Navegapará abre inscrições para contratação de monitores bolsistas
June 20, 2013 9:45 - Pas de commentaireInclusão digital em espaços públicos, para garantir acesso gratuito da população à internet e a capacitação em informática básica, são hoje, ferramentas importantes de desenvolvimento sustentável em várias comunidades no Pará. Isso tudo deve-se aos Infocentros, criados por meio do programa NavegaPará, que visa a democratização das tecnologias de informação e comunicação e a promoção da integração regional.
A Fundação Amazônia Paraense (Fapespa), em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), reafirmaram acordo para apoiar a concessão de mais bolsas de monitoria para estes espaços para 2013 ao lançarem, nesta segunda-feira (17), novo edital.
A Fundação Amazônia Paraense e a Secti, desde 2011, firmaram acordo de cooperação técnica, objetivando apoiar os Infocentros com a concessão de bolsas de monitoria, em caráter de fluxo contínuo, e, por meio de termo aditivo, prorrogaram a vigência desse apoio até 1º de dezembro de 2015, mantendo todas as cláusulas e condições inalteradas. As bolsas de monitoria contemplarão os Infocentros que já estão em funcionamento e os que estão previstos para serem implantados.
Esses recursos financeiros correspondem a um valor global superior a R$ 115 mil, oriundos do Programa Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento, da Fapespa, inserido no Plano Plurianual do Governo do Estado. Os candidatos vão concorrer a 24 vagas disponíveis e para formação de cadastro de reserva.
A função do monitor, basicamente, é atender ao público no espaço do Infocentro, auxiliar e propor processos que permitam aos usuários fazerem uso das tecnologias da informação e comunicação disponíveis de maneira articulada ao desenvolvimento da comunidade. Os requisitos para disputar as demandas são: cursar ou ter concluído o ensino médio; ter disponibilidade para atuar nos Infocentros por um período mínimo de 20 horas semanais; ter conhecimento em informática básica; ser brasileiro ou estrangeiro em situação regular no país; ter entre 16 e 29 anos de idade e não ter sido bolsista do Programa Navegapará nos últimos seis meses.
O candidato a monitor deve cadastrar-se no sistema on line SigAmazônia: www.sig.fapespa.pa.gov.br, na opção “pessoa física”; caso possua cadastro, atualizá-lo por meio de seu login (C.P.F) e senha. Todas as informações detalhadas sobre o edital estarão disponíveis, no site da Fapespa.
Com informações de ARede.
Marco Civil da internet deve voltar à pauta
June 20, 2013 9:35 - Pas de commentaire
As revelações de monitoramento da internet feitas pelos Estados Unidos, que chocaram o mundo, deverão reacender as discussões em torno do Marco Civil da internet no Congresso Nacional. Os artigos mais polêmicos do projeto são os que tratam da neutralidade da rede, de direito autoral e da privacidade dos dados dos usuários – a guarda dos registros de conexão, que muitos consideram um fator de insegurança e risco para os internautas. O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse ao Globo que o governo precisa ter uma política para dar garantias ao cidadão brasileiro de privacidade no uso da internet.
Representantes do governo, entre eles, os ministros da Justiça, José Eduardo Cardoso, e da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, deverão se reunir esta semana para discutir formas de acelerar a adoção de medidas e avaliar que tipo de reforço precisará ser dado a esta política. Paulo Bernardo defende que o projeto de lei de Proteção de Dados Pessoais, que passou por consulta pública e está tramitando no governo, seja concluído e enviado rapidamente ao Congresso.
O deputado Alessandro Molon (PT/RJ), relator do Marco Civil da Internet na Câmara, disse que o projeto está pronto. Ele contou que a presidência da Câmara pediu que os partidos indicassem as prioridades de votação e que o PT apontou o Marco Civil. A expectativa é de que outros partidos também apoiem a regulamentação, porque ela protege o usuário.
– O escândalo dos EUA deverá contribuir para acelerar a votação do Marco Civil da Internet. É um projeto de direitos humanos, de liberdade de expressão, da privacidade e da segurança na rede – disse o parlamentar.
O artigo 12 da proposta do Marco Civil impede que as empresas guardem os dados dos usuários (logs). Mas foi apresentada uma emenda que retirava esse artigo do projeto. Segundo especialistas, ela acaba com a privacidade do usuário, porque permite que os provedores de conexão armazenem os registros dos usuários de internet.
Eduardo Levy, diretor-executivo do SindiTelebrasil, associação das empresas de telecomunicações, comparou a proposta de “guarda de logs” ao sistema usado pelas operadoras para armazenar registros das ligações.
– Elas não guardam conteúdo. Guardamos por cinco anos as ligações feitas do celular. Não sei o que falou, mas sei de onde discou, para quem discou e quanto tempo falou. O equivalente a isto é guardar logs – disse.
Sem regulação, órgãos do governo criam suas regras
Várias iniciativas da sociedade e mesmo de órgãos ligados ao governo vem demonstrando a necessidade de o Congresso agilizar a análise e a aprovação do Marco Civil da Internet. Mas a votação no plenário da Câmara já foi adiada seis vezes. Para o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o Marco Civil da Internet resolve parte dos problemas de segurança na rede. Ele disse que o país tem aproximadamente 100 milhões de usuários de internet, sendo que 90% deles têm conta nas empresas de tecnologia, porque têm um email.
– O caso é de se retomar a discussão, ver se precisa fazer alguma adequação para prevenir coisas como as que aconteceram nos EUA e votar – disse.
Para o presidente da Abert, Daniel Slaviero, a regulação da Internet é urgente.
– O Congresso tem em mãos um projeto amplamente discutido, que prevê regras claras para garantir na internet um ambiente saudável para as empresas, a proteção aos direitos de autor, a necessária privacidade e a imprescindível liberdade de expressão – observou.
A comissão de Ciência e Tecnologia do Senado decidiu começar as discussões sobre o Marco Civil da Internet antes mesmo que a Câmara aprove o projeto e realizar uma audência pública sobre o tema. O deputado Alessandro Molon (PT-RJ), relator da proposta na Câmara, disse que é “raríssimo” o Senado começar as discussões antes da Câmara aprovar um projeto, o que demonstra a urgência da sociedade em ter uma lei para o setor.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) também não esperou pelo Congresso e aprovou, no fim de maio, mudanças no regulamento do Serviço Comunicação Multimídia (SCM, ou banda larga) que permitem guarda de registros de conexões por um ano. O diretor relator da matéria na Anatel, Marcelo Bechara, disse que a medida atende pedido do Ministério Público Federal e da Polícia Federal. O que não pode haver é uma quebra de sigilo “indiscriminada”, completou.
– Eu acho que o Marco Civil da Internet é um instrumento que busca trazer valores de cidadania e democracia. Por isso, acredito que os acontecimentos nos EUA tendem a ecoar no Congresso brasileiro – disse.
Molon disse que os parlamentares devem fazer uma autocrítica ao analisar a decisão da Anatel de aprovar a guarda de logs. Ele considera que, enquanto o Congresso não legislar, deixará espaço para que outros órgãos decidam e assumam este papel.
Com informações de Observatório da Imprensa.
Bug acidentalmente remove licença GPL de páginas de manual do MySQL
June 19, 2013 12:04 - Pas de commentaireA Oracle mudou acidentalmente a licença do MySQL, nas páginas do manual da licença GPLv2 anterior a uma licença não-livre. A mudança foi revelada por Colin Charles, MariaDB evangelista, em um post no blog da Fundação MariaDB. Mas, como a notícia se espalhou, um relatório de bug no issue tracker da Oracle revelou que o que havia sido encontrado era realmente um problema no sistema de criação.
Tomas Ulin da Oracle explicou que o erro seria corrigido e que corrigiu lançamentos do MySQL GPL / pacotes comunitários seria reconstruído e disponibilizados. “Pedimos desculpas pela confusão que isso causou”, acrescentou Ulin, que convidou todos os usuários preocupados com alterações para apresentar erros como “Relatando um bug é sempre uma boa maneira de se comunicar com a gente”.
Enquanto manuais de referência do MySQL e outros documentos nunca foi sob uma licença GPL (por exemplo, MySQL 5.1 aviso de copyright de 2009 o manual diz: “Esta documentação não é distribuído sob a licença GPL”), as páginas de manual são diferentes. As páginas de manual são fornecidos como parte do arquivo fonte do MySQL e está licenciado sob a GPLv2. O bug parece usar o texto de direitos autorais, usado na documentação de referência e notas de lançamento no código fonte para as páginas de manual, e foi provavelmente importado da edição Enterprise do MySQL, que está sob uma licença de código fechado.
Com informações de : The H Online
LibreOffice 4.0.4 chega com 98 melhorias
June 19, 2013 11:46 - Pas de commentaireA Document Foundation anunciou o lançamento do LibreOffice 4.0.4, a última versão da suíte de escritório open source antes de se mover para o ramo 4.1.x de releases, que está programada para chegar no final de julho. Para esta versão, os desenvolvedores do LibreOffice corrigiram 98 bugs relatados que também incluem algumas melhorias e algumas traduções avançadas.
Um certo número de relatórios de bugs fechados melhorara a importação e exportação de diferentes tipos de arquivos e também incluem correções de estabilidade. Um erro de falha crítica na base foi corrigido, ou seja, a aplicação de banco de dados deixarão de funcionar ao entrar em uma segunda instrução SELECT após executar com êxito uma consulta. Os desenvolvedores também melhoraram a interface do usuário em diversas áreas em toda a suíte LibreOffice. A lista completa de correções de bugs e melhorias estão disponíveis nas notas de lançamento para a versão RC1 do LibreOffice 4.0.4 – RC2 corrigido um problema adicional.
Instaladores para Windows e Mac OS X, bem como pacotes RPM e deb. para Linux, estão disponíveis no site de download do LibreOffice. O software está licenciados sob a LGPLv3.
Com informações de : The H Online
França e Alemanha iniciam colaboração open source
June 19, 2013 11:26 - Pas de commentaire
O Open Source Business Alliance (OSBAGerman), uma confederação de alemães mantenedores de softwares openSource e usuários, e seu colega francês, o Conseil National du Logiciel Libre (CNLLFrench) chegaram a um acordo sobre uma colaboração ampla. As duas organizações querem coordenar melhor sua campanha a nível europeu e colaborar com outras organizações europeias de código aberto.
OSBA e CNLL também estão olhando para tornar mais fácil para os seus membros o acesso aos mercados dos países vizinhos e para desenvolver uma lista compartilhada de demandas de políticas de TI, com base em 10 propostas da CNLL para uma política de software aberto e diretrizes da OSBA sobre demandas. Ambos os documentos pedem maior atenção a ser dada ao software de código aberto no setor público de contratos de TI, maior ênfase deve ser colocada sobre a interoperabilidade baseada em normas royalty-free e liberdade de patentes.
Com informações de : The H Online









