Hello: novo recurso do Firefox permite bater papo diretamente do navegador
October 20, 2014 9:54 - no comments yetO Firefox anunciou na última quinta-feira (16) o recurso que permite o usuário bater papo diretamente da janela do navegador sem a necessidade de uso atrelado a uma companhia específica. O Firefox Hello é bem similar às ferramentas já disponíveis, como o bate-papo do Facebook e do Skype.
O chat é baseado em WebRTC, que permite aplicações de conversa em tempo real e dispensa o download de software ou plugins. Para usá-lo, não é necessária sequer a criação de uma conta.
Para utilizar o recurso basta baixar o Firefox Beta e aguardar a atualização do navegador. Ao reabrir o browser, é possível ver o ícone de chat no canto superior direito. Por ali, o usuário pode chamar alguém pra fazer parte da rede de contatos via endereço de e-mail e aguardar a resposta para começar a conversar. Para uma experiência mais ampla, porém, é preciso se registrar e adicionar os contatos do Google, o que leva pouco mais de alguns minutos.
Por enquanto, a novidade está em fase de testes e a os desenvolvedores esperam um feedback dos usuários para melhorar o recurso.
A LibreOffice Magazine – Edição 13 está Online!
October 20, 2014 9:48 - no comments yetA LibreOffice Magazine – Edição 13 está online! Nesse mês de outubro a Comunidade LibreOffice completa dois anos de Revista LibreOffice Magazine. E por isso foi decidido lançá-la dentro do Latinoware, berço da Edição 1 da revista.
A Fundação Parque Tecnológico de Itaipu que sedia a Latinoware e tem colaborado para que o LibreOffice e outros softwares livres, tornem-se fortes dentro da região e do país.
Além disso, está repleta de assuntos que valem a leitura!
A edição pode ser lida aqui.
Software livre como alternativa para a contenção de crises
October 20, 2014 9:43 - no comments yetUm caminho para minimizar situações de crises globais – como a destruição do Haiti e o mais recente surto provocado pelo vírus Ebola – pode estar em estratégias de respostas baseadas em software livre e agilidade. Um exemplo apresentado durante a Latinoware foi o aplicativo Rapid FTR (Rapid Family Trancing and Reunification ou rastreamento e reunificação rápida de famílias).
Desenvolvido em código aberto, o app tem como objetivo abastecer um banco de dados central com informações importantes sobre a localização de crianças que se perderam em meio a desastres naturais. Dentre os vários exemplos de uso do RapidFTR estiveram o desastre provocado pelo tufão Hayan, nas Filipinas, e o auxílio aos refugiados da guerra civil ocorrida na República do Congo.
A diretora de tecnologia da ThoughtWorks Brasil e pesquisadora associada ao Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo (USP), Claudia Melo, destacou que, por meio de tecnologia livre, podem ser criadas e desenvolvidas soluções com mais rapidez e efetividade para resolver problemas de grande magnitude, responsáveis pela morte de milhares de pessoas, além de separar famílias e colocar as pessoas em situações de extrema vulnerabilidade.
“A população consegue notificar coisas que estão observando, numa mistura de jornalismo e ativismo social, com informações geoespaciais. Isso ajuda o governo e as entidades a mapearem, em tempo real, como está a situação da crise. No caso do vírus Ebola, por exemplo, esse tipo de tecnologia permite levantar dados como o número de casos (confirmados ou suspeitos), mortes e os principais focos da doença”, afirmou.
Ela explicou a importância do software livre e da agilidade para que essas ações sejam adaptadas e rapidamente disponibilizadas para a resolução de questões das crises. “Incentivamos que esse tipo de estratégia seja adotada por governos para garantir o bem-estar da população, já que são situações que exigem extrema agilidade”.
A Latinoware é organizada pela Itaipu Binacional, Fundação Parque Tecnológico Itaipu – Brasil, Companhia de Informática do Paraná (Celepar) e Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). Para esta edição, contou com o apoio do site Proteja seu Filho na Internet; Agenda-TI; Comunidade Gnu/Linux – Paraguai; Demoiselle Framework; Revista Espírito Livre; Tela Social; Coalti; Fórum Goiano de Software Livre; ThoughtWorks; e ABRAPHP.
Com informações da Assessoria da Latinoware.
Termina mais uma edição da Latinoware
October 20, 2014 9:42 - no comments yetPalco para a apresentação das principais novidades em software livre do mundo, a 11ª edição da Conferência Latino-americana de Software Livre (Latinoware) terminou nesta sexta-feira, no Parque Tecnológico Itaipu. Durante os três dias do evento, que contou com 4.532 participantes, foram promovidas cerca de 250 atividades, somando mais de 350 horas de palestras, minicursos, workshops, mesas-redondas e outras ações ligadas ao universo da Tecnologia da Informação e do software livre.
A Latinoware 2014 reuniu estudantes e profissionais de todas as áreas da tecnologia da informação na discussão sobre a importância do software livre. Durante o evento, foram abordados temas como as tendências e o futuro do hardware; segurança e privacidade; novo conceito de desenvolvimento integrado com operações; modelagem 3D, fotografia panorâmica e videografismo com software livre; educação e robótica pedagógica; desenvolvimento e métodos ágeis; software público; cyberativismo, entre outros.
Considerada um dos maiores e mais importantes eventos do gênero no mundo, a Latinoware trouxe a Foz do Iguaçu participantes de quase todos os estados brasileiros. O Paraná foi o estado com o maior número de representantes – 1.768 – seguido do Rio Grande do Sul, com 450 inscritos, e Minas Gerais, com 446. Além dos brasileiros, 225 estrangeiros marcaram presença na Latinoware. O maior grupo foi o do Paraguai, com 214 participantes. Argentina, Equador, Estados Unidos, Inglaterra, México, Peru e Venezuela também contaram com representantes no evento.
Nesses onze anos, a Conferência acompanhou a verdadeira revolução do software livre no Brasil e no mundo. O constante processo de inovação permitiu que as ferramentas livres se tornassem, muitas vezes, uma alternativa superior em diferentes pontos em relação ao software proprietário. Além do espaço no mercado, outra conquista alcançada foi a inclusão do estudo de sistemas de software livre nos cursos da área.
Com informações da Assessoria da Latinoware.
Diretor do FBI volta a criticar criptografia no Android e iOS
October 14, 2014 20:20 - no comments yetO diretor do FBI, James Comey, voltou a criticar as empresas de tecnologia, principalmente o Google e a Apple, pelos sistemas de criptografia de informações aplicados no Android e iOS. Segundo ele, tanta proteção dificulta o trabalho da polícia no combate ao crime digital e atrapalha na investigação de casos como terrorismo, distribuição de pornografia infantil, extorsão e sequestro, apenas para citar alguns.
Ele é um crítico confesso dos métodos de proteção aplicados pelas companhias após os escândalos detonados por Edward Snowden no ano passado. Como resposta, tanto o Google quanto a Apple criaram sistemas que impedem que até mesmo as próprias companhias acessem os dados de seus usuários, o que para Comey, complicou a quebra de sigilo e a obtenção de informações após a obtenção de um mandado judicial.
O diretor, porém, diz não ser a favor de espionagem. Mas, por outro lado, em entrevista ao programa americano 60 Minutes, disse ser a favor da segurança e não que as empresas sigam “longe demais” na hora de aplicar sistemas de proteção. Para ele, a criptografia instalada dificulta o trabalho de todos e pode configurar até mesmo uma quebra nas leis, já que pode ser impossível obter os dados desejados mesmo em posse da determinação de um juiz.
“Como país, não sei porque colocaríamos as pessoas à frente da lei”, disse ele, como reproduzido pelo Apple Insider. “Carros com porta-malas que jamais podem ser abertos pela Justiça, ou um apartamento que não pode ser invadido por policiais, mesmo com mandado. Você gostaria de viver nessa vizinhança?”.
Apesar de criticar as medidas de segurança e criptografia implementadas pelas empresas, Comey também diz ser a favor de mais controle sobre a forma como as autoridades lidam com as investigações e seus cidadãos. Para ele, esse tipo de “invasão” jamais pode ser realizado sem um mandado, e ele mesmo já bateu de frente com políticos e membros do governo em questões relacionadas à proteção das informações, questões que acabaram causando, justamente, o escândalo de espionagem recente.
Por isso mesmo, ele afirmou durante a entrevista que o FBI não realiza vigilância ostensiva sem mandatos judiciais. Comey admite que a obtenção de autorizações é um processo custoso e burocrático, mas disse “gostar assim”, já que isso equivale também a uma garantia de que os direitos dos cidadãos estão sendo protegidos e que apenas aqueles realmente suspeitos terão sua privacidade invadida para fins de investigação.