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Espírito Livre

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April 3, 2011 21:00 , by Unknown - | No one following this article yet.

Lançada LibreOffice Magazine 6

September 3, 2013 20:55, by Unknown - 0no comments yet

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A administração de um estado, pensando como uma mãe, deve fazer o que é melhor para seus filhos. E assim adotar normatizações que gerem entre outras coisas, organização, utilização de uma linguagem única de fácil entendimento por todos, qualidade de produtos e serviços, economia, eliminação de barreiras evitando regulamentos conflitantes, além da proteção ao cidadão.

Foi o que fez o estado do Rio Grande do Sul, ao normatizar em 13 de junho de 2012 a Lei ODF 14009 que dispõe sobre a adoção de formatos abertos de arquivos para criação, armazenamento e disponibilização digital de documentos.

Quer saber mais sobre este assunto? Baixe já: http://pt-br.libreoffice.org/assets/Uploads/PT-BR_imagens/Magazine/LM-ED06.pdf.



Empresas de telecomunicação temem prejuízos com Marco Civil da Internet

September 3, 2013 20:51, by Unknown - 0no comments yet

CCT - Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicaç

A redação atual do projeto de Marco Civil da Internet (PL 2.126/2011, na Câmara dos Deputados) inibe os investimentos das operadoras de telecomunicação, atrapalha a inclusão digital e privilegia alguns usuários em detrimento da maioria; além disso, trata os sites de conteúdo de modo diferenciado e dificulta a apuração de crimes digitais. Essa foi a opinião expressada pelos representantes das empresas que comercializam acesso à internet,  na manhã desta terça-feira, durante o debate promovido pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) sobre o projeto, que ainda tramita na Câmara mas logo deverá ser analisado pelo Senado.

Alexander Castro, diretor de Regulação do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil) disse que a entidade é totalmente favorável à neutralidade da rede, um dos princípios expressos no projeto de Marco Civil da Internet, mas argumentou que o texto vai interferir no modelo de negócios dos provedores, ao obrigá-los a comercializar exclusivamente planos de acesso total à internet, impedindo a oferta de serviços específicos. Hoje, por exemplo, as operadoras de celular vendem planos mais baratos que permitem apenas o uso de redes sociais e e-mail, mas que bloqueiam o acesso a outros sites.

Segundo Castro, isso vai levar as operadoras a dimensionar a rede tendo como parâmetro perfis de uso mais intenso. Ele informou que, hoje, 25% dos internautas são responsáveis por 80% do tráfego de dados.

– Para ter o retorno adequado, o preço sobe e há menor inclusão social, acrescentou Alexander Castro.

O princípio da neutralidade da rede está expresso no artigo 9º do projeto, segundo o qual os provedores de acesso não podem dificultar nem impedir o tráfego de nenhum tipo de dado, não podendo fazer distinção de conteúdo, de origem e destino, de serviço, terminal nem aplicativo, a não ser por motivos técnicos.

Alexander Castro também criticou o projeto por permitir que os provedores de conteúdo – como sites e aplicativos – guardem e monitorem dados, mas proibir os provedores de acesso de fazer o mesmo. Isso, disse, também dificultará a investigação de ilícitos praticados por meio da internet, já que, no caso de uma solicitação da Justiça, só será possível informar o IP (número que identifica a proveniência do acesso) e a data e hora da conexão, mas não quais sites ou serviços o usuário visitou.

Castro também lembrou que o crescimento da internet no Brasil até agora aconteceu sem o marco civil, mas em obediência ao arcabouço regulatório da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

– Nesse período, a evolução da internet ocorreu sem quebra da neutralidade, da privacidade dos usuários e sem interferência no modelo de negócios das operadoras – afirmou.

João Moura, presidente da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (TelComp), entidade também ligada às empresas de telecomunicação, reforçou a queixa quanto à proibição de monitorar os dados dos internautas.

– Desde que preservados os direitos à privacidade dos usuários, os provedores de acesso poderiam ter o direito de realizar a guarda e fazer o uso consentido dos registros de acesso e a partir daí poder criar serviços novos.

Moura disse que as operadoras de telefonia perderam receita com a queda no uso dos serviços tradicionais como ligações telefônicas e mensagens de texto, de modo que elas precisam repor essa receita com a exploração de outros serviços.

– É importante que as operadoras possam continuar a inovar em seus modelos de negócios para garantir a sustentabilidade econômica, mas respeitando princípios básicos como a transparência no contrato com o consumidor e com os padrões de qualidade.

Já os representantes do governo reiteraram o apoio ao projeto. Maximiliano Martinhão, secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, disse que a neutralidade da rede é importante para evitar práticas anticompetitivas e manter o ambiente inovador da rede. Segundo ele, essa discussão é antiga e começou nos Estados Unidos já no século XIX, quando houve a preocupação com a neutralidade da recém implantada rede de telefonia fixa. Martinhão contou que, nos primórdios da telefonia, as ligações eram completadas com auxílio de atendentes, o que acabou depois que uma funerária percebeu que todas as ligações que lhe eram destinadas estavam sendo encaminhadas para uma concorrente, cujo dono era parente de uma funcionária do serviço de telefonia. Depois disso, surgiu a central automática de telecomunicações, que dispensou a intermediação de atendentes.

Marivaldo de Castro Pereira, secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, disse que a neutralidade da rede é um conceito caro para o governo, autor do projeto. Segundo ele, o texto protege a neutralidade sem comprometer a qualidade e a segurança da rede.

– O marco civil é construído com grande foco no usuário. Quer preservar o dinamismo da internet e o caráter democrático da rede. Hoje qualquer pessoa pode criar o seu blog, postar textos, notícias; qualquer pessoa pode ser produtora de conteúdo; pode iniciar um negócio na internet. A neutralidade tem impacto na democratização nos meios de comunicação e no próprio exercício da democracia – argumentou.

Com informações da Agência Senado.



Curso online gratuito: Python para Zumbis!

September 3, 2013 20:45, by Unknown - 0no comments yet

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Sim! Python para Zumbis é um curso gratuito destinado a zumbis, quer dizer, iniciantes que sem parecem com zumbis, ops.. Um curso tão fácil, profissional e intuitivo que até zumbis vão aprender! Os pré-requisitos é que o aluno deve ter vontade de aprender, ter noções básicas de racíocinio lógico e paixão por programar!

Maiores informações sobre o curso:

Com informações de Blog do Ubuntuser.



Explicações dos Estados Unidos sobre espionagem foram falsas, diz ministro

September 3, 2013 20:42, by Unknown - 0no comments yet

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O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse hoje (3) que não se sustentam as respostas que os Estados Unidos deram, até o momento, ao Brasil sobre as denúncias de espionagem, incluindo de dados pessoais da presidenta da República, Dilma Rousseff, e de assessores diretos. “Todas as explicações dadas, desde o início desses episódios, revelaram-se falsas, tanto as que recebemos da embaixada norte-americana e que as nossas equipes receberam na visita aos EUA”, disse o ministro.

Na avaliação de Bernardo, a denúncia de espionagem é um “embaraço que eles [EUA] nos causam, assim como estão causando para outros países, como México, Alemanha, França”. Ele disse também que o governo brasileiro não tem a “ilusão” de achar que os norte-americanos iriam espionar dados nacionais por achar que “tem alguém tramando ataques”.

“Isso é espionagem de caráter comercial, industrial, é interesse [dos EUA] em saber questões sobre o pré-sal e outras de peso econômico e comercial. Portanto, é mais grave do que parecia à primeira vista”, disse, ao participar do lançamento do livro Segredos do Conclave, do jornalista Gerson Camarotti.

Para o ministro, a situação pode ser solucionada de forma diplomática. “O que o governo fez, pedir explicações, é adequado. Nós somos amigos, temos relações diplomáticas há 200 anos, e a diplomacia é o caminho para resolver isso”.

O presidente da República em exercício, Michel Temer, que também esteve no evento, concorda com a avaliação do ministro. “Acredito que em brevíssimo tempo, diplomaticamente, se resolverá essa questão mantendo, em primeiro lugar, a soberania do Estado brasileiro e da figura da presidenta da República.”

Para Temer, a situação pode ser resolvida “a tempo de a presidenta poder ir aos Estados Unidos, se houver essa solução harmonizadora”. A presidenta Dilma Rousseff tem uma visita marcada para os Estados Unidos no dia 23 de outubro, primeira ocasião em que viajará ao país com honras de chefe de Estado. Em meio às denúncias, a presidenta examina a possibilidade de adiar ou até mesmo cancelar a visita. Em entrevista coletiva ontem (2), o ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo Machado, evitou comentar o tema.

A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, disse que o governo já demonstrou repúdio ao caso. Sobre a possibilidade de um cancelamento da viagem da presidenta aos Estados Unidos, a ministra respondeu que “vai ter posicionamento de governo e quem está tratando são os ministérios da Justiça, das Comunicações e das Relações Exteriores”.

O Senado instalou hoje (3) a comissão parlamentar de inquérito (CPI) que investigará as denúncias de espionagem. Segundo o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), a CPI “tem limitações do ponto de vista de convocações, mas o fundamental é que estas coisas sejam esclarecidas e não se repitam mais”.

Com informações da Agência Brasil.



CPI da Espionagem pede proteção da Polícia Federal a jornalista americano

September 3, 2013 20:40, by Unknown - 0no comments yet

CPI - Espionagem - 2013 - CPIDAESP

Nesta terça-feira (3), em sua primeira reunião, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Espionagem aprovou requerimento solicitando proteção da Polícia Federal (PF) para o jornalista americano Glenn Greenwald e seu companheiro, o brasileiro David Miranda.

A primeira reunião serviu para a instalação oficial da CPI e para a eleição de seus presidente e vice-presidente. Por consenso, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e o senador Pedro Taques (PDT-MT) foram escolhidos para os cargos. Em seguida, Vanessa indicou o colega Ricardo Ferraço (PMDB-ES) para a relatoria da comissão.

Os três senadores foram os autores do pedido de proteção policial para Greenwald, jornalista responsável por divulgar dados secretos coletados pelo técnico Edward Snowden, ex-funcionário da agência de segurança nacional dos EUA (NSA). Segundo o jornalista, documentos em análise, que podem ser divulgados a qualquer momento, trazem informações estratégicas sobre a política e o comércio do Brasil.

Companheiro de Greenwald, David Miranda foi recentemente detido no Aeroporto de Heathrow, na Inglaterra. Ele teve telefone, computador, câmera e outros objetos pessoais apreendidos, além de ter sido interrogado por várias horas.

Soberania e interesses comerciais

A CPI foi criada para investigar denúncia de que o governo americano monitorou milhões de e-mails e telefonemas no Brasil. Até a presidente Dilma Rousseff e assessores próximos teriam sido vítimas da espionagem. Vanessa Grazziotin, que propôs a investigação, informou que a CPI deverá investigar quais empresas de telecomunicação no Brasil estariam colaborando com os EUA por meio de transferência de dados sigilosos e também avaliar medidas para aumentar a segurança da informação.

Para Vanessa, as interceptações ilegais de voz e dados praticadas pelos EUA envolvem questões de soberania nacional, informações do governo, além de segredos e sigilos comerciais e empresariais. A senadora acredita que a CPI ajudará o Brasil a expandir seu conhecimento sobre a real envergadura da espionagem e avaliar a capacidade de defesa cibernética do estado brasileiro.

Vanessa comunicou ainda que a comissão entrará em contato com o Parlamento da União Europeia e com o governo russo, que também investigam denúncias de espionagem norte-americana.

Para o vice presidente, Pedro Taques, a questão da soberania brasileira é essencial na CPI. Segundo ele, a espionagem dos EUA violam leis brasileiras e tratados internacionais.

O relator Ferraço registrou que a espionagem pode envolver interesses empresariais e industriais dos EUA. Ele lembrou que ainda está em aberto a concorrência entre franceses, suecos e norte-americanos para venda de 36 aviões de caça ao Brasil, além de estar marcado para outubro importante leilão para exploração petrolífera na camada pré-sal brasileira.

Reuniões

A CPI também aprovou requerimento solicitando à Polícia Federal a disponibilização de assessores do órgão para auxiliar os trabalhos de investigação.

A presidente da comissão comunicou que os integrantes da CPI terão em breve reunião com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, responsável por dar as primeiras respostas oficiais à denúncia de monitoramento das comunicações da presidente Dilma. Os Ministérios das Comunicações e da Defesa, além da Procuradoria-Geral da República e da Agência Brasileira de Inteligência, também serão contatados pela CPI.

A próxima reunião da comissão ocorrerá na próxima terça-feira (10). Também participaram da reunião de instalação os senadores Roberto Requião (PMDB-PR), Ana Amélia (PP-RS), Pedro Simon (PMDB-RS) e Antonio Carlos Rodrigues (PR-SP).

Com informações da Agência Senado.