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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

Regulação da mídia: Congresso não quer discutir porque 40% dos parlamentares têm emissoras, diz Fenaj

27 de Maio de 2013, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

18-05-2013_bandeira-do-brasil

O Congresso Nacional não vai mudar tão cedo o marco regulatório das comunicações porque 40% dos parlamentares ou são proprietários de emissoras de rádio e televisão ou têm interesse direto. A afirmação é do representante da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), José Carlos Torves, durante audiência pública na Câmara sobre liberdade de expressão, ao defender a revisão do marco regulatório da mídia eletrônica.

Torves criticou o governo em não promover o debate sobre a proposta de novo marco regulatório. “Mais preocupado com as eleições próximas, abandonou o compromisso assumido pelo governo passado e as conclusões da Conferência Nacional de Comunicação”, disparou.

Já o deputado Sandro Alex (PPS-PR), elogiou o Ministério das Comunicações, por deixar na gaveta a proposta de atualização do marco, elaborada no governo Lula. “Esse foi o maior presente à liberdade de expressão”, enfatizou o parlamentar. Ele disse que continuará trabalhando para que a proposta continue no fundo da gaveta.

O conselheiro da Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão), Paulo Tonet de Camargo, apresentou números que, segundo ele, provam a pluralidade dos meios eletrônicos no país. “Das 9.589 emissoras de rádio existentes, 48% são comerciais, 47% comunitárias e 5% públicas”, disse.

Para Tonet, discutir as comunicações sem incluir as atividades do ramo que usam a internet como plataforma é discutir o passado. Ele afirma que a aprovação do Marco Civil da Internet é importante, mas insuficiente para regular empresas como a Google, que hoje detém o segundo lugar no mercado da publicidade brasileiro ou o portal Terra, que pertence a um grande grupo multinacional de telecomunicações.

O representante do Fórum Nacional para Democratização das Comunicações (FNDC), José Sóter, o limite de potência imposto às rádios comunitárias impede que essas emissoras sejam ouvidas por um número expressivo de pessoas. Enquanto a deputada Luciana Santos (PCdoB-PE), afirma que a quantidade de concessões não exclui o poderio de grupos de comunicações em veicular um pensamento único para 60% dos brasileiros. “A gente não se vê nos meios de comunicações”, reclamou.

Os representantes das associações Nacional de Editores de Revistas (Aner) e Nacional de Jornais (ANJ), Maria Célia e Ricardo Pedreira, respectivamente, repudiaram qualquer tipo de controle aos veículos impressos. “Regulação só deve ter os veículos que dependem de concessão”, enfatizou Pedreira. E a representante do Instituto Palavra Aberta, Patrícia Belmonte, cabe somente ao consumidor o tipo de controle que quer exercer na mídia.

Os deputados lamentaram a falta de participação de representante do Ministério das Comunicações no debate.

Com informações de Tele.Síntese.



Google novamente investigado pela Comissão Federal de Comércio

27 de Maio de 2013, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

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Rivais do Google levaram investigadores antitruste da Comissão Federal de Comércio (FTC, sigla em inglês) a examinarem as práticas de negócios da empresa e já está sendo realizada uma análise preliminar se o Google abusa da sua predominância no mercado de anúncio display, como banners em sites. A FTC começou a questionar sobre as práticas do Google, especificamente se a empresa estava unindo serviços de anúncios de modo a proibir rivais de competir no mercado.

Em dezembro de 2007, a comissão disse que monitoraria as práticas do Google nessa área. Na época, foi concluído que a proposta de compra do Google pela DoubleClick, empresa de anúncios online especializada em anúncios display, não diminuiria a competição. “Queremos deixar claro que vamos continuar a observar esses mercados e se o Google se engajar em alguma conduta anticompetitiva ou fora da lei, a comissão planeja agir rapidamente”, escreveu então a FTC.

Uma fonte próxima ao caso disse que a comissão não aprovou a emissão de intimações ou de pedidos de investigação civil, o que poderia fazer parte de qualquer investigação formal. A FTC encerrou uma investigação antitruste sobre o segmento de buscas do Google há menos de cinco meses, com votação unânime para não dar prosseguimento a um caso antitruste depois de meses de pressão dos rivais do Google. Essa investigação focou em como a ferramenta de busca do Google apresentava resultados de pesquisas de consumidores e se a empresa mostrava, de propósito, rankings mais altos e mais proeminentes para resultados de seus próprios serviços.

Na nova investigação, membros da comissão focaram nas práticas do Google de divulgar anúncios aos sites de clientes e do seu Ad Exchange, no qual empresas apostam em oportunidades para atingir determinados clientes com anúncios. Funcionários da FTC estavam interessados em saber se o Google estava ligando um serviço ao outro ao oferecer preços mais baixos em troca da garantia do cliente de não comprar anúncios por meio de rivais do Google.

Quando a comissão aprovou o acordo de compra da DoubleClick, a FTC disse que também monitoraria questão relacionadas à privacidade do consumidor, incluindo se a coleta de informações de uma parte de um negócio do Google – como, por exemplo, da sua operação de busca – estava sendo usada em outras unidades para explorar de maneira injusta seu domínio e retirar rivais do mercado.

Tradução e edição: Larriza Thurler. Informações de Edward Wyatt [“F.T.C. Is Said to Begin a New Inquiry on Google”, The New York Times, 25/5/13]

Com informações de Observatório de Imprensa.



Palestra sobre Singapura na Plug N

26 de Maio de 2013, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda



Palestra sobre Singapura na Plug N’ Work

26 de Maio de 2013, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

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Nesta terça-feira, 28/05 às 19h, a PnW fará uma apresentação sobre Singapura abordando aspectos culturais, econômicos e tecnológicos do país. A palestra será ministrada pelos executivos de Singapura Alex Chow, sócio da consultoria de negócios Asia-Leap e por Raven Chai, designer e sócio da UX Consulting.

O evento também contará com a presença de Alvin Cai do Singapore Economic Development Board (EDB) e com Anchit Sood do International Enterprise Singapore.

Faça inscrição pelo link https://docs.google.com/forms/d/14CGbBUdUb9eJJ0shhrPqXigf_isbs3LzGXylkBIYbLs/viewform

O endereço da Plug N’ Work é Av. Nova Independência 1061 – Brooklin.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Plug N’ Work.

 



25 de maio: Dia do Orgulho Nerd e Dia da Toalha

25 de Maio de 2013, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

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Se você sempre sonhou em participar de uma corrida de Pods, ou viajar no tempo ao lado do Dr. Brown em um DeLorean, sempre quis aprender a falar klingon, não sabe o que seria da sua vida sem Jobs e Gates e fica o ano inteiro apenas esperando por hoje para colocar uma toalha no ombro e desfilar com ela por aí, aproveita! Hoje é o Dia do Orgulho Nerd e o Dia da Toalha.

A primeira comemoração oficial do dia dos geeks teve início na Espanha, em 2006, e ganhou o mundo da única maneira que poderia ser: pela Internet. E contou até com um manifesto com direitos e deveres de todo bom nerd.

A data foi escolhida em homenagem a 25 de maio de 1977, quando o primeiro filme da saga Star Wars foi exibido no cinema.

Tá, mas e a toalha, onde entra nessa história? O Dia da Toalha foi instituído pelos fãs do escritor Douglas Adams, criador do Guia do Mochileiro das Galáxias.

Os livros contam as aventuras de Arthur Dent, viajante do tempo e da galáxia – e como todo bom viajante, ele não poderia deixar de ter em sua mochila uma toalha.

Ora, todos sabemos que uma toalha tem inúmeras utilidades, desde agasalho, até mesmo para te proteger de emanações tóxicas e para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal. E, já que o escritor dedicou um capítulo inteiro sobre a importância desse objeto, nada melhor do que usá-lo para homenagear a série.

Vida longa e próspera.

Com informações de IDGNow.