Fabricantes do Blackphone estão desenvolvendo tablet de altíssima segurança
Ottobre 20, 2014 10:09 - no comments yetRecentemente, um projeto realizado entre a Silent Circle e a Geeksphone colocou no mercado um smartphone com um grau de segurança maior em relação aos demais celulares do mercado. Chamado de Blackphone, o aparelho dificulta as ações de pessoas mal intencionadas que desejam quebrar a segurança do aparelho e ter acesso às informações do usuário.
Com a necessidade crescente de dispositivos móveis que possuam mais elementos de segurança para proteger os usuários, o projeto de ambas as empresas agora é criar um tablet que oferece as mesmas especificações de segurança.
Assim como o Blackphone, a ideia da criação de um tablet mais seguro é permitir que a privacidade e os dados do usuário sejam preservados, evitando que terceiros tenham acesso à eles, seja de maneira legal ou não, visto que sabemos que muitas empresas utilizam informações dos seus clientes da maneira que desejam.
O novo tablet, a exemplo do smartphone, terá um sistema operacional próprio ajustado e adaptado aos mais elevados padrões de segurança para dispositivos móveis, com base na versão Open Source do Android. Ele terá a mesma estrutura de software do Blackphone, com o PrivatOS garantindo que toda a estrutura possa ser elaborada com a segurança necessária que os desenvolvedores esperam colocar no aparelho.
Apesar disso, durante a conferência BlackHat, realizada em agosto, o PrivatOS chegou a ser questionado. Na ocasião, bastou apenas 5 minutos para se ter acesso ao Root, sem a necessidade de desbloquear o bootloader. Sabendo dessa deficiência, o projeto da Silent Circle e da Geeksphone deverá sofrer algumas alterações de segurança em relação ao Blackphone.
Um dos fundadores da Silent Circle, Jon Callas, afirmou em entrevista ao canal CNBC que o lançamento do novo aparelho irá acontecer em breve e que os desenvolvedores já estão trabalhando para que ele chegue ao mercado.
Callas ainda disse que o novo tablet irá fornecer aos usuários aquilo que eles desejam diariamente, uma alternativa segura aos produtos comercializados atualmente, e vem para marcar uma nova área de atuação da empresa.
Google volta atrás e remove caixa de busca pirata nas pesquisas pelo Pirate Bay
Ottobre 20, 2014 10:06 - no comments yetHá uma semana o Google atualizou seu algoritmo de buscas e, como consequência, acabou beneficiando o maior site pirata de toda a internet, o Pirate Bay. Como havíamos noticiado, a ação abriu as portas para que mais sites aparecessem com uma caixa de buscas e links para as suas seções mais acessadas já ali, na lista do resultado de pesquisa no site da empresa.
A atitude, no entanto, acabou gerando um certo efeito colateral, ao beneficiar alguns sites piratas, entre eles o Pirate Bay. E, como não poderia deixar de ser diferente, o descuido acabou ecoando pelos quatro cantos da internet. A pressão foi tamanha que, nesta quarta-feira (15), a gigante de buscas resolveu voltar atrás e vetou a adição das novidades aos resultados que traziam a embarcação pirata no topo das buscas.
Ao contrário do que acontecia até há alguns dias, agora os frequentadores da nau pirata terão que se contentar com uma aparência menos espalhafatosa e mais discreta do site quando ele aparece nas buscas. A caixa de buscas simplesmente sumiu, enquanto os links para as seções mais acessadas continuam lá, mas com bem menos destaque do que antes.
Segundo o pessoal do TorrentFreak, o passo atrás dado pelo Google privou não só o Pirate Bay das novidades, mas também outros sites como Isohunt, KickAss Torrents e Torrentz. Como era de se esperar, a atitude foi tomada após autoridades e órgãos relacionados à proteção de direitos autorais torcerem o nariz para o descuido da empresa.
Apesar de procurar agradar a esse pessoal, uma questão que o buscador insiste em não responder ainda continua aberta: qual o sentido de limitar o destaque desse tipo de site e, mesmo assim, mantê-lo nos resultados de busca? Questionada pelo TorrentFreak, a empresa se limitou a dizer que “continuará trabalhando para melhorar a qualidade dos resultados de busca”.
Curso Online Gratuito de Ubuntu Básico
Ottobre 20, 2014 10:01 - no comments yetSeu computador está cheio de vírus e acessar o banco online ou fazer compras pela Internet com ele virou uma tarefa de alto risco. Além disso, o computador fica lento com o tempo e tem que ser formatado frequentemente. Ah…usar somente software original é bom, mas é preciso gastar muito dinheiro com isso…
Você se reconhece nessa situação?
E você sabia que existe um programa que permite se livrar dos vírus, acessar bancos online com segurança e ainda é um software original gratuito?! Sabia também que aprender a dominar tal ferramenta pode ser um diferencial do profissional no mercado?! Então venha fazer o curso de Ubuntu Básico!
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Inscrição: pelo portal http://moocs.rea.ufg.br
Vulnerabilidade crítica do Windows causou ataques em várias organizações dos EUA
Ottobre 20, 2014 9:58 - no comments yetEspecialistas de segurança têm chamado a atenção para uma nova vulnerabilidade crítica de dia zero do Windows que pode estar sendo usada para espionar os governos norte-americano e de países da Europa. Para disseminar e infectar máquinas, os atacantes têm utilizado e-mails do tipo “spear phishing” contendo apresentação de slides com arquivos maliciosos, informou a Symantec.
De acordo com a empresa especialista em segurança digital, um bug semelhante ao CVE-2013-5065, que havia sido descoberto em 2003, esteja ajudado cibercriminosos a atacarem a OTAN e várias outras organizações governamentais do ocidente e ucranianas. Empresas do setor de energia, telecomunicações na Europa e uma organização acadêmica norte-americana já foram afetadas pelo ataque que se aproveita de uma vulnerabilidade no sistema para incorporar arquivos de locais externos para a instalação de malwares no computador da vítima.
A falha é conhecida tecnicamente por Microsoft Windows OLE Package Manager Remote Code Execution Vulnerability e está sendo explorada pelo grupo de cibercriminosos conhecidos como Sandworm.
A vulnerabilidade afeta os sistemas da Microsoft das versões desde o Windows Vista Service Pack 2, incluindo o Windows 8.1 e o Windows Server 2008 e 2012.
A Symantec tem chamado atenção para a vulnerabilidade crítica visto que ela possibilita a execução remota de códigos no computador alvo. Por conta disso, a empresa recomenda que todos os usuários das versões do Windows afetadas apliquem de imediato os patches de segurança disponibilizados pela Microsoft. Como forma preventiva para todos os ataques de hackers, é necessário verificar se o software de segurança do computador está atualizado e evitar abrir anexos desconhecidos no e-mail.
Google e Facebook: os grandes réus de processos durante eleições
Ottobre 20, 2014 9:55 - no comments yetDurante as eleições, tanto o Google como o Facebook recebem centenas de processos acarretando em muito trabalho para os departamentos jurídicos de ambas as empresas. As duas maiores plataformas da internet brasileira se tornam os alvos preferidos de candidatos políticos, que movem processos com o objetivo de retirar algum conteúdo que possa ser prejudicial à sua imagem e reputação.
Criada pelo Google em parceria com a Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), a ferramenta Eleição Transparente mostra que a gigante das buscas está sendo processada em 132 casos. Boa parte desses processos se referem a retirada de conteúdo, onde grande parte está na plataforma de vídeos YouTube.
Tal volume representa 72,93% do total de processos registrados pela ferramenta da Abraji. O Ibope vem em segundo lugar com 24 processos registrados. Empresas que antes da popularização da internet costumavam ser alvos de candidatos, como jornais e revistas, aparecem depois.
A empresa norte-americana registrou um aumento proporcional no número de processos eleitorais em comparação com as eleições de 2012. Embora o pleito de dois anos atrás tivesse mais candidatos, considerando-se todos os postulantes a cargos de vereador e prefeito nos mais de 5,5 mil municípios brasileiros, a eleição atual contou com um número maior de ações por candidato. Desta forma, a filial do Google no Brasil confirma se destacar mundialmente em termos de processos recebidos.
Conforme explica a diretora jurídica da empresa, Fabiana Saviero, “a quase totalidade das ações que recebemos nessa época está relacionada à remoção de conteúdo”.
Outra empresa que se torna ré com constância nos períodos eleitorais é o Facebook. A rede social registrou 346 milhões de interações envolvendo posts, comentários e curtidas relacionadas às eleições deste ano. A empresa achou melhor não fornecer seus dados para a ferramenta da Abraji e, portanto, não divulgou o número de ações que sofre, nem se houve um aumento em relação à eleição passada. Tal decisão torna inviável calcular o número de processos que a empresa recebeu.
Apesar disso, a rede social se pronunciou dizendo que existe “uma equipe que trabalha 24 horas por dia e sete dias por semana para analisar qualquer tipo de conteúdo denunciado por meio do site”. Isso dá a entender que o Facebook tem muito trabalho a ser feito.
Ao procurar pelo termo “Facebook” no site do Tribunal Superior Eleitoral, há resultados em todos os tribunais regionais do país. Apenas em São Paulo são mais de 400 processos. Já em Roraima, a contagem chega a 27 e no Distrito Federal a 175.
O objetivo das ações contra o Facebook e o Google não é atingir a instituição, mas simplesmente tirar o conteúdo de circulação, evitando um prejuízo maior à imagem dos candidatos. Por isso que as empresas são processadas e não os autores das publicações.
“Primeiro, já temos uma tradição em nosso Judiciário de que o provedor é responsável pelo conteúdo. Depois, os políticos só querem remover o conteúdo de forma rápida”, diz a advogada Camila Marques, da organização internacional de direitos humanos.
Muitas das vezes as empresas se mostram dispostas a contestar. Apesar de não fornecer detalhes, o Facebook afirma que se dispõe a recorrer “em casos que entendemos serem representação livre da opinião do eleitor, desde que estejam dentro das nossas políticas e termos da comunidade”. Já o Google recorreu em cerca de 20 ocasiões, incluindo a que culminou com a remoção de dois vídeos do famoso canal Porta dos Fundos. Ainda outro caso foi o do então candidato, hoje eleito ao governo do Amazonas, José Melo de Oliveira, contra o canal do YouTube “Amazonas de Verdade”.
Segundo o professor e pesquisador do Centro de Tecnologia e Sociedade da Faculdade Getúlio Vargas no Rio de Janeiro (CTS-FGV), Eduardo Magrani, a ação das empresas é movida não só pela crença em valores como liberdade de expressão. “Quando mais opiniões e conteúdo estão circulando, mais enriquecedor isso é para os seu modelo de negócios”, afirma.
Certamente o maior prejudicado é o eleitor, visto que, de acordo com Magrani, “em vez de fomentar mais participação, está retirando as expressões da rede”.