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Economia

28 de Fevereiro de 2014, 13:41 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.

O Fracasso da Política Econômica Brasileira

30 de Janeiro de 2015, 18:18, por Thiago Henrique Ferreira Zoroastro - 0sem comentários ainda

Ainda bem que tudo é revertível e tem tempo de consertar

 

    Não adianta o presidente eleito ter políticas econômicas se as pessoas não seguem as diretrizes.
    Se, por outro lado, o candidato da oposição do segundo turno fosse eleito, ele com certeza cortaria gastos da União e o nosso país iria na direção que a mídia leva as pessoas, o PT e o Governo eleito fora da época de eleição.
    Ou seja, haveria um retrocesso nas políticas sociais que temos adotado.
    Só que não há melhoria nas políticas sociais se não houver uma evidente melhoria nas políticas econômicas.
    As pessoas são muito teimosas. Todos querem ter razão na política, mas razão é o que eles menos têm na política. Interesses tão autoritários que torna o nosso mundo insustentável.
    Autonomia socioegoístas não funcionam. Autonomia nacional e capital na indústria nacional são muito mais importantes.
    Um crescimento econômico saudável dependeria do sucesso da política econômica brasileira de empresas nacionais bem sucedidas pagando imposto para a União.
    O imposto que pagamos a mais hoje é porque não temos empresas nacionais tendo uma garantia de estabilidade econômica.
    Havendo mais empresas nacionais bem sucedidas é que o aumento da receita seria saudável, e nosso país cresceria forte em ordem e progresso e aumentando o PIB.
    Mas as pessoas da Universidade só querem fazer seus artigos, eles não parecem estar dispostos a entender as políticas econômicas de sua presidência.
    Nem os estudantes parecem interessados em conseguir planejar uma Educação Pública de Qualidade. Nem os manifestantes parecem estar interessados em fazer e Reforma Política da melhor forma possível.
    Está todo mundo enganado pelas mídias. Cansados de terem que resistir à verdade de que vocês todos serão FRACASSADOS se continuarem deste jeito.
    E todos seremos FRACASSADOS porque um tal Philippe Campos colocou na cabeça das pessoas que fracassado é quem não pega mulher. Enquanto nosso país obtêm mais resultados FRACASSADOS, não há alternativa: o jeito é lutar.
    Ele não está nem aí, vai instalar o Windows 7 pirata pra lá, senhor da Razão orientado pelo professor de ética. Vocês são as escórias do Brasil!



Energia Solar Para Todos é mais viável que Hidrelétricas

23 de Janeiro de 2015, 20:10, por Thiago Henrique Ferreira Zoroastro

Puxa vida, vocês não imaginam, ou imaginam, o quão é difícil escrever para o governo, tentando ajudar em questões cruciais.

Sou defensor da tese de que o Brasil deve implementar placas de energia solar o quanto antes possível. Vejamos os valores de números com base neste produto:

https://www.energiapura.com/content/sistema-solar-fotovoltaico-grid-tie-7-kw

O Sistema Solar Fotovoltaico Grid-Tie 7 kW promete 1.000 kWh de energia por mês com placas de um lado com 5 horas de sol pleno por dia e custa 40.000 reais investidos.

Considerando 2.000 kWh de energia por mês com placas dos dois lados significa 80.000 reais investidos.
Pelo cálculo, 20.000.000 milhões ou 20MWh de energia por mês seriam gerados com 800 milhões de reais, ao colocar um sistema de energia solar que todas as casas pudessem compartilhar energia, livremente.

O nosso sistema de energia pode e deve ser feita por novas formas. E a melhor é a energia solar!

Com 1,6 bilhões de reais, poderíamos gerar 40MW. Por favor, corrijam-me se estiver equivocado. E corrijam-se com relação às fontes energéticas.



Professores e Alunos da Evangélica protestam contra fechamento de cursos

21 de Janeiro de 2015, 11:20, por Bertoni

Professores e Alunos da FEPAR - Faculdade Evangélica do Paraná - saíram às ruas novamente em 21/01/2015 para protestar contra o fechamento de cursos.

A luta dos professores e alunos da FEPAR não para nem durante o período de férias.

Mapeamento realizado por Trabalhadores e Alunos mostra que os argumentos usados pela administração da FEPAR para o fechamento dos cursos não se sustenta.

Leia abaixo o panfleto distribuído pelo SINPES - Sindicato dos Professores de Ensino Superior de Curitiba e Região Metropolitana durante a passeata que tomou as ruas do Bigorrilho, bairro de classe média alta, pouco acostumado a ver manifestações de rua.

Veja as fotos da Manifestação:

Fotos: Sérgio Luís Bertoni



Presidente da ABRAPCH analisa apagão em três regiões do país: “É lamentável”

21 de Janeiro de 2015, 9:07, por Bertoni

Por ABRAPCH

As regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil sofreram um apagão na tarde desta segunda-feira (19) que atingiu 10 estados e o Distrito Federal. O corte no abastecimento foi uma orientação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) antevendo uma sobrecarga no sistema que poderia causar um blecaute em todo o país. O presidente da Associação Brasileira de Fomento às Pequenas Centrais Hidroelétricas (ABRAPCH), Ivo Pugnaloni, faz uma análise da situação e a classifica como “lamentável” tendo em vista o potencial de geração renovável existente no país.

“É lamentável, profundamente lamentável, que o Brasil precise enfrentar esse tipo de problema causado pela necessidade de transferir grandes blocos de potência das regiões Norte e Nordeste para o Sudeste”, afirmou. “Ainda mais por ser o Sudeste brasileiro uma região privilegiada pela natureza, com mais de 1.700 megawatts em projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) já aceitos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), mas ainda não analisados – alguns esperando há mais de cinco anos, por falta de prioridade e de pessoal. Sem falar dos projetos já outorgados e licenciados ambientalmente, que totalizam mais de 700 MW, mas não construídos devido ao preço inexequível impostos pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) nos leilões de energia”, explicou.

Os dados citados correspondem apenas a uma das três regiões afetadas pelo apagão. No caso do Centro-Oeste, são mais de 1.990 MW em projetos de PCHs à espera de análise e quase 500 MW já outorgados. Montantes semelhantes aos verificados na região Sul do país, onde estão presentes 1.940 MW em trâmite na Aneel e outros 640 MW parados à espera de viabilização.

“É lamentável, profundamente lamentável, e além de tudo inexplicável. Como se pode alegar estar agindo em favor da modicidade tarifária, quando se fixa preços inexequíveis como acontece. Façamos votos que ao menos isso que estamos passando nos sirva de lição, para que a população possa se inteirar de tudo aquilo que deixou de ser feito”, declarou o presidente da ABRAPCH.

Outro ponto citado por Pugnaloni é o pedido para que a realidade dos preços nos leilões de compra de energia também passe a vigorar, não apenas a realidade tarifária ao consumidor. “Se não for assim, no ano que vem tudo se repetirá outra vez e quem paga é a sociedade – não os que “erram na mão” ao fixar preços inexequíveis, principalmente para as fontes renováveis como as PCHs, a solar, a biomassa e a eólica”, aponta.

“Tudo isso para depois termos que ser tão generosos e complacentes com os altos preços das termelétricas, que chegam a custar R$ 1.200/megawatt-hora para evitar o apagão que ao fim termina acontecendo pela sobrecarga das linhas de transmissão”, conclui.

Leia Mais:

Entenda o setor

Fonte: http://abrapch.com.br/presidente-da-abrapch-analisa-apagao-em-tres-regioes-do-pais-e-lamentavel/



Onde aumentar produção industrial

13 de Janeiro de 2015, 10:48, por Thiago Henrique Ferreira Zoroastro

O Brasil precisa de pomover à mão-de-obra que estará saindo das Universidades e Institutos de Ensino Técnico a disponibilidade de empregos na área de Tecnologia da Informação, tanto na produção de software quanto na de hardware.

É uma indústria que, se houver expansão, precisaremos menos da indústria de carros, que pelas circunstâncias de insustentabilidade dos recursos primários e outros fatores, desacelerará naturalmente. Por outros fatores também, por outros motivos, o Brasil também precisa encontrar novas formas de produção e produtividade, principalmente em se tratando de Inovações Tecnológicas Livres, como em Liberdade e sem problemas legais de piratarias.

Por isso, é muito importante uma indústria que se fortaleça como um todo. Investindo na produção de software livres, empodera todos os outros setores a apoderarem-se sobre o código-fonte dos programas, podendo fortalecer todos os setores indústriais com programas livres e expandem a usabilidade dos computadores no Brasil, tanto no setor industrial como no setor doméstico.

#LevyResponde



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