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Espírito Livre

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April 3, 2011 21:00 , par Inconnu - | No one following this article yet.

Conheça o LearnOSM

April 7, 2013 21:00, par Inconnu - 0Pas de commentaire

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O OpenStreetMap é um mapa livre do mundo, criado por uma comunidade crescente de mapeadores.

Qualquer um pode editar o OpenStreetMap. E é aí que entra o LearnOSM. No LearnOSM, você encontra guias passo-a-passo e fáceis de aprender sobre como contribuir e utilizar dados do OpenStreetMap. Se você quer em realizar uma oficina sobre o OpenStreetMap, o site ainda disponibiliza materiais de treinamento. Todo o material é distribuído gratuitamente.

O LearnOSM é criado e mantido pela comunidade do OpenStreetMap e Humanitarian OpenStreetMap. Todos podem ajudar a melhorar o guia, bastando você enviar seu feedback ou contribuindo diretamente via Github.

Ficou interessado? Conheça o LearnOSM.



Lançada arte oficial do Debian Wheezy

April 7, 2013 21:00, par Inconnu - 0Pas de commentaire


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A arte oficial do Debian Wheezy foi lançada. A publicação foi feita oficialmente apenas alguns dias após o lançamento do Debian Installer RC1. A obra de arte segue um padrão light-blue.

O pacote contendo os arquivos pode ser baixado aqui. Nele contém arquivos PNG e SVG para o Grub, o instalador Debian, syslinux e peças de arte para fins de merchandising, como camisetas, canecas, etc.

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Importante ressaltar que conforme este anúncio no site oficial do Debian, logotipos Debian podem ser utilizados livremente, tanto para fins não-comerciais como comerciais.

Com informações do Projeto Debian.

 



WikiLeaks publica mais de 1.7 milhões de registros sobre os EUA como parte do lançamento do ‘PlusD’, o seu novo repositório pesquisável

April 7, 2013 21:00, par Inconnu - 0Pas de commentaire

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O WikiLeaks publicou hoje mais de 1.7 milhões de registros diplomáticos norte-americanos a partir da década de 1970, chamada de Kissinger Cables, que coincide com o lançamento de um novo banco de dados pesquisável de todos os seus materiais liberados pelo WikiLeaks.

Os novos registros vão desde a 01 de janeiro de 1973 a 31 de dezembro de 1976, e cobrem inúmeros materiais, relatórios de inteligência e correspondências do Congresso, o mais notável dos quais se relacionam com Henry Kissinger, ex-secretário de Estado dos EUA.

A coleção totaliza cerca de 700 milhões de palavras, cinco vezes o tamanho de Cablegate, versão original do Wikileaks de 251.287 registros publicados gradualmente a partir de fevereiro de 2010 a setembro de 2011.

Como antes, o grande volume de documentos já disponível vai demorar algum tempo até os detalhes mais reveladores sejam trazidos à tona. WikiLeaks estima que os arquivos originais em PDF somem mais de 380GB de tamanho, e incluem 320.000 registros originalmente classificados, 227.000 confidenciais e 61.000 registros secretos.

Os documentos mencionados ditos incluem “revelações significativas sobre envolvimentos dos EUA com as ditaduras fascistas, particularmente na América Latina, sob a Espanha de Franco (incluindo sobre a família real espanhola) e na Grécia sob o regime dos coronéis”.

A organização internacional, sem fins lucrativos, lançou também a Biblioteca Pública do WikiLeaks da Diplomacia dos EUA (PlusD) hoje, o que ela afirma ser “a maior coleção pesquisável do mundo sobre os Estados Unidos, quanto a registros confidenciais, ou anteriormente confidenciais, e comunicações diplomáticas”.

Ela tem 2 milhões de registros, ou cerca de 1 bilhão palavras, incluindo vazamentos, documentos liberados sob o Freedom of Information Act (FOIA) e documentos divulgados pelo Departamento de Estado dos EUA.

Com informações de The Next Web.



Facebook Home tem versão beta vazada na web

April 7, 2013 21:00, par Inconnu - 0Pas de commentaire

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Uma versão beta do Facebook Home vazou na internet no final da semana passada, dando aos usuários Android a chance de experimentar a nova interface da gigante “social” Facebook.

O pré-lançamento, publicado pela MoDaCo e descoberto pelo The Verge, consiste em três distintos APKs, que juntos proporcional a experiência do Home: o APP principal do Facebook (Katana), o APP de SMS Messenger integrado (Orca) e o APP lançador de aplicativos (Home).

Os únicos critérios para a instalação do beta, segundo a MoDaCo, é que o dispositivo tem uma resolução máxima de 1280 x 768, bem como a habilidade para remover ou desinstalar o aplicativo do Facebook.

“Isso é importante, pois as APKs que vazaram são re-assinadas e não pode simplesmente serem instaladas por cima de uma instalação existente,” conforme informou Paul O’Brien, fundador da MoDaCo. “Isso vai excluir automaticamente alguns dispositivos que têm Facebook instalado na ROM oficial do sistema.”

Durante o lançamento do recurso, na última quinta-feira, dia 4 de abril, foram confirmados pelo menos cinco smartphones que terão o Facebook Home: HTC One (em breve), HTC One X/X+, Samsung Galaxy SIII, Samsung Galaxy S4, Samsung Galaxy Note II e o lançamento HTC First, que foi criado para rodar o novo recurso. Em breve as marcas Orange, EE, Sony, Huawei, Qualcomm, ZTE, Lenovo e Alcatel devem também lançar aparelhos criados com Facebook Home.

Esta versão beta não é a versão completa do Home. O aplicativo de bate papo, uma das principais características do Home, que permite o envio de mensagens por meio de uma série de pequenos ícones circulares, ainda não é suportado.

Com informações de The Next Web.



Google Blink faz fork do WebKit

April 5, 2013 21:00, par Inconnu - 0Pas de commentaire

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O Google anunciou que deve avançar com o fork do seu próprio WebKit chamado Blink. O novo fork tem por objetivo tornar mais poderosos os navegadores Chromium e Chrome. O Opera, tem acompanhado a compilação do Chromium no WebKit, e já revelou que deverá seguir o fork do Google, e também passando a utilizar o Blink. Bruce Lawson, em seu blog, explicou  que a necessidade do fork veio por conta da sua arquitetura de multiprocessamento de navegador ser diferente de outros navegadores usando o WebKit e que a complexidade e o custo de oferecer suporte às múltiplas arquiteturas foi diminuindo em termos de desenvolvimento.

O WebKit fornece um motor de renderização para muitos browsers e possui suas raízes no fork da Apple do projeto KHTML, utilizado para criar o navegador Safari. O código de renderização KHTML foi chamado “WebCore e Apple” no projeto WebKit, e o Google e outros interessados fizeram suas modificações para usar o código sob licença BSD. Dentro do projeto, as funções auxiliares, tais como suporte a JavaScript e acesso à rede, foram tratadas por uma coleção de código BSD de codinome WebKit.

Mas o Google, com seu motor de JavaScript próprio, o V8, tinha pouca utilidade para esse código e menos ainda para o WebKit2 (próxima geração do WebKit, que adiciona uma arquitetura de multiprocessamento ao renderizador) uma vez que já havia construído o Chrome para ser executado em um modelo de processamento múltiplo. Ao fazer o fork para criar o Blink, uma grande quantidade de código do WebKit pode se perder pelo caminho – acredita-se que cerca de 7 build systems, 7.000 arquivos e 4.5 milhões de linhas de código seriam eliminados quase que imediatamente. O Google afirma que tal ação deve levar a uma base de código mais estável e mais saudável ao longo do tempo.

A página do projeto Blink enfatiza que o Google deseja executá-lo como “uma comunidade de código aberto inclusiva” e convida desenvolvedores de fora a participarem do projeto. A empresa já está delineando os planos para a nova base de código. Uma das principais mudanças planejadas é o suporte para iFrames que permitirão o sandboxing (mode seguro) na própria página web. Libertos das obrigações mais antigas da API, os desenvolvedores do Google também planejam uma reformulação do código de rede utilizado no Chromium e no Blink. Entre os planos mais provisórios está a ideia de integrar o DOM (Document Object Model) como estruturas de dados JavaScript, em vez do modelo stand-alone (autônomo); a esperança é de que essa implementação aumente o desempenho dos aplicativos JavaScript na web.

Entre outras mudanças orquestradas pelo Google, encontra-se um modelo de melhorias web “sem prefixo”. Fornecedores de prefixos têm sido utilizados ​​durante muitos anos em navegadores para simbolizar características experimentais. Infelizmente, os desenvolvedores web frequentemente utilizaram​​ e contaram com esses prefixos. Mas com o Blink não haverão prefixos, exceto aqueles herdados do WebKit. Em vez disso, os desenvolvedores terão que ativar recursos experimentais em uma página about:flags até que o recurso esteja adequado para ser ativado por padrão. O Google aponta que a Mozilla está se movendo em direção a uma política semelhante e que o W3C também tem explorado uma ideia similar.

De acordo com Alex Russell, desenvolvedor do Chrome, subjacente a escolha do Google está a máxima de “seguir adiante com rapidez”. Em um post em seu blog pessoal, Alex Russell explica que mais rápido neste caso não é apenas o desempenho do código, mas a complexidade e o tempo necessário para construí-lo. Apesar do trabalho feito para acelerar o tempo de construção e tornar todo o processo de desenvolvimento mais rápido, Russell afirma que o fork irá permitir que programadores do Google iterem com o Blink, Chrome e Chromium mais rapidamentem e que eles já conhecem os benefícios da iteração rápida com o código do Chrome.

O Google já está trabalhando no Blink e o primeiro Chrome baseado em Blink deve estar disponível no Chrome 28; o Chrome 26 acaba de ser lançado como uma versão estável. O Opera está usando o Chromium Content API para trabalhar com o WebKit e deve passar por um trabalho relativamente fácil de migração para o Blink. O Google revela que, a curto prazo, o fork do Blink deve ter pouco impacto para desenvolvedores web. Uma vez estabelecido, porém, o Google obviamente pretende aumentar a velocidade de desenvolvimento de seu navegador.

Com informações de The H Online