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Espírito Livre

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April 3, 2011 21:00 , par Inconnu - | No one following this article yet.

Shaarli, uma alternativa livre ao Delicious

August 16, 2013 10:32, par Inconnu - 0Pas de commentaire

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O Shaarli, criado pelo programador francês Sebastian Sauvage é uma alternativa livre ao Delicious.

Alguns recursos do Sharrli:

  • Design minimalista;
  • Simples de usar: um simples clique num botão no seu navegador e salva o site para o Shaarli;
  • Rápido;
  • Instalação super simples, não precisa de banco de dados, os links sao salvos em um único arquivo;
  • Opção para importar e exportar os favoritos;
  • Opção para salvar os links como público ou privado;
  • Suporte a RSS e ATOM;
  • Miniaturas para vários serviços como imgur, imageshack.us, flickr, youtube, vimeo, dailymotion, etc
  • Tags em Nuvens
  • Preenche automaticamente a descrição dos links
  • Suporte para os protocolos http, ftp, file, apt e magnet.
  • e outras opções.

Shaarli é uma aplicação de bookmarking, mas você pode tambem usar como um micro-blogging (como o twitter) um pastebin, notepad, etc.

Um exemplo do Shaarli pode ser visto aqui.

Aqui no site você também encontra um tutorial sobre como instalar o Shaarli.

Por Diogo Leal.

Fonte: Dicas-L



Guarda de dados no país não aumenta segurança, afirmam executivos

August 16, 2013 7:06, par Inconnu - 0Pas de commentaire

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A obrigatoriedade do armazenamento de dados de usuários brasileiros no país não terá eficácia para evitar que essas informações possam ser protegidas de eventuais requisições dos EUA. A avaliação é unânime entre os representantes da Google, Facebook e Microsoft, que foram ouvidos nesta quinta-feira (15), na Comissão de Relações Exteriores do Senado, a respeito da participação das companhias no programa de espionagem eletrônica dos Estados Unidos.

De acordo com os executivos, que se manifestaram contra a proposta do Ministério das Comunicações de incluir a obrigação no texto da proposta do Marco Civil da Internet, o que vale é a legislação do país de origem, no caso, os Estados Unidos. “Exigir que as empresas instalem datacenters no Brasil resultará em altos custos e ineficiências e, consequentemente, na degradação do serviço”, afirma Bruno Magrani, representante do Facebook.

Segundo o executivo da Microsoft, Alexandre Esper, a companhia já possui um datacenter no país e está estudando a possibilidade de instalar outros no futuro, mas ressalta que a segurança das informações depende mais de ferramentas e tecnologias do que do local onde estão armazenadas. “Essa exigência pode levar o Brasil ao isolamento”, afirma.

Para o representante da Google Brasil, Marcel Leonardi, o que menos preocupa é a localização dos dados, mas sim quem controla as informações. Ele sugere, que ao invés de exigir a instalação de datacenters, o Brasil crie legislação mais eficaz que obrigue as empresas a passar os dados, quando requisitadas judicialmente.

Todos os executivos se manifestaram a favor da aprovação do Marco Civil da Internet como está, sem qualquer alteração. “É a legislação da internet mais desenvolvida do mundo”, afirmou Esper.

Com informações de Tele.Síntese.



Só uso de tecnologia nacional é capaz de evitar interceptação de dados

August 16, 2013 7:03, par Inconnu - 0Pas de commentaire

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O domínio da tecnologia que é empregada nas comunicações públicas é, na visão do diretor do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento para Segurança de redes da Agência Brasileira de Inteligência, Otávio Cunha, a grande solução para garantir a inviolabilidade das informações públicas trafegadas na internet. Enquanto isso não ocorre, o jeito é recorrer à criptografia dos dados.

Segundo Cunha, que participou nesta quarta-feira (14) de audiência pública na Câmara sobre o monitoramento promovido pelos Estados Unidos nas comunicações de brasileiros, a Abin já desenvolveu um algoritmo que vem sendo usado com sucesso há 10 anos na criptografia das comunicações estratégicas. O código inclusive é utilizado nas transmissões de dados das urnas eletrônicas sem nunca ter sido quebrado.

De acordo com o representante do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Raphael Mandarino, o algoritmo desenvolvido pela Abin será disponibilizado hoje pelo GSI para a criptografia das mensagens dos outros órgãos federais, também como consequência das notícias de interceptação ilegal de dados feita pelos EUA. Ele informou que as 320 redes do governo federal sofrem 2.100 incidentes por hora, seja de ataque de hackers ou de programas maliciosos, todas resolvidas pelos funcionários. Para ele, é preciso investir também na capacitação de servidores visando à segurança nessas infraestruturas.

Segundo o general Sinclair Mayer, do Ministério da Defesa, já há um centro de defesa cibernética em plena atuação, com a participação em alguns eventos internacionais, como o Rio +20, Copa das Confederações, Jornada Mundial da Juventude. “Todos os provedores de serviços são nacionais, mas utilizam alguns links que não estão no nosso domínio, como os satélites da Embratel”, disse. Problema que será resolvido, afirmou, com o lançamento do satélite brasileiro.

Mas os equipamentos dos ativos de redes são, na maioria, importados, lamentou o general. Ele informou que há possibilidade que esses aparelhos, especialmente roteadores, tenham o backdoor, que permite a coleta remota de dados. “Um Centro de certificação desses equipamentos já está pronto, mas o ideal seria que esses componentes de redes fossem fabricados pela indústria brasileira”, ressaltou.

A audiência pública sobre os sistemas de guarda e fluxo do conteúdo de informações eletrônicas foi promovida pelas comissões de Ciência e Tecnologia; de Defesa do Consumidor; de Fiscalização Financeira e Controle; de Legislação Participativa; e de Relações Exteriores e de Defesa Nacional. O debate será retomado na próxima terça-feira (20).

Com informações de Tele.Síntese.



Estônia vira modelo de país movido a tecnologia

August 16, 2013 7:00, par Inconnu - 0Pas de commentaire

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A pequena Estônia, um dos menores países da Europa, pode servir de modelo de como seria um país completamente movido pela tecnologia no século 21. A Estônia, que tem uma população de apenas 1,29 milhão de habitantes, é famosa por ter um número desproporcional de novas empresas de tecnologia – foi lá, por exemplo, que nasceu o Skype. Mas seu vínculo com a tecnologia vai muito além de empresários de 20 e poucos anos desenvolvendo aplicativos para iPhones; ela está inserida na própria estrutura do Estado.

E isso começa no topo. O presidente, Toomas Hendrik Ilves, eleito em 2006, é um defensor apaixonado da tecnologia. Ele aprendeu a programar aos 13 anos e é provavelmente o único chefe de Estado que já escreveu código usando o programa Assembler em um microcomputador PDP-8. As reuniões ministeriais do país têm sido realizadas eletronicamente desde 2000. E, desde 2005, os cidadãos podem votar pela internet. Na eleição parlamentar de 2011, 24,3% dos eleitores optar por votar dessa forma. O software utilizado foi recentemente publicado no site GitHub como um programa de código aberto para que possa ser usado por outros países.

As declarações de imposto de renda são feitas eletronicamente desde 2000, boletins e outras informações escolares são divulgados online desde 2002; os registros de imóveis são feitos na Web, sem cópia em papel, desde 2005; os históricos da saúde e vigilância sanitária, desde 2008; e as receitas médicas, desde 2010. Você pode até registrar o seu filho recém-nascido eletronicamente. Tudo isso permite que a Estônia empregue apenas 1,9% de sua população como funcionários públicos (comparado com 3,8% na França e 3,8% no Chipre).

Driblar o Big Brother

Levando-se em consideração as revelações feitas pelo ex-consultor da Agência de Segurança Nacional do governo americano Edward Snowden, sobre o escopo dos programas de vigilância dos Estados Unidos e outros países, é de surpreender o nível de confiança que a população tem no governo online da Estônia. “Aqui na Estônia, as pessoas se queixam de que o Estado é muito pequeno, minimalista, o que realmente é. Mas por outro lado, as pessoas devem ficar tranquilas por não termos esse tipo de aparato [de espionagem]”, diz Ilves.

No coração da revolução tecnológica da Estônia está o cartão inteligente de identidade fornecido pelo Estado. O cartão abre as portas a todos os serviços eletrônicos do governo, que permitem a todos os cidadãos da Estônia enviar e receber e-mails criptografados. O governo fornece a infraestrutura para o sistema, mas a autenticação ocorre de maneira independente.

Embora o sistema não esteja autorizado a lidar com informação confidencial, Ilves admite que já o usou no exterior. “Se mando algo para a nossa embaixada em Moscou, uma coisa corriqueira, como ‘Venha a minha casa’”, diz ele, “eu criptografo para que o FSB [o serviço de inteligência russo] tenha alguma coisa para fazer.” “Fico surpreso quando ouço as pessoas dizendo ‘nós nunca teríamos um carteira de identidade porque a consideramos como um Big Brother’. Eu diria o contrário. Utilizar o sistema que temos é uma forma de driblar o Big Brother.”

“Eu não sou um cidadão dos EUA”

Mas como um país que foi anexado à União Soviética em 1940 consegue ter um nível tão alto de confiança em seu próprio governo, a ponto de seus cidadãos aceitarem com entusiasmo o governo eletrônico e estarem dispostos a compartilhar seus dados? Para Ilves, não foi muito difícil conseguir que os estonianos aderissem à tecnologia. “O elemento crucial aqui é a psicologia [de um país] que foi oprimido. A pessoa [está mais aberta] a se livrar de tudo o que tinha antes e está muito mais disposta a adotar uma tecnologia nova. Pouca gente na Estônia via qualquer valor em manter as tradições do sistema soviético.”

E há níveis muito elevados de prestação de contas. Qualquer pessoa que acesse o sistema deixa um registro, algo que pode ser monitorado pelos cidadãos. “Tivemos um caso em que houve alguém que abusou, era uma policial vigiando o namorado dela.”

Ilves espera que a liderança da Estônia em tecnologia seja seguida por outros países na Europa. Ele lidera o grupo de orientação sobre computação em nuvem criado pela Comissão Europeia e está fazendo campanha pela criação de uma “nuvem” europeia que esteja fora do alcance dos EUA. “A questão principal é que esteja resguardada pela legislação da UE. O problema agora é que todas essas empresas que são bastante usadas, Google, Amazon, os outros provedores de nuvem, estão sujeitas à lei dos EUA. O presidente Barack Obama disse que, se você é um cidadão dos EUA, não tem nada com que se preocupar. Bem, eu não sou um cidadão dos EUA.”

Pior desempenho econômico em 2012

Ele também espera convencer outros países a adotar um programa de “embaixada virtual”, com o qual os governos poderiam armazenar dados nacionais em servidores fora do seu próprio país. “Começamos a pensar nisso depois [do desastre] de Fukushima, quando todos os tipos de dados foram perdidos. Se o epicentro de um terremoto é o lugar onde você mantém todas as informações do governo, isso acarretará um monte de problemas. Países como a Estônia teriam dados armazenados em algum outro país. Nosso registro de imóveis poderia ser guardado em um servidor, por exemplo, na França, que, por sua vez, faria o mesmo [com outro país].”

Há o risco de chegar a conclusões falsas. A pequena população da Estônia e a falta de um legado de sistemas lhe dá uma agilidade que os grandes governos não podem equiparar. A pergunta óbvia, porém, é: se a Estônia foi tão bem-sucedida na sua adoção da tecnologia, por que o mesmo não aconteceu em outros países bálticos, como a Lituânia e a Letônia, cuja história está tão ligada à dela?

E embora a Estônia certamente se destaque como um líder global em sua adoção da tecnologia, isso não tem se traduzido em sucesso econômico. De acordo com dados da União Europeia, o país está entre os dois com o pior desempenho econômico em 2012. Seu PIB per capita foi de apenas 68% da média dos membros da UE. O país também está às voltas com um problema migratório, tendo perdido cerca de 5% de sua população desde 2004.

Por Ben Rooney, do Wall Street Journal

Com informações de Observatório da Imprensa.



Idec cobra do governo uma resposta sobre o Marco Civil

August 16, 2013 6:56, par Inconnu - 0Pas de commentaire

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O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) enviou ontem (13) carta à secretária de Relações Institucionais da Presidência da República, ministra Ideli Salvatti sobre o Marco Civil da Internet. No documento, defende a aprovação do projeto de lei (número 2.126/2011), sem alterações nos trechos que dizem respeito à neutralidade da rede e franquia de dados.

Diante das discussões de alteração do PL, o Idec cobra uma resposta do Governo Federal quanto a notícias sobre proposta de modificação do texto para atender os interesses das empresas de telecomunicações. A proposta do governo é a inclusão no Marco Civil da previsão de franquias de dados nos planos de serviço de Internet.

Em trecho da carta, o Idec defende que: “O modelo de franquias de dados atualmente vem acompanhado de uma série de ofertas que prometem conexões ilimitadas, mas que são reduzidas a velocidades pífias após o consumo do limite contratado. Tal estratégia comercial privilegia a restrição aos usuários em detrimento de necessários investimentos na rede e não se coaduna com a natureza de um Marco Civil”.

O Idec ainda afirma que não é o Marco Civil o espaço adequado para essa discussão, devendo ser afastada qualquer possibilidade de seu texto consagrar modelos de negócios abusivos em prejuízo dos usuários da rede.

Ainda com relação à neutralidade da rede, o Idec se opõe ao pedido das operadoras de telefonia em retirar do texto a proibição de oferecerem planos que privilegiem ou bloqueiem determinados serviços (por exemplo, planos em que só seria possível acessar e-mail e redes sociais). ”Certamente esse fracionamento terá relação direta com a capacidade financeira dos consumidores, inaugurando uma dupla exclusão digital. Trata-se de interferência inaceitável no acesso e no livre fluxo de informações na internet”, argumenta a advogada do Idec Veridiana Alimonti.

Segundo nota divulgada à imprensa, o Idec preocupa-se com pedidos de alterações neste projeto de lei uma vez que o texto é fruto de construção coletiva, colaborativa e democrática proporcionada pela consulta pública conduzida pelo Ministério da Justiça e, posteriormente, pela série de audiências e consulta públicas realizadas pelo relator do projeto na Câmara dos Deputados. ”O Marco Civil é antes de tudo uma Carta de Princípios e não deve privilegiar modelos de negócios das empresas”, conclui Alimonti.

Campanha pela Aprovação do Marco Civil
Em campanha ainda no ar, “Marco Civil Já” (http://www.idec.org.br/mobilize-se/campanhas/marcocivil#3 , cerca de seis mil pessoas já manifestaram seu interesse na aprovação do PL, que foi adiado seis vezes. Para que mais pessoas entendam o que é a neutralidade da rede, princípio do livre acesso na Internet, sem bloqueios ou privilégios a serviços e conteúdos, site da campanha traz um vídeo que exemplifica os possíveis problemas dos consumidores, elaborado no projeto Freenet [http://freenetfilm.org.br/], desenvolvido conjuntamente pelo Idec, Centro de Tecnologia e Sociedade, Intervozes e Instituto Nupef.

Com informações de ARede.