trata-se do irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima, atualmente encontrado no Presídio da Papuda.

Lavagem de dinheiro

As buscas ocorreram como parte da investigação ligada a R$ 51 milhões. A fortuna foi encontrada pelas autoridades num apartamento, em Salvador, ligado ao político. Geddel foi preso em julho, após a PF fazer a maior apreensão de dinheiro em espécie da história.

O imóvel em que o dinheiro foi encontrado teria sido emprestado a Lúcio e era usado por Geddel. Em setembro, por haver indícios do envolvimento do deputado, que tem foro privilegiado, as investigações foram remetidas ao Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão foi do juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília. Segundo decidiu, “não se pode excluir de plano a participação de Lúcio Vieira Lima no ilícito de lavagem de dinheiro”.

Geddel é investigado na Operação Cui Bono, que apura desvios de recursos na Caixa Econômica Federal. A primeira fase, deflagrada em 13 de janeiro deste ano; investigou um esquema de fraude na liberação de créditos no período entre 2011 e 2013. De acordo com a investigação, entre março de 2011 e dezembro de 2013, a vice-presidência de pessoa jurídica da instituição era ocupada por Geddel Vieira Lima.

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Reação da 'querida' promotora faz Requião propor revisão do tratamento de 'doutor'

14 de Setembro de 2017, 20:21, por Redação ParanáBlogs

A querida nervosinha Por conta do incidente envolvendo ontem, em Curitiba, Luís Inácio Lula da Silva e uma promotora da Lava Jato, durante depoimento do ex-presidente, o senador Roberto Requião anunciou nesta quinta-feira, 14, no plenário, que vai propor a eliminação do tratamento cerimonioso para as autoridades, preservando apenas os clássicos “senhora” e “senhor”, comum em grande parte dos países.

 Ouça o senador.

Fonte: http://www.robertorequiao.com.br/requiao-desafia-mp-e-judiciario-a-investigar-tambem-os-bancos/



É tudo culpa de 2013?

11 de Julho de 2017, 23:00, por Bertoni - 0sem comentários ainda

É lugar comum nas análises atuais dizer que a desgraça pela qual passa o Brasil é culpa das manifestações de 2013. Não há dúvidas que as mesmas tiveram um papel nisso tudo e parte delas contaram inclusive com financiamento interno e externo do grande capital. Porém, é preciso analisar o que tornou, ao longo de décadas, possível que 2013 tivesse lugar da forma como aconteceu.

Arte povo trabalhador

No artigo Ciberguerra potencializa guerra informacional analisamos o roteiro usado nas chamadas revoluções coloridas ou primaveras disso ou daquilo que aconteceram no planeta desde o início da década de 2010.

Obviamente as condições que permitiram a aplicação do roteiro variaram de acordo com o momento histórico de cada país, mas regra geral, estas condições foram sendo criadas ao longo das últimas 3 décadas com maior ou menor intensidade segundo o momento histórico e o estágio de desenvolvimento político, econômico e social vivido por cada um deles. Não se trata aqui de debater qualitativamente o desenvolvimento de cada país, mas entender que os países se desenvolvem em ritmos diferentes.

Mas como o objetivo deste artigo é tentar entender como as manifestações de 2013 foram possíveis no Brasil precisamos olhar o que aconteceu em nosso país e no mundo nas últimas 3 décadas.

O processo que levou a derrota do projeto de governo petista de inclusão social e redução da pobreza não teve início em 2014, nem em 2013, nem 2010 e muito menos em 2002.

Por paradoxal que possa parecer, este processo teve início em meados de 1980, quando o movimento sindical e o PT viviam um momento de ascendência. Crescíam vertiginosamente, com uma proposta popular e socialista quando o mundo soviético a rejeitava ferozmente.

No Brasil e no Mundo daquela época acontecem alguns movimentos importantes que podem indicar porque chegamos ao que chegamos:

  • O trabalho como conceito moral, como valor social, é sistematicamente desqualificado, criando a ideia de quem trabalha é otário;
  • A Igreja Católica da Teologia da Libertação é dizimada pelo anti-comunista papa polonês (Józef Wojtyła) e seu buldog alemão (Natzinger);
  • A Teologia da Prosperidade (dos neopentecostais) cresce e leva os católicos a pregar a renovação carismática e uma guinada à direita;
  • O movimento sindical tira o pé do acelerador e começa a deixar o trabalho de base de lado em nome de uma possível eleição de Lula, processo que fica cada vez mais forte depois da quase vitória em 1989;
  • O neoliberalismo ganha força no mundo todo (inclusive na URSS), cuja derrubada do Muro de Berlim foi o símbolo maior;
  • A esquerda mundial entra numa crise de criatividade sem precedentes;
  • A socialdemocracia europeia rende-se ao neoliberalismo e, por vezes, é mais radical em sua implantação que os próprios direitistas;
  • A esquerda que sempre teve um papel importante no imaginário das pessoas e forte influência na área cultural, perde o espaço para a direita;
  • Direitos Humanos e o Humanismo são ridicularizados. O deus mercado e o lucro fácil tomam contam de corações e mentes das mais distintas classes sociais;
  • A utopia cede espaço ao pragmatismo, que na prática se traduz em vantagens pessoais de curto prazo colocadas acima dos objetivos históricos coletivos de longo prazo;
  • O fim do modelo soviético fortalece o dogma ideológico difundido pelos capitalistas de que não há alternativas ao capitalismo e que, portanto, a saída que nos resta é melhorar a situação econômica dos mais pobres e, com isso, garantir seu apoio aos programas de governos progressistas;
  • Passa-se a tolir todo e qualquer debate que possa levar a um crítica ao capitalismo e desqualifica-se àqueles que lembram que a Luta de Classes não terminou com o fim da URSS.

Por outro lado, os problemas e as mazelas no Brasil eram e são tão profundos que até mesmo pequenas reformas e alguns programas sociais teriam um efeito enorme sobre toda a sociedade, conforme pudemos notar nos anos de governos petistas. Isso gerou a atual onda de fúria e ódio da CasaGrande que culminou no impedimento de Dilma em 2016 e nos ferozes ataques, que ocorrem desde a instauração do governo golpista e cleptocrata de Michel Temer e seus tucanos, aos direitos sociais e trabalhistas duramente conquistado ao longo de décadas de lutas de brasileiros e brasileiras.

É claro que em 13 anos de governos petistas não se conseguiria substituir toda uma estrutura socio-político-econômica cuidadosamente montada em 502 anos de domínio pleno da Casagrande. Esta tarefa se tornou ainda mais difícil ao deixarmos de fazer trabalho de conscientização e organização de base, coisas, aliás, que fizemos muito bem no final dos anos 1970, começo dos anos 1980.

Contudo, um dos maiores erros cometidos por parte da esquerda foi acreditar que a tomada do poder político (ganhar o governo) facilitaria o processo de transformação econômica. A história já demonstrou que aqueles que conquistam o poder político, sem ter o poder econômico, acabam transformados em servos do último e, nos casos onde não se submetem aos pesados interesses econômicos, são expulsos do poder político por movimentos mais atrasados e piores para os Trabalhadores, piores até que os derrotados pela esquerda no período anterior.

Para evitar este desastre socio-político é preciso que existam na sociedade forças extremamente organizadas a partir da base e preparadas para fazer com que a economia funcione, capaz de gerar riquezas, segundo novas condições. Em outras palavras é preciso construir poder econômico, tendo os Trabalhadores não só a frente deste processo, mas sujeito dos mesmos. (Escrevemos este parágrafo em 2007, publicado na apresentação do livro Concepção Anarquista de Sindicalismo de autoria de Neno Vasco, o anarco-sindicalista português que traduziu para a língua pátria os versos de A Internacional.)

Eis aqui uma das chaves para entender porque 2013 foi possível. Além de não se ter investido na formação de poder econômico próprio, controlado pelos trabalhadores e apontando para uma nova forma de organização política, social e econômica, não conseguimos fazer frente ao massivo ataque ideológico direitista de endeusamento do mercado e das liberdades para o capital porque deixou-se de fazer trabalho de base e estar junto com o povo, ouvindo-o e construindo coletivamente com ele as soluções possíveis, assim como lançando as bases para a construção da alternativa desejada e compartilhada por todos.

Então, 2013, foi possível não só pela organização da direita, mas também pela desorganização e desmobilização da esquerda, da qual, uma parte, se contentou com os programas de governo que podia implantar a partir dos palácios do governo e, outra parte, se meteu num radicalismo acadêmico distante do povo.

Certamente, poderíamos nos comunicar melhor com o povo e não deixar que seu imaginário fosse conquistado pelos fundamentalistas de mercado e seu braço neopentecostal. Resta saber se teremos capacidade para avaliar todo este processo, fazer autocrítica, aprender com os próprios erros, reconquistar o imaginário das pessoas e avançar.

Ficar na análise fácil de que tudo é culpa das manifestações de 2013, certamente não nos ajudará a entender nada.



Defesa de Lula poderá gravar todo interrogatório, queira Moro ou não

9 de Maio de 2017, 14:17, por Jornal Correio do Brasil

Novo Código do Processo Civil garante à defesa do ex-presidente Lula o registro em áudio e imagens do depoimento ao juízo, no Paraná

 

Por Redação – de Brasília e Curitiba

 

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que apelou na noite passada contra a decisão do juiz Sérgio Moro de proibir a gravação do depoimento ao juízo, se quiser, poderá registrar o interrogatório. Com ou sem a concordância do magistrado que coordena a Operação Lava Jato.

O juiz federal Sérgio Moro aceitou nesta segunda-feira mais uma denúncia da força-tarefa da Operacão Lava Jato contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

O juiz federal Sérgio Moro comandará o interrogatório ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

A Frente Brasil de Juristas pela Democracia (FBJD), em nota divulgada na manhã desta terça-feira, cita o quinto e o sexto parágrafos do Artigo 367 do Código do Processo Civil para amparar tal decisão:

“Novo Código do Processo Civil, Art. 367, § 5º A audiência poderá ser integralmente gravada em imagem e em áudio, em meio digital ou analógico, desde que assegure o rápido acesso das partes e dos órgãos julgadores, observada a legislação específica. § 6º A gravação a que se refere o § 5º também pode ser realizada diretamente por qualquer das partes, independentemente de autorização judicial”.

Leia, adiante, a nota da FBJD:

A Frente Brasil de Juristas pela Democracia (FBJD) intransigente na defesa do Estado Democrático de Direito e reiterando preocupação com o resguardo do “justo processo” para todos e, em especial, para o ex Presidente Lula no âmbito da Operação Lava Jato, vem a público ALERTAR sobre a necessidade de que a gravação do depoimento remarcado para o dia 10/05 seja ampla de modo a proteger a defesa e não frustrar o propósito legal de dar a conhecer a totalidade da dinâmica da audiência, formada por acusação, defesa e juízo. 

A forma pela qual as gravações têm sido feitas, centrando o registro apenas na imagem fixa e nas respostas do depoente, somando-se aos vazamentos seletivos, fere o sentido da prerrogativa legal do registro fidedigno e pode dar azo a alegações de cerceamento de defesa.

O registro audiovisual dos atos processuais de forma ampla, irrestrita, capaz de transmitir o momento da audiência na sua totalidade, é garantia para ampla defesa e contraditório, com o fim de evitar que as audiências sejam instrumento de abuso contra o próprio acusado em posição vulnerável, maculando o rito processual e o sentido de justiça.

Exceção

Na noite passada, horas depois de negar o pedido da defesa de gravar de forma independente o interrogatório de Lula, o juiz Sergio Moro permitiu que os advogados do ex-presidente gravassem o áudio do depoimento do ex-presidente da UTC Ricardo Pessoa. O executivo foi ouvido durante a tarde como testemunha de acusação do Ministério Público Federal (MPF) em um dos processos contra Lula na Justiça Federal de Curitiba. Desta feita, envolvendo a compra de um terreno para a construção de uma nova sede do Instituto Lula.

No início do depoimento, um dos advogados de Lula pede para gravar o depoimento.

— Vossa Excelência disse que a audiência está sendo gravada em áudio, então a defesa do ex-presidente Lula, com base no artigo 367, parágrafo sexto do Código de Processo Civil, gostaria de fazer o registro da audiência, comunicar a Vossa Excelência que com base na autorização legal, gostaria de fazer o registro da audiência — disse.

— O áudio? — pergunta Moro.

— Quando for em áudio apenas, em áudio. Se for em áudio e vídeo, é o que diz a lei, que assegura não só à parte, como é uma prerrogativa do advogado fazer esse registro. A própria OAB do Paraná encaminhou à Vossa Excelência uma manifestação nesse sentido — responde o advogado.

— Certo. Aqui tem uma lei especial que é a 12.850, que protege a imagem daqueles que fizeram colaboração. E ela é especial em relação a essa disposição. Então em relação aos depoimentos de pessoas que fizeram colaboração ou leniência fica indeferido qualquer registro de imagem — rebate Moro.

— Eu disse quando houver registro de imagem. Aí a defesa também gostaria de fazer o registro de imagem — comentou o advogado.

Moro interrompe

Ele foi foi interrompido por Moro:

— Quando houver o interesse da defesa de filmar, faça o requerimento concreto. Eu não decido em abstrato, certo?

— Por ora eu estou, por lealdade, comunicando o registro em áudio — rebateu o advogado.

— Certo, registro em áudio não tem problema — concordou Moro.

A decisão difere, pelo menos em parte, da proferida naquela manhã. Moro negou à defesa de Lula a possibilidade de gravar o interrogatório. O processo envolve o tríplex no Guarujá.

Moro alega que negou o pedido por ver risco de que o material seja usado com fins político-partidários. A entrada de telefones celulares na sala de audiência foi igualmente proibida para evitar gravações clandestinas.

A defesa de Lula recorreu da decisão do magistrado.

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