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Política

25 de Fevereiro de 2014, 16:14 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.
Licenciado sob CC (by)

Como Chico gozou dos militares em plena ditadura

4 de Janeiro de 2018, 10:11, por segundo clichê



Carlos Motta


O Chico Buarque que volta aos palcos cariocas para, a partir de hoje dar sequência a uma turnê na qual apresenta músicas de seu último disco e outras já consagradas, não é só um gigante da arte brasileira. Nele coexistem o magistral letrista, o inspirado melodista, o cantor original, o escritor surpreendente - e um tremendo gozador.

Se não, como explicar que, em plena ditadura militar, ele tenha composto canções que zombavam do regime de uma maneira tão inteligente que os censores nem percebiam a sua intenção?

É o caso de "Apesar de Você", lançada em 1970 e só proibida no ano seguinte, apenas porque os vigilantes da moral e bons costumes foram alertados sobre a sua mensagem "subversiva" depois que o jornalista Sebastião Nery, numa entrevista, afirmou que seu filho e amigos a cantavam como se fosse o hino nacional.

Perguntado, num interrogatório, sobre quem era o "você" da letra, Chico nem pestanejou em responder: "É uma mulher muito mandona, muito autoritária."

Hoje você é quem manda
Falou, tá falado
Não tem discussão, não
A minha gente hoje anda
Falando de lado
E olhando pro chão, viu
Você que inventou esse estado
E inventou de inventar
Toda a escuridão
Você que inventou o pecado
Esqueceu-se de inventar
O perdão
Apesar de você
Amanhã há de ser
Outro dia
Eu pergunto a você
Onde vai se esconder
Da enorme euforia
Como vai proibir
Quando o galo insistir
Em cantar
Água nova brotando
E a gente se amando
Sem parar
Quando chegar o momento
Esse meu sofrimento
Vou cobrar com juros, juro
Todo esse amor reprimido
Esse grito contido
Este samba no escuro
Você que inventou a tristeza
Ora, tenha a fineza
De desinventar
Você vai pagar e é dobrado
Cada lágrima rolada
Nesse meu penar
Apesar de você
Amanhã há de ser
Outro dia
Inda pago pra ver
O jardim florescer
Qual você não queria
Você vai se amargar
Vendo o dia raiar
Sem lhe pedir licença
E eu vou morrer de rir
Que esse dia há de vir
Antes do que você pensa
Apesar de você
Amanhã há de ser
Outro dia
Você vai ter que ver
A manhã renascer
E esbanjar poesia
Como vai se explicar
Vendo o céu clarear
De repente, impunemente
Como vai abafar
Nosso coro a cantar
Na sua frente
Apesar de você
Amanhã há de ser
Outro dia
Você vai se dar mal
Etc e tal
Lá lá lá lá laiá


Depois de "Apesar de Você" a censura ficou mais vigilante em relação a Chico Buarque. O jeito que o poeta encontrou para que suas músicas fossem aprovadas foi atribuir a paternidade delas a outros compositores.

Assim nasceu a dupla Julinho de Adelaide e Leonel Paiva, "autora" de "Jorge Maravilha", sucesso em 1973, que só foi liberada porque Chico inseriu a letra entre versos que ficaram de fora da gravação. 

O Brasil inteiro cantou a música e todos, menos os censores, pensavam que ela era uma tremenda gozação ao ditador de plantão, o general Ernesto Geisel, embora Chico negasse isso: "Aconteceu de eu ser detido por agentes de segurança, e no elevador o cara pedir autógrafo para a filha dele. Claro que não era o delegado, mas aquele contínuo de delegado", disse em uma entrevista. 


E nada como um tempo após um contratempo

Pro meu coração

E não vale a pena ficar, apenas ficar
Chorando, resmungando, até quando, não, não, não
E como já dizia Jorge Maravilha
Prenhe de razão
Mais vale uma filha na mão
Do que dois pais voando
Você não gosta de mim, mas sua filha gosta
Você não gosta de mim, mas sua filha gosta
Ela gosta do tango, do dengo
Do mengo, domingos e de costa
Ela pega e me pisca, belisca, petisca
Me arrisca e me enrosca
Você não gosta de mim, mas sua filha gosta
Você não gosta de mim, mas sua filha gosta
E nada como um dia após o outro dia
Pro meu coração
E não vale a pena ficar, apenas ficar
Chorando, resmungando até quando, não, não, não
E como já dizia Jorge Maravilha
Prenhe de razão
Mais vale uma filha na mão do que dois pais sobrevoando

 


O Brasil de hoje é um campo fértil para que os artistas liberem toda a sua criatividade. Pena que haja tão poucos com a capacidade que um Chico Buarque tinha de transformar a vida miserável que a ditadura proporcionava aos brasileiros em obras de arte imortais.



Esquerda da Ciranda ou a volta dos que nunca foram

30 de Dezembro de 2017, 9:52, por DIMAS ROQUE

Ali no Leblon/Ipanema ou nos Jardins sempre surgem umas figuras que reforçam um estereótipo de uma esquerda que não sabe o que é a luta de classes. 

Por Arnóbio Rocha

 
Alguns leram orelhas e citações do Kapital, decoram trechos de Lênin e se identificam com a rebeldia antiburocacia de Trotsky. É o máximo de radicalismo que se permitem.
 
A maioria se orienta pelo medo de desagradar a Globo ou a Folha de São Paulo, incapazes de enfrentar uma conjuntura adversa, preferem as críticas moralistas para não criar problemas com a mídia e classe média. 
 
Gabeira no passado, que se apresentava como o gênio do sequestro do embaixador e ao mesmo tempo a "voz da consciência" da autocrítica, uma síntese em si mesmo. 
 
Agora temos Freixo, a maior liderança do Psol que teve como feito espetacular de ir ao 2° turno do RJ, ao mesmo tempo recusou apoio militante de Lula em seu palanque, uma concessão direta à Globo e ao seu público classe média. Claro que tomou uma porrada do  bispo reaça nos setores mais pobres da cidade, não por mero acaso.
 
Freixo se revela também uma espécie de Gabeira, bem piorado (ainda resta respeito pelo que fez na ditadura). Pois Bem, o articulado deputado das reuniões na casa de Paula Lavínia, se apresenta como o "criador" de Boulos Presidente (um delírio). Um colosso. 
 
Óbvio que figuras populares surgem na luta, no enfrentamento, dos de baixo, como um Freixo da vida se mostra o criador? Figuras como Lula, bem mais que Boulos por sua origem de classe, não são criação de um vaidoso qualquer, mas frutos da luta de classes.
 
Vou repetir e, podem me cobrar, em pouco tempo teremos a confirmação de um tipo comum na esquerda:
 
O  traidor esclarecido.


Direita produz caos para impor sua política

21 de Dezembro de 2017, 11:26, por Altamiro Borges

Por Reginaldo Moraes, no site Brasil Debate:

Faz alguns anos, a escritora canadense Naomi Klein publicou um livro de grande interesse para entendermos o tempo em que vivemos. Chama-se A Doutrina do Choque. O livro mostra em detalhes várias situações em que um mesmo modo de operar foi utilizado por forças reacionárias para impor “ajustes” que os cidadãos rejeitariam em condições normais. O modo de operar é aproveitar ou criar um clima de choque.

Ela diz que esse é o “método preferencial para promover os objetivos das corporações: aproveitar os momentos de trauma coletivo e implementar uma engenharia social e econômica radical.”

Ela compara essa técnica – utilizada para forçar multidões, comunidades, países inteiros – com a técnica de submissão aplicada aos prisioneiros, torturados para fornecer informação aos “serviços de segurança”. São técnicas desenvolvidas durante décadas por equipes de “pesquisadores da tortura”, ligados a organizações criminosas de estado, como a CIA americana e a polícia secreta israelense.

É muito útil para nós, neste momento, ouvirmos a palavra de Klein:

A tortura, ou “interrogatório coercitivo” no linguajar da CIA, é um conjunto de técnicas destinadas a colocar os prisioneiros em estado de profunda desorientação e choque, de modo a obrigá-los a fazer concessões contra a própria vontade. A lógica que norteia os procedimentos foi elaborada em dois manuais da CIA que se tornaram públicos na década de 1990. Neles, está explicado que o melhor modo de quebrar as “resistências” é promover rupturas violentas entre o prisioneiro e a sua habilidade para compreender o mundo à sua volta. (36) Em primeiro lugar, privando-o de qualquer tipo de contato (utilizando capuz, tapa-ouvidos, algemas, total isolamento), e depois bombardeando seu corpo com estímulos exagerados (luz estroboscópica, música estridente, pancadas, eletrochoque). O objetivo desse estágio “suave” é provocar uma espécie de furacão dentro da mente: prisioneiros ficam tão regredidos e assustados que perdem a capacidade de pensar racionalmente e proteger os próprios interesses. É nesse estado de choque que a maioria dá aos interrogadores aquilo que estão querendo – informação, confissão, renúncia a crenças anteriores.
E ela esclarece: aquilo que funciona com esse indivíduo preso funciona também quando aplicado a coletivos, a grandes comunidades, como se elas também estivessem aprisionadas e submetidas a tratamento de interrogatório forçado:

Como o preso aterrorizado que entrega os nomes de seus companheiros e renuncia à própria fé, as sociedades em estado de choque frequentemente desistem de coisas que em outras situações teriam defendido com toda a força.

A doutrina do choque imita esse processo de forma meticulosa, procurando atingir numa escala maciça o que a tortura faz individualmente nas celas de interrogatório.

Em 1996, um documento da defesa americana já resumia essa técnica, utilizada em invasões, sabotagens e processos através dos quais o governo americano, diretamente ou através de forças manipuladas, tentava impor suas metas a outros países:

“Domínio significa a capacidade de afetar e dominar a vontade do adversário, tanto física como psicologicamente. Domínio físico inclui a capacidade de destruir, desarmar, perturbar, neutralizar e tornar impotente. Dominação psicológica, a capacidade de destruir, derrotar e castrar a vontade de um adversário para resistir; ou convencer o adversário a aceitar nossos termos e objetivos sem usar a força. O alvo é a vontade do adversário, sua percepção e compreensão. O principal mecanismo para se atingir este domínio é impor condições suficientes de “Choque e pavor” sobre o adversário para convencer ou obrigar a aceitar nossos objetivos estratégicos e objetivos militares. Devem ser empregadas a mentira, confusão, informação falsa e desinformação, talvez em quantidades maciças.” [Shock and Awe – Achieving Rapid Dominance – do Defense Group Inc. for The National Defense University]
Atenção, leitor. Até agora falamos mais de “aproveitar a crise” para impor políticas que, em tempos normais, seriam recusadas. Mas no exemplo do prisioneiro, não se trata apenas de aproveitar a crise, mas de produzir a crise. Também na vida política se faz assim.

Vamos lembrar o que dizia um famoso guru neoliberal Milton Friedman, amigo e conselheiro de Pinochet e dos militares argentinos:

“Somente uma crise – real ou percebida como real – produz mudança de fato. Quanto essa crise ocorre, as ações dependem de ideias que estão disponíveis no momento. Acredito que essa é a nossa função básica: desenvolver alternativas para as políticas existentes, manter essas alternativas prontas e disponíveis até que aquilo que antes parecia politicamente impossível se torna politicamente inevitável”. (Milton Friedman – Prefácio à edição 1982 de Capitalism and Freedom, University of Chicago Press)
O que aconteceu no Chile, laboratório de Friedman, não foi um “aproveitamento” da crise. Foi a produção deliberada de uma crise, por meio de sabotagem ampla, geral e irrestrita. Se quiser alguns detalhes veja essa estória: http://brasildebate.com.br/chile-brasil-e-as-reformas-a-prova-de-mudancas-politicas/.

No Chile, como no Brasil, na Venezuela, no Egito, na Ucrânia… em muitos lugares do mundo, as grandes corporações e o governo americano produziram a crise, sabotaram o país para criar o ambiente que desarvorou a resistência e impôs as reformas que eles pretendiam.

Do outro lado, o desafio da resistência é perceber como evitar a produção da crise encomendada, como enfrentar as armadilhas dos torturadores, que possuem armas, recursos, mídia, aparatos de estado. Mas esse tema – como enfrentar os torturadores – é assunto para outro artigo. Voltaremos a ele.



Senado comprova: as instituições estão funcionando perfeitamente

17 de Outubro de 2017, 21:24, por Bertoni - 0sem comentários ainda

Quem não se engana sabia que os iguais fariam o que fizeram. As instituições funcionam perfeitamente. Para a Casagrande vassala e entreguista!

Cdb17102017

Não me venham com coxinhadas nem mortadeladas. A absolvição do moleque era fava contada

Todos que não se iludem e não fazem isso com os outros sabiam que o senado absolveria o moleque.

"Com STF, com tudo!"

Já se esqueceram?

Não?

Por que seguem se iludindo, então?

As instituições funcionam perfeitamente. Só resta aos da senzala entender que elas (instituições) não foram feitas para eles.

As instituções neste país de bananas são da Casagrande, para a Casagrande e pela Casagrande.

Pode me xingar, mas não vou posar de surpreso ou indignado. A direita sempre se defende. Quem fode com companheiro, com seu igual, é a esquerda.

Ah! E fica sentadinho aí acreditando em pesquisa. Não haverá eleição em 2018.

A crença na realização delas só serve para desmobilizar mais ainda a resistência popular



Maia articula com aliados para aprovar denúncia contra Temer

16 de Outubro de 2017, 15:00, por Jornal Correio do Brasil

Conversas com os principais adversários de Temer aumentam risco de queda do governo ainda neste mês.

Por Redação – de Brasília

Aumenta fosso que separa o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o presidente de facto, Michel Temer. As declarações do advogado do peemedebista, Eduardo Pizarro Carnelós, críticas à determinação de Maia para que os vídeos da delação premiada do doleiro Dilson Funaro, entornaram o caldo. Segundo na sucessão presidencial, Maia não escondeu sua decepção com o primeiro mandatário, em recente jantar na companhia dos senadores Renan Calheiros e Kátia Abreu. Ninguém menos do que seus maiores críticos no PMDB.

Maia tem articulado, nos bastidores, a composição de um ministério para substituir o atual

Maia tem articulado, nos bastidores, a composição de um ministério para substituir o atual governo Temer

Entre um e outro acepipe regado a vinho fino, Temer foi servido no prato principal, acompanhado das dúvidas quanto às chances de sobreviver à segunda denúncia. Segundo vazou para a mídia, nesta segunda-feira, o assunto estava tão saboroso que chegaram a tratar dos cargos em um possível governo Maia.

‘Criminoso’

Deputados da confiança de Rodrigo Maia, presentes ao jantar, confirmaram que, na eventual gestão do deputado, o chefe do gabinete da Presidência da República, seu contraparente, Moreira Franco seria poupado da degola. Permaneceria no governo, com foro privilegiado — para não cair na Vara Federal do juiz Sérgio Moro — mas distante do Planalto.

O presidente da Câmara confirmou sua presença no jantar, oferecido pela senadora Kátia Abreu. Negou, porém, que a formação de um novo governo.

— Recomposição (do governo) não tratamos. (Falamos sobre o) jogo do Botafogo — disse o torcedor do alvinegro carioca. Este também foi a alcunha com a qual foi citado na lista dos políticos que receberam propina da Construtora Norberto Odebrecht.

Não pode chegar em melhor hora, para Maia, a gafe do advogado de Temer. O compasso foi perfeito para que o sucessor do substituto de Dilma Rousseff (PT) não economizasse nas críticas ao possível sucedido. Maia disse que se sentiu agredido por Carnelós, depois que o advogado classificou a divulgação do depoimento de Lúcio Funaro era “criminoso”.

Incompetência

Em nota, o advogado afirmou ser “evidente que o criminoso vazamento foi produzido por quem pretende insistir na criação de grave crise política no país”. Acontece que os vídeos foram publicados no site da Câmara, com a autorização de Maia.

— Não estavam sob sigilo — alegou o presidente da Câmara.

Nesta segunda-feira, após alertado para a repercussão da nota, o advogado negou saber que os vídeos estão disponíveis site da Câmara. Na tentativa de reduzir o dano causado, ressaltou que “jamais quis imputar crime a Rodrigo Maia”. Disse isso depois que Maia o chamou de “incompetente e irresponsável”. Na mesma linha, avisou que Carnelós será “processado pelos servidores da Câmara”. Maia também não poupou Temer:

— Uma pena o presidente do Brasil constituir este advogado na sua defesa. Incompetência é pouco pra justificar as agressões do advogado. A defesa do presidente recebeu todos os documentos. Nunca imaginei ser agredido pelo advogado do presidente Temer. Depois de tudo que eu fiz, esta agressão não faz sentido. Daqui para frente vou, exclusivamente, cumprir meu papel institucional, presidir a sessão.

Liberado

Temer anda tão desmoralizado no país que ser chamado de “capitão do golpe” e chefe da “quadrilha do PMDB” não significa um atentado contra sua honra. Nesta segunda-feira, o presidenciável do PDT, ex-ministro Ciro Gomes, foi absolvido na Justiça Federal, em Brasília, da acusação de ter atentado contra sua dignidade ao tê-lo chamado de quadrilheiro. O juízo entendeu que Ciro dirigiu críticas a um adversário no momento em que a política está conturbada.

Tão conturbada quanto a vida de um dos principais aliados do peemedebista. Ainda nesta manhã, a Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação na Câmara dos Deputados. A ação ocorreu a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e tem como alvo o gabinete do deputado Lúcio Vieira Lima. Trata-se do irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima, atualmente encontrado no Presídio da Papuda.

Lavagem de dinheiro

As buscas ocorreram como parte da investigação ligada a R$ 51 milhões. A fortuna foi encontrada pelas autoridades num apartamento, em Salvador, ligado ao político. Geddel foi preso em julho, após a PF fazer a maior apreensão de dinheiro em espécie da história.

O imóvel em que o dinheiro foi encontrado teria sido emprestado a Lúcio e era usado por Geddel. Em setembro, por haver indícios do envolvimento do deputado, que tem foro privilegiado, as investigações foram remetidas ao Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão foi do juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília. Segundo decidiu, “não se pode excluir de plano a participação de Lúcio Vieira Lima no ilícito de lavagem de dinheiro”.

Geddel é investigado na Operação Cui Bono, que apura desvios de recursos na Caixa Econômica Federal. A primeira fase, deflagrada em 13 de janeiro deste ano; investigou um esquema de fraude na liberação de créditos no período entre 2011 e 2013. De acordo com a investigação, entre março de 2011 e dezembro de 2013, a vice-presidência de pessoa jurídica da instituição era ocupada por Geddel Vieira Lima.

O post Maia articula com aliados para aprovar denúncia contra Temer apareceu primeiro em Jornal Correio do Brasil.



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