Tizen: mais um concorrente do Android pode chegar em outubro
августа 18, 2013 15:24 - no comments yetQue precisamos de alternativas ao Android ninguém dúvida, ainda mais depois de novas denúncias de espionagem. Mas desenvolver e manter um sistema operacional não é nada fácil, vide o que aconteceu com Maemo, Moblin, Meego e Bada.
Mesmo o lançamento do Firefox OS e o Ubuntu Touch/Phone crescendo a passos largos, Samsung, Intel e Linux Foundation não se intimidaram e passaram a desenvolver seu próprio sistema operacional Mobile, o Tizen.
Criou-se expectativa de que o Tizen seria lançado ainda em 2012, chegando primeiro que as alternativas da Canonical e da Mozilla, mas ao que tudo indica, a Samsung poderá lançar o primeiro gadget oficial agora em Outubro em pelo menos 5 países (e não, o Brasil não consta nessa lista).
Maiores detalhes e a relação dos primeiros países que receberão o Tizen você pode conferir em no site OpenApps.
Dotcom prepara e-mail criptografado
августа 16, 2013 12:43 - no comments yetO criador do site de compartilhamento de arquivos Megaupload e atual dono do Mega, Kim Dotcom, anunciou em sua conta no Twitter que pretende lançar em 2014 um serviço de e-mail antiespionagem como alternativa ao Silent Mail e ao Lavabit – serviço que supostamente teria sido usado por Edward Snowden –, que foram fechados recentemente e tinham foco na privacidade.
O novo serviço de e-mail planejado por Dotcom será criptografado para impedir ações de programas de espionagem do governo norte-americano, como o Prism.
“O serviço de e-mail criptografado da Mega e fora do alcança da NSA (sigla em inglês para Agência de Segurança Nacional) vai mudar para sempre a maneira que as pessoas usam o e-mail. Vocês vão ver. Chega em 2014″, disse Dotcom no Twitter.
O plano de Dotcom pode ser afetado por um detalhe: o dono do Mega revelou recentemente que considera a possibilidade de retirar seus servidores da Nova Zelândia, onde o Mega é armazenado atualmente, já que uma nova legislação de acesso à informação está sendo analisada no país. Segundo ele, se aprovada, pode tornar a Nova Zelândia sujeita ao mesmo tipo de vigilância que os Estados Unidos.
Por Ligia Aguilhar.
Com informações do Estadão.
Instalando o Shaarli, uma alternativa livre ao Delicious
августа 16, 2013 12:00 - no comments yetO Shaarli, foi criado pelo programador francês Sebastian Sauvage e é uma alternativa livre ao Delicious.
Alguns recursos do Sharrli:
- Design minimalista;
- Simples de usar: um simples clique num botão no seu navegador e salva o site para o Shaarli;
- Rápido;
- Instalação super simples, não precisa de banco de dados, os links sao salvos em um único arquivo;
- Opção para importar e exportar os favoritos;
- Opção para salvar os links como público ou privado;
- Suporte a RSS e ATOM;
- Miniaturas para vários serviços como imgur, imageshack.us, flickr, youtube, vimeo, dailymotion, etc
- Tags em Nuvens
- Preenche automaticamente a descrição dos links
- Suporte para os protocolos http, ftp, file, apt e magnet.
- e outras opções.
Shaarli é uma aplicação de bookmarking, mas você pode tambem usar como um micro-blogging (como o twitter) um pastebin, notepad, etc.
Um exemplo do Shaarli pode ser visto aqui.
Para instalar o Shaarli, basta seguir os passos abaixo:
- Baixe o código fonte no link: http://sebsauvage.net/files/shaarli_0.0.41beta.zip
- Descompacte o arquivo e renomeie o diretório para um nome fácil de lembrar
- Faça o upload do diretório para o seu site.
- Acesse http://dominio.com.br/shaarli
- E prossiga com a criação do seu usuario e configuração do Shaarli.
Por Diogo Leal.
Fonte: Dicas-L
“Espionagem não se resolve apenas com construção de datacenters”, defende Brasscom
августа 16, 2013 11:48 - no comments yetA espionagem dos dados dos brasileiros foi o ‘estopim’ para o debate sobre a construção de datacenters localmente para ‘assegurar’ que os dados dos brasileiros estejam armazenados no Brasil, e não em outros países.
Durante o o 5º congresso de crimes eletrônicos e formas de proteção, da Fecomercio, em São Paulo, Nelson Wotsman, diretor da Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) disse que é preciso sim, investir em datacenters localmente, mas que o investimento, sozinho não garante a segurança de dados.
“É preciso tratar o assunto datacenters com uma visão mais tecnológica. A espionagem sempre aconteceu, mas agora acontece através da internet. O que temos que fazer é desenvolver ferramentas, sofwares, criptografias, ou seja, ter em nossa defesa inteligência para que isso não aconteça”, afirmou Wortsman.
Na apresentação, o diretor ressaltou os custos de uma operação local como a principal barreira para a construção de centros de dados. Baseado em um estudo da Frost&Sullivan, o gestor comentou que a construção de um datacenter de médio porte no Brasil custaria US$ 60 milhões, enquanto nos EUA, US$ 43 milhões; e a manutenção mensal seria em torno de US$ 950 mil, e nos EUA, US$ 510 mil. “Os deputados dizem que é preciso conversar e chegar a uma solução, mas quando se trata de desoneração a gente se arrasta”, pontuou.
O diretor da Brasscom afirmou que o Brasil, portanto, precisa fazer acordos bilaterais com outros países para acessar dados ‘fora de casa’, e avaliou a capacidade do país em se tornar um hub natural de datacenters na América Latina, mas lembrou que é preciso resolver o custo da operação localmente. “Temos a maior carga tributária do mundo para consolidação de datacenters”.
Por Mayra Feitosa.
Com informações da IPNews.
Google nega invasão de privacidade, mas diz que ‘processa’ informações
августа 16, 2013 11:43 - no comments yetO diretor de Políticas Públicas do Google Brasil, Marcel Leonardi, afirmou nesta quinta-feira (15) em audiência pública no Senado que a empresa “processa” as informações trocadas por seu serviço de e-mail, o Gmail, mas negou que haja coleta de informações pela companhia ou desrespeito à privacidade.
Nesta quarta, a imprensa internacional divulgou que o Google informou à Justiça dos Estados Unidos que os usuários de seu serviço do Gmail não possuem expectativa de que as mensagens enviadas e recebidas sejam confidenciais.
“O que o trecho da petição esclarece: usuários de [outros] serviços de e-mail, que não são o Gmail [e trocam e-mails com usuários do Gmail], não poderiam ter expectativa de que o Google não processasse as informações contra alguém por meio dessa mensagem para destinatários que usam Gmail. Não se trata de dizer que usuários do Gmail não têm privacidade ou que as informações são coletadas – muito pelo contrário”, disse Leonardi.
O documento do qual faz parte a declaração do Google foi apresentado à Justiça em julho. O texto consta da defesa da empresa para encerrar um processo em que a companhia é acusada de acessar o conteúdo dos e-mails para direcionar anúncios aos usuários.
“É um argumento jurídico para esclarecer: ‘Olha, você envia mensagens para pessoa que tem Gmail. Você não pode esperar que o Google não vá processar essa informação, porque, se não processar, como o Google vai entregar a mensagem para esse destinatário? Foi uma não-notícia, se me permite o português, e não tem nada de novo”, declarou. Ele também comparou o processo ao registro de ligações feito por uma companhia telefônica.
Leonardi foi ao Senado nesta quinta para participar de audiência pública ao lado de representantes da Microsoft e do Facebook no Brasil. Eles foram convidados pela Comissão de Relações Exteriores para prestar esclarecimentos sobre a denúncia de que empresas de tecnologia teriam colaborado com o esquema de espionagem pelos Estados Unidos que monitorou telefonema e e-mails de pessoas e empresas no Brasil.
Os três negaram que as companhias tenham colaborado com o esquema de espionagem, conforme as empresas já haviam divulgado. Bruno Magrani, gerente de Relações Governamentais do Facebook no Brasil, disse que a companhia adota princípios de privacidade.
“O Mark Zuckerberg [presidente executivo do Facebook] já afirmou que Facebook nunca fez parte de programa para dar aos Estados Unidos acesso direto a dados. Nunca recebemos pedido para informações sobre metadados [dados sobre registro de uso de serviço].[...] Se fosse solicitado, recusaríamos”, disse.
O diretor-geral Jurídico e de Relações Institucionais da Microsoft Brasil, Alexandre Esper, também rechaçou a possibilidade de participação da empresa em espionagem. A “A Microsoft não fornece, em nenhum pais e sob qualquer pretexto, governo ou instituição, acesso irrestrito a dados de seus clientes de qualquer parte do mundo”, disse Esper.
Fonte: G1












