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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

Lançado Miro 6.0

22 de Abril de 2013, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

23-04-2013_miro-logo

A equipe de desenvolvedores do Miro está muito orgulhosa de anunciar o lançamento de Miro 6.0, que tem algumas melhorias de performance. Aqueles que fazem uso deste software devem atualizar para esta última versão o quanto antes!

O novo Miro 6 tem tudo a ver uma coisa: velocidade! Segundo os desenvolvedores esta versão apresenta uma visível melhoria quanto a velocidade na inicialização do Miro, navegação, download, etc.

Esta versão apresenta ainda suporte a flash para a comunidade de usuários GNU/Linux, e tem alguns outros bons ajustes e correções também.

Ficou interessado? Visite o site oficial do Miro e saiba mais.

Para fazer o download para seu sistema operacional, visite a página de download. Estaremos publicando um tutorial aqui no site da Revista Espírito Livre sobre como instalá-lo no Ubuntu, Linux Mint e distribuições derivadas destas.

Miro, que anteriormente chamava-se Democracy Player ou DTV, é um aplicativo direcionado para media center (mas que você pode instalar em seu desktop ou notebook), e que provê uma solução integrada de áudio e vídeo via Internet, desenvolvido pela Participatory Culture Foundation. Ele é multiplataforma, tendo versões disponíveis para GNU/Linux, Windows e Mac OS.

Com informações de Miro.



TOR poderá ser bloqueado no Japão

22 de Abril de 2013, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

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A Agência Nacional de Polícia do Japão irá solicitar aos provedores de internet do país o bloqueio da rede de anonimato The Onion Router (Tor). A medida, segundo o jornal japonês “Mainichi”, é resultado da conclusão de um painel da polícia sobre possíveis maneiras de evitar o abuso da rede.

A rede Tor funciona pela inclusão de intermediários entre a origem verdadeira da conexão e o destino. Dessa forma pode ser difícil determinar o responsável pela publicação de um conteúdo na internet.

Popular entre ativistas políticos e defensores do anonimato na web, a ferramenta foi desenvolvida inicialmente por um departamento da marinha dos Estados Unidos.

A polícia japonesa começou a estudar a rede Tor depois da publicação em fóruns de discussão do país de uma série de ameaças de morte.

Com informações de G1.



Evento de lançamento da nova versão do Ubuntu em Recife

22 de Abril de 2013, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

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No próximo sábado, dia 27 de Abril, profissionais de TI, estudantes e empresas interessadas em migrar para Software Livre (programas gratuitos e de código aberto), estão convidados para o Lançamento Oficial do Sistema Operacional Ubuntu, versão 13.04, em Recife.

O evento está na sua décima primeira edição e já faz parte do calendário de tecnologia do Recife, oferecendo palestras e oficinas gratuitas para mais de 1000 participantes. As inscrições podem ser feitas pelo site www.aprendaubuntu.com.br.

Entre os confirmados na área de tecnologia está Júlio Neves, o “papai do Shell”. Júlio Neves já escreveu diversos livros sobre Shell e correlatos.

O evento é coordenado pela Comunidade Ubuntu PE, com o apoio da escola de Software Livre Fuctura, da Linux Magazine Brasil, Elcoma Computadores, Infobox e do Instituto LPI (certificadora Linux). O evento será na Uninassau, na  Rua João Fernades Vieira, 110 – Boa Vista – Recife PE. A abertura está marcada para às 13h00 e em seguida iniciarão as oficinas e palestras.

Sorteios de diversos brindes e adesivação de notebooks com a marca Ubuntu, também serão realizados.

Serviço:

Lançamento Ubuntu versão 13.04

Dia: 27/04/2013, sábado, 13h às 17h30

Local: Uninassau –  Rua João Fernades Vieira, 110 – Boa Vista – Recife PE

Inscrições on-line pelo site www.aprendaubuntu.com.br

Outras informações pelo telefone (81) 3223-8348



Mozilla se posiciona a favor do Marco Civil da Internet

18 de Abril de 2013, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

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Em um post bastante esclarecedor, a Mozilla se posiciona a favor do Marco Civil da Internet. A seguir, o texto traduzido na íntegra. Vale a pena acompanhar o ponto de vista desta importante entidade.

“Aqui na Mozilla, acreditamos que a Internet é um recurso público global, que deve permanecer aberto e acessível. Acreditamos na importância de equilibrar os objetivos comerciais da Internet contra aqueles para o benefício público. O Marco Civil da Internet procura manter este equilíbrio, garantindo direitos básicos para os usuários da Internet. Apoiamos esse tipo de esforço para criar um quadro político global, pro-Internet. Se for aprovada, ele poderia muito bem servir como um modelo de referência para a futura legislação.

A legislação é inovadora em sua intenção. Ela protege os direitos importantes para os usuários da Internet através de uma estrutura civil, ao invés de um código criminal. Estes direitos incluem o direito à privacidade, liberdade de expressão e acesso à informação. Ele defende as comunicações através da Internet, protege a santidade da própria conexão à Internet, requer informações completas nos contratos de serviços (particularmente no que diz respeito à proteção de dados pessoais), e limita o acesso de terceiros aos registros de conexão e aplicações da Internet.

O Marco Civil vem surgindo desde 2009. Apesar de um alto nível de envolvimento da comunidade (a colaboração de mais de oito centenas de contribuintes), a legislação estagnou quando os interesses comerciais se envolveram. Componentes importantes da legislação, tais como o fornecimento de um porto seguro em relação à violação de direitos autorais, já foram excluídos. Nós não queremos ver a legislação ainda mais diluída.

O Marco Civil institui a neutralidade da rede, enquanto que proíbe o monitoramento dos consumidores através de inspeção profunda de pacotes (DPI). Estas são duas ressalvas polêmicas são motivos de oposição por certas entidades comerciais. A proibição contra DPI protege a privacidade e a escolha, proibindo seu uso para rastrear usuários desavisados ​​da Internet. O mandato da neutralidade da rede contém exceções muito limitadas – e, particularmente, proíbe as empresas de cobrar por diferentes tipos de serviços, dependendo do que está contido em um pacote de dados.

Os autores do Marco Civil e outras partes interessadas se encontraram um seminário em Brasília, no último dia 17. Esse projeto de lei que define os direitos na Internet define um precedente valioso para não só a neutralidade da rede global e princípios de privacidade, mas para a proteção dos direitos de propriedade intelectual em todos os lugares.”

O texto original pode ser lido aqui.

Com informações da Mozilla.



Java 7 Update 21 corrige vulnerabilidades de segurança e restringe applets

18 de Abril de 2013, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

java

Com o Java 7 Update 21, a Oracle disponibilizou uma versão de correção que pode ser considerada como importante. A versão inclui 42 patches que corrigem problemas de segurança; a Oracle afirma que 39 dessas questões potencialmente permitem que invasores tomem o controle de computadores sem autenticação. Tendo em conta os numerosos ataques recentes à plataforma Java, a Oracle recomenda que os usuários instalem a nova atualização o mais rápido possível. Dezenove das falhas de segurança corrigidas com a nova atualização são explicitamente classificadas no mais alto  nível (de 10) do Common Vulnerability Scoring System (CVSS); muitas outras falhas seriam igualmente críticas, mas são classificadas como baixas pela Oracle, por serem mais complexas de acessar e explorar.

aviso de atualização lista as vulnerabilidades e o padrão é familiar a qualquer um que tenha observado o mais recente conjunto de avisos de atualizações. A lista de falhas inclui 7 falhas críticas no sistema de gráficos 2D, com outras falhas espalhadas pelos vários subcomponentes do Java. A Oracle também inesperadamente lançou uma atualização para o Java 6, o Java 6 Update 45, que trata de um subconjunto de vulnerabilidades aplicáveis ​​na versão mais antiga do Java; o Java 6 estava previsto para descontinuar as atualizações de segurança, mas a Oracle parece ter mantido as atualizações para o Java 6, enquanto tenta limpar o ataque atual de vulnerabilidades de segurança.

O applet de segurança da Oracle também foi reforçado com ainda mais restrições sobre o que os applets podem executar. Com o Java 7 Update 17, a Oracle adicionou um simples controle deslizante para definir o nível de segurança de applets não assinados no Painel de Controle Java; isso permitiu que os usuários escolhessem um cenário de risco baixo, médio, alto ou muito alto. A última atualização da empresa refina esta abordagem. No início de 2013, a Oracle anunciou que iria modificar a forma como o plugin do navegador lida com código não assinado e auto-assinado.

Agora, o nível de “baixo risco” não está mais disponível, o que significa que applets assinados e auto-assinados não podem ser executados sem disparar um aviso prévio ao usuário. O plugin do navegador só vai iniciar a máquina virtual Java e executar um aplicativo depois que os usuários confirmarem que eles realmente querem executar conteúdo Java. Desenvolvedores que entregam applets Java para clientes terão atentar para obter os applets assinados com um certificado CA válido.

Os avisos para os applets Java agora vêm em dois tipos: um applet que possui um certificado válido gera um diálogo de aviso com o logotipo Java nele inserido e os detalhes do certificado do applet, mas um applet que está assinado com um certificado inválido, é assinado ou auto-assinado, irá gerar um aviso com um escudo amarelo e triângulo de advertência, que é projetado para recomendar que o applet não deve ser executado. Há um problema, porém, com a verificação do certificado; invasores estavam usando certificados revogados como parte de seus ataques e o Java runtime não estava fazendo nada para verificar a validade dos mesmos. Na última atualização do Java, isso também não mudou muito; a verificação da validação e revogação online ainda estão desativadas por padrão.

Para se manterem seguros, a Heise UK aconselha os usuários a desabilitar o Java no navegador; isso pode ser feito no Windows através do painel de controle Java selecionando “Desativar conteúdo Java no navegador” (Disable Java content in the browser), na guia Segurança (Security). Se o Java é ocasionalmente necessário, os usuários devem, pelo menos, ativar a função “clique para exibir” (click-to-play) em navegadores como o Firefox e o Chrome. As edições atualizadas do Java, JDK e JRE estão disponíveis na página de downloads do Java SE.

Com informações de The H Online.