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Política

25 de Fevereiro de 2014, 16:14 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.
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Artigo esclarecedor: Governos do PT foram de capitalismo puro, embora um pouco mais civilizado

7 de Janeiro de 2019, 21:43, por Desconhecido

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Foto: políticos de extrema direita com a mesma estratégia discursiva, Hitler, Trump e Bolsonaro.

Autor: Sandro Ari Andrade de Miranda, advogado e pesquisador

Obama comunista? Brasil socialista? A pequena ilha de Cuba ameaçando a maior potência militar do Planeta? Venezuela invadir o Brasil pela Amazônia? Tais comentários são tão absurdos que não sobrevivem a qualquer análise mais séria das informações. Mas por que elas existem?

A fala recente do Presidente empossado Jair Bolsonaro (PSL/RJ), afirmando que “o Brasil nunca mais será um país socialista” é sabidamente uma mentira histórica. Assim como Obama nunca foi um comunista, o próprio Partido dos Trabalhadores sempre executou políticas próximas à da social democracia. Em termos reais, o Governo estadunidense de Barack Obama seguiu uma linha política social-liberal, ao estilo da terceira via europeia da década de 1990. O programa de seguro-saúde defendido como modelo universal pelo ex-presidente norte-americano, encontrou fortes resistências dentro de um parlamento conservador e acabou sendo implementado de forma mitigada. Se comparado aos modelos públicos universais do Reino Unido, França, Alemanha e países nórdicos, não é nada.

Já o governo petista, no Brasil, com a ressalva de algumas políticas identitárias, esteve longe até das sociais-democracias europeias clássicas, como a Sueca e a Dinamarquesa, por exemplo. O que nós observamos foi a execução de um modelo “desenvolmentista-neokeynesiano”, com forte preocupação no investimento público na infraestrutura, na expansão dos serviços, elevação dos patamares educacionais (este o segmento que mais se aproximou de modelos europeus), tendo o consumo interno e a estabilidade monetária como balanças de controle. Ou seja, capitalismo no seu sentido puro, embora muito mais civilizado e inclusivo do que a tragédia imposta pelo receituário neoliberal de Michel Temer (MDB/SP).

A verdade é que o discurso de ignorância radicalizada da extrema-direita esconde dois grandes pontos chaves da sua estratégia: impor políticas agressivas e violentas nos campos econômico e de segurança e esconder o seu despreparo técnico para enfrentar a complexidade de um mundo não mais dividido pela bipolaridade leste-oeste das décadas de 1960-1970. A Globalização, tão criticada pelo Chanceler Ernesto Araújo, é tão capitalista quanto o dólar e um big-mac, mas a disputa de mercados no mundo atual exige conhecimento, estratégia e maleabilidade que são impossíveis para um obscuro diplomata que passou anos escondido nas sátiras dos corredores do Itamaraty.

Além disso, a busca de culpados pelos fracassos previsíveis de um modelo político e econômico excêntrico, perverso e escandalosamente equivocado serve de justificativa para um eventual arrefecimento da repressão política.

Nunca se falou tanto em comunismo no Brasil e nos Estados Unidos desde a queda do Muro de Berlim na década de 1990. Muro, aliás, que domina os discursos de ódio proferidos por Trump para esconder os escândalos financeiros e de corrupção que cercam o seu governo, fortemente ameaçado por impeachment. A linha discursiva de ódio é repetida em outros países comandados pela extrema-direita, como a Hungria de Victor Orbán contra os imigrantes, o Brexit Britânico contra os “continentais” e a direita italiana contra os refugiados ambientais da África. Em todos esses países o discuso de ódio ajuda a esconder fatos como, por exemplo, que Brexit representará um recuo de mais de 9% no PIB britânico nos próximos 5 anos.

Outro aspecto importante é que a criação de adversários fictícios sempre foi uma estratégia da extrema-direita para manter privilégios das elites ou fortalecer medidas de austeridade e de exclusão social. A América Latina nunca foi ameaçada por uma invasão comunista. A Revolução Cubana foi uma rebelião contra o colonialismo norte-americano no país e acabou iludindo até seus líderes quanto à expansão no continente. A Alemanha nunca sofreu ameaça dos judeus e quando Hitler subiu ao poder o partido comunista encontrava-se enfraquecido pelo assassinato de líderes importante como Rosa Luxemburgo e Karl Liebknecht, além do envelhecimento das principais lideranças do partido social-democrata.

O ranço direitista tem outros objetivos: manter um debate binário e maniqueísta ente o bem e o malesconder os reais problemas que afetam o paísfugir da discussão econômicaesconder a corrupção (sim, ela nunca esteve tão presente) e impor um perverso sistema de exclusão social. Além disso, resta apenas um vazio patético de quem chegou ao poder defendendo bandeiras ridículas como o projeto “escola sem partido”. A direita, como sempre, atuando como agente político, é uma mera representação de alienação extrema com preconceito, mais nada. O problema é que as suas piadas intencionais sempre viram tragédias.



Críticas de Ciro ao PT causam desconforto em parcela da esquerda

7 de Janeiro de 2019, 21:37, por Desconhecido

De volta ao campo de batalha eleitoral, Gomes assume que manterá seu nome à sucessão do presidente Jair Bolsonaro (PSL), a quem promete fazer oposição.

 

Por Redação – de São Paulo

 

A entrevista do candidato pedetista Ciro Gomes, derrotado no primeiro turno das últimas eleições presidenciais ao diário conservador espanhol El País, em sua edição para o Brasil, gerou mal estar em setores da esquerda nacional. Ao desferir violentos ataques ao Partido dos Trabalhadores (PT), na conversa com o jornalista Florestan Fernandes, o ex-governador do Estado do Ceará volta a se apresentar como oposição “pós-PT”.

Ciro resolveu se ausentar do país, a duas semanas das eleições, "para cuidar da saúde", segundo assessoresCiro resolveu se ausentar do país, a duas semanas das eleições, “para cuidar da saúde”, segundo assessores

— O PT já foi. Agora eles encontraram alguém que tem coragem de encará-los. Eu sou pós PT — profetiza.

De volta ao campo de batalha eleitoral, Gomes assume que manterá seu nome à sucessão do presidente Jair Bolsonaro (PSL), a quem promete fazer oposição. Embora acredite que ainda é cedo para falar em sucessão presidencial, o pedetista acredita ser necessária a construção de alternativa ao PT, que ele classifica de um “partido corrupto” e “quadrilha”.

Lula preso

Ainda assim, diante da dúvida sobre integrar uma frente de oposição ao novo governo, com a presença do PT, o político cearense diz:

— Acho que sim. Nosso inimigo não é o PT.

Adiante, no entanto, deixa clara sua opinião sobre a legenda.

— Agora, nós precisamos não nos comprometer. Estou falando sob o ponto de vista histórico. Precisamos dar ao jovem brasileiro uma plataforma em que ele não precise de um salvador da pátria, de um guru, de um líder carismático que, preso, de dentro da cadeia, fica mandando recado. Isso é o fundo do poço — afirmou.

Mas coloca panos quentes para, em seguida, voltar à carga:

— Não quer dizer que a gente abandone o Lula. A questão central do país não pode ser identitarista ou o salve Lula. Enquanto a agenda for esta, estamos fazendo exatamente o que o Bolsonaro quer que a gente faça. Ele não ganharia em hipótese nenhuma no Brasil que eu conheço se não fosse o antipetismo que o petismo cevou.

Burocracia

Ciro volta, ainda, à questão da propina distribuída aos principais líderes petistas:

— O Palocci é réu confesso. E não é um petista periférico. Foi o homem que Lula escolheu para comandar a economia do Brasil por 8 anos e a Dilma escolheu para comandar o governo. O Levy foi escolhido pela Dilma. O Michel Temer foi escolhido pelo Lula. Se a gente ficar alisando essas coisas pela dor que tem do Lula estar onde está, não vamos pensar na questão brasileira.

O ex-governador cearense atira também nas últimas decisões da legenda adversária.

— Cabe a oposição vigiar, cobrar. O que faz a burocracia do PT? Se retira da posse. Ora, quando o Aécio Neves nega o reconhecimento do sucesso eleitoral da Dilma, começa a plataforma do golpe. E o PT soube denunciar isso. Como é que se explica agora para o povo brasileiro que um adversário nosso, por mais deplorável que seja, não é reconhecido como vitorioso? — questiona.

Pesquisas

Ciro Gomes, no entanto, admite que integrou os governos de Lula e Dilma.

— Eu fiz parte do primeiro mandato do governo Lula. Quando eles começaram a errar eu não aceitei mais ser ministro. Eu votei na Dilma contra todas as contradições, porque o outro lado era o PSDB e o Aécio, que eu sabia quem era. O que fiz desta vez? Disse: campanha pra eles eu não faço mais. Votei no Haddad como cidadão, mas não voto mais nesta burocracia do PT. Não faço campanha com eles nunca mais. De lá pra cá eles se corromperam. Essa é a triste, dura e sofrida realidade. Apodreceram. Tomaram gosto pelas benesses do poder — afirma.

E não faltaram críticas diretas à presidenta deposta.

— Lá atrás, a Dilma era uma pessoa sem nenhum treinamento, sem nenhuma vivência, nunca disputou uma eleição. E o Lula, aproveitando a justa popularidade que tinha, resolveu impor a Dilma contra todos nós. Estávamos eu, com predileção nas pesquisas, Eduardo Campos… E o PT não tinha nenhum quadro. E ele escolheu uma pessoa que nem tradicionalmente do PT era. Por que? Pra mandar — acrescenta.

Recursos

Lula também não escapa às críticas. Segundo o ex-candidato pedetista, mentiu para os brasileiros.

— Todas as pedras do caminho sabiam que Lula não podia ser candidato pela lei da ficha limpa. E eles impõem a candidatura do Lula, mentem para a população brasileira explorando a boa fé do nosso povo mais pobre para comovê-lo até o limite da eleição e botar uma pessoa sem autoridade — assinalou.

Segundo Ciro Gomes, Lula sequer é prisioneiro político, mas um preso comum.

— (Lula) é preso comum. Se Lula fosse um preso político, não tinha que recorrer aos tribunais. Lula não é condenado pelo Sérgio Moro, que eu sempre critiquei. É condenado por unanimidade pelo Tribunal Regional Federal. Tentou diversos recursos no STJ e STF. Portanto, por definição, é um preso comum. Mas se ele entende que é um preso político, não podia estar recorrendo às instâncias formais. Eu acho a sentença que o condenou frágil. Mas isso não o transforma num preso político, porque ele aceitou a dinâmica — observa.

Ataques violentos

Para o jornalista Breno Altman, que integra o PT, “suas declarações baseiam-se em ataques violentos ao Partido dos Trabalhadores”. Assim, afirma Altman em seu blog, Ciro “se alinha ao discurso da extrema-direita ao caracterizar o PT como uma quadrilha corrupta”.

Altman chama de “nefasta” a posição anti-petista de Ciro.

“Só atende aos interesses de Bolsonaro. Ciro divide a oposição contra o governo, busca isolar o PT e cria uma celeuma no campo progressista”, escreveu.

Altman acredita que Ciro visa o fim do PT, como forma de ser a alternativa eleitoral à legenda.

“Esse cálculo é errado, sua postura está gerando um ódio do eleitorado petista ao seu papel. Ciro Gomes está cumprindo o destino que ele próprio se traçou: Não perde uma chance de perder uma chance” , conclui.



Governador Rui Costa é alvo de armadilha da mídia conservadora

7 de Janeiro de 2019, 21:37, por Desconhecido

Rui Costa afirmou, ainda, que vai “fiscalizar para que o Estado da Bahia e o Nordeste não sejam prejudicados”. E deixou claro que é contra o discurso de que a liberação da posse de armas de fogo, proposta por Bolsonaro, vá contribuir para a redução da violência.

 

Por Redação – de Salvador

 

Governador da Bahia, em seu segundo mandato, o petista Rui Costa foi alvo de uma armadilha do diário conservador O Estado de S. Paulo, um dos principais porta-vozes da ultradireita no país. Ao declarar, de forma institucional, que iria colaborar com o presidente da República, teve as palavras colocadas em um contexto “absolutamente subalterno”, comentou com a reportagem do Correio do Brasil um de seus principais assessores.

Rui Costa, com seu antecessor, Jacques Wagner, ao fundo, foi reeleito para o governo da BahiaRui Costa, com seu antecessor, Jacques Wagner, ao fundo, foi reeleito para o governo da Bahia

— O governador disse que torce a favor do Brasil e pretende ajudar o presidente da República, fosse ele quem fosse, a fazer o melhor para o povo brasileiro. Mas essas palavras foram colocadas fora de contexto, em mais uma armadilha da mídia conservadora contra um governo do PT — afirmou.

Federação

De fato, a simpatia de Rui Costa ao atual presidente não é das mais efusivas. Ao tomar conhecimento de que Jair Bolsonaro (PSL), na semana passada, havia sugerido que os governadores do Nordeste deveriam evitar qualquer pedido à União, uma vez que eles teriam se negado a mudar o retrato do presidente da República em seus gabinetes, Rui Costa disse que prefere governar e deixar que o povo avalie cada governo.

— É o segundo dia. Ele já está preocupado com isso? — afirmou, acrescentando que o importante é “construir uma federação forte”.

Diabético

Costa afirmou, ainda, que vai “fiscalizar para que o Estado da Bahia e o Nordeste não sejam prejudicados”. E deixou claro que é contra o discurso de que a liberação da posse de armas de fogo, proposta por Bolsonaro, vá contribuir para a redução da violência.

— Discordo que num país em que 60 mil jovens morrem por ano que a distribuição de armas vai resolver a questão da violência. Distribuir armas para a população é como dar açúcar para adoçar a boca de um diabético — concluiu o governador.



Muita segurança e público mínimo marcam a posse do novo regime

1 de Janeiro de 2019, 20:45, por Desconhecido

Vitorioso na campanha presidencial mais polarizada da história, Bolsonaro também terá de enfrentar um rombo fiscal que já dura cinco anos e um cenário econômico que conta com 12 milhões de desempregados.

 

Por Redação – de Brasília

Jair Bolsonaro (PSL) tomou posse nesta terça-feira sob um esquema de segurança sem precedentes para este tipo de evento e com a promessa de um governo que quebre paradigmas que vão desde o modelo de negociação com o Congresso até a forma de comunicação com a sociedade. Em contrapartida, o público presente foi um dos menores das últimas festividades semelhantes.

Nuvens rondavam o Palácio do Planalto, momentos antes da posse de Jair BolsonaroNuvens rondavam o Palácio do Planalto, momentos antes da posse de Jair Bolsonaro

Vitorioso na campanha presidencial mais polarizada da história, Bolsonaro também terá de enfrentar um rombo fiscal que já dura cinco anos e um cenário econômico que conta com 12 milhões de desempregados e a necessidade de reformas como a da Previdência.

“Pais maluco: festa na rua para um presidente preso injustamente em Curitiba. Bombas e metralhadoras para proteger um usurpador em Brasília. Nem o mais terrível pesadelo poderia prever uma situação como essa”, disse o jornalista e professor Laurindo Leal Lalo Filho, em comentário em uma rede social.

Segurança

Bolsonaro, com 63 anos, tomou posse às 15h, em cerimônia no Congresso ao lado do general Hamilton Mourão, atual vice-presidente da República. Até o início da tarde, ainda não havia movimentação no Congresso, exceto a de jornalistas. Depois da posse no Parlamento, Bolsonaro irá ao Palácio do Planalto onde receberá a faixa presidencial do atual presidente Michel Temer (PMDB).

Em meio ao forte esquema de segurança que cerca a posse, ocorreu o tradicional desfile em carro aberto dos presidentes recém-empossado.

Diante de supostas ameaças ao presidente empossado, nas palavras do ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sergio Etchegoyen, foi feito um número maior de bloqueios do que em posses anteriores para quem se arriscou a acompanhar a posse na Esplanada do Ministério — fechada desde o domingo — e a entrada de pessoas com bolsas e mochilas, por exemplo, está proibida.

Líderes políticos

O acesso à Esplanada, bloqueada por 80 horas sendo novamente liberada somente na quarta-feira, foi feito somente a pé e pela rodoviária de Brasília. O cerimonial convidou quatro ex-presidentes para a posse de Bolsonaro —José Sarney, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso e Dilma Rousseff—, mas somente Sarney e Collor estiveram presentes ao ato.

Os organizadores da posse também reservaram lugar de destaque no Palácio do Planalto para que os comandantes das três forças —Exército, Marinha e Aeronáutica— acompanhem a posse. Eles tomaram assento mais próximo à rampa do palácio do que os presidente da Câmara dos Deputados, do Senado e do Supremo Tribunal Federal (STF), por exemplo.

Além de simpatizantes e lideranças políticas brasileiras, também acompanharam a posse do novo presidente autoridades internacionais, como o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, representantes de dois países com que Bolsonaro deverá buscar relações estreitas.



Encenação da posse de Bolsonaro mobiliza aparato de segurança visto apenas na ditadura militar

31 de Dezembro de 2018, 11:17, por Desconhecido

A encenação envolveu as Forças Armadas, a Polícia Militar, a Força Nacional e o Corpo de Bombeiros, que ficarão a postos antes, durante e depois do evento. No dia, 3,2 mil agentes irão atuar.

 

Por Redação – de Brasília

 

Tanque diante do Palácio do Planalto e do Congresso Nacional, durante o Golpe Militar. Brasília, 1964.Tanque diante do Palácio do Planalto e do Congresso Nacional, durante o Golpe Militar. Brasília, 1964.

A dois dias da cerimônia de posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), um ensaio geral mobilizou o aparato de segurança — o maior já visto em evento semelhante, na história brasileira — na Esplanada dos Ministérios. Neste domingo, figurantes simularam o trajeto de Jair Bolsonaro e da futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro, até o Congresso, na rampa do Palácio do Planalto e no Palácio do Itamaraty.

A encenação envolveu as Forças Armadas, a Polícia Militar, a Força Nacional e o Corpo de Bombeiros, que ficarão a postos antes, durante e depois do evento. No dia, 3,2 mil agentes irão atuar. O número de militares envolvidos somente foi visto, proporcionalmente, durante o período da ditadura militar.

Sob sol forte, os atores realizaram testes de segurança nas três instalações e em toda a extensão da região central de Brasília. O teste foi feito sob forte esquema de segurança da Polícia Rodoviária Federal e fechado ao público.



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